Em 2020, Rio Montreux Jazz Festival será global, online e gratuito

Entre os dias 23 e 25 de outubro acontece o Rio Montreux Jazz Festival. Neste ano, o festival terá atrações gratuitas e transmissões ao vivo online, com palcos no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Los Angeles e Nova York.

Com curadoria do diretor artístico Marco Mazzola, o palco foi desenhado para atender a um público diverso, e para valorizar o nosso talento brasileiro. Segundo o portal Estúdio Folha, entre as atrações estão Macy Gray, Milton Nascimento, Christian Scott aTunde Adjuah, Roberto Menescal & Marcos Valle, Toquinho & Yamandu Costa, entre outros.[ Confira programação completa]

No Rio de Janeiro, as atrações serão realizadas no Hotel Fairmont Copacabana. Já em Minas, Milton Nascimento se apresentará em sua terra natal, Juiz de Fora, com participações de Samuel Rosa, Maria Gadú e do grupo norte-americano Sing Harlem, em uma conexão Minas Gerais/Nova York.

Durante todo o Rio Montreux Jazz Festival, um QR Code será colocado na tela para incentivar doações para a ONG Ação da Cidadania . Todo o valor arrecadado será convertido em cestas básicas.

Para quem quiser conferir todo o evento, é só se inscrever no canal oficial do festival no YouTube .

 

 

 

Fotos: Divulgação

Spotify permitirá incluir músicas inteiras em podcasts

Nesta quarta-feira, o Spotify anunciou que finalmente está liberando o uso de músicas em podcasts. Com o auxílio da Anchor, uma plataforma para criação de podcasts, criadores poderão inserir músicas inteiras durante um episódio.

Segundo o The Verge, com a novidade, os criadores poderão apresentar programas parecidos como os da programação de rádio, sem ter que se preocupar com questões de direitos autorais.

Por enquanto apenas criadores exclusivos do Spotify nos EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda terão acesso a este novo formato. Não foi informado quando a novidade será liberada no Brasil.

Vale notar que este é um grande passo do Spotify à frente da concorrência. Uma vez que apenas podcasts exclusivos da plataforma poderão usar o recurso. Outros criadores terão que editar episódios para não inserir músicas em plataformas que ainda precisam fazer acordos de licenciamento com gravadoras. Ou até mesmo ficarão impedidos de lançar estes conteúdos em outras plataformas.

Com relação à remuneração de artistas e compositores, ficou estabelecido que os músicos continuarão a ser pagos de acordo com a quantidade de plays.

Para ouvir as músicas inteiras em podcast será necessário ser assinante Premium. Os usuários gratuitos poderão ouvir apenas uma amostra de 30 segundos de cada faixa, sendo que eles não poderão dar o play nas músicas diretamente; eles só poderão reproduzi-las aleatoriamente.

Além da novidade, o serviço de streaming está lançando sete séries originais e exclusivas que vão aproveitar o formato e fazer da música um foco central. Os ouvintes desses programas poderão interagir com a playslist de cada episódio, salvar as músicas para ouvir mais tarde e pular para diferentes segmentos.

 

Foto: reprodução

Spotify agora permite pesquisar músicas a partir de trechos de letras

Na última semana  o Spotify anunciou um novo recurso que permite fazer pesquisas de músicas pelo trecho da letra.

Agora, para pesquisar por músicas no Spotify, basta digitar o trecho dela no campo de pesquisa para aparecer resultados associados à letra, e abaixo, um destaque informando “Correspondência de letra”.

Assim ficou muito mais fácil procurar por músicas que não sabemos o nome, mas amamos porque a  letra grudou na cabeça!

 

O recurso está disponível para Android e iOS, e é mais um resultado da parceria com a MusixMatch, a maior plataforma de letras do mundo.

Como lembra o Engadged, o recurso é bem semelhante ao já disponibilizado pela Apple Music, desde 2018.

Além da novidade, o serviço de streaming também lançou no Twitter um novo perfil, o @spotifycharts. Toda segunda-feira o perfil irá destacar as músicas mais tocadas da semana nos estados Unidos e ao redor do mundo.

 

 

 

Fotos: Reprodução/divulgação @spotify

NOS EUA, BMG REMOVE CLÁUSULA QUE PREJUDICAVA COMPOSITORES EM CONTRATOS

Na última semana, a BMG anunciou que está eliminando uma cláusula dos contratos de gravação com artistas, no qual reduzia 25% de seus royalties de forma injusta.

Segundo o Music Business Worldwide, a cláusula que está sendo removida dos contratos pela BMG é chamada de “Controlled Composition” – ‘Cláusula de Composição Controlada’, em livre tradução -, e tem como objetivo conceder às gravadoras 25% (e às vezes mais) dos royalties devidos a um compositor pelas vendas de seus discos físicos.

A cláusula previa ainda que se houvessem mais de 10 músicas no disco, os royalties pagos eram limitados a essas 10. Além disso, em caso de colaborações com compositores externos, os royalties deveriam se pagos de acordo com uma taxa legal, reduzindo ainda mais os royalties para o artista.

Todos os descontos contidos na Cláusula de Composição Controlada custaram aos compositores, nos Estados Unidos, cerca de US$14 milhões no ano passado.

A BMG anunciou que este movimento faz parte de seu novo “programa para reequilibrar a indústria musical a favor de artistas e compositores, abandonando práticas de longa data destinadas a reduzir a renda dos músicos”.

Para liderar este novo posicionamento, a BMG está contando com a liderança do COO BenKatovsk, que assumiu a responsabilidade de revisar contratos históricos, a fim de eliminar injustiças para os compositores e artistas, e remover acordos com sinais de preconceito racial.

A BMG se comprometeu voluntariamente a aplicar as reduções a quaisquer novos negócios, bem como removê-los de seu catálogo inteiro ao longo do próximo ano.

Vale notar que na semana anterior ao anúncio, o rapper Kenye West divulgou em seu Twitter alguns de seus contratos com gravadoras, para expor sua insatisfação com a indústria da música. Entre os trechos divulgados havia um, de 2005, no qual era possível notar a cláusula.

 

Foto: Hartwig Masuch, CEO da BMG/ reprodução

IFPI E PRO-MUSICA DERRUBAM SITES DE VENDA DE PLAYS EM SERVIÇOS DE STREAMING

A IFPI, entidade que representa a indústria da música gravada mundial, em parceria com o Pro-Música Brasil, realizaram uma operação para banir e excluir sites de compra e venda de plays em serviços de streaming no Brasil.

A notícia confirma o que antes era uma prática suspeita. Ou seja, muitos artistas procuram sites que possuem sistemas que geram ‘execuções’ artificiais em serviços de streaming, a fim de alcançarem melhores posições em paradas musicais.

De acordo com o Music Business Worldwide, a abordagem coordenada da Pro-Música Brasil, em conjunto com a Associação Protetora de Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF) e a Polícia Civil, removeram todos os serviços de venda de plays vinculados com a operadora  turbosocial.com.br.

Não foi informado se houve alguma pessoa detida. Todavia, outros sites não afiliados à operadora, também pararam de oferecer esses tipos de serviços após serem notificados (social10.com.br; paineldecurtidas.com.br; instaautomatico.com.br; curtidasface.com.br; conseguirseguidores.com; www.instacurtidas.com.br, impulsioneme.com; shopmmarketing.com; gramasocial.com.br; igmidias .com; infinitegrowmarketingdigital.com e boommarketingdigital.com).

Para Frances Moore, presidente-executiva da IFPI, o mercado musical brasileiro oferece muitas oportunidades  para que artistas compartilhem sua música com os fãs: “A manipulação de streaming não deve prejudicar esses desenvolvimentos, privando os criadores de receita e enganando os consumidores”.

“Essas ações demonstram o compromisso contínuo da indústria fonográfica global em lutar contra essa prática, que prejudica todo o ecossistema musical. Parabenizamos a polícia e a Pro-Música Brasil por seu trabalho e cooperação neste resultado positivo. ”, completou Moore.

Paulo Rosa, Diretor, Pro-Música Brasil, acrescentou: “Estes são desenvolvimentos positivos para a comunidade musical do Brasil e a primeira vez que vimos uma ação bem-sucedida contra sites de manipulação de streaming no país. […] Gostaríamos de agradecer à polícia pelo seu trabalho e cooperação nestes casos”.

“A manipulação de streaming desvia as receitas dos artistas e prejudica a credibilidade das plataformas digitais. […] Para que a indústria no Brasil realmente combata essa prática, precisamos da cooperação total de todo o ecossistema musical, de gravadoras a serviços de streaming e aplicação da lei.”, finalizou Rosa.

 

Foto: reprodução

Graças a Tiririca, cresce o número de jingles com versões não autorizadas em campanhas eleitorais

Como já era previsto, o favorecimento do humorista Tiririca na disputa judicial com o cantor Roberto Carlos a respeito de uma paródia não autorizada, está dando brecha para muitas outras versões. Ainda mais em época de eleições.

O G1 publicou uma notícia falando sobre o caso, e o aumento recorde no número de jingles de músicas não autorizadas em campanhas eleitorais. Os hits do momento são os favoritos, como canções do Barões da Pisadinha e até uma paródia da cantora Tones and I.

De acordo com o portal, produtores revelaram que  vereadores de cidades pequenas são os que mais procuram as paródias. Sobretudo devido ao baixo custo. Uma faixa “reciclada” é mais barata que uma original.

“Um ‘original do zero’ a gente entrega por R$ 1 mil. Para reproduzir uma música nossa que já tenha modelo, a gente cobra R$ 500. E ‘paródia’ agora está por R$ 149. Lembrando que é uma promoção”, contou o produtor Yago Silva ao portal.

Os produtores contaram que disparado os hits mais procurados pelos candidatos são os da banda de forró Barões da Pisadinha. Procurado pelo G1, o empresário Ordiley Katter Valcari, disse que já viu vários jingles não autorizados e que vai tomar “providências jurídicas cabíveis”.

“Infelizmente pouquíssimos candidatos nos procuraram para regularizar a situação. Acho que o Tribunal Regional Eleitoral de cada região deve exigir na prestação de conta de cada candidato a autorização do artista para o uso da sua obra”, afirmou.

Presidente da comissão de direito autoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o advogado Sidney Sanches, explicou que a paródia é prevista pela lei brasileira, uma vez que assegura a liberdade de expressão e o humor no debate público. Portanto, a paródia não exige autorização do autor neste casos. Entretanto, para o advogado, a versão do Tiririca tem o objetivo de “capitalização de um interesse pessoal”, e não o que expressa a lei.

Vale notar que a decisão do STJ não é definitiva, e foi válida apenas sobre o caso de “O portão”, explicou o advogado. “Mas lógico que, tratando-se de quem é, e o precedente que foi, que vai impactar. É um sinal negativo nas eleições para os compositores.”

Para evitar casos semelhantes , o STJ deveria emitir uma resposta ao embargo apresentado pela defesa de Roberto Carlos, o que para Sidney é improvável de acontecer antes do pleito de 2020.

Em tempos em que os resultados das eleições são impactados pelas redes sociais, Sidney alerta sobre o uso de músicas e paródias não autorizadas em campanhas pela internet. Redes socias e YouTube podem derrubar este tipo de conteúdo.

“O YouTube pode tirar do ar, seguindo suas políticas. E essa proibição não necessariamente vai se repetir na propaganda de TV e rádio ou no carro de som na rua. Isso é uma preocupação”, finaliza o advogado.

 

Foto: Reprodução/YouTube

Led Zeppelin ganha ação por direito autoral em ‘Stairway to Heaven’

Após seis anos, batalha pelos direitos autorais de Stairway to Heaven chegou ao fim, com vitória da banda Led Zeppelin. Segundo o Music Business Worldwide, a Suprema Corte dos EUA se recusou, nesta segunda-feira (5), a ouvir o caso, após um recurso do gestor de patrimônio de Randy Wolfe.

Wolfe sempre alegou que Robert Plant e Jimmy Page copiaram o riff de abertura da música “Tauros”, de sua banda Spirit. O processo foi aberto em 2014, após sua morte em 1997, a pedido do gestor Michael Skidmore, que pedia reconhecimento e parte dos royalties ganhos.

Em 2016, o nono Tribunal de Recursos já havia decidido que Stairway to Heaven não infringia direitos sobre “Taurus.

As notícias de hoje representam uma grande vitória para o Led Zeppelin, bem como para sua editora e gravadora, Warner Music Group. Além de finalmente colocar um ponto final a um dos casos mais antigos de violação de direitos autorais da indústria da música.

 

Foto: reprodução

Vídeo de skatista leva música de Feetwood Mac de volta às paradas

Após postar vídeo, influencer leva música de Fleetwood Mac a alcançar milhões de streams em uma semana.

Quem diria que um vídeo, simples, apenas mostrando o influencer Doggface bem ‘vibes”, andando de skate por uma rodovia, e tomando um suco no gargalo ao som de “Dreams”, poderia render tanto para a banda Fleetwood Mac (ASSISTA AQUI).

Com mais de 5 milhões de views no Instagram, o vídeo se tornou viral pelas redes sociais do influencer, que chegou a 1 milhão de seguidores. E claro, o resultado acabou impactando nas vendas da banda de rock.

De acordo com o Tenho Mais Discos Que Amigos, entre 25 e 27 de Setembro, “Dreams” acumulou 2,9 milhões de streams só nos EUA e 3 mil vendas digitais de download, o que representa aumentos de respectivamente 88,7% e 374% em relação a períodos anteriores.

Não existe um motivo para que o vídeo tenha se tornado viral, afinal ele é apenas um vídeo que transparece a ideia de ficar “de boas”. Entretanto, mais do que comprova a teoria de que não existe receita para fazer sucesso e se tornar viral na internet.

 

Foto: reprodução

Novo lançamento da Samsung promete ser o futuro da TV

Esta notícia não é uma publi, mas bem que poderia ser! A gente ficou chocado com o novo projetor Samsung Premiere, e ainda mais quando vimos o seu valor!

Com qualidade de vídeos em 4K, o projetor é melhor em comparação a uma TV. Ele terá dois modelos que serão comercializados. Segundo a Exame, “o mais barato terá três metros de projeção (120 polegadas) e custará 3.499 dólares (quase 20 mil reais na cotação atual da moeda, sem contar com os impostos quando chegar no Brasil), sem suporte a HDR, enquanto o mais caro terá 3,3 metros (130 polegadas) e custará 6.499 dólares (mais de 35 mil reais, sem contar os impostos)”.

Quantos às funcionalidades, há diferenças de tamanho e de iluminação (claro que  mais cara é mais nítida), ambas as versões são equipadas com o sistema operacional Tizen e podem ser controladas por assistentes virtuais como a Alexa, da Amazon.

Vai ser bacana ver um filme pelo “modo cineasta”, um modo em que o indivíduo pode assistir o filme da forma que o diretor dele quiser.

Por enquanto, não foi revelado quando o projetor chegará por aqui, então não vai ser desta vez que veremos ele disponível na Black Friday!

Atualmente, a Samsung é lider do setor no mundo, segundo a consultoria GfK. Cada vez mais pessoas estão adotando os televisores com resolução 4K, quatro vezes mais resolução que o padrão Full HD, presente nas TV’s tradicionais.

 

foto: reprodução/divulgação

Twitch lança recurso para que streamers usem músicas licenciadas de artistas independentes

O Twitch, plataforma preferida dos gamers, lançou hoje (30) o Soundtrack by Twitch, um novo recurso que permite aos streamers usar música com direitos autorais liberados para transmissões ao vivo.

Ainda em fase beta, o Soundtrack by Twitch, será liberado nas próximas semanas para os usuários e terá mais de um milhão de músicas de artistas independentes.

Segundo o Music Business Worldwide, o recurso permitirá ainda que os usuários toquem playlists e estações com curadoria feita pela própria equipe de música do Twitch, ou no modo aleatório.

De acordo com o Twitch, os criadores de conteúdo poderão ficar mais tranquilos ao tocar as músicas durante as transmissões, uma vez que a música da trilha sonora será separada em seu próprio canal de áudio. Por isso, seu vídeos não serão bloqueados por violação de direito autoral.

Essa função só foi possível graças à acordos de licenciamentos com distribuidoras e selos de artistas independentes como UnitedMasters, DistroKid, CDBaby, Anjunabeats, SoundCloud, EMPIRE, Future Classic e Nuclear Blast.

A iniciativa parece ser uma resposta às denúncias da Digital Millennium Copyright Act (DMCA). Em junho deste ano, os streamers ficaram surpresos ao receberem a notícia de que seus vídeos continham violação de direitos autorais, por usarem músicas de fundo sem permissão. Muitos deles tiveram seus vídeos com maior audiência deletados do Twitch.

Após as notícias tomarem grande proporção na internet, a plataforma esclareceu que estava sendo pressionada pelas gravadoras e pelo DMCA , e por isso precisou alertar seus usuários sobre o uso indevido de músicas.

Vale notar ainda que músicas licenciadas pelas majors (as grandes gravadoras) e a Merlin, permanecem proibidas de serem usadas no Twitch, uma vez que a plataforma continua sem licenciamento para o permitir o uso delas.

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