Usuários podem buscar músicas no Google apenas com um murmúrio

Procurar músicas no Google ficou ainda mais fácil. Isto porque, com a nova atualização da plataforma, basta murmurar um trechinho para encontrar aquela música que está na sua cabeça o tempo todo, mas você não sabe o nome!

Segundo o B9, o novo recurso batizado de “Hum to search” é capaz de identificar qualquer música, mesmo que a pessoa seja desafinada. É só clicar em “procure uma canção” ou pedir ao app “Qual é a canção?” e murmurar o trecho da música.

Para fazer o recurso funcionar, uma série de músicas foram digitalizadas em diversas faixas de instrumentos e vozes. Assim, para encontrar as músicas, foi usada uma espécie de machine learning capaz de “transformar o áudio em uma sequência numérica que represente a melodia da canção”. Além disso, diversas fontes como as gravações oficiais, canto, assobio e até murmúrio humano foram usados para criar uma base de dados eficiente para o usuário.

O recurso está disponível no Google Assistente e no aplicativo do Google para iOS e Android.

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TikTok instala painel para jogadores comemorarem gol durante a Copa do Brasil

De olho no futebol brasileiro, a TikTok como patrocinadora oficial da Copa do Brasil, instalou um painel para que jogadores possam comemorar seu gol.

A ideia é chamar atenção do  público, ausentes nos jogos por conta da pandemia. Assim, a cada gol, o jogador pode ir até o painel, fazer uma dança e celebrar a vitória para que o vídeo seja compartilhado pelos torcedores no TikTok.

Segundo o MKT Esportivo, o painel ficará até o fim do torneio, sendo que a melhor comemoração receberá um prêmio em dinheiro para ser doado a um projeto social.

“Mesmo nesse momento, que pede o distanciamento social, o TikTok tem sido uma ferramenta que aproxima as pessoas daquilo que elas mais amam e com o futebol não seria diferente. Por isso, fizemos essa parceria com a Copa do Brasil para encurtar essa distância e tentar levar ao fã do esporte um pouco daquela emoção do estádio. Tudo isso, claro, esbanjando criatividade e bom humor. A ação ainda irá ajudar a quem precisa”, disse em Kim Farrell, diretora de marketing do TikTok para a América Latina, em um comunicado.

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Novo canal de antigos donos da MTV Brasil quer conquistar jovens com muita cultura pop

Nesta semana o portal ‘Na Telinha’ publicou uma notícia sobre a volta da MTV Brasil. Apesar do sentimento nostálgico que este anúncio nos trás, nada será como os bons velhos tempos!

Isto porque, na verdade será lançado um novo canal no mesmo espaço físico que era situada a MTV Brasil. Nomeado como ‘Loading’, o canal terá foco no público jovem, com muita cultura pop, k-pop, séries, games, animes e até e-sports.

“A proposta não é ser apenas mais um player de mídia, ou conteúdo, e sim criar um modelo disruptivo de comunicação, capaz de conectar jovens e marcas de maneira orgânica e profunda, com formatos experimentais e mais abertura para a inovação”, explicou Thiago Garcia, CEO da startup e Ex-Líder de Pesquisa da Globo.

Segundo o portal, o Loading pertence a um grupo de investimentos que administram empresas como Kalunga e Spiral. Sob gestão de José Roberto Garcia e Paulo Sérgio Garcia, o grupo adquiriu a estrutura física e rede de transmissão (32 UHF) da MTV Br há seis anos, e somente agora irão lançar o novo canal.

Para garantir o retorno de tanto investimento, o canal criará conteúdos para que os telespectadores interajam com as marcas.

Além de produções próprias, o Loading licenciou e comprou séries, animes, filmes, hits da TV coreana e conteúdos diversos.

Assim como a MTV, a emissora terá a quinta maior cobertura da TV aberta, estando presente também nas operadoras TV’s pagas. Além disso, o Loading terá sua própria plataforma de streaming ao vivo e conteúdo on demand, sem cobrança de assinatura.

 

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Marcelo Froes afirma que investigação sobre obras inéditas de Renato Russo ‘não faz o menor sentido’

Como publicamos nesta manhã de terça-feira (27), policiais apreenderam documentos, HD’s e celular de um produtor musical, com suspeitas de haver posse não autorizada de materiais inéditos do cantor Renato Russo.

Desta vez, o produtor Marcelo Froes, explica em entrevista para O Globo o que aconteceu, alegando que toda a operação ‘Sera’ “não faz o menor sentido’.

De acordo com o portal, Froes era amigo de Renato Russo, sendo ex-representante jurídico de sua família e produtor de dois álbuns póstumos. Atualmente, o pesquisador musical é dono do selo de relançamentos da MPB, ‘Discobertas’.

Froes contou que há 20 anos foi contratado pela família do músico para fazer um levantamento de todo o material criado por Renato. Posteriormente, a EMI, também o contratou para realizar o serviço. Tanto banda, quanto família e gravadora receberam cópias de um relatório com todo o material do cantor.

“Em 2002, eu entreguei um relatório com tudo o que tinha sido achado na gravadora e no material que a família do Renato, o Dado (Villa-Lobos, guitarrista), o (baterista Marcelo) Bonfá e o Rafael (Borges, ex-empresário da Legião) tinham em suas casas e me passaram. Eles receberam tudo de volta, digitalizado, e cada uma das pessoas envolvidas receberam uma cópia do relatório, para ter como referência. Dona Carminha (mãe de Renato), Seu Renato (pai do cantor), todos receberam”, contou Froes ao portal.

Sobre a denúncia a partir de um perfil falso nas redes sociais, Marcelo Fores contou que por ser produtor e amigo de Renato, sempre foi muito procurado pelos fãs. E por isso, umas das conversas podem ter sido com o perfil:

“Conversei uma época com uma menina, a Ana Paula, que depois de um tempo eu descobri que não era uma menina, mas o cara do Arquivo Legião (Josivaldo Bezerra da Cruz Junior, que administra a página de fãs no Facebook, e que teve sua casa revistada pela polícia no ano passado, acusado por Giuliano de ter se apropriado de obras inéditas de Renato)”.

“Entrei de gaiato, devem ter achado uma dessas conversas e vieram bater aqui, fui surpreendido por um delegado querendo saber se eu tinha coisas da Legião Urbana, que começou a revirar a casa. Ele ensacou meus HDs e o meu computador, pegou o meu celular e levou tudo. Estão me prejudicando por algo que não faz o menor sentido”, alegou o produtor.

Quando foi abordado pelo delegado, Froes mostrou todas as cópias de seus contratos com a EMI e Legião Urbana, como prova de tudo o que tinha era autorizado.

“Eu quero meu material de volta, preciso trabalhar, nos meus computadores está o back up de tudo o que eu faço. Gravações de Ivan Lins, Quarteto em Cy, MPB4… minha vida está toda lá”.

O produtor também desabafou a respeito de Giuliano, filho e atual detentor de direitos de Renato Russo. Segundo ele, Giuliano nunca o procurou para saber o que ele sabia a respeito das obras de seu pai:

“Infelizmente ele virou as costas para todo mundo. Eu sempre fui aliado, sempre tentei ajudar. É uma pena, porque tem muita coisa inédita para editar. Mas tudo isso não está na minha casa, está no arquivo da EMI”, finalizou Froes.

 

Foto: Frederico Rozário/Agência O Globo

Polícia apreende documentos que revelam existência de pelo menos 30 músicas inéditas de Renato Russo

Nesta segunda-feira (26), policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam documentos que comprovam a existência de várias composições de Renato Russo, eterno vocalista da Legião Urbana.

Após uma denúncia realizada há um ano pelo filho do cantor, Giuliani Manfredini, atual detentor dos direitos de Renato, a polícia investigou um perfil falso nas redes sociais que estava divulgando sobre a existência desse material inédito.

De acordo com matéria publicada pelo O Globo, durante a operação ‘Será’, uma referência à uns dos maiores sucessos da banda, a polícia investigou o perfil até localizar o produtor musical, no qual Renato Russo havia trabalhado antes de seu falecimento.

Com mandados de busca e apreensão, foram recolhidos vários documentos que relatam a existência de pelo menos 30 versões inéditas. Além disso, foram apreendidos HDs e cartuchos de gravação em dois estúdios na residência do produtor musical, no Centro e na Zona Sul do Rio.

Agora, a polícia vai ouvir o produtor musical para saber o paradeiro dessas gravações citadas nos documentos.

 

Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Após denúncia, Spotify, Apple Music e YouTube removem músicas que reproduziam discurso de ódio

Após uma denúncia da BBC, Spotify, Apple Music, Deezer e Youtube resolveram remover dos seus catálogos, músicas e bandas que reproduziam discurso de ódio.

Segundo o B9, a BBC identificou pelo menos 30 bandas nas plataformas de streaming que reproduziam músicas com letras homofóbicas e racistas. Haviam até playlists de gênero ligadas ao nazismo.

É difícil quantificar a escala do problema. No entanto, a investigação da BBC encontrou facilmente pelo menos 20 canções com este tipo de conteúdo. Não foram revelados os nomes das bandas para não ajudar as pessoas a procurarem esse conteúdo odioso.

O que a BBC identificou:

– Músicas que glorificam as “nações arianas” (a filosofia racial nazista ensinava que os arianos eram a raça dominante);

– Bandas usando repetidamente estereótipos e linguagem anti-semitas, até celebrando o Holocausto;

– Playlists com curadoria pública no Spotify sob o título NSBM (National Socialist Black Metal), um gênero ligado ao nazismo;

– Mais de 30 grupos associados a organizações classificadas como grupos de ódio por grupos de direitos civis;

Para conseguir inserir esse tipo de músicas nas plataformas de streaming, muitas vezes os nomes dessas faixas eram alterados. Assim os algoritmos não conseguiam identificar esse conteúdo com discurso de ódio.

Em um mundo onde há 50 milhões de faixas no catálogo do Spotify, sendo que milhões destas não são ouvidas, as portas para este tipo de prática ficam abertas.

Rapidamente as plataformas começaram a se posicionar. Todas alegaram que não pactuam com esta prática de ódio, que vão contra suas diretrizes.

 

Foto: Reprodução

Ex-empresário processa Tiago Iorc pedindo R$671 mil de indenização

Parece que Tiago Iorc está longe de chegar a um acordo com seu ex-empresário Felipe Simas. Desta vez, o empresário está processando o cantor, pedindo mais de R$670 mil de indenização por danos morais e uma retratação por difamação de sua carreira.

De acordo com as informações exclusivas do portal O Dia, Felipe Simas está acusando Tiago Iorc de romper um contrato de gerenciamento de carreira por 10 anos, sem justificações e aviso prévio. Além disso, o empresário acusa o cantor de difamar seu trabalho como empresário, através de vídeos “ofensivos” a ele nas redes sociais.

Uma das grandes questões da ação é que o acordo entre o artista e Simas foi realizado apenas de maneira verbal. Mesmo assim, o empresário alega que ele foi o grande responsável pelo sucesso de Tiago e que sempre confiou no artista:

“Felipe nunca havia exigido um contrato formal de agenciamento artístico, tendo pactuado sua remuneração e demais condições de trabalho de forma verbal, e essa modalidade funcionou muito bem durante 9 anos, até o momento em que o Tiago resolveu descartar o Felipe como seu agente artístico, sem aviso prévio, sem maiores explicações e sem pagar pelos valores legalmente devidos”, relata a  defesa de Simas na ação.

No processo, a defesa do empresário relata ainda que um dos principais motivos que levaram o rompimento entre os dois, foi a interferência de Edson Iorczeski, pai do cantor. Apesar de não fazer parte da ação, Simas afirma que Edson retirou seu nome de um importante contrato entre o artista com a Universal Music. No caso, a parceria foi assinada por uma nova empresa criada por pai e filho.

 “Tiago seguiu em frente e ignorou seu parceiro de 9 anos e seu sócio, e assinou o Contrato de Parceria (com a Universal Music) através da empresa da qual é sócio com seu pai, Edson. Edson fez uso abusivo dos poderes que recebeu, para beneficiar seu filho no encerramento abrupto e não formalizado apropriadamente da relação de 10 anos que manteve com o Felipe. Tiago seguiu em frente e ignorou seu parceiro de 9 anos e seu sócio”, alega o empresário.

Com relação a parte em que Simas acusa Tiago Iorc por difamação, vale notar o caso que ganhou grande repercussão na internet, quando a dupla AnaVitória ficou impedida de lançar uma regravação de seus maiores sucessos, pois Tiago, como compositor, não autorizou o seu uso. Na época, o artista alegou em suas redes sociais que Simas, mesmo empresário das meninas, estaria prejudicando sua carreira e agindo de má fé. E por isso, não poderia liberar as músicas.

Agora, a defesa de Felipe Simas está solicitando que Tiago remova os vídeos sobre o assunto  nas redes sociais, sob multa diária de R$ 5.000,00, em caso de desobediência. Além de uma indenização de R$ 671.558,41 por ressarcimentos.

Tiago Iorc se defende…

Conforme noticiado pelo portal, a defesa de Tiago Iorc se posicionou a respeito das acusações realizadas por Felipe Simas, argumentando que o sucesso do artista se deu graças à descoberta pela Som livre, negando a existência de um contrato de agenciamento e de rescisão “imotivada” com o empresário.

O cantor afirma que por diversas vezes foi “sabotado” por Simas, que o procurou inicialmente para representá-lo no exterior, com o intuito de se autopromover à suas custas. Iorc diz que sua parceria com Simas envolve apenas a sociedade da Empresa Forasteiro, “inexistindo contrato paralelo a ser reconhecido, como pretende Felipe”.

Em suma, o contrato previa uma multa de R$10.000,00 por show que o Tiago não realizasse para a som livre. Durante a vigência do contrato, Tiago deixou de realizar 13 shows por orientação de Felipe Simas, baseado na estratégia de que seria mais viável e lucrativo para a sociedade eles pagarem a multa e fazerem os próprios shows. Ocorre que, após o encerramento do contrato, a multa no valor de R$130.000,00 foi paga exclusivamente pelo Tiago, resultando em benefício para o autor, tendo em vista que não foi a Forasteiro que arcou com o pagamento da multa, quando deveria ter sido” .

Tiago relatou outro fato em que saiu prejudicado pelo empresário, quando o mesmo rejeitou uma grande proposta pela Renner, por haver conflito com um outro contrato com a Gucci, porém o artista afirmou que acordo sequer existiu.

 

Foto: Reprodução

Emicida contará história da cultura negra no Brasil em seu documentário na Netflix

A Netflix anunciou que em dezembro (8) vai disponibilizar na plataforma o documentário ‘AmarElo – É Tudo Pra Ontem’, do rapper brasileiro Emicida, com direção de Fred Ouro Preto.

Segundo o portal da revista Quem, a produção contará com animações, entrevistas e cenas dos bastidores do que rolou na criação do álbum do rapper.

Com base no show do artista de 2019, no Theatro Municipal, o documentário abordará alguns dos maiores marcos da cultura negra brasileira nos últimos 100 anos. O primeiro, a Semana de Arte Moderna de 1922, passando pelo ato de fundação do Movimento Negro Unificado (MNU), em 1978, pela valorização da cultura e de direitos do povo negro e por último o show de estreia de AmarElo.

“Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, contou Emicida ao portal.

(Foto: Julia Rodrigues / Divulgação)

Metropolitan não vai reabrir após a pandemia

Nesta terça-feira (20), recebemos a triste notícia de que o Metropolitan, a clássica casa de shows no Via Parque, no Rio de Janeiro, não será reaberto após a pandemia.

Segundo a coluna de Ancelmo Gois, a Time for Fun está entregando parte das casas de shows que aluga no Brasil, sendo uma delas o Metropolitan, que atualmente é chamado de Km de Vantagens Hall.

Inaugurado em 1994, com capacidade para oito mil espectadores, a casa de shows recebeu grandes nomes da música brasileira e internacional ao longo dos anos, como Avril Lavigne, Laura Pausini, Hanson, Alanis Morissette, Andrea Bocelli, Red Hot Chilli Peppers, Paramore, Imagine Dragons  e Oasis. Sendo que em 2019 recebeu o retorno da cantora britânica Dido.

Ainda segundo Gois, todos os móveis do estabelecimento já estão sendo leiloados e há especulações de que dará lugar a um supermercado.

 

Foto: reprodução

Universal Music anuncia inauguração de sua própria rede de hotéis

Na última semana, a Universal Music anunciou que está construindo a sua própria rede de hotéis luxuosos. O novo projeto está sendo realizado graças a uma parceria com a Dakia U-Ventures, um grupo de investimentos voltado para o entretenimento.

De acordo com o Music Business Worldwide, já foram confirmados a inauguração de pelo menos 3 hotéis da Universal Music nos EUA: Atlanta, Geórgia; Biloxi, Mississippi; e Orlando, Flórida.

Segundo a rede de notícias WLOX do Mississippi, o hotel Biloxi UMUSIC dará lugar ao antigo  Broadwater Resort da cidade, um destino avaliado em US$1,2 bilhão, com previsão de inauguração para 2023.

Em um comunicado, a Universal Music explicou que cada hotel será único, com inspirações na cultura local e servirão como espaços criativos, a fim de promover por meio da música, educação, inovação e mudanças sociais. [Veja o projeto do hotel aqui]

“Os hóspedes descobrirão a alma de cada cidade por meio de sua rica herança musical local. Os hotéis UMUSIC estão empenhados em ajudar suas comunidades a prosperar – criando empregos para residentes, apoiando empresas, fornecedores, e dando oportunidades para artistas locais”, afirmou a empresa em um comunicado.

Robert Lavia, presidente da Dakia U-Ventures, revelou nesta semana mais detalhes sobre os hotéis, que irão oferecer aos hóspedes entretenimento envolvendo realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e hologramas.

Lavia acrescentou que o novo complexo hoteleiro será mais que um destino turístico, mas um produtor de novos talentos. Seu principal objetivo é impulsionar carreiras de novos artistas e abrigar projetos de incubadoras para apoiar engenheiros, startups digitais, e empreendedores que desejam seguir carreira no mercado musical.

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