Spotify e Mercado Livre Expressam Preocupações em Audiência sobre Regulamentação Digital

Representantes do Spotify e do Mercado Livre compartilharam suas perspectivas durante uma audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico sobre o Projeto de Lei 2768/22, que visa regulamentar as atividades de plataformas digitais. O debate, realizado na última quinta-feira (24), destacou as preocupações dessas empresas em relação às práticas atuais do mercado.

De acordo com o Money Times, o consultor de relações governamentais do Spotify, Luizio Felipe Rocha, enfatizou a importância de uma regulamentação eficaz para evitar abusos por parte das principais empresas que dominam o mercado de dispositivos móveis. Rocha apontou que, em seu entendimento, a Apple coloca o Spotify em desvantagem ao exigir uma taxa de 30% sobre as transações na App Store, enquanto não impõe a mesma taxa à Apple Music. Ele observou que essa disparidade impacta a concorrência no setor de streaming de música.

Rocha também levantou a questão de que a base de taxação proposta na nova legislação, vinculada às receitas das plataformas, poderia favorecer determinadas empresas, como a Google e a Apple, que possuem modelos de negócios distintos. Ele apontou que essas empresas podem se beneficiar de formas não diretamente relacionadas às transações em suas plataformas, o que tornaria o critério de taxação menos equitativo.

Por outro lado, a diretora de Enhanced Marketplace do Mercado Livre, Adriana Cardinali, expressou a opinião de que o Brasil deveria evitar a adoção direta de modelos regulatórios estrangeiros. Cardinali argumentou que critérios baseados em faturamento e número de inscritos podem não refletir adequadamente a dinâmica competitiva dos mercados locais. Ela enfatizou que o tamanho da plataforma por si só não é um indicador suficiente para medir a eficácia da concorrência.

 

 

(Imagem: Shutterstock/Primakov)

YouTube Revela Detalhes do Algoritmo do YouTube Shorts para Criadores de Conteúdo

O YouTube lançou luz sobre o funcionamento do algoritmo por trás do YouTube Shorts, durante uma entrevista exclusiva com Todd Sherman, líder de produtos do Shorts. O principal objetivo da conversa foi dissipar dúvidas frequentes entre os criadores de conteúdo, proporcionando insights cruciais sobre como esse algoritmo se diferencia daquele aplicado a vídeos de maior duração.

De acordo com o googlediscovery.com, Sherman afirmou que o cerne do YouTube Shorts é estabelecer uma ligação entre os espectadores e conteúdos de valor, com um enfoque particular na compreensão da audiência. O algoritmo funciona de maneira distinta em relação aos vídeos longos, devido à natureza singular do formato de curta duração.

Enquanto nos vídeos longos, os espectadores fazem escolhas ativas sobre o que assistir, no Shorts eles são apresentados ao conteúdo ao deslizarem pela feed. Sherman ressalta que o propósito é proporcionar vídeos que genuinamente interessem aos espectadores, e o algoritmo trabalha incansavelmente para encontrar a audiência mais adequada para cada obra.

Um ponto crucial delineado por Sherman é que nem todo vídeo exibido na feed do Shorts é considerado uma visualização válida. O YouTube estipula que uma visualização ocorre quando o espectador assiste ao vídeo intencionalmente, evitando assim contabilizar visualizações casuais. Detalhes precisos sobre os critérios de contagem não foram divulgados para evitar manipulações do sistema.

Quando questionado sobre a duração ideal para os vídeos curtos, Sherman é enfático ao afirmar que não existe um tempo específico que garanta o sucesso. Ele sustenta que o foco deve permanecer na construção de uma narrativa envolvente, capaz de manter os espectadores cativados.

No âmbito das hashtags, Sherman esclarece que não são obrigatórias, mas sua relevância varia de acordo com as necessidades e contexto de cada criador.

Finalmente, o líder de produtos do Shorts incentiva os criadores a valorizarem a qualidade em detrimento da quantidade de publicações. Ele também esclarece que os primeiros espectadores de um Shorts representam uma fase exploratória, na qual o YouTube busca identificar o público-alvo mais adequado para o conteúdo.

Essas revelações oferecem aos criadores de conteúdo uma perspectiva mais clara sobre como otimizar suas criações no ecossistema do YouTube Shorts, enfatizando a conexão genuína com os espectadores e aprimorando a experiência de todos os envolvidos.

NOS EUA, COMPOSITORES DEMONSTRAM PREOCUPAÇÃO DIANTE DA POSSÍVEL VENDA DA BMI PARA EMPRESA DE CAPITAL ABERTO

Em uma reviravolta surpreendente, a BMI (Broadcast Music, Inc.), uma das principais organizações de arrecadação de direitos musicais nos Estados Unidos, está enfrentando uma venda em potencial para a empresa de private equity New Mountain. Isso marca a segunda vez em menos de um ano que a BMI é colocada à venda, ocorrendo apenas 10 meses após o anúncio de sua mudança de status de uma organização sem fins lucrativos para uma empresa com fins lucrativos.

De acordo com o Music Business Worldwide, as negociações entre a BMI e a New Mountain estão em andamento, com fontes indicando uma possível transação no valor de cerca de US$ 1,7 bilhão. No entanto, a situação ainda não foi finalizada e permanece sujeita a aprovações e acordos finais.

A preocupação entre os compositores e grupos da indústria musical é evidente, considerando que essas mudanças têm implicações significativas para os royalties que são pagos aos criadores musicais e editores. Grupos como a Artist Rights Alliance, a Black Music Action Coalition, a Music Artists Coalition, Songwriters of North America e SAG-AFTRA enviaram uma carta conjunta ao CEO da BMI, Mike O’Neill, expressando suas apreensões. A carta destaca que, como uma entidade licenciadora de direitos autorais de propriedade dos compositores e editores, a BMI não possui ativos próprios, tornando essencial para os compositores compreenderem o impacto dessas mudanças em seus direitos.

Uma das questões centrais é se os editores receberiam uma parcela dos lucros da venda, uma vez que a BMI é atualmente propriedade de um consórcio de emissoras de rádio e TV. Isso cria uma complexidade adicional, uma vez que essas emissoras são, muitas vezes, as mesmas que pagam os royalties à BMI. Além disso, existe preocupação sobre quem mais receberia uma parte dos lucros da venda, visto que o modelo de negócios da BMI envolve a gestão dos direitos autorais de uma vasta quantidade de músicas.

Em resposta às preocupações dos compositores, Mike O’Neill, CEO da BMI, enfatizou que a mudança para um modelo com fins lucrativos e a possível venda têm o objetivo de beneficiar os detentores de direitos musicais. Ele assegurou que a missão da BMI continua sendo apoiar os compositores e aumentar o valor de sua música. O’Neill também afirmou que, no caso de uma venda, a BMI garantiria que o parceiro abraçasse essa missão e priorizasse o sucesso financeiro dos compositores.

Enquanto as negociações prosseguem, a indústria musical dos EUA aguarda com apreensão para entender como essas mudanças afetarão os direitos autorais musicais e a distribuição de royalties, tendo em mente o papel crucial desempenhado pela BMI na arrecadação e distribuição desses pagamentos. A evolução dessa situação pode ter um impacto duradouro no cenário da música e nos ganhos dos criadores.

Foto: A cantora Taylor Swift recebe prêmio da BMI (FRAZER HARRISON/GETTY IMAGES)

O cocriador do Fyre Festival anunciou que está planejando uma nova edição no Caribe

O cocriador do Fyre Festival, Billy McFarland, que passou tempo na prisão por fraude em conexão com o fracasso do festival há seis anos, está de volta à cena e anunciou que vai fazer mais uma edição.

Conforme a Rolling Stone, desta vez o Fyre Festival deve se aventurar nas águas do Caribe, evitando retornar às Bahamas. Embora os primeiros 100 ingressos já estejam à venda a partir de US$499, a falta de informações concretas sobre a localização, line-up e datas da nova edição levanta bandeiras vermelhas.

McFarland, agora livre e aparentemente determinado a reerguer sua reputação, lançou um plano para quitar as dívidas pendentes do festival anterior. Ele pretende se concentrar em suas habilidades de criar ideias e reunir talentos para produções de entretenimento. O criador ainda está comprometido com seus sonhos de grandeza, mencionando um futuro musical da Broadway que transformaria sua história tumultuada em um espetáculo teatral.

Vale notar que os problemas da primeira edição, como a falta de água e comida, o envolvimento de influencers famosas em sua promoção e a prisão de McFarland, foram destacados em um documentário da Netflix que amplificou o desastre para o mundo todo.

Acomodações do Fyre Festival (Foto: Reprodução / Twitter)

PL das Fake News: Pagamento de Direitos Autorais Pode Auxiliar na Sobrevivência de Artistas, Afirma Frejat à CNN

O Projeto de Lei 2370/2019, em discussão na Câmara dos Deputados, propõe estabelecer diretrizes para a publicação na internet de obras protegidas por direitos autorais sem autorização prévia. Em entrevista à CNN, o cantor e compositor Frejat expressou que a aprovação dessa legislação e o pagamento de direitos autorais seriam cruciais para a sobrevivência de artistas que atualmente não recebem compensação pela exibição de suas obras.

Durante a entrevista, Frejat enfatizou que essa medida seria especialmente benéfica para músicos e atores menos conhecidos, que muitas vezes não recebem nenhuma remuneração pelas reproduções de suas obras em plataformas digitais ou pelas reexibições de seus trabalhos. O músico explicou: “Seria uma verba que ajudaria na sobrevivência de alguns artistas, especialmente, dos músicos e dos atores que não são os grandes nomes.”

Ainda conforme a CNN, o debate em torno do Projeto de Lei 2370/2019 também se estende à Câmara dos Deputados, com o presidente Arthur Lira indicando que a questão seria avaliada nesta semana. No entanto, um adiamento ocorreu devido à falta de consenso.

O projeto busca modernizar a Lei de Direitos Autorais, propondo mudanças em 47 artigos e a adição de 30 novos. Se aprovado, permitirá que os detentores de direitos autorais notifiquem provedores de internet para removerem conteúdos protegidos ou exigir compensação financeira pela utilização não autorizada. Essa medida impactaria principalmente as plataformas que operam com fins lucrativos.

O deputado Elmar Nascimento, relator do projeto, se reuniu recentemente com artistas e representantes da imprensa para afinar a proposta. A iniciativa visa equilibrar os interesses dos criadores de conteúdo com a realidade digital contemporânea, proporcionando uma base legal para a proteção dos direitos autorais na era da internet.

A deliberação do projeto permanece pendente, mas o debate em torno da regulamentação dos direitos autorais na era digital continua a avançar na Câmara dos Deputados.

Foto:Leo Aversa/Divulgação

YouTube e Universal Music Group lançam ‘Music AI Incubator’ para explorar inovações musicais baseadas em IA

O YouTube deu um passo ousado no cruzamento da música e da inteligência artificial, revelando seu novo empreendimento, o ‘Music AI Incubator’, em parceria com o Universal Music Group (UMG). A notícia veio à tona por meio de um post no blog do CEO do YouTube, Neal Mohan, que destacou a iniciativa como parte da estratégia da empresa para abraçar a música orientada por IA.

Conorme o MusicAlly, esta incubadora tem como objetivo unir forças com artistas, compositores e produtores musicais líderes do setor, em uma diversidade de culturas e gêneros. Entre os nomes notáveis associados ao projeto estão Anitta, Björn Ulvaeus do ABBA, d4vd, Don Was, Juanes, Louis Bell, Max Richter, Rodney Jerkins, Rosanne Cash, Ryan Tedder, Yo Gotti e até o espólio de Frank Sinatra.

O CEO da UMG, Sir Lucian Grainge, também compartilhou sua perspectiva sobre essa colaboração em um post conjunto com o YouTube. Ele explicou que um grupo de trabalho de artistas, compositores e produtores explorará, experimentará e fornecerá feedback sobre as ferramentas e produtos musicais relacionados à IA que estão sendo desenvolvidos. O objetivo final é disponibilizar essas ferramentas para um número mais amplo de artistas, incentivando uma abordagem criativa diversificada.

Essa iniciativa surge em meio a relatos recentes de negociações entre o Google, empresa-mãe do YouTube, e o Universal Music Group sobre modelos de licenciamento para música gerada por IA e faixas “deepfake”. Neal Mohan, em sua postagem no blog, delineou três princípios fundamentais que guiam a abordagem do YouTube em relação à música baseada em IA. Primeiramente, ele mencionou a responsabilidade na colaboração com parceiros musicais. Em seguida, enfatizou a importância de proteger os direitos dos parceiros enquanto desbloqueia oportunidades inovadoras. Por fim, ele destacou o compromisso contínuo em usar a IA para enfrentar desafios como direitos autorais e conteúdo inapropriado.

À medida que o YouTube e o Universal Music Group embarcam nessa jornada conjunta, a indústria da música está prestes a testemunhar um novo capítulo na interseção entre criatividade e tecnologia.

 

Foto: Divulgação. A cantora Anitta fará parte do time de artistas colaboradores da iniciativa.

Hip-Hop 50 anos: gênero domina Spotify com um Quarto de Todos os Streams

Para celebrar os 50 anos do Hip-Hop, recentemente divulgou alguns dados globais importantes sobre o desempenho do gênero no cenário musical.

De acordo com o Spotify o Hip Hop continua a reinar. Em 2023, aproximadamente 25% de todos os streams globais na plataforma foram dedicados a músicas do gênero, com ícones como Drake, Nicki Minaj, 21 Savage e Ice Spice liderando o caminho.

Além disso, o Hip Hop é o segundo gênero mais popular globalmente no Spotify, registrando mais de 400 milhões de ouvintes únicos até o momento deste ano. A influência do gênero também é evidente nas playlists do Spotify: a “RapCaviar” é a segunda playlist mais seguida, destacando a demanda contínua por novas faixas de Hip Hop. Nos últimos três anos, quase metade dos 50 artistas mais ouvidos globalmente no Spotify são representantes do Hip Hop ou Rap.

Enquanto o Hip Hop continua a evoluir, não são apenas as raízes nos Estados Unidos que moldam seu curso. Artistas e fãs em diversos países estão deixando sua marca no gênero, influenciados por pioneiros americanos e acrescentando toques únicos às músicas e à cultura.

Em 2023, os dez principais mercados para streams de Hip Hop no Spotify são:

  1. Estados Unidos
  2. México
  3. Brasil
  4. Alemanha
  5. França
  6. Reino Unido
  7. Espanha
  8. Índia
  9. Canadá
  10. Itália

Foto: divulgação Spotify

SoundExchange Processa SiriusXM por US$150 Milhões em Royalties Não Pagos

A plataforma de rádio via satélite SiriusXM está enfrentando um processo legal movido pela SoundExchange, em que a empresa de gestão de direitos autorais busca recuperar mais de US$150 milhões em royalties não pagos.

Conforme noticiado pelo MusicAlly, a SoundExchange acusa a SiriusXM de ter avaliado exageradamente o valor de seus pacotes de webcasting e, posteriormente, subtraído esse valor do montante total de royalties de rádio via satélite. Entre outras alegações, a SoundExchange menciona “deduções impróprias” relacionadas ao cálculo dos royalties.

Em contrapartida, A SiriusXM, respondeu que ficou surpresa com as alegações e destacou que tem respeitado os direitos dos criadores e artistas ao longo dos anos. Além disso, a plataforma sustentou que os pagamentos de royalties que fez à SoundExchange nos últimos dez anos ultrapassaram a marca de US$5 bilhões, e que seus pagamentos representam mais de 80% dos royalties distribuídos pela SoundExchange às gravadoras e artistas.

É importante notar que esta não é a primeira vez que SiriusXM e SoundExchange se encontram em conflito. Em 2018, a SiriusXM concordou em pagar US$ 150 milhões à SoundExchange para resolver processos anteriores que a acusavam de subestimar os royalties de desempenho pagos durante um período de dez anos.

 

Foto: Wesley Tingey

NETFLIX DÁ INÍCIO A TESTES DE JOGOS VIA STREAMING NA TV

A Netflix deu início aos primeiros testes de sua incursão no mundo dos jogos. A partir desta segunda-feira, assinantes no Canadá e no Reino Unido têm a oportunidade de explorar jogos selecionados da Netflix diretamente em suas TVs, dispositivos de TV conectados e na Netflix.com.

De acordo com o The Verge.com, os jogos disponíveis para teste incluem “Oxenfree” e o “Molehew’s Mining Adventure”, que se assemelha a um jogo de arcade. Durante o jogo em uma TV, os controles são realizados através do smartphone do jogador. Os usuários Android acessam os controles pelo aplicativo da Netflix, enquanto os usuários iOS precisam baixar um aplicativo de controle específico

Mike Verdu, o vice-presidente de jogos da Netflix, descreveu essa etapa como um “teste beta”, inicialmente disponível para um “pequeno número de membros”, indicando que nem todos os assinantes nessas regiões terão acesso imediato. Apesar de  modesta, essa iniciativa pode ser um marco nas ambições da Netflix no mundo dos jogos.

Vale notar que empresa introduziu inicialmente jogos para dispositivos móveis como um benefício adicional para seus assinantes em novembro de 2021. Ao expandir para a transmissão de jogos em TVs, a plataforma possibilita que seus assinantes desfrutem dos jogos em uma gama ainda maior de plataformas. Além disso, essa mudança também abre a porta para a competição por tempo de jogo em TVs e PCs.

Foto: Night School Studio

“Família de Tim Maia Vence Processo por Uso Não Autorizado de Música pelo Corinthians”

Após um julgamento no Tribunal de Justiça de São Paulo, o Corinthians foi considerado responsável por utilizar a icônica música “Não quero dinheiro (Só quero amar)” de Tim Maia em comerciais durante o Campeonato Mundial de Clubes de 2012, sem a devida autorização.

Conforme a Rolling Stone Brasil, os herdeiros de Tim Maia, juntamente com a gravadora Warner Chappel, que detém os direitos da música, solicitaram uma indenização substancial pelo uso indevido. Embora o valor exato não tenha sido divulgado, a demanda é de R$4 milhões.

O tribunal considerou que o uso da faixa em uma campanha publicitária veiculada na televisão e na internet infringiu os direitos autorais. Além disso, a música também foi usada em estampas de camisetas usadas pelos jogadores, agregando valor econômico à exploração.

O clube alegou que o trecho da música utilizado fazia parte de uma paródia criada por torcedores e que o vídeo era uma produção da Rede Globo, tratando-se, portanto, de uma “mera paráfrase” que não necessitaria de autorização. No entanto, a corte não acolheu esse argumento, afirmando que a melodia conhecida foi mantida, juntamente com a letra original, o que configura a infração. O time de futebol pode recorrer da decisão.

Tim Maia (Foto: Divulgação) e Renato Augusto em jogo do Corinthians (Foto: Ricardo Moreira/Getty Images)

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