ANÁLISE APONTA QUE AS TRÊS MAIORES GRAVADORAS DO MUNDO FATURAM US$2,5 M POR HORA

Com receitas nas alturas, Universal Music, Sony Music e Warner Music faturaram juntas US$10,91 bilhões nos últimos 6 meses. E estamos apenas em agosto!

As maiores gravadoras do mundo, Universal Music, Sony Music e Warner Music começaram 2021 com seus faturamentos nas alturas. O Music Business Worldwide analisou os resultados financeiros do segundo trimestre de cada gravadora e descobriu alguns números interessantes.

Combinados, as três majors faturaram $4,63 bilhões nos últimos três meses (até o final de junho), com um aumento de 40,1% (ou + $1,32 bilhão) em relação ao mesmo período de 2020.

Ao adicionarmos as receitas de edição esse número chega a marca de US$5,60 bilhões no período, um aumento de US$1,53 bilhão (ou + 37,6%) em relação ao mesmo período do ano passado.

Isso quer dizer que atualmente, as três gravadoras estão gerando por dia US$61,5 milhões no mundo todo, ou US$2,56 milhões por hora!

Vale notar que o faturamento global da Universal Music trimestral (música gravada mais editora) cresceu US$607 milhões ano a ano, já a Sony Music (incluindo o Japão) aumentou suas receitas para US$592 milhões; e a Warner Music teve um aumento de $331 milhões.

Ao olhar para os últimos seis meses de 2021, é possível perceber que combinadas, as três majors geraram US$10,91 bilhões.

 

Foto: BTS, o grupo de KPop é o maior gerador de receita da Universal Music atualmente/Divulgação.

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Madonna está de volta à Warner Music para comemorar o aniversário de 40 anos de sua carreira

Parceria vai envolver revitalização de todo o catálogo da rainha do pop, e o lançamento de novos álbuns e coletâneas especiais.

Nesta segunda-feira (16 de agosto) a Warner Music anunciou um novo acordo gigante com a rainha do pop, Madonna! Conforme o Music Business Worldwide, a parceria vai envolver a revitalização de todo o catálogo da cantora e futuros lançamentos, incluindo coletâneas especiais para celebrar a carreira da aclamada artista.

O momento não poderia ser melhor, já que em 2022, Madonna completará 40 anos do lançamento de seu primeiro álbum e lançará um filme contando a história de sua carreira.

“Pela primeira vez, Madonna fará a curadoria de edições de luxo de seus álbuns marcantes, além de apresentar lançamentos exclusivos de eventos especiais e muito mais”, confirmou a gravadora.

A parceria entre a gravadora e a artista vem de muitos anos, tanto que parte de suas músicas, desde seu primeiro álbum, são controladas pela Warner Music, mas em 2007 Madonna acabou assinando um contrato de 10 anos com a Live Nation por US$100 milhões. Este acordo envolvia parte de seu catálogo, shows e mercadorias, e desde então Madonna havia rompido laços com a Warner Music. Vale notar que seus últimos três álbuns foram lançados pela Interscope Records.

Com a cantora de volta à gravadora, todo o seu catálogo voltará a ser administrado em um só lugar a partir de 2025. Não foram revelados os valores que trouxeram Madonna de volta para a Warner.

“Desde o início, a Warner Music ajudou a levar minha música e visão a todos os meus fãs ao redor do mundo com o máximo cuidado e consideração. Eles têm sido parceiros incríveis e estou muito feliz por embarcar neste próximo capítulo com eles para celebrar meu catálogo dos últimos 40 anos.”, disse Madonna em um comunicado.

O CEO de Música Gravada da Warner, Max Lousada, acrescentou: “Estamos honrados em formar uma nova parceria com uma superestrela incomparável, cuja influência em nossa paisagem musical e artística é imensa e imutável. Madonna mudou o curso da música pop e dance, ao mesmo tempo em que elevava a performance ao vivo”.

Lousada também enalteceu a relevância de Madonna para além da música: “Ela usa sua fama para ampliar algumas das questões e movimentos sociais mais importantes do nosso tempo. Suas quatro décadas de música não são apenas um trabalho extraordinário, mas um manual para a evolução criativa e cultural”.

Foto: Reprodução/Instagram/Madonna

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EMICIDA E FIÓTI LANÇARÃO NOVA SÉRIE COM TEMÁTICAS SOBRE A NEGRITUDE

Matéria de Exame

Após sucesso de AmarElo, os irmãos Emicida e Fióti pretendem estrear nova séria no canal GNT, para abordar temáticas diferentes sobre a negritude.

Emicida e Fióti vão estrear uma nova série no canal GNT. Em entrevista para a Exame.com, os rappers contaram sobre a novidade e os planos para o futuro do Laboratório fantasma.

Conforme o portal, o “Enigma da energia escura” tem data prevista para lançamento para o dia 18 de agosto e contará com cinco episódios para trazer temáticas sobre a negritude.

Fióti disse que está ansioso para a estreia da série, mas por enquanto não pode revelar muita coisa: “Vai ser a nossa segunda grande produção audiovisual. É uma série documental de cinco episódios onde vamos trazer temáticas diferentes sobre a negritude e com olhar diferente porque será contada por uma equipe majoritariamente negra, que sempre foi um sonho nosso”.

“O que eu posso dizer é que tem temáticas relacionadas a negritude que nunca foram produzidas ou tiveram a possibilidade de ser colocada dentro de um canal de televisão como vamos colocar. É com intelectualidade negra, com mãos negras produzindo e cuidando dessa história, dessa narrativa de uma forma que isso vai ser muito grandioso”, complementou o artista.

Além da estreia da série, seu irmão, Emicida, também estrará bem ocupado daqui pra frente, já que até outubro dará aulas no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em Portugal.

No comando da Lab Fantasma, que atualmente é gravadora, editora, produtora de eventos e marca de roupas, os irmãos também estão voando igual foguete e querem ir cada vez mais longe:

“Nosso principal desafio vai ser pensar como fazemos com que nossa arte chegue nas pessoas que estão mais vulneráveis nesse momento, como se fosse o pão mesmo dessas pessoas. De alguma forma uma esperança de fato”, contou Fióti.

 

 

Foto: Fernando Schlaepfer/Divulgação

 

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Criador do Festival Bananada chega ao Kwai para desenvolver parcerias e projetos na música

Matéria de propmark

Fabrício Nobre é novo gerente sênior de conteúdo musical do Kwai, além de atuar como presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes.

A Kwai Brasil anunciou Fabrício Nobre como seu novo gerente sênior de conteúdo musical. Profissional deverá desenvolver parcerias e projetos relacionados à música na plataforma.

Conhecido como criador do Festival Bananada, Fabrício também é conhecido no mercado por fundar e presidiar a Associação Brasileira de Festivais Independentes, além de ser sócio-diretor do selo Monstro Discos, e atuar no último ano como A&R na Twitch.

“O Kwai é uma plataforma na qual os músicos e artistas podem se conectar de maneira mais direta com seus fãs e que dá a oportunidade de divulgação de seus trabalhos para um novo público”, contou Nobre ao Propmark.

Foto: Divulgação

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Mãe de Cazuza quer que cover pare de se apresentar usando o nome de seu filho

Matéria de Ancelmo - O Globo

Caso perca a ação movida por mãe de Cazuza, cover não poderá se apresentar usando o nome do artista, além de pagar multa à família.

Nesta semana, o TJ do Rio de janeiro – 10ª Vara Cívil – recebeu uma ação da mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, para que o cover Valério Damásio de Araújo pare de se apresentar como seu filho.

Conforme O Globo, a ação indica que o cover fere as normas de direitos autorais ao se apresentar como o cantor e realiza um “aproveitamento parasitário”.

“Resta evidente que a utilização da fama e do prestígio indissociáveis dos elementos de identificação da marca CAZUZA, tendo por objetivo angariar os fãs para a atividade econômica desenvolvida pelo réu caracteriza a atividade classificada pela doutrina e jurisprudência como aproveitamento parasitário”, solicitou a petição da família de Cazuza.

Caso Valério perca a ação, o cover terá que parar de se apresentar usando o nome de cazuza, e terá que pagar uma multa de R$10 mil por cada show. Além disso, a família do cantor está pedindo uma indenização por danos morais.

 

Foto: Divulgação

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INSTAGRAM BLOQUEOU ATLETAS POR PUBLICAREM FOTOS SEM AUTORIZAÇÃO DURANTE OLIMPÍADAS

Matéria de UOLEsporte @UOL

Atletas acabaram sendo impedidos de publicar suas próprias conquistas, por conta de vídeos de transmissões do evento que foram protegidos por direitos autorais.

Além das medalhas conquistadas durante as Olimpíadas 2020, muitos atletas como Douglas Souza e Rayssa Leal ganharam milhares de fãs nas redes sociais. Mas nem todos puderam compartilhar os seus feitos como gostariam.

Isso porque muitos atletas tiveram seus perfis de redes sociais bloqueados após publicarem vídeos e fotos sem autorizações.

Conforme o Uol, este foi o caso de Elaine Thompsom,  campeã nas categorias 100 e 200m metros rasos. A atleta teve que “sumir” das redes sociais após ser bloqueada por um vídeo de suas vitórias protegidos por direitos autorais:

“Fui bloqueada pelo Instagram por postar as corridas nas Olimpíadas, porque eu não tinha os direitos para fazer isso. Nos vemos em dois dias”, disse ela.

No caso, o uso de imagens da transmissão dos Jogos Olímpicos deveria ser autorizado pelo Comitê Olímpico Organizador.

A narradora Renata Silveira, da TV Globo, também teve seu perfil bloqueado por dois dias ao postar um vídeo com sua narração durante as transmissões do evento.

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CEO DA WARNER MUSIC FALA QUE ÚLTIMO ANO FOI UM DOS MAIS SATISFATÓRIOS DE SUA CARREIRA

CEO da Warner Music, Steve Cooper, fala sobre bom desempenho no primeiro ano da gravadora como empresa de capital aberto em tempos de pandemia, e como investimentos para além da música, [Games, TikTok e fitness] impulsionaram receitas do último trimestre.

Os últimos doze meses foram decisivos para a Warner Music, não só pelo impacto da pandemia do Coronavirus na música em geral, mas também por ter sido o primeiro ano em que a gravadora se tornou uma empresa de capital aberto durante este período.

“Apesar do confinamento em casa, foi um dos mais satisfatórios em minha carreira”, disse o CEO da Warner Music Group, Steve Cooper, durante uma chamada com analistas para falar sobre o desempenho da gravadora.

A animação do CEO é válida, já que nos últimos três meses (Q3) a Warner Music faturou US$1,152 bilhão, um aumento de 34% a.a nas receitas, incluindo streaming, vendas digitais e físicas. Deste valor, vale notar que o streaming representou $781 milhões, um aumento de 32,6% ($192).

“Temos muita sorte, ao olhar para o nosso trimestre e poder comemorar as conquistas de nossa equipe global, artistas, compositores e parceiros durante este período”, acrescentou Cooper.

Sabemos que nada disso foi sorte, mas sim planejamento e visão. Durante a conversa, o CEO revelou algo que todos precisam estar atentos: hoje em dia, o mercado musical está para além de lançar álbuns, singles e vídeos. As gravadoras e selos precisam estar atualizados sobre as tecnologias, se quiserem crescer ao longo prazo.

Em seus comentários, Cooper falou que a WMG está “continuamente se transformando” para além do streaming. No caso, a visão da Warner Music é focar também em áreas como jogos, fitness digital e afins: “Os hábitos de consumo de entretenimento mudaram rapidamente durante a COVID e o crescimento em novos modelos de negócios tem se acelerado”, disse o CEO.

Foi possível perceber que a gravadora estava seguindo esta linha de visão quando comprou participações na plataforma de shows virtuais Wave, em maio, além de investir $520 milhões na plataforma de videogame Roblox, em janeiro.

Parece que a nova estratégia tem dado certo. De acordo com Cooper, esses investimentos em plataformas, incluindo Facebook, TikTok e a plataforma de fitness Peloton, “está [gerando] cerca de US$235 milhões em receitas anuais de música gravada para a empresa.

Diante de resultados tão incríveis, já podemos dizer que vem muito mais da Warner Music por aí: “Espere mais anúncios em um futuro próximo sobre novos investimentos, parcerias e colaborações”, anunciou Cooper.

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UNIVERSAL MUSIC GROUP FATUROU US$1,35 bilhão NO ÚLTIMO TRIMESTE DE 2021

Gravadora que está prestes a ser listada continua apresentando bom desempenho no mercado. BTS, Olivia Rodrigo, Justin Bieber e The Weeknd foram os artistas mais rentáveis.

Na última semana, as majors divulgaram seus resultados financeiros do último trimestre de 2021. Um delas foi Universal Music, que em breve será listada na bolsa de valores, em Amsterdã.

A receita de streaming de música gravada da UMG disparou no segundo trimestre, chegando a marca de €1,12 bilhão (US$1,35 bilhão), com um aumento de 29,7% a.a.

As receitas de música gravada da Universal (em todos os formatos) também aumentaram 29,7% a.a. no trimestre, para €1,65 bilhão (US$1,99 bilhão). Conforme o Music Business Worldwide, este aumento foi impulsionado pelo salto de 72,6% nas vendas trimestrais de música física – que marcaram €250M ($302M) – bem como um aumento de 24,3% nas receitas de licenciamento.

As receitas de edição de música na UMG foram ligeiramente superiores em relação ao mesmo trimestre de 2020 (+ 1,2%), enquanto as vendas de mercadorias (e “outras”) aumentaram 67,2%.

Em todas as divisões, incluindo edição e música gravada, a Universal Music faturou €2,02 bilhões ($ 2,44 bilhões) em receitas no segundo trimestre, um aumento de 25,5% em relação ao ano anterior. O portal avaliou que talvez esses resultados sejam os maiores da história da gravadora.

Os maiores hit makers da Universal Music:

O relatório também indicou que o BTS é o grupo que mais gerou rentabilidade para gravadora no período. Apesar de o grupo ter suas músicas distribuídas fora da Coreia do Sul pela Sony Music/The Orchard, a Universal Music é parceira da Big Hit/HYBE- agência e gravadora do grupo de k-pop.

Outros artistas que se destacaram no trimestre foi Justin Bieber, seguido da sensação do momento Olivia Rodrigo, dona do hit ‘Good for U’, The Weeknd e Pop Smoke.

Para os entendedores de exatas: Todas as conversões de moedas de EUR para USD acima feitas às taxas em vigor, conforme confirmadas pela Vivendi para os dois períodos mencionados (2º trimestre e 1º semestre de 2021).

 

 

Foto: BTS – Divulgação

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Rede Globo deverá indenizar professora por uso de música em BBB sem autorização

Rede Globo terá que indenizar em R$20 mil professora por usar uma de suas composições sem autorização. Apesar de emissora alegar que tentou fazer contato anteriormente, desembargador afirmou que ação foi tratada como “descaso” e de “forma temerária” já que uma simples busca na internet já daria pistas sobre a compositora.

Nesta semana a Rede Globo foi condenada a indenizar R$15 mil a uma compositora por usar uma música sem autorização durante o Big Brother Brasil.

De acordo com o ConJur, compositora que é professora e produz conteúdo audiovisual em seu canal do YouTube, acusou a Globo por reproduzir no BBB uma de suas canções, “Despedida”, sem a devida autorização, ou até mesmo dar créditos.

Ao Tribunal de Justiça de São Paulo, a emissora alegou que anteriormente havia tentado entrar em contato com a compositora para pedir autorização, entretanto seu contato não foi localizado.

Apesar da atitude da emissora, o desembargador Costa Netto, da 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, não considerou a atitude da Globo como de “boa-fé”, e negou o recurso.

Para o desembargador, a emissora agiu com “descaso” e de “forma temerária” já que uma simples busca na internet já daria pistas sobre a compositora. “Não se pode crer que um programa como Big Brother Brasil, veiculado pela empresa de comunicação do porte da ré, Grupo Globo, possa ser inexperiente a ponto de ignorar a existência do trabalho de (no mínimo) um autor na criação de uma obra musical”, afirmou.

Outra questão que pesou na decisão foi o fato de que a música foi usada em uma eliminação importante no programa. Netto enfatizou que a reprodução da música merece tratamento jurídico semelhante ao da sincronização: “Nesses casos não há, propriamente, uma ‘sincronização’ (de sons e imagens, por exemplo), mas sim o ato de a obra intelectual ser incluída no todo ou em parte, em determinado contexto”.

Desta forma, por decisão unânime a professora foi favorecida: “Consequentemente, a utilização indevida da música sem a autorização da titular e sem a atribuição dos devidos créditos de autoria, fato reconhecido pela ré, viola os direitos autorais, sendo de rigor a indenização pelos danos decorrentes”, concluiu o relator.

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MP realiza operação para fechar sites que ofereciam venda de falsos plays em serviços de streaming

Matéria de G1

Mais uma vez foi realizada uma operação para derrubar sites que oferecem venda de fake streams no Brasil. Ação descobriu que todos os sites usaram uma base no Leste Europeu com serviços para camuflar números em redes sociais e Fake News sobre política e entretenimento.

Mais uma vez uma série de sites que manipulavam o número de plays em serviços de streaming foram fechados no Brasil.

Conforme o G1, a operação chamada de ‘Antidoping’ foi realizada pelo Núcleo de Investigações de Crimes Cibernéticos do MP-SP, que classificou a prática, pela primeira vez, como crime de estelionato no país.

Foram localizados e investigados 18 sites e mais 17 pessoas que vendiam “fake streams’ no varejo online. Todos foram fechados até julho de 2021, ou tiveram que remover a parte que anunciava a venda deste serviço.

Durante a investigação foi descoberto que todos os sites fechado eram baseados em um serviço de manipulação com sede no Leste Europeu, que também oferecia serviços semelhantes ligados às redes sociais, marketing e política. O que dificulta a identificação das ações ilegais.

“Todos estes serviços do Brasil são espelhos de uma plataforma que está hospedada na Rússia. Ali você encontra impulsionamento para tudo: Facebook, Instagram, Twitter, conteúdos de notícias, de política, de personalidades”, diz ao G1 Paulo Rosa, presidente da Pró-Música, associação das gravadoras no Brasil.

Apesar do sucesso da operação, infelizmente ainda é possível encontrar outros sites que continuam a oferecer este serviço.

“Porém, isso não interfere na punição dos demais envolvidos (no Brasil): a responsabilidade penal é pessoal, podendo tornar-se réu qualquer um que tenha concorrido de modo relevante para a prática do crime, independentemente da responsabilização dos demais”, ressaltou Lister Braga. promotor que participou do inquérito.

Em outubro de 2020 a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês), em operação conjunta com o Pró-Música e demais órgãos do governo também realizou operação semelhante para fechar vários sites que ofereciam serviços de manipulação de execuções em serviços de streaming.

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