Em liminar, Warner Music perde os direitos de exploração de músicas de Gilberto Gil

Matéria de Ancelmo - O Globo

A Warner Music não terá mais os direitos de exploração do catálogo de Gil.

Ao ganhar liminar concedida pela 4ª Vara Cível do Rio, Gilberto Gil ganhou o direito de fazer a gestão de toda sua obra. Assim, a Warner Music não terá mais os direitos de exploração do catálogo de Gil.

De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, a advogada de Gilberto Gil, Leticia Provedel, afirmou que a Warner será obrigada a apresentar todos os contratos firmados com as plataformas digitais como Spotify e Deezer, sob pena de multa diária de R$20 mil.

 

Foto: Gilberto Gil (Divulgação)

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Listas das Listas descobre quais albuns brasileiros foram mais recomendados em 2018

O produtor Pena Chimidt lançou sua “Lista das Listas” de 2018 para mostrar quais foram os albuns brasileiros mais recomendados das listas de melhores do ano.

Para chegar ao Top 51 da Listas das Listas, Pena desenvolveu um método para contar cada vez que um artista foi mencionado na internet em alguma lista de melhores do ano em 2018.

Segundo o produtor, foram avaliadas 183 listas de melhores do ano publicadas  entre dezembro de 2018 a janeiro de 2019. Ao todo foram 2.911 indicações para 702 discos indicados como melhores. Sendo que 405 tiveram apenas um voto e 297 albuns tiveram entre 2 e 12 votos. No topo da lista,  51 discos tiveram entre 13 e 89 indicações.

“Caçamos listas de melhores do ano por toda a internet, em sites, portais, aplicativos, onde estivessem, são todas listas públicas e todas falam da mesma coisa: recomendações de melhores discos do ano, aqueles que são sugeridos para ouvir”, informou o Pena em seu blog.

Quem espera encontrar nomes como Marília Mendonça, Anitta e outros top Sertanejos pode ficar surpreendido, afinal não necessariamente os mais ouvidos são os mais indicados como melhores.

Em 2018, as mulheres saíram entre as mais indicadas e conquistaram 8 das dez primeiras posições. Entre elas Elza Soares e Duda Beat no Top 5.

“Este conjunto do Top 51 é sempre surpreendente, não poderia ser obtido por outros critérios, não são os campeões de  vendas ou execuções em radio. Estes são artistas que gozam de uma excelente reputação por diferentes motivos, mas especialmente porque seus albuns tiveram impacto em seus ouvintes, impacto duradouro e memorável”, disse Pena.

Confira a Lista das Listas completa AQUI!

 

 

Foto: Duda Beat – Sinto Muito (Reprodução)

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Women’s Music Event quer ser um festival de música com line up 100% feminino

Matéria de @meioemensagem

A partir de hoje começa o Women’s Music Event, uma conferência dedicada a mostrar o papel das mulheres dentro da indústria musical. As organizadoras Claudia Assef e Monique Dardenne contaram quais as novidades deste ano e falaram sobre a possibilidade de haver um festival com line up 100% feminino.

De 22 a 23 de março acontece em São Paulo o Women’s Music Event, uma conferência dedicada a mostrar o papel das mulheres dentro da indústria musical. Segundo o portal Meio & Mensagem, nesse ano o evento traz 17 shows, 15 painéis, oito workshops, shows nas ruas e vários projetos.

Um deles é o Pitch dos Estados, no qual  produtoras culturais de seis estados brasileiros realizam uma imersão pela cena musical de suas regiões. Além disso, haverá o painel Discografia WME. Com o apoio do Spotify, as artistas Karol Conka, Julia Branco, Luiza Lian e Maria Rita Stumpf contarão como foram os processos de produção, parcerias e ações de marketing de seus recentes álbuns.

Duranteo , há também a premiação Women’s Music Event Awards para homenagear as mulheres da indústria.

A jornalista Claudia Assef e a produtora Monique Dardenne, fundadoras do Women’s Music Event, contaram ao portal que estão planejando a realização de um festival com line up formado 100% por mulheres. Por enquanto, a dupla está em fase de busca por parceiros comerciais. O festival está previsto para 2020.

“Ainda estamos no planejamento. É nossa ambição e maior desafio. Ainda não existe um festival no mundo com grande relevância com esse recorte”, contou Monique.

Em 2018, haverá uma grande novidade para as profissionais da indústria. Um novo aplicativo será lançado para que mulheres possam cadastrar seus currículos, facilitando o contato com empresas.

“O WME é nosso sonho de mudança e estamos sentindo essas mudanças. Mas o projeto não é uma coisa só minha e da Cláudia. Há um interesse maior das mulheres de se profissionalizar e se sentir à vontade nos ambientes. Temos feito campanhas para festivais colocarem mulheres na parte técnica. A conferência já está sendo considerada um evento de negócios. Você não vai para lá só para falar com a mulher do lado, mas para se profissionalizar”, contou Monique em entrevista para o Meio & Mensagem.

 

 

Foto: Claudia Assef e Monique Dardenne (Crédito: Divulgação/WME)

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MySpace perdeu mais de 10 anos de dados, incluindo música de seus usuários

Matéria de G1

O MySpace voltou para avisar que conseguiu perder 12 anos de dados de seus usuários.

A rede social MySpace anunciou que perdeu o equivalente a 12 anos de dados de seus usuários, incluindo contas e músicas.

“Como resultado de um projeto de migração de servidores, quaisquer fotos, vídeos e arquivos de áudio enviados há mais de três anos podem não estar mais disponíveis no MySpace. Pedimos desculpas pelo inconveniente”, afirmou a companhia em um comunicado divulgado.

De acordo com o G1, foram perdidos os dados  de 2003, quando a empresa foi fundada, a 2015, algo em torno de aproximadamente 50 milhões de músicas de 14 milhões de contas.

O MySpace tem grande importância no mundo da música por ter lançado vários artistas. Em 2006, era site mais popular dos Estados Unidos. Com a chegada das novas redes sociais como o Facebook, o portal ficou para trás, até que foi vendido para a Specific Media por apenas US$35 milhões.

 

Foto: BBC

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Representatividade feminina na música brasileira: Apenas nove mulheres estão na lista dos cem maiores arrecadadores de direitos autorais

Matéria de O Globo

O número da representatividade feminina no mundo da música continua baixo. Em novo relatório, UBC afirma que do total arrecadado em direitos autorais, 91% são destinados a homens.

A UBC publicou o segundo relatório do projeto “Por elas que fazem a música”, sobre a representatividade feminina na música, fazendo um mapeamento das diferenças entre os gêneros na indústria.

O número da representatividade feminina na música brasileira continua baixo. Segundo  o relatório, em 2018, entre os 100 maiores arrecadadores da associação, apenas 9 são mulheres. Do total arrecadado em direitos autorais, 91% são destinados a homens.

Com relação ao número de associados da UBC, apenas 14%  são mulheres. Se forem avaliados os membros ativos nos últimos três anos, esse número cai para 13%. Mesmo assim, o número  de associadas cresceu de 13% para 15%, em 2018.

No quesito rendimentos como intérpretes o número de mulheres representa 25,1%, enquanto homens 13,5%. Como compositores, ambos os sexos faturam mais: 76,5% para homens e 65,3% para mulheres.

Elisa Eisenlohr , coordenadora de comunicação da UBC, disse ao Globo que os dados revelados são um reflexo de um contexto social ainda maior. Ela afirmou que a pesquisa deve continuar sendo realizada anualmente.

“Estamos fazendo nossa parte ao incitar esta discussão, embora não possamos escolher o que toca nas rádios”, disse a coordenadora.

O Globo destacou que a representatividade feminina na música tem sido bastante discutida do mundo inteiro. Tanto que durante a ultima cerimônia  do Grammy foi marcada por protestos contra o “abuso, o assédio e a subestimação da capacidade das mulheres”.

“Se você tem uma filha mulher, não force balé, nem nada supostamente mais feminino. Aprender um instrumento é algo maravilhoso, mesmo que você queira ser advogada no futuro. Música é pra todxs, e isso é fundamental. Tive aula de música no colégio e isso mudou tudo. Depois estudei piano, e mais tarde violão. Houve estímulos dos meus pais para isso, e sou muito grata. Vejo uma nova cena de compositoras e instrumentistas, e fico muito feliz”, contou a cantora e compositora Letrux ao portal, afirmando que o percentual de arrecadação das mulheres pode aumentar.

 

Foto: Arte da Lari Arantes/O Globo

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Estudo no Brasil explica os efeitos da música no cérebro

Matéria de Nexo Jornal

No Brasil, projeto estuda os efeitos da música no cérebro para ajudar no tratamento de limitações cognitivas, motoras e sociais em pessoas com dislexia ou autismo. O estudo também revelou porque ficamos tristes ou alegres ao ouvir uma canção.

O portal Nexo entrevistou a pesquisadora Patrícia Vanzella­­­. Ela é coordenadora de um projeto que estuda os efeitos da música no cérebro.

Apesar de já existirem estudos relacionados aos efeitos da música no cérebro no exterior, aqui no Brasil é a primeira vez que há um aprofundamento na área.

“É um pouco como estudar como o ser humano evoluiu e como ele funciona”, disse Vanzella ao portal.  A pesquisadora que  coordena o projeto Neurociência e Música da UFABC (Universidade Federal do ABC), explica que a música é uma base para a pesquisa de processos neurológicos, afinal “ela envolve uma série de funções mentais que a gente usa em outros domínios, como memória, atenção, planejamento motor e sincronização”, explica.

Segundo Vanzella, o projeto fundando em 2015, faz parte do Núcleo Interdisciplinar de Neurociência Aplicada da UFABC. É o único do gênero no país, e desenvolve também várias atividades de ensino, pesquisa e extensão.

“A música  é uma coisa que a gente costuma pensar do ponto de vista das ciências humanas, como produto cultural. Mas o impulso de fazer música é universal, caracteriza o ser humano assim como a linguagem, o falar.”, cita a coordenadora do projeto.

Segundo o Nexo, o estudo os efeitos da música no cérebro tem sido usado para fins terapêuticos, reabilitação neurológica de certos casos de demência e doença de Parkinson. Além de auxiliar no tratamento de limitações cognitivas, motoras e sociais em crianças com dislexia ou autismo.

“A música facilita a comunicação em pacientes com transtorno do espectro autista, a música também diminui ansiedade, pois diminui o nível de cortisol [hormônio do stress], pode ajudar na recuperação de funções cognitivas e motoras em pacientes que tenham tido AVC. Tem terapias baseadas na estimulação musical, como uma chamada melodic intonation therapy. Quando há uma área danificada no cérebro, por um processo de neuroplasticidade outra área pode eventualmente assumir a função que foi prejudicada pelo AVC, por exemplo”, explicou Vanzella.

Além de descobrir como a música pode auxiliar em tratamentos terapêuticos, o estudo também revelou porque ficamos felizes ou tristes ao ouvir uma canção:

“Alguns aspectos acústicos parecem ser universais. Outros são nitidamente culturais, de acordo com a música que você escuta. Por exemplo, algo que você ouve desde pequeno você vai associar com uma determinada emoção. Entre os aspectos acústicos comuns estão o andamento da música: mais rápido, em geral, passa uma sensação de música alegre, ou mais triste quando o andamento é mais lento. Intensidade é outro aspecto: quando a música é mais forte, mais agitada, ela é percebida como alegre. Entre diferentes aspectos culturais, por exemplo, há os modos maior e menor [sistema de classificação de escalas musicais]. A gente associa normalmente o modo maior com música alegre e o menor com música triste”, revelou a pesquisadora.

 

Foto: MARKO JURICA/REUTERS

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Xvideos está sendo usado para filmes normais e completos derrubados do Youtube

Matéria de Hypeness

Parece que não há limites que impeçam o compartilhamento de conteúdo ilegal na internet. Usuários estão compartilhando filmes como Bohemian Rhapsody, Liga da Justiça e animes em famoso site de filmes e vídeos pornô.

Segundo o portal Hypeness, vários usuários tem compartilhado filmes de maneira ilegal no portal de conteúdo adulto Xvideos.

Por lá está cada vez mais fácil encontrar filmes como Bohemian Rhapsody, Liga da Justiça, Doutor Estranho e Extinção, entre outros. Tudo na íntegra e de alta qualidade. Mas não somente filmes, séries e animes também estão sendo compartilhadas no site.

“Pra quem acha que a pornografia está dominando o mundo, eis uma notícia surpreendente: é o cinema dito “sério” que agora parece estar invadindo o universo da pornografia”, informou o Hypeness.

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Cobrança de taxa de conveniência na venda de ingressos pela internet se tornou ilegal

Matéria de G1

A cobrança de taxa de conveniência na venda de ingressos online se tornou ilegal no Brasil. A decisão foi tomada pela Terceira Turma do STJ, que considerou a prática como uma “venda casada”. Empresas devem devolver todos os valores dos últimos cinco anos para os consumidores.

Cobrar taxa de conveniência na venda de ingressos online se tornou ilegal no Brasil. A decisão foi tomada na terça-feira (12), pela Terceira Turma do STJ e é válida para todo território nacional.

De acordo com o G1, empresas terceirizadas e especializadas na venda de ingressos costumam cobrar valores de 15% do valor do ingresso em taxa de conveniência. A prática não será mais aceita.

O pedido veio da Associação de Defesa dos Consumidores do Rio Grande do Sul contra a empresa Ingresso Rápido.

Os ministros votaram de forma unânime e entenderam que a conveniência ao vender um ingresso antecipado pela internet é de quem produz ou promove um determinado evento, e não do consumidor. Repassar o custo ao consumidor é o mesmo que realizar uma “venda casada”.

Além disso, ficou determinado que as empresas deverão devolver todas as taxas de conveniência cobradas nos últimos cinco anos.

“Mesmo pagando a taxa de conveniência pela venda do ingresso na internet, o consumidor é obrigado a se deslocar ao ponto de venda, no dia do espetáculo ou em dias anteriores, enfrentando filas, ou a pagar uma taxa de entrega”, afirmou a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, no recurso a Associação de Defesa dos Consumidores do Rio Grande do Sul.

“A venda pela internet, que alcança interessados em número infinitamente superior do que a venda por meio presencial, privilegia os interesses dos produtores e promotores do espetáculo cultural de terem, no menor prazo possível, vendidos os espaços destinados ao público e realizado o retorno dos investimentos”, explicou a ministra.

Por enquanto, o STJ não informou como será o processo de devolução dos valores cobrados nos últimos cinco anos. A decisão ainda cabe recurso própria turma e ao Supremo Tribunal Federal.

 

 

Foto: Pixabay

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KONDZILLA ASSINA MÚSICA E CLIPE DE MARCA DE BEBIDAS

Matéria de ADNEWS

O Kondzilla, mais uma vez foi além e criou uma música para a campanha da marca de bebidas “ready to drink” Syn Ice.

A produtora e maior canal do Youtube no Brasil Kondzilla, criou uma música com exclusividade para a marca de bebidas “ready to drink” Syn Ice.

“Só vai” foi produzida pela KondZilla, com o DJ RD e o MC MM. A música estará no canal da produtora no Youtube, tocará nos shows dos artistas e terá várias ações ao longo do ano com mídia digital, redes sociais, ações com influenciadores e nos PDVs.

De acordo com o portal Adnews, a agência Peppery escolheu a produtora Kondzilla para atingir o público jovem-adulto.

“Com este lançamento, fortalecemos a proposta de valor de SYN ICE: produtos saborosos e acessíveis a todos os brasileiros. Nada como inovar com o drink que está em moda no momento”, disse Anna Speroni, gerente de marketing da Arbor, fabricante brasileira de outras marcas como Catuaba Selvagem e Cerveja Therezópolis.

“Buscamos cada vez mais estreitar laços com marcas relevantes para o mercado e que tenham o público jovem como centro, por isso estamos muito otimistas com essa parceria”, afirmou Roberto Severo, Diretor Comercial da KondZilla.

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Scott Cohen é o novo Diretor de Inovação da Warner Music

Warner Music cria cargo de Inovação de Música Gravada e chama co-fundador da The Orchard como Diretor.

A Warner Music anunciou que Scott Cohen, co-fundador da distribuidora The Orchard, assumirá o cargo de Diretor de Inovação de Música Gravada. Uma área pouco vista no mercado.

Segundo a Billboard, Scott Cohen ajudará a Warner Music a traçar um curso, de longo prazo, na intersecção de música, tecnologia, e cultura.

Após criar sua empresa há 22 anos, Cohen anunciou sua aposentadoria. A The Orchard surgiu como um meio de apoiar músicos independentes que vendem suas músicas para um público mainstream. Em 2003, a distribuidora entregou o maior catálogo de músicas independentes para o iTunes. Um ano depois, tornou-se a primeira distribuidora indie digital alcançando a marca de 1 milhão de downloads pagos. Após ser adquirida pela Sony em 2015, a empresa se juntou com a  RED, operando sob a marca Orchard, e se tornou a maior distribuidora independente do mundo.

Atualmente, Cohen é palestrante, além de promover novos modelos de negócios para a era digital, incentivando o desenvolvimento em realidade aumentada, realidade virtual, blockchain e inteligência artificial. Ele também é co-fundador da empresa CyborgNest, que explora a interface da inteligência biológica e digital.

“O que me atraiu na Warner foi a sensação de que Max [Lousada] e sua equipe estão construindo um ambiente onde idéias originais podem florescer. A Warner está singularmente posicionada para adotar uma abordagem ágil, mas baseada em princípios, para aumentar o universo de oportunidades para a música “, disse Cohen sobre o novo desafio.

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