Streaming já representa 75% da indústria musical nos EUA

Matéria de Canaltech

Mais um relatório sobe o mercado fonográfico para o primeiro semestre de 2018 foi publicado. Segundo a RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – o setor pode comemorar um aumento de 10% no faturamento, com os serviços de streaming representando 75% de todo o mercado. Drake, Cardi B, Camila Cabello e Post Malone são os artistas que mais se destacaram até agora.

A RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – publicou seu relatório sobre o mercado fonográfico nos Estados Unidos para os primeiros seis meses de 2018. Com aumento de 10%, o setor comemora um faturamento de US$4,6 bilhões, sendo que os serviços de streaming representam 75% de todo o mercado.

De acordo com o relatório da associação, o crescimento é considerável. Entretanto, há uma desaceleração no setor em comparação ao mesmo período entre 2016 e 2017, onde a variação era de 17%.

Representando 75% do faturamento, os serviços de streaming de música contaram com um aumento de assinaturas pagas, e ainda cerca de um milhão de novos assinantes por mês. O crescimento foi de 33,3% e a receita US$2,55 bilhões.

Com relação às plataformas gratuitas, a receita de anúncios aumentou em 15,6% (US$498 milhões). “A expectativa é que, com a desaceleração no número de novos usuários na medida em que todos os interessados aderem a plataformas do tipo, comece a conversão de gratuitos para pagos, gerando mais faturamento”, afirmou o portal Canaltech.

Representando 10% do mercado (US$ 461,6 milhões), as vendas de CDs diminuíram 41%. O número de downloads também teve uma baixa de 27% de faturamento, e representou 12%, movimentando US$562,2 milhões. Já as vendas de Vinil apresentaram um aumento de 12% nas vendas.

Os artistas que mais se destacaram no mercado foram Drake, Cardi B, Camila Cabello, Post Malone, Migos, Travis Scott, Jason Aldean e Charlie Puth. Todos conquistaram discos de ouro ou platina, não apenas no mercado americano, mas também mundial.

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SPOTIFY: ARTISTAS PODEM ATUALIZAR AS MÚSICAS DIRETAMENTE NA PLATAFORMA GRATUITAMENTE

O Spotify lançou um novo recurso que permite que artistas independentes façam upload de músicas diretamente na plataforma, sem a necessidade de um agregador ou gravadora, tudo de forma gratuita.

Mais uma grande oportunidade para os artistas: o Spotify lançou um novo recurso que permite que artistas independentes façam upload de faixas diretamente na plataforma, sem a necessidade de um agregador ou gravadora.

O Spotify confirmou que o objetivo é ter cada vez mais novos artistas, selos e equipes na plataforma. De acordo com o portal Music Business WorldWide (MBW), o recurso está acessível pelo Spotify For Artists, em fase de testes, e é exclusivo para convidados. Além disso, os próprios artistas podem programar uma data de lançamento a sua escolha. Tudo isso gratuitamente!

A plataforma não cobrará taxas iniciais para os uploads e nenhuma comissão adicional sobre os royalties gerados pela música, não importa quantas faixas forem enviadas.

Esta nova abordagem, livre de custos, bate de frente com os serviços oferecidos pelos agregadores/distribuidores, tais como CD Baby, TuneCore, Distrokid e Ditto – todos requerem uma taxa de upload “one-off” ou um pagamento de assinatura anual dos artistas.

Isso representa uma grande mudança no conteúdo de áudio enviado pelo usuário para o Spotify. Tradicionalmente, esse é o domínio do SoundCloud, que oferece um “Plano Pro”, de 15 dólares mensais,  onde artistas podem fazer upload de faixas ilimitadas e dá acesso a ferramentas de “insight”. No SoundCloud também há uma opção gratuita, porém limitada.

Não se sabe se a gratuidade do novo recurso será perpétua, porém o próprio CFO, Barry McCarthy, já mencionou que para empresa ser bem sucedida deve-se construir um “mercado de dois lados” visando a melhoria das margens brutas.

O Spotify esclareceu para o portal MBW que sua nova ferramenta de upload só será aberta para as partes que detêm os direitos autorais de suas gravações – e que os sistemas de filtro foram “colocados em prática para impedir que conteúdos potencialmente infratores entrem no serviço”.

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Tidal anuncia Parceria com a Vivo no Brasil

Visando atingir o mercado de streaming brasileiro, o Tidal anunciou uma parceria com o serviço de telefonia Vivo. Veja mais informações sobre a parceria.

Hoje (19/09) recebemos uma excelente notícia para o mercado da música e streaming no Brasil, a Vivo realizou uma parceria com o serviço de streaming do Jay-Z, o Tidal.

A parceria entre as empresas proporcionará aos 75 milhões de clientes da Vivo planos de R$4,99 por semana, com os primeiros sete dias gratuitos, ou R$15,99 por mês, com os primeiros 30 dias gratuitos. Haverá ainda uma oferta exclusiva para estudantes com preço reduzido, R$7,99 (US $ 1,90) por mês e os primeiros 30 dias gratuitos.

Recentemente, o Tidal também realizou um acordo semelhante com a rede móvel africana MTN.

Segundo dados da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – O Brasil é o maior mercado da América Latina e o nono maior mercado de música gravada do mundo. No ano passado, o mercado de música no país voltou a crescer e gerou receita de música de US$295,8 milhões, um aumento de quase 18% em comparação a 2016.

A Amazon Music também possui grande interesse no país e em breve anunciará seu lançamento.

“A paixão e o amor pela música estão no centro de tudo o que fazemos, e sabemos que a Vivo, juntamente com a comunidade brasileira, não apenas nos receberá de braços abertos, mas também apreciará tudo o que a Tidal tem a oferecer.”, afirmou o COO do Tidal, Lior Tibon.

“o TIDAL responde a uma crescente demanda por conteúdo de entretenimento móvel, proporcionando aos nossos clientes fãs de música uma experiência inovadora, além de amplo acesso a shows e festivais com grandes músicas internacionais e brasileiras”, afirmou Ricardo Sanfelice, VP de Digital e Inovação da Vivo.

Para celebrar a colaboração, o Tidal oferecerá um show exclusivo para os clientes e convidados da Vivo com a Nicki Minaj – que também é uma artista e proprietária do serviço – no dia 26 de setembro, em São Paulo.

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Parceria entre Vivo e TIDAL permite que estudantes paguem metade do preço pelo serviço de música

Com show de Nicki Minaj, parceria entre Vivo e Tidal no Brasil trará assinaturas com preço reduzido para estudantes.

Nesta quarta-feira (19/9), a operadora Vivo anunciou uma parceria com o serviço de streaming Tidal que permitirá o preço reduzido das assinaturas para estudantes.

Os clientes da Vivo poderão ter acesso ao Tidal pelo valor de R$15,99 por mês, já os estudantes pagam metade, R$7,99 por mês. Além disso, o primeiro mês é gratuito para todos os planos.

O Tidal foi criado pelo rapper norte-americano Jay-Z e possui um acervo com 57 milhões de músicas e 235 mil vídeos. Seu diferencial está na tecnologia HiFi que proporciona maior qualidade em áudio.

De acordo com o portal Olhar Digital haverá um grande evento para o lançamento da parceria que será um show exclusivo com a cantora de Hip-Hop Nicki Minaj – também uma das proprietárias do serviço – no dia 26 de setembro em São Paulo.

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O SPOTIFY USA AS EMOÇÕES PARA AJUDAR MARCAS A ATINGIR PESSOAS.

Matéria de the Guardian

A música tem o poder de despertar emoções e dizer muito sobre as pessoas. Por exemplo, está comprovado que a música “What Do You Mean?” do Justin Bieber pode despertar sentimentos psicopatas no ouvinte. Empresas de tecnologia como o Spotify, Facebook e eBay sabem que a emoção é um dado valioso e estão cada vez mais investindo para que as marcas possam atingir as pessoas de acordo com suas emoções.

Quer descobrir se alguém é um psicopata? Pergunte qual é a sua música favorita. Um estudo da Universidade de Nova York realizado no ano passado descobriu que pessoas que amavam as músicas “Lose Yourself” do Eminem e “What Do You Mean?” de Justin Bieber poderiam estar mais propensas a ter uma pontuação alta na escala de psicopatia do que as pessoas que curtiam Dire Straits, por exemplo.

É claro que esse estudo está longe de ser conclusivo e não há razão para cortar a relação com os Beliebers e os fãs de Eminem. No entanto, de acordo com o The Guardian, essa descoberta tem grande peso com relação ao ser humano e o consumo de música.

Nos últimos anos, o Spotify tem aumentado investimentos e pesquisas no campo de análise de dados visando ajudar os profissionais de marketing a atingir os consumidores através de anúncios. As pesquisas envolvem o tipo, local e momentos em que o usuário consome música, além de dados de terceiros que podem estar disponíveis.

O Spotify está longe de ser a única plataforma que ajuda as marcas a atingir as pessoas de acordo com suas emoções.  O marketing baseado em emoções em tempo real é uma tendência crescente e que todos nós devemos estar cientes.

Por exemplo, em 2016 o eBay lançou uma ferramenta de marketing de humor e no ano passado, o Facebook disse aos anunciantes que poderia identificar quando os adolescentes se sentiam “inseguros” e “sem valor” ou precisavam de “um aumento de confiança”. Pouco tempo depois, o Facebook enfrentou uma reação por executar experimentos que poderiam manipular o humor de seus usuários.

Com a segmentação de anúncios cada vez mais sofisticada, os profissionais de marketing terão a capacidade de segmentar as emoções dos consumidores de maneiras “potencialmente exploradoras”.

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Novo Relatório da Midia Research sobre o Market Share do Streaming de Música em 2018 é publicado.

Matéria de MIDiA Research

De acordo com o novo relatório da Midia Research sobre a participação de mercado dos serviços de estreaming de música no primeiro semestre de 2018, o Spotify está na frente com 36% de participação enquanto a Apple Music possui 19%. Veja a análise completa de Mark Mulligan.

Nesta quinta-feira, Mark Mulligan, um dos maiores analistas sobre a indústria da música publicou o novo relatório da Midia Research sobre a participação de mercado dos serviços de streaming no primeiro semestre de 2018.

No primeiro semestre de 2018, o relatório da Midia Research indicou que houve um crescimento de 16% no número de assinantes nos serviços de streaming representando 229,5 milhões. Em comparação com o ano anterior, a base global de assinantes aumentou 38% (62,8 milhões de usuários). “Isso representa um crescimento forte e sustentado, em vez de fortemente acelerado”, afirmou Mulligan.

Segundo o relatório da Midia Research, o crescimento de assinantes permanece no ponto médio de crescimento e a tendência é que permaneça até 2019, onde serão explorados mercados desenvolvidos e posteriormente, o crescimento será impulsionado por mercados de streaming de médio porte, como Japão, Alemanha, Brasil, México e Rússia. De acordo com Mulligan, esses mercados têm o potencial de gerar um forte crescimento de assinantes, mas, no caso dos três últimos, exigirão uma busca agressiva por produtos de nível intermediário – incluindo pacotes de pré-pagamento de preço reduzido, como vistos no Brasil.

Caso os serviços de streaming não optarem por seguir essa abordagem, o mercado será restringido às elites urbanas que possuem acesso a cartões de crédito e por consequência a Receita média por usuário (ARPU) será menor. Ou seja, a receita deve crescer de forma mais lenta que a quantidade de assinantes em meados de 2019.

Spotify: o serviço manteve uma participação de mercado global de 36%, o mesmo que no quarto trimestre de 2017, com 83 milhões de assinantes. Além disso, conquistou mais assinantes do que qualquer outro serviço no primeiro semestre de 2018.

Apple Music: A Apple adicionou dois pontos de participação de mercado, 19%, e aumentou três pontos ano a ano, com 43,5 milhões de assinantes. A Apple Music acrescentou o segundo maior número de assinantes – 9,2 milhões, sendo os EUA o principal mercado em crescimento.

Amazon: A Amazon adicionou pouco menos de meio ponto de participação de mercado, estável em 12%, devido ao seu plano Unlimited. Foram 3,3 milhões de usuários novos pagantes, atingindo 9,5 milhões no segundo semestre de 2018. No total, a Amazon tinha 27,9 milhões de assinantes no final do período.

Enquanto isso, no Japão, o Line Music atingiu mais de um milhão de assinantes. Na Coréia do Sul, o MelOn teve uma queda no primeiro trimestre, mas se recuperou no segundo trimestre. Em outros lugares, o Pandora teve um sólido período de seis meses, adicionando 0,5 milhão de assinantes, enquanto o Google se destacou globalmente.

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Parlamento Europeu aprova reforma na lei de direitos autorais

Matéria de O Globo

O Parlamento Europeu aprovou a proposta de reforma reforma da lei de direitos autorais na internet para dar maiores garantias aos criadores de conteúdo e remunerações mais justas dos gigantes da internet.

Nesta quarta-feira o Parlamento Europeu aprovou a proposta de reforma da lei de direitos autorais na internet para dar maiores garantias aos criadores de conteúdo e remunerações mais justas dos gigantes da internet.

Há dois anos a mudança na lei de direitos autorais tem sido discutida no mundo todo, principalmente os artigos 11 e 13 foram muito criticados.

No artigo 11 “As empresas jornalísticas ganham mais direitos legais para buscar compensação de mecanismos de busca e agregadores de notícias on-line, como o Google News, que reproduzam suas reportagens”, informou o portal do jornal O Globo. As regras são válidas para a reprodução na íntegra de reportagens ou trechos. Todavia, a cobrança não será válida para o compartilhamento apenas do link contendo algumas palavras.

O artigo 11 também determina que autores de reportagens recebam um valor proporcional à receita adicional que as empresas receberão do Google e outras gigantes da internet. Os direitos expiram em cinco anos após a publicação do material. “Os direitos garantidos pelo artigo, no entanto, não podem ser aplicados retroativamente”, explicou O GLOBO.

Recebido com muitas críticas , o artigo 13 responsabiliza portais que armazenam, otimizam e difundem conteúdo de usuários com fins comerciais (YouTube) pelas publicações de seus usuários.

O objetivo da reforma é garantir licenças aos criadores de conteúdo para que “medidas apropriadas” sejam implantadas evitando que obras protegidas sem autorização sejam “alojadas”.

Em reposta aos que acreditam que a nova diretiva pode destruir a internet por causa dos filtros de conteúdos o relator da proposta, eurodeputado alemão, Axel Voss, assegurou que isso não acontecerá, porque o texto prevê exceções às regras.

“O próximo passo é a negociação com a Comissão Europeia e os 28 países da UE para conciliar suas posições antes que as leis de direitos autorais sejam alteradas. O voto final deve acontecer em 2019. E caberá a cada país-membro definir o percentual a ser pago”, explicou O Globo.

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Conhece o Primephonic? Streaming de música clássica conta com mais de 1 milhão de faixas!

Matéria de latimes.com

Conheça o Primephonic, o serviço de streaming com mais de 1 milhão de músicas clássicas e que oferece remuneração justa aos músicos.

Lançado nos Estados Unidos, Reino Unido e Holanda, o Primephonic é um novo serviço de streaming dedicado exclusivamente à música clássica.

A plataforma conta com quase todas as músicas clássicas já gravadas, mais de 1 milhão de faixas disponíveis ao toque de um botão. Os catálogos em oferta incluem os da Warner Classics, Sony Classical, Universal Music Classics, Decca, Deutsche Grammophon e EMI, além de mais 400 outras marcas em todo o mundo.

Com uma variedade de playlists especiais que permitem aos ouvintes mergulhar em composições medievais e minimalismo, é possível pesquisar por compositor, título, artista, período musical e gênero. Há ainda informações de fundo sobre os artistas e gravações.

Outra característica interessante é a opção de comparar várias versões regravadas de uma canção, que pode dar aos ouvintes uma perspectiva sobre a evolução da arte.

Thomas Steffens , CEO do Primephonic, disse que o objetivo da empresa era inaugurar uma nova era para a música clássica na era digital.

“O streaming revolucionou a maneira como o mundo ouve música, mas não conseguiu revolucionar a música clássica”, afirmou Steffens. Sua principal preocupação era criar um modelo de negócios sustentável que oferecesse receita justa para artistas clássicos. Para este fim, a empresa desenvolveu um modelo de pagamento por segundo que leva em consideração a natureza de forma longa das composições clássicas e compensa em conformidade.

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Autoridades da Europa autorizam compra do Shazam pela Apple

Matéria de Canaltech

Em breve a aquisição do Shazam pela Apple será concluída, as autoridades regulatórias da União Europeia autorizaram a transição que pode chegar a US$400 milhões.

A maior preocupação da União Europeia com relação à venda do serviço identificador de músicas Shazam para a Apple seria a criação de um monopólio que poderia prejudicar a concorrência, afinal há em jogo uma grande quantidade de dados e volume de usuários envolvidos.

De acordo com o portal Canaltech, o início da revisão do negócio começou em fevereiro e logo em abril se transformou em uma investigação formal que poderia barrar a aquisição.

“A união dos serviços não reduz a competitividade do mercado de streaming, apesar do gigantesco volume de dados e informações possuídas pelas duas companhias”, informou Margrethe Vestager, diretora da autoridade regulatória da União Européia.

Para a União Europeia, o Shazam é um serviço que pode complementar ainda mais o Apple Music e não há competição entre os serviços. Outro ponto importante é que a Apple não terá acesso a informações pessoais de usuários de serviços concorrentes e em métricas para ganhar vantagens competitivas.

Todavia, há a consideração de que o Shazam seja encerrado e pode ser incorporado ao Apple Music: “Nesse caso, as autoridades consideraram que os usuários de plataformas rivais até poderiam ser prejudicados, mas ponderou que existem outras alternativas no segmento de reconhecimento musical e que, também, o serviço de identificação dificilmente serve como uma porta de entrada para plataformas de streaming”, informou o Canaltech.

Por enquanto, nenhum dos serviços se pronunciou sobre a grande notícia, mas já sabemos que muitas novidades estão por vir, melhorando a experiência na Apple Music.

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Como maior acordo artístico do século, gravadoras brigam por Taylor Swift

Matéria de Axios

Taylor Swift vende muito e é por isso que as grandes gravadoras estão torcendo para que a cantora não renove seu contrato com a sua atual gravadora independente, Big Machine Records. A escolha de Swift garantirá o maior acordo artístico do século.

O contrato de Taylor Swift com sua gravadora independente, Big Machine Records, está acabando e as grandes gravadoras estão dispostas a pagar milhões por ela.

Seu último álbum “Reputation”, de 2017, vendeu 1.216 milhões de cópias logo na primeira semana, mesmo sendo retirado dos serviços de streaming. Já o álbum “21” conquistou a marca de 1 milhão de cópias em sua primeira semana. Todos os seus álbuns venderam pelo menos 2 milhões de cópias.

Além do número imenso de vendas de álbuns, Taylor Swift se dá bem em suas turnês. Segundo a Billboard, as primeiras cinco cidades que a turnê “Reputation” passou, arrecadaram US$54 milhões. O valor total do faturamento bruto da turnê pode chegar a US$400 milhões.

Entretanto, pode haver um impasse nas negociações, a cantora deseja possuir todos os direitos de seus álbuns que hoje é mantido por sua gravadora. De acordo com a revista Variety, cada um dos álbuns anteriores de Taylor Swift poderia valer 20 milhões de dólares.

A revista Variety e especialistas da indústria musical analisaram quatro cenários que devem ocorrer após o término do contrato entre a cantora e sua gravadora:

“Ficar com a Big Machine”: Swift quer seus direitos e a Big Machine não quer desistir deles.

“Não à Big Machine, sim à Universal”: A Universal já distribui e promove a música da Swift para a Big Machine – por isso, é de seu melhor interesse financeiro manter Swift por perto. E ela provavelmente está muito feliz com o trabalho feito até agora.

“Não-Universal”: Swift poderia ir para outro selo, mas eles provavelmente gostariam de ter seus mentores no negócio também.

“Sozinha”: Swift já cuida de seu trabalho promocional com uma equipe interna, então agora que ela chegou ao apogeu da indústria fonográfica, ela é indiscutivelmente pós-gravadora e poderia montar seus próprios acordos de distribuição.

“A linha inferior”: De qualquer forma, quando se trata do próximo contrato de Swift, ela terá todo o poder para preencher o “espaço em branco” em seus contracheques nos próximos anos.

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