Spotify está mudando o jeito que os artistas dão os nomes das músicas

Matéria de Showmetech

Estudo comprova que o Spotify influencia no tamanho dos nomes das músicas.

Um estudo publicado no Medium avaliou como o Spotify está transformando a produção musical no mundo.

Para conseguir mensurar o impacto do Spotify no mundo da música, o responsável pela pesquisa, Michael Tauberg, analisou o ranking Hot 100 da Billboard dividindo em duas partes: a era pré (2000 até 2008) e pós Spotify (2009 até 2017).

Tauberg comprovou que o serviço de streaming está transformando o mundo da música e inclusive está mudando o jeito que os artistas dão os nomes das músicas.

Na era pré-Spotify o número de músicas com uma palavra eram poucas, em torno de 2113. Entretanto, na era pós, esse número aumentou em 19%, chegando a 2512 músicas de sucesso nomeadas por apenas uma palavra.

Houve um aumento também em músicas com títulos formados por três palavras e com mais de dez palavras, surgindo títulos compostos por até quatorze, enquanto títulos de 4 a 7 palavras passaram a ser menos recorrentes.

O estudo também revelou outras mudanças como a medição do Hot 100, que antes era formado pelo número de vendas e transmissões na rádio. Agora a fórmula fica 35-45% vendas, 30-40% transmissões na rádio e 20-30% streaming.

Segundo Tauberg, se o streaming se tornar ainda mais dominante no consumo de música, essas tendências devem continuar.

 

Leia na origem

Mais um capítulo na história do macaco Naruto

Matéria de Meio Bit

O caso do Macaco Naruto teve mais um capítulo e tudo indica que está longe de acabar!

O juiz responsável pelo caso não aceitou o acordo entre o fotógrafo David Slater e o PETA, onde 25% da renda proveniente da foto seria destinada a projetos de proteção aos animais. O caso deve ir para o tribunal.

Tudo começou em 2011, na Indonésia, onde o fotógrafo David Slater resolveu deixar um tripé no meio do habitat do Macaco de Crista Negra. Logo os animais começaram a interagir com a lente da câmera e um deles apertou o botão disparador várias vezes fazendo autorretratos (selfies).

Uma dessas fotos ficou famosa e acabou aparecendo na Wikimedia Commons sob domínio público. Slater não gostou e pediu a retirada da imagem da plataforma alegando ser o dono da foto. Entretanto, a Wikimedia recusou o pedido e justificou que os direitos autorais pertenciam ao macaco que disparou a câmera.

O fotógrafo entrou em uma disputa judicial com a plataforma. Em 2015, o PETA entrou na briga para defender que o direito autoral deveria ser do macaco, que já tinha ganhado o nome de Naruto. Toda a renda das vendas da imagem deveriam ser revertidas em projetos de conservação da espécie, segundo a organização.

Atualmente, nos EUA não existe legislação que garanta direito autoral de uma imagem que não seja feita por um ser humano.

Leia na origem

Estréia no mercado do Spotify gera bilhões para essas duas empresas

Matéria de The Motley Fool

Por que a Sony Music e a Tencent estão apostando muito no Spotify? Especialista fala sobre a relação entre as três empresas.

O especialista em tecnologia e bens de consumo Leo Sun, publicou um artigo para o site “The Motley Fool”, explicando  a relação dos investimentos no Spotify realizados pela Sony e Tencent durante sua estreia na Bolsa de Valores.

A Sony Music, a segunda maior gravadora do mundo, detinha uma participação de 5,7% no Spotify antes de sua estreia na bolsa de valores.  A gravadora vendeu cerca de um quinto dessa participação logo no primeiro dia de negociação por pelo menos US$260 milhões, restando ainda 4,8% – o equivalente a US$1,3 bilhão.

A participação da Sony no Spotify é parte de um acordo de licenciamento por direitos de música, realizado também com outras gravadoras. A gravadora ganhou uma participação acionária maior do que suas rivais.

Sun lembrou que 2017, a Sony Music teve um bom desempenho com aumento em suas receitas, chegando a representar 9% da receita da Sony. A popularidade do Spotify só complementa o crescimento de seus negócios.

Com relação à Tencent, o especialista relembrou que em dezembro de 2017, se uniu ao Spotify e ambas empresas assumiram participações minoritárias umas nas outras.

A Tencent combina as principais plataformas de streaming da China (QQ Music, KuGou e Kuwo) e a maior parte de sua receita vem de suas plataformas sociais (WeChat, QQ e Qzone) e seu portfólio de jogos para celular e PC.

A Tencent Music também possui acordos de licenciamento com grandes gravadoras, inclusive a Sony Music.

Para expandir seu negócio a Tencent investiu em várias empresas de diferentes mercados como varejistas de tijolo e argamassa, serviços de entrega de alimentos, empresas de inteligência artificial, editores de jogos, montadoras e redes sociais. Com esses investimentos, sua receita aumentou em 56%.

Segundo o especialista, o crescimento do Spotify não significará muito para a Tencent, mas em comparação com outros investimentos é possível ver que isso faz parte de um esforço para diversificar seu portfólio.

Estudar as apostas da Sony e da Tencent dá aos investidores uma compreensão mais profundada sobre indústria da música e da importância das plataformas de streaming, que estão substituindo a mídia física e os downloads digitais, se tornando o formato preferido pelos fãs de música.

Leia na origem

O streaming está derrubando os cinemas (e a pirataria), revela pesquisa

Matéria de EXAME

Pesquisa aponta o impacto do streaming no Brasil: os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A EXAME publicou uma pesquisa exclusiva sobre o impacto do streaming no Brasil e revelou que os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A pesquisa que foi produzida pela consultoria Alexandria Big Data, ouviu 1.596 pessoas no país sobre seus hábitos de consumo on demand.

Entre os resultados obtidos, 64,7% das pessoas assinantes de serviços de streaming “deixaram de ir ao cinema para assistir filmes em casa e 43,6% citam a “liberdade de escolha” como razão principal para tanto. Os altos custos que envolvem a ida aos cinemas são citados por 30,7% como motivo”.

Além disso, apenas 35,3% afirmaram que preferem ir aos cinemas e “22,5% dizem que a experiência oferecida pela sala é o que mais atrai. 15,2% alegam que o fato de esses locais possuírem lançamentos é o que os leva a buscar essa forma de entretenimento”.

Os brasileiros estão reduzindo o consumo de pirataria: 62,4% dos entrevistados “disseram já terem consumido esse tipo de conteúdo, mas 81,6% alegam ter reduzido tal consumo depois de virar usuários de serviços de streaming”.

O ranking de serviços mais populares entre os brasileiros está em primeiro lugar a Netflix (85,1%), seguida do Spotify (33%), o Google Play (18,3%), Telecine Play (16,5%) e Deezer (14,2%).

Leia na origem

BMG adquire a maior produtora independente da Ásia Pacífico Big Bang & Fuzz

Matéria de Billboard

A BMG adquiriu a maior produtora independente de música, a Big Bang & Fuzz (BBF).

Visando alcançar o mercado situado na Ásia-Pacífico, a BMG adquiriu a maior produtora independente de música, a Big Bang & Fuzz (BBF).

Fundada em 1998, a Big Bang & Fuzz é sediada em Sydney, na Austrália, sendo uma das maiores empresas independentes de produção de música na região Ásia-Pacífico.

Segundo a notícia exclusiva no site da Billboard, não foram revelados os valores da negociação que permitirá a BMG Production Music atender a região na transmissão de TV e rádio, produção de filmes e trailers, publicidade e clientes da marca.

A BBF trabalha com grandes clientes como ABC, Airbnb, CNBC, Dubai, Foxtel, Fremantle Media, IKEA, Netflix, Qantas, Toyota e Vodafone.

Leia na origem

Spotify pode lançar um alto-falante para carros

Matéria de Digital Trends

Vem novidade! O Spotify lançará uma caixinha de som para ouvir músicas no carro! Você pagaria?

Segundo o site Digital Trends, no dia 24 de abril, o Spotify lançará sua primeira peça de hardware que será uma caixinha de som para carro que pode ser controlada por voz.

Alguns usuários do serviço de streaming receberam uma mensagem com a oferta de um plano no valor de treze dólares que lhes garantia o recebimento de um dispositivo tocador de músicas.

Nada está confirmado ainda, mas é possível que a empresa esteja trabalhando em algo para competir com o “Homepod” da Apple e vários outros alto-falantes inteligentes que estão no mercado

Leia na origem

‘Despacito’ atinge 5 bilhões de visualizações e quebra recorde no Youtube

Matéria de O Globo

Despacito bate recorde no Youtube!

“Despacito”, a música de Luiz Fonsi, está longe de ser esquecida! O hit se tornou o primeiro vídeo da história do Youtube a alcançar a marca de cinco bilhões de visualizações.

O hit de Luis Fonsi foi um dos mais ouvidos em 2017 e ganhou o Grammy na categoria “canção do ano”.

O clipe foi lançado pela Universal Music Latino e dirigido por Carlos Perez. No ano passado ficou em primeiro lugar na lista de clipes do Youtube.

Até então, o vídeo mais assistido era da música “See you again” (3,4 bilhões,) do americano Wiz Khalifa com Charlie Puth.

Há também outra versão da música, com participação de Justin Bieber, que chega a ter 7,6 milhões de visualizações. De acordo com Fonsi, a participação de Bieber ajudou ainda mais na popularidade da música.

Os créditos da canção estão divididos entre Fonsi, Daddy Yankee, Justin Bieber e Erika Yankee (filha de uma brasileira que participou do especial de final de ano de Roberto Carlos).

Leia na origem

Direitos autorais: YouTube entra em acordo com Ecad e Ubem, e ações são encerradas

Matéria de Ancelmo - O Globo

Acordo entre Ubem, Ecad e YouTube/Google garante tornar mais justas as remunerações de compositores.

A União Brasileira de Editoras de Música (Ubem) e o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) assinaram um acordo com YouTube/Google para tornar mais justas as remunerações de compositores.

As instituições exigiam equidade nos valores oferecidos no Brasil. Com o acordo, a Ubem garante a conformidade com os patamares aplicados internacionalmente pela utilização das obras musicais na plataforma.

Assim, foram encerradas todas as ações judiciais movidas pelas entidades.

 

Leia na origem

Spotify estreia na Bolsa de Valores com bom desempenho

Spotify estreou bem na Bolsa de Valores de Nova York, mas Daniel Ek quer focar em objetivos de longo prazo.

O Spotify estreou hoje (03/04) na Bolsa de Valores de Nova York. Seu desempenho foi considerado bom. Os papéis estão sendo comercializados no valor de 166 dólares e seu valor de mercado chegou a 30 bilhões de dólares.

Em 2015, analistas avaliavam a empresa em 8 bilhões de dólares, com a listagem pública esse valor mais do que triplicou em menos de três anos.

O fundador do Spotify, Daniel Ek, escreveu uma carta em seu blog alertando que o novo passo não muda em nada. O serviço continuará trabalhando com foco no longo prazo. “Às vezes conseguimos, às vezes tropeçamos”.

“Temos muito a fazer, estamos apenas no segundo turno e estou ainda mais animado com o futuro do Spotify”, completou Ek.

Leia na origem

E A ‘MODERN’ VIROU ‘OLD SOUND’: DO AUGE AO FIM DA GIGANTE DOS DISCOS

Matéria de O Globo

O site do jornal “O Globo” relembrou a história de Pedro Passos como fundador da icônica loja de discos Modern Sound.

Pedro Passos iniciou sua careira como vendedor de vinis e seu crescimento acompanhou o ritmo da indústria fonográfica.

Em 1961, Pedro comprou a loja Master Ranger, onde trabalhou como funcionário. Cinco anos depois, fundou a Modern Sound que ocupava 12 lojas de uma galeria na Barata Ribeiro, no Rio de Janeiro. Três delas eram dele e as outras nove alugadas.

“Se não tem na Modern Sound, não tem em lugar algum”, dizia o empresário que oferecia um catálogo internacional gigantesco.

Com a internet chegando para mudar os hábitos de consumo de música, seu império não resistiu a crise. Em 2010, a Modern Sound encerrou suas atividades.

Agora, aos 78 anos, Passos possui um pequeno acervo de vinis, CDs, DVDs, video lasers (formato obsoleto), e equipamentos de som. A coleção é aberta aos fãs e recebeu o nome de “Old Sound”.

Pedro atribui o fim de seu negócio à internet e a chama de “uma ferramenta da maldade”.

Sobre o streaming, ele admite não estar informado e nem quer ouvir falar! “De que adianta ter um pen drive com mil músicas? No CD você tem 12 músicas, pode escolher uma, porque seu espírito pede aquela música, não pede mil. Eu gosto da ideia do físico, de manusear LP, de limpar CD”, disse ele.

Leia na origem

©2018 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?