TODOS CONTRA A MP907/19

Saiba como votar contra medida que causará um prejuízo de R$110 milhões anuais em direitos autorais em todo o país.

O Música, Copyright e Tecnologia apóia a campanha contra a MP907/2019, medida que isenta o pagamento de execução pública em quartos de hotéis.

De acordo com a UBC (União Brasileira de Compositores), a medida ganhou uma minuta que prevê extensão das isenções a rádios, emissoras de TV, shows e outros usuários. Com isso, a previsão é de que 100 mil músicos titulares de direitos autorais deixem de receber valores do setor hoteleiro, um valor de prejuízo estimado em R$110 milhões anuais.

A votação acontecerá na Câmara dos Deputados na semana que vem, mas todos podem participar desta luta dizendo NÃO na votação popular sobre a proposta. CLIQUE AQUI PARA VOTAR!

Para entender mais sobre como a MP pode prejudicar autores de todo o país CLIQUE AQUI.

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Fãs podem fazer doações para artistas com novo recurso do Spotify

O Spotify lançou um novo recurso que permite a artistas receberem doações de fãs na plataforma, com direito a um bônus nas doações para o COVID-19 Music Relief.

O Spotify anunciou nesta quarta-feira (22) um novo recurso que permite a fãs doarem dinheiro para os artistas na plataforma.

Com o ‘Artist Fundraising Pick’ (Angariação de Fundos para Artistas, em livre tradução) artistas poderão fixar um destaque em seu perfil para receber doações para eles mesmos, ou ainda destinar recursos para instituições apoiadas pelo Spotify COVID-19 Music Relief.

De acordo com o Music Business Worldwide, o novo recurso só foi possível graças a parceria do Spotify com o PayPal e o Cash App, empresa que ainda dará um bônus para os artistas que fizerem doações ao Music Relief:

“Os usuários do [app] Spotify for Artists que enviarem seu nome de usuário junto com a tag ‘$cashtag’ como sua Escolha de Angariação de Fundos para Artistas – e que já tenham recebido pelo menos uma contribuição de qualquer valor através do Spotify – receberão um extra de US$100 em sua conta do Cash App, até um total coletivo de US$1 milhão contribuído”, anunciou a plataforma.

O Spotify postou hoje em seu blog que esta é uma iniciativa que pode sofrer alterações, já que foi lançada emergencialmente como uma maneira de ajudar os artistas neste momento de pandemia. Não foi informado se o serviço de streaming pretende estender o período de disponibilidade do recurso para após a quarentena:

“Dada a urgência e o impacto da crise do COVID-19, estamos trabalhando o mais rápido possível para desenvolver esse novo produto e divulgá-lo ao maior número possível de artistas. No entanto, nunca criamos um recurso de captação de recursos como esse antes. Consideramos essa uma primeira versão que evoluirá à medida que aprendermos a torná-la o mais útil possível para a comunidade musical”.

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Plataformas apresentam quedas nas transmissões de músicas, mesmo com maior número de pessoas em casa

Mercado musical tinha esperanças de que o consumo de música nas plataformas de streaming pudesse aumentar, já que as pessoas estão mais em casa por conta da pandemia do coronavírus. Entretanto, não é o que está acontecendo.

Ao contrário do que se esperava, o número de transmissões de músicas nos serviços de streaming não aumentou, mesmo com as pessoas em casa por conta do coronavírus.

Parece que ficar em casa não é o bastante para o aumentar o consumo de streaming de música. De acordo com dados do Official Charts Company (OCC), na última semana de março, o streaming de áudio no Reino Unido aumentou apenas 0,4% em relação à semana anterior. Enquanto o New York Times relatou no dia 6 de abril, semana do início da quarentena,  que os fluxos do Top 200 do Spotify nos EUA caíram pela terceira semana consecutiva – atingindo o ponto mais baixo do ano.

Segundo o The Guardian, esse movimento pode prejudicar ainda mais a indústria musical que contava com a audiência das plataformas, como o Spotify e Apple Music, para conter a crise gerada pela pandemia do Covid-19.

Atentos a crise, artistas como Lady Gaga e Sam Smith cancelaram o lançamento de seus álbuns e já anunciaram que vão esperar o mercado se recuperar. Entretanto, artistas como Dua Lipa não conseguiram adiar seus lançamentos, uma vez que todo o material promocional já estava em andamento.

Para o portal, mesmo que o público esteja menos interessado nas paradas, sua relevância para o sucesso comercial ainda possui grande relevância. A indústria da música, acostumada à mudanças gravitacionais nas últimas décadas depois do Napster, encontrará maneiras de se reinventar.

 

Foto: Mario Anzuoni/Reuters

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Especialista afirma que shows só poderão voltar a partir de 2021

Matéria de Rolling Stone

Nada de shows e festivais em 2020, especialista afirma que por questões de segurança, eventos com aglomerações só poderão voltar no fim do ano que vem.

Parece que não voltaremos tão cedo a frequentar shows e festivais. Pelo menos segundo a orientação do vice reitor e diretor do Healthcare Transformation Institute da Universidade da Pensilvânia, Zeke Emanuel.

De acordo com a notícia publicada pela Rolling Stone Br, durante uma entrevista sobre a pandemia do coronavírus com o New York Times, Emanuel se mostrou pouco otimista quanto à volta de eventos com aglomerações.

Para ele, grandes shows só devem ser liberados em 2021: “Precisamos fazer em etapas. Primeiro, em espaços que permita gente de baixo risco de morte voltar […] Lugares que você consegue ficar a 2 metros de distância de outra pessoa devem voltar antes.”

“Encontros maiores – conferências, shows, eventos esportivos – que todo mundo quer remarcar para outubro de 2020… Não faço ideia como eles pensam que essa é uma possibilidade plausível. Esses serão os últimos a retornar”, disse o diretor.

A previsão do reitor é de que festivais só possam ser liberados a partir de setembro do ano que vem por questão de segurança.

 

Foto: Rolling Stone / Scott Roth / Invision / AP / Shutterstock

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NETFLIX FAZ DOAÇÃO DE R$5 MILHÕES PARA AJUDAR TRABALHADORES DO AUDIOVISUAL NO BRASIL

Matéria de @BOL

Doação da Netflix será administrada pelo ICAB que repassará benefício para os profissionais do audiovisual. Saiba como se inscrever.

Nesta semana a Netflix anunciou que realizou uma doação no valor de R$5 milhões para ajudar trabalhadores do audiovisual afetados pela pandemia de covid-19 no Brasil.

De acordo com o Uol, a doação será direcionada à um fundo administrado pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB) e ajudará até 5 mil pessoas.

Profissionais do audiovisual que não possuem contratos podem receber um salário mínimo (R$ 1.045.) como benefício.

Para se inscrever, basta responder ao formulário no portal oficial do ICAB (icabrasil.org) a partir de 28 de abril. Segundo o portal, cada inscrição será revisada por um comitê composto por membros do ICAB, da BRAVI e da Netflix. As inscrições poderão ser feitas por dois meses ou até que os recursos do fundo se esgotem.

A Netflix informou em um comunicado que o valor doado é um “complemento ao pagamento de cachês que foram feitos às equipes e atores das nossas produções originais no país”.

A doação para o ICAB faz parte de um fundo de US$100 milhões criado pela Netflix em março para apoiar trabalhadores do audiovisual em países em que a empresa atua.

 

Foto: Guetty Images

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PARADA DE ÁLBUNS NA ESPANHA É INTERROMPIDA DEVIDO AO IMPACTO DO CORONAVÍRUS

Matéria de POPline

A Parada de álbuns da Espanha está paralisada devido ao impacto do coronavírus. A previsão é de que o prejuízo chegue a 40 milhões de euros.

A Promusica Espanha anunciou na semana passada que interrompeu a publicação da lista semanal de álbuns mais vendidos no país. De acordo com o Popline, a decisão foi tomada após o fechamento de lojas físicas por conta da pandemia do coronavírus.

É a primeira vez na história em que a parada de músicas mais vendidas é interrompida na Espanha. Além da contagem de álbuns, também foram suspendidas as paradas de outros formatos físicos como DVDs musicais e compilações.

Uma vez que a venda de discos não faz parte de produtos de primeira necessidade para subsistência, as entregas físicas (correios) foram suspendidas. A previsão é de que o prejuízo chegue a 40 milhões de euros, quase metade do faturamento anual do setor físico em 2019.

Segundo o portal, tanto a Promusicae e quanto a AGEDI estão com planos para quando a pandemia acabar, mesclar a contabilidade dos charts de álbuns físicos (CDs e vinil), downloads e streamings para alcançar um gráfico único que reflita o consumo de música em sua totalidade.

Atualmente, a entidade está considerando apenas os melhores albuns consumidos via streaming para avaliar o comportamento do mercado musical.

Sendo assim, a tabela que servirá como referência do comportamento do mercado musical espanhol será os 100 melhores álbuns via streaming.

 

Foto: J Balvin, um dos álbuns na EspanhaAlexandra Gavillet/Billboard

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Estudo revela que música é capaz de deixar uma pessoa mais feliz em apenas 6 minutos!

Matéria de Revista Glamour

Novo estudo afirma que música é o melhor remédio, capaz de fazer efeito em apenas 6 minutos.

É fato que a música influencia nossos sentimentos, nos deixando calmos, alegres, centrados ou até com muita vontade de dançar.  Mas quanto tempo é necessário para que uma música possa mudar nosso humor ao ponto de nos deixar completamente felizes?

Em parceria com a Deezer, a Academia Britânica de Terapia do Som (BAST) realizou uma pesquisa chamada de ‘Music as Medicine’ (Música como Remédio, em livre tradução), onde descobriu-se que bastam apenas 6 minutos para uma música te deixar uma pessoa mais feliz.

Segundo o portal Glamour, na pesquisa realizada com mais de 7.0000 pessoas, foi constatado que após 6 minutos de música muitos participantes já estavam mais felizes, e que as canções podem aliviar completamente a tristeza em apenas 13 minutos. No geral, eles descobriram que 89% das pessoas tinham a sensação de que a música era essencial para sua saúde e bem-estar.

A maioria dos participantes também afirmou que ao passarem o mesmo tempo ouvindo música foi possível se sentirem mais aliviados e menos sobrecarregados diante dos problemas. Além disso, a pesquisa identificou que a melhor música para relaxar precisa ter um ritmo lento com uma melodia simples e sem letra.

O estudo revelou ainda que bastam 13 minutos de música para diminuir tensão muscular, desaparecimento de pensamentos negativos, capacidade de dormir melhor, promovendo uma sensação de paz.

Então em tempos de quarentena por conta da pandemia do coronavírus, a dica para não ficar estressado em casa e ter uma boa saúde mental é ouvir música e melhor ainda se for uma live do seu artista favorito!!

‘Saúde Mental na Música em Tempos de Pandemia e Quarentena’ é o assunto do último episódio do Fast Forward Podcast. OUÇA AQUI!

 

Foto: Reprodução

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Manu Gavassi entra em lista de “artistas em ascensão” da Billboard

Matéria de POPline

Manu Gavassi é nova líder do BBB e sua estratégia tem dado muito certo. Tanto que ficou entre os artistas que estão em ascensão no momento na parada da Billboard.

A cantora Manu Gavassi é a nova líder no Big Brother Brasil e está mostrando que entrar em um reality show, é sim, muito vantajoso para um artista. Por isso, precisamos falar de seus grandes feitos enquanto está na casa mais vigiada do Brasil.

Antes de entrar no BBB, Manú deixou diversos materiais inéditos prontos para suas redes sociais. Sua websérie tem alcançado milhões de visualizações a cada novo vídeo publicado.

Na semana passada (7/4), após voltar de seu primeiro paredão, Manu Gavassi conseguiu entrar em 4º lugar na parada Social 50 da Billboard. De acordo com o Popline, foi um recorde nacional. Além disso, a cantora apareceu na lista “Emerging Artists”, um tipo de lista da Billboard para indicar quais artistas estão em ascensão no momento.

Segundo o portal, Manú conquistou o 30º lugar na Emerging Artists, atrás de nomes como Ingrid Andress (1º lugar) e Noah Cyrus (23º). A cantora conquistou ainda, uma melhor colocação do que o sertanejo Gusttavo Lima (33º).

O paredão contra Felipe Prior bateu um recorde de 1,5 bilhão de votos no programa. O resultado de todos os feitos da cantora refletiu, principalmente, nas redes sociais. De 4 milhões para 11,8 milhões de seguidores no Instagram.

 

Foto: Instagram

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LIVE: O papel e a Importância das editoras

Prepare sua pergunta porque vai rolar live no Instagram nesta sexta-feira com o Música Copyright e Tecnologia!

Seguindo o movimento de lives para compartilhar informação neste período de quarentena por conta do coronavírus, a @rapportproduções chamou o Música, Copyright e Tecnologia para um bate-papo ao vivo e falar sobre o ‘O Papel e a Importância de uma Editora’. A live será nesta sexta-feira (17), às 14 hrs no perfil da produtora.

Preparem suas perguntas e fiquem ligados!

 

 

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Presidente da Warner Music Brasil afirma que “o digital democratizou a música”

O presidente da Warner Music Brasil, Sérgio Affonso, falou sobre o mercado e como a internet e os serviços digitais tem ajudado o funk a conquistar jovens do mundo todo.

Em entrevista para o Music Journal o presidente da Warner Music Brasil, Sérgio Affonso, disse que o “digital democratizou a música”.

Durante a entrevista, Sérgio Affonso, que desde a década de 1980 atua no mercado musical, falou como a internet tem ajudado a música brasileira ser conhecida no mundo todo:

“A ferramenta digital, a internet, os serviços de streaming universalizaram a música. Hoje, uma música tem uma chance maior de chegar lá fora muito mais rápido do que antigamente. Então eu acho que a internet e os serviços digitais democratizaram essa possibilidade”, disse o presidente da gravadora, que conta com nomes de peso como Anitta, Ludmilla e IZA.

Para Affonso, a internet abriu caminhos especialmente para o funk, gênero musical animado capaz de conquistar os mais jovens:

“Depois da Bossa Nova, nós colocamos uma outra música altamente dançante e contagiante, que é o funk. Muita gente no Brasil, execra, fala mal, tem muita coisa ruim mesmo. Tem coisas que doem no coração, mas é uma música para dançar, não é uma música para filosofar. E isso ajuda muito porque, o público em geral, que consome música hoje no mundo inteiro, é um público muito jovem. Então está interessado em se divertir e eu acho que tudo isso ajudou bastante na abertura para esses artistas”, contou Afonso.

O presidente da Warner Music Br também falou sobre como a empresa está lidando com a pandemia do coronavírus, que impossibilitou o trabalho presencial e a realização de shows:

“Eu trabalho mais de 30 anos na Warner e digo que estou encantado de ver como a companhia está preocupada com isso. Talvez tenhamos sido uma das primeiras gravadoras a entrar em home-office e temos reuniões atrás de reuniões e ninguém falou de faturamento comigo até agora. O que se fala é se as pessoas estão seguras, se estamos conseguindo tocar o barco, como estão os nossos artistas e empregados. A gravadora está jogando muito sério nesse ponto e vai levar tempo, na minha opinião, para superarmos tudo o que está acontecendo. Na minha opinião, tudo isso será superado 100% depois que aparecer uma vacina ou um tratamento eficaz”.

Para ler a entrevista na íntegra CLIQUE AQUI!

 

Foto: Reprodução

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