JOTA QUEST FAZ SHOW EM DRIVE-IN PARA 250 CARROS

Durante o sábado (27) aconteceu o primeiro show do projeto drive-in, no Allianz Parque, com a banda Jota Quest.

Segundo o Uol, o evento reuniu 250 carros com ingressos na faixa de R$450 a R$550.

“Esta é a primeira vez que fazemos um show assim e, sem dúvida nenhuma, vocês são a melhor platéia de drive-in que já tocamos na vida”, disse o vocalista do Jota Quest, Rogério Flausino.

Ao invés de barulho de palmas, a comoção do público foi percebida por buzinaços e acende e apaga dos faróis (via Veja.com).

Desde o início da quarentena, foi a primeira vez em 90 dias que o estádio do Palmeiras voltou a abrir suas portas para um show.

Ainda segundo o portal, todos os carros foram acomodados em apenas 15 minutos no estádio. As vagas eram separadas por grades com caixas de som acopladas na altura da janela de cada veículo, com no máximo quatro pessoas em seu interior (todas deveriam usar máscaras). Além disso, o palco não tinha teto, para uma melhor visualização do palco.

Vale lembrar que na semana passada, o Memorial da América Latina também abriu suas portas, para exibir filmes clássico no formato drive-in.

Graças à pandemia, empresa especializada em lives cresce 500% em receita

A pandemia do novo coronavírus, sem dúvidas, está impactando todo o mercado musical e tem muita gente criando novas oportunidades neste momento. É o caso da ‘Clap Me’, empresa de tecnologia especializada em transmissões ao vivo pela internet.

O Terra.com publicou uma matéria sobre como a empresa conseguiu crescer 500% em receita durante a pandemia.

De acordo com o portal, a empresa conseguiu o feito graças a reestruturação de seu modelo de negócios, oferecendo dois tipos de pacotes: Um para o fornecimento de equipamentos e infraestrutura para lives; e outro através da criação de uma plataforma específica para conteúdo originais de bandas, artistas e corporações.

Criada em 2013 pelos empreendedores Celso Forster, Diego Yamaguti, Felipe Imperio e Filipe Callil, a ClapMe levou pelo menos três anos para começar a alavancar seus negócios. Isso porque, era muito difícil convencer artistas e produtores sobre como as lives poderiam beneficiar seu trabalho e impactar suas carreiras.

“Nós tínhamos que provar o valor de fazer uma live e que isso não faria os fãs desistirem de ir a um show.”, contou Callil ao portal.

Com a pandemia o cenário mudou completamente, para muitos artistas as lives se tornaram a única maneira de entrar em contato com o fã. Com tanta procura pelos serviços,  a empresa tem uma demanda média de produção de 8 e 15 transmissões por dia e sua receita cresceu cinco vezes. Parece que o jogo virou não é mesmo?

 

Foto: Divulgação

Ecad passa a cobrar taxas por direitos autorais em lives e produtores se irritam

Como já era de se esperar, o Ecad começou a regulamentar as taxas de direito autoral em lives. A notícia agradou compositores, mas nem tanto os produtores, segundo matéria publicada pelo G1.

Mediante a crise provocada pela pandemia do coronavírus, o mercado musical se voltou para a internet. Impedidos de fazer shows e festivais, artistas começaram a se apresentar em lives.

Com grande audiência, as lives ganharam patrocínio de marcas. Assim, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e a Ubem (União Brasileira de Editoras de Música) procuraram o YouTube para entender como funciona o processo remuneração neste formato de transmissão, principalmente para os compositores.

O YouTube alegou que já paga ao Ecad os direitos autorais devidos e que todos os patrocínios das lives são pagos diretamente aos produtores dos artistas, sem passar pela plataforma.

Desta maneira, as entidades chegaram a decisão de uma cobrança de taxas que somam 10% por direitos autorais das músicas tocadas nas lives patrocinadas no YouTube (5% para o Ecad e 5% para a Ubem). A cobrança se estende para as transmissões que também já aconteceram.

Ainda como parte da regra, não haverá cobrança em lives sem patrocínio ou renda. Além de um desconto de 50% em lives beneficentes para o mercado da música ou com verba que cubra só montagem e cachê.

A superintendente do Ecad, Isabel Amorim, conversou com o portal sobre as mudanças: “Nesse mundo novo das lives, se a gente não fosse em frente com essa cobrança, os compositores não receberiam nada, só os intérpretes”.

Isabel disse que a cobrança não será o bastante para recuperar a crise no mercado: “O Ecad recebe direitos por quase 6 mil shows por mês. Não tem tudo isso de live. A execução pública perdeu 50% de faturamento nos últimos meses. As lives não vão cobrir nem um pequeno percentual disso”, diz Isabel.

Diante das mudanças, alguns produtores de artistas do sertanejo e pagode, responsáveis pelas maiores lives no país, declararam ao portal que as medidas podem prejudicá-los:

“Achamos uma cobrança indevida, pois é nosso canal de divulgação. É injusto ele cobrar muitas vezes do próprio autor da música”, afirmou um produtor que não revelou sua identidade.

“A gente que corre atrás do patrocínio e eles querem uma fatia”, disse outro produtor de pagode sem identidade revelada.

Apesar da reação negativa por parte dos produtores, muitos compositores comemoraram a cobrança. Como a associação Procure Saber, representante de diversos autores da MPB como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Erasmo Carlos.

A presidente da associação e empresária de Caetano Veloso, Paula Lavigne, defendeu a nova norma: “É normal que esse tipo de novidade desperte algumas dúvidas, mas na verdade o pagamento ao Ecad dos direitos de execução pública pelas lives é devido”.

“O Ecad está cumprindo a sua obrigação de arrecadar em nome dos autores das músicas que são apresentadas nesses espetáculos ao vivo, que em muitos casos não foram compostas pelos artistas que estão se apresentando na plataforma”, afirmou Paula.

 

Foto: Reprodução

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Spotify, Warner Bros e DC Comics anunciam parceria para a produção de podcasts originais

Nesta semana o Spotify anunciou que fez uma grande parceria com a Warner Bros e DC Comics para o lançamento de uma série de podcasts narrativos.

De acordo com o Indian Television, o objetivo do Spotify é oferecer aos assinantes Premium, podcasts originais e inéditos a partir dos clássicos do mundo da DC Comics (Superman, Batman, Mulher Maravilha, Arlequina, Coringa entre outros), com produção da Warner Bros.

Vale lembrar que ainda em janeiro deste ano a Warner Bros também realizou um acordo com a Rainy Day Podcasts – empresa formada por Mick Jagger & Victoria Pearman (“Shine a Light”,“Get on Up”,“Vinyl”,“Enigma”), o produtor Steve Bing (“The Polar Express”,“Marley”,“Neil Young: Heart of Gold”,“Shine a Light”) e o escritor Josh Olson (“A History of Violence”) – para produzir uma série de podcasts narrativos originais.

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Warner Records EUA assina com Anitta

Nesta segunda-feira a Warner Music EUA anunciou que assinou com a artista brasileira Anitta para o lançamento de seu primeiro álbum no país confirmado para ainda este ano (Via Complete Music Update).

Em um comunicado os diretores da Warner Records EUA – Aaron Bay-Schuck e Tom Corson – declararam:

“Anitta é diferente de qualquer artista que já experimentamos. Ela não é apenas um talento musical extraordinário, mas é uma força criativa em chamas, uma artista eletrizante e um verdadeiro fenômeno cultural”, afirmaram os diretores.

Sobre a conquista a cantora também se pronunciou: “Estou muito animada por fazer parte da equipe da Warner Records dos EUA. É o momento mais importante da minha carreira. Agora, posso mostrar mais sobre minha arte e cultura ao mundo internacionalmente. Mal posso esperar para que todos ouçam todas as novas músicas em que estou trabalhando, que serão uma nova mistura de espanhol e inglês”.

A cantora assinou com a major no Brasil em 2013. O movimento vai em contramão de todos os rumores de que a cantora estaria interessada em deixar a gravadora.

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The Flaming Lips se apresenta com platéia dentro de bolhas gigantes

A banda americana The Flaming Lips mostrou que está preparada para continuar tocando, mesmo em tempos de pandemia! Durante o programa Late Show, a banda se apresentou dentro de bolhas gigantes.

Não apenas os integrantes tiveram sua própria bolha, como também o público para assistir à apresentação de “Race For the Prize”.

Segundo o Entertainment News, o vocalista Wayne Coyne, já havia se apresentado dentro de uma bolha gigante muito antes da pandemia.

“Race For the Prize” aparece no album The Soft Bulletin, dos The Flaming Lips, que comemorou seu 20o aniversário no ano passado.

Assista a apresentação AQUI!

 

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PROTAGONISTA: TikTok supera Facebook e fica entre os apps mais baixados do mundo

O Tik Tok é o aplicativo do momento sendo o terceiro mais baixado na categoria “não jogos”. O aplicativo foi mais baixado que o Whatsapp e Messenger (Via Forbes Brasil).

Segundo o relatório da Sensor Tower Analytics, o TikTok alcançou a marca de 1,65 bilhão de downloads na App Store e na Google Play Store.

De acordo com matéria publicada na Forbes, este é o surgimento de um novo protagonista, pois além de ser a primeira plataforma chinesa a atingir tal nível de relevância global, também é o único aplicativo que está entre os mais baixados sem pertencer ao conglomerado de Mark Zuckerberg.

A propósito, para não ficar atrás, o Facebook está trazendo alguns recursos parecidos com o aplicativo. Um exemplo é o Cenas do Instagram, que permite a criação e edição de vídeos curtos ao modo do TikTok.

Vale lembrar que a ByteDance, empresa-mãe do TikTok está avaliada em US$75 bilhões pela CB Insights, sendo a startup mais valiosa do mundo.

 

Foto: reprodução

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Associação diz que prejuízo na indústria do entretenimento deve chegar a R$70 bi no Brasil

A Apresenta Rio – associação representante de diversas empresas da indústria do entretenimento –  está prevendo que cerca de 1,5 milhão de pessoas estão desempregadas desde o início da pandemia no Brasil. Pelo menos 30% (450) mil estão no estado do Rio. (Via G1)

O diretor-presidente da associação, Pedro Augusto Guimarães, avalia que o prejuízo deve chegar na casa dos bilhões:

“Sendo bem conservador nos cálculos, se as coisas continuarem como estão, até o fim do ano o prejuízo na área de shows e eventos no Rio deverá estar próximo dos R$70 bilhões”, avalia o diretor.

Segundo o G1, São Paulo e Rio de janeiro são os estados em que mais se concentram eventos e shows de grande porte no país. Neste ano, apenas o Carnaval gerou mais de R$4 bilhões.

“O setor que agrega shows, espetáculos, eventos e turismo representa 5% do Produto Interno Bruto fluminense, fica atrás apenas da indústria de óleo e gás. Mais de 80% da cadeia de trabalho nessa área é temporária – quando não há eventos e shows, essas pessoas ficam desempregadas e impossibilitadas de pagarem suas contas. Só que nunca vivemos uma situação na qual a paralisação das nossas atividades se prolongasse de forma tão extensa”, afirma Pedro Augusto.

Para a associação, alguns eventos já poderiam estar acontecendo mediante as medidas de segurança necessárias, e por isso, se reuniu com a prefeitura e o Governo do Estado.

“É claro que ninguém espera fazer um show gigantesco na praia com milhares de pessoas aglomeradas na areia. Mas acreditamos que um cinema ou teatro, que cumpra as exigências de higiene e segurança, com um público reduzido, poderia funcionar.”, sugeriu Pedro Augusto.

O diretor ainda ressaltou dois pontos:

“Temos que pensar desde já na realização de dois eventos: o réveillon de 2020 e o carnaval de 2021. Essas festas são cruciais para a economia da cidade e não podemos esperar muito mais para começar o planejamento de nenhuma das duas. Além disso, os projetos que dependem de leis públicas de incentivo não podem perder esse financiamento de jeito nenhum”, concluiu.

 

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Kondzilla terá seu próprio programa na Rádio Globo

A KondZilla terá seu próprio espaço na programação da Rádio Globo. Segunda o portal O Dia, a maior produtora independente de conteúdo de música no Brasil, terá seu próprio programa na Rádio.

Com o nome de ‘Kondzilla na Rádio Globo’, o programa com estréia prevista ainda para este mês, terá uma hora de duração com artistas lançados pela Kondzilla Records, novidades e muito funk, desde os mais antigos até os atuais.

Ainda segundo o portal, a novidade faz parte da estratégia da rádio em focar no público carioca.

 

Foto: Divulgação

 

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Anavitória desabafa após Tiago Iorc não autorizar regravação de suas músicas

Durante o fim de semana, um caso envolvendo direitos autorais entre o cantor Tiago Iorc e a dupla Anavitória grande repercussão nas redes sociais. Isso porque durante uma live dos Dia dos Namorados na sexta-feira (12), Ana, da dupla Anavitória resolveu tornar pública a notícia de que Tiago Iorc está impedindo que elas relancem músicas de sua autoria para um novo projeto.

Segundo o G1, mesmo não mencionando Tiago diretamente, no dia seguinte, o cantor publicou em seu Instagram um vídeo em resposta à crítica, explicando que o escritório da dupla está “sabotando” e prejudicando seu trabalho:

“Nessa tua atitude impensada de tornar isso público, você, realmente, da missa não sabe a metade”, falou o cantor respondendo à Ana. “O escritório que gerencia a carreira de vocês, que é o escritório com o qual eu trabalhava e não trabalho mais, vem repetidamente sabotando meu trabalho, agindo de má-fé para me prejudicar, causando danos, inclusive, financeiros.”, continuou. Ele afirmou que o problema não é pessoal com as meninas, mas sim com o escritório, e por isso, não está autorizando a liberação das músicas.

A dupla deseja fazer um relançamento em versão ao vivo de seu trabalho, já gravado no ano passado. Incluindo “Trevo (Tu)”, primeiro sucesso da dupla de 2017, composta por Ana e Tiago.

Considerado padrinho de Anavitória no início de sua carreira, Tiago também produziu todo o álbum de estréia da dupla, além de ter sido sócio do mesmo escritório, que também gerenciava sua carreira até fevereiro deste ano.

Ao G1, o empresário Felipe Simas, responsável pelo escritório, não deu maiores detalhes sobre os conflitos entre ele o cantor, mas alegou que Iorc deve apresentar provas e que elas “devem ser discutidas na Justiça, e não nas redes sociais”. Para o empresário, o cantor é “irresponsável” ao “tentar prejudicar duas meninas, que não têm nada a ver com questões dele com o escritório”. Ele também informa que há dois anos as artistas tentam encontrar o cantor, mas o convite sempre é recusado.

Por fim, Anavitória publicou mais um vídeo na rede social neste domingo (14), para responder as questões levantadas por Tiago e tentar pedir mais uma vez pela liberação de suas músicas:

“Foi um espaço que a gente achou de mandar uma mensagem e deu certo, porque realmente a gente tá podendo ter esse diálogo, mesmo que aos olhos de tantas pessoas. Não era dessa forma que a gente queria que fosse. Estamos sempre abertas para uma conversa”, encerrou. Veja o vídeo completo AQUI.

Foto: Divulgação

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