YouTube lança recurso que permite aos usuários criarem vídeos curtos usando apenas o celular

Nesta terça-feira (8) o YouTube Brasil ganhou um novo recurso que permite aos usuários criarem vídeos curtos usando apenas seus telefones celulares.

A novidade, chamada de YouTube Shorts, chega com uma série de possibilidades para criar uma nova experiência aos usuários da plataforma, que hoje é responsável por transmitir diariamente cerca de 6,5 bilhões de vídeos no mundo todo.

De acordo com o YouTube,  entre as funcionalidades principais do Shorts, o usuário pode  adicionar texto a pontos específicos em um vídeo; adicionar automaticamente legendas a seu vídeo; gravar vídeos de até 60 segundos com a câmera de Shorts na vertical; usar vídeos da galeria do telefone para adicionar às gravações feitas com a câmera Shorts; e adicionar filtros para corrigir a cor dos Shorts.

O Youtube quer que a criatividade seja o ponto central para a produção dos vídeos, e para ajudar nesta questão, o Shorts incluiu a possibilidade de usar trechos de vídeos já existentes da plataforma. São bilhões de vídeos disponíveis para a criação de novos tipos de conteúdo.

“Isso significa que você pode dar seu próprio toque criativo ao conteúdo que adora assistir no YouTube – seja reagindo às suas piadas favoritas, experimentando a receita mais recente do criador ou encenando esquetes cômicos”, informou o anúncio oficial da plataforma.

E como ficam os Direitos Autorais? Conforme o anúncio, os criadores originais, bem como os artistas, poderão optar se seu conteúdo pode ou não estar disponível para ser remixado.

Além disso, o novo recurso promete ajudar artistas a se conectarem com fãs. Através de apenas um trecho de música no Shorts, o usuário poderá encontrar todas as informações sobre ela e o artista, e a partir de um clique fazer seu próprio vídeo curto com o áudio.

Monetização:

O YouTube anunciou que pretende futuramente monetizar os criadores de conteúdo que usarem a nova ferramenta. Mas enquanto o assunto é estudado, a plataforma resolveu lançar um fundo de US$100 milhões para distribuir aos criadores ao longo de 2021-2022. Em breve mais informações serão reveladas sobre o YouTube Shorts Fund.

O Shorts beta começará a ser lançado hoje e estará disponível para todos no Brasil nas próximas semanas. Sabemos que levaremos um tempo para acertar tudo e estamos apenas começando. Mal podemos esperar para você experimentar o Shorts e nos ajudar a construir uma experiência de vídeo de primeira classe diretamente no YouTube”, anunciou a plataforma.

Escultura invisível é vendida por R$93 mil

Recentemente, um artista italiano conseguiu vender uma escultura invisível por US$18 mil (cerca de R$ 93 mil).

Conforme o Extra.com, o artista italiano Salvatore Garau, de 67 anos, afirma que sua escultura, intitulada de “Io Sono” (Eu Sou, em português), foi criada como um “vácuo”, e que apesar de ser invisível, ela existe e foi feita de “ar e espírito”.

Natural da ilha da Sardenha, o artista é mais conhecido na Itália, e já teve seu trabalho exposto em vários museus da Europa e na Bienal de Veneza.

Para confirmar a presença de sua obra de arte e conseguir vende-la, foi necessária a emissão de um certificado de autenticidade que garantiu sua presença no espaço vago. O artista também publicou um vídeo para mostrar sua escultura invisível nas redes sociais.

Foto: reprodução

O YouTube pagou US$4 bilhões à artistas no mundo em 2020

Na última quarta-feira (02), Lyor Cohen, Chefe Global de Música do YouTube anunciou no blog oficial da plataforma que no último ano o YouTube pagou US$4 bilhões à artistas e compositores no mundo.

De acordo com Cohen, parte deste dinheiro foi gerado através de anúncios do YouTube e do YouTube Music/YouTube Premium.

Cohen também revelou que no último trimestre de 2021 a plataforma conquistou o maior número de assinantes pagos desde o seu lançamento. Ele disse que o objetivo da plataforma é ir além e se tornar a que mais remunera artistas no mundo todo:

“Nosso objetivo é nos tornarmos o principal gerador de receita para a indústria da música e ajudar artistas ao redor do mundo a construir uma carreira fazendo música.”, disse o executivo em seu post.

Conforme análise do Music Business Wordwide, os novos dados significam que nos últimos 12 meses, o YouTube pagou à indústria da música cerca de 20% do que arrecadou de anúncios. Sendo que dos US$4 bilhões, 30% (ou cerca de US$1,2bilhão) do que foi pago, vieram do Conteúdo Gerado pelo Usuário.

“Tanto o conteúdo de música premium quanto o conteúdo gerado pelo usuário (UGC) estão crescendo e trazendo um valor significativo para a indústria”, citou Cohen.

O executivo também mencionou o quão importante a plataforma tem sido para impulsionar novas fontes de receitas na música. Foi o que aconteceu no show virtual do grupo de k-pop BlackPink – “The Show”. Antes do show, as meninas tinham 280.000 membros assinantes do em seu canal oficial, após o show esse número bateu a marca de 2,7 milhões de novos assinantes.

Na ocasião, para assistir ao show o fã poderia escolher o acesso padrão pagando US$29,99, com acesso à transmissão ao vivo, retransmissão e emojis personalizados, enquanto o acesso ‘Plus’ custava US$39,99 e dava acesso à transmissão ao vivo, retransmissão, emojis personalizados e conteúdos extras de bastidores.

“Construir a melhor experiência musical para os fãs e capacitar todos os artistas a desenvolver suas carreiras são essenciais para nós. Eu não poderia estar mais animado com o futuro da indústria musical. Hoje em dia, quando minha mãe me pergunta o que eu faço para viver, digo a ela que estou ajudando a garantir que o próximo Kurt Cobain não precise se tornar um dentista”, concluiu Cohen

 

Foto: O grupo de K-pop BlackPink

 

Saída do sertanejo em paradas musicais é questão de recuo estratégico, diz empresário

Recentemente, publicamos aqui que o sertanejo pela primeira vez deixou o ranking das três mais tocadas no YouTube Charts Brasil. Barões da Pisadinha, Zé Vaqueiro e MC Don Juan se tornaram os artistas mais ouvidos no país.

O Youtube Charts Brasil tem sido importante para mensurar o mercado musical nacional, e desde sua criação o sertanejo sempre esteve na liderança com artistas como Marília Mendonça, Gusttavo Lima, Zé Neto & Cristiano e Henrique & Juliano.

O que poderia explicar a saída dos sertanejos do ranking nacional, principalmente durante a pandemia do coronavírus? Wander Oliveira, o empresário e dono do maior escritório de música sertaneja no Brasil, a Workshow, falou ao G1 sobre estratégias e posicionamento de mercado, adotados pelos artistas do gênero neste momento.

Em entrevista, o empresário explicou que os shows presenciais são cruciais para alavancar o gênero, e neste momento os artistas estão impedidos de se apresentar. O recuo estratégico nos lançamentos foi necessário:

“Depois que começou a pandemia, nós do sertanejo não lançamos mais nada, nada novo. Por posicionamento, a gente achou melhor ficar mais tranquilo. O próprio artista achou melhor dar um tempo e não lançar nada. A gente tem uma cultura de lançar muita coisa ao vivo, e não tivemos essa oportunidade”, explicou o empresário ao portal.

Apesar do recuo, Oliveira disse que está otimista e nos próximos meses os artistas devem voltar com os lançamentos: “O sertanejo faz muito show, e a gente está sem o show. Então por opção a gente parou de lançar. Vamos começar a lançar novamente agora. No mês de junho a gente começa a retomar o mercado. Em torno de uns três, quatro meses, o mercado volta à normalidade, porque com os novos lançamentos, a coisa volta ao que era antes”, disse Oliveira.

Alguns especialistas apontam a falta de renovação e inovação do estilo como outro motivo para a queda no sertanejo. Sobre isso, o empresário disse não considerar essa hipótese:

“Na verdade, o sertanejo se renova a cada dia. Não é uma falta de renovação. Se você for ver, não tem nenhum ritmo que tem tanto artista novo que acontece sempre. Até a própria renovação de ritmo mesmo. Não acredito que seja isso. Pra mim, na qualidade de pessoa que trabalha com sertanejo há anos, é somente a questão de lançamentos”.

“Se você pegar nas pesquisas, as pessoas estão muito mais em casa. E quando ela está em casa, ela consome muito mais a música e isso acaba passando mais rápido também. Com o não lançamento, as pessoas começam a enjoar mesmo. Vai ouvindo, ouvindo, dali a pouco ela nem aguenta mais ouvir aquela música”, concluiu o empresário.

 

Foto: Wander Oliveira entre artistas da Workshow  – Reprodução/Instagram

Dupla quer reembolso por pagar para se apresentar em programa de Raul Gil não exibido

A dupla Sérgio e Manoel revelou pagar R$25 mil para se apresentar no programa Raul Gil, porém a atração nunca foi exibida. Agora os sertanejos querem o dinheiro de volta.

Conforme noticiado pelo Metrópoles, a dupla sertaneja conseguiu se apresentar no programa do SBT em 2019, após o pagamento a pessoas que faziam o agenciamento entre programa e artistas. Os custos foram para além do esperado:

“Todos os programas que nós fomos foram pagos. O pessoal que fez a intermediação disse que teríamos que pagar R$25 mil para a pessoa que agenciou. Saímos de Belo Horizonte para São Paulo, gastamos com avião para o empresário, van e hospedagem. Gravamos o programa e cantamos duas músicas. Depois de alguns dias, nos avisaram que o programa só iria ao ar no mês seguinte”, contou Sérgio em entrevista à coluna.

O tempo foi passando e a dupla percebeu que o programa não havia sido exibido. Mesmo assim, eles chegaram a participar de um segundo episódio, também realizado com pagamento prévio para participação dos artistas:

“Apareceu outra oportunidade para participar do banquinho do Raul. Aí nos fizeram pagar de novo mais R$25 mil. Fizemos o programa de novo, e esse sim foi ao ar. Depois de seis meses, lembramos do primeiro programa e ligamos para o pessoal. Eles falaram que ainda iria passar. Passaram mais quatro meses, voltei a ligar e começaram rumores de que eles tinham perdido o programa e que não iria mais passar”, afirmou o cantor ao portal.

A assessoria de imprensa do SBT negou o ocorrido. Em nota, a emissora afirmou que não cobra para que artistas se apresentem em atrações: “O SBT não cobra nenhum tipo de valor para participação nos programas. Ao contrário, normalmente paga cachê. Será necessário descobrir quem é o intermediário que se apresentou usando o nome do SBT. A emissora tem o setor de Compliance que poderá apurar a denúncia”, informaram ao portal.

O diretor da atração Raul Gil Júnior alegou à coluna que o programa foi exibido e ganhou um vídeo no YouTube, postado há oito meses. Entretanto, não soube informar sobre negociações com divulgadores de artistas para participar do programa.

Na busca de levar sua música a novos lugares em um mercado extremamente competitivo, muitos artistas podem tentar encontrar brechas para alavancarem suas carreiras. Entretanto, é preciso cuidado e atenção ao seguir certas práticas que podem levar a prejuízos, ao invés de visibilidade.

 

Foto: Raul Gil – Divulgação

 

SEU JORGE PODERÁ INDENIZAR FAMÍLIA DE MÁRIO LAGO EM R$500 MIL

O cantor e compositor Seu Jorge foi condenado a pagar R$500 mil à família de Mário Lago pelo uso indevido de trechos de duas canções.

Conforme O Globo, a disputa judicial se iniciou em 2007, após Seu Jorge usar trechos de “Ai que saudade da Amélia” em sua música “Mania de Peitão”, presente em seu álbum “Cru”.

Apesar de recorrer em primeira instância em 2019, o compositor foi novamente condenado a indenizar a família de Mário Lago (1911-2002) pela 29ª Vara Cível do Rio de Janeiro na última sexta-feira (28).

A gravadora Universal Music e a Cafuné Produções também estão como réus, e a decisão ainda cabe recurso.

 

Foto: Divulgação

Bruno Mars vende parte de seu catálogo musical para a Warner Chappell

Bruno Mars entrou para o time de músicos que estão faturando com a venda de seu catálogo. Nesta semana a Billboard revelou que o cantor vendeu parte dos direitos de suas canções para a Warner Chappell.

Conforme a Billboard, o acordo entre cantor e editora teria sido fechado há pelo menos seis meses. Fontes da empresa confirmaram que o cantor vendeu apenas parte de seu catálogo, incluindo suas colaborações com o The Smeezingtons – trio de compositores formado por ele, Philip Lawrence e Ari Levine.

Embora os valores não tenham sido revelados, sabe-se que Mars possui um catálogo musical admirável. De acordo com o ASCAP e o sistema Songview da BMI, o cantor possui cerca de 232 canções de sua autoria.

Além disso, o catálogo de Bruno Mars inclui sucessos como “Just The Way You Are”, “Grenade”, “Locked Out Of Heaven”, e “The Lazy Song”, bem como faixas que ele co-escreveu ou apareceu em, como “Nothin’ On You’, de B.O.B e ‘Billionaire’, de Travie McCoy. Seu catálogo também inclui co-participações de hits como “F — You” de CeeLo Green e “Rocketeer” do Far East Movement, entre outros.

De acordo com a RIAA, Mars é o primeiro artista a conquistar cinco singles com certificado de diamante em “Grenade” “Just the Way Your Are”, “That’s Whats I Like” e “When I Was A Young Men”, além de sua atuação em “Uptown Funk”, de Mark Ronson.

“Estamos apenas no início da jornada e há muito mais por vir.”, disse Mars em um comunicado fornecido à Billboard pela Warner Chappell.

 

 

Foto: Kevin Winter/Getty Images

Amazon compra MGM por US$8,45 bilhões

Nesta manhã de quarta-feira (26) a Amazon concluiu a aquisição do estúdio de cinema e TV MGM por US$8,45 bilhões.  O maior investimento em conteúdo realizado pela Amazon até agora.

Para a Amazon isto significa que seu serviço de streaming, Prime Video, poderá oferecer ainda mais conteúdos exclusivos, já que conforme a Variety, o MGM é um dos estúdios mais famosos de Hollywood, responsável por lançar franquias como James Bond, Rocky além de séries que conquistaram o mundo todo incluindo The Handmaid’s Tale e Vikings. Além disso, o MGM também lançou famosos realities shows como The Voice e Shark Tank.

“O valor financeiro real por trás deste acordo está no catálogo que planejamos reinventar e desenvolver junto com a talentosa equipe do MGM”, disse Mike Hopkins, vice-presidente sênior da Prime Video e Amazon Studios, em um comunicado. “É muito empolgante e oferece muitas oportunidades para uma narrativa de alta qualidade.”

Com 200 milhões de assinantes do prime Video no mundo todo, o negócio de mídia e streaming da Amazon é considerado apenas uma parte pequena de sua receita. Entretanto, a cada ano a empresa tem investido cada vez mais em conteúdo, seguindo a tendência de outros serviços de streaming para estar à frente da concorrência na “guerra do streaming”.

 

 

Foto: reprodução – Metro Goldwyn Mayer

Netflix e Spotify lideram ranking de serviços de streaming com mais usuários

O Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum) publicou em março uma a análise para descobrir quais serviços de streaming possuem mais assinantes. Não há dúvidas que diante da pandemia do coronavírus os serviços de streaming de áudio e vídeo estabeleceram ainda mais suas receitas, contribuindo para que novos players fossem lançados, aumentando ainda mais a “guerra do streaming”.

Para descobrir quem são os líderes desta batalha pela conquista de novos usuários foram avaliados os serviços de assinatura de vídeo, áudio e notícias com mais de 5 milhões de assinantes no ano passado. Os dados vieram da associação de mídia FIPP, bem como de relatórios de empresas individuais.

Conforme a organização, com mais de 200 milhões de assinantes globais, a Netflix manteve sua posição como o primeiro e principal nome do streaming de vídeo. Embora sua base de consumidores nas Américas tenha começado a se estabilizar, o crescimento da empresa em alcance (mais de 190 países) e conteúdo (mais de 70 filmes originais previstos para 2021) o colocou a frente em mais de 50 milhões de assinantes em comparação à sua concorrência mais próxima.

No quesito de áudio, o Spotify segue no mesmo caminho, com uma base de 144 milhões de assinantes. Ou seja, mais do que o dobro da Apple Music, o concorrente mais próximo com 68 milhões de assinantes.

Enquanto isso, a Amazon segue como o segundo serviço de streaming de vídeo mais popular, com 150 milhões de assinantes. Mas vale notar que as assinaturas do Prime Video estão incluídas na assinatura do Amazon Prime, que também apresentou um grande crescimento, principalmente durante a pandemia.

Disney lidera no crescimento do streaming

Para a organização, a rápida ascensão da Disney junto aos gigantes dos serviços de streaming é algo notável. Apesar do lançamento do Disney+ no final de 2019 com uma biblioteca de conteúdo um “tanto sem brilho” (apenas uma série original com um episódio no lançamento), a plataforma disparou tanto em termos de conteúdo quanto em sua base de assinantes. Atualmente, o serviço conta com 95 milhões de assinantes, mais do que o previsto para 2024.

A onda Disney + também estimulou o crescimento de serviços de streaming parceiros como Hotstar e ESPN +, enquanto outros serviços com bases de assinantes menores tiveram grandes taxas de crescimento influenciadas pela pandemia COVID-19.

Agora, a questão que fica é como o mercado de streaming responderá quando a pandemia começar a diminuir no mundo, e quando todos os novos players forem contabilizados.

 

Foto: Visual Capitalist

Spotify anuncia shows virtuais com ingressos a R$27

Nesta semana o Spotify anunciou que vai transmitir uma série de shows ao vivo direto de sua plataforma. Conforme o G1, as apresentações começam dia 27 de maio com a banda The Black Keys e os ingressos custarão R$27,00 por show. As apresentações não ficarão disponíveis para assistir depois.

Para comprar os ingressos será necessário ter uma conta do Spotify (paga ou gratuita). Confira o line-up (Clique aqui para ver o site do evento):

27 de maio: The Black Keys no Blue Front Café, no Mississippi.

3 de junho: Rag’n’Bone Man no Roundhouse, em Londres.

10 de junho: Bleachers em uma viagem de Nova York a Nova Jersey em um ônibus de turismo municipal.

17 de junho: Leon Bridges no Gold-Diggers Hotel, em Los Angeles

24 de junho: Girl in Red em Olso.

Na próxima segunda-feira o TikTok também fará uma transmissão ao vivo do Coldplay direto de Londres. A banda fará uma apresentação exclusiva para os usuários da plataforma em celebração ao Red Nose Day USA, uma campanha anual para promover a erradicação da pobreza infantil.

Vale notar que este modelo de apresentação pode continuar mesmo após a volta dos shows presenciais. Isso porque além de aproximar o artista do público do mundo inteiro, é uma excelente forma de divulgação de lançamentos ao mesmo tempo em que gera conteúdo para as plataformas.

Foto: The Black Keys no Lollapalooza — Raul Zito/G1

 

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