MARIAH CAREY NÃO CONSEGUE REGISTRAR ‘RAINHA DO NATAL’ COMO SUA MARCA

Recentemente, cantora americana Mariah Carey teve seu pedido de registro da marca “rainha do natal” negado pela Justiça. Conforme noticiado pelo Uol via Bbc.com, Mariah Carey, que sempre volta as paradas musicais todo fim de ano com seu hit ‘All I Want for Christmas Is You’, entrou com uma série de registros de termos no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos.

Todos os termos envolviam temas natalinos como “Queen of Christmas” (“Rainha do Natal”) “Queen of Christmas” (“Rainha do Natal”), as siglas “QOC” e “Princess Christmas” (“Princesa do Natal”, em tradução livre). Com os registros das marcas, a cantora poderia teria vários direitos como o de impedir que outras pessoas usassem o título em músicas e produtos.

Quem não gostou da ideia foi outra rainha do Natal, a cantora Elizabeth Chan, que entrou com um processo em agosto deste ano contestando o pedido. Para Chan, a pretensão de Mariah Carey seria monopolizar o Natal:

“Ninguém deve ter posse sobre algo do Natal ou monopolizá-lo da maneira como Mariah procura, perpetuamente”, disse Chan em entrevista à revista Variety em agosto. “Isso não é certo. O Natal é para todos. Ele deve ser compartilhado. Não deve ter um dono.”, concluiu.

Já que os representantes da cantora pop não responderam à ação movida por Chan, os pedidos de registros foram negados pelo Escritório de Marcas.

 

Foto: Divulgação/Instagram

TRILHA SONORA DE GAMES GANHA CATEGORIA INÉDITA NO GRAMMY 2023

[Músic e games] Nesta semana foram revelados os indicados ao Grammy 2023, e entre as novidades está uma nova categoria para eleger a melhor Trilha Sonora de Videogames!

Conforme explicou o theenemy.com.br, anteriormente as trilhas de jogos entravam na categoria Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual, mas como a união entre música e games tem sido cada vez maior nos últimos anos, nada melhor do que os jogos terem sua própria categoria.

A lista de indicados ficou bem concorrida, com trilhas dos melhores jogos atuais, como Assassin’s Creed, Call Of Duty e Guardiões da Galáxia. Veja abaixo a lista completa:

Aliens: Fireteam Elite (Austin Wintory)

Assassin’s Creed Valhalla: Dawn Of Ragnarok (Stephanie Economou)

Call Of Duty: Vanguard (Bear McCreary)

Marvel’s Guardians Of The Galaxy (Richard Jacques)

Old World (Christopher Tin)

Foto: O game Guardiões das Galáxias – Divulgação

APPLE BUSCA ESPECIALISTAS PARA CRIAR UM NOVO MUNDO EM 3D

Nos próximos anos a Apple deve realizar uma série de lançamentos voltados para a realidade mista, e que irão levar a empresa a uma nova era da computação. O que estaria faltando para isso tudo acontecer? Gente que sabe fazer!

Conforme noticiado pelo Globo, sabe-se que a Apple está investindo em um óculos de ponta, que inclui um chip M2 de nível Mac, mais de 10 câmeras colocadas dentro e fora do dispositivo, e monitores de alta resolução.

Este dispositivo está sendo finalizado, e entrará no mercado com dois possíveis nomes, “Reality Pro” ou “Reality One”, e terá um preço entre US$2.000 e US$3.000. Além disso, o dispositivo também receberá um novo sistema operacional chamado realityOS, com versões de realidade mista dos principais aplicativos da Apple, como Messages, FaceTime e Mapas.

Para fazer isso tudo acontecer, a empresa ainda precisa de mais especialistas, principalmente para o desenvolvimento de ambientes virtuais. É o que está bem evidente se olharmos as recentes ofertas de emprego da Apple.

A empresa está procurando novos especialistas, voltados principalmente para ajudar no desenvolvimento de um mundo de realidade mista 3D. Mas nada de metaverso por aqui, já que seu chefe de marketing já deixou bem claro que a Apple não vai adotar este termo: “uma palavra que nunca usarei”, disse o executivo em um evento.

E aí, quando será que vem aí?

Foto: David Paul Morris/Bloomberg

EX-DIRETOR DA WARNER MUSIC ANUNCIA STARTUP DE ROYALTIES MUSICAIS

Scott Cohen, ex-executivo da WMG, está lançando uma startup de royalties de música. O empreendedor quer usar sua experiência e contatos para fazer o novo negócio dar certo, e em larga escala.

“Sei que algumas pessoas já tentaram, mas isso é algo diferente. Algo em escala. Acesso aos principais catálogos de música e artistas do mundo.”, disse Scott Cohen ao MusicAlly.

Em setembro, Cohen anunciou que estava deixando o cargo de Diretor de Inovação da Warner Music “para buscar novas aventuras das quais ouviremos falar em breve”. Agora, o executivo voltou em uma publicação em seu LinkedIn para avisar que está abrindo um novo negócio envolvendo propriedades de royalties musicais.

Sem dar detalhes, Cohen apenas disse que passou o mês passado “montando uma equipe de especialistas apaixonados, e fechando negócios exclusivos com os principais catálogos”. Ao olharmos pelo seu histórico como co-fundador da The Orchard e seu trabalho na própria Warner Music, com certeza já podemos dizer que vem coisa grande por aí. Estamos acompanhando!

Foto: reprodução

META ANUNCIA DEMISSÃO EM MASSA DE 11 MIL FUNCIONÁRIOS

Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta (empresa-mãe do Facebook, Instagram e Whatsapp) surpreendeu o mundo da tecnologia nesta quarta-feira (9), ao anunciar a demissão em massa de 11 mil colaboradores.

“Hoje, estou compartilhando algumas das mudanças mais difíceis que fizemos na história do Meta. Decidi reduzir o tamanho da nossa equipe em cerca de 13% e deixar mais de 11.000 de nossos talentosos funcionários irem. Também estamos tomando uma série de medidas adicionais para nos tornarmos uma empresa mais enxuta e eficiente, cortando gastos discricionários e estendendo nosso congelamento de contratações até o 1º trimestre”, disse Zuckerberg em um comunicado aos funcionários, assumindo a responsabilidade pela difícil decisão.

De acordo com o G1, o lucro da Meta caiu pela metade (52%) no último trimestre, ficando em US$4,4 bilhões, ao mesmo tempo em que o número de usuários apresentou estagnação, e redução da receita com publicidade. Entretanto, o aumento da concorrência e instabilidade macroeconômica pós-pandemia, foram os fatores em que mais influenciaram a decisão de Zuckerberg, como ele mesmo explicou:

“A desaceleração macroeconômica e o aumento da concorrência fizeram com que nossa receita fosse muito menor do que eu esperava”, disse Zuckerberg.

Apesar da demissão em massa, Zuckerberg continua defendendo junto aos acionistas sobre sua aposta em investir no Metaverso: “Olha, eu sei que muita gente pode discordar desse investimento. Mas, pelo que posso dizer, entendo que isso (o metaverso) vai ser uma coisa muito importante e acho que seria um erro não focarmos em nenhuma dessas áreas”, disse em uma conferência com acionistas.

 

ANCINE ABRE VAGAS PARA CURSOS GRATUITOS NO AUDIOVISUAL

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) está com matrículas abertas para três cursos voltados às finanças e projetos de audiovisual, que buscam recursos públicos.

Os cursos possuem certificação e duração de até 30hrs, e não há requisitos para a inscrição, ou seja, qualquer um pode aprender!

Veja abaixo a lista de cursos, e clique nos links para saber detalhes e fazer sua matrícula:

Execução Financeira e Prestação de Contas Referentes aos Projetos Audiovisuais (clique aqui)

Gestão de Direitos no Processo de Financiamento de Projetos Audiovisuais Com Recursos Públicos(clique aqui)

Concepção de projetos audiovisuais e fontes de financiamento(clique aqui)

 

KONDZILLA AFIRMA QUE “NUNCA MAIS” FARÁ PARCERIA COM NETFLIX

Recentemente, Konrad Dantas, criador do maior canal do YouTube na América Latina, declarou que mesmo com o sucesso da série “Sintonia”, não trabalhará mais com a Netflix.

“Se esse tipo de negócio fosse o mesmo da música, eu participaria dos resultados, dos royalties de “Sintonia”. Mas agora eu trabalho com outros canais e estou feliz de ter reconhecimento. Eu não quero nunca mais trabalhar com o Netflix”, disse o empresário durante uma conferência em Lisboa.

Conforme noticiado pelo o Globo, Konrad não explicou o motivo pelo qual cortou laços com a plataforma de streaming, mas citou que houve uma “falta de alinhamento de interesse” entre ele e a Netflix:

“Não recebi nem e-mail de agradecimento deles sobre “Sintonia”. A série segue, mas não estou mais envolvido com ela” — explicou KondZilla.

Apesar da declaração, parece que a situação não fez o empresário desistir de fazer parcerias com outras plataformas de streaming. Tanto que agora, Kond está por trás da produção de “Escola da Quebrada”, um longa-metragem com lançamento previsto pela Paramount+, para o início de 2023.

“É minha primeira experiência como produtor, não apenas como produto executivo. É algo diferente para mim”, disse ao portal.

 

Foto: Divulgação

CEO da Universal Music diz que “100.000 novas faixas por dia” em plataformas de streaming é um caso “pouco sustentável”

Sir Lucian Grainge, o CEO e presidente da Universal Music, considerada a maior gravadora do mundo, disse que “quando 100.000 faixas por dia estão sendo adicionadas nas plataformas de streaming, o resultado é uma experiência confusa para todos nós consumidores”.

Grainge fez uma série de declarações sobre o mercado musical nesta semana, durante uma reunião para mostrar os resultados da empresa no último trimestre, e disse que o grande volume de músicas, não é sinônimo de qualidade, e esta situação é pouco sustentável financeiramente para todos, artistas e fãs.

[Os consumidores] são “cada vez mais guiados para conteúdo de baixa qualidade por um algoritmo”, e “não achamos que isso seja sustentável para as plataformas, nem para os fãs de música”, acrescentou.

“Temos dados amplos que mostram exatamente porque os consumidores se inscrevem nesses serviços, e são em grande parte, para ouvir ótimas músicas”.

A Universal Music registrou receita de €2,664 bilhões (US$2,68 bilhões) no último trimestre, em todas as suas divisões. Um aumento de 13,3% ao ano, impulsionado principalmente, pelo crescimento nos seguimentos de música gravada e edição.

Foto: Guetty Images

 

CISAC: ARRECADAÇÃO DE ROYALTIES NO DIGITAL ULTRAPASSA €3 BILHÕES GLOBALMENTE

Recentemente, a CISAC (Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores) anunciou que a arrecadação de royalties de música se recuperou no ano passado no mundo todo, sendo o digital a principal fonte de renda dos criadores de música, em mais de 29 países.

De acordo com análise do relatório feita pelo musicweek.com, a arrecadação de royalties de música alcançou a marca de €8,48 bilhões globalmente, um aumento de 7,2%. Os EUA ficou em primeiro lugar entre os países mais arrecadadores, com um pouco mais de €2 bilhões (23,6% do total global) em receitas, seguido respectivamente por França, Japão, e Reino Unido.

Representando 36,1% da receita global de música, o digital se tornou a maior fonte de receitas, e pela primeira, vez ultrapassou €3 bilhões globalmente. O crescimento da receita digital de 27,5% foi quase o dobro do ano anterior, com as arrecadações digitais subindo 48,2%, acima do nível pré-pandemia.

Além disso, o digital também está sendo considerado como a principal fonte de renda entre os criadores de música em mais de 29 países. O crescimento do número de assinantes em plataformas de streaming, bem como a ampla variedade de plataformas e novos acordos de licenciamento, em particular com o TikTok e o YouTube, foram fatores que mais influenciam nesta questão.

O diretor-geral da CISAC, Gadi Oron, lembrou que esses resultados foram obtidos durante um período pandêmico, e por isso, o mercado musical anda possui grande potencial de crescimento: “Após a queda de 10% [em todo o repertório] experimentada em 2020, o retorno de nossas sociedades ao crescimento no ano passado é uma conquista impressionante. Tendo em mente que a receita de shows ao vivo e locais públicos era praticamente inexistente, a aceleração do licenciamento digital por muitos de nossos membros para compensar o declínio em outras áreas é uma verdadeira história de sucesso. A recuperação é apenas metade feita, no entanto. Há, sem dúvida, muito mais espaço para crescimento e, para isso, precisamos agregar mais valor aos trabalhos criativos no mercado digital e promover um ecossistema mais justo para os criadores.”

O presidente da CISAC, Bjorn Ulvaeus citou a importância de se manter os dados nas plataformas de streaming sempre atualizados, para que o dinheiro fique na mão de quem cria a música: “Os royalties digitais coletados pelas sociedades da CISAC estão crescendo de forma impressionante, mas o mundo do streaming ainda é um negócio inacabado quando se trata de garantir um ambiente justo para ganhar a vida. Muitos dos dados necessários para identificar e remunerar os criadores estão incompletos ou ausentes quando as obras são ingeridas em serviços de streaming. O resultado é muito dinheiro que fica na mesa quando deveria ir para os bolsos dos criadores”.

Marcelo Castello Branco, presidente do conselho do CISAC, observou que os preços das assinaturas de música precisam de um reajuste para que compositores possam ser remunerados justamente: “Valor justo e prazos justos são essenciais para não comprometer a remuneração dos titulares de direitos”, acrescentou.

Soulja Boy e Ozzy Osbourne são confirmados em festival gratuito no Metaverso

De 10 a 13 de novembro acontecerá a segunda edição do Metaverse Music Festival, um festival de música dentro do mundo virtual Decentreland. O evento gratuito reunirá 100 artistas, entre eles, Soulja Boy, Ozzy Osbourne e Dillon Francis.

Conforme noticiou a Billboard, a ideia para este ano é recriar uma experiência de festival da vida real, mas no metaverso. O evento terá todos os elementos principais de um festival no presencial como chuva atmosférica (todo festival precisa de lama), movimentos de dança personalizados chamados ‘emotes’, e até uma experiência em banheiro químico.

“[Estamos] tentando capturar esse caos que acontece em um festival real dentro de um mundo digital”, explicou Sam Hamilton, diretor criativo da Decentraland Foundation.

Na primeira edição, de 2021, mais de 50.000 participantes entraram no Decentraland para curtir o festival, que reuniu artistas que possuem grande relação com o mundo das criptomoedas, como Deadmau5, 3LAU, RAC e Alison Wonderland. Este ano o line-up ainda está sendo construindo com base na preferência dos usuários.

Diferente de outros metaversos como o Fortnite, no Decentraland, os espaços virtuais são de propriedade e operados por seus usuários através de tecnologia de criptografia. A terra dentro do mundo pode ser comprada e negociada pela comunidade que então escolhe o que construir. Wearables e itens digitais também podem ser negociados no mercado nativo da plataforma.

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