TIKTOK E UNIVERSAL MUSIC ASSINAM ACORDO DE LICENCIAMENTO GLOBAL

Agora o TikTok possui acordos de licenciamentos com as três maiores gravadoras do mundo. Acordo com a Universal trará novos recursos para os usuários, além de beneficiar artistas do seu catálogo.

Começamos a semana com o anúncio do novo acordo de licenciamento entre o TikTok e a Universal Music.

Conforme relata o Music Business Worldwide, o novo acordo global beneficiará uma compensação equitativa para artistas e compositores da gravadora, expandindo significativamente o relacionamento entre as duas empresas.

Além de poder adicionar vídeos do catálogo da Universal em sua plataforma, o TikTok confirmou que a parceria trará novos recursos para os usuários.

Em novembro do ano passado, o TikTok já havia fechado um acordo com a Sony Music, bem como com a Warner Music em dezembro, e só faltava a Universal para concluir os licenciamentos com as maiores gravadoras do mundo.

Vale notar que a novidade chega poucos dias após a Universal Music  retirar seu catálogo do maior rival do TikTok, o Triller. A gravadora acusava o aplicativo de reter pagamentos à seus artistas.

Em um comunicado, Michael Nash, vice-presidente executivo de estratégia digital da Univesal Music disse que a parceria irá trazer muitas novidades: “UMG e TikTok agora trabalharão mais próximos do que nunca para promover experimentação, inovação e colaboração ambiciosas – com o objetivo comum de desenvolver novas experiências musicais e recursos.

“Impulsionando conexões novas e mais profundas com os fãs, este acordo oferece uma compensação equitativa para nossos artistas e compositores, bem como um compromisso de desenvolver ferramentas líderes da indústria, ideias de A&R e modelos necessários para avançar em suas carreiras.”, continuou.

Marc Cimino, COO da UMPG, disse: “Esta aliança é um exemplo de toda a indústria de empresas de mídia social que reconhecem, respeitam e recompensam os criadores de música cujas músicas são fundamentais para suas plataformas. Agradecemos a parceria de Tik Tok e esperamos trabalhar juntos para fornecer suporte e oportunidades para nossos compositores”.

 

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DIRETOR DA UNIVERSAL MUSIC É CHAMADO PARA DEPOR SOBRE FITAS DE RENATO RUSSO APREENDIDAS

Matéria de O Globo

Em nota, Universal Music – atual detentora dos fonogramas de Renato Russo e da Legião Urbana – alega estar “surpreendida com este mandado de busca e apreensão em seu arquivo de tapes”, mas está providenciando dados necessários para tomar as medidas legais cabíveis.

A Operação Tempo Perdido (continuação da Operação Será) ganha nesta quarta-feira um novo episódio com o depoimento do diretor financeiro da Universal Music, sobre as gravações do cantor e compositor Renato Russo, encontradas no depósito Iron Mountain, em Cordovil, Zona Norte do Rio.

De acordo com O Globo, Afridsman Muzzy Neto, diretor financeiro a administrativo da Universal Music Brasil foi chamado para depor como representante da gravadora nesta quarta-feira, na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM).

Em nota, a gravadora – atual detentora dos fonogramas de Renato, e bem como da Legião Urbana – alegou ter sido “surpreendida com este mandado de busca e apreensão em seu arquivo de tapes” e que “está providenciando acesso ao IP para ter conhecimento do que se trata para tomar as medidas legais cabíveis”.

Entenda o caso:

Em outubro, A DRCPIM apreendeu uma série de materiais gravados por Renato Russo, na casa do pesquisador Marcelo Fróes. Foram retirados HDs, computador e celular do pesquisador, que por muitos anos atuou como representante artístico da família de Renato, além de ser amigo e produtor do artista. 

Foi encontrado ainda, um relatório com informações sobre uma suposta existência de pelo menos 30 músicas em versões inéditas gravadas pelo artista, morto em 1996.

Vale notar que recentemente, o guitarrista da Legião Urbana, Dado Villa-Lobo se posicionou contra a operação. Para o músico, as fitas não são apenas de Renato Russo, mas da Legião Urbana: “Não é Renato Russo, é Legião Urbana”, disse Dado ao Globo. “Isso me pertence, pertence ao Bonfá e ao Renato [Rocha].”

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Universal Music anuncia aquisição de todo o catálogo de Bob Dylan

Matéria de

Com acordo estimado em US$300 milhões, Universal Music passará a controlar mais de 600 títulos de Bob Dylan.

Nesta segunda-feira, a Universal Music anunciou que adquiriu todo o catálogo de composições de Bob Dylan. O que foi considerado como um dos maiores acordos de direitos autorais para um compositor.

Segundo o The New York Times, o acordo foi fechado diretamente com Dylan, que há muito tempo controla grande parte de seus próprios direitos. Com inclusão de todo o material do cantor e compositor, especula-se que o acordo foi fechado na faixa de US$300 milhões por mais de 600 títulos.

“Não é nenhum segredo que a arte de compor é a chave fundamental para toda boa música, nem é um segredo que Bob é um dos maiores praticantes dessa arte”, disse Lucian Grainge, executivo-chefe da Universal Music em um comunicado.

O catálogo de Dylan é de grande interesse no mercado musical, uma vez que suas canções remodelaram o folk, o rock e o pop. Ele recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 2016 “por ter criado novas expressões poéticas dentro da grande tradição da canção americana”. Além disso, suas canções foram gravadas por outros artistas em mais de 6 mil vezes, com cada uso gerando royalties.

Outro ponto a se notar, é que Dylan sempre realizou acordos de licenciamento envolvendo suas canções em comerciais de empresas como Apple, Cadillac, Pepsi e IBM. O que valorizou ainda mais o catálogo.

Anteriormente, grande parte do império empresarial de Dylan era administrado por meio da Bob Dylan Music Company (em outras partes do mundo, seu catálogo foi administrado pela Sony/ATV, que continuará com os controles até o vencimento de seu contrato em alguns anos).

O acordo não inclui nenhuma das canções inéditas de Dylan. Também não cobre nenhum trabalho posterior, deixando em aberto a possibilidade de que ele possa escolher outra editora para administrar esse material.

Como a Universal agora controla seu trabalho, Dylan não terá mais poder de veto sobre como suas músicas serão usadas. Ainda assim, a Universal insistiu que seria de bom gosto no uso de sua obra.

Jody Gerson, o executivo-chefe da divisão de edição da Universal, disse: “Para representar o corpo da obra de um dos maiores compositores de todos os tempos – cuja importância cultural não pode ser exagerada – é um privilégio e uma responsabilidade”. Dylan não fez comentários sobre o acordo.

Vale notar, que este é o acordo mais recente e de maior visibilidade para catálogos de música, já que vários artistas venderam suas canções, principalmente durante a pandemia.

Entre os artistas que venderam suas canções, está Stevie Nicks, que na semana passada vendeu uma participação majoritária em seu catálogo por cerca de US$80 milhões para a Primary Wave Music, uma editora independente e empresa de marketing.

Em contrapartida, a Hipgnosis Songs Fund anunciou recentemente que em apenas dois anos e meio gastou cerca de US$670 milhões, de março a setembro, adquirindo os direitos de mais de 44.000 músicas de Blondie, Rick James, Barry Manilow, Chrissie Hynde dos Pretenders entre outros.

 

Imagem: Chris Pizzello/Associated Press

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Universal Music anuncia inauguração de sua própria rede de hotéis

A Universal Music anunciou que está planejando inaugurar pelo menos três hotéis nos EUA. Com o uso de tecnologia avançada, nova rede de hotéis quer ir além de ser penas mais um destino turístico, mas sim, se tornar uma incubadora para startups digitais e novos negócios da indústria da música e entretenimento.

Na última semana, a Universal Music anunciou que está construindo a sua própria rede de hotéis luxuosos. O novo projeto está sendo realizado graças a uma parceria com a Dakia U-Ventures, um grupo de investimentos voltado para o entretenimento.

De acordo com o Music Business Worldwide, já foram confirmados a inauguração de pelo menos 3 hotéis da Universal Music nos EUA: Atlanta, Geórgia; Biloxi, Mississippi; e Orlando, Flórida.

Segundo a rede de notícias WLOX do Mississippi, o hotel Biloxi UMUSIC dará lugar ao antigo  Broadwater Resort da cidade, um destino avaliado em US$1,2 bilhão, com previsão de inauguração para 2023.

Em um comunicado, a Universal Music explicou que cada hotel será único, com inspirações na cultura local e servirão como espaços criativos, a fim de promover por meio da música, educação, inovação e mudanças sociais. [Veja o projeto do hotel aqui]

“Os hóspedes descobrirão a alma de cada cidade por meio de sua rica herança musical local. Os hotéis UMUSIC estão empenhados em ajudar suas comunidades a prosperar – criando empregos para residentes, apoiando empresas, fornecedores, e dando oportunidades para artistas locais”, afirmou a empresa em um comunicado.

Robert Lavia, presidente da Dakia U-Ventures, revelou nesta semana mais detalhes sobre os hotéis, que irão oferecer aos hóspedes entretenimento envolvendo realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e hologramas.

Lavia acrescentou que o novo complexo hoteleiro será mais que um destino turístico, mas um produtor de novos talentos. Seu principal objetivo é impulsionar carreiras de novos artistas e abrigar projetos de incubadoras para apoiar engenheiros, startups digitais, e empreendedores que desejam seguir carreira no mercado musical.

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Spotify e Universal Music anunciam novo acordo global para criarem novos recursos para artistas

O novo acordo entre Spotify e Universal Music promete trazer ainda mais recursos para promover artistas na plataforma de streaming.

O Spotify e a Universal Music anunciaram nesta quarta-feira (22) que fizeram um novo acordo global, para criarem juntos novos recursos que irão beneficiar ainda mais os artistas na plataforma.

Segundo o Music Business Worldwide, o contrato anual de licenciamento de músicas entre as duas empresas já havia expirado desde o primeiro trimestre de 2019, o que significava que as duas partes estavam trabalhando de forma contínua, sem uma atualização do acordo.

Apesar das empresas não revelarem muitos detalhes, diante do anúncio pode-se dizer que a Universal Music está disposta e focada a oferecer feedbacks para aprimorar ainda mais os recursos do serviço de streaming:

“[A Universal Music] aprofundará seu papel de líder como um dos primeiros a adotar produtos futuros e fornecerá um feedback valioso à equipe de desenvolvimento do Spotify”, informou a gravadora em seu anúncio.

O CEO do Spotify, Daniel Ek, também confirmou que a parceria trará grandes novidades para os artistas: “Juntos, esperamos reinvestir e construir novas ferramentas e ofertas para artistas de todo o mundo.”, disse o CEO no comunicado.

Atualmente, o Spotify oferece em sua plataforma duas importantes ferramentas de marketing para a promoção de artistas. Uma delas é o ‘Marquee’, que permite às gravadoras promoverem novos lançamentos através de pop-ups patrocinados. A outra é o Canvas, recurso que permite adicionar elementos visuais em loop às faixas durante a reprodução.

O Presidente e CEO do Universal Music Group (foto), Sir Lucian Grainge, também se pronunciou sobre a parceria: “Trabalhando juntas, nossas equipes expandirão e acelerarão nossos esforços de colaboração para oferecer iniciativas focadas no artista, campanhas estratégicas de marketing e novas ofertas visando fornecer novas experiências para os fãs no mundo inteiro”.

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Roberto Carlos consegue recuperar direitos sobre obras produzidas de 1960 a 1990

Matéria de F5

Os compositores Erasmo e Roberto Carlos conseguiram recuperar os direitos autorais de suas obras. A dupla alegava que a Universal Music havia abandonado a gestão contratual, além de pagar remunerações baixas pelas execuções em plataformas de streaming.

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro declarou, em nota ao F5, que Roberto Carlos e Erasmo Carlos conseguiram recuperar os direitos sobre suas obras produzidas nas décadas de 1960 a 1990.

De acordo com o F5, os compositores alegavam que a editora Universal Music havia abandonado a gestão contratual, além de pagar remunerações baixas por execuções de suas músicas em plataformas de streaming.

A decisão da 2ª Vara Empresarial é retroativa à notificação extrajudicial da editora, realizada em julho de 2018, onde a juíza Maria Cristina de Brito Lima havia favorecido à Universal Music, reconhecendo uma inexistência de direitos autorais da empresa sobre as obras da dupla.

 

Foto: YouTube/reprodução

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Iniciativas prometem remodelar o modelo de negócios das transmissões ao vivo

Matéria de New York Post

Conheça iniciativas que prometem beneficiar artistas através das transmissões ao vivo e quem sabe render lucros no futuro.

A pandemia de coronavírus cancelou shows e eventos pelo mundo todo, mas a música não parou, ela continuou tocando, mais do que nunca em transmissões ao vivo pela internet, abrindo espaço criar para novas oportunidades à artistas. O New York Post falou sobre algumas delas.

Atenta, a Universal Music já está ligada às mudanças, tanto que está desenvolvendo uma plataforma para que seus artistas possam transmitir apresentações ao vivo simultaneamente em várias plataformas, como YouTube e Facebook. Live. Nós do MCT estamos ansiosos para ver como vai ser o resultado deste projeto que será liberado na próxima semana.

Além de fazer transmissões ao vivo, o serviço, que ainda não possui um nome revelado, permitirá a interação e o envio de alertas sobre a programação de shows aos fãs. Também permitirá a venda de mercadorias e arrecadação de doações para instituições de caridade.

A gravadora não revelou se pretende faturar com a plataforma, mas disse que os direitos de streaming são de sua propriedade e que são acordados por meio de contratos.

Outra iniciativa que tenta amenizar os efeitos do coronavírus na economia e pode beneficiar artistas é o Bandsintown, um site que notifica os fãs sobre quando seus artistas favoritos estão chegando em sua região.

Com o surto do vírus, os desenvolvedores do site logo remodelaram todo o modelo de negócio. Desta forma, agora o site é capaz de alertar os usuários sobre os próximos shows a serem transmitidos por seus artistas favoritos.

“Reorganizamos o mapa do produto em duas semanas”, disse Fabrice Sergent, co-fundador e sócio-gerente do site, que trabalha com um banco de dados de mais de 530.000 artistas e 55 milhões de fãs.

Eles conseguiram uma parceria com o Twitch – a plataforma da Amazon favorita pelos jogadores – para que seus artistas possam receber dinheiro. A parceria permite que os fãs assistam as lives gratuitamente no Twitch em troca de moedas virtuais iguais a 1 centavo por bitcoin. Uma parte do valor arrecadado vai para o MusiCares COVID-19 Relief Fund, uma instituição de caridade para “músicos desempregados”.

“Tenho certeza de que veremos muitas variações nas próximas semanas”, disse Sergent. Como por exemplo, assinaturas pagas, receita de publicidade ou venda de mercadorias durante o streaming.

São iniciativas como estas que contarão muito para o mercado da música, esperamos que tudo acabe logo para trazermos boas notícias!

 

Foto: Uli Deck/picture alliance via Getty Image

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UNIVERSAL MUSIC ADMITE PERDER GRAVAÇÕES ORIGINAIS DE GRANDES ARTISTAS EM INCÊNDIO

Incêndio em 2008 na Universal Studios destruiu gravações originais (masters) de artistas como Nirvana e Elton Jhon. Até então, não havia confirmação dos danos.

Finalmente a Universal Music reconheceu que perdeu gravações originais (masters) de artistas como Elton Jhon (foto) e Nirvana, após o incêndio na Universal Studios em 2008.

Segundo reportagem da Istoé, o New York times publicou uma investigação a respeito da destruição que estima-se ter atingido 500 mil gravações originais.

Desde então, um processo coletivo iniciado por diversos artistas foi realizado, e agora foram inclusos novos documentos onde a gravadora reconhece que perdeu no incêndio as gravações originais de grandes artistas como Nirvana, Elton Jhon, Beck e R.E.M.

Os documentos revelam ainda que a gravadora possui cópias e materiais substitutos das gravações que foram perdidas, mas não informa exatamente quais foram elas.

O portal contou que no ano passado, representantes do rapper Tupac Shakur e do roqueiro Tom Petty se uniram para liderar um grupo de artistas na busca de uma indenização avaliada em US$100 milhões pela perda dos materiais. Apesar de a gravadora se comprometer a ser transparente, o litígio permanece.

Foto:  Greg Gorman/Divulgação

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UNIVERSAL MUSIC VENDE 10% DE PARTICIPAÇÃO PARA TECENT POR US$3BN

A transação foi realizada antes da virada do ano e deve permitir à Universal Music se desenvolver ainda mais no mercado asiático.

Antes da virada do ano (32 de dezembro), a Universal Music anunciou que vendeu uma participação de 10% para um consórcio de investidores liderados pelo conglomerado chinês Tencent Holdings.

Segundo o Music Business Worldwide, a venda foi fechada pelo valor de €30 bilhões (US$33,6 bilhões). O grupo já confirmou que até janeiro de 2021 pode aumentar sua participação na Universal Music para até 20%.

Além da transação, as empresas afirmaram que pretendem celebrar um segundo contrato que concede à Tencent Music Entertainment (TME) uma opção para adquirir a participação minoritária nos negócios da Universal Music na China.  A conclusão deve ser feita até o final do primeiro semestre de 2020.

Em comunicado conjunto, as empresas disseram: “A Vivendi está muito feliz com a chegada da Tencent e de seus co-investidores. Eles permitirão à UMG se desenvolver ainda mais no mercado asiático.

“A Tencent e os membros do consórcio estão entusiasmados em apoiar o crescimento da UMG por meio desse investimento. Juntamente com a Vivendi, a Tencent e a TME trabalharão para ampliar as oportunidades dos artistas e enriquecer as experiências dos fãs de música, promovendo ainda mais uma indústria próspera de música e entretenimento. ”

[Foto: Sir Lucian Grainge, Presidente e CEO da UMG, no Grammy Showcase da empresa em Los Angeles no início deste ano]/Reprodução

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UNIVERSAL MUSIC LANÇA APLICATIVO DE ANÁLISES PARA ARTISTAS

Agora, artistas da Universal Music podem monitorar seu desempenho nas plataformas de streaming e redes sociais em um só lugar com o Universal Music Artists . Saiba tudo sobre a novidade.

Nesta quinta-feira, a Universal Music lançou um aplicativo de monitoramento de streaming e redes sociais para seus artistas, o Universal Music Artists.

Agora, artistas da Universal Music poderão ter acesso aos dados de desempenho de suas músicas nos principais serviços de streaming como Spotify, Apple Music, Amazon e Youtube,  e mídias sociais, Facebook/Instagram/Twitter.

Apesar de já existir plataformas de análises de performances semelhantes, o maior diferencial do Universal Music Artists é o monitoramento de todos os dados nas diferentes plataformas de streaming e mídias sociais em um só lugar.

De acordo com o Digital Music News, cada artista pode visualizar o desempenho de suas 40 principais faixas, discriminadas por plataforma, país e dados demográficos. Além disso, é possível enviar notificações por push de eventos importantes, e saber o envolvimento em plataformas de streaming a cada 30 minutos.

Em termos de mídia social, o aplicativo pode rastrear o número de seguidores, bem como interações como comentários, curtidas e compartilhamentos. Também pode acompanhar o desempenho com base nessas interações.

Andrew Gertler, empresário de Shawn Mendes, diz sobre o aplicativo: “É ótimo ter uma ferramenta analítica abrangente como a Universal Music Artists para acessar dados em tempo real e poder tomar decisões com as informações mais atualizadas. Sempre adotamos uma abordagem holística do sucesso da música de Shawn, o que significa garantir que tudo em todas as plataformas esteja funcionando em sincronia e ver como os fãs interagem com a música em todos os principais pontos de contato, incluindo streaming, vídeo e redes sociais. Tudo isso é realmente possível apenas com ferramentas inovadoras como essa.”

A Universal Music já confirmou que a partir de 2020 o aplicativo terá uma integração com a Deezer. Haverá ainda uma atualização com benchmarks e insights aprimorados.

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