Serviços de streaming deverão pagar direitos de execução pública ao ECAD

Serviços de streaming, podcasts, rádios online e plataformas que tenham música na internet devem pagar direitos autorais de execução pública ao ECAD.

Foi decidido na quarta-feira, dia oito, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) “que serviços de streaming, podcasts, rádios online e quaisquer plataformas que tenham música na internet devem pagar direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), entidade responsável por administrar direitos de músicos”.

Para o STJ, “qualquer reprodução de música feita pela internet é uma execução pública, e por isso se enquadra nas regras do Ecad”.

“A decisão foi tomada em um caso que opunha a entidade de direitos autorais à Oi FM, rádio ligada à operadora de telecomunicações que também tinha reprodução pela internet. “O acesso à plataforma musical é franqueado a qualquer pessoa (…) que terá acesso ao mesmo acervo musical. Esse fato por si só configura a execução como pública”, disse o ministro Ricardo Cueva, relator do caso”.

“Para o ministro, determinar que serviços de streaming são parte de execução pública é um ato de proteção aos autores – segundo ele, decisões similares já foram tomadas na União Europeia.”

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Google pretende unificar Play Music e YouTube Music em uma única aplicação.

Matéria de Canaltech

Google Play e Youtube Music serão integrados de forma a se tornarem uma única aplicação.

Segundo fontes, os serviços de streaming de música do Google Play Music e YouTube Music se tornarão uma única aplicação. As equipes de produtos que trabalham em ambos os serviços já estão sendo combinadas em uma única unidade.

“Não se sabe ainda qual produto irá sobreviver após esta fusão. Por enquanto, nada vai mudar para os usuários, e ambos os aplicativos continuarão a existir de forma independente. As equipes de desenvolvimento de negócios por trás desses dois aplicativos já haviam sido combinadas no ano passado, o que facilitou ao Google negociar acordos com rótulos e artistas”.

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Why fast-growing but money-losing Spotify should get on with its IPO

Enquanto Spotify cresce, a oferta pública é adiada, o que indica que a plataforma está enfrentando problemas de licenciamento com gravadoras.

O site Techcrunch informou que a oportunidade para o Spotify de entrar na bolsa de valores aconteceria em até 2018, dando mais tempo para o serviço de streaming se estruturar e melhorar suas margens. Porém, isso não será bom para a plataforma, conforme afirma a notícia.

Atualmente, o Spotify tem pressa em abrir seu capital, uma vez que possui uma dívida grande, de US $ 1 bilhão (US) com empresas de capital de Fundos de Investimento, porém tudo indica que o atraso da oferta pública está sendo influenciado pela conclusão de acordos de licenciamento com gravadoras. Universal Music, Vivendi, Warner Music e Sony controlam 80% do fornecimento de conteúdo.

Para a autora da notícia, Leila Abboud, o Spotify possui um grande potencial e será rentável um dia, talvez isso demore anos. Por isso a oferta pública é necessária para a empresa seguir em frente.

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Netflix e Spotify não terão bloqueio de geolocalização

Acesso a serviços online como Netflix e Spotify agora são permitidos para quem deseja viajar para outros países do bloco europeu.

Ao viajar para o exterior, os assinantes europeus de serviços de streaming de vídeo e músicas não tinham acesso ao conteúdo, devido a uma técnica chamada de bloqueio por geolocalização, criada para proteger os direitos autorais.

Após a UE ter aceitado abolir as cobranças pelo serviço de roaming no uso de aparelhos móveis, o Parlamento Europeu, os Estados-Membros e a Comissão Europeia, decidiram permitir o acesso a assinaturas de serviços online em outros países do bloco.

Com essa medida, o cidadão vai poder assistir filmes, jogos, programas de entretenimento, ouvir música e até jogar games.O acordo significa mais um passo nos esforços da União Europeia para derrubar as barreiras no mercado único digital.

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Músicos da nova cena paulistana têm de atuar como empresários da canção

Uma resenha do livro “Cena Musical Paulistana dos Anos 2010″, que surgiu como uma dissertação de mestrado em sociologia.

“A quantas anda a música brasileira depois que a grande indústria fonográfica perdeu a prerrogativa de orientar, direta ou indiretamente, as formas de produção e difusão, sobretudo de música gravada?”

Leia resenha do livro de Thiago Galletta, “Cena Musical Paulistana dos Anos 2010”, que explora uma das faces desse grande tema, trazendo para o foco o circuito independente. Um livro concebido como dissertação de mestrado em sociologia.

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ECAD ganha ação de cobrança de direitos autorais por músicas via streaming

Matéria de Ancelmo - O Globo

Vitória do ECAD no julgamento do processo da Oi

STJ julga decisão favorável ao ECAD na ação da rádio OI, reconhecendo haver execução pública nos modelos webcasting e simulcasting.

Na ação, o Ecad alega haver direitos de execução pública sempre que uma empresa usar músicas na modalidade de transmissão pela Internet.

 

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AVERAGE STREAMING SUBSCRIPTION PRICE FELL TO $6.49 A MONTH IN 2015

Em novo relatório, a MiDIA Research divulga que o pagamento médio de assinantes por mês de serviços de streaming apresentou queda de 24% na média.

De acordo com o novo relatório da MiDIA Research , “Streaming Music Pricing”, analisado por Mark Mulligan, o pagamento médio de assinantes por mês de serviços de streaming como Spotify e Apple Music, ficou em US $ 6,49 em 2015, representando queda de 24% na média mensal de US $ 8,24, em 2013.

No entanto, a previsão da MiDIA é que, em 2018, haverá uma redução no crescimento das assinaturas, já que o potencial dos mercados evoluídos de streaming (EUA, Reino Unido, Suécia, Brasil, França, etc.) estarão em um ponto de saturação, o que pode impactar nos valores das tarifas pagas.

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PPL’S NEIGHBOURING RIGHTS REVENUE JUMPED 34% TO £49.1M IN 2016

PPL anuncia aumento de 34% na arrecadação de fundos de direitos conexos de licenciamento de música no Reino Unido.

A PPL (Phonographic Performance Limited) – organização britânica de licenciamento de música, fundada em 1934 – anunciou que a arrecadação de fundos de direitos conexos de licenciamento de música no Reino Unido, subiu 34% no ano passado, £ 49,1 milhões (US $ 61 milhões).

As receitas foram coletadas de 33 países em 2016, com grande crescimento em toda a França, Itália e Brasil.

Peter Leathem, Diretor Executivo, disse que está muito orgulhoso da capacidade da PPL de manter um serviço de alta qualidade, com um crescimento contínuo e garantindo recordes aos 90.000 membros. Para ele as principais razões para este crescimento são as melhorias da eficiência e dos processos da organização.

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Warner Music Reports Solid Growth of Streaming, Publishing Revenue in Quarterly Earnings

Matéria de Billboard

A Warner divulgou que em 2016 alcançou 24 milhões de dólares em receitas. Veja a análise de todo o faturamento divulgado no site da Billboard.

A Warner Music Group anunciou que em 2016 obteve uma receita líquida de US$ 24 milhões, foi um aumento de 8% na receita e graças à força do dólar, a receita total subiu 10,6% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior.

O CEO da WMG, Steve Cooper, informou em um comunicado que a empresa segue em um momento forte e o streaming continua a impulsionar o crescimento da indústria. Ele completa que todos os desafios do mercado estão sendo superados pela extraordinária música dos artistas ligados à empresa, juntamente com seus parceiros em todo o mundo.

No texto, o site da Billboard divulgou a análise das receitas divulgadas.

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