Tidal anuncia Parceria com a Vivo no Brasil

Visando atingir o mercado de streaming brasileiro, o Tidal anunciou uma parceria com o serviço de telefonia Vivo. Veja mais informações sobre a parceria.

Hoje (19/09) recebemos uma excelente notícia para o mercado da música e streaming no Brasil, a Vivo realizou uma parceria com o serviço de streaming do Jay-Z, o Tidal.

A parceria entre as empresas proporcionará aos 75 milhões de clientes da Vivo planos de R$4,99 por semana, com os primeiros sete dias gratuitos, ou R$15,99 por mês, com os primeiros 30 dias gratuitos. Haverá ainda uma oferta exclusiva para estudantes com preço reduzido, R$7,99 (US $ 1,90) por mês e os primeiros 30 dias gratuitos.

Recentemente, o Tidal também realizou um acordo semelhante com a rede móvel africana MTN.

Segundo dados da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – O Brasil é o maior mercado da América Latina e o nono maior mercado de música gravada do mundo. No ano passado, o mercado de música no país voltou a crescer e gerou receita de música de US$295,8 milhões, um aumento de quase 18% em comparação a 2016.

A Amazon Music também possui grande interesse no país e em breve anunciará seu lançamento.

“A paixão e o amor pela música estão no centro de tudo o que fazemos, e sabemos que a Vivo, juntamente com a comunidade brasileira, não apenas nos receberá de braços abertos, mas também apreciará tudo o que a Tidal tem a oferecer.”, afirmou o COO do Tidal, Lior Tibon.

“o TIDAL responde a uma crescente demanda por conteúdo de entretenimento móvel, proporcionando aos nossos clientes fãs de música uma experiência inovadora, além de amplo acesso a shows e festivais com grandes músicas internacionais e brasileiras”, afirmou Ricardo Sanfelice, VP de Digital e Inovação da Vivo.

Para celebrar a colaboração, o Tidal oferecerá um show exclusivo para os clientes e convidados da Vivo com a Nicki Minaj – que também é uma artista e proprietária do serviço – no dia 26 de setembro, em São Paulo.

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O SPOTIFY USA AS EMOÇÕES PARA AJUDAR MARCAS A ATINGIR PESSOAS.

Matéria de the Guardian

A música tem o poder de despertar emoções e dizer muito sobre as pessoas. Por exemplo, está comprovado que a música “What Do You Mean?” do Justin Bieber pode despertar sentimentos psicopatas no ouvinte. Empresas de tecnologia como o Spotify, Facebook e eBay sabem que a emoção é um dado valioso e estão cada vez mais investindo para que as marcas possam atingir as pessoas de acordo com suas emoções.

Quer descobrir se alguém é um psicopata? Pergunte qual é a sua música favorita. Um estudo da Universidade de Nova York realizado no ano passado descobriu que pessoas que amavam as músicas “Lose Yourself” do Eminem e “What Do You Mean?” de Justin Bieber poderiam estar mais propensas a ter uma pontuação alta na escala de psicopatia do que as pessoas que curtiam Dire Straits, por exemplo.

É claro que esse estudo está longe de ser conclusivo e não há razão para cortar a relação com os Beliebers e os fãs de Eminem. No entanto, de acordo com o The Guardian, essa descoberta tem grande peso com relação ao ser humano e o consumo de música.

Nos últimos anos, o Spotify tem aumentado investimentos e pesquisas no campo de análise de dados visando ajudar os profissionais de marketing a atingir os consumidores através de anúncios. As pesquisas envolvem o tipo, local e momentos em que o usuário consome música, além de dados de terceiros que podem estar disponíveis.

O Spotify está longe de ser a única plataforma que ajuda as marcas a atingir as pessoas de acordo com suas emoções.  O marketing baseado em emoções em tempo real é uma tendência crescente e que todos nós devemos estar cientes.

Por exemplo, em 2016 o eBay lançou uma ferramenta de marketing de humor e no ano passado, o Facebook disse aos anunciantes que poderia identificar quando os adolescentes se sentiam “inseguros” e “sem valor” ou precisavam de “um aumento de confiança”. Pouco tempo depois, o Facebook enfrentou uma reação por executar experimentos que poderiam manipular o humor de seus usuários.

Com a segmentação de anúncios cada vez mais sofisticada, os profissionais de marketing terão a capacidade de segmentar as emoções dos consumidores de maneiras “potencialmente exploradoras”.

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Parlamento Europeu aprova reforma na lei de direitos autorais

Matéria de O Globo

O Parlamento Europeu aprovou a proposta de reforma reforma da lei de direitos autorais na internet para dar maiores garantias aos criadores de conteúdo e remunerações mais justas dos gigantes da internet.

Nesta quarta-feira o Parlamento Europeu aprovou a proposta de reforma da lei de direitos autorais na internet para dar maiores garantias aos criadores de conteúdo e remunerações mais justas dos gigantes da internet.

Há dois anos a mudança na lei de direitos autorais tem sido discutida no mundo todo, principalmente os artigos 11 e 13 foram muito criticados.

No artigo 11 “As empresas jornalísticas ganham mais direitos legais para buscar compensação de mecanismos de busca e agregadores de notícias on-line, como o Google News, que reproduzam suas reportagens”, informou o portal do jornal O Globo. As regras são válidas para a reprodução na íntegra de reportagens ou trechos. Todavia, a cobrança não será válida para o compartilhamento apenas do link contendo algumas palavras.

O artigo 11 também determina que autores de reportagens recebam um valor proporcional à receita adicional que as empresas receberão do Google e outras gigantes da internet. Os direitos expiram em cinco anos após a publicação do material. “Os direitos garantidos pelo artigo, no entanto, não podem ser aplicados retroativamente”, explicou O GLOBO.

Recebido com muitas críticas , o artigo 13 responsabiliza portais que armazenam, otimizam e difundem conteúdo de usuários com fins comerciais (YouTube) pelas publicações de seus usuários.

O objetivo da reforma é garantir licenças aos criadores de conteúdo para que “medidas apropriadas” sejam implantadas evitando que obras protegidas sem autorização sejam “alojadas”.

Em reposta aos que acreditam que a nova diretiva pode destruir a internet por causa dos filtros de conteúdos o relator da proposta, eurodeputado alemão, Axel Voss, assegurou que isso não acontecerá, porque o texto prevê exceções às regras.

“O próximo passo é a negociação com a Comissão Europeia e os 28 países da UE para conciliar suas posições antes que as leis de direitos autorais sejam alteradas. O voto final deve acontecer em 2019. E caberá a cada país-membro definir o percentual a ser pago”, explicou O Globo.

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Conhece o Primephonic? Streaming de música clássica conta com mais de 1 milhão de faixas!

Matéria de latimes.com

Conheça o Primephonic, o serviço de streaming com mais de 1 milhão de músicas clássicas e que oferece remuneração justa aos músicos.

Lançado nos Estados Unidos, Reino Unido e Holanda, o Primephonic é um novo serviço de streaming dedicado exclusivamente à música clássica.

A plataforma conta com quase todas as músicas clássicas já gravadas, mais de 1 milhão de faixas disponíveis ao toque de um botão. Os catálogos em oferta incluem os da Warner Classics, Sony Classical, Universal Music Classics, Decca, Deutsche Grammophon e EMI, além de mais 400 outras marcas em todo o mundo.

Com uma variedade de playlists especiais que permitem aos ouvintes mergulhar em composições medievais e minimalismo, é possível pesquisar por compositor, título, artista, período musical e gênero. Há ainda informações de fundo sobre os artistas e gravações.

Outra característica interessante é a opção de comparar várias versões regravadas de uma canção, que pode dar aos ouvintes uma perspectiva sobre a evolução da arte.

Thomas Steffens , CEO do Primephonic, disse que o objetivo da empresa era inaugurar uma nova era para a música clássica na era digital.

“O streaming revolucionou a maneira como o mundo ouve música, mas não conseguiu revolucionar a música clássica”, afirmou Steffens. Sua principal preocupação era criar um modelo de negócios sustentável que oferecesse receita justa para artistas clássicos. Para este fim, a empresa desenvolveu um modelo de pagamento por segundo que leva em consideração a natureza de forma longa das composições clássicas e compensa em conformidade.

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Autoridades da Europa autorizam compra do Shazam pela Apple

Matéria de Canaltech

Em breve a aquisição do Shazam pela Apple será concluída, as autoridades regulatórias da União Europeia autorizaram a transição que pode chegar a US$400 milhões.

A maior preocupação da União Europeia com relação à venda do serviço identificador de músicas Shazam para a Apple seria a criação de um monopólio que poderia prejudicar a concorrência, afinal há em jogo uma grande quantidade de dados e volume de usuários envolvidos.

De acordo com o portal Canaltech, o início da revisão do negócio começou em fevereiro e logo em abril se transformou em uma investigação formal que poderia barrar a aquisição.

“A união dos serviços não reduz a competitividade do mercado de streaming, apesar do gigantesco volume de dados e informações possuídas pelas duas companhias”, informou Margrethe Vestager, diretora da autoridade regulatória da União Européia.

Para a União Europeia, o Shazam é um serviço que pode complementar ainda mais o Apple Music e não há competição entre os serviços. Outro ponto importante é que a Apple não terá acesso a informações pessoais de usuários de serviços concorrentes e em métricas para ganhar vantagens competitivas.

Todavia, há a consideração de que o Shazam seja encerrado e pode ser incorporado ao Apple Music: “Nesse caso, as autoridades consideraram que os usuários de plataformas rivais até poderiam ser prejudicados, mas ponderou que existem outras alternativas no segmento de reconhecimento musical e que, também, o serviço de identificação dificilmente serve como uma porta de entrada para plataformas de streaming”, informou o Canaltech.

Por enquanto, nenhum dos serviços se pronunciou sobre a grande notícia, mas já sabemos que muitas novidades estão por vir, melhorando a experiência na Apple Music.

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Plataforma de vídeos do Facebook chega ao Brasil

O Watch, é o novo serviço de vídeos do Facebook para concorrer com o YouTube. Após testes nos EUA, finalmente estará disponível no mundo todo a partir de hoje (quinta-feira) e poderá beneficiar os criadores de conteúdo.

O novo serviço do Facebook promete ser uma grande novidade e beneficiará principalmente os produtores de conteúdo, pois será possível ganhar receitas com os chamados intervalos comerciais (Ad Breaks). Além disso, será possível monitorar o desempenho dos conteúdos. Entretanto, os Ad Breaks, não estarão disponíveis no Brasil por enquanto.

De acordo com o portal Meio & Mensagem, o Ad Break funcionará da seguinte maneira: “O formato inclui mid-roll, que traz anúncios durante o vídeo, e pre-roll, antes do seu início, além de anúncios em imagem diretamente abaixo do vídeo – sempre que um Ad Break for exibido, o publisher ou criador ganhará uma parte dessa receita”.

O Watch terá ainda uma função chamada de Creator Studio que permite que publishers e criadores de conteúdo possam gerenciar e acompanhar os conteúdos e seus desempenhos nas páginas.

Com o Watch, o Facebook conseguiu grandes parcerias nos Estados Unidos, porém por aqui a intenção é apenas incentivar a produção de conteúdo. “O Watch é uma plataforma para que todas as páginas produzam conteúdo, inicialmente, lá fora, tivemos algumas iniciativas com a intenção de dar um boost na plataforma e experimentar e aprender o que funciona ou não”, explicou Mauro Bedaque, líder de parcerias de entretenimento para América Latina do Facebook.

Algumas dessas parcerias incluíram o Vox Media, ATTN e Group Nine Media. As negociações chegaram a US$250 mil por episódio, ou entre US$10 mil e U$35 mil para cada vídeo curto.

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A Netflix é mais uma que tenta se desviar das lojas de aplicativos

Matéria de MarketWatch

Empresas de tecnologia como a Netflix e o Spotify estão realizando ações para incentivar os usuários a fazerem o registro e compra de seus aplicativos em suas próprias plataformas e sites para reduzir os custos com comissões na App Store e Google Play.

Pouca gente sabe, mas para ter um aplicativo na App Store ou no Google Play, a Apple e o Google cobram um valor de 30% como comissão. Um valor considerado alto e que acaba impactando no faturamento de qualquer empresa que está nas lojas de aplicativos.

Pensando nisso, a Netflix está criando novas formas para tentar fugir das comissões das lojas de aplicativos. Para incentivar seus usuários a se registrarem por outros meios, um site para dispositivos móveis do aplicativo foi criado. Além do cadastro, o usuário poderá definir os modos de pagamentos diretamente com a Netflix. Por enquanto, a medida está em fase de testes em vários países, menos nos EUA.

Não é de hoje que as empresas de tecnologia que possuem aplicativos nas plataformas da Apple e Google reclamam da “taxa” por visibilidade. Outra empresa que tem procurado fugir da dependência das lojas de aplicativos é o Spotify.

O Spotify não permite que novos usuários se registrem na loja de aplicativos da Apple, embora o aplicativo em si ainda possa ser baixado por lá. A empresa tem se pronunciado sobre o assunto e exigindo a criação de novas regulamentações.

Em 2015, o Spotify enviou e-mails para seus usuários incentivando o pagamento pelo Spotify.com e não pela App Store: “Se você trocar seus pagamentos para o Spotify.com, não haverá custos de transação e você economizará dinheiro”, informou o e-mail. Os e-mails também continham informações sobre como desligar a renovação automática no iTunes e fazer pagamentos através de seu próprio site, além de fornecer descontos nas assinaturas.

As empresas desenvolvedoras de games também estão aderindo a ideia e gerando novos modos de registros de usuários. A Epic Games lançará seu famoso jogo “Fortnite” em seu próprio site e o download só poderá ser feito nele.

“Tivemos discussões de portas fechadas com desenvolvedores de jogos que afirmam que a estrutura de comissões da Apple e do Google é injusta e que eles podem assumir um papel mais público ao empurrar de volta o modelo de negócios”, afirmaram analistas da Macquarie – empresa líder em consultoria financeira.

Ben Schachter, líder da Macquarie também afirmou que a resistência das empresas pode significar que o modelo de distribuição de aplicativos, como ditado pela Apple e pelo Google, precisa mudar.

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NAPSTER PROVA QUE O STREAMING PODE SER LUCRATIVO

Com lucro líquido de US$6,6 milhões, o Napster provou que um serviço de streaming pode ser lucrativo e ainda revelou que não quer mais dominar todo o mundo, mas apenas 20% dele.

Recentemente, foi divulgado o desempenho do Napster e para a surpresa de muita gente o serviço de streaming provou ser lucrativo mesmo não querendo dominar o mundo como seus concorrentes Apple Music e Spotify.

Desde o início do ano até 30 de junho de 2018, o Napster registrou US$76,5 milhões em receita, mas sofreu uma queda de 16,5% em relação ao primeiro semestre de 2017. Seu lucro bruto, no entanto, aumentou 47,1% (US$18,7 milhões)

O lucro operacional também registrou um grande aumento, atingindo US$10,3 milhões e seu lucro líquido alcançou US$6,6 milhões.

De acordo com o portal Digital Music News vários são os fatores que contribuíram para a lucratividade do serviço de streaming que possui em torno de 4,5 milhões de usuários.

Em primeiro lugar, o Napster é um serviço apenas pago, ao contrário do Spotify, Deezer e Pandora. Então, ele não precisa pagar nem depender de publicidade. “Isso permite que ele continue sendo o “rei” indiscutível em termos de pagamentos de streaming de música”, afirmou o portal.

Em segundo lugar, com menos assinantes, o Napster tem menores custos operacionais. O Spotify, por outro lado, tem um número crescente de assinantes. Por causa disso, as perdas operacionais da empresa continuam aumentando.

O Napster paga aos artistas US$0,01682 por stream. Por sua vez, a Apple Music paga US$0,00783, a Amazon US$ 0,0074 e o Spotify, US$0,00397. O Pandora e o YouTube continuam sendo os piores “criminosos” de pagamento, US$ 0,00134 e US$0,00074 por fluxo, respectivamente.

Terceiro, o Napster pertence ao provedor de internet RealNetworks, e não precisa depender de investimentos externos para continuar operando.

Mesmo com lucros, as receitas do serviço de streaming de música caíram nos últimos anos devido ao aumento da concorrência.  Bill Patrizio, CEO do Napster explicou que a empresa não pretende competir diretamente com o Spotify e a Apple Music. Em vez disso, seu foco está no nicho de mercado.

Patrizio explicou que não deseja a maior fatia de mercado, ele não que brigar com os grandes Spotify e Apple. Para ele será mais fácil conseguir conquistar uma fatia de 20%: “Mesmo 20% de um mercado de US$20 bilhões é um mercado de US$4bilhões”, explicou o CEO.

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Spotify agora lista créditos das músicas também em dispositivos móveis

Matéria de O Globo

O Spotify já está disponibilizando informações sobre compositores, intérpretes e produtores das faixas em dispositivos iOS.

Segundo o portal do jornal “O Globo”, desde fevereiro as informações sobre os detentores dos direitos já estavam disponíveis em desktops. A notícia chegou no Twitter do serviço de streaming voltado para artistas, o “Spotify for artists”, entretanto não foi muito divulgado na mídia.

Vale lembrar que o Spotify já enfrentou diversas batalhas judiciais de editoras e compositores por usar músicas sem licenças e compensações necessárias.

“Com a inclusão dos créditos, a empresa passou a estreitar a relação com compositores e intérpretes, além de informar melhor os ouvintes”, informou o jornal.

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Amazon Music será lançada no Brasil

A Amazon Music está quase pronta para disputar com o Spotify, Apple Music e a Deezer aqui no Brasil, mas primeiro precisa encontrar urgente seu Diretor de Música Digital! #vemAmazon

A Amazon divulgou uma vaga de emprego para Diretor de Música Digital e isso quer dizer que seu serviço de streaming de músicas, Amazon Music, chegará ao Brasil em breve.

Segundo o anúncio da vaga, o futuro Diretor de Música Digital da Amazon Music deve lançar e desenvolver o serviço de streaming no Brasil e será responsável pela contratação e desenvolvimento de uma equipe local baseada em São Paulo.

Parece que a chegada do Amazon Music ao país será rápida – a função anunciada exige “experiência na configuração” e no “lançamento de operações” em vários países em um curto período de tempo.

“Nessa função, você contratará e desenvolverá uma equipe para impulsionar o lançamento da Amazon Music”, informou o anúncio. “Você trabalhará com a equipe da Amazon Music e com as equipes locais da Amazon para desenvolver uma experiência de cliente de música digital de classe mundial e relevante e garantir que a Amazon esteja bem posicionada em relação a outras ofertas.”

A Amazon terá como concorrentes o Spotify, que chegou ao Brasil em 2014, e à Apple Music, que chegou por aqui em 2016.

O Brasil é o maior mercado da América Latina e o nono maior mercado de música gravada do mundo, de acordo com os números de 2017 da IFPI.

No ano passado, o mercado de música do país voltou a crescer e gerou receita de música de US$295,8 milhões, um aumento de quase 18% com relação a 2016.

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