Segundo a denúncia, bots teriam gerado bilhões de reproduções falsas, inflando artificialmente métricas globais, receita publicitária e distribuição de royalties. Como o streaming é um modelo baseado em “pool de market share”, esse suposto superfaturamento teria desviado receita de outros artistas e titulares de direitos, reduzindo a fatia de quem não teve streams manipulados.
Segundo Jon Blistein (Rolling Stone), o caso reabre um debate crítico para o mercado musical: transparência real do streaming, incentivos econômicos da plataforma, limites do controle tecnológico, auditoria independente e rastreabilidade dos dados. O processo quer reparação financeira e mudança estrutural, incluindo detecção efetiva de fraude, identificação clara de vítimas, governança mais robusta e responsabilização formal do Spotify.
Leia na íntegra: https://www.rollingstone.com/music/music-features/lawsuit-spotify-drake-streams-1235457737/



