Hoje, o videoclipe deixou de ser o centro das estratégias de marketing musical para se tornar apenas uma parte de um ecossistema muito mais amplo, dominado por formatos rápidos e multiplataformas. Com a pulverização da atenção do público e o avanço das redes sociais, artistas e gravadoras têm priorizado vídeos menores, otimizados para o TikTok, Reels e Shorts, em vez de grandes produções pensadas para TV ou YouTube.
Segundo Dora Guerra (G1), o formato não desapareceu, apenas mudou de função. Especialistas apontam que o videoclipe segue sendo relevante como peça de storytelling e identidade visual, mas perdeu a centralidade econômica que teve nos anos 1990 e 2000. O investimento agora é redistribuído entre diferentes tipos de conteúdo, do lyric video a performances ao vivo filmadas em estúdio, como no modelo “Poesia Acústica”. A tendência é de um futuro híbrido: artistas explorando filmes, séries musicais, experiências imersivas e até games, reinventando o audiovisual como ferramenta de engajamento e narrativa, e não mais como vitrine isolada de um hit.
Leia na íntegra: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2025/10/27/o-videoclipe-morreu-entenda-por-que-artistas-pop-nao-investem-mais-milhoes-em-clipes.ghtml



