O cantor Nasi, do Ira!, prepara o lançamento de “nAsI – Artificial Intelligence”, tornando-se um dos primeiros artistas brasileiros de grande projeção a usar IA para rearranjar músicas do próprio catálogo. Segundo Julio Maria (Folha de S. Paulo) o projeto, que começa a sair em 23 de janeiro, transforma faixas antigas em novos gêneros, do boogaloo ao trap, para testar os limites criativos da tecnologia e do próprio artista. A iniciativa reacende debates sobre autoria, imperfeição humana, custos de produção e o potencial de um processo híbrido entre IA e músicos, apontando tendências importantes para criadores, produtores e profissionais que precisam entender como a inteligência artificial entra na cadeia musical com impactos estéticos, financeiros e jurídicos.
Um projeto que recria suas próprias músicas com inteligência artificial, transformando rocks antigos em novos estilos. O disco começa a ser lançado em janeiro e marca um dos movimentos mais ousados de IA na música brasileira.
Nasi alimentou sistemas de IA com faixas de sua carreira solo e recebeu versões completas em boogaloo, afro-cubano, trap, samba e outros estilos. Em alguns casos, os resultados superaram arranjos anteriores e abriram novas possibilidades estéticas.
Como Nasi usou material próprio, não houve conflito de direitos, mas o caso reforça a urgência de definições sobre obras derivadas, uso de repertório prévio e o valor da “imperfeição humana” elementos que podem moldar novas regras e práticas para artistas, editoras e plataformas nos próximos anos.
Leia na íntegra: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/nasi-do-ira-poe-inteligencia-artificial-para-rearranjar-suas-musicas-em-novo-album.shtml



