A União Brasileira de Compositores (UBC) e a Pró-Música Brasil lançaram a campanha “Toda criação tem dono. Quem usa, paga”, defendida por artistas como Caetano Veloso, Marisa Monte e Marina Sena, para exigir um marco legal que regule o uso de inteligência artificial na música. Segundo Tomás Novaes (VejaSP), a demanda central é que empresas que usam catálogos protegidos para treinar modelos de IA paguem, tenham transparência sobre quais obras são usadas e solicitem consentimento aos autores. A iniciativa reforça que a IA pode conviver com a criatividade humana, mas não deve se apropriar de criações sem remuneração ou respeito aos direitos autorais, um tema de impacto direto para compositores, gravadoras, editoras e plataformas digitais no Brasil.
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