DEEZER REALIZA PARCERIA COM EMISSORA DE TV ALEMÃ PARA OFERECER CONTEÚDO EXCLUSIVO

Na última sexta-feira, a Deezer firmou parceria com a emissora alemã RTL para oferecer conteúdo exclusivo de vídeo, podcasts, música e audiolivros .

De acordo Music Business Worldwide, a Deezer servirá como uma parceira de música, oferecendo aos assinantes da plataforma paga da RTL conteúdos premium, como por exemplo, acesso a playlists organizadas pela equipe global de editores da Deezer.

A parceria se assemelha à realizada no Brasil, entre Globoplay e Deezer, mostrando um movimento estratégico do serviço para conquistar espaço de mercado globalmente.

Conforme relatado pelo The Hollywood Reporter, a RTL pretende triplicar seu investimento em conteúdo em quase $700 milhões anuais, e já anunciou o lançamento de uma plataforma de streaming multisserviço, em uma tentativa de competir com empresas como Netflix e Disney+.

MUNDO BITA E WARNER MEDIA SE UNEM PARA CRIAR CONTEÚDOS ORIGINAIS NO STREAMING

Recentemente, a Warner Media América Latina fechou parceria com o canal ‘Mundo Bita’, da produtora de conteúdo Mr. Plot para criar uma nova série original que será divulgada no Brasil e América Latina.

Com mais de oito milhões de inscritos no Youtube, o canal infantil ‘Mundo Bita’, já criou cerca de 100 vídeos, e já vendeu 2,9 milhões de produtos vendidos.

De acordo com o Tela Viva, a nova série ‘Show do Bita: Especial 10 anos’ está com data marcada para estreia no dia 29 de novembro na plataforma de streaming HBO Max, e será o primeiro conteúdo a ser produzido em parceria com a Warner Media Kids&Family. Além da série, a parceria incluiu novas produções originais e disponibilidade de clipes musicais nas plataformas da Warner Media.

“Essa conquista faz parte do nosso comprometimento em levar para nossa audiência conteúdos brasileiros de alta qualidade. Acreditamos que ‘Mundo Bita’ vai fortalecer ainda mais o nosso portfólio com a sua força, levando às famílias todo o brilho de suas músicas e animações”, disse Jessica Bishop, Head de Aquisições da WarnerMedia Kids &Family para América Latina.

“O ‘Mundo Bita’ tem muito o que produzir de conteúdo inédito no futuro próximo, em diversos formatos, com inúmeros assuntos para ajudar no desenvolvimento saudável e solidário das crianças. Contar com as plataformas WarnerMedia para reverberar tantas mensagens positivas é uma forma de estar mais perto das famílias, tanto no Brasil quanto nos países da América Latina”, complementou Chaps Melo, cantor e compositor do “Mundo Bita”.

 

Foto: divulgação

‘Passaporte da vacina’ não poderá ser exigido em projetos financiados pela Lei Rouanet

Nesta segunda-feira (8/11) o secretário de Cultura, Mário Frias, vetou a exigência do comprovante de imunização contra a Covid-19 em projetos financiados pela Lei Rouanet.

Conforme o Metrópolis.com, o veto de Frias na prática, quer dizer que o comprovante chamado de “passaporte da vacina” não poderá ser exigido durante a produção de um filme ou peças teatrais.

“Fica vedado pelo proponente a exigência de passaporte sanitário para a execução ou participação de evento cultural a ser realizado, sob pena de reprovação do projeto cultural e multa”, informou o trecho da determinação publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Para Frias, a medida vai garantir que os direitos básicos da civilização sejam protegidos: “A proibição do famigerado passaporte de vacinação, nos projetos da Lei Rouanet, visa garantir que medidas autoritárias e discriminatórias não sejam financiadas com dinheiro público federal e violem os direitos mais básicos da nossa civilização”, escreveu o secretário no Twitter.

A decisão também destaca que os projetos financiados pela Lei Rouanet terão de ser adequados para o digital, para garantir que não haja uma “discriminação entre vacinados e não vacinados”.

“Os projetos culturais que comprovarem a adoção dos protocolos de medidas de segurança, para prevenir a Covid-19, tais como, aferição de temperatura, exame de testagem para Covid e uso de materiais de higiene, terão prioridade na análise de homologação de admissibilidade”, frisou a portaria.

Vale notar que o “passaporte da vacina” tem apoio da comunidade médico-científica, uma vez que quem não está imunizado deve ter restrições de circulação para não por em risco a saúde de outras pessoas, e evitar novos casos e possíveis mortes.

Foto: reprodução

ORGANIZADORES DO ROCK IN RIO CRIAM NOVO FESTIVAL DE MÚSICA EM SÃO PAULO

Os criadores do Rock in Rio anunciaram nesta semana que estão organizando um festival de música do mesmo estilo em São Paulo: “The Town”

Conforme o Globo, o evento irá reunir música, grandes atrações e tribos no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e receberá a mesma estrutura que os outros Rock in Rios pelo mundo:

“Eu não encontrava o lugar. Eu estava na pandemia e falei ‘peraí, mas o autódromo está ali, é questão de arrumar’. Esse projeto de São Paulo é uma revisita ao espaço do autódromo. Vamos fazer ali uma cidade inteira do rock”, conta o idealizador do evento, Roberto Medina, ao portal.

O The Town está previsto apenas para 2023, mas já ganhou até um tema inédito interpretado por Iza em parceria com o cantor Criolo. Por enquanto, só nos resta esperar pelo próximo Rock in Rio em setembro de 2021.

 

foto: Roberto Medina, divulgação

UNILEVER É CONDENADA A PAGAR R$20 MIL A NANDO REIS APÓS USO DE TRECHO DE MÚSICA EM EMBALAGEM

Recentemente, a Unilever foi condenada a pagar R$20 mil ao cantor e compositor Nando Reis, após usar um trecho da canção ‘Relicário’ sem a devida autorização em uma embalagem de seus produtos.

No caso, foi identificado que uma das marcas da Unilever, Mãe Terra, usou o verso “pura semente dura o futuro amor”, na embalagem de um mix de sementes.

Conforme o ConJur, a decisão realizada em agosto deste ano, pela 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, favoreceu o cantor de acordo com os argumentos do desembargador Alvaro Passos. Ele alegou que o uso do trecho da música na embalagem se mostrou “incontroverso”, uma vez que tanto a música, quanto a marca são amplamente conhecidas no mercado, o que poderia abrir precedentes para que outras marcas façam o mesmo, prejudicando compositores:

“O uso do conhecido trecho da música do artista, além de impedi-lo de obter valores por sua cessão, também pode ensejar o entendimento de que existe uma espécie de autorização para que outras empresas igualmente utilizem trechos de obras musicais ou de outra área protegida pela legislação de direitos autorais sem qualquer contrapartida ao seu titular”, afirmou Passos.

Além disso, Passos aceitou o argumento feito pelo cantor de que o uso livre de trechos de suas músicas por empresas em suas atividades comerciais pode gerar uma diluição de valor no mercado, perdendo força ‘na questão das cessões autorais para aspectos publicitários ou qualquer outra forma de exploração patrimonial escolhida pelo titular’.

“Ainda que o demandante assevere que o utilizado artigo 46, VIII, da Lei 9.610/1998 não possa ser aplicado ao caso porque não seria, segundo ele, uma reprodução em uma obra e sim uso em produto comercial, o fato é que utilizando o próprio texto final do dispositivo não se permite a utilização do trecho como ocorreu na hipótese vertente sem autorização, pois, diferentemente do posicionamento adotado, há prejuízo à exploração normal da obra e ao seu autor”, completou o desembargador.

 

Foto: Nando Reis – Divulgação

FEIRA DE MÚSICA REÚNE EMPRESÁRIOS PARA FECHAR SHOWS E NEGÓCIOS EM PORTUGAL

Na última semana aconteceu a maior feira de música global, Womex 21, em Portugal. O evento foi marcado pela presença de músicos, produtores e empresários brasileiros que queriam fechar negócios e shows no país.

O Gerente de projetos da Brasil, Música e Artes (BM&A), uma associação sem fins lucrativos para a promoção da cultura brasileira no exterior, Daniel Nogueira, contou ao Globo que não esperava tanta gente no stand da BM&A:

“Achava que tinha perdido isto para sempre, que a partir da pandemia seria tudo online. É uma luz no fim do túnel”, disse Nogueira.

Conforme o Globo, Portugal é como uma segunda casa para artistas brasileiros, e agora é a melhor oportunidade para fazer negócios no país que está em fase de reabertura de eventos presenciais.

Somente no time de Nogueira, foram 20 expositores brasileiros na Womex 21. O executivo contou que por conta da pandemia a organização já tinha perdido a esperança de participar da feira:

“Como este é um momento de exceção, acolhemos até os não associados, que podem sair daqui com seus shows encaminhados. Esta época é boa para marcar shows para o verão do próximo ano e fomentar esta retomada. Além de fazer quórum e dar exemplo para quem está no Brasil e quer vir, mas ainda tem receio. Portugal tirou as restrições e está funcionando”, disse o executivo.

O Diretor da agência de música Showzaço, Ulysses de Paula, também esteve presente da feira e aproveitou para negociar shows de nomes consagrados e de novos talentos:

“Para 2022, temos conversas com os empresários de Teresa Cristina, Emicida e Marisa Monte. Na Womex, buscamos realizar contatos e conhecer novos artistas fora da bolha brasileira”, disse de Paula ao portal.

Além da feria de negócio, shows com artistas de vários países fizeram parte da programação, entre eles, Jabu Morales, com o Ayom, e Lucas Santtana no Teatro Nacional São João, além de Rincon Sapiência no Hard Club.

FOTO: Estande da BMA na Womex 21| Gian Amato/Portugal Giro/O Globo

 

CEO DA UNIVERSAL MUSIC DIZ QUE A MÚSICA ESTÁ SOB UMA NOVA ONDA DE CRESCIMENTO E EVOLUÇÃO

Nesta semana a Universal Music, a maior detentora de direitos musicais no mundo, anunciou seus resultados financeiros do ultimo trimestre (Q3) pela primeira vez como uma empresa de capital aberto.

Em todas as suas divisões (música gravada, edição e outros formatos), a Universal Music teve receitas nos de €2,153 bilhões (aproximadamente US$2,5 bilhões nas taxas de câmbio atuais). O que significou um aumento de 17% a.a. nas receitas, e mais 6,5% de crescimento em relação ao 2º trimestre.

Além de apresentar os resultados financeiros, o Presidente e CEO da gravadora, Lucian Grainge, contou como a gravadora vem trabalhando para se manter na liderança em um mercado marcado por oscilações e novos hábitos de consumo.

Para Grainge, a música está seguindo uma “trajetória poderosa”, se referindo à pesquisa global publicada pela IFPI, onde se descobriu que a média de audição de música [por pessoa] cresceu para 18,5 horas por semana, e que nos últimos dois anos, a quantidade de tempo que os fãs gastaram em plataformas de streaming de áudio por assinatura aumentou 51%.

O CEO disse que o clima é de otimismo, já que as pessoas estão consumindo mais música e se conectando com artistas de maneiras nunca vistas:

“As pessoas não estão apenas curtindo mais música, mas também se conectando com artistas de maneiras que eram inimagináveis há alguns anos. Uma mistura diversificada de gêneros musicais está encantando os fãs em um cenário em expansão que inclui vídeos curtos, redes sociais, aplicativos de fitness, jogos, transmissões ao vivo, produtos digitais e muito mais”.

A fim de atender essa nova demanda por música em diferentes ambientes, a gravadora tem feito parcerias com aplicativos em diferentes segmentos como saúde e fitness. Um dessas parcerias foi realizada na última semana, a primeira na área medica, com a empresa de terapia digital, Medrhythms. O objetivo é criar novas formas de estimular partes do cérebro de um paciente através de músicas do catálogo da gravadora.

Pensando também em como atender os novos gostos por gêneros diferentes de música, Grainge falou na extensão de seu relacionamento com o grupo de Kpop BTS – o mais vendido mundialmente – e sobre o retorno do ABBA. Para comemorar os 40 anos da banda, foi lançado um novo álbum junto com um show inovador no qual os artistas se apresentarão como avatares em uma experiência de show digital imersiva em uma arena em Londres.

BTS – Divulgação

A notícia do próximo show levou o catálogo do ABBA ao topo das paradas de streaming e ganhou, em uma semana, mais de um milhão de seguidores no TikTok.

“Acredito firmemente que a indústria da música está apenas no início de uma nova onda de crescimento e evolução. Estamos posicionando o UMG para liderar esta evolução para o benefício de nossos artistas, fãs [e] obviamente acionistas”, concluiu o CEO.

Estado de São Paulo anuncia abertura de programa de fomento voltado para incentivo fiscal à cultura

Nesta semana a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo anunciou a antecipação do recebimento dos projetos do ProAC ICMS 2022, o programa de fomento voltado para incentivo fiscal à cultura.

Conforme o portal da Secretaria de Cultura, o ProAC ICMS 2022 deve ser contemplado com o montante de R$100 milhões, caso a nova proposta de fomento a cultura seja aprovada durante a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022, pela Assembleia Legislativa de São Paulo. A proposta feita pelo Poder Executivo demanda R$250 milhões para o incentivo a cultura no Estado.

Para inscrever seu projeto e solicitar patrocínio, artistas e produtores, pessoas físicas e jurídicas do estado de São Paulo poderão se cadastrar pelo portal: https://www.proac.sp.gov.br/proac_icms/sistema-de-cadastramento/

Em 2021 o ProAC ICMS foi substituído pelo ProAC Expresso Direto, que manteve o mesmo valor de investimento, R$ 100 milhões. Entretanto, conforme solicitação do Governador João Doria, em 2022 o ICMS retornará. Cerca de 1.139 projetos foram inscritos em 2020, e 1.516 em 2019.

Ainda segundo o portal, neste ano o Governo do Estado de São Paulo fez um investimento de R$200 milhões beneficiando 9.340 projetos de artistas, produtores culturais e prefeituras nos três programas de fomento articulados e complementares: ProAC Expresso Editais, ProAC Expresso Direto e Juntos pela Cultura + Difusão Cultural.

“O objetivo é estimular a retomada das atividades culturais e criativas, fortemente impactadas pela crise gerada pela pandemia do coronavírus, e incentivar a geração de renda, emprego e desenvolvimento. Com esse investimento, a Secretaria estima gerar 138 mil postos de trabalho e provocar um impacto econômico de R$ 300 milhões”, informou o portal.

 

Saiba se canção de forró com trecho inspirado em James Blunt pode ser considerada Plágio

Se você é heavy user das redes sociais já deve ter visto alguém fazendo dancinha de “Coração Cachorro”. A canção é a mais ouvida atualmente por conta de seu refrão marcante que lembra outro sucesso: “Same Mistake”, de James Blunt.

 

Com a repercussão do hit, muita gente se questionou se “Coração Cachorro” poderia ser considerada um plágio, já que os autores pegaram o “uuuuu”, presente em “Same Mistake”, e transformaram em um latido de cachorro resultando no “auuuuuu”, que gruda na cabeça! Para tirar a dúvida, o G1 contou com um especialista em direitos autorais.

Para advogado Marcel Gladulich, antes de avaliar a canção como plágio, é preciso definir se há uma apropriação “da essência de uma obra anterior”. E que neste caso, não ocorreu. Marcel considerou que o trecho “auuuuuuu” tem uma “individualidade” e “identidade” muito fortes, que “afastam a configuração de plágio, mesmo com a melodia do inglês”:

“Na minha opinião não existe plágio no caso do ‘Coração cachorro’. Isso porque a música tem uma identidade, uma individualidade diferente do ‘Same mistake’. A obra não ficaria descaracterizada se fosse retirado ou alterado esse trecho. Para mim, se introduzida uma outra linha melódica, a música ‘Coração cachorro’ continuaria a existir”, analisou Marcel Gladulich, ao portal.

Escrita em Fortaleza por um time de seis compositores – Daniel dos Versos, Fellipe Panda, PG do Carmo, Riquinho da Rima, Breno Lucena e Felipe Love – a música viralizou nos aplicativos de música na voz dos cantores cearenses de forró Ávine e Matheus Fernandes.

Conforme o G1, os autores confirmaram que se inspiraram no “uuuuu” da música de James Blunt, mas não consideraram como um plágio. Tanto que não há crédito para o cantor inglês na versão br. A própria editora Sony Publishing chegou a emitir uma nota para esclarecer o assunto:

“Essa música não é uma versão, por isso não aparece nos créditos outro compositor. Foi citada e inserida apenas um melisma, apenas um acorde. Que corresponde a 1%, porém os outros 99% da canção são totalmente autorais e escrita por Felipe Panda, Daniel dos Versos, Felipe Lopes, Breno Lucena, PG Do Carmo e Riquinho Da Rima.”, informou a editora.

Mesmo com esses pontos apresentados na matéria, Gladulich lembrou que Blunt pode pensar diferente e considerar uma autoria dividida a qualquer momento. Entretanto, não é o que deve acontecer já que nesta manhã circulou no Tiktok um vídeo em que o próprio Blunt parabenizou a versão brasileira por ter chegado ao número um, e ainda disparou que vai mandar os dados bancários para os artistas, em tom de brincadeira.

 

FOTO: Tiktok de James Blunt (Fotos: Reprodução/TikTok)

GAMES SE TORNAM APOSTA DO MERCADO MUSICAL PARA GERAR MAIS RECEITAS

Já percebeu que ultimamente temos publicado muitas notícias relacionadas a games? Fortnite, Roblox e outros metaversos tem aparecido constantemente por aqui. Isto porque o assunto música e games estão cada vez mais relacionados e se tornou uma tendência no mercado musical.

Este foi o assunto abordado pela Folha de São Paulo. Na matéria, o portal explica como os games estão se tornando plataformas para músicas e gerando cada vez mais receitas para artistas no mundo todo.

Durante a matéria, o portal citou uma opinião de Karol Severin, analista sênior da consultoria britânica MIDiA Research, que explica bem essa ligação entre música e games:

‘Games hoje são uma atividade do mainstream e a música é parte fundamental disso”, disse Severin. “A ideia não é mais vender um produto, mas, sim, gerar receita. Por exemplo, a presença de artistas como Travis Scott ou Ariana Grande em um game vai manter as pessoas por mais tempo naquele mundo, e talvez eles gastem mais US$ 1 ali.”, complementou.

Karol falou sobre o momento em que dois grandes artistas souberam aproveitar muito bem os games para se conectar com os fãs de forma que não conseguiriam com um show presencial. Na época, Travis Scott se apresentou para 12 milhões de pessoas no jogo de tiro “Fortnite”.

No Brasil, artistas também começaram a apostar nos games para se conectar com os fãs. O rapper Emicida fará uma apresentação no “Fortnite” e será primeiro brasileiro a fazer isso no jogo.

Para Severin, ‘shows desse tipo são só a ponta do iceberg. Artistas que jogam uma partida com fãs, turnês mundiais, itens digitais com autenticidade, os NFTs, parcerias de artistas locais com nomes internacionais e peças customizáveis para os avatares —a versão virtual do que foram as camisetas de banda— são outros exemplos. Tudo a seu custo.’

Daqui pra frente veremos muitas ações deste tipo, e podemos ate sugerir uma atualização para o nome do blog: Música, Copyright, Tecnologia e Games!

 

 

Foto: divulgação – A cantora pop Ariana Grande no Fortnite

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