O fenômeno, que se repete há anos, envolve produtores internacionais e locais, como a Live Nation e a O2, em parceria com promoters brasileiros, e é impulsionado pela logística de grandes eventos. A matéria do O Globo, publicada em 31 de outubro de 2025, destaca que isso ocorre desde 2019, com exceções raras como o Rock in Rio, e afeta diretamente o mercado musical carioca, onde a ausência de shows internacionais reduz receitas de ingressos, hospedagem e serviços associados.
Segundo Bernardo Araújo (O Globo), o impacto para profissionais da indústria fonográfica é significativo: artistas e compositores perdem oportunidades de performance e networking no maior polo cultural do país, enquanto gravadoras e editoras enfrentam desafios em promover lançamentos sem eventos locais. Editoras como a Sony Music e a Universal, que gerenciam direitos autorais dessas bandas, veem uma concentração de negócios em São Paulo, o que pode desequilibrar o ecossistema musical brasileiro. Tendências apontam para uma migração de investimentos para o interior e o Sul, com decisões logísticas priorizando arenas modernas e custos menores fora do Rio, o que pressiona produtores locais a buscarem parcerias inovadoras ou lobby por incentivos fiscais para reverter o quadro e revitalizar o setor no eixo Rio-São Paulo.
Leia na íntegra: https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/10/31/guns-n-roses-oasis-linkin-park-por-que-tantos-shows-vem-ao-brasil-e-nao-passam-pelo-rio.ghtml?utm_source=aplicativoOGlobo&utm_medium=aplicativo&utm_campaign=compartilhar



