SAIBA COMO FAZER SUA INCRIÇÃO PARA O FUNDO VOZES NEGRAS, DO YOUTUBE

Matéria de

Iniciativa do Youtube busca ajudar criadores de conteúdo e artistas que desejam crescer na plataforma. Jápassaram pelo programas nomes como Péricles e Rael.

Estão abertas as inscrições no Brasil para o Fundo Vozes Negras, uma iniciativa global promovida pelo YouTube para ajudar a alavancar canais de criadores e artistas negros pelo mundo.

Os criadores e artistas selecionados receberão todo um suporte, inclusive financeiro do próprio Youtube, e terão a oportunidade de participar de uma imersão virtual de três semanas onde poderão aprender a profissionalizar o seu conteúdo e a administrar o seu negócio.

“Desde 2020, nós tivemos mais de 300 participantes dos Estados Unidos, Quênia, Reino Unido, Brasil, Austrália, África do Sul e Nigéria. Neste grupo incrível temos músicos, empresários do ramo da beleza, comediantes, ativistas, poetas, personal trainers, pais e mães, fotógrafos, gamers, entre outros”, informou a plataforma.

 

Vale notar que já passaram pelo Fundo Vozes Negras criadores como Spartakus, Dois por Cento TV, Nátaly Neri, e artistas como Péricles, Urias e Rael.

Os interessados poderão se inscrever por meio deste link.

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YOUTUBE MUSIC SUPERA MARCA DE 50 MILHÕES DE ASSINANTES

Conforme CEO do Youtube, crescimento da plataforma está sendo impulsionado por bom desempenho em países como Coreia do Sul, Índia, Japão, Rússia e Brasil.

Nesta quarta feira, o Chefe de Música Global do YouTube, Lyor Cohen, anunciou que a plataforma de streaming de músicas YouTube Music, bateu a marca de 50 milhões de assinantes.

Com entusiasmo, o executivo informou que o aumento de assinantes do YouTube Music está sendo impulsionado, principalmente, pelo desenvolvimento da plataforma em países como Coreia do Sul, Índia, Japão, Rússia e Brasil.

Só para se ter uma ideia, em outubro de 2020 o YouTube Music divulgou que tinha alcançado mais de 30 milhões de assinantes no mundo, isso quer dizer que desde então a plataforma aumentou sua base de assinantes em cerca de 20 milhões, ou 1,8 milhões de assinantes por mês.

De fato o crescimento da plataforma é impressionante ao compararmos com outras plataformas. O rival Spotify, por exemplo, revelou em julho que sua base global de assinantes Premium cresceu em 165 milhões no segundo trimestre de 2021, um aumento de 20% com relação ao ano anterior.

Já a Apple Music, por sua vez, anunciou que ultrapassou 60 milhões de assinantes em junho de 2019, mas parou de atualizar essa contagem.

“Temos produtos fantásticos no YouTube Music e no YouTube Premium que proporcionam um valor único para artistas e criadores e a melhor experiência para fãs de música. Estamos em nosso próprio caminho”, disse Cohen.

“Não há outro lugar onde os fãs possam ter acesso ao maior e mais diversificado catálogo de música, artistas e cultura. Estamos tornando mais fácil para os fãs de música se aprofundarem e encontrarem o que querem – seja no YouTube ou no app YouTube Music.”, complementou o executivo.

A notícia de hoje chega alguns meses após a plataforma dizer que pagou à indústria da música mais de US$ 4 bilhões no último ano.

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YouTube lança recurso que permite aos usuários criarem vídeos curtos usando apenas o celular

YouTube Shorts chegou ao Brasil. Entre uma série de possibilidades, o usuário poderá fazer o seu próprio vídeo curto na vertical, com legendas e filtros, a partir de um clique e disponibilizar diretamente na plataforma.

Nesta terça-feira (8) o YouTube Brasil ganhou um novo recurso que permite aos usuários criarem vídeos curtos usando apenas seus telefones celulares.

A novidade, chamada de YouTube Shorts, chega com uma série de possibilidades para criar uma nova experiência aos usuários da plataforma, que hoje é responsável por transmitir diariamente cerca de 6,5 bilhões de vídeos no mundo todo.

De acordo com o YouTube,  entre as funcionalidades principais do Shorts, o usuário pode  adicionar texto a pontos específicos em um vídeo; adicionar automaticamente legendas a seu vídeo; gravar vídeos de até 60 segundos com a câmera de Shorts na vertical; usar vídeos da galeria do telefone para adicionar às gravações feitas com a câmera Shorts; e adicionar filtros para corrigir a cor dos Shorts.

O Youtube quer que a criatividade seja o ponto central para a produção dos vídeos, e para ajudar nesta questão, o Shorts incluiu a possibilidade de usar trechos de vídeos já existentes da plataforma. São bilhões de vídeos disponíveis para a criação de novos tipos de conteúdo.

“Isso significa que você pode dar seu próprio toque criativo ao conteúdo que adora assistir no YouTube – seja reagindo às suas piadas favoritas, experimentando a receita mais recente do criador ou encenando esquetes cômicos”, informou o anúncio oficial da plataforma.

E como ficam os Direitos Autorais? Conforme o anúncio, os criadores originais, bem como os artistas, poderão optar se seu conteúdo pode ou não estar disponível para ser remixado.

Além disso, o novo recurso promete ajudar artistas a se conectarem com fãs. Através de apenas um trecho de música no Shorts, o usuário poderá encontrar todas as informações sobre ela e o artista, e a partir de um clique fazer seu próprio vídeo curto com o áudio.

Monetização:

O YouTube anunciou que pretende futuramente monetizar os criadores de conteúdo que usarem a nova ferramenta. Mas enquanto o assunto é estudado, a plataforma resolveu lançar um fundo de US$100 milhões para distribuir aos criadores ao longo de 2021-2022. Em breve mais informações serão reveladas sobre o YouTube Shorts Fund.

O Shorts beta começará a ser lançado hoje e estará disponível para todos no Brasil nas próximas semanas. Sabemos que levaremos um tempo para acertar tudo e estamos apenas começando. Mal podemos esperar para você experimentar o Shorts e nos ajudar a construir uma experiência de vídeo de primeira classe diretamente no YouTube”, anunciou a plataforma.

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O YouTube pagou US$4 bilhões à artistas no mundo em 2020

Matéria de blog.youtube

Postagem de Lyor Cohen, Chefe Global de Música do YouTube, diz que nos últimos 12 meses, o Youtube pagou US$4 bilhões à artistas no mundo. Agora a plataforma quer se tornar a maior fonte de receita para a indústria, e impulsionar artistas ao redor do mundo a viver de música.

Na última quarta-feira (02), Lyor Cohen, Chefe Global de Música do YouTube anunciou no blog oficial da plataforma que no último ano o YouTube pagou US$4 bilhões à artistas e compositores no mundo.

De acordo com Cohen, parte deste dinheiro foi gerado através de anúncios do YouTube e do YouTube Music/YouTube Premium.

Cohen também revelou que no último trimestre de 2021 a plataforma conquistou o maior número de assinantes pagos desde o seu lançamento. Ele disse que o objetivo da plataforma é ir além e se tornar a que mais remunera artistas no mundo todo:

“Nosso objetivo é nos tornarmos o principal gerador de receita para a indústria da música e ajudar artistas ao redor do mundo a construir uma carreira fazendo música.”, disse o executivo em seu post.

Conforme análise do Music Business Wordwide, os novos dados significam que nos últimos 12 meses, o YouTube pagou à indústria da música cerca de 20% do que arrecadou de anúncios. Sendo que dos US$4 bilhões, 30% (ou cerca de US$1,2bilhão) do que foi pago, vieram do Conteúdo Gerado pelo Usuário.

“Tanto o conteúdo de música premium quanto o conteúdo gerado pelo usuário (UGC) estão crescendo e trazendo um valor significativo para a indústria”, citou Cohen.

O executivo também mencionou o quão importante a plataforma tem sido para impulsionar novas fontes de receitas na música. Foi o que aconteceu no show virtual do grupo de k-pop BlackPink – “The Show”. Antes do show, as meninas tinham 280.000 membros assinantes do em seu canal oficial, após o show esse número bateu a marca de 2,7 milhões de novos assinantes.

Na ocasião, para assistir ao show o fã poderia escolher o acesso padrão pagando US$29,99, com acesso à transmissão ao vivo, retransmissão e emojis personalizados, enquanto o acesso ‘Plus’ custava US$39,99 e dava acesso à transmissão ao vivo, retransmissão, emojis personalizados e conteúdos extras de bastidores.

“Construir a melhor experiência musical para os fãs e capacitar todos os artistas a desenvolver suas carreiras são essenciais para nós. Eu não poderia estar mais animado com o futuro da indústria musical. Hoje em dia, quando minha mãe me pergunta o que eu faço para viver, digo a ela que estou ajudando a garantir que o próximo Kurt Cobain não precise se tornar um dentista”, concluiu Cohen

 

Foto: O grupo de K-pop BlackPink

 

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Top 3 do Youtube não tem Sertanejo pela primeira vez

Matéria de G1

Barões da Pisadinha, Zé Vaqueiro e MC Don Juan são os mais ouvidos no YouTube Charts Brasil. Desde a sua criação, ranking era dominado por artistas sertanejos.

Pela primeira vez, YouTube Charts não registrou sertanejo em seu top 3 das mais ouvidas, mostrando que o forró e funk ganharam força no Brasil. Conforme relatado pelo G1 na última semana, os artistas mais ouvidos do ranking do Youtube Music Brasil foram Barões da Pisadinha, Zé Vaqueiro e MC Don Juan. Desde a criação do ranking em 2018, artistas sertanejos estavam sempre nas primeiras posições.

De fato, cada artista mereceu o destaque no ranking. Os Barões da Pisadinha vêm mantendo o primeiro lugar há pelo menos seis meses, seguido do forró romântico de Zé Vaqueiro. Já na terceira posição, Don Juan se tornou um dos principais nomes do funk ao realizar parcerias com Alok e GBR.

Além do Youtube Music, foi possível perceber que o forró esteve bem colocado em outras plataformas de streaming como o Spotify.

Vale notar que antes da alta dos Barões da Pisadinha no fim de 2020, o ranking era sempre liderado por Marília Mendonça, Gusttavo Lima, Zé Neto & Cristiano e Henrique & Juliano; e mesmo com o destaque no BBB, ‘Batom de Cereja’, da dupla sertaneja Israel e Rodolffo, chegou até a terceira posição e saiu logo após duas semanas.

 

 

Barões da Pisadinha são os artistas mais ouvidos no ranking semanal do YouTube no Brasil, seguidos por Zé Vaqueiro e MC Don Juan — Foto: Divulgação

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YouTubers que ensinam músicas tem vídeos banidos por violação de direitos autorais

YouTubers que ensinam música reclamam que tem vídeos banidos só de tocar uma nota, ou apenas falar sobre músicas que são protegidas por direitos autorais na plataforma.

Recentemente, o produtor musical Rick Beato foi assunto em nosso grupo do Facebook, após postar um vídeo de desabafo em seu canal ao receber um ‘strike’ do Youtube.

Rick Beato, que dá aulas de música em seu canal no YouTube, fez uma live para falar sobre seus dilemas com os direitos autorais na plataforma.  O produtor musical teve seu vídeo sobre a história da guitarra bloqueado por usar 10 segundos de imagens de Randy Rhoads (da banda de Ozzy Osbourne) tocando um solo de guitarra.

“É absurdo, é idiota! Você não pode ensinar música sem tocar música”, disse o músico em seu vídeo.

Ao procurar advogados especializados para uma orientação sobre esta questão, o músico também enfrentou problemas: “Não há ninguém a quem recorrer, a única coisa que você pode fazer é chamá-los assim”.

Rick disse que o problema não é deixar de receber monetização, mas sim ter seu conteúdo educacional removido, e consequentemente e deixar de ajudar várias pessoas que desejam aprender sobre o assunto.

O caso relatado por  Beato, na verdade, tem sido um dilema para muitos músicos que também ensinam música no YouTube. Conforme relata o UltimateGuitar.com, os músicos Jared Dines, Paul Davids, Glenn Fricker e Adam Neely alegaram que tiveram seus vídeos reivindicados pela Warner Music por razões que eles descreveram como “insanas” e “loucas”.

Os músicos disseram que alguns de seus vídeos foram banidos por tocarem apenas um acorde de músicas que são protegidas por direitos autorais, e até mesmo por falar sobre elas, sem ao menos ter tocado uma única nota delas.

Apesar de Beato não viver da monetização do YouTube, há músicos que precisam da plataforma para sobrevirem, como relata o músico Karl Golden durante uma transmissão ao vivo em seu canal:

“Meu sustento é do YouTube e agora, minha renda foi cortada pela metade por editores que reivindicam todos os meus vídeos. Saudações a esses caras, uma maneira de arruinar a carreira de um YouTuber. [Risos]”

É por isso que Baeto destacou ainda que não culpa o YouTube pela situação, mas sim os artistas ou seus representantes que almejam os YouTubers com as reivindicações.

 

 

Imagem: Youtube/Rick Beato

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“BAD GUY’, DE BILLIE EILISH GANHA VERSÃO DE CLIPE INFINITO NO YOUTUBE

Matéria de Update or Die!

O Youtube reuniu todos os vídeos com covers e dancinhas do hit “Bad Guy”, de Billie Eilish, e o resultado ficou sensacional.

O Youtube anunciou nesta semana o lançamento do clipe infinito de “Bad Guy”, hit da cantora Billie Eilish, que bateu 1 bilhão de views recentemente.

O projeto criado pelo Google Creative Lab possui uma inteligência artificial capaz de reunir diferentes tipos de vídeos já criados com a música. No total, foram 15 mil vídeos com covers e danças feitos por pessoas do mundo todo ao som do hit de Billie Eilish.

De acordo com o ‘Update or Die!’, o clipe reúne mais de 10,5 milhões de segundos de conteúdo. O que seria impossível para qualquer humano poder assistir a tudo, já que são 1.46 x 10^100 anos de combinações de vídeos.

Através do “Aprendizado de Máquina” – Machine Learning – o Google Creative Lab conseguiu alinhar perfeitamente o áudio de milhares de vídeos com ritmos, instrumentos, tons e estilos diferentes.

No caso de clipes diferentes da versão original, com versões acústicas ou à capela, foi criada uma rede neural capaz de prever correspondências entre os covers e a gravação de Billie. Assim, com esses dados em mãos, o Google conseguiu criar o efeito de passar de um cover para outro em perfeito alinhamento.

Para conferir o resultado de ‘Infinite Bad Guy’, acesse billie.withyoutube.com e divirta-se com as hashtags com diferentes instrumentos, gêneros e muito mais.

Foto: divulgação

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Com 7 Bilhões de reproduções, ‘Baby Shark’ se torna vídeo mais assistido do YouTube

Matéria de G1

Baby Shark conseguiu superar ‘Despacito’, hit da dupla Luis Fonsi e Daddy Yankee. Com sete bilhões de reproduções no YouTube, vídeo infantil é o vídeo mais assistido no YouTube.

Nesta segunda-feira, o vídeo da canção infantil americana “Baby Shark”, se tornou o mais assistido do YouTube, com sete bilhões de reproduções no YouTube, superando “Despacito”, hit da dupla Luis Fonsi e Daddy Yankee (Via G1).

Desde que foi lançada no YouTube, em 2016, a canção que foi produzida na Coréia do Sul, tem conquistado cada vez mais crianças do mundo todo, com sua melodia que não desgruda da cabeça, combinada com um vídeo super atrativo e colorido.

Para quem não sabe, Baby Shark é uma versão de uma clássica música de acampamento americana. O hit chegou a conquistar a 32ª posição da Billboard Hot 100 em janeiro de 2019.

Vale notar que duas das quatro músicas mais visualizadas no YouTube vieram da Coreia do Sul. Uma delas é “Gangnam Style”, do rapper Psy, que ficou em primeiro lugar por três anos, sendo superado por “See You Again”, musica de Wiz Khalifa para a trilha sonora do filme Velozes e Furiosos.

Foto: reprodução

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Estudo aponta que 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming

Matéria de Consumidor Moderno

Novo estudo da Nielsen revela hábitos de consumo dos serviços de streaming no Brasil. Youtube e Netflix lideram a preferência.

Não há dúvidas que os serviços de streaming estão cada vez mais populares entre a população brasileira. Resta saber qual a dimensão real desta popularidade.

Para isto, a Nielsen Brasil realizou uma pesquisa sobre o consumo dos serviços de streaming como Netflix , YouTube e Globoplay no país, e foi constatado que cerca de 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming (Via Consumidor Moderno).

Para chegar ao resultado, a Nielsen entrevistou 1.260 pessoas das classes A, B e C, em junho. De acordo com a pesquisa, plataformas de streaming como Netflix e Amazon Prime foram usadas por 73,5% dos entrevistados. Por outro lado, sites de vídeos, como o YouTube, foram acessados por 63,8% deles. Mesmo com o destaque pelos conteúdos sob demanda, a TV aberta e a TV a cabo não ficaram atrás, com 61,5% e 54,9% da preferência respectivamente.

Vale notar que o consumo pelas plataformas de streaming é maior entre os mais jovens entre 15 a 24 anos, 77,2% deles afirmaram ser usuários destes serviços. Enquanto isso, a TV a cabo é predominante para os que estão na faixa acima dos 56 anos (65,7%). A TV aberta ficou como a preferida entre as pessoas de 46 a 55 anos (62,9%).

Entre os serviços mais populares entre os brasileiros estão YouTube e Netflix, com 89,4% e 86,6% da preferência. A Amazon Prime (40,2%) vem em terceiro lugar, Globoplay (25,5%) em quarto e Instagram TV (18,8%) na quinta posição. Em breve, quem poderá estar entre os serviços de streaming favoritos é o Disney +, com previsão de lançamento para ainda este mês.

 

Foto: reprodução

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Monge viraliza no YouTube ao criar música para meditar fazendo Beatbox

Matéria de @vice

Aconselhamos ler essa matéria ao som do beatbox do monge Yogetsu Akasaka, para ter um dia mais leve!

Um monge budista japonês viralizou no YouTube com seu vídeo fazendo beatbox e usando uma mesa de loop para criar música de meditação.

Em seu vídeo, “Heart Sutra Live Looping Remix”, o monge Yogetsu Akasaka cria suas próprias músicas de meditações, mas de um jeito diferente: com sons de sua própria boca, o chamado “beatbox”, e uma mesa de loop. O vídeo, claro, viralizou na internet, chegando a mais de 100 mil vizualizações.

Segundo entrevista para a VICE, Akasaka (37) revelou que não fez o vídeo para chocar as pessoas:

“Não é que eu quisesse chamar a atenção pela minha ‘singularidade’, só queria continuar minha paixão pela música”, disse ele. “Da mesma forma que alguém toca violão ou bateria, eu mesmo sou apenas um artista normal.”

O monge contou que antes de seguir a vida monástica, já era ligado à música e ao beatbox: “Meu amigo me deu um CD de um beatboxer japonês chamado Afra. Fiquei chocado que as pessoas pudessem fazer essas coisas (sons com a boca), e estava interessado em tentar. E então eu percebi que era muito bom nisso ”, ele disse.

Apesar de ser ator de teatro e ter participado de várias apresentações de beatbox no Japão, Austrália e Estados Unidos, Akasaka resolver seguir os passos de seu pai: “Geralmente no Japão, as pessoas se tornam monges porque sua família vive em um templo. Mas para o meu pai, ele era apenas uma pessoa normal que decidiu se tornar um monge”, disse ele. “Fiquei inspirado e decidi que queria ter sucesso no papel atual de meu pai como abade em um templo na prefeitura de Iwate”.

Assim, chegou o momento em que ele descobriu uma maneira de fundir sua vida antiga com a nova. Não apenas para redescobrir sua paixão, mas também para desconstruir conceitos errados sobre o budismo.

Além de postar vídeos, ele também faz lives diárias no YouTube. “Os fãs me disseram que eles conseguiram dormir bem e relaxar devido aos meus vídeos de beatbox, o que é algo incrível”, disse ele. “Sinto-me honrado por poder combinar minha paixão com minhas crenças religiosas e isso impactou as pessoas em todo o mundo”, contou o monge.

 

 

Foto: reprodução

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