APOSTANDO EM ANÚNCIOS DE AUDIO YOUTUBE QUER DOMINAR O NEGÓCIO DE PODCASTS

Matéria de Tubefilter

Novo recurso do YouTube permite que anunciantes possam fazer anúncios em áudio, para serem reproduzidos durante episódios de podcasts.

Na última semana, o YouTube revelou que está lançando anúncios no formato de áudio, para permitir que anunciantes possam alcançar ouvintes de podcasts.

De acordo com o tubefilter.com, anunciantes parceiros do YouTube poderão fazer suas campanhas na plataforma no formato de áudio, e redirecionar o conteúdo promocional para categorias específicas de podcasts, como comédia, notícias e esportes.

Essas campanhas direcionadas se assemelham a alguns dos outros produtos de anúncios do Google. O YouTube Select, por exemplo, conecta marcas a uma seleção de canais com curadoria.

Vale notar que desde a contratação de Kai Chuk como seu primeiro Head of Podcasts, o YouTube tem ganhado terreno sobre seus rivais, e fez um grande progresso em seus negócios de áudio, como o lançamento de um hub apenas para episódios de podcasts. Além disso, um recente estudo publicado em maio revelou que o YouTube é a plataforma mais usada para ouvir podcasts nos EUA.

 

Foto: Os meninos do Podpah, o maior podcast no Brasil/Instagram/Reprodução

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Creator Music: Vitrine Digital possibilita venda de músicas licenciadas para vídeos no YouTube

Matéria de Billboard

Youtube lança “vitrine digital” para simplificar o processo de licenciamento de músicas para criadores, e permitir nova fonte de renda para detentores de direitos musicais.

Na última terça-feira, 20, o YouTube anunciou uma novidade para que criadores de conteúdo possam licenciar músicas em seus vídeos de uma forma mais prática, e sem perder monetização.

De acordo com a Billboard, o Creator Music é uma espécie de loja virtual que permite aos criadores de conteúdo licenciar músicas em vídeos de duas formas bem simples: Na primeira opção o criador compra a licença de uma determinada música, e assim não terá mais de repassar a monetização inteira ao detentor dos direitos da música. Na segunda opção, o criador de conteúdo e o detentor de direitos dividem a monetização do vídeo.

Foto: divulgação

Para construir um bom catálogo na loja virtual, o Youtube fez uma série de parcerias com gravadoras e os editoras para que elas definam o preço das licenças músicas, que inicialmente variam de US$4,99 ou até mesmo de forma gratuita, dependendo da estratégia.

Por enquanto, o Creator Music ainda está na versão beta nos EUA, mas a ideia é que até 2023, o novo recurso seja disponibilizado internacionalmente.

Em um comunicado, Tracy Maddux, diretora comercial da Downtown Music, uma das editoras parceiras do Youtube fez uma boa colocação sobre o novo projeto: “O Creator Music foi uma oportunidade de “ajudar nossos compositores e artistas a encontrar novos e significativos fluxos de receita para seus trabalhos, além de possibilitar que todos os criadores do YouTube licenciem legalmente e descubram músicas originais para uso em grande escala”.

 

Foto – divulgação

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YOUTUBE PAGOU US$6 BILHÕES À INDÚSTRIA DA MÚSICA NO ÚLTIMO ANO

Matéria de blog.youtube

O YouTube espera que anúncios e assinaturas sejam os principais contribuintes de receita para a indústria da música até 2025.

Nesta terça-feira o YouTube anunciou que pagou à indústria da música US$6 bilhões nos últimos seis meses, US$2 milhões a mais em comparação à 2020. A notícia foi dada pelo diretor Global de Música, Lyor Cohen, no blog oficial da plataforma, com direito até a um “Short” estrelado por ele mesmo.

De acordo com o Diretor, o YouTube espera que anúncios e assinaturas sejam os principais contribuintes de receita para o setor até 2025. E a fim de conseguir alcançar esse objetivo, a plataforma está monetizando todos os formatos de música (vídeos curtos e longos, faixas de áudio, Lives etc.), em todos os dispositivos (desktop, tablet, celular e TV), em mais de 100 países.

Além disso, a monetização de conteúdo gerado pelo usuário (UGC) também impactou em mais de 30% dos pagamentos para artistas, compositores e detentores de direitos, pelo segundo ano consecutivo.

Somente o “Shorts”, um recurso do YouTube para criação de vídeos curtos, gerou 30 bilhões de visualizações por dia, com 1,5 bilhão dos usuários conectados mensalmente. Cohen adiantou que em breve este conteúdo também será monetizado.

Outro destaque mencionado pelo executivo foi sobre o novo jeito de se consumir música. Para ele, fãs “querem descobrir, consumir e participar de músicas em vários formatos de conteúdo”, e o YouTube tem buscado oferecer essas novas experiências. A exemplo disso, Cohen citou o lançamento “Pink Venom”, single do grupo de k-pop BlackPink (foto). Antes do lançamento oficial, fãs tiveram diversas experiências com a música. Primeiro assistiram ao “teaser”, em seguida o grupo lançou um desafio no Shorts, e por fim, a estreia do clipe com transmissão ao vivo. O resultado? “Pink Venom” se tornou a maior estreia de videoclipe em 24 horas no ano, e a terceira maior estreia de videoclipe em 24 horas de todos os tempos.

Vale notar que a parceria com o grupo vem desde 2020. Como relatamos na época, o grupo lançou o show virtual “BlackPink – “The Show”. Antes do evento, as meninas tinham 280.000 membros assinantes do em seu canal oficial, após o show esse número bateu a marca de 2,7 milhões de novos assinantes.

“Construir uma experiência de música conectada em todos os formatos de música é ótimo para os fãs, mas também deve ser ótimo para os artistas. Todos os artistas. Quer eles queiram ser ocasionalmente brilhantes ou “sempre ativos”, é nossa missão ajudá-los a trilhar seu próprio caminho no YouTube e desenvolver carreiras financeiramente sustentáveis” concluiu o diretor.

Foto: Blackpink – Divulgação

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YOUTUBE GEROU R$6 BILHÕES PARA O PIB EM 2021

Matéria de Exame

Estudo revelou o impacto do Youtube na economia brasileira. Plataforma é responsável por gerar 160 mil empregos no país.

Um recente estudo descobriu que em o YouTube gerou 6 bilhões de reais para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021, quase o dobro em comparação à 2020.

De acordo com a Exame.com.br, o estudo realizado pela Oxford Economics comprovou que o impacto do YouTube Brasil na economia é maior do que se pode imaginar, uma vez que a plataforma suporta todo um ecossistema de criadores que gera receita dentro e fora da plataforma.

Isso quer dizer que o site proporciona oportunidades de renda para funcionários, empresas terceiras e freelancers que recebem uma parte substancial dos ganhos possibilitados pelo site. São mais de 160 mil empregos gerados pela plataforma no país.

A diretora do YouTube no Brasil, Patrícia Muratori, disse ao portal que a plataforma está trabalhando para abrir portas para canais que já são profissionalizados, e também para quem está começando agora.

Ela destacou a ferramenta mais recente lançada pelo YouTube, o “Shorts” – um recurso que permite aos criadores de conteúdo publicarem pequenos vídeos:

“O que nós queremos é gerar oportunidades para diferentes tipos de canais. Independente do formato que eles escolherem. O Shorts, nesse caso, entra com a missão de democratizar uma plataforma que já tem uma jornada de evolução e maturidade”.

 

Foto: Guetty Images

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SAIBA COMO FAZER SUA INCRIÇÃO PARA O FUNDO VOZES NEGRAS, DO YOUTUBE

Matéria de

Iniciativa do Youtube busca ajudar criadores de conteúdo e artistas que desejam crescer na plataforma. Jápassaram pelo programas nomes como Péricles e Rael.

Estão abertas as inscrições no Brasil para o Fundo Vozes Negras, uma iniciativa global promovida pelo YouTube para ajudar a alavancar canais de criadores e artistas negros pelo mundo.

Os criadores e artistas selecionados receberão todo um suporte, inclusive financeiro do próprio Youtube, e terão a oportunidade de participar de uma imersão virtual de três semanas onde poderão aprender a profissionalizar o seu conteúdo e a administrar o seu negócio.

“Desde 2020, nós tivemos mais de 300 participantes dos Estados Unidos, Quênia, Reino Unido, Brasil, Austrália, África do Sul e Nigéria. Neste grupo incrível temos músicos, empresários do ramo da beleza, comediantes, ativistas, poetas, personal trainers, pais e mães, fotógrafos, gamers, entre outros”, informou a plataforma.

 

Vale notar que já passaram pelo Fundo Vozes Negras criadores como Spartakus, Dois por Cento TV, Nátaly Neri, e artistas como Péricles, Urias e Rael.

Os interessados poderão se inscrever por meio deste link.

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YOUTUBE MUSIC SUPERA MARCA DE 50 MILHÕES DE ASSINANTES

Conforme CEO do Youtube, crescimento da plataforma está sendo impulsionado por bom desempenho em países como Coreia do Sul, Índia, Japão, Rússia e Brasil.

Nesta quarta feira, o Chefe de Música Global do YouTube, Lyor Cohen, anunciou que a plataforma de streaming de músicas YouTube Music, bateu a marca de 50 milhões de assinantes.

Com entusiasmo, o executivo informou que o aumento de assinantes do YouTube Music está sendo impulsionado, principalmente, pelo desenvolvimento da plataforma em países como Coreia do Sul, Índia, Japão, Rússia e Brasil.

Só para se ter uma ideia, em outubro de 2020 o YouTube Music divulgou que tinha alcançado mais de 30 milhões de assinantes no mundo, isso quer dizer que desde então a plataforma aumentou sua base de assinantes em cerca de 20 milhões, ou 1,8 milhões de assinantes por mês.

De fato o crescimento da plataforma é impressionante ao compararmos com outras plataformas. O rival Spotify, por exemplo, revelou em julho que sua base global de assinantes Premium cresceu em 165 milhões no segundo trimestre de 2021, um aumento de 20% com relação ao ano anterior.

Já a Apple Music, por sua vez, anunciou que ultrapassou 60 milhões de assinantes em junho de 2019, mas parou de atualizar essa contagem.

“Temos produtos fantásticos no YouTube Music e no YouTube Premium que proporcionam um valor único para artistas e criadores e a melhor experiência para fãs de música. Estamos em nosso próprio caminho”, disse Cohen.

“Não há outro lugar onde os fãs possam ter acesso ao maior e mais diversificado catálogo de música, artistas e cultura. Estamos tornando mais fácil para os fãs de música se aprofundarem e encontrarem o que querem – seja no YouTube ou no app YouTube Music.”, complementou o executivo.

A notícia de hoje chega alguns meses após a plataforma dizer que pagou à indústria da música mais de US$ 4 bilhões no último ano.

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YouTube lança recurso que permite aos usuários criarem vídeos curtos usando apenas o celular

YouTube Shorts chegou ao Brasil. Entre uma série de possibilidades, o usuário poderá fazer o seu próprio vídeo curto na vertical, com legendas e filtros, a partir de um clique e disponibilizar diretamente na plataforma.

Nesta terça-feira (8) o YouTube Brasil ganhou um novo recurso que permite aos usuários criarem vídeos curtos usando apenas seus telefones celulares.

A novidade, chamada de YouTube Shorts, chega com uma série de possibilidades para criar uma nova experiência aos usuários da plataforma, que hoje é responsável por transmitir diariamente cerca de 6,5 bilhões de vídeos no mundo todo.

De acordo com o YouTube,  entre as funcionalidades principais do Shorts, o usuário pode  adicionar texto a pontos específicos em um vídeo; adicionar automaticamente legendas a seu vídeo; gravar vídeos de até 60 segundos com a câmera de Shorts na vertical; usar vídeos da galeria do telefone para adicionar às gravações feitas com a câmera Shorts; e adicionar filtros para corrigir a cor dos Shorts.

O Youtube quer que a criatividade seja o ponto central para a produção dos vídeos, e para ajudar nesta questão, o Shorts incluiu a possibilidade de usar trechos de vídeos já existentes da plataforma. São bilhões de vídeos disponíveis para a criação de novos tipos de conteúdo.

“Isso significa que você pode dar seu próprio toque criativo ao conteúdo que adora assistir no YouTube – seja reagindo às suas piadas favoritas, experimentando a receita mais recente do criador ou encenando esquetes cômicos”, informou o anúncio oficial da plataforma.

E como ficam os Direitos Autorais? Conforme o anúncio, os criadores originais, bem como os artistas, poderão optar se seu conteúdo pode ou não estar disponível para ser remixado.

Além disso, o novo recurso promete ajudar artistas a se conectarem com fãs. Através de apenas um trecho de música no Shorts, o usuário poderá encontrar todas as informações sobre ela e o artista, e a partir de um clique fazer seu próprio vídeo curto com o áudio.

Monetização:

O YouTube anunciou que pretende futuramente monetizar os criadores de conteúdo que usarem a nova ferramenta. Mas enquanto o assunto é estudado, a plataforma resolveu lançar um fundo de US$100 milhões para distribuir aos criadores ao longo de 2021-2022. Em breve mais informações serão reveladas sobre o YouTube Shorts Fund.

O Shorts beta começará a ser lançado hoje e estará disponível para todos no Brasil nas próximas semanas. Sabemos que levaremos um tempo para acertar tudo e estamos apenas começando. Mal podemos esperar para você experimentar o Shorts e nos ajudar a construir uma experiência de vídeo de primeira classe diretamente no YouTube”, anunciou a plataforma.

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O YouTube pagou US$4 bilhões à artistas no mundo em 2020

Matéria de blog.youtube

Postagem de Lyor Cohen, Chefe Global de Música do YouTube, diz que nos últimos 12 meses, o Youtube pagou US$4 bilhões à artistas no mundo. Agora a plataforma quer se tornar a maior fonte de receita para a indústria, e impulsionar artistas ao redor do mundo a viver de música.

Na última quarta-feira (02), Lyor Cohen, Chefe Global de Música do YouTube anunciou no blog oficial da plataforma que no último ano o YouTube pagou US$4 bilhões à artistas e compositores no mundo.

De acordo com Cohen, parte deste dinheiro foi gerado através de anúncios do YouTube e do YouTube Music/YouTube Premium.

Cohen também revelou que no último trimestre de 2021 a plataforma conquistou o maior número de assinantes pagos desde o seu lançamento. Ele disse que o objetivo da plataforma é ir além e se tornar a que mais remunera artistas no mundo todo:

“Nosso objetivo é nos tornarmos o principal gerador de receita para a indústria da música e ajudar artistas ao redor do mundo a construir uma carreira fazendo música.”, disse o executivo em seu post.

Conforme análise do Music Business Wordwide, os novos dados significam que nos últimos 12 meses, o YouTube pagou à indústria da música cerca de 20% do que arrecadou de anúncios. Sendo que dos US$4 bilhões, 30% (ou cerca de US$1,2bilhão) do que foi pago, vieram do Conteúdo Gerado pelo Usuário.

“Tanto o conteúdo de música premium quanto o conteúdo gerado pelo usuário (UGC) estão crescendo e trazendo um valor significativo para a indústria”, citou Cohen.

O executivo também mencionou o quão importante a plataforma tem sido para impulsionar novas fontes de receitas na música. Foi o que aconteceu no show virtual do grupo de k-pop BlackPink – “The Show”. Antes do show, as meninas tinham 280.000 membros assinantes do em seu canal oficial, após o show esse número bateu a marca de 2,7 milhões de novos assinantes.

Na ocasião, para assistir ao show o fã poderia escolher o acesso padrão pagando US$29,99, com acesso à transmissão ao vivo, retransmissão e emojis personalizados, enquanto o acesso ‘Plus’ custava US$39,99 e dava acesso à transmissão ao vivo, retransmissão, emojis personalizados e conteúdos extras de bastidores.

“Construir a melhor experiência musical para os fãs e capacitar todos os artistas a desenvolver suas carreiras são essenciais para nós. Eu não poderia estar mais animado com o futuro da indústria musical. Hoje em dia, quando minha mãe me pergunta o que eu faço para viver, digo a ela que estou ajudando a garantir que o próximo Kurt Cobain não precise se tornar um dentista”, concluiu Cohen

 

Foto: O grupo de K-pop BlackPink

 

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Top 3 do Youtube não tem Sertanejo pela primeira vez

Matéria de G1

Barões da Pisadinha, Zé Vaqueiro e MC Don Juan são os mais ouvidos no YouTube Charts Brasil. Desde a sua criação, ranking era dominado por artistas sertanejos.

Pela primeira vez, YouTube Charts não registrou sertanejo em seu top 3 das mais ouvidas, mostrando que o forró e funk ganharam força no Brasil. Conforme relatado pelo G1 na última semana, os artistas mais ouvidos do ranking do Youtube Music Brasil foram Barões da Pisadinha, Zé Vaqueiro e MC Don Juan. Desde a criação do ranking em 2018, artistas sertanejos estavam sempre nas primeiras posições.

De fato, cada artista mereceu o destaque no ranking. Os Barões da Pisadinha vêm mantendo o primeiro lugar há pelo menos seis meses, seguido do forró romântico de Zé Vaqueiro. Já na terceira posição, Don Juan se tornou um dos principais nomes do funk ao realizar parcerias com Alok e GBR.

Além do Youtube Music, foi possível perceber que o forró esteve bem colocado em outras plataformas de streaming como o Spotify.

Vale notar que antes da alta dos Barões da Pisadinha no fim de 2020, o ranking era sempre liderado por Marília Mendonça, Gusttavo Lima, Zé Neto & Cristiano e Henrique & Juliano; e mesmo com o destaque no BBB, ‘Batom de Cereja’, da dupla sertaneja Israel e Rodolffo, chegou até a terceira posição e saiu logo após duas semanas.

 

 

Barões da Pisadinha são os artistas mais ouvidos no ranking semanal do YouTube no Brasil, seguidos por Zé Vaqueiro e MC Don Juan — Foto: Divulgação

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YouTubers que ensinam músicas tem vídeos banidos por violação de direitos autorais

YouTubers que ensinam música reclamam que tem vídeos banidos só de tocar uma nota, ou apenas falar sobre músicas que são protegidas por direitos autorais na plataforma.

Recentemente, o produtor musical Rick Beato foi assunto em nosso grupo do Facebook, após postar um vídeo de desabafo em seu canal ao receber um ‘strike’ do Youtube.

Rick Beato, que dá aulas de música em seu canal no YouTube, fez uma live para falar sobre seus dilemas com os direitos autorais na plataforma.  O produtor musical teve seu vídeo sobre a história da guitarra bloqueado por usar 10 segundos de imagens de Randy Rhoads (da banda de Ozzy Osbourne) tocando um solo de guitarra.

“É absurdo, é idiota! Você não pode ensinar música sem tocar música”, disse o músico em seu vídeo.

Ao procurar advogados especializados para uma orientação sobre esta questão, o músico também enfrentou problemas: “Não há ninguém a quem recorrer, a única coisa que você pode fazer é chamá-los assim”.

Rick disse que o problema não é deixar de receber monetização, mas sim ter seu conteúdo educacional removido, e consequentemente e deixar de ajudar várias pessoas que desejam aprender sobre o assunto.

O caso relatado por  Beato, na verdade, tem sido um dilema para muitos músicos que também ensinam música no YouTube. Conforme relata o UltimateGuitar.com, os músicos Jared Dines, Paul Davids, Glenn Fricker e Adam Neely alegaram que tiveram seus vídeos reivindicados pela Warner Music por razões que eles descreveram como “insanas” e “loucas”.

Os músicos disseram que alguns de seus vídeos foram banidos por tocarem apenas um acorde de músicas que são protegidas por direitos autorais, e até mesmo por falar sobre elas, sem ao menos ter tocado uma única nota delas.

Apesar de Beato não viver da monetização do YouTube, há músicos que precisam da plataforma para sobrevirem, como relata o músico Karl Golden durante uma transmissão ao vivo em seu canal:

“Meu sustento é do YouTube e agora, minha renda foi cortada pela metade por editores que reivindicam todos os meus vídeos. Saudações a esses caras, uma maneira de arruinar a carreira de um YouTuber. [Risos]”

É por isso que Baeto destacou ainda que não culpa o YouTube pela situação, mas sim os artistas ou seus representantes que almejam os YouTubers com as reivindicações.

 

 

Imagem: Youtube/Rick Beato

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