O YouTube está prestes a passar o Facebook como o segundo maior site nos EUA

Matéria de CNBC

Com queda de usuários ativos, Facebook perderá em breve a posição de segundo lugar para o YouTube.

De acordo com um novo estudo, o Facebook em breve perderá sua posição entre os sites mais visitados no mundo para o YouTube.

O número de visitas mensais no Facebook caiu de 8,5 bilhões para 4,7 bilhões nos últimos dois anos. Embora o tráfego de aplicativos da rede social tenha crescido, não será suficiente para compensar essa perda, segundo o estudo.

Os cinco sites que mais receberam tráfego nos EUA nos últimos anos foram Google, Facebook, YouTube, Yahoo e Amazon, nessa ordem.

Desde que informou que seu número de usuários ativos diários se estabilizou na América do Norte e declinou na Europa, o Facebook sofreu uma queda no mercado.

O autor do estudo e chefe de insights da SimilarWeb, Stephen Kraus, explicou que o Facebook pode contar com suas aquisições como o WhatsApp e Instagram. “Sim, o site Facebook.com está em baixa, mas eles se consideram mais um portfólio de produtos”, disse.

Em breve o Yahoo também perderá sua posição no ranking para a Amazon, que possui maior tráfego nas datas atrativas, como dezembro, para os consumidores.

Nenhum dos sites que estão no topo do ranking conseguirá se aproximar do gigante Google. Mesmo sofrendo um declínio no tráfego do site, devido ao uso de aplicativos e pesquisa por voz, foram registrados aproximadamente 15 bilhões de visitas em julho de 2018. Enquanto os outros sites estavam abaixo de 5 bilhões

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‘Favor analisar os gráficos’: Anitta pediu e G1 mostra evolução dela desde o início no funk carioca até ‘Medicina’

Matéria de G1

“Anitta é a artista brasileira mais ouvida no YouTube, mas não é a artista mais ouvida no YouTube no Brasil”: A pedido da cantora o portal G1 analisou sua evolução de números na rádio e internet, desde o início de sua carreira no funk até o hit ‘Medicina’.

Anitta explicou ao portal G1 que está tranquila com relação a sua carreira internacional. Os “picos de sucesso” e as “pequenas quedas” fazem parte da construção de sua carreira. Analisando dados de rádio e internet durante os sete anos de carreira da cantora, o G1 afirmou que:

“No primeiro semestre de 2018, a cantora quase dobrou sua audiência no YouTube em relação ao semestre anterior”;

“A fatia da presença internacional mais do que duplicou: no ano passado, 16% dos views eram de fora do país. Agora foram 41%”;

“Na análise histórica de hits no Brasil, há picos em “Show das poderosas”, “Zen” “Bang”, “Loka”, “Sim ou não” e “Paradinha”. Mas há disparidades entre rádios e YouTube”;

“Uma semana depois, “Medicina” segue forte no Brasil, e com menos presença no mercado hispânico que os singles mais fortes dela na região, “Downtown” e “Machika””.

Na análise o G1 revelou uma curiosidade:Anitta é brasileira mais ouvida no YouTube, entretanto não é a artista mais ouvida pelos brasileiros na plataforma. Isso acontece devido a sua expansão mundial, “ela tem um total de views maior que qualquer músico brasileiro, mas a audiência dela é dividida entre os países”, afirmou o G1.

No Brasil, os artistas nacionais mais vistos no YouTube atualmente é a cantora Marília Mendonça e a dupla Zé Neto & Cristiano.

Podemos dizer que Anitta ainda tem muita coisa pra mostrar e a tendência é que seus números ganhem cada vez mais destaques na internet, afinal a cantora está participando como jurada no “The Voice” no México (“La voz México”) e assim ficando mais conhecida internacionalmente. Tanto o G1 quantos nós do MCT estaremos atentos e acompanhando a carreira desta artista que é um grande case de sucesso na indústria da música brasileira.

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Após cinco anos de disputa com Google, Ecad faz 1º repasse a autores de músicas por vídeos no YouTube

Matéria de G1

Os autores de músicas irão receber através do Ecad o primeiro repasse por direitos autorais de vídeos no YouTube no Brasil ainda em Julho.

O Escritório Central de Arrecadação de Direitos (Ecad) confirmou o pagamento que será repassado a 195.540 autores e editores de músicas. Ao todo são 970 mil músicas e 237 bilhões de visualizações delas no YouTube.

Segundo o site G1, o “valor do repasse não é informado devido a uma cláusula de confidencialidade no acordo entre o Google e o Ecad”. Entretanto, acredita-se que o valor deve ser em torno de R$8,8 milhões, que foram depositados em juízo no final de 2016.

Desde 2013, havia uma disputa acirrada para acertar o percentual de faturamento. Em abril de 2018, um acordo foi realizado entre o Google, Ecad e Ubem (União Brasileira de Editoras de Músicas) para que os pagamentos aos compositores por clipes de músicas na plataforma fossem pagos.

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PARLAMENTO EUROPEU VOTARÁ LEI QUE DEVE DAR MAIS FORÇA AOS CRIADORES

É nesta semana que a Nova Diretiva de Direitos Autorais da União Europeia pode ser aprovada. “É a legislação mais importante para autores e compositores dos últimos 20 anos”, afirmou a Cesac.

Nesta semana a Nova Diretiva de Direitos Autorais da União Europeia pode ser aprovada pelo plenário do Parlamento Europeu. A normativa é de extrema importância para autores e compositores, uma vez que determinará novas regras envolvendo leis de copyright e remuneração aos criadores.

Entre as propostas da diretiva está a determinação que sites e ferramentas de busca possam identificar conteúdos que infrinjam as leis de copyright. Além disso, as transferências de pagamentos aos autores de canções executadas em plataformas de streaming devem ser aumentadas. Ferramentas como YouTube serão obrigadas a remunerar os autores das obras que publicadas por seus usuários.

A nova lei está gerando grande discussão pelo mundo e sofrendo ataques. Para alguns a normativa é considerada uma “censura à internet livre” por determinar que o Facebook e o Google repassem aos criadores dos links parte dos ganhos com anúncios. Há ainda o Artigo 13, no qual exige a criação de algoritmos para detectar conteúdos sem licença.

A Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (Cisac) se pronunciou apoiando a aprovação da nova lei. Para a entidade as notícias negativas são patrocinadas por lobbies da indústria on-line, que financiam milhares de dólares para impedir a alteração das leis atuais.

“É a legislação mais importante para autores e compositores dos últimos 20 anos”, afirmou a entidade.

Uma petição que já possui mais de 30 mil assinaturas foi criada para pressionar por uma distribuição mais justa dos ganhos na internet.

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Pela primeira vez a Parada de Singles do Reino Unido incluirá visualizações de vídeos do YouTube.

Matéria de The Independent

Novas regras: os números dos vídeos reproduzidos no YouTube, Apple, Tidal e Spotify serão incluídos na paradas de singles do Reino Unido.

As gravadoras e a BBC Radio 1 aprovaram as novas regras de formação dos charts e a partir desta sexta-feira (29), os números dos vídeos oficiais reproduzidos no YouTube, Apple, Tidal e Spotify serão incluídos na paradas de singles do Reino Unido.

“A maneira como os fãs de música estão consumindo música está mudando a cada mês” contou Martin Talbot, chefe-executivo de Charts.

Ele também destacou que os vídeos de grande orçamento não necessariamente irão colher os benefícios das novas regras do gráfico.

Segundo o site “Independent” a mudança não terá grande impacto nas posições das músicas, uma vez que nos testes realizados os vídeos virais só apresentaram um pequeno aumento na posição do gráfico.

Vários artistas e produtores receberam bem a mudança, como a cantora pop Dua Lipa que lembrou como seu clipe da música “New Rules” foi importante para sua carreira.

Olly Alexander, vocalista do Years & Years, também apoiou a mudança. Tanto que a banda está lançando um vídeo para cada música do próximo álbum.

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Instagram muda e permite vídeos de até uma hora

Matéria de EXAME

Vem aí novo aplicativo do Instagram para competir com o YouTube.

O Instagram anunciou o lançamento de uma novidade, o “IGTV”, será um aplicativo que suportará vídeos de até uma hora de duração.

O novo aplicativo será como o YouTube porém apenas com vídeos verticais e estará inicialmente disponível em dispositivos móveis, com versões para Android e iPhone.

Segundo o portal da revista EXAME, o IGTV terá recomendações de conteúdos para os usuários e os vídeos publicados não poderão ser monetizados pelos criadores.

Além de anunciar a novidade, o Instagram também informou que atualmente possui um bilhão de usuários ativos mensalmente no mundo todo.

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Sites para download de vídeos do YouTube saem do ar após pressão de gravadoras

Fazer downloads de vídeos no Youtube ficou um pouco mais difícil para quem usa certos tipos programas. Após pressão das gravadoras, sites para downloads de vídeo do Youtube saíram do ar.

Segundo o site “Olha Digital”, as gravadoras nos Estados Unidos pressionaram legalmente a remoção do site Pickvideo.net, o mais utilizado pelos usuários para piratear músicas.

Após a denúncia outros sites saíram do ar. O motivo poderia ser um receio de ocorrer a mesma ação sofrida pelo o YouTube-MP3 que foi removido no ano passado após uma grande represália da indústria musical. O site recebeu uma ação judicial movida pela RIAA, pelo IFPI e pelo BPI.

Vale lembrar que sites de download e conversão não são necessariamente ilegais. A fundação Electronic Frontier Foundation (EFF) defende que algumas páginas não infringem a lei: “existe um volume enorme de vídeos online licenciados para download gratuito e modificação, ou que contém faixas de áudio que não estão sujeitas a copyright”, explicou a EFF.

A EFF acusa a RIAA, associação de gravadoras norte-americanas, de abusar da lei de copyright para pedir a remoção de páginas desse tipo.

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Por que o novo serviço de música do YouTube enfrentará dificuldades

O Meio & Mensagem publicou uma análise sobre o novo serviço de streaming de música do Youtube. “Acreditamos que o novo serviço enfrentará uma batalha”, afirmou o site.

O novo serviço de streaming do Youtube, o Youtube Music, terá muitos desafios para se estabelecer. Além da concorrência formada por empresas como Spotify, Apple Music e Amazon Music, o maior desafio será atrair mais de um bilhão de pessoas que acessam o serviço e já estão acostumadas a usá-lo de forma gratuita.

Fazer a transição de usuários de um modelo gratuito para um modelo pago é algo muito difícil. O Youtube já passou pela experiência com o Youtube Red, seu serviço de subscrição de transmissão de vídeo. Apesar do grande investimento e marketing, o serviço representa apenas 7% da receita do Youtube.

Segundo o site, para conquistar os usuários é necessária uma abordagem em diferentes segmentos com diferentes necessidades que ofereça propostas de valor únicas.  No caso do YouTube Music, os benefícios pela assinatura do serviço estão na visualização de conteúdo sem anúncios nos vídeos e a possibilidade de assistir e ouvir conteúdos off-line.

Convencer os usuários a pagarem por um serviço que elas já estão acostumadas a usar de forma gratuita é complicado, pois não se trata de uma questão apenas econômica e sim psicológica. Antes de migrarem para o plano pago o usuário é influenciado por muitas variáveis psicológicas como encontrar um serviço adequado às suas necessidades; avaliar o risco; as formas de pagamento e se vale a pena cancelar suas opções atuais para se inscrever no YouTube Music.

Se outras plataformas como o Facebook, Snapchat, Instagram e WhatsApp começassem a cobrar pelos seus serviços também passariam por muitas dificuldades.

Outro fator que poderia fazer o YouTube Music ser bem-sucedido seria tornar seu serviço gratuito menos acessível, porém a estratégia poderia sair pela culatra e acabar reduzindo a quantidade de usuários que migrariam para serviços concorrentes.

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ECAD DISTRIBUI EM JULHO O ACORDO COM O YOUTUBE

O Youtube confirmou as datas para os pagamentos ao Ecad pela execução pública de visualizações de seu conteúdo.

O Youtube confirmou que irá começar a pagar ao Ecad em julho.  A decisão veio após um acordo realizado com o Ecad no qual a plataforma reconheceu  o caráter de execução pública das visualizações dos seus conteúdos e concordou também em quitar os valores inadimplentes desde o ano de 2012 a setembro de 2017 no total de R$20 milhões.

Outra informação divulgada pela entidade é sobre os valores referentes às mensalidades já pagas pelo YouTube relativas ao último trimestre de 2017 e ao primeiro de 2018. Os associados poderão receber os valores a partir de agosto. O valor está sujeito a análise dos arquivos conforme à regra da rubrica Serviços Digitais Streaming e por isso devem ocorrer atrasos nos pagamentos.

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FitDance cresce em academias, vira arma de marketing musical e incomoda setor de educação física

Matéria de G1

Já ouviu falar no FitDance? O que começou com vídeos de dança no Youtube, hoje influencia até na composição de hits no Brasil!

O G1 publicou uma matéria explicando o fenômeno da internet FitDance uma plataforma de dança que está chamando a atenção tanto quanto as rádios e a televisão.

Fábio Duarte e seu irmão Bruno, são os responsáveis pela criação e divulgação do FitDance que em 2014 começou com vídeos de coreografias de dança originais. Hoje são 14 mil academias que adotam o método do grupo no Brasil e Argentina e 10 milhões de seguidores em cinco canais no YouTube, uma média de 200 milhões de visualizações por mês.

Os números começaram a chamar a atenção de produtoras, gravadoras e músicos que investem pesado em parcerias para divulgar trabalhos em coreografias que bombam em aulas e baladas.

Segundo o G1, os empresários destinam até 50% do orçamento da estratégia digital de seus artistas nas parcerias com o grupo.

“O FitDance entrou na cartilha de lançamentos de músicas das grandes gravadoras. Todo artista, quando vai planejar um CD ou um novo show, imagina: ‘Tenho que ter boas músicas para dançar”, contou Bruno.

Fábio explicou que a empresa chega a influenciar na composição de hits, principalmente nos singles de Axé da Bahia: “Antes, uma música era feita e o dançarino tentava encaixar uma coreografia. Hoje os artistas nos ligam para perguntar como deveriam compor”.

Um exemplo de sucesso do FitDance é o hit “Metralhadora” da banda Vingadora. Bruno contou que a banda queria trabalhar com outra canção para o carnaval, mas mudou de ideia por causa das sugestões do FitDance.

Outro sucesso no currículo da empresa é o vídeo da letra de “Swish swish”, da cantora Katy Perry com participação da Gretchen. A empresa criou os passos do vídeo que tem o Fábio entre os dançarinos. Além disso, o vídeo foi produzido pela agência Califórnia, da qual os irmãos são sócios-fundadores.

Os acordos com artistas podem incluir coreografia, vídeo roteirizado e estratégias promocionais e os preços geralmente começam em R$ 15 mil, mas podem mudar conforme a necessidade do artista.

Quando há participação de artistas nos vídeos de dança da empresa, as parcerias envolvem questões de direito autoral, explicou Fernanda Bas, gerente de marketing da Som Livre.

“Quando um vídeo deles gera uma monetização no YouTube, o artista e a gravadora [da música coreografada] também precisam receber”, afirmou Fernanda.

Quem não aprova a ideia é o Conselho Federal de Educação Física: “Eles copiaram o modelo da Zumba [programa de dança latina], que também usa o conceito da diversão para escamotear sua real atividade, que é o exercício físico.”, explicou o Conselho que defende que esse tipo de aula deve se ministrada com supervisão de profissionais preparados para evitar risco de lesões.

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