Warner Music Group Revela Interesse na Believe

A Warner Music anunciou que possui interesse para explorar uma possível fusão com a Believe, oferecendo €17 por ação, aproximadamente €1,7263 mil milhões

Hoje, 7 de março, o Warner Music Group (WMG) confirmou sua abordagem ao conselho da Believe, uma empresa francesa de música, para iniciar discussões sobre uma possível aquisição. A oferta potencial é avaliada em US$1,8 bilhão.

Conforme o Music Business Worldwide, em um comunicado aos investidores, o WMG reiterou seu interesse na transação, destacando benefícios estratégicos e financeiros para todas as partes envolvidas. A proposta, que avalia a Believe em 17 euros por ação, representa um aumento de 13% em relação à oferta anterior de um consórcio sueco.

No entanto, a abordagem da Warner enfrenta desafios, incluindo a tentativa do consórcio sueco, liderado pelo CEO da Believe, Denis Ladegaillerie, de adquirir uma parcela significativa da empresa. O WMG expressou preocupações sobre renúncias às regulamentações francesas, questionando a validade dessas ações.

A Warner está aguardando acesso às informações necessárias para apresentar uma oferta formal, enquanto a Believe continua a considerar suas opções em meio a essa disputa de aquisição.

Aguardam-se desenvolvimentos futuros nesta potencial transação entre as duas empresas de música.

Foto: completemusicupdate.com/reprodução

 

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Warner Music Group Revela que pretende lançar um aplicativo voltado para os Superfãs

Aplicativo deve fortalecer as relações entre artistas da gravadora e seus fãs dedicados, permitindo uma conexão direta entre eles.

Na terça-feira, 27 de fevereiro, o CEO do Warner Music Group (WMG), Robert Kyncl, surpreendeu a plateia da Web Summit em Doha ao anunciar o desenvolvimento de um aplicativo superfã pela gravadora.

De acordo com informações do Music Business Worldwide, o CEO destacou a importância de superfãs na indústria, revelando planos para artistas se conectarem diretamente com seus admiradores por meio do aplicativo. Kyncl afirmou: “Acreditamos no poder dos superfãs”, acrescentando que a Warner Music está focada em fornecer dados aos artistas sobre esses fãs dedicados.

A iniciativa surge em um momento em que líderes da indústria, como Sir Lucian Grainge da Universal Music Group, buscam monetizar relações entre artistas e fãs. Grainge, em nota anterior, delineou uma estratégia centrada no artista e em experiências de superfãs.

Kyncl, em sua nota de Ano Novo para a equipe do WMG, declarou 2024 como “O Ano dos Próximos 10”, destacando a necessidade de desenvolver produtos e experiências diretas para artistas-superfãs. Ele revelou que o aplicativo está em estágio avançado de desenvolvimento e será lançado ainda este ano.

O mercado de superfãs está em ascensão, com 18% dos ouvintes de música nos EUA sendo superfãs, de acordo com o relatório Luminate. Estes superfãs gastam significativamente mais em música, representando uma oportunidade de receita inexplorada estimada em US$ 4,2 bilhões para a indústria fonográfica, conforme apontado pelo relatório da Goldman Sachs.

A revelação do WMG aponta para uma mudança na indústria musical, priorizando relações mais profundas entre artistas e seus fãs dedicados. O aplicativo superfã promete ser uma solução multiplataforma, permitindo aos artistas alcançarem seu público em diversas plataformas de maneira inédita.

 

Foto: divulgação

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Megan Thee Stallion assina acordo com Warner Music, mas continuará sendo uma artista independente. Entenda.

Matéria de Music Ally

O contrato permite que Megan aproveite os recursos de distribuição da WMG enquanto retém controle total sobre seus masters e publicações.

A rapper Megan Thee Stallion assinou recentemente um contrato com a Warner Music Group (WMG), destacando seu compromisso em manter sua independência artística.

De acordo com o MusicAlly, sob o acordo, Megan irá aproveitar os recursos de distribuição da WMG enquanto retém “propriedade total de suas masters e publicações”.

O lançamento de suas futuras músicas será realizado através de sua própria gravadora, Hot Girl Productions. Além disso, ela terá a opção de trazer artistas de seu selo para o ecossistema da WMG, abrindo portas para novos talentos.

Desiree Perez, CEO da Roc Nation, expressou confiança de que este modelo de contrato inovador será replicado. “Este novo capítulo com a Warner Music Group mudará o cenário da indústria musical e capacitará outros artistas independentes a seguirem seus passos e reivindicarem seu poder”, declarou Perez.

Em uma notícia relacionada, a Warner Music também fechou contrato com a estrela nigeriana Joeboy, incluindo o lançamento de seu próprio selo, Young Legend. Este movimento faz parte da expansão da WMG na África Ocidental.

“Com a música conectando-se rapidamente com fãs ao redor do mundo, faz sentido trabalhar com um parceiro global que possa me ajudar a construir carreiras internacionais para meus artistas”, comentou Joeboy sobre a parceria.

 

Foto: reprodução

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Canva lança sua própria biblioteca comercial com 500 mil músicas

Matéria de Music Ally

O Canva agora possui uma extensa “biblioteca de música popular”, com mais 500 mil faixas provenientes de parcerias com a Warner Music e a agência independente Merlin.

O Canva, conhecido por sua plataforma de design intuitiva, expandiu suas funcionalidades ao lançar uma extensa “biblioteca de música popular”. Esta biblioteca, composta por mais de 500 mil faixas provenientes de parcerias com gigantes musicais como Warner Music Group e a agência independente Merlin, está agora disponível para os clientes Canva ‘Pro’ e ‘Education’.

Conforme o MusicAlly, desde o início deste ano, a adição de música ao Canva tem sido impulsionada por colaborações estratégicas. Os usuários ‘Pro’ e ‘Education’ podem integrar essas trilhas sonoras em seus vídeos e conteúdos. Os usuários ‘Teams’ e ‘Nonprofit’ terão acesso em breve.

É importante notar que, embora o Canva funcione num modelo freemium, os usuários gratuitos não podem utilizar música em seus designs, a menos que façam um upgrade. No entanto, eles podem explorar a vasta biblioteca musical.

Uma consideração crucial é que a música disponibilizada é destinada apenas para uso pessoal. Marcas e empresas que buscam aplicar as faixas comercialmente precisarão adquirir licenças de sincronização, conforme prática habitual.

Com 16 milhões de assinantes pagantes e 50 milhões de usuários educacionais, a Canva tem um alcance significativo. A introdução desta biblioteca musical oferece novas possibilidades criativas, consolidando ainda mais a presença da Canva no cenário digital.

 

Foto: divulgação

 

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CEO DA WARNER MUSIC MOSTRA APOIO ÀS MEDIDAS DE PROTEÇÃO PARA ‘DEEPFAKE’ NA MÚSICA

Matéria de Music Ally

Em conferência, CEO falou que apoia medidas que visam combater o uso não autorizado de deepfake-tracks e chatbots que replicam nomes, imagens e vozes por meio de inteligência artificial.

O CEO da Warner Music Group (WMG), Robert Kyncl, expressou seu apoio às medidas propostas pela indústria musical para proteger os direitos de personalidade de artistas e compositores. Essas medidas visam combater o uso não autorizado de deepfake-tracks e chatbots que replicam nomes, imagens e vozes por meio de inteligência artificial.

Conforme o MusicAlly, durante sua participação na conferência Code desta semana, Kyncl enfatizou a importância de equiparar a proteção dos direitos de nome, imagem e voz à dos direitos autorais, mas ressaltou que o processo demandará tempo. Ele afirmou que a WMG está disposta a colaborar com as plataformas de distribuição para avançar nesse sentido.

Além disso, foi anunciado recentemente que políticos nos Estados Unidos estão trabalhando em um projeto de lei para estabelecer um direito federal de publicidade em todo o país, abordando essa questão. Atualmente, alguns estados americanos possuem tal legislação, enquanto outros não.

Kyncl também comparou os desafios apresentados pela inteligência artificial generativa aos enfrentados com o conteúdo gerado pelo usuário (UGC) no passado, destacando sua experiência anterior no YouTube. Ele ressaltou a necessidade de abordar esse fenômeno com consideração e garantir que os artistas tenham a capacidade de fazer escolhas nesse contexto em evolução.

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TikTok expande acordo com Warner Music Group e promete ‘modelos econômicos alternativos’

Matéria de Music Ally

Renovação de acordo de licenciamento entre TikTok e Warner Music busca desenvolver novos ‘modelos econômicos’ de remuneração no de streaming e rede social.

O TikTok acaba de garantir uma renovação de seu acordo de licenciamento com o Warner Music Group (WMG). O anúncio foi feito em uma declaração conjunta pelas duas empresas, descrevendo a parceria como “inédita e abrangente”, representando uma expansão do acordo anterior.

Sob o novo acordo, o MusicAlly explicou que as divisões de música e edição da Warner Music irão licenciar seus catálogos para o TikTok e também para o serviço recém-lançado TikTok Music. Além disso, o acordo se estende ao aplicativo de edição de vídeo CapCut, desenvolvido pela ByteDance, empresa proprietária do TikTok, e à Biblioteca de música comercial (CML) da marca TikTok.

Uma das características interessantes deste acordo é o foco na Biblioteca de música comercial (CML). O TikTok busca resolver questões de licenciamento que têm causado atritos entre marcas e gravadoras, permitindo que as empresas acessem faixas legais e licenciadas para uso em seus vídeos. Até agora, a CML tem sido composta principalmente por músicas de artistas independentes, e a inclusão do vasto catálogo da WMG representa um significativo acréscimo ao acervo disponível.

Outra parte que merece destaque neste novo acordo é a promessa de desenvolvimento conjunto de “modelos econômicos adicionais e alternativos”. Essa abordagem parece alinhar-se com a estratégia do Universal Music Group (UMG), que tem se manifestado sobre sua busca por novos modelos econômicos em parceria com serviços de streaming. Parece que a WMG compartilha da mesma ambição ao se associar com o TikTok.

 

Foto:  Alexander Shatov no Unsplash

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Canva firma acordo com Warner Music Group e Merlin para permitir que os usuários incorporem clipes de música em seus designs

Matéria de Variety

O Canva confirmou que artistas e detentores de direitos receberão royalties pelo designs criados com música na plataforma .

O Canva, uma plataforma de design personalizado, anunciou parcerias com a Warner Music e a Merlin para permitir que seus usuários incorporem clipes de música em seus projetos.

De acordo com a Variety, a partir da próxima primavera, os catálogos da Warner Music Group e da Merlin estarão disponíveis para os clientes do Canva Pro, Canva for Education e Canva for Nonprofit adicionarem clipes de música aos seus designs.

Além de usar músicas em vídeos ou carrosséis para mídias sociais, os usuários também poderão adicionar clipes de suas músicas favoritas a apresentações, vídeos internos de treinamento, vídeos educacionais e muito mais. A plataforma confirmou que artistas e detentores de direitos receberão royalties quando os clipes de suas músicas forem usados nos designs.

Vale notar que recentemente a plataforma também lançou o Beat Sync, uma ferramenta que ajuda os usuários a sincronizar suas imagens de vídeo com a batida de uma trilha sonora selecionada. Segundo a empresa, as exportações de designs do Canva usando modelos do TikTok mais do que triplicaram no ano passado. No geral, o número de vídeos criados no app aumentou 70% nos últimos 12 meses.

“Essa colaboração com o Canva fornecerá novas oportunidades para nossos artistas aumentarem seu alcance e se envolverem com seus fãs, além de capacitar a comunidade de criadores daplataforma a elevar seus designs com nosso catálogo robusto”, disse Jessica Goldenberg, Vice-Presidente Sênior de Estratégia Digital e Desenvolvimento de Negócios da WMG.

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Receita das três maiores gravadoras do mundo ultrapassa US$6 bilhões no primeiro trimestre de 2023

Análise aponta que as três maiores gravadoras do mundo faturam US$69 milhões por dia, ou aproximadamente US$2,9 milhões por hora.

As três maiores gravadoras do mundo – Universal Music, Sony Music e Warner Music geraram coletivamente US$6,21 bilhões no primeiro trimestre de 2023, com suas operações de direitos musicais.

De acordo com análise feita pelo Music Business Worldwide, isso equivale a uma média de US$69 milhões por dia, ou aproximadamente US$2,9 milhões por hora.

O portal também descobriu que a receita total das três gravadoras, considerando música gravada, edição de música e outras receitas auxiliares, atingiu a marca de US$5 bilhões no mesmo período. Isso representa uma média diária de US$56 milhões, pouco mais de US$2,3 milhões por hora.

Em relação à receita proveniente do streaming de música, as três maiores gravadoras geraram conjuntamente US$3,32 bilhões nos primeiros três meses de 2023. Isso representa uma média diária de US$37 milhões, aproximadamente US$ 1,5 milhão por hora.

Embora o crescimento da receita em relação ao ano anterior ainda seja saudável, o site enfatizou que as gravadoras não estão alcançando os aumentos substanciais de dois dígitos que já foram observados. No primeiro trimestre de 2023, o Universal Music Group registrou um crescimento de receita de 9,6% em relação ao ano anterior na categoria de música gravada, a Sony teve um crescimento de receita anual de 10,5% na mesma categoria, e as receitas de música gravada da Warner aumentaram 2,5% em relação ao ano anterior, considerando as moedas constantes.

Com base nesses números promissores, é possível que as três maiores empresas de música alcancem uma receita anual de US$25 bilhões em 2023. No entanto, o ritmo atual de crescimento sugere que as empresas podem enfrentar desafios para manter um aumento significativo em relação ao ano anterior.

 

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Warner México lança Gorgona, nova gravadora liderada por mulheres e focada em artistas femininas

Matéria de Industria Musical

A Warner Muusic México revelou a ideia de crar o novo selo surgiu para trazer mais visibilidade e ajudar no desenvolvimento profissional de executivas mulheres.

A Warner Music México anunciou o lançamento da nova gravadora ‘Gorgona’, liderada por uma equipe de executivas e que terá como foco a promoção de artistas femininas.

Conforme noticiado pelo industriamusical.com, a empresa disse que o México é o lar de muitas grandes artistas femininas, porém a presença de mulheres em outros papéis importantes da indústria tem sido historicamente baixa, agravada pelo contexto social de um país com sérios problemas de desigualdade de gênero.

Para enfrentar essa preocupação, a Warner Music México criou o Comitê de Igualdade de Gênero, formado exclusivamente por mulheres, com o objetivo de criar um espaço que desse mais visibilidade às executivas e ajudasse no seu desenvolvimento profissional.

A ideia surgiu de criar uma gravadora em que absolutamente todas as funções na cadeia de suprimentos fossem desempenhadas por mulheres, desde a composição até a promoção e os serviços de música digital.

A Gorgona já realizou um treinamento de composição para mulheres que fazem música e lançou seu primeiro álbum, o recém-lançado “Cypher 1: Ella”, uma colaboração entre Mabiland, Emjay, Mare Warning e Delfina Dib.

Andrea Fernández, gerente de A&R da Warner Music México e líder criativa da nova gravadora, disse que a atmosfera em seu primeiro acampamento foi muito amigável, com todas as mulheres sentindo que suas opiniões e vozes foram validadas no estúdio.

 

Foto: Reprodução

 

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ANITTA E WARNER MUSIC ANUNCIAM FIM DE CONTRATO

Matéria de G1

Em comunicado, Anitta e gravadora disseram que chegaram a um acordo para seguir caminhos diferentes.

Nesta terça-feira, 4 de abril, a cantora Anitta anunciou o fim de seu contrato com a Warner Music após onze anos de parceria. Em comunicado divulgado, sem detalhes sobre a negociação, artista e gravadora afirmaram que concordaram em seguir caminhos diferentes.

reprodução

Conforme noticiado pelo G1, o rompimento do contrato aconteceu após uma série de críticas de Anitta à gravadora. Em maio de 2022, ela afirmou que a Warner “só me dá dinheiro para investir em alguma coisa depois que está viralizando”. Em fevereiro deste ano, durante uma conversa com os fãs no Twitter, Anitta mencionou a vontade de encerrar o contrato com a gravadora. E em março, ela fez críticas públicas por falta de apoio da Warner, pedindo uma reunião com o CEO da gravadora.

Anitta ainda chegou a falar em suas redes sociais que gostaria de saber o preço do seu contrato com a Warner, que ela considerava justo de acordo com a quantia de dinheiro que a gravadora investiu nela. Segundo a cantora, ela havia perguntado várias vezes, mas não havia recebido uma resposta adequada.

Em sua coluna para o G1, o jornalista Mauro Jardim disse que “Sair da Warner Music é el paso mais acertado de Anitta na atual fase da carreira internacional da Girl from Rio”. Ele analisou que a cantora saberá onde conseguir ajuda para continuar sendo uma artista global: “Mas o que importa é que ainda há tempo para Anitta buscar o investimento necessário junto a outras marcas e/ou empresas para continuar apostando alto e, assim, se manter no lugar honroso conquistado em 2022”, concluiu.

 

Foto: Aude Guerrucci/Reuters

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