ROCINANTE: NOVA GRAVADORA QUER INVESTIR EM FABRICAÇÃO DE DISCOS

Matéria de Época

Conheça a Rocinante, uma nova gravadora brasileira que deseja fabricar seus próprios discos e oferecer espaço a novos artistas.

O portal da revista Época falou sobre a Rocinante, uma nova gravadora do mercado musical que visa investir em fabricação de discos e oferecer espaço a novos artistas.

A Rocinante foi lançada no ano passado pelo músico e poeta, Sylvio Fraga, e seu sócio Pepê Monnerat. Desde então, seu catálogo vem sido construído com artistas como a Orkestra Rumpilezz e Thiago Amud, “compositor louvado por nomes como Caetano Veloso”.

A gravadora pretende iniciar no fim deste ano a fabricação de vinis. De acordo com o portal, a capacidade de produção será de 1.600 discos por dia. Vale lembrar que atualmente no Brasil, há apenas a Polysom e a Vinil em operação.

O objetivo da gravadora é ser um empreendimento autossustentável, com poucos lançamentos por ano, apenas nos formatos digital e vinil: “Nossa ideia é gravar só o que queremos, sem pensar em mercado. São discos que queremos que existam”, disse Fraga, diretor artístico da gravadora.

“O que financia o negócio é nosso estúdio (em Araras, Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro ) e a fábrica (a ser instalada num galpão em Petrópolis ). Não é sonho de doidão apaixonado. Eu e Pepê somos economistas, fizemos contas. Tenho certeza de que existe uma demanda, por isso investimos. Nossas prensas, produzidas na Alemanha, estão entre o que há de melhor no mercado mundial hoje. A Rocinante é nosso projeto de vida, portanto acreditamos na capacidade de gerar lucro. Não teríamos como manter por anos algo sangrando dinheiro.”, continuou o diretor.

“Queremos dar atenção total ao disco, desde o microfone usado em cada gravação até o fim da masterização. Com a Oskestra Rumpilezz, tínhamos 21 músicos tocando juntos. Nós nos equipamos para que não houvesse uma única coisa que não fosse maravilhosa. Incluindo pegar microfones emprestados de amigos que têm estúdio, para garantir que todos os instrumentos tivessem a captação perfeita.”, explicou Fraga.

Fraga defendeu que a proposta é trabalhar com artistas que não são o óbvio do mercado e destacar a arte brasileira. Uma atitude mais que necessária perante o fim do Ministério da Cultura, ataques à classe artística e ao financiamento cultural, como a Lei Rouanet: “Eles conseguem atrapalhar a produção de cultura no Brasil, mas não vão vencer”.

Foto:  Leo Martins / Agência O Globo

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Você disse Vitrola com Bluetooth?

Matéria de Hypeness

Será que vale a pena? O novo toca-discos da Sony chamou a atenção no nosso grupo no Facebook durante o fim de semana. O motivo: Além da aparência de uma vitrola vintage, o toca-discos possui conexão bluetooth e saída USB!

Estamos presenciando a volta do Vinil. Além das versões atualizadas do formato, novos tipos de toca-discos estão entrando no mercado. O novo modelo da Sony, LX310BT, promete qualidade de audio e muito mais.

Pode ser um pouco contraditório querer uma qualidade de áudio e ao mesmo tempo ouvir música através de Bluetooth. Entretanto o modelo da de toca-discos da Sony promete  uma maior clareza de som e potência.

De acordo com o Hypeness, o modelo contém braço de alumínio automático, pré-amplificador integrado e uma bandeja de alumínio. Isso tudo com um design elegante e discreto.

“Trata-se portanto de uma vitrola wireless, capaz de se conectar via bluetooth com qualquer equipamento de áudio, como falantes, fones e afins”, explicou o Hypeness.

Você pode encontrar o toca-discos LX310BT da Sony a partir de março, por 200 dólares, cerca de 745 reais.

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De volta para o futuro: discos de vinil HD podem ser realidade em 2019

Aí vem uma novidade pra quem curte música com qualidade: o Vinil HD! Com base de cerâmica, o novo formato terá maior tempo de reprodução.

Em breve, discos de vinil serão relançados em versão HD. A novidade chegará em 2019 pela empresa austríaca Rebeat Innovation.

De acordo com o portal Tecmundo, o Vinil HD terá algumas melhorias na sonoridade das músicas e um tempo de reprodução 30% maior com aproximadamente 30 minutos.

Além disso, o formato de gravação dos discos utiliza uma base de cerâmica e promete um tempo bem menor de prensagem. “Isso acontece por meio de um mapeamento topográfico em 3D, aliado a uma tecnologia de inscrição a laser”, afirmou o portal.

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Sucesso nos anos 1970 e 80, fitas K7 voltam a ser fabricadas no Brasil após 20 anos.

Matéria de Folha de S.Paulo

Vamos limpar a poeira dos radinhos de fita! Após 20 anos, a Polysom voltou a fabricar fitas cassete no Brasil!

Após 20 anos, a Polysom anunciou que está voltando a fabricar fitas cassete no Brasil. Nas próximas semanas haverá lançamentos de quatro bandas: Planet Hemp, Arctic Monkeys, Pitty e Nando Reis.

Serão produzidas 4.000 fitas por mês e inicialmente serão quatro novidades: O novo do Arctic Monkeys, “Tranquility Base Hotel & Casino”, os relançamentos do Planet Hemp, “Usuário”, “Voz e Violão – Recreio – Vol. 1 do Nando Reis e o “(Des) Concerto ao Vivo” da Pitty.

Quanto ao preço sugerido, João Augusto, presidente da gravadora Deck e consultor da Polysom, explica que o valor inclui os altos custos na produção e por isso cada fita sairá a R$49,90. Em comparação aos discos de vinil fabricados no Brasil o valor também fica elevado. Encontramos no mercado preços a partir de 80 reais. “Há nesse resgate dos formatos analógicos um componente de caráter “cult”, distante do grande público”, conta a notícia do jornal Folha de São Paulo.

Outras novidades que veremos em breve serão lançamentos que vão além do rock: o novo disco de Elza Soares, ‘Deus É Mulher’, e a releitura da obra de Tom Jobim por Fernanda Takai, ‘O Tom da Takai’.

Se você ficou ansioso com a notícia e deseja ouvir em casa música de qualidade, o valores dos novos walkmans podem chegar a 180 reais. Então vamos começar a tirar a poeira daqueles radinhos de fita que estão guardados porque agora eles valem muito!

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O aplicativo que reconhece álbuns pela arte da capa

Matéria de Nexo Jornal

Record Player é um aplicativo que indica o álbum na biblioteca do Spotify apenas com a foto do CD ou vinil. Conheça a novidade!

O aplicativo Record Player é capaz de indicar o álbum na biblioteca do Spotify automaticamente apenas com a foto do CD ou vinil.

Criado pelo desenvolvedor americano Patrick Weaver na plataforma colaborativa Glitch, o novo aplicativo encontra o álbum na biblioteca do Spotify a partir de uma foto do CD ou vinil. Com a ajuda do Cloud Vision, leitor de imagens do Google, a imagem é identificada para que o Spotify consiga encontrar os resultados.

Para usar o Record Player bastar ir ao site Record-Player.glitch.me e clicar no botão “Click to select or take a picture” (clique para selecionar ou tirar uma foto) e então a câmera do celular abre automaticamente.

É possível encontrar artistas brasileiros e internacionais que estão no Spotify.

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Destino de vinil: quem realmente está comprando discos?

Matéria de the Guardian

São os homens de meia idade, e não os millennials, que estão revivendo o vinil. Mas será que a realidade é essa mesmo? Uma jornalista foi verificar os dados!

Uma pesquisa realizada pela YouGov descobriu o novo perfil dos consumidores de vinil: Homens entre 45 e 54 anos que gostam de ficar sozinhos e que sentem um significado emocional pelo formato.

Mas os resultados do YouGov são verdadeiros? A jornalista Harriet Gibson percorreu as ruas de Soho, em Londres, para ver se os dados apresentados na pesquisa são verdadeiros.

Durante sua investigação, a jornalista se depara com vários amantes do formato como o colecionador Stuart, de 55 anos, que possui cerca de 3.000 a 4.000 registros e o vendedor Wez, de 25 anos. Eles concordaram com vários dados da YouGov.

Confira a jornada completa da jornalista e veja o que ela descobriu sobre a pesquisa e sobre as pessoas que voltaram a apreciar o vinil.

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E A ‘MODERN’ VIROU ‘OLD SOUND’: DO AUGE AO FIM DA GIGANTE DOS DISCOS

Matéria de O Globo

O site do jornal “O Globo” relembrou a história de Pedro Passos como fundador da icônica loja de discos Modern Sound.

Pedro Passos iniciou sua careira como vendedor de vinis e seu crescimento acompanhou o ritmo da indústria fonográfica.

Em 1961, Pedro comprou a loja Master Ranger, onde trabalhou como funcionário. Cinco anos depois, fundou a Modern Sound que ocupava 12 lojas de uma galeria na Barata Ribeiro, no Rio de Janeiro. Três delas eram dele e as outras nove alugadas.

“Se não tem na Modern Sound, não tem em lugar algum”, dizia o empresário que oferecia um catálogo internacional gigantesco.

Com a internet chegando para mudar os hábitos de consumo de música, seu império não resistiu a crise. Em 2010, a Modern Sound encerrou suas atividades.

Agora, aos 78 anos, Passos possui um pequeno acervo de vinis, CDs, DVDs, video lasers (formato obsoleto), e equipamentos de som. A coleção é aberta aos fãs e recebeu o nome de “Old Sound”.

Pedro atribui o fim de seu negócio à internet e a chama de “uma ferramenta da maldade”.

Sobre o streaming, ele admite não estar informado e nem quer ouvir falar! “De que adianta ter um pen drive com mil músicas? No CD você tem 12 músicas, pode escolher uma, porque seu espírito pede aquela música, não pede mil. Eu gosto da ideia do físico, de manusear LP, de limpar CD”, disse ele.

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Vinyl, the salvation of the music industry in the digital age—in charts, audio and some cats

Matéria de Quartz

Uma análise sobre os hábitos de consumo de música entre os americanos e a volta do vinil. Confira!

Neste mês vimos duas notícias importantes para a indústria da música: A demissão de 40% dos funcionários do SoundCloud e a volta da produção de vinil pela Sony Music. Essas notícias devem ser avaliadas como o reflexo das mudanças do consumo de música.

O site Quartz publicou uma pequena análise sobre essas notícias, destacando a volta do vinil e a relação de consumo dos americanos.

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Sony volta a fabricar discos de vinil após quase 30 anos

Matéria de G1

Com o aumento da demanda, a Sony anunciou que voltará a fabricar discos de vinil.

A Sony Music decidiu retomar a fabricação de vinis em suas duas fábricas no Japão, a empresa japonesa interrompeu a fabricação em 1989, devida a crescente fatia do mercado musical monopolizada pelos CDs. Ainda não foi revelado o volume da produção prevista.

Além disso, foi instalado um novo estúdio de gravação no centro de Tóquio para produzir os “masters” dos quais serão geradas as cópias em vinil e aproveitar melhor a qualidade desse formato, segundo a porta-voz.

As vendas de vinis no Japão chegaram a cerca de 800 mil unidades em 2016, oito vezes mais que em 2010, segundo dados da indústria musical do país.

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Nostalgia musical: discos de vinil são 26% mídias físicas vendidas nos EUA

Relatório da RIAA indica crescimento das vendas de vinil.

Recentemente, o relatório da RIAA sobre o mercado da música nos EUA indicou que a indústria continua crescendo. Boa parte por causa dos serviços de streaming. No entanto, há outros meios que estão crescendo, como o vinil.

Em 2016, a vendas de discos de vinil alcançaram receitas de US$ 430 milhões — “26% de todos os ganhos obtidos com a venda de mídias físicas”.  Melhor receita desde 1985.

“É claro que isso não significa que os discos de vinil estão fazendo com que o mercado de mídias físicas seja reerguido”. Acontece que pela queda de vendas dos CDS, o valor das receitas do vinil fica maior.

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