YouTube entra no mercado de streaming com o novo serviço

Matéria de Forbes Middle East

Youtube lançará novo serviço de streaming para competir com o Spotify e Apple Music.

Nesta terça-feira (22) o YouTube promete lançar seu novo serviço de streaming de música: o YouTube Music.

Para competir com os gigantes, Spotify e Apple Music, o novo serviço do Youtube oferecerá streaming de vídeo e áudio com milhares de playlists oficiais de músicas, álbuns, rádio de artistas e muito mais. Além disso, para facilitar a navegação, o Youtube Music oferecerá remixes, apresentações ao vivo, capas e vídeos musicais da plataforma em um só lugar.

O serviço terá uma versão gratuita que terá anúncios, já a Premium, custará US$ 9,99 por usuário sem anúncios. O YouTube Premium substituirá o YouTube Red, um serviço de assinatura por streaming pago que foi oferecido pela empresa anteriormente.

O YouTube informou através do post em seu blog que os assinantes do Google Play Music e do YouTube Red terão automaticamente acesso ao YouTube Premium. A empresa também esclareceu que todos os usuários continuarão a ter acesso ao Google Play Música e poderão usar suas músicas e downloads, mesmo que tenham o YouTube Music.

O lançamento do serviço está previsto para os EUA, Austrália, Coréia do Sul, Nova Zelândia e México no dia 22 de maio de 2018. A empresa do Google, anunciou que lançará o YouTube Music na Europa também. No entanto, não houve menção quanto a disponibilidade no Oriente Médio.

Leia na origem

Streaming de música cria novas possibilidades de segmentação

Como as marcas podem usar os serviços de streaming para segmentar e alcançar seu público-alvo através da geolocalização

No ano passado, o mercado global de música cresceu em 8,1%, graças ao streaming de música. As marcas precisam perceber que os serviços de música também podem ser grandes parceiros para atingir o público-alvo com mais precisão.

A música digital está aumentando as possibilidades de usar recursos de geolocalização para ter uma segmentação mais precisa e melhor tratamento de dados.

Por isso “cada vez mais as agências e marcas estão buscando gerar conteúdo musical associado às campanhas”, contou Lou Schmidt, sócio e diretor de criação do estúdio criativo Antfood. Para ele, é preciso aproveitar as possibilidades de conexão com a marca que o mercado de streaming oferece.

 

Leia na origem

AGORA TIDAL É ACUSADO POR ATRASAR PAGAMENTOS

Jornal volta a acusar Tidal, só que agora o assunto são os atrasos no pagamento de detentores dos direitos autorais de grandes gravadoras.

Na semana passada o assunto mais comentado na indústria da música foi em torno das acusações sobre o Tidal.

O serviço de streaming foi acusado por um jornal de manipular os números dos streamings dos lançamentos dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

TIDAL negou a história, acusando o jornal DN de fazer uma “campanha de difamação” contra sua empresa.

Hoje o jornal Dagens Næringsliv voltou a fazer novas revelações acusando a plataforma de atrasar os pagamentos de royalties para os detentores dos direitos da indústria da música.

Duas importantes empresas de música sediadas na Noruega confirmaram as alegações. A independente Propellor Records e sua distribuidora, a Phonofile, de propriedade da Sony, disseram que realmente há atrasos desde outubro e as pessoas estão falando em retirar suas músicas do TIDAL.

Se as acusações persistirem a credibilidade do serviço de streaming pode ser ainda mais afetada.

Leia na origem

Números de Beyoncé e Kanye West no Tidal foram manipulados, diz jornal

Matéria de G1

O Tidal está sendo acusado de inflar os registros dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

O jornal de negócios “Dagens Naeringsliv” está acusando a plataforma de streaming Tidal de manipular os registros de usuários para aumentar o número de acessos dos álbuns da Beyoncé e do Kanye West em 2016.

Com a manipulação dos dados, os artistas e suas produtoras arrecadaram uma parte indevida dos royalties redistribuídos pelo Tidal, em detrimento de outros artistas que também estão na plataforma.

Segundo o DN, foram mais de 320 milhões de leituras falsificadas de títulos dos dois álbuns afetando mais de 1,7 milhão de usuários.

O advogado americano Jordan Siev, que representa o caso, negou qualquer manipulação e afirmou que os dados foram roubados e as informações publicadas pelo jornal estão equivocadas.

Leia na origem

O Global Music Report 2018 da IFPI

Global Music Report 2018, da IFPI mostra crescimento de 8,1% do mercado com receitas totais de US$ 17,3 bilhões.

A IFPI publicou o Global Music Report 2018, o mais importante relatório sobre a indústria da música. Em 2017, o mercado global de música cresceu 8,1%, com receitas totais de US$ 17,3 bilhões.

É o terceiro ano consecutivo de crescimento desde que a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – começou a acompanhar o mercado em 1997.

O principal colaborador para o crescimento do mercado continua sendo o streaming. No ano passado, 176 milhões de pessoas se tornaram assinantes, o que contribuiu para um crescimento 41,1% a.a.

O streaming agora representa 38,4% do total das receitas de música gravada e seu crescimento mais do que compensou uma queda de 5,4% na receita do formato de música física e um declínio de 20,5% na receita dos downloads.

Pela primeira vez, a receita vinda dos formatos digitais, foi responsável por mais da metade de todas as receitas (54%) da indústria .

A IFPI destacou que é preciso cobrar por mais ações para garantir que as leis dos direitos autorais sejam aplicadas de forma correta e consistente, de modo que as plataformas não possam alegar que não precisam ser licenciadas para distribuir música.

 

Principais números de 2017:

– Crescimento de receita global: +8,1%

– Participação digital das receitas globais: 54%

– Crescimento de receita digital: +19,1%

– Crescimento nas receitas de streaming: +41,1%

– Receita física: -5,4%

– Receita de download: -20,5%

Leia na origem

COMO O STREAMING MUDARÁ A INDÚSTRIA DA MÚSICA

Para o consultor Dennis Simms, a próxima revolução na indústria da música será financeira, multifacetada, com grandes implicações, e já começou!

Além de trabalhar com gestão de artistas e análise de mercado, o consultor Dennis Simms é experiente analisar as tendências da música digital e tecnologia.

Atualmente ele está completando o mestrado em negócios da música na Tileyard Education, em Londres. Nessa semana, Simms colaborou no blog do site MBW e falou sobre as mudanças que o streaming vem trazendo para a indústria da música.

No blog, Simms comenta sobre o impacto das novas tecnologias na indústria. Há mais de uma década a indústria da música vem sofrendo com a pirataria, até que finalmente retornou ao crescimento. Vimos muitas mudanças de formatos. Primeiro veio o vinil, depois os cassetes, passando pelos CD’s, downloads digitais e o atual streaming. Qual será a próxima novidade? As apostas estão nas tecnologias como AI, AR/VR, chatbots, speakers inteligentes e casas conectadas.

Todas essas tecnologias provavelmente terão algum impacto, em graus variados. No entanto, o consultor afirma que é uma fantasia acreditar que essas tecnologias possam revolucionar os negócios.

Para ele a próxima revolução na indústria musical não será um novo formato voltado para o consumidor ou um produto visionário. A próxima revolução é financeira e multifacetada, com grandes implicações, e já começou.

Leia na origem

O streaming está derrubando os cinemas (e a pirataria), revela pesquisa

Matéria de EXAME

Pesquisa aponta o impacto do streaming no Brasil: os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A EXAME publicou uma pesquisa exclusiva sobre o impacto do streaming no Brasil e revelou que os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A pesquisa que foi produzida pela consultoria Alexandria Big Data, ouviu 1.596 pessoas no país sobre seus hábitos de consumo on demand.

Entre os resultados obtidos, 64,7% das pessoas assinantes de serviços de streaming “deixaram de ir ao cinema para assistir filmes em casa e 43,6% citam a “liberdade de escolha” como razão principal para tanto. Os altos custos que envolvem a ida aos cinemas são citados por 30,7% como motivo”.

Além disso, apenas 35,3% afirmaram que preferem ir aos cinemas e “22,5% dizem que a experiência oferecida pela sala é o que mais atrai. 15,2% alegam que o fato de esses locais possuírem lançamentos é o que os leva a buscar essa forma de entretenimento”.

Os brasileiros estão reduzindo o consumo de pirataria: 62,4% dos entrevistados “disseram já terem consumido esse tipo de conteúdo, mas 81,6% alegam ter reduzido tal consumo depois de virar usuários de serviços de streaming”.

O ranking de serviços mais populares entre os brasileiros está em primeiro lugar a Netflix (85,1%), seguida do Spotify (33%), o Google Play (18,3%), Telecine Play (16,5%) e Deezer (14,2%).

Leia na origem

Impulsionada pelos serviços de streaming, a receita da música nos EUA aumenta.

Matéria de Rolling Stone

Em 2017 as receitas na indústria da música aumentaram em 16,5%, e mais uma vez o destaque é o streaming. É o segundo ano consecutivo de crescimento desde 1999.

A Associação da Indústria Fonográfica da América (RIAA) publicou seu relatório anual sobre a indústria da música nos EUA. Em 2017, houve um aumento 16,5% na receita. As plataformas de streaming contribuíram com dois terços da receita total.

Foram US$ 4 bilhões arrecadados das assinaturas pagas, que representaram a maior parte da receita.  Embora os serviços de streaming tenham contribuído para o aumento, esse valor está 40% abaixo dos níveis de pico.

Houve uma queda de 25% na receita de downloads digitais (US$ 1,3 bilhão). Embora a receita de produtos físicos tenha excedido a dos downloads digitais pela primeira vez desde 2011, os envios de produtos físicos caíram 4% (US$ 1,5 bilhão).

Cary Sherman presidente e CEO da RIAA publicou no blog da instituição sobre o “value gap”, explicando que há um abismo entre a quantidade de música consumida e a remuneração injusta que as plataformas retornam aos criadores para explorar música. “As consequências econômicas são reais e cada vez mais documentadas pelos principais acadêmicos”.

A RIAA está apoiando uma proposta de reforma no Congresso que “moderniza o licenciamento de música para o benefício de compositores, artistas, produtores e serviços de música digital”, disse Sherman.

Leia na origem

Netflix anuncia série em parceria com o Kondzilla

Matéria de EXAME

KondZilla lançará série de oito episódios na Netflix.

O KondZilla, é conhecido por ser o maior canal do YouTube brasileiro. Já contamos sua trajetória em posts anteriores. Nessa semana ele voltou com mais uma conquista, que pode mudar a vida de outros criadores de conteúdo na plataforma de streaming de vídeos.

A notícia é que o KondZilla lançará uma série na Netflix, chamada de “Sintonia”, que irá explorar “a interconexão da música, tráfico de drogas e religião em São Paulo”. A produção chegará ao catálogo apenas em 2019.

Com 32 mil curtidas, 8 mil compartilhamentos e 455 mil visualizações, a divulgação da notícia no Facebook da Netflix viralizou nas redes sociais.

No Twitter o público está dividido, uns aprovam e outros acreditam que a plataforma poderia direcionar esforços em outras produções. O que importa é perceber como a internet está possibilitando o surgimento de novos talentos.

Leia na origem

The curator of Spotify’s RapCaviar playlist is leaving the company

Matéria de The Verge

Spotify se registra na Bolsa de Valores, mas perde Tuma Basa, responsável pela segunda playlist mais ouvida no mundo, a “RapCaviar”.

O Spotify é o assunto da semana no mundo da música. A solicitação de seu registro na Bolsa de Valores, que foi realizada na quarta-feira (28/02), está levantando rumores e gerando muitas expectativas. No entanto, o serviço de streaming perdeu um importante membro de sua equipe.

Tuma Basa, chefe responsável pela curadoria de músicas de Hip Hop, anunciou que não faz mais parte do Spotify. Basa gerenciava a segunda maior playlist do Spotify, a “RapCaviar”.

A notícia de sua partida chegou um dia após o Spotify se registrar na Bolsa de Valores de Nova york e revelar a dificuldade de se tornar uma empresa lucrativa, mesmo com o crescimento do número de assinantes.

A saída de Basa deixa dúvidas com relação da sustentabilidade financeira do serviço de streaming. Até o momento nenhuma das partes se pronunciou sobre o assunto.

Leia na origem

©2018 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?