Policiais usam músicas para derrubar transmissões ao vivo de suas práticas abusivas

Policiais americanos estão reproduzindo músicas protegidas por direitos autorais para que transmissões ao vivo de ativistas sejam interrompidas pelos algoritmos das plataformas.

Nesta semana, a Vice denunciou uma prática feita por policiais americanos que estão aproveitando das Leis de Direitos Autorais para impedir que sejam filmados ao vivo em situações abusivas.

Conforme relata o Tenho Mais Discos Que Amigos, em Beverly Hills, na Califórnia, pessoas começaram a fazer transmissões ao vivo para denunciar policiais que estão atuando de maneira abusiva. O que os cidadãos não contavam, é que os policiais passaram a dar play em músicas protegidas de direitos autorais para que as transmissões sejam interrompidas pelas plataformas de streaming.

Foi o que aconteceu recentemente com Sennett Devermont, que após receber uma multa no qual acreditava ser injusta, resolveu solicitar em uma delegacia as imagens da câmera do policial que estava no local da autuação. Ao fazer uma transmissão para denunciar o ocorrido, o agente que lhe atendia começou a reproduzir em seu celular “Santeria”, hit da banda Sublime, sem dizer uma palavra.

Ao sair da delegacia, Sennett encontrou novamente o policial na parte de fora, e ele voltou a reproduzir músicas em seu celular par afastar o ativista.

Outro vídeo (assista aqui) mostra um policial reproduzindo “Yesterday”, dos Beatles, depois de perceber que estava sendo filmado. Ele apenas tocou a música e ficou olhando para o horizonte.

De fato, a tática pode dar certo para conter as lives, uma vez que os algoritmos das plataformas de redes sociais e streaming são capazes de bloquear conteúdo restrito por diretos autorais.

Ainda segundo o portal, os casos estão sendo analisados por autoridades locais. Vale notar que há um risco de que a prática se espalhe pelo mundo.

 

Foto: reprodução/ de Paul McCartney via Shutterstock

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Live Nation adquire plataforma de streaming ao vivo criada pelo Good Charlotte

De olho na tendência das lives, que deve continuar após a pandemia, a Live Nation adquiriu o Veeps, plataforma de streaming ao vivo criada por integrantes do Good Charlotte, banda pop-punk dos anos 2000

No início dos anos 2000, o Good Charlotte era uma banda conhecida pelos seus hits pop punk que passavam na MTV. Agora a banda voltou a estar nos holofotes do mercado musical, principalmente pela Live Nation, que acabou de adquirir uma parte de sua plataforma de streaming ao vivo.

De acordo com o Pollstar.com, a Live Nation anunciou nesta semana que adquiriu uma parte majoritária do Veeps, plataforma de streaming ao vivo personalizada para artistas.

A plataforma, criada pelos irmãos gêmeos Joel e Banji Madden, do Good Charlotte, ao lado dos cofundadores Sherry Saeedi e Kyle Heller, foi projetada para transmitir shows ao vivo com venda ingressos, e busca facilitar o envolvimento entre artistas e fãs através de recursos como chat, compras de produtos exclusivas, suporte, marketing social e ofertas VIP.

Segundo um comunicado feito pelo Veeps, mesmo com o retorno dos shows presenciais em 2021, a plataforma continuará oferecendo seus serviços, agora para a Live Nation. Sua aquisição deve trazer aos usuários conteúdo complementar aos shows tradicionais, como encontros virtuais, replay de vídeos, e inclusive a possibilidade de assistir online a shows com ingressos esgotados.

“Esta parceria é uma demonstração de que as transmissões ao vivo com venda de ingressos ganharam um lugar permanente nos negócios da música. No ano passado, as transmissões ao vivo do Veeps ajudaram artistas a ganhar mais de $10 milhões de dólares e estamos ansiosos para ajudar ainda mais apoiando a arte e seu desenvolvimento”, afirmou disse Joel Madden, cofundador do Veeps.

 

Foto: Ville Juurikkala

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HIP-HOP E R&B SÃO OS GÊNEROS MAIS OUVIDOS NOS ESTADOS UNIDOS EM 2020

Juntos, os dois gêneros representaram quase um terço dos plays nos serviços de streaming. Confira ranking de participação dos gêneros musicais mais ouvidos em 2020 nos Estados Unidos.

Mais de um terço dos plays de áudio e vídeo on demand nos Estados Unidos, em 2020, foram de músicas gravadas por artistas de R&B e Hip-Hop.

A notícia foi dada nesta semana pelo MRC Data (antiga Nielsen Music) em parceria com a Billboard, como resultado de sua pesquisa sobre o mercado de streaming de música.

No total de streams de vídeo sob demanda, a categoria “R&B/Hip-hop” representou mais de um terço de todas as reproduções, com 33,9%. Com relação aos streams de áudio, o gênero ficou com 30,7% de todas as reproduções. Entre os streams de áudio e vídeo combinados, 31,1%.

Além do favoritismo, o gênero musical aumentou sua participação de mercado ao longo de 2020, representando 28,2% do consumo total equivalente ao álbum (vendas físicas, digitais e streaming).

Para a surpresa de muitos, o Rock ainda continua vivo ficando em segundo lugar entre os gêneros mais ouvidos, representando 16,3% dos plays em todos os formatos e à frente do POP com 13,1%. dos plays.

De acordo com o Music Business Worldwide, o volta do rock pode ter sido impulsionada pelo lançamento do ‘Queen’s Greatest Hits’, considerado o maior álbum de rock do ano, e pelo Greatest Hist de Elton John, ‘Diamonds’.

Abaixo confira como ficou a lista de participação de mercado dos gêneros musicais em 2020

Foto: Reprodução/MRC

Mais ouvidas:

A faixa mais tocada nas plataformas de streaming de áudio e vídeo no ano passado foi ‘The Box’ de Roddy Ricch, que acumulou 920,4 milhões de reproduções de áudio e 399,2 milhões de reproduções de vídeo. Em segundo lugar, claro, ficou The Weeknd com seu hit ‘Blinding Lights’ (691,5 m) (o que nos faz ficar perplexos devido ao artista não ter sido indicado ao GRAMMY 2021), seguida por DaBaby com ‘Roddy Ricch’ com Rockstar (674,0 m).

Streaming de áudio apresenta queda em 2020

O relatório do MRC mostra que o volume total de streaming de áudio sob demanda nos Estados Unidos cresceu 126,7 bilhões de reproduções em 2020, um aumento de 17% em comparação ao ano anterior. Mesmo com o número surpreendente, esse crescimento não chegou ao salto de 134,9 bilhões visto em 2019.

Apesar do aumento, o número total de streams de áudio necessários para quebrar o Top 10 dos maiores sucessos de streaming dos EUA em 2020 caiu. Juntas, as 10 principais faixas mais tocadas em 2019 – lideradas pelo fenômeno Lil Nas X com ‘Old Town Road’ – atraíram 6,218.

Foto: reprodução

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EM CARTA, JIMMY PAGE PEDE MELHOR REMUNERAÇÃO PARA COMPOSITORES EM SERVIÇOS DE STREAMING

Para Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin, “quanto mais cedo as empresas de streaming pagarem de forma justa à todos que possuem sua música tocada, ou vista através da internet, melhor”.

Nesta semana o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page, se posicionou a favor dos músicos, pedindo uma melhor remuneração sobre as taxas de royalties pagos em serviços de streaming.

Segundo Lounder Sound, Jimmy Page escreveu uma carta em resposta à reunião de consulta do Comitê Digital, Cultura, Mídia e Esportes, realizada no mês passado. Ele pediu as empresas de streaming que paguem royalties mais justos aos artistas por seu trabalho.

“Quanto mais cedo as empresas de streaming pagarem de forma justa para todos que possuem sua música tocada, ou vista através da internet, melhor”, afirmou o músico em carta publicada em seu perfil do Instagram.

Em uma apresentação ao Comitê Selecionado do DCMS, a Ivors Academy of Music Creators pediu ao governo britânico regulamentações mais rígidas sobre como as gravadoras gerenciam artistas em serviços de streaming.

A Academia solicitou ainda que as leis de direitos autorais fossem alteradas para garantir que escritores e artistas recebessem mais por seu trabalho, pedindo uma reforma na maneira em como os dados relacionados ao streaming de música são gravados, para salvaguardar os direitos dos criadores.

Vale notar que recentemente Bob Dylan vendeu todo o seu catálogo de composições. Além do desabafo do cantor e compositor David Crosby. O músico, que possui a mesma idade de Dylan, porém uma quantidade menor de regravações e poucos sucessos internacionais está vendendo seu catálogo e acusando as plataformas de streaming de o roubarem: “Não posso fazer shows, e o streaming está roubando o dinheiro de minhas gravações”, escreveu David Crosby no Twitter.

 

Imagem: divulgação

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Deezer anuncia nova diretora de marketing no Brasil

Matéria de Baguete

Contratação de nova diretora de marketing faz parte do fortalecimento de marca e presença no Brasil

Nesta semana a Deezer anunciou Beatriz Oliveira como sua nova diretora de marketing. Com nova contratação, empresa deseja fortalecer ainda mais sua marca, com presença e penetração da plataforma no Brasil.

De acordo com o portal Baguete, a nova diretora de marketing possui 17 anos de experiência em empresas de TI corporativa como Oracle, IBM, Unisys e Amcham. Anteriormente, Beatriz atuava como diretora de vendas e marketing da Inti, uma startup voltada para assinaturas, season tickets, ingressos e doação gamificada.

“Chego na Deezer super entusiasmada com o potencial de crescimento do negócio no Brasil e admirada com o time e a curadoria de conteúdo regional”, afirmou Beatriz ao portal.

Além da contratação, a Deezer também anunciou Marina Pappone, ex-Microsoft, como gerente de contas, “para atuar em parcerias com empresas como Americanas e Itaú”. Em sua experiência há cargos pela Claro, TIM, Embratel e Oi.

“Com a chegada desse novo squad, com mulheres talentosas e competentes, tenho a certeza de uma perspectiva ainda mais positiva para os próximos anos, envolvendo o crescimento do número de usuários de streaming de áudio na Deezer no país”, afirmou Marcos Swarowsky, diretor geral da Deezer para Brasil e América do Sul.

 

Foto: divulgação

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Novidade da Netflix exibe programação no estilo de emissoras de TV

Matéria de TechTudo

Novo recurso, em fase de testes, permite assistir programação da Netflix, igual a um canal de TV. Sem precisar ficar escolhendo entre a vasta opção de conteúdos da plataforma.

Na semana passada a Netflix lançou na França o “Netflix Direct”, um novo recurso que funciona como um canal de TV, com programação contínua de suas séries e filmes do mundo todo.

Para acessar ao Netflix Direct, basta o usuário fazer login no site, que é similar ao navegador da plataforma, e começar a assistir ao conteúdo pré-programado da Netflix, sem precisar ficar passar um tempo escolhendo entre as opções de conteúdo disponíveis no catálogo do serviço de streaming.

De acordo com a TechTudo, por enquanto, o recurso está em fase de testes e foi liberado apenas para algumas regiões da França, mas já há previsão para que mais cidades do país recebam a transmissão.

Com a novidade, a Netflix quer reter os usuários que estão mais acostumados a ver TV, e que se tornaram assinantes, principalmente durante o auge da pandemia, época em houve um grande aumento do número de novos usuários pagos.

Segundo a Variety, a França foi escolhida para ser a primeira a receber o canal, pois por lá, o consumo da TV tradicional ainda é a escolha preferida de entretenimento pela população:

“Muitos espectadores gostam de uma programação que não os obrigue a escolher o que assistir. Você pode se deixar guiar sem ter que escolher um título específico e se surpreender com a diversidade da biblioteca da Netflix”, afirmou a empresa em um comunicado.

 

Foto: Divulgação

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Estudo aponta que 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming

Matéria de Consumidor Moderno

Novo estudo da Nielsen revela hábitos de consumo dos serviços de streaming no Brasil. Youtube e Netflix lideram a preferência.

Não há dúvidas que os serviços de streaming estão cada vez mais populares entre a população brasileira. Resta saber qual a dimensão real desta popularidade.

Para isto, a Nielsen Brasil realizou uma pesquisa sobre o consumo dos serviços de streaming como Netflix , YouTube e Globoplay no país, e foi constatado que cerca de 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming (Via Consumidor Moderno).

Para chegar ao resultado, a Nielsen entrevistou 1.260 pessoas das classes A, B e C, em junho. De acordo com a pesquisa, plataformas de streaming como Netflix e Amazon Prime foram usadas por 73,5% dos entrevistados. Por outro lado, sites de vídeos, como o YouTube, foram acessados por 63,8% deles. Mesmo com o destaque pelos conteúdos sob demanda, a TV aberta e a TV a cabo não ficaram atrás, com 61,5% e 54,9% da preferência respectivamente.

Vale notar que o consumo pelas plataformas de streaming é maior entre os mais jovens entre 15 a 24 anos, 77,2% deles afirmaram ser usuários destes serviços. Enquanto isso, a TV a cabo é predominante para os que estão na faixa acima dos 56 anos (65,7%). A TV aberta ficou como a preferida entre as pessoas de 46 a 55 anos (62,9%).

Entre os serviços mais populares entre os brasileiros estão YouTube e Netflix, com 89,4% e 86,6% da preferência. A Amazon Prime (40,2%) vem em terceiro lugar, Globoplay (25,5%) em quarto e Instagram TV (18,8%) na quinta posição. Em breve, quem poderá estar entre os serviços de streaming favoritos é o Disney +, com previsão de lançamento para ainda este mês.

 

Foto: reprodução

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Após denúncia, Spotify, Apple Music e YouTube removem músicas que reproduziam discurso de ódio

Matéria de B9

Uma denúncia da BBC alertou que vários grupos, que reproduziam letras racistas, nazistas e homofóbicas, estavam camuflando nomes de músicas para não serem pegos pelo algoritmo das plataformas de streaming.

Após uma denúncia da BBC, Spotify, Apple Music, Deezer e Youtube resolveram remover dos seus catálogos, músicas e bandas que reproduziam discurso de ódio.

Segundo o B9, a BBC identificou pelo menos 30 bandas nas plataformas de streaming que reproduziam músicas com letras homofóbicas e racistas. Haviam até playlists de gênero ligadas ao nazismo.

É difícil quantificar a escala do problema. No entanto, a investigação da BBC encontrou facilmente pelo menos 20 canções com este tipo de conteúdo. Não foram revelados os nomes das bandas para não ajudar as pessoas a procurarem esse conteúdo odioso.

O que a BBC identificou:

– Músicas que glorificam as “nações arianas” (a filosofia racial nazista ensinava que os arianos eram a raça dominante);

– Bandas usando repetidamente estereótipos e linguagem anti-semitas, até celebrando o Holocausto;

– Playlists com curadoria pública no Spotify sob o título NSBM (National Socialist Black Metal), um gênero ligado ao nazismo;

– Mais de 30 grupos associados a organizações classificadas como grupos de ódio por grupos de direitos civis;

Para conseguir inserir esse tipo de músicas nas plataformas de streaming, muitas vezes os nomes dessas faixas eram alterados. Assim os algoritmos não conseguiam identificar esse conteúdo com discurso de ódio.

Em um mundo onde há 50 milhões de faixas no catálogo do Spotify, sendo que milhões destas não são ouvidas, as portas para este tipo de prática ficam abertas.

Rapidamente as plataformas começaram a se posicionar. Todas alegaram que não pactuam com esta prática de ódio, que vão contra suas diretrizes.

 

Foto: Reprodução

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Spotify agora permite pesquisar músicas a partir de trechos de letras

Matéria de Engadget

O Spotify lançou mais um recurso em parceria com a MusixMatch. Usuários podem procurar músicas ao digitar apenas trecho da letra.

Na última semana  o Spotify anunciou um novo recurso que permite fazer pesquisas de músicas pelo trecho da letra.

Agora, para pesquisar por músicas no Spotify, basta digitar o trecho dela no campo de pesquisa para aparecer resultados associados à letra, e abaixo, um destaque informando “Correspondência de letra”.

Assim ficou muito mais fácil procurar por músicas que não sabemos o nome, mas amamos porque a  letra grudou na cabeça!

 

O recurso está disponível para Android e iOS, e é mais um resultado da parceria com a MusixMatch, a maior plataforma de letras do mundo.

Como lembra o Engadged, o recurso é bem semelhante ao já disponibilizado pela Apple Music, desde 2018.

Além da novidade, o serviço de streaming também lançou no Twitter um novo perfil, o @spotifycharts. Toda segunda-feira o perfil irá destacar as músicas mais tocadas da semana nos estados Unidos e ao redor do mundo.

 

 

 

Fotos: Reprodução/divulgação @spotify

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IFPI E PRO-MUSICA DERRUBAM SITES DE VENDA DE PLAYS EM SERVIÇOS DE STREAMING

[NOTÍCIA URGENTE] Uma operação coordenada pelo Pro-Música, em parceria com a IFPI e a Polícia derrubou sites que ofereciam serviços de venda de plays fakes em serviços de streaming.

A IFPI, entidade que representa a indústria da música gravada mundial, em parceria com o Pro-Música Brasil, realizaram uma operação para banir e excluir sites de compra e venda de plays em serviços de streaming no Brasil.

A notícia confirma o que antes era uma prática suspeita. Ou seja, muitos artistas procuram sites que possuem sistemas que geram ‘execuções’ artificiais em serviços de streaming, a fim de alcançarem melhores posições em paradas musicais.

De acordo com o Music Business Worldwide, a abordagem coordenada da Pro-Música Brasil, em conjunto com a Associação Protetora de Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF) e a Polícia Civil, removeram todos os serviços de venda de plays vinculados com a operadora  turbosocial.com.br.

Não foi informado se houve alguma pessoa detida. Todavia, outros sites não afiliados à operadora, também pararam de oferecer esses tipos de serviços após serem notificados (social10.com.br; paineldecurtidas.com.br; instaautomatico.com.br; curtidasface.com.br; conseguirseguidores.com; www.instacurtidas.com.br, impulsioneme.com; shopmmarketing.com; gramasocial.com.br; igmidias .com; infinitegrowmarketingdigital.com e boommarketingdigital.com).

Para Frances Moore, presidente-executiva da IFPI, o mercado musical brasileiro oferece muitas oportunidades  para que artistas compartilhem sua música com os fãs: “A manipulação de streaming não deve prejudicar esses desenvolvimentos, privando os criadores de receita e enganando os consumidores”.

“Essas ações demonstram o compromisso contínuo da indústria fonográfica global em lutar contra essa prática, que prejudica todo o ecossistema musical. Parabenizamos a polícia e a Pro-Música Brasil por seu trabalho e cooperação neste resultado positivo. ”, completou Moore.

Paulo Rosa, Diretor, Pro-Música Brasil, acrescentou: “Estes são desenvolvimentos positivos para a comunidade musical do Brasil e a primeira vez que vimos uma ação bem-sucedida contra sites de manipulação de streaming no país. […] Gostaríamos de agradecer à polícia pelo seu trabalho e cooperação nestes casos”.

“A manipulação de streaming desvia as receitas dos artistas e prejudica a credibilidade das plataformas digitais. […] Para que a indústria no Brasil realmente combata essa prática, precisamos da cooperação total de todo o ecossistema musical, de gravadoras a serviços de streaming e aplicação da lei.”, finalizou Rosa.

 

Foto: reprodução

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