Justin Bieber ensina truque para fãs ajudarem a alavancar seu novo hit nas paradas

Em um post publicado na rede social do cantor, havia passos que ensinavam aos fãs como ajudar seu novo hit a chegar no top das paradas, através de truques nos serviços de streaming.

Durante este fim de semana, uma postagem nas redes sociais do cantor pop Justin Bieber causou polêmica. Isso porque o texto incentivava e instruía os fãs a reproduzirem sua nova música de forma excessiva nos serviços de streaming e assim chegar ao topo das paradas.

Apesar da postagem ter sido apagada da rede social do cantor, o Digital Music News revelou que o conteúdo dava dicas de como inflar os números do single “Yummi”. Entre as sugestões, o fã poderia criar uma playlist só com a faixa e colocar em modo de reprodução automática para que fosse tocada continuamente durante a noite.

O post, escrito em 3a pessoa, dizia para os fãs não silenciarem a música, mas sim, tocá-la em volume baixo para ouvir durante o sono. Além disso, os fãs que estão fora dos Estados Unidos poderiam usar uma VPN (rede de comunicação privada) com base nos EUA para transmitir a música para que a Billboard possa contabilizar as reproduções em seus gráficos.

Justo com as fotos contendo as instruções havia a seguinte legenda: “Justin realmente quer o #1 e está realmente empolgado com isso, como disse ontem na live. Se você não quiser fazer nada disso, tudo bem, ignore a postagem. ✌Esta é uma dica para as pessoas que realmente querem fazer um esforço extra! ”

Para os fãs que preferissem adquiri o single no iTunes, era indicado fazer a compra várias vezes e vincular o vídeo da música no Youtube nas mídias sociais, em vez de republicarem o vídeo lá.

Bieber não foi o primeiro a tentar burlar o sistema dessa maneira. Uma campanha parecida foi feita ajudar a impulsionar o “Sign of the Times” de Harry Styles.

Em 2018, um grupo de fãs do BTS supostamente distribuiu mais de 1.000 logins do Spotify para ajudar o álbum “Love Yourself: Tear”.

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Após negociações, Doria deixa TV Cultura e Netflix em saia justa

Matéria de Folha de S.Paulo

Durante sua visita à California, Tucano continuou afirmando que a Netflix teria fechado parceria para a realização de 30 produções brasileiras, mesmo após o serviço de streaming ter negado tudo. Entenda a situação.

Na semana passada, o governo de São Paulo envolveu a Netflix e a TV Cultura em um grande climão. Isso porque, após uma visita à sede da Netflix, o governador João Doria (PSDB) anunciou que a TV Cultura havia feito uma parceria com o serviço de streaming, a fim de viabilizar estúdios para que a meta de 30 produções brasileiras fossem realizadas em 2020.

Segundo a Folha de São Paulo, em seguida,  a Netflix divulgou uma nota na quinta-feira (21), afirmando apenas que a reunião foi realizada, mas nada foi fechado, pois não possui interesse em realizar acordos no momento.

Não satisfeitos com a repercussão, Doria e seu secretário de Cultura, Sérgio Sá Leitão, realizaram nova entrevista para reafirmar que as negociações ainda estavam de pé. Para o Tucano, a Netflix não confirmou a parceria, pois está em um momento cauteloso já que em será listada na Bolsa de Valores.

A Netflix, não quis mais se pronunciar sobre o assunto. Vale lembrar que o serviço anunciou que investirá cerca de R$350 milhões em conteúdo nacional brasileiro em 2020.

Ainda de acordo com o portal, durante a coletiva posterior à reunião, Doria e Leitão, chegaram a detalhar a oferta, incluindo aluguel de equipamentos e mão de obra.

Doria e a diretoria da Confederação Nacional da Indústria estiveram na Califórnia para visitar empresas de audiovisual e tecnologia.

 

Foto: Mike Blake/Reuters

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PROPRIETÁRIA DO TIKTOK LANÇARÁ NOVO SERVIÇO DE STREAMING

Matéria de Financial Times

Segundo o Financial Times, em breve será lançado pela ByteDance, proprietária do Tik Tok, um novo serviço de streaming. A startup mais valiosa do mundo está em negociações de licenciamento com as maiores gravadoras do mundo. Saiba detalhes.

O Financial Times informou hoje (18) que a ByteDance, proprietária do Tik Tok, lançará seu serviço de streaming de músicas.

De acordo com o portal, a startup mais valiosa do mundo está realizando acordos de licenciamento com algumas gravadoras, principalmente  Universal Music, Sony Music e Warner Music.

A previsão é de que se esses acordos forem fechados, logo em dezembro o novo serviço – ainda sem nome – poderá chegar em países como Índia, Indonésia e Brasil, antes de chegar aos EUA.

Além disso, já foi anunciado que o novo serviço terá uma biblioteca de vídeos curtos que podem ser sincronizados com músicas à medida que os usuários ouvem.

Vale notar que as notícias sobre a novidade podem coincidir com um relatório da Sensor Tower afirmando que o TikTok ultrapassou a marca de 1,5 bilhão de downloads na App Store e no Google Play.

Em 2019, o TikTok foi baixado 614 milhões de vezes, sendo o terceiro aplicativo não relacionado a jogos mais baixado no mundo.

Foto: Reuters

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DISNEY+ ALCANÇA 10 MILHÕES DE ASSINANTES EM SEU PRIMEIRO DIA

Matéria de CNBC

Disney+ bateu a marca de serviços como HBO Now e ESPN+ . Veja uma comparação entre os serviços que mais conseguiram assinantes em sua estreia.

Nesta terça-feira (12), a Disney lançou seu serviço de streaming  já superando as expectativas ao alcançar a marca de 10 milhões de assinantes.

De acordo com a CNBC, apesar do resultado impressionante, é importante salientar que boa parte desses assinantes encontram-se no período gratuito para testes, e nem todas as inscrições representam clientes que continuarão a pagar pelo serviço.

Além disso, a operadora de telemóveis Verizon, está oferecendo a seus clientes um ano gratuito do serviço, o que deve movimentar ainda mais o número de assinantes.

A CNBC publicou uma lista com os serviços de streaming que mais receberam assinantes em seu primeiro dia de lançamento:

– Netflix (lançado em 2007): 158 milhões de assinantes, 60,6 milhões de assinantes nos EUA (em outubro).

– Hulu (começou a transmitir em 2007): 28,5 milhões de assinantes nos EUA (a partir de novembro).

– HBO (fundada em 1972, começou a transmitir fora do pacote de TV paga em 2015): 34 milhões de assinantes nos EUA, 8 milhões de assinantes do HBO Now (em outubro).

– CBS All Access e Showtime (começou a transmitir em 2014): 8 milhões de assinantes (a partir de fevereiro);

– ESPN+ (começou a transmitir em 2018): 3,5 milhões de assinantes (a partir de novembro).

– A Amazon não divulga o número de usuários do Amazon Prime Video. Os Parceiros de Pesquisa de Inteligência do Consumidor estimaram que havia 100 milhões de assinantes Prime em janeiro.

Foi possível perceber que a Disney obteve mais assinantes que serviços como HBO Now, CBS All Access + Showtime e ESPN+ em seu primeiro dia de lançamento. A previsão é de que o Disney+ chegue a 90 milhões de assinantes até 2024. No Brasil, o serviço estará disponível apenas em 2020.

 

Foto: Divulgação

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Podcasts geraram US$15,9 milhões para o Spotify no Q3

Matéria de MIDiA Research

Na semana do Spotify for Podcasters no Brasil, o Spotify lançou os resultados financeiros para o terceiro período de 2019 + Entenda porque o formato está movimentando tantos investimentos pelo serviço de streaming + Veja análise dos números dos Podcasts para o Spotify + Link para audios do Spotify for Podcasters Summit.

Ao publicar seus balanços financeiros para o terceiro trimestre de 2019, o Spotify informou que alcançou a marca de 113 milhões de assinantes pagos em seu serviço. Entretanto, todos os olhos estão voltados para a grande aposta do ano: o Podcast!

Em seu blog da Midia Research, Mark Mulligan realizou uma análise detalhada sobre os números dos podcasts para o Spotify no Q3.

5 motivos que levaram o Spotify a investir em Podcasts

Antes de entender os números é preciso entender um pouco sobre as razões que levaram o Spotify a inserir podcasts como uma estratégia de crescimento. Para o Mulligan, há cinco motivos:

1- Criação de conteúdo original em grande escala a médio prazo;

2- Criação de receitas para além da música a longo prazo;

3- Podcasts permitirão ao Spotify cumprir sua ambição: permitir que um milhão de criadores ganhem a vida de sua arte;

4- Diversificação de oferta de conteúdo;

5 – Oportunidade de crescimento de margens.

Além desses motivos, Mulligan apontou o rádio como um novo mercado a ser explorado pelo serviço: “O mercado de rádio comercial é um lago maior para se pescar do que o mercado de música gravada e representa uma oportunidade para impulsionar o crescimento contínuo dos investidores, de modo que anseiam que o crescimento de assinantes diminua”, analisou o executivo.

Analisando os números

Segundo os números do Spotify para o terceiro trimestre de 2019, 33,7 milhões de usuários geraram uma receita de US$15,9 milhões para o serviço. Durante o período, 14% dos usuários médios mensais (MAUs, sigla em inglês) transmitiram podcasts na plataforma.

Apesar do serviço de streaming ter conseguido se estabelecer como um player significativo no mercado global de podcasts, ainda está longe de se tornar o principal. Isso porque, segundo Mulligan, o Spotify terá apenas 5,5% da participação no mercado global de podcasts ao fim de 2019. Todavia, os movimentos da plataforma fazem parte de uma “estratégia defensiva” para despertar o interesse dos usuários.

Ainda há um longo caminho a ser explorado no mundo dos podcasts, e nós do MCT, temos certeza que muitas novidades surgirão. O Blog da MIDia Research informou que em breve será lançado um novo relatório ainda mais específico sobre o assunto.

Vale lembrar que nesta semana, o Spotify está realizando o Spotify for Podcasters Summit no Brasil, um evento com workshops e painéis para criadores de podcasts. Fábio Silveira, esteve presente e representou o Fast Forward Podcast no painel Música e Podcasts – SALA PRINCIPAL. E para quem não conseguiu comparecer, todos os painéis estão disponíveis no podcast do evento. Para conferir clique aqui.

Imagem: Canva

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USUÁRIOS CRIAM PODCASTS DE MÚSICAS NÃO AUTORIZADAS E ENTRAM NAS PARADAS DO SPOTIFY

Matéria de G1

DJ’s e fãs encontraram uma brecha nos podcasts para liberar versões de músicas que não foram lançadas oficialmente por artistas. Há podcasts muito populares com músicas em versões de brega-funk de Billie Eilish, Lana Del Rey, Ariana Grande e até Pabllo Vittar.

O G1 publicou uma denúncia sobre uma nova prática de violação de direitos autorais que está acontecendo no Spotify. DJ’s e fãs têm usado Podcasts para liberar versões de músicas que não foram lançadas oficialmente por grandes artistas como Lana Del Rey, Ariana Grande e Pabllo Vittar.

Quem segue nosso blog, com certeza percebeu o quanto falamos sobre Podcasts, e como esse novo formato tem sido uma grande aposta para tornar os serviços de streaming de música mais rentáveis.

Os podcasts funcionam como programas em que as pessoas podem falar sobre vários assuntos. Entretanto, alguns usuários descobriram uma brecha para inserir músicas raras e em versões que não foram lançadas oficialmente por artistas nas plataformas.

Parece que a coisa está fora de controle. Tanto que há podcasts com músicas em versões de brega-funk de músicas de Billie Eilish, Pabllo Vittar, Selena Gomes, Ariana Grande. Todas entraram no top 200 do Brasil. Os fãs fazem até montagens de capas, com as cantoras usando óculos “Juliet”, muito popular nos bailes.

De acordo com o portal, a “desculpa” para a prática está apenas na intenção de compartilhar as músicas com outros fãs. Só para se ter uma ideia, existe um podcast em que o conteúdo é apenas uma música, “Chapadinha”, versão criada pela cantora brasileira Duda Beat, de uma música da Lana Del Rey. A mesma não foi lançada, pois não foi autorizada por Lana, mas nesta quarta-feira (24) alcançou a posição 122º entre os podcasts mais ouvidos no país.

Não são só os fãs que andam espalhando músicas ilegalmente em podcasts. A prática também é feita por muitos Dj’s que usam o formato para divulgar seu trabalho. Este é o caso do DJ paulista Léo Alves. Ele contou ao G1 que usa seu podcast, “Só toca Funk”, para inserir músicas de funk-rave – uma mistura de batidas e vocais de funk com bases eletrônicas de Alok e Liu.

Apesar de saber que seu Podcast pode ser removido pelo Spotify, ele afirma que não se importa: “Estou divulgando as músicas, e nem fui eu que fiz. No YouTube você acha cada faixa dessa em uns 50 canais.” Nesta semana, o  “Só toca funk” chegou a 6a posição no Spotify Brasil.

Nessa história, os prejudicados são o compositores e artistas, que criam as músicas, mas não recebem os royalties.

A pedido do portal, o Spotify emitiu um comunicado explicando que tomará medidas para remover o conteúdo ilegal de sua plataforma: “O Spotify tem uma política de tolerância zero para conteúdo que viola direitos autorais em podcasts e, a partir do momento que tomamos conhecimento de um conteúdo potencialmente infrator, removemos do serviço. Isso inclui qualquer uso não autorizado de músicas protegidas por direitos autorais em podcasts.”

Foto: Divulgação/Billie Eilish

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PESQUISA DIZ QUE 49% DAS PESSOAS NÃO OUVEM UM ÁLBUM NA INTEGRA

Matéria de @MusicWeek

No Reino Unido, o Dia Nacional do Álbum é neste sábado, mas consumidores estão cada vez mais deixando de ouvir, principalmente os mais jovens, que preferem ouvir suas músicas favoritas em playlists. Confira outros dados revelados pela pesquisa realizada pela Deezer.

Neste sábado (12) é comemorado no Reino Unido o Dia Nacional do Álbum. A Deezer realizou uma pesquisa para descobrir como andam os hábitos de consumo dos fãs de música com aos àlbuns.

De acordo com a pesquisa, cada vez mais as pessoas estão deixando de ouvir a álbuns. 49% dos entrevistados afirmaram que não ouviram um álbum por completo nos últimos 3 a 5 anos.  Além disso, 42% dos entrevistados disseram que preferem adicionar suas músicas favoritas em playlists no modo aleatório. Destes, 55% tinham faixa etária de até 25 anos.

A pesquisa também revelou que 15% dos fãs de música, com menos de 25 anos, nunca ouviram um álbum por completo! Entretanto, um quarto deles disseram que estão mais propensos a ouvir a discografia de seus artistas favoritos.

Com relação ao tempo de audição de um álbum, a média no Reino Unido agora é de 17 minutos por dia. Se tornando inferior à média diária mundial, de 26 minutos.

A maioria dos entrevistados (53%) afirmou preferir ouvir um álbum em casa, 32% durante uma viagem de carro e 14% enquanto fazem caminhada.

Quase três quartos dos ouvintes (74%) confirmaram que a probabilidade de ouvir um álbum na íntegra é maior após assistir a uma apresentação ao vivo de um artista. Outros 32% disseram que costumam ouvir antes de um show. A exemplo disto, a Deezer detectou que houve um aumento de 30% nos streamings do Backstreet Boys, após a boy band ter participado do The SSE Hydro Glasgow.

“Os álbuns podem ser uma grande parte da sensação de estar mais perto do seu artista favorito. Você pode entender a história deles e apreciar verdadeiramente a paixão e a habilidade que foram necessárias para fazer o álbum. Mas pode ser fácil adotar outros hábitos quando você está com pouco tempo. Queremos apoiar o álbum incentivando ouvintes de todas as idades a levar um pouco de tempo para realmente apreciar a música.”, disse Nigel Harding, vice-presidente de marketing global de artistas da Deezer.

A pesquisa foi realizada com 2000 entrevistados no Reino Unido. O tema deste ano para o  National Album Day é “Don’t Skip’ (não pule de faixa) e para comemorar a data, a Deezer terá uma página dedicada em seu aplicativo.

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Spotify passa a permitir adicionar podcasts em playlists

Matéria de Business Insider

A novidade poderá ajuda o serviço de streaming a ganhar maior força no mundo dos podcasts

Nesta semana, o spotify anunciou que os usuários já podem adicionar podcasts à playlists na plataforma.

Segundo o Business Insider, há três tipos de opções para usar o recurso: uma lista apenas de música, uma lista com curadoria de podcasts ou uma mistura de podcasts e músicas.

Em uma declaração, o Spotify enfatizou sua história com playlists como um recurso definidor do serviço:

“Se você não ouviu, as playlists são uma coisa do Spotify – é como construímos nossa plataforma personalizada em 2006 e como continuamos a ajudar os ouvintes a descobrir novos conteúdos hoje. Não poderíamos estar mais animados em trazer essa experiência para o mundo dos podcasts”.

Vale lembrar que em fevereiro, o Spotify adquiriu a empresa de produção de podcasts Gimlet, que está por trás de programas populares nos EUA, e continua expandindo negócios voltados para produção de conteúdo original.

 

Foto: Michael Loccisano/Getty Images for Spotify

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UM TERÇO DOS JOVENS USAM PROGRAMAS PARA COPIAR MÚSICAS ILEGALMENTE, APONTA ESTUDO DA IFPI

Matéria de Variety

Novo estudo da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em ingês) mostra que pirataria no mercado da música continua. Entretanto, aumento do consumo dos serviços de streaming aumentou. O vinil é o preferido entre adultos de 25 a 35 anos. Confira análise.

Nesta terça-feira (24), a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês) – organização que representa a indústria da música em todo o mundo – divulgou seu estudo anual sobre o consumo de música global.

De acordo com o estudo, 27% dos entrevistados afirmaram que utilizam métodos para ouvir músicas não licenciadas na internet. Enquanto isso, 34% dos entrevistados, com faixa etária entre 16 a 24 anos, admitiram usar aplicativos ou serviços que copiam músicas ilegalmente (stream rippers). Entretanto, se forem considerados todos os entrevistados, com faixa etária de 16 a 64 anos, esse índice cai para 23%.

Enquanto os índices de pirataria de músicas na internet continua sendo considerável, o consumo dos serviços de streaming continua em crescimento, principalmente para pessoas com faixa etária entre 35 a 64 anos. Atualmente, 54% dos usuários nessa faixa etária usam algum tipo de serviço de streaming, um aumento de 8% em relação a 2018.

O aumento do consumo de vinil foi outro dado importante constatado pela IFPI. Apesar de não ser grande surpresa que pessoas entre 45 a 54 anos continuam comprando CDs, são os mais jovens, de 25 a 34 anos, que apresentaram índices mais altos para o consumo de vinil, a mesma faixa etária também continua comprando downloads digitais.

O rádio continua sendo o favorito dos consumidores de música, com 29% do tempo de audição gasto lá, seguido pelo uso de smartphones, 27%. Computadores e laptops representam 19% do consumo de música. Os estéreos domésticos tradicionais ficam para trás em 8% (mas ainda cinco pontos percentuais à frente dos alto-falantes inteligentes, 3%).

Segundo o Variety.com, a pesquisa da IFPI contou dados de 34.000 usuários da Internet em 21 países, representando mais de 90% do consumo global de música. A pesquisa passou por vários países entre eles EUA, Reino Unido, Canadá, França e Espanha. A margem de erro foi relatada em 3%.

Foto: SHUTTERSTOCK / MONTHIRA

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Spotify for Artists mostrará o número de ouvintes de artistas em tempo real

Matéria de The Verge

Além de ter informações valiosas sobre sua audiência no Spotify, os artistas poderão visualizar o número de pessoas que estão ouvindo em tempo real suas músicas.

O Spotify anunciou que a nova atualização do Spotify for Artists possibilitará a visualização do número de ouvintes que estão dando o play em suas músicas em tempo real.

Segundo o The Verge, a nova versão do aplicativo, voltado para os artistas que possuem músicas no catálogo do serviço de streaming, será lançada nesta semana com versões para iOS e Android.

Nesta versão, além do contador de plays em tempo real, os artistas poderão ter acesso a outras informações valiosas sobre sua audiência e insights de como conquistar novos seguidores e ser adicionados em várias playlists, aumentando alcance dos plays.

Há ainda um guia com informações sobre como aproveitar ao máximo o lançamento de músicas no serviço, incluindo o Co.Lab do Spotify, uma ferramenta com workshops e mentoria para artistas musicais.

O portal lembrou que há pouco tempo a Apple Music disponibilizou a plataforma Apple Music for Artists, após o lançamento da versão beta no início de 2018. Fornecendo dados de audiência  dos ouvintes baseados como localização geográfica, o serviço está integrado ao  Shazam, mais uma maneira em que os artistas podem rastrear quando as pessoas estão usando o serviço para identificar suas músicas.

Os dados fornecidos por essas plataformas como o Spotify for Artists, são de extrema relevância para que os artistas entendam cada vez mais sobre o seu público, e devem influenciar não apenas na produção de músicas, mas também nos planejamentos e estratégias de divulgação de seus trabalhos.

Foto: Spotify

Já está em dia com o FF Podcast? No episódio 8 o tema é “POP vs Indie”, com participação de Pedro Seiler, um dos fundadores do Queremos OUÇA AQUI!

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