ESTUDO DESCOBRE QUE A MAIORIA DAS EMPRESAS NÃO PAGAM LICENÇA PARA REPRODUZIR MÚSICAS

Sem licença comercial para uso de músicas, cafés e restaurantes tem usado os serviços de streaming e dado prejuízo de US$2,7 bilhões em direitos autorais à artistas e gravadoras, aponta novo estudo da Nielsen.

Segundo a Bloomberg, a Nielsen descobriu que 83% das empresas como restaurantes, lojas e outros negócios locais não pagam licença de uso comercial para usar músicas como fundo nos estabelecimentos.

A pesquisa realizada com 5.000 proprietários de pequenas empresas nos EUA, Suécia, Espanha, Itália, Alemanha e França descobriu que artistas estão perdendo bilhões porque as pequenas empresas usam contas pessoais do Spotify para reproduzir músicas dentro dos estabelecimentos, a maioria em cafés.

A Nielsen estima que 21,3 milhões de empresas no mundo usam os serviços de streaming em seus comércios com contas pessoais e não possuem licença comercial para reprodução. A cada ano, artistas e as gravadoras deixam de receber US$2,7 bilhões em direitos autorais.

“Os serviços de streaming de músicas não são projetados para uso comercial, o que significa que os fabricantes de música obtêm menos dinheiro do que deveriam”, explicou a Nielsen no relatório, que foi encomendado pela Streamer sueca Muzak Soundtrack Your Brand AB.

No mundo todo, as licenças para uso de músicas em ambientes comerciais geram $5 bilhões, o que representa menos de um terço do tamanho do mercado de streaming de músicas. O custo de uma licença comercial pode chegar a US$35 por mês, já um plano médio de um serviço de streaming que não garante a licença custa cerca de 10 dólares.

 

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Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg

 

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Na era do streaming, artistas variam gêneros musicais para entrar nas playlists da moda

Matéria de O Globo

Com a popularização dos serviços de streaming, os artistas precisam inovar para se destacar entre o volume de novidades que são lançadas diariamente. Pensar em estratégias voltadas para as playlists temáticas nos serviços de streaming tem sido uma boa solução.

O Globo contou como artistas e gravadoras têm procurado se destacar nas playlists dos serviços de streaming misturando estilos e parcerias.

“Os crossovers têm ficado muito populares no mundo inteiro. Hoje, o conteúdo é o que manda. O digital acabou com a limitação do espaço físico e fez com que se pudesse ter muito mais subgêneros do que havia antes”, afirmou Paulo Lima, presidente da Universal Music que apostou em misturar a dupla Matheus & Kauan com a cantora Anitta (“Ao vivo e a cores”).

Guilherme Figueiredo, diretor de marketing e digital da Som Livre, também comentou sobre as novas tendências: ““Mentalmente”, faixa com Naiara Azevedo e Kevinho, foi bem em playlists completamente diferentes, de sertanejo e de funk, mas principalmente na de funknejo, que é uma novidade. Outro caso foi do “Energia surreal”, do Thiaguinho, um artista de “Hip-pop”(22 mil)”.

Segundo o diretor geral da Deezer, Bruno Vieira, os artistas têm seguido a política de lançar muitos singles antes de um álbum para sempre ter uma novidade nas playlists da semana. Como foi o caso da dupla Zé Neto & Cristiano. Eles decidiram “guardar as músicas para lançá-las juntas num álbum”.  O resultado foi impressionante e hoje a dupla é a mais ouvida na Deezer Brasil, com quatro músicas no top 10.

“Mas o que aconteceu aí foi uma estratégia muito bem pensada com a gravadora e o escritório deles. Geralmente, um artista quando lança o álbum fica tendo que pensar em outras novidades para as semanas seguintes”, lembrou Bruno Vieira.

Recentemente, temos Pabllo Vittar. Seu lançamento “Não para não”, está em diversas listas diferentes. Além de ser álbum pop, há muitas influências de gêneros como pagode baiano, tecnobrega, carimbó e trap e parcerias com o sambista Dilsinho e Ludmilla.

Rodrigo Gorky, produtor dos álbuns de Pabllo, contou que durante a produção, não ouve intenção de estar em diferentes listas: “Não tivemos essa maldade de pensar em fazer músicas para diferentes playlists, mas é lógico que vem na cabeça que, se você está fazendo uma coisa aberta, atinge mais gente. Hoje em dia, as pessoas não escutam mais o gênero x ou y. Não dá mais para ser o Ramones”.

 

 

 

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Foto: O Globo/Divulgação

 

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MAKE ROYALTIES GREAT AGAIN: PRESIDENT DONALD TRUMP APROVA MUSIC MODERNIZATION ACT

O Presidente Donald Trump aprovou a Lei de Modernização Musical nos Estados Unidos. A lei beneficiará artistas e compositores nos serviços de streaming.

Após ser votada com unanimidade na Câmara dos Representantes dos EUA e do Senado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou a tão esperada Lei de Modernização Musical – Music Modernization Act-  nesta quinta-feira (11).

O Music Modernization Act é uma reforma nas normas de licenciamento e royalties concedidos a artistas, produtores e compositores do trabalho nos serviços de streaming.

Com a nova lei será criado o MLC (Mechanical Licensing Collective), uma licença oferecida aos serviços de streaming em troca de pagamentos mais valorizados para compositores e proprietários de direitos autorais.

Além disso, a lei garante que artistas legados anteriores a 1972 sejam pagos pelo seu trabalho quando reproduzidos em rádio digital e por satélite e codifica o processo pelo qual produtores e engenheiros são pagos.

John Josephson, presidente e CEO da SESAC, disse: “Hoje, o presidente Trump assinou o Bi-partidário Music Modernization Act que finalmente levará as leis de direitos autorais de música para a era digital. Aplaudimos o trabalho árduo de todos e os esforços incansáveis ​​nessa legislação, especialmente os senadores que trabalharam diligentemente para aprovar o projeto então aprovado pela Câmara”.

O diretor jurídico do Spotify e vice-presidente de Negócios e Assuntos Jurídicos, Horacio Gutierrez, disse: “Uma das nossas principais missões no Spotify é permitir que um milhão de artistas tenham uma boa vida com o que amam: criar e executar música. A Lei de Modernização Musical é um enorme passo para tornar isso realidade, modernizando o sistema de licenciamento antiquado para se adequar ao mundo digital em que vivemos. O MMA beneficiará a comunidade musical e criará uma abordagem mais transparente e simplificada para licenciamento de música e pagamento para artistas.”

Elizabeth Matthews, CEO da ASCAP, disse: “Graças aos esforços incansáveis ​​dos nossos criadores e membros de editores de música ASCAP, parceiros do setor e campeões no Congresso, um futuro mais sustentável para compositores está finalmente ao alcance. A passagem unânime do MMA em a Câmara e o Senado comprovam que o poder da música é um grande unificador. A ASCAP está satisfeita por ter ficado ao lado de criadores, editores de música e muito mais para tornar este sonho uma realidade.”

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Novo Relatório da IFPI Descobre que o YouTube é a preferencia no consumo de música.

Matéria de Variety

Nesta semana, a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) – divulgou um novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report. O streaming continua sendo a preferência no mundo, 52% através do YouTube.

No novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report, o streaming continua sendo a preferência quando se ouve música. 86% dos entrevistaram afirmaram que preferem o streaming para ouvir músicas.

57% dos entrevistados com faixa etária entre 16 a 24 anos afirmaram que são assinantes pagos de pelos menos um serviço de streaming.

Outra descoberta mostra que quase metade do tempo gasto ouvindo música on demand é através do YouTube, com 52% desse total em streaming de vídeo, 28% em streaming de áudio pago e 20% em streaming de áudio gratuito.

Em relação ao retorno do valor justo à comunidade musical, o Spotify oferece US$20 a cada US$ 1 para o YouTube, o que significa que o value gap ainda precisa ser superado.

A pesquisa descobriu que o rádio ainda é relevante, com 86% dos consumidores ouvindo pelo menos parte do tempo, principalmente pelo computador. Supreendentemente, 25% afirmaram que ouvem música no rádio o dia todo. No geral, os entrevistados ouviram em média 17,8 horas de música por semana, sendo o carro o local mais popular.

Os cinco gêneros mais ouvidos no mundo são o Pop (64%), o Rock (57%), o EDM (32%), as trilhas sonoras (30%) e o hip-hop (26%).

A pirataria em países como a China e Índia continua sendo um problema, com 38% dos consumidores obtendo música por meio de métodos infratores, sendo o compartilhamento por mensagens dominando com 32% do público. Porém, 96% das músicas nesses países, são consumidas de forma licenciada.

“As gravadoras estão trabalhando com seus parceiros para sustentar e desenvolver essas formas ricas e diversificadas nas quais a música é desfrutada, garantindo que ela continue em sua emocionante jornada pelo mundo. No entanto, este relatório também mostra os desafios que a comunidade de música continua a enfrentar – tanto na forma da crescente ameaça da violação de direitos autorais digitais quanto no fracasso em obter uma compensação justa de alguns serviços de upload de usuários. Os formuladores de políticas em todo o mundo vêm investigando essas questões e agindo cada vez mais para lidar com elas ”, afirmou Francis Moore, chefe executiva do IFPI.

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Streaming para músicos: os dados que realmente importam!

Next Big Sound e Spotify fo Artists são algumas ferramentas valiosas que os serviços de streaming criaram para fornecer aos artistas dados sobre suas músicas. Com tanta informação disponível, agora é a vez dos artistas entenderem o que precisam fazer para usar o streaming como aliado para alavancar sua carreira. Neste post, veja algumas dicas de como aproveitar melhor os dados disponibilizados nas plataformas de streaming.

Cada vez mais veremos os serviços de streaming como Spotify, Pandora e Apple Music disponibilizando novidades voltadas para que os próprios artistas possam acompanhar e analisar os desempenhos de suas músicas.

Os dados oferecidos pelas plataformas de streaming são preciosos e inestimáveis. Com as informações fornecidas, o artista pode criar uma estratégia para um melhor direcionamento de sua carreira, sabendo, por exemplo, quem é seu público, onde ele está e como investir efetivamente na promoção de sua campanha de marketing.

O portal Music Think Tank trouxe algumas dicas que podem ajudar os artistas que buscam maximizar sua carreira através do streaming e a analisar dados de maneira mais apropriada.

1 – “Concentre-se em métricas acionáveis”

Assim como nas plataformas de mídia social, muita gente acha que precisa do máximo de curtidas possíveis, seguidores ou visualizações. Todavia, é preciso saber que nem sempre “bombar” nas redes sociais é sinônimo de sucesso! Todos esses números não passam de “métricas de vaidade”. Principalmente, para um artista que ainda não possui grande retorno financeiro no streaming. É preciso focar na qualidade e não na quantidade.

O artista deve estar atento aos dados que realmente afetam seu crescimento na carreira musical. Estar atendo ao envolvimento de seus seguidores, quais informações demográficas estão mais engajadas e quais faixas estão sendo compartilhadas e salvas em playlists.

Por exemplo, no Spotify for Artists, é possível ver estatísticas detalhadas das 200 principais músicas e filtrar por período para averiguar se determinados esforços promocionais ou até apresentações ao vivo se correlacionaram com a atividade do Spotify.

2- “Como obter acesso aos seus dados de streaming?”

Spotify fo Artists: Para ter acesso às métricas do Spotify, é necessário ser um artista confirmado. Após a confirmação, basta fazer login na plataforma.

Apple Music for Artists: O Apple Music for Artists permite que os músicos vejam suas estatísticas na Apple Music e no iTunes. A plataforma ainda está em versão beta até o momento não está aberta a todos os artistas.

Pandora AMP/Next Big Sound: a plataforma disponibiliza estatística e insights sobre toda a presença on-line de um artista, incluindo Facebook, Twitter, Bandcamp, Songkick e muito mais. É preciso ser um usuário verificado para acessar os dados.

3 – “O que fazer com os dados depois que você os tiver?”

Após a análise de dados precisos, chega a hora da tomada de decisões como:

– Para onde rotear sua próxima turnê (com base nas localizações dos principais ouvintes);

– Quais músicas incluir no seu setlist (com base nos dados de música e localização);

– Quais públicos-alvo segmentar para anúncios de mídia social (com base nos dados demográficos do ouvinte);

– Qual single colocar mais esforço promocional (com base nos dados de músicas e playlists)

– Quais faixas serão lançadas nas estações de rádio locais (com base nas informações demográficas dos ouvintes);

Vale lembrar que todas essas informações são válidas, mas é necessário que o artista se empenhe. buscando sempre conhecimentos para analisar todos os dados e partir para ações concretas que melhorem sua carreira musical.

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Guerra de serviços de streaming esquenta no Brasil

Matéria de Estadão

Na semana passada, o setor de streaming de músicas ficou agitado no Brasil com o retorno do Tidal em parceria com a empresa de telefonia Vivo e o lançamento do YouTube Music. Mesmo com boa perspectiva, problemas econômicos e a pirataria são alguns dos desafios que esses serviços enfrentarão para provar sua sustentabilidade como negócio.

O mercado dos serviços de streaming está cada vez competitivo. Na semana passada, duas plataformas lançaram novidades no Brasil. Primeiro foi o Tidal e sua parceria com a empresa de telefonia Vivo, e em seguida o Google veio com o YouTube Music.  Enquanto isso, quem chamou a atenção lá fora, foi a aquisição do Pandora pela Sirius XM.

O Tidal chegou ao Brasil em 2015, porém não obteve sucesso. Agora, tudo indica que o serviço voltou com força pela parceria com a operadora de telefonia Vivo. “Não somos uma grande empresa de tecnologia. Precisamos de parceiros fortes”, afirmou Lior Tibor, diretor de operações do Tidal. Assim como o Tidal, a Deezer também possui uma parceria com uma operadora de telefonia, a TIM.

Lançado na semana passada, o YouTube Music, chegou com um catálogo das gravadoras e  acervo de vídeos de música já existentes na plataforma. Com versão gratuita e assinatura de R$17, o objetivo da plataforma é oferecer uma experiência completa: “Temos o cover, a coreografia, a versão ao vivo, o vídeo com as letras”, afirmou Sandra Jimenez, chefe de música do YouTube para a América Latina.

Mesmo com tanta agitação e otimismo, a sustentabilidade dos serviços de streaming ainda é questionada.  Segundo o portal Estadão, o líder Spotify, que possui 83 milhões de assinantes, opera com prejuízos de €394 milhões no segundo trimestre. A concorrência segue pelo mesmo caminho.

No Brasil, os serviços de streaming terão grandes desafios. De acordo com a análise do portal, ainda enfrentamos problemas econômicos e de infraestrutura de conexão com a internet. Além disso, muita gente não possui acesso ao cartão de credito, diferentemente dos Estados Unidos e Europa.

A preferência de conteúdos locais, como sertanejo, funk e gospel, dificulta a curadoria. A pirataria também é um grande desafio enfrentado pelos serviços de streaming.

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Até mesmo bandas de rock, como Led Zeppelin, querem ter seu próprio serviço de streaming

Matéria de N10 Entretenimento

Um streaming de músicas da banda Led Zeppelin será lançado para comemorar o 50º aniversário da banda Led Zeppelin.

De acordo com o canal The Verge, ainda neste ano será lançado o serviço de streaming da banda Led Zeppelin.

Chamado de “The Led Zeppelin Experience“, o serviço de streaming  terá músicas inéditas, pré-gravadas e experimentais que nunca foram lançadas em discos oficiais, além de shows gravados ao vivo ao longo da carreira da banda. O seu lançamento está previsto para a data em que o Led Zeppelin comemora seu 50º aniversário.

Ainda não foram divulgadas maiores informações sobre o modelo de negócios da plataforma. Resta saber se os fãs vão adotar a ideia, já que é possível encontrar grande parte da discografia da banda em vários serviços de streaming.

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YouTube lança rival para Spotify no Brasil

Nessa terça (25/09) o Google entra na disputa dos serviços de streaming de vídeo e música no Brasil, lançando o YouTube Music e o YouTube Premium.

O YouTube lançou duas novidades no Brasil para disputar com grandes nomes do streaming de vídeo e música, o Youtube Music e o YouTube Premium.

Para concorrer com os serviços de streaming de música como Spotify, Apple Music e Deezer, o YouTube Music chega ao Brasil com versão gratuita e assinatura mensal de 17 reais, disponível para celulares Android e iOS.

Além do aplicativo para celulares, uma versão específica para PCs, via navegadores, está disponível. Há ainda um plano família, no qual  é possível dividir uma assinatura em até seis contas, por R$26 ao mês.

No YouTube Music, o usuário pode assistir ao vídeo com a letra da música, versão ao vivo e até covers de fãs do mundo todo. Além do aplicativo para celulares, há uma versão específica para PCs.

De acordo com o portal Época Negócios, não será possível ouvir as músicas em segundo plano: “Será preciso deixar o aparelho com a tela ligada e dentro do app para o som continuar tocando. É um dos pontos fracos do serviço”, afirmou o portal.

No plano gratuito o acesso é limitado. Os usuários não podem baixar músicas para ouvir off-line e nem interromper os anúncios.

Vale lembrar que o YouTube Music foi lançado para substituir o Google Play Música, o atual streaming do Google no País. Haverá uma migração dos usuários para a nova plataforma.

O YouTube Premium também é um novo serviço do Google que chegou ao país hoje (25/09) para concorrer com a Netflix e Amazon – que em breve chegará ao país.

No YouTube Premium, além de ter acesso aos conteúdos originais do YouTube, o usuário pode baixar vídeos para assistir off-line e remover anúncios do site. Tudo isso por uma assinatura de R$21 por mês que também dá acesso ao YouTube Music. No plano família o valor é de R$36 ao mês.

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Streaming já representa 75% da indústria musical nos EUA

Matéria de Canaltech

Mais um relatório sobe o mercado fonográfico para o primeiro semestre de 2018 foi publicado. Segundo a RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – o setor pode comemorar um aumento de 10% no faturamento, com os serviços de streaming representando 75% de todo o mercado. Drake, Cardi B, Camila Cabello e Post Malone são os artistas que mais se destacaram até agora.

A RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – publicou seu relatório sobre o mercado fonográfico nos Estados Unidos para os primeiros seis meses de 2018. Com aumento de 10%, o setor comemora um faturamento de US$4,6 bilhões, sendo que os serviços de streaming representam 75% de todo o mercado.

De acordo com o relatório da associação, o crescimento é considerável. Entretanto, há uma desaceleração no setor em comparação ao mesmo período entre 2016 e 2017, onde a variação era de 17%.

Representando 75% do faturamento, os serviços de streaming de música contaram com um aumento de assinaturas pagas, e ainda cerca de um milhão de novos assinantes por mês. O crescimento foi de 33,3% e a receita US$2,55 bilhões.

Com relação às plataformas gratuitas, a receita de anúncios aumentou em 15,6% (US$498 milhões). “A expectativa é que, com a desaceleração no número de novos usuários na medida em que todos os interessados aderem a plataformas do tipo, comece a conversão de gratuitos para pagos, gerando mais faturamento”, afirmou o portal Canaltech.

Representando 10% do mercado (US$ 461,6 milhões), as vendas de CDs diminuíram 41%. O número de downloads também teve uma baixa de 27% de faturamento, e representou 12%, movimentando US$562,2 milhões. Já as vendas de Vinil apresentaram um aumento de 12% nas vendas.

Os artistas que mais se destacaram no mercado foram Drake, Cardi B, Camila Cabello, Post Malone, Migos, Travis Scott, Jason Aldean e Charlie Puth. Todos conquistaram discos de ouro ou platina, não apenas no mercado americano, mas também mundial.

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SPOTIFY: ARTISTAS PODEM ATUALIZAR AS MÚSICAS DIRETAMENTE NA PLATAFORMA GRATUITAMENTE

O Spotify lançou um novo recurso que permite que artistas independentes façam upload de músicas diretamente na plataforma, sem a necessidade de um agregador ou gravadora, tudo de forma gratuita.

Mais uma grande oportunidade para os artistas: o Spotify lançou um novo recurso que permite que artistas independentes façam upload de faixas diretamente na plataforma, sem a necessidade de um agregador ou gravadora.

O Spotify confirmou que o objetivo é ter cada vez mais novos artistas, selos e equipes na plataforma. De acordo com o portal Music Business WorldWide (MBW), o recurso está acessível pelo Spotify For Artists, em fase de testes, e é exclusivo para convidados. Além disso, os próprios artistas podem programar uma data de lançamento a sua escolha. Tudo isso gratuitamente!

A plataforma não cobrará taxas iniciais para os uploads e nenhuma comissão adicional sobre os royalties gerados pela música, não importa quantas faixas forem enviadas.

Esta nova abordagem, livre de custos, bate de frente com os serviços oferecidos pelos agregadores/distribuidores, tais como CD Baby, TuneCore, Distrokid e Ditto – todos requerem uma taxa de upload “one-off” ou um pagamento de assinatura anual dos artistas.

Isso representa uma grande mudança no conteúdo de áudio enviado pelo usuário para o Spotify. Tradicionalmente, esse é o domínio do SoundCloud, que oferece um “Plano Pro”, de 15 dólares mensais,  onde artistas podem fazer upload de faixas ilimitadas e dá acesso a ferramentas de “insight”. No SoundCloud também há uma opção gratuita, porém limitada.

Não se sabe se a gratuidade do novo recurso será perpétua, porém o próprio CFO, Barry McCarthy, já mencionou que para empresa ser bem sucedida deve-se construir um “mercado de dois lados” visando a melhoria das margens brutas.

O Spotify esclareceu para o portal MBW que sua nova ferramenta de upload só será aberta para as partes que detêm os direitos autorais de suas gravações – e que os sistemas de filtro foram “colocados em prática para impedir que conteúdos potencialmente infratores entrem no serviço”.

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