Startup está criando um chip capaz de reproduzir músicas no cérebro

No Twitter, Elon Musk – CEO da Tesla/Space X – confirmou que sua startup, Neuralink, está desenvolvendo um chip capaz de fazer streaming de músicas no cérebro.

O visionário Elon Musk confirmou em seu Twitter que sua empresa, Neuralink, está trabalhando em um chip capaz de realizar uma série de atividades, inclusive, reproduzir músicas diretamente no cérebro do usuário.

Segundo o Olhar Digital, o CEO da SpaceX e Tesla aos poucos está revelando detalhes sobre o chip, que será testado ainda neste ano por humanos. Além de ser capaz de reproduzir músicas, ao ser implantado no cérebro de humanos, o chip será capaz de estimular o nível de hormônios para aliviar o stress, ansiedade e melhorar o raciocínio.

A Neuralink é uma startup criada em 2016, com o intuito de desenvolver uma interface cérebro-máquina para estabelecer uma interação entre humanos e computadores. A empresa pretende ajudar principalmente pacientes com síndromes neurológicas como a Doença de Parkinson.

A startup está desenvolvendo um robô capaz de instalar “fios” munidos de eletrodos no tecido cerebral. Segundo o portal, Musk divulgou que a máquina é capaz de instalar até seis fios por minuto, com incisões de 2 milímetros de comprimento.

O procedimento para a instalação dos fios é comparado pelo visionário, ao procedimento de de cirurgias oculares refrativas (LASIK), no qual os médicos usam raios laser para remodelar a córnea do paciente e a capacidade de focalização do olho.

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Após aprovação da fusão entre Fox e Disney, Disney Plus deve chegar antes do previsto

A fusão entre Fox e Disney finalmente foi aprovada pelo Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Decisão deve acelerar vinda do Disney Plus no Brasil, agitando o mercado de streaming de vídeo.

Com fusão entre Fox e Disney aprovada no Brasil, chegada do DisneyPlus deve chegar antes do esperado.

Apesar da Disney ter comprado a Fox há quase 3 anos, a fusão entre as empresas só foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no início deste mês (6). O fato da Disney já ser proprietária da ESPN no país e passar a ser dona também da Fox Sports, gerava um conflito, uma vez que criaria um monopólio.

Desde então o Cade determinou um prazo para que a Fox fosse vendida à outra empresa, o que não ocorreu. Portanto, o órgão decidiu manter o canal esportivo pertencente à Disney até janeiro de 2022 (Via Cinema com Rapadura).

A decisão irá impactar no processo de vinda do Disney Plus ao Brasil, que já estava previsto para chegar ainda neste ano.

O Disney Plus já possui é um terço do público da Netflix, cerca de 50 milhões de assinantes em todos os territórios em que já está disponível, sendo uma grande concorrente na guerra dos streamings.

 

#DicaMCT: Nesta quinta-feira (14/05) às 19h, participaremos da live no @musicaemredeoficial. Vamos falar sobre um tema bem comentando por aqui: os ‘Impactos e perspectivas do mercado da música em 2020’. Fique ligado em nosso INSTAGRAM!

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Plataformas apresentam quedas nas transmissões de músicas, mesmo com maior número de pessoas em casa

Mercado musical tinha esperanças de que o consumo de música nas plataformas de streaming pudesse aumentar, já que as pessoas estão mais em casa por conta da pandemia do coronavírus. Entretanto, não é o que está acontecendo.

Ao contrário do que se esperava, o número de transmissões de músicas nos serviços de streaming não aumentou, mesmo com as pessoas em casa por conta do coronavírus.

Parece que ficar em casa não é o bastante para o aumentar o consumo de streaming de música. De acordo com dados do Official Charts Company (OCC), na última semana de março, o streaming de áudio no Reino Unido aumentou apenas 0,4% em relação à semana anterior. Enquanto o New York Times relatou no dia 6 de abril, semana do início da quarentena,  que os fluxos do Top 200 do Spotify nos EUA caíram pela terceira semana consecutiva – atingindo o ponto mais baixo do ano.

Segundo o The Guardian, esse movimento pode prejudicar ainda mais a indústria musical que contava com a audiência das plataformas, como o Spotify e Apple Music, para conter a crise gerada pela pandemia do Covid-19.

Atentos a crise, artistas como Lady Gaga e Sam Smith cancelaram o lançamento de seus álbuns e já anunciaram que vão esperar o mercado se recuperar. Entretanto, artistas como Dua Lipa não conseguiram adiar seus lançamentos, uma vez que todo o material promocional já estava em andamento.

Para o portal, mesmo que o público esteja menos interessado nas paradas, sua relevância para o sucesso comercial ainda possui grande relevância. A indústria da música, acostumada à mudanças gravitacionais nas últimas décadas depois do Napster, encontrará maneiras de se reinventar.

 

Foto: Mario Anzuoni/Reuters

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Iniciativas prometem remodelar o modelo de negócios das transmissões ao vivo

Matéria de New York Post

Conheça iniciativas que prometem beneficiar artistas através das transmissões ao vivo e quem sabe render lucros no futuro.

A pandemia de coronavírus cancelou shows e eventos pelo mundo todo, mas a música não parou, ela continuou tocando, mais do que nunca em transmissões ao vivo pela internet, abrindo espaço criar para novas oportunidades à artistas. O New York Post falou sobre algumas delas.

Atenta, a Universal Music já está ligada às mudanças, tanto que está desenvolvendo uma plataforma para que seus artistas possam transmitir apresentações ao vivo simultaneamente em várias plataformas, como YouTube e Facebook. Live. Nós do MCT estamos ansiosos para ver como vai ser o resultado deste projeto que será liberado na próxima semana.

Além de fazer transmissões ao vivo, o serviço, que ainda não possui um nome revelado, permitirá a interação e o envio de alertas sobre a programação de shows aos fãs. Também permitirá a venda de mercadorias e arrecadação de doações para instituições de caridade.

A gravadora não revelou se pretende faturar com a plataforma, mas disse que os direitos de streaming são de sua propriedade e que são acordados por meio de contratos.

Outra iniciativa que tenta amenizar os efeitos do coronavírus na economia e pode beneficiar artistas é o Bandsintown, um site que notifica os fãs sobre quando seus artistas favoritos estão chegando em sua região.

Com o surto do vírus, os desenvolvedores do site logo remodelaram todo o modelo de negócio. Desta forma, agora o site é capaz de alertar os usuários sobre os próximos shows a serem transmitidos por seus artistas favoritos.

“Reorganizamos o mapa do produto em duas semanas”, disse Fabrice Sergent, co-fundador e sócio-gerente do site, que trabalha com um banco de dados de mais de 530.000 artistas e 55 milhões de fãs.

Eles conseguiram uma parceria com o Twitch – a plataforma da Amazon favorita pelos jogadores – para que seus artistas possam receber dinheiro. A parceria permite que os fãs assistam as lives gratuitamente no Twitch em troca de moedas virtuais iguais a 1 centavo por bitcoin. Uma parte do valor arrecadado vai para o MusiCares COVID-19 Relief Fund, uma instituição de caridade para “músicos desempregados”.

“Tenho certeza de que veremos muitas variações nas próximas semanas”, disse Sergent. Como por exemplo, assinaturas pagas, receita de publicidade ou venda de mercadorias durante o streaming.

São iniciativas como estas que contarão muito para o mercado da música, esperamos que tudo acabe logo para trazermos boas notícias!

 

Foto: Uli Deck/picture alliance via Getty Image

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Spotify continua sendo o maior serviço de streaming de músicas do mundo

Matéria de TudoCelular.com

Atualmente o Spotify possui 35% da participação de mercado e se mantém como líder entre os serviços de streaming de músicas.

Um estudo apontou a participação de mercado entre os serviços de streaming de músicas mais populares do mundo.

De acordo com o resultado da pesquisa da Counterpoint Research, o Spotify continua mantendo a sua liderança com 35% de participação, enquanto a Apple Music fica em segundo lugar com 19% de marketshare.

O Amazon Music conquistou a terceira posição com 15% de participação, seguido pelo Tencent Music e YouTube Music.

O portal TudoCelular destacou o desempenho da maçã que alcançou a marca de 60 milhões de assinaturas pagas em junho do ano passado. De acordo com o portal, a Counterpoint Research acredita que esse número deve ser ainda maior em 2020, já a previsão é de que o número global de assinantes de streaming de música ultrapasse 450 milhões.

O crescimento anual dos serviços globais de streaming aumentou em 32% ano-após-ano, com o total de assinaturas batendo a marca dos 358 milhões.

Uma coisa é certa, com milhões de pessoas em isolamento social devido a pandemia do coronavírus, muita coisa vai mudar, principalmente com relação ao consumo do streaming de músicas.

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COVID-19: TRATORE ANUNCIA QUE VAI DESTINAR SEUS LUCROS PARA ARTISTAS

Matéria de Blog Tratore

Em um comunicado, o diretor Mauricio Bussab anunciou que a distribuidora Tratore vai distribuir os lucros para seus artistas. Além de continuar pagando normalmente aos artistas, não irá cobrar taxas durante o período de quarentena.

A distribuidora brasileira Tratore anunciou que vai destinar seus lucros para seus artistas. A decisão foi anunciada pelo diretor Mauricio Bussab, no blog da empresa.

A medida foi adotada em apoio aos seus artistas independentes que estão impedidos de se apresentar em shows por conta da pandemia do coronavírus.

De acordo com Bussab, a Tratore vai continuar a pagar os artistas e selos normalmente, assim como não cobrará taxas aos distribuídos. Além do pagamento do mês, os artistas receberão o chamado de “Bônus Emergencial 2020”, uma espécie de distribuição de lucros da empresa que serão distribuídos conforme o faturamento digital do contrato no mês.

“O bônus não será muito grande, porque nossa margem não é muito grande. Vocês já recebem três quartos do que as plataformas nos pagam e nós ficamos com um quarto. Depois de pagas as nossas contas, estimamos que o bônus possa ser da ordem de 7%, chegando até a 10%, se o streaming for bom em determinado mês”, explicou Bussab.

“Não é muito, mas é o que podemos fazer. E essa é a hora de todos fazermos tudo o que pudermos, mesmo que seja pouco. Isto vale, a princípio, para os próximos três meses (relatórios publicados em março, abril e maio), que é a previsão dada pelo Ministério da Saúde para a duração da crise. Se ela se prolongar, voltamos a conversar”, continuou.

Para saber mais detalhes sobre repasses e outras informações acesse https://tratore.wordpress.com/, a Tratore continua trabalhando, porém remotamente.

 

Foto: Reprodução

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Covid-19: Para cobrir receita, músicos pedem ao Spotify aumento dos pagamentos de royalties

Matéria de the Guardian

Uma petição online foi criada para pedir que o Spotify triplique a remuneração de artistas e compositores na plataforma. A ideia é compensar artistas que estão sem renda e impedidos de fazer shows por conta da pandemia do coronavírus.

Impedidos de fazer shows devido a pandemia do coronavírus, artistas estão pedido ao Spotify para aumentar suas taxas de royalties em uma petição.

Postada pelo músico Evan Greer na semana passada, a petição pede ao Spotify para triplicar as taxas de royalties e uma doação de US$500.000 ao fundo Covid-19 da Sweet Relief, uma instituição da Califórnia que dá assistência financeira à músicos e trabalhadores da indústria.

Em resposta ao pedido, um porta-voz do serviço de streaming disse ao The Guardian: “Não há dúvida de que este é um momento desafiador para a nossa comunidade de criadores e estamos trabalhando para ajudá-los através do fundo de ajuda Covid-19 do MusiCares para fornecer a assistência necessária”.

Foi informado ainda que o serviço deixou a disposição dos governos e instituições um espaço na plataforma para anúncios sobre segurança durante a pandemia.

A petição de Greer surgiu após o Bandcamp anunciar que a partir do dia 20 de março não iria cobrar sua parte na taxa de participação nos lucros por 24 horas.

Fundada em 2008, a Bandcamp é uma plataforma de streaming digital, compras e merchandising para artistas independentes. Sua proposta é oferecer maior transparência do que as tradicionais plataformas de streaming.

Vale lembrar que os serviços de streaming também estão sofrendo um pouco do impacto  causado pela pandemia. Analistas da Quartz descobriram que na Itália, um dos países mais atingidos pelo Covid-19, as 200 principais músicas mais ouvidas no Spotify apresentaram uma queda de 23% nas transmissões. De 18,3 milhões de transmissões por dia em fevereiro de 2019 para 14,4m em 9 de março, data do bloqueio de circulação no país.

Resultados semelhantes foram apresentados em outros países que também foram afetados pelo vírus como EUA, Reino Unido, França e Espanha.

Foto: Dado Ruvić/Reuters

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Covid-19: O Streaming ao vivo pode substituir os shows que foram cancelados?

Matéria de the Guardian

Com a pandemia do covid-19, artistas correram para internet para produzir conteúdo e se apresentarem ao vivo para seus fãs nas redes sociais e plataformas de streaming. Mas será que este movimento é capaz de substituir os shows que foram cancelados? É o que o The Guardian tentou responder

Impedidos de fazer shows com aglomerações de pessoas devido a pandemia do coronavírus, artistas de todo o mundo começaram a se organizar, se apresentando pelas redes sociais e em plataformas de streaming. Entretanto, será que este movimento é mesmo uma solução para substituir os shows que foram cancelados? O The Gardian publicou um artigo para refletirmos sobre esta questão.

Para o artista e pesquisador Mat Dryhurst, o impacto dos cancelamentos de shows será grande e a longo prazo. Ele acredita que a crise do coronavírus está apenas “amplificando a natureza precária e defeituosa da indústria da música” em geral, e que “reformas mais amplas são essenciais”:

“Eu acho que há um futuro para performances telemáticas ou remotas”, disse Dryhurst. “Mas não pode ser apenas como ‘Ei, você é um artista, pegue seu violão e vá para a câmera!’. Ou seja, não pode ser algo imposto para os artistas.

Para dar apoio aos afetados pela crise global do COVID-19, a revista Left Bank organizou um festival de música no YouTube entre os dia 17 a 22 de março. Foram 12 horas com vários artistas do mundo todo tocando ao vivo diretamente de seus quartos. Festivais parecidos aconteceram no Brasil também.

Apesar do livre acesso ao festival, a revista incentivou seus seguidores a fazer contribuições através do aplicativo Venmo durante a live. A fundadora do Left Bank Media, Kristyn Potter, explicou ao portal que esta foi a melhor maneira de monetizar os artistas sem violar direitos autorais. Embora as limitações de licenciamento e propriedade intelectual ainda não tenham sido totalmente resolvidas pela indústria, Potter é uma entusiasta: “Alguns artistas são feitos para esse formato – nós definitivamente faremos o festival novamente”.

Assim como Potter, a especialista da indústria musical, Cherie Hu, também acredita que há artistas que se saem melhor nas plataformas de streaming de vídeo. E nem sempre são os mais famosos.

É o caso de Hana (foto), artista de música eletrônica que se tornou popular ao fazer feats com as cantoras Lord e Grimes. Hana se tornou conhecida ao jogar League of Legends, tocar músicas e interagir com seus fãs no Twitch (app famoso entre os gamers).

Recentemente, Cherie Hu criou um Google Doc maravilhoso para ensinar aos artistas a usar o streaming de vídeo como uma ferramenta de apoio. Uma tentativa de ajudar a diminuir o impacto financeiro de artistas que participariam do SXSW (CONFIRA AQUI).

Hu acredita que o streaming ao vivo é uma grande oportunidade para que artistas desenvolvam conteúdos únicos, mas hesita em recomendá-lo como uma solução imediata:

“Acho que se os artistas abordam as transmissões ao vivo de uma maneira interessante, posso ver isso se tornando um fluxo de receita para algumas delas”, diz ela. “Mas esses modelos não são comprovados financeiramente. Do ponto de vista dos artistas, definitivamente existem outros canais que podem gerar renda mais imediata e concreta”.

Em seu Doc, Hu avisa ao leitor que a transmissão ao vivo não substitui o valor financeiro, emocional ou cultural de um show ao vivo. E com esse alerta, o The Gardian levanta uma outra questão: Qual o significado real do “ao vivo”?

Em 1993, a ex-presidente do Departamento de Estudos da Performance da Universidade de Nova York, Peggy Phelan argumentou que: “A única vida da performance está no presente. O desempenho não pode ser salvo, gravado, documentado…uma vez que o faz, torna-se algo diferente de desempenho.”

Muitos poderiam concordar, já que assistir um show ao vivo é uma experiência única. Sem contar que há um grande negócio na venda de música ao vivo, tanto que os Rolling Stones chegaram a lançar 28 álbuns de seus shows.

Em 1999, Philip Auslander, lançou o célebre livro Liveness e respondeu à Phelan que o fenômeno da “vivacidade” é “específico do contexto”, “matizado” e “subjetivo”.

“Vinte anos depois, temos mais variações de “vivacidade” na ponta dos dedos do que Auslander ou Phelan jamais poderiam ter previsto”, afirma o The Gardian. Atualmente, a sensação de vivacidade se manifesta de diferentes formas, seja no Instagram Live ou até no TikTok.

Enquanto isso, Dryhurst permanece cético sobre o potencial da transmissão ao vivo como uma solução de curto prazo: “Não sei se a música nessa crise em particular precisa se reinventar”, diz ele. “As pessoas já estão bastante entretidas!”.

O pesquisador se preocupa ainda com a saúde mental dos artistas que podem se sentir pressionados a fazerem apresentações só para não ficarem de fora em meio ao estresse da pandemia: “Não vou citar nomes”, conta o pesquisador, “mas os músicos têm entrado em pânico e me enviando mensagens como ‘Devo aprender a fazer streaming ao vivo?’. “Estou meio irritado por eles estarem sentindo essa ansiedade além de se preocupar sobre seus pais.”, desabafa.

Foto: a artista de música eletrônica Hana faz streaming ao vivo do making of de seu álbum/ YouTube/Reprodução

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Resso: ByteDance lança serviço de streaming na Índia com foco na geração Z

Já estamos de olho no Resso. Novo serviço de streaming lançado pela ByteDance (empresa-mãe do TikTok) promete conquistar a geração Z.

Nesta quarta-feira (4), a ByteDance (empresa-mãe do TikTok) lançou um novo serviço de streaming, o Resso na Índia.

A novidade promete tornar o mercado ainda mais competitivo, já que foi totalmente criado para conquistar a geração Z.

O Resso é o primeiro aplicativo de streaming de música social do mundo com recursos distintos como “vibrações, comentários e citações de letras” para permitir o envolvimento do usuário tendo em mente o comportamento nas mídias sociais.

De acordo com a Billboard, a ByteDance lançou o Resso na Índia primeiro porque o país tem o maior número de pessoas da geração Z do mundo, cerca de 470 milhões, segundo a ONU.

O foco no público teen parece ser inspirado na empresa irmã TikTok, que enfatiza conteúdo de vídeo curto e altamente compartilhável. No entanto, Hari Nair, chefe de conteúdo musical e parcerias do Resso disse que não há planos para nenhuma integração com o aplicativo de vídeos.

Sediada em Los Angeles, o Resso possui escritórios em Mumbai, Indonésia e Cingapura. Nair não divulgou em quais outros países a empresa planeja lançar o serviço futuramente. Desde novembro de 2019, o serviço está em fase de testes na Índia e na Indonésia, e já foi baixado mais de 500.000 vezes no Google Play até agora.

 

Foto: Divulgação

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Serviços de streaming representaram quase 80% de toda a receita da música em 2019

Matéria de TechCrunch

Em novo relatório feito pela RIAA – Associação Americana da Indústria de Gravação – revelou que os serviços de streaming geraram US$8,8 bilhões para as receitas de música gravada.

Em 2019, o streaming alcançou quase 80% da participação de todas as receitas de músicas gravadas nos EUA. É o que diz o novo relatório da RIAA – Associação Americana da Indústria de Gravação.

Em 2019, os serviços de streaming como Youtube (suportados por anúncios), Pandora (streaming de rádio), e Spotify (com planos de assinaturas pagas) geraram US$8,8 bilhões, um aumento de quase 20%.

Além disso, as receitas com música gravada em 2019 cresceram 13%, de US$9,8 bilhões para US$11,1 bilhões (varejo). Segundo o TechCrunch, é o quarto ano de crescimento consecutivo de dois dígitos.

Para a RIAA, os serviços de assinatura foram os maiores responsáveis pelo crescimento das receitas. Em 2019, esses serviços foram os que mais apresentaram crescimento (25% a.a), com uma receita total de US$6,8 bilhões. Esse valor também inclui US$829 milhões em receitas dos serviços de assinatura paga de “camada limitada”, como o Pandora Plus. Outros serviços como Amazon Prime Music também estão inclusos nesta categoria.

O número de pessoas dispostas a pagar por música ‘sob demanda’ aumentou. Tanto que as assinaturas pagas cresceram 29% em 2019, um total de 60,4 milhões. Uma prova de que esses serviços estão conseguindo ter êxito em converter usuários gratuitos para assinantes.

Os serviços suportados por anúncios também cresceram no ano passado, um aumento de 20% em 2018, para US$908 milhões em 2019. Foram mais de 500 bilhões de músicas transmitidas para mais de 100 milhões de ouvintes nos EUA. Apesar de seu amplo alcance, esta categoria representou apenas  8% da receita total de música no ano.

O crescimento do streaming fez com que o consumo de outros serviços caíssem. A popularidade dos serviços de rádio nunca esteve tão baixa. Uma queda de 4% e uma receita de US$1,16 bilhão.

As receitas de downloads digitais ficou abaixo de US$1 bilhão pela primeira vez desde 2006 – caindo 18% ano a ano, atingindo US$856 milhões. O download de álbuns caiu 21%, para US$395 milhões, enquanto as vendas de faixas individuais caíram 15%, para US$415 milhões. Os downloads representaram apenas 8% de todas as receitas no ano passado.

Os formatos físicos, como CDs e vinil, caíram ligeiramente (0,6%) em 2019 para US$1,15 bilhão. Mesmo assim, o vinil teve seu maior ano desde 1988, atingindo US$504 milhões. esta categoria representou somente 4,5% da receita total de música.

Foto:  stockcam / Getty Images

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