Deezer faz primeira campanha para TV nacional

A Deezer lançou nova campanha para ser exibida no horário nobre da TV aberta com participações de Ferrero, Ludmilla, Silva, Projota e outros para mostrar que a música está em todas as rotinas da vida.

A Deezer lançou na quarta-feira passada, 28, um novo comercial que será exibido no horário nobre da Tv aberta e canais sobre arte e entretenimento.

segundo o portal Meio & Mensagem, a nova campanha, nomeada “Home of Music”, é composta por quatro versões e mostra artistas como  Di Ferrero, Ludmilla, Silva, Projota e outros realizando tarefas cotidianas, para mostrar que a música e a plataforma estão em todos os momentos da rotina.

“Ter um filme em horário nobre na TV aberta e em canais que falam diretamente sobre arte e entretenimento faz com que um maior número de pessoas tome conhecimento dessa possibilidade de ouvir música via streaming. É facilitar o acesso à música a quem tinha outros hábitos, além de fortalecer a nossa marca em território nacional”, afirmou Bruno Vieira, diretor geral da Deezer no Brasil.

 

Foto: Youtube

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SPOTIFY NA INDIA: COM LANÇAMENTO CONFIRMADO, ESPOTIFY AINDA NÃO POSSUI ACORDOS DE LICENCIAMENTO COM AS BIG 3

Um dos assuntos mais comentados nesta semana na indústria da música é a chegada do Spotify na Índia. O lançamento do serviço de streaming promete agitar ainda mais o mercado por lá. No entanto, vários desafios como o licenciamento de músicas com as Big 3 precisam ser enfrentados. O portal Music Business Worldwide conversou com vários profissionais da indústria da música para entender como o Spotify enfrentará todos os desafios.

De acordo com o portal Music Business Worldwide (MBW), a chegada do Spotify na Índia está prevista para maio de 2019. O portal conversou com vários profissionais da indústria da música, para descobrir informações importantes que devem impactar o lançamento e o sucesso do serviço de streaming no país.

Algumas fontes revelaram ao MBW que o serviço de streaming ainda não possui acordo de licenciamentos de músicas com as principais gravadoras, Universal, Sony Music e Warner para a India.

Até então, os acordos de licenciamento de músicas entre as gravadoras e o Spotify poderiam ser comprometidos, já que haviam muitos rumores afirmando que as gravadoras teriam a intenção de bloquear o serviço no país após o anúncio dos licenciamentos diretos entre o Spotify e artistas independentes. De acordo com as fontes do portal, essa já é uma questão resolvida e os licenciamentos já estão sendo negociados.

“Algumas pessoas aqui suspeitam que o Spotify vazou essas histórias sobre o seu próximo lançamento na Índia em uma tentativa de acelerar nossas negociações – mas estamos nos movendo no nosso próprio ritmo”, confirmou uma fonte não revelada de uma gravadora ao MBW.

O mercado de streaming de música da Índia é muito atrativo. De acordo com a IFPI, a população da Índia é de 1,3 bilhão de pessoas, sendo o 19º maior mercado de música gravada no ano passado, gerando US$130,7 milhões.

Enquanto as receitas de streaming de assinatura mais do que triplicaram na Índia em 2017, as receitas de streaming financiadas por anúncios caíram em relação ao ano anterior, 29,5% (para US $ 27,6 milhões).

“De todos os principais, a Sony tem mais influência na Índia, porque é grande em música de Bollywood”, revelou uma fonte ao MBW. “Para ganhar dinheiro com o streaming na Índia, você precisa atingir uma escala enorme. O Spotify corre o risco de ficar para trás e sabe disso melhor do que ninguém ”, acrescentou outra fonte.

“O lançamento Spotify na Índia é muito complexo por causa da variação dos dialetos regionais e da própria música. Em termos da variedade de gostos locais, mudar de uma região para outra na Índia pode ser como mudar de um país para outro na Europa. ”, explicou uma fonte em conversa com o MBW.

Segundo o MBW, se o Spotify for lançado na Índia em 2019, enfrentará uma concorrência acirrada, como o aplicativo de streaming de música indiana Saavn, que recentemente se uniu com a rival local JioMusic, um popular aplicativo de downloads e músicas.

Além disso, a Tencent Music Entertainment, serviço de streaming de música na China, investiu US$115 milhões em outro serviço indiano, o Gaana, que possui mais de 75 milhões de usuários. Serviços como a Apple Music, Amazon Music e Google Play já estão no país.

Um relatório da Deloitte prevê que os serviços de streaming de música na Índia atrairão cerca de 273 milhões de assinantes até 2020 no país.

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Sorocaba alerta sobre prática antiética nos serviços de streaming.

Matéria de Valor Econômico

Em evento, Sorocaba, da dupla Fernando & Sorocaba, falou sobre a carreira, o sucesso nos negócios e alertou os artistas sobre uma prática antiética: a venda de posições de músicas nas paradas das plataformas de streaming: “Dá para comprar posições no Spotify, visualizações no YouTube, inscritos em canais de um jeito que se perde a realidade do negócio.”, afirmou o cantor.

Sorocaba, da dupla Fernando & Sorocaba, faz sucesso tanto na música quanto em seus negócios. Por isso, foi convidado para falar sobre sua carreira e negócios para o Valor Econômico, durante o “À Mesa com o Valor”, em São Paulo.

Durante a entrevista, Sorocaba alertou os artistas sobre algumas práticas antiéticas que estão acontecendo nos serviços de streaming.  

O cantor afirmou que foi procurado por uma pessoa que vendia por R$35 mil “a liderança no Spotify”. Um vendedor afirmou que um cantor estava tendo sucesso com a prática:

 “Uma de suas músicas estava na posição 27, tendo sido ouvida por 200 mil pessoas. O vendedor prometia conseguir mais 200 mil audições, graças a “bots”. Quando Sorocaba duvidou de que alguns cantores em posições no topo haviam chegado lá por esse método, o vendedor falou quem estaria na liderança na semana seguinte. E de fato aconteceu, diz: o artista em questão bateu na primeira posição e ficou algumas semanas no top 10”, contou o Valor Econômico.

“O mercado está tão promíscuo que é difícil fazer leituras até no digital”, disse Sorocaba. “Dá para comprar posições no Spotify, visualizações no YouTube, inscritos em canais de um jeito que se perde a realidade do negócio.”, explicou o sertanejo.

Segundo o Valor Econômico não há leis que proíbam a prática. Sorocaba não aceitou a proposta da qual considerou ser pouco ética. “Já, já, vai estourar uma bomba disso”, afirmou.

Procurados pelo portal, tanto o Spotify e YouTube não comentaram sobre o episódio, porém responderam sobre a prática.

 “Possuímos diversas medidas para detectar esse tipo de ação em nosso sistema, monitorando o consumo no serviço para investigar, analisar e lidar com essa atividade inaceitável na indústria musical. Continuamos investindo pesado no aprimoramento desses processos e na melhoria dos métodos de detecção e remoção dessas atividades, reduzindo o impacto em produtores de conteúdo que são legítimos, além de detentores de direitos e nossos milhões de usuários”, afirmou a assessoria do Spotify.

“Qualquer ação que aumente de maneira artificial o número de visualizações, marcações com ‘Gostei’, comentários ou outras métricas, seja por meio do uso de sistemas automáticos ou da reprodução de vídeos a espectadores que não querem vê-lo, é contrária aos nossos termos.”, comentou o Google, empresa-mãe do youtube.  

Atualmente, o valor arrecadado por um artista pela execução de músicas nas plataformas de streaming ainda é pouco. “É preciso tocar muito para viver só de streaming”, explicou o portal. Porém, estar no topo das paradas das plataformas garante uma maior visibilidade, pois um artista pode ganhar posições em várias outras playlists, aumentando o número de contratos e negócios da música.

“‘Bot’ não vai a show e não compra produtos, mas ajuda a colocar o artista num outro patamar.”, afirmou Sorocaba que chegou a se tornar o maior arrecadador do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) por anos.

Foto: Ana Paula Paiva/Valor

 

 

 

 

 

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Música no trânsito: Waze anuncia parceria com Deezer, Pandora e outros serviços de streaming

Matéria de Tudocelular.com

O Waze anunciou que está integrando sua plataforma com uma série de serviços de streaming para oferecer a seus usuários mais opções de entretenimento.

Segundo o portal Tudo Celular, por enquanto, são sete: Pandora, Deezer, iHeart Radio, NPR One, Scribd, Stitcher e o TuneIn.

“O serviço de streaming será vinculado ao Waze com o aplicativo disponibilizando controles básicos de música e até mesmo uma opção para abrir o app nativo”, informou o portal.

O YouTube Music fiou de fora desta vez e a plataforma não informou se há intenção de haver uma parceria no futuro.

O Waze também anunciou que parceiros interessados podem solicitar o acesso ao kit de áudio para integrar o seu aplicativo na plataforma.

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BMG amplia licenciamento digital na Europa

A BMG anunciou novo acordo de licenciamento de músicas em serviços de streaming com a GEMA, sociedade alemã de direitos de reprodução musical. O acordo beneficiará compositores e artistas anglo-americanos com maior eficiência e transparência.

Na semana passada, a BMG anunciou um novo acordo de licenciamento de músicas em serviços de streaming, com a sociedade alemã de direitos de reprodução musical, GEMA.

O acordo, além de ser estender na Europa, deve otimizar os pagamentos aos compositores e artistas da BMG, simplificando o licenciamento de música nos principais serviços de streaming de música – Apple, Spotify, Amazon, Deezer, YouTube – e plataformas de mídia social como o Facebook.

Através da ARESA – Anglo-American Rights European Service Agency, uma subsidiária da GEMA, a BMG já licencia seu repertório para serviços digitais em 38 países da Europa. O acordo pretende estender o licenciamento de músicas para outros países ao redor do mundo, incluindo Turquia, Rússia e África. Países do Oriente Médio também serão incluídos. A BMG pretende alcançar uma população musical de 1,3 bilhão.

“Garantir que compositores obtenham o dinheiro que merecem na era do streaming é um conceito simples, mas um processo incrivelmente complicado. Temos o prazer de ampliar nosso relacionamento com a GEMA através da ARESA para garantir que os redatores da BMG continuem a receber um serviço de classe mundial. Sob nosso acordo anterior, o BMG já alcançou um potencial de 531 milhões de fãs de música através da ARESA, mas essa nova extensão de nosso relacionamento leva isso para mais de 1,8 bilhão ”, afirmou Hartwig Masuch, CEO da BMG.

“Licenciar serviços digitais com a GEMA através do ARESA beneficia nossos escritores em termos de velocidade, eficiência e transparência. Isso também torna a vida mais fácil para os usuários de música, oferecendo um ponto único para os direitos mecânicos de nossos escritores anglo-americanos ”, acrescentou Ama Walton, conselheira geral da BMG.

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Com música gospel e sertaneja, Deezer quer se manter como força no Brasil

Matéria de EXAME

Atualmente a Deezer é segunda plataforma musical mais usada no país. O portal da revista EXAME conversou com Oscar Castellano, CEO da Deezer para as Américas, e Bruno Vieira, diretor geral da Deezer no Brasil. Eles revelaram quais são as principais estratégias do serviço de streaming para se destacar no mercado.

Apostando em artistas locais e parcerias, a Deezer vem expandido aos poucos suas operações no Brasil. Oscar Castellano, CEO da Deezer para as Américas, e Bruno Vieira, diretor geral da Deezer no Brasil contou a revista EXAME quais são estratégias adotadas pela plataforma para conquistar ainda mais o país.

Oscar Castellano revelou que a base da estratégia da Deezer é apostar em músicas do próprio país. Algo que os concorrentes Spotify e YouTube também fazem: “Estamos falando de, sim, oferecer música pop na plataforma. Mas, além disso, focar no que o público brasileiro gosta.”, explicou o CEO.

Foi graças à música gospel que a Deezer conseguiu seu espaço. A plataforma investiu no impulsionamento de artistas e parcerias, com conteúdos exclusivos. O sucesso foi tão grande que hoje, o gênero só perde para o sertanejo, onde todos os olhos estão voltados.

A Deezer também criou o projeto Deezer Next para descobrir novos artistas e parcerias. Além disso, há parcerias com a TV aberta e a operadora TIM.

 

Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg

 

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Spotify compra participação do Distrokid para permitir uploads de músicas entre plataformas com o Spotify for Artists

Matéria de TechCrunch

O Spotify anunciou que agora possui uma participação minoritária do Distrokid – um dos serviços mais usados por artistas para a integração simultânea de conteúdos em outras plataformas. A aquisição resultará na atualização do seu serviço Spotify for Artists.

Segundo o TechCrunch, o Spotify adquiriu uma participação minoritária do Distrokid. O DistroKid é uma ferramenta popular usada por artistas para fazer o upload de suas músicas em várias plataformas.

De acordo com o TechCrunch, a aquisição da participação minoritária resultará na atualização do seu serviço Spotify for Artists, permitindo o carregamento de conteúdo em outras plataformas.

Lembrando que o não foram divulgadas maiores informações sobre o tamanho da participação do novo negócio ou qualquer detalhe financeiro. O Spotify já era parceiro da DistroKid antes desta notícia.

Um porta voz afirmou ao portal que o Spotify “não tem assento no conselho” e que “a DistroKid continua independente”. Também disse que não tem direitos para ver os dados de outros provedores de serviços digitais e que a DistroKid não compartilhará informações confidenciais.

O Spotify afirmou que em breve lançará uma nova ferramenta que permitirá que os músicos façam upload para o DistroKid através do Spotify for Artists.

Cada vez mais o Spotify tem investido em sua plataforma o Spotify for Artists, que permite que músicos gerenciem facilmente suas informações de perfil, acompanhem seus streams e obtenham insights sobre suas bases de fãs.

Recentemente, o Spotify anunciou que os artistas poderiam enviar suas faixas diretamente para sua plataforma e acompanhar o desempenho das músicas.

A integração com o DistroKid complementará esse novo recurso, oferecendo a capacidade de fazer o upload em outro lugar também.

“O Spotify não disse quando espera que as integrações sejam ativadas, mas sim que seria no “futuro próximo””, afirmou o TechCrunch.

 

Foto: TechCrunch

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ESTUDO DESCOBRE QUE A MAIORIA DAS EMPRESAS NÃO PAGAM LICENÇA PARA REPRODUZIR MÚSICAS

Sem licença comercial para uso de músicas, cafés e restaurantes tem usado os serviços de streaming e dado prejuízo de US$2,7 bilhões em direitos autorais à artistas e gravadoras, aponta novo estudo da Nielsen.

Segundo a Bloomberg, a Nielsen descobriu que 83% das empresas como restaurantes, lojas e outros negócios locais não pagam licença de uso comercial para usar músicas como fundo nos estabelecimentos.

A pesquisa realizada com 5.000 proprietários de pequenas empresas nos EUA, Suécia, Espanha, Itália, Alemanha e França descobriu que artistas estão perdendo bilhões porque as pequenas empresas usam contas pessoais do Spotify para reproduzir músicas dentro dos estabelecimentos, a maioria em cafés.

A Nielsen estima que 21,3 milhões de empresas no mundo usam os serviços de streaming em seus comércios com contas pessoais e não possuem licença comercial para reprodução. A cada ano, artistas e as gravadoras deixam de receber US$2,7 bilhões em direitos autorais.

“Os serviços de streaming de músicas não são projetados para uso comercial, o que significa que os fabricantes de música obtêm menos dinheiro do que deveriam”, explicou a Nielsen no relatório, que foi encomendado pela Streamer sueca Muzak Soundtrack Your Brand AB.

No mundo todo, as licenças para uso de músicas em ambientes comerciais geram $5 bilhões, o que representa menos de um terço do tamanho do mercado de streaming de músicas. O custo de uma licença comercial pode chegar a US$35 por mês, já um plano médio de um serviço de streaming que não garante a licença custa cerca de 10 dólares.

 

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Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg

 

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Na era do streaming, artistas variam gêneros musicais para entrar nas playlists da moda

Matéria de O Globo

Com a popularização dos serviços de streaming, os artistas precisam inovar para se destacar entre o volume de novidades que são lançadas diariamente. Pensar em estratégias voltadas para as playlists temáticas nos serviços de streaming tem sido uma boa solução.

O Globo contou como artistas e gravadoras têm procurado se destacar nas playlists dos serviços de streaming misturando estilos e parcerias.

“Os crossovers têm ficado muito populares no mundo inteiro. Hoje, o conteúdo é o que manda. O digital acabou com a limitação do espaço físico e fez com que se pudesse ter muito mais subgêneros do que havia antes”, afirmou Paulo Lima, presidente da Universal Music que apostou em misturar a dupla Matheus & Kauan com a cantora Anitta (“Ao vivo e a cores”).

Guilherme Figueiredo, diretor de marketing e digital da Som Livre, também comentou sobre as novas tendências: ““Mentalmente”, faixa com Naiara Azevedo e Kevinho, foi bem em playlists completamente diferentes, de sertanejo e de funk, mas principalmente na de funknejo, que é uma novidade. Outro caso foi do “Energia surreal”, do Thiaguinho, um artista de “Hip-pop”(22 mil)”.

Segundo o diretor geral da Deezer, Bruno Vieira, os artistas têm seguido a política de lançar muitos singles antes de um álbum para sempre ter uma novidade nas playlists da semana. Como foi o caso da dupla Zé Neto & Cristiano. Eles decidiram “guardar as músicas para lançá-las juntas num álbum”.  O resultado foi impressionante e hoje a dupla é a mais ouvida na Deezer Brasil, com quatro músicas no top 10.

“Mas o que aconteceu aí foi uma estratégia muito bem pensada com a gravadora e o escritório deles. Geralmente, um artista quando lança o álbum fica tendo que pensar em outras novidades para as semanas seguintes”, lembrou Bruno Vieira.

Recentemente, temos Pabllo Vittar. Seu lançamento “Não para não”, está em diversas listas diferentes. Além de ser álbum pop, há muitas influências de gêneros como pagode baiano, tecnobrega, carimbó e trap e parcerias com o sambista Dilsinho e Ludmilla.

Rodrigo Gorky, produtor dos álbuns de Pabllo, contou que durante a produção, não ouve intenção de estar em diferentes listas: “Não tivemos essa maldade de pensar em fazer músicas para diferentes playlists, mas é lógico que vem na cabeça que, se você está fazendo uma coisa aberta, atinge mais gente. Hoje em dia, as pessoas não escutam mais o gênero x ou y. Não dá mais para ser o Ramones”.

 

 

 

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Foto: O Globo/Divulgação

 

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MAKE ROYALTIES GREAT AGAIN: PRESIDENT DONALD TRUMP APROVA MUSIC MODERNIZATION ACT

O Presidente Donald Trump aprovou a Lei de Modernização Musical nos Estados Unidos. A lei beneficiará artistas e compositores nos serviços de streaming.

Após ser votada com unanimidade na Câmara dos Representantes dos EUA e do Senado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou a tão esperada Lei de Modernização Musical – Music Modernization Act-  nesta quinta-feira (11).

O Music Modernization Act é uma reforma nas normas de licenciamento e royalties concedidos a artistas, produtores e compositores do trabalho nos serviços de streaming.

Com a nova lei será criado o MLC (Mechanical Licensing Collective), uma licença oferecida aos serviços de streaming em troca de pagamentos mais valorizados para compositores e proprietários de direitos autorais.

Além disso, a lei garante que artistas legados anteriores a 1972 sejam pagos pelo seu trabalho quando reproduzidos em rádio digital e por satélite e codifica o processo pelo qual produtores e engenheiros são pagos.

John Josephson, presidente e CEO da SESAC, disse: “Hoje, o presidente Trump assinou o Bi-partidário Music Modernization Act que finalmente levará as leis de direitos autorais de música para a era digital. Aplaudimos o trabalho árduo de todos e os esforços incansáveis ​​nessa legislação, especialmente os senadores que trabalharam diligentemente para aprovar o projeto então aprovado pela Câmara”.

O diretor jurídico do Spotify e vice-presidente de Negócios e Assuntos Jurídicos, Horacio Gutierrez, disse: “Uma das nossas principais missões no Spotify é permitir que um milhão de artistas tenham uma boa vida com o que amam: criar e executar música. A Lei de Modernização Musical é um enorme passo para tornar isso realidade, modernizando o sistema de licenciamento antiquado para se adequar ao mundo digital em que vivemos. O MMA beneficiará a comunidade musical e criará uma abordagem mais transparente e simplificada para licenciamento de música e pagamento para artistas.”

Elizabeth Matthews, CEO da ASCAP, disse: “Graças aos esforços incansáveis ​​dos nossos criadores e membros de editores de música ASCAP, parceiros do setor e campeões no Congresso, um futuro mais sustentável para compositores está finalmente ao alcance. A passagem unânime do MMA em a Câmara e o Senado comprovam que o poder da música é um grande unificador. A ASCAP está satisfeita por ter ficado ao lado de criadores, editores de música e muito mais para tornar este sonho uma realidade.”

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