Rapper Afirma que “Ouvintes Mensais” no Spotify são ‘Enganosos’

O rapper americano Russ expressou preocupações em relação à métrica de “ouvintes mensais” no Spotify. Para ele a métrica de “ouvintes mensais” não é um indicador definitivo do verdadeiro alcance e conexão com sua base de fãs.

O rapper Russ recentemente expressou suas preocupações sobre a estatística de “ouvintes mensais” do Spotify, referindo-se a ela como uma “farsa”. Durante uma entrevista recente o rapper perguntou diretamente ao Spotify sobre a métrica de ouvintes mensais, que não reflete verdadeiramente o engajamento ativo.

Conforme relatou o Rap+, Russ apontou que dos seus 14 milhões de ouvintes mensais, apenas 10 milhões são ouvintes ativos engajados. Ele enfatizou que os outros quatro milhões de ouvintes podem ter encontrado suas músicas por acaso, em playlists ou outros recursos da plataforma.

No Twitter, o rapper declarou: “Conversei com o Spotify e finalmente entendi o que diabos significa ‘ouvintes mensais’.” E continuou: “Salve para todos os meus ‘ouvintes super’. Em média, os ouvintes super representam 2% dos ouvintes mensais de um artista. Vocês representam 9% dos meus.”

Em outra postagem, Russ explicou: “Tenho 10 milhões de pessoas na minha audiência ativa, de um total de 14 milhões de ouvintes mensais. Essas são pessoas dedicadas a ouvir minha música. O resto são pessoas que ouviram em uma playlist ou no rádio do Spotify, etc. Eles não estavam procurando ativamente me ouvir. É por isso que digo que o número de ouvintes mensais é uma fachada. Tenho curiosidade sobre qual é o número real de audiência ativa para outros artistas que têm muitas músicas em playlists, etc.”

Durante a entrevista, Russ também revelou que fica acordado até tarde para enviar mensagens para fãs em fusos horários diferentes, expressando sua gratidão pelo apoio: “Acho que isso reflete minha conexão com meus fãs”.

FOTO: RAIA MARIA-LAURA

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Spotify pode estar se preparando para lançar videoclipes completos em sua plataforma

Matéria de Digital Music News

Rumores apontam que o Spotify está conversando com parceiros para adicionar videoclipes em sua plataforma, em uma estratégia para competir com o TikTok.

O Spotify pode estar preparando para oferecer vídeos musicais completos em sua plataforma. A Bloomberg informou nesta segunda-feira (3) que o Spotify “já começou a conversar com parceiros sobre o produto”, mas deu poucos detalhes sobre como o recurso será ou funcionará.

De acordo com o Digital Music News, o relatório da Bloomberg revelou que a adoção de videoclipes no Spotify seria parte de uma estratégia mais ampla para competir com o TikTok, que tem ganhado destaque no espaço musical.

Apesar das demissões anunciadas pelo serviço de streaming no início deste ano, a empresa está mostrando um forte crescimento em sua equipe de engenharia e desenvolvimento de produtos. Nas últimas semanas de junho, o Spotify postou mais de 50 listas de empregos no LinkedIn, incluindo cargos de engenharia e gerenciamento de produtos.

Além da adição de vídeos musicais, o Spotify também está se preparando para lançar um mix de lista de reprodução offline e um novo nível de assinatura chamado “Supremium”, previsto para ser lançado fora dos Estados Unidos no final de 2023.

 

Foto: Thibault Penin

 

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Spotify planeja lançar assinatura ‘Supremium’ com música sem perdas de qualidade e audiolivros

Matéria de Music Ally

Rumores apontam que o Spotify está se preparando para lançar um nível mais caro de assinaturas, que contará com músicas de alta qualidade e audiolivros.

De acordo com especulações da Bloomberg, o Spotify está se preparando para lançar um novo plano de assinaturas chamado ‘Supremium’. Esse novo nível de assinatura será mais caro do que o padrão e trará uma série de benefícios para os usuários.

Conforme noticiado pelo MusicAlly, uma das principais características do novo plano será a inclusão de música sem perdas de qualidade, proporcionando aos ouvintes uma experiência de áudio de alta fidelidade. Essa funcionalidade será uma evolução da assinatura ‘Platinum’, lançada no outono passado, que recebeu uma resposta positiva dos usuários.

Além disso, especula-se que ‘Supremium’ também oferecerá acesso a uma vasta biblioteca de audiolivros. Essa adição é uma estratégia interessante do Spotify para diversificar seu conteúdo e atrair novos públicos.

Vale notar que a decisão do Spotify de cobrar um preço mais alto por música de alta resolução vai contra a tendência de outros grandes serviços de música. Em maio de 2021, a Apple Music introduziu áudio de alta resolução sem custo adicional, o que levou a Amazon Music a abandonar seu próprio nível de alta resolução mais caro como resposta.

Outro ponto notado pelo portal é como o Spotify pretende lidar com os direitos autorais e a divisão dos royalties entre música e audiolivros. Os detentores de direitos autorais precisarão estar atentos para entender como o valor da música será medido em comparação com os audiolivros e como a plataforma dividirá os lucros de assinatura entre os dois conteúdos.

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Spotify realiza demissões significativas em equipe de podcasts para ajustar estratégia de áudio digital

Matéria de Folha de S.Paulo

Apesar do aumento de 22% nos usuários ativos, analistas apontam que rentabilidade do setor de podcasts ainda é incerta para o Spotify.

Em uma decisão surpreendente, o grupo sueco Spotify, líder global em streaming de áudio, anunciou nesta segunda-feira (5) a demissão de 200 funcionários que desempenhavam funções relacionadas aos podcasts. Essa medida ocorre em menos de seis meses após um corte inicial de 600 empregos, demonstrando uma nova fase na estratégia da empresa.

De acordo com a Folha de S. Paulo, por meio de um comunicado oficial, a plataforma de streaming esclareceu que a demissão faz parte de uma reestruturação em andamento na “estratégia podcast”, após ter realizado grandes investimentos nesse segmento nos últimos anos. O Spotify, que historicamente lidera o mercado de streaming de música, apostou milhões de dólares no serviço de podcast, buscando se consolidar como a principal plataforma mundial.

No entanto, embora a plataforma tenha obtido sucesso em conquistar uma ampla base de usuários e tenha registrado um aumento de 22% no número de usuários ativos no primeiro trimestre, a rentabilidade do setor de podcasts ainda não foi comprovada, conforme observam analistas do mercado.

Apesar das demissões, o mercado reagiu de forma positiva à notícia. Por volta das 14h30 GMT em Wall Street (11h30 no horário de Brasília), as ações do Spotify apresentaram uma alta de 2,70%, chegando a US$ 115,83 (R$ 570).

Foto: Dado Ruvic/Reuters

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Impacto da Inteligência Artificial na Indústria Musical e Direitos Autorais: Desafios e Transformações

Matéria de Folha de S.Paulo

Além da questão dos direitos autorais, especialistas estão comparando o uso de Inteligência Artificial com o impacto causado pelo site de compartilhamento Napster nos anos 2000.

(#VALEALEITURA) Especialistas estão comparando o impacto da inteligência artificial (IA) na indústria musical ao do site de compartilhamento Napster nos anos 2000. É o que diz um recente artigo publicado pelo Financial Times (via Folha de São Paulo)

Para o portal, o uso da IA para criar música está causando preocupação no setor, tornando a produção musical ainda mais acessível e permitindo a fácil adição de músicas ao Spotify.

Um exemplo recente é o DJ francês David Guetta, que usou IA para gerar letras e recriar a voz do rapper Eminem, surpreendendo o público durante uma apresentação. Essa facilidade em criar músicas levanta questões sobre direitos autorais, já que músicas geradas por IA podem ser semelhantes às de artistas famosos, levando à necessidade de divisão de royalties e licenciamento.

Outra preocupação é a diminuição da participação de mercado das grandes gravadoras nas plataformas de streaming. Músicas de artistas independentes e produções de IA estão ganhando espaço. As gravadoras estão preocupadas com a redução de seus royalties e com a mudança na forma como a música é consumida.

Essas transformações também afetam o futuro do Spotify, que está se tornando uma plataforma que combina conteúdo profissional e gerado pelo usuário. Alguns especialistas sugerem que músicas geradas por usuários sejam direcionadas para uma plataforma separada, enquanto a música profissional permaneça nos serviços premium.

O setor musical enfrenta desafios significativos com a expansão da IA na produção musical. É necessário resolver questões de direitos autorais e repensar o modelo econômico do streaming para lidar com a diversidade de conteúdo gerado por IA. O futuro da indústria musical certamente será moldado por essas mudanças, com mais transformações ainda por vir.

Foto: AFP_O Dj David Guetta

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Spotify remove milhares de músicas criadas por IA por suspeitas de fraude

Matéria de Mashable

A pedido da Universal Music, o Spotify removeu uma série de músicas geradas pela startup de IA Boomy, sinalizadas por fraudar números de plays.

O Spotify removeu milhares de músicas geradas pela startup de inteligência artificial Boomy, depois que a Universal Music sinalizou as músicas como atividades suspeitas de streaming.

De acordo com o mashable.com, uma relatório emitido pelo Financial Times indicou que as músicas foram retiradas da plataforma por suspeita de uso de bots para inflar streams, uma prática conhecida como ‘streaming artificial’.

Embora a ansiedade da IA na indústria da música tenha aumentado principalmente por questões de direitos autorais, essas remoções não estavam diretamente relacionadas aos métodos usados para gerar as músicas, mas sim como elas obtiveram suas contagens de streaming.

O Boomy é uma plataforma criada há dois anos e permite que os usuários produzam música gerada por IA conforme seus comandos. Em seu site oficial, a plataforma indica que 14,5 milhões de músicas já foram criadas usando sua tecnologia, o que representa quase 14% da música gravada no mundo. Entretanto, o Spotify supostamente removeu apenas 7% das faixas criadas pelo Boomy.

Vale notar que a remoção ocorreu um mês depois que a Universal pediu que os serviços de streaming reprimissem a música gerada por IA devido a questões de direitos autorais.

Foto: Getty Images / NurPhoto / Contributor

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Hit de Miley Cyrus, “Flowers”, faz história no Spotify ao alcançar 1 bilhão de streams em tempo recorde

Matéria de Spotify

Quebrando barreiras musicais: Além de estabelecer um novo recorde, a canção de Miley Cyrus também reina como a mais tocada em uma única semana

O hit de Miley Cyrus, “Flowers”, fez história no Spotify durante a última sexta-feira (5), atingindo um bilhão de streams em tempo recorde. Lançada em 12 de janeiro deste ano, a música alcançou essa impressionante marca em apenas 112 dias, tornando-se a música mais rápida a chegar ao Billions Club na história da plataforma de streaming.

Conforme o próprio Spotify, esta é a segunda vez que uma música de Miley Cyrus alcança essa marca, a primeira foi com “Party In The U.S.A.” A cantora agora se junta a um grupo seleto de artistas que já conseguiram tal feito, como Rihanna com “Diamonds”, Doja Cat com “Need to Know” e Bruno Mars com “Talking to the Moon”.

Além de ser a música mais rápida a alcançar um bilhão de streams, “Flowers” também detém o recorde de música mais tocada em uma única semana.

Com sua melodia envolvente e letra poderosa, é fácil entender por que a música conquistou tantos ouvintes em tão pouco tempo.

 

Foto: Reprodução YouTube

 

 

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CERCA DE 38 MILHÕES DE FAIXAS EM SERVIÇOS DE STREAMING NÃO FORAM TOCADAS NENHUMA VEZ EM 2022

Plataforma de monitoramento disse que quase um quarto (24%) das 158 milhões de faixas disponíveis em serviço de streaming, não tiveram reproduções no ano passado.

Erramos! Recentemente publicamos em nosso blog uma notícia que gerou bastante repercussão no Twitter, sobre uma possível cobrança pelo Spotify por hospedagem de músicas não ouvidas na plataforma.

Erramos ao afirmar que Rob Jonas, CEO da Luminate – uma empresa voltada para monitoramento do mercado do entretenimento – havia dito que o Spotify PODERIA passar a fazer a cobrança por hospedagem de músicas. Mas tudo, na verdade foi uma hipótese gerada pelo portal Music business Worldwide (MBW) a partir de uma análise. Lamentamos muito o ocorrido, e como sempre tentamos ao máximo ser transparentes em nossos conteúdos, decidimos reescrever a notícia com mais detalhes.

De acordo com o MBW, o painel de Jonas durante o SXSW se mostrou muito relevante, pois nele, o executivo apresentou dados que comprovam que nem tudo o que está nas plataformas de streaming é ouvido:

– Existem 67,1 milhões de faixas de áudio em serviços de streaming de música hoje que, no ano civil de 2022, atraíram 10 ou menos streams cada, globalmente.

– Esse número de 67,1 milhões representa pouco menos da metade (42%) de todo o catálogo de faixas disponíveis em serviços de streaming de música em todo o mundo (com base em ISRCs).

– Quase um quarto (24%) das 158 milhões de faixas de áudio em serviços de streaming de música monitorados pelo Luminate em 2022 atraíram ZERO reproduções naquele ano, ou seja cerca de 38 milhões de músicas.

Para o portal, essa quantidade de ‘conteúdo’ não ouvido e armazenado está gerando um custo gigante para o Spotify. O MBW estima que a plataforma gaste em torno de nove dígitos com os serviços de hospedagem em nuvem do Google, e esses altos custos estão desagradando os investidores.  Ele sugere que uma boa saída para aumentar as margens de lucro seria fazer como o Twitter, e começar a cobrar por serviços essenciais. No caso, por esse armazenamento de músicas.

Se isso acontecesse, artistas que não possuem visibilidade seriam os mais afetados, por não terem condições de manter suas músicas no streaming. Mas podem ficar tranquilos, isso não vai acontecer, pelo menos por agora. Isto porque, o portal explicou que o modelo de negócios do Spotify é diferente do Twitter e que sua relação monetária só pode ocorrer através de intermediários como distribuidoras e gravadoras.

O texto ainda ressaltou que os artistas independentes são responsáveis por gerar a maioria das novas músicas enviadas para o vasto catálogo dos serviços de streaming e que, mesmo que o Spotify quisesse oferecer esse serviço de distribuição e cobrar os artistas, ele já tentou em 2019, mas o serviço foi encerrado por conta da pressão das principais gravadoras.

 

Foto: Spotify_Guetty Images

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SPOTIFY ANUNCIA QUE VAI DIMINUIR EM 6% SUA FORÇA DE TRABALHO

Matéria de G1

Assim como Alphabet e Microsoft, o Spotify disse que vai demitir 600 funcionários pelo mundo. Ações da empresa caíram mais de 50% no último ano.

O Spotify anunciou nesta segunda-feira que vai demitir 6% de sua força de trabalho, ou cerca de 600 funcionários. A empresa espera que despesas relacionadas às demissões incorram de 25 a 45 milhões de euros.

De acordo com o G1, além das demissões, o vice-presidente de conteúdo e publicidade, Dawn Ostroff, revelou que está deixando a empresa como parte da reorganização.

Desta forma, o Spotify segue como mais uma Big Tech que está sendo impactada pela alta taxa de juros para conter a inflação dos Estados Unidos. Mesmo sendo a empresa com maior participação de mercado entre as plataformas de streaming, o Spotify já estava reduzindo suas contratações. Além disso, as ações da empresa acumularam queda de mais de 50% em 2022.

No início de janeiro, empresas do setor tecnológico como Alphabet e Microsoft também anunciaram a demissão de milhares de colaboradores pelo mundo. Especialistas estimam que 200 mil pessoas foram demitidas pelas Big Techs nos últimos três meses.

Foto: Christian Hartmann/Reuters

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SPOTIFY MANTÉM LIDERANÇA EM MARKET SHARE DOS SERVIÇOS DE STREAMING

Serviços de streaming acumularam 616 milhões de assinantes, e Spotify continua líder em participação de mercado com 187,8 milhões de assinantes globais.

Os serviços de streaming contam com 616 milhões de assinantes pagos. É o que disse o mais recente relatório divulgado pela Mídia Research, um dos mais importantes do mundo.

Conforme análise publicada pelo Music Business Wordwilde, os principais serviços de streaming adicionaram 92,3 milhões de assinantes pagos globalmente, um aumento de 17,6%.

Apesar do número bastante expressivo, houve uma pequena queda em comparação ao mesmo período no ano anterior, que contava com +109,5 milhões de assinantes. Além disso, especialistas já apontavam uma desaceleração do mercado de streaming devido a várias questões macroeconômicas.

A Tecent Music foi o grande destaque ao ultrapassar a Amazon Music, e se tornar o terceiro maior serviço de streaming globalmente. É claro, que o Spotify continua na liderança em participação de mercado.

Com 187,8 milhões de assinantes globais, o Spotify é o maior serviço de streaming atualmente, porém sua participação de mercado caiu. A Midia disse que a participação global do serviço no segundo trimestre de 2022 ficou em 30,5%, uma queda de quase 3%, em comparação a 2018.

O principal rival do Spotify continua sendo a Apple Music. Com sua segunda posição no ranking, o DSP registrou uma participação de mercado de 13,8%.

Como mencionando acima a Tecent Music ficou em terceiro lugar, com uma participação de 13,4%, totalizando 82,7 milhões de assinantes. A quarta posição foi ocupada pela Amazon, com seus 82,2 milhões de assinantes, enquanto o YouTube Music ficou como quinto maior DSP, com 55,1 milhões de assinantes.

 

Para o especialista em análise de mídia e tecnologia, Mark Mulligan, os mercados ocidentais estão mais maduros, e para o futuro a expectativa é de desaceleração:

“O mercado global de assinantes de música está se aproximando de um ponto crucial, com a desaceleração nos mercados ocidentais maduros contrastando com um crescimento mais dinâmico em outras regiões” […] “É realista supor que a recessão global e o amadurecimento orgânico do mercado global de assinantes resultarão em alguma desaceleração do crescimento em 2023, mesmo que o setor permaneça resiliente”.

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