Ativistas chamam o Spotify para banir mais artistas por “conduta odiosa”

Com nova política anti-ódio, Spotify remove artistas como R Kelly de suas listas de reprodução, mas grupo feminista faz mais pressão por mais remoções!

Na semana passada o Spotify anunciou que conforme as suas novas políticas anti-ódio, as músicas do rapper R Kelly e XXXTentation foram removidas de suas playlists e recomendações de músicas. Agora o ouvinte somente terá acesso às canções dos artistas através da pesquisa no campo de busca da plataforma.

A decisão veio após várias alegações de abuso sexual que foram feitas contra R Kelly ao longo dos anos. O Rapper XXXTentacion também enfrenta acusações de agressão a uma mulher grávida.

Com a repercussão da decisão na mídia, o Ultraviolet, um grupo de defesa das mulheres, enviou uma carta para parabenizar a atitude e também pressionar o Spotify, pedindo a remoção de outros artistas como Chris Brown, Red Hot Chili Peppers, Nelly, Eminem, Don Henley, Steven Tyler, Tekashi 6ix9ine e Ted Nugent.

“Toda vez que um indivíduo famoso continua a ser glorificado apesar das alegações de abuso, perpetuamos erroneamente o silêncio mostrando aos sobreviventes de violência sexual e violência doméstica que não haverá consequências para o abuso. Isso tem um efeito cultural muito além de um artista individual”, disse o grupo em carta aberta.

Leia na origem

Warner confirma que já faturou 400 milhões de dólares nas ações do Spotify.

Warner confirma que já arrecadou 400 milhões de dólares nas ações do Spotify.

A Warner Music confirmou que vendeu 75% das ações que conseguiu através de acordos de licenciamento com o Spotify.

Com o acordo de licenciamento outras grandes gravadoras conseguiram ações no Spotify. Agora que o serviço de streaming está na Bolsa de Valores de Nova York chegou a hora de tentar conseguir algum lucro com isso.

A Sony Music logo no primeiro dia de negociação vendeu algumas de suas ações e agora está só com a metade. No total foram cerca de US$750 milhões arrecadados. Enquanto isso, a Warner arrecadou cerca de US$400 milhões, vendendo quase três quartos de sua participação.

Essa corrida para vender ações não significa pessimismo por parte das gravadoras. Stephen Cooper, CEO da Warner, explicou que a gravadora está planejando no curto prazo e as vendas das ações não tem nada a ver com a visão do futuro do Spotify.

“Estamos otimistas em relação ao crescimento de assinaturas. Sabemos que ele acaba de começar a cumprir seu potencial em escala global. Esperamos que o Spotify continue a desempenhar um papel importante nesse crescimento”, disse ele.

Cooper também falou sobre o compromisso da Warner de dividir os lucros com os artistas.

Leia na origem

COMO O STREAMING MUDARÁ A INDÚSTRIA DA MÚSICA

Para o consultor Dennis Simms, a próxima revolução na indústria da música será financeira, multifacetada, com grandes implicações, e já começou!

Além de trabalhar com gestão de artistas e análise de mercado, o consultor Dennis Simms é experiente analisar as tendências da música digital e tecnologia.

Atualmente ele está completando o mestrado em negócios da música na Tileyard Education, em Londres. Nessa semana, Simms colaborou no blog do site MBW e falou sobre as mudanças que o streaming vem trazendo para a indústria da música.

No blog, Simms comenta sobre o impacto das novas tecnologias na indústria. Há mais de uma década a indústria da música vem sofrendo com a pirataria, até que finalmente retornou ao crescimento. Vimos muitas mudanças de formatos. Primeiro veio o vinil, depois os cassetes, passando pelos CD’s, downloads digitais e o atual streaming. Qual será a próxima novidade? As apostas estão nas tecnologias como AI, AR/VR, chatbots, speakers inteligentes e casas conectadas.

Todas essas tecnologias provavelmente terão algum impacto, em graus variados. No entanto, o consultor afirma que é uma fantasia acreditar que essas tecnologias possam revolucionar os negócios.

Para ele a próxima revolução na indústria musical não será um novo formato voltado para o consumidor ou um produto visionário. A próxima revolução é financeira e multifacetada, com grandes implicações, e já começou.

Leia na origem

Spotify está mudando o jeito que os artistas dão os nomes das músicas

Matéria de Showmetech

Estudo comprova que o Spotify influencia no tamanho dos nomes das músicas.

Um estudo publicado no Medium avaliou como o Spotify está transformando a produção musical no mundo.

Para conseguir mensurar o impacto do Spotify no mundo da música, o responsável pela pesquisa, Michael Tauberg, analisou o ranking Hot 100 da Billboard dividindo em duas partes: a era pré (2000 até 2008) e pós Spotify (2009 até 2017).

Tauberg comprovou que o serviço de streaming está transformando o mundo da música e inclusive está mudando o jeito que os artistas dão os nomes das músicas.

Na era pré-Spotify o número de músicas com uma palavra eram poucas, em torno de 2113. Entretanto, na era pós, esse número aumentou em 19%, chegando a 2512 músicas de sucesso nomeadas por apenas uma palavra.

Houve um aumento também em músicas com títulos formados por três palavras e com mais de dez palavras, surgindo títulos compostos por até quatorze, enquanto títulos de 4 a 7 palavras passaram a ser menos recorrentes.

O estudo também revelou outras mudanças como a medição do Hot 100, que antes era formado pelo número de vendas e transmissões na rádio. Agora a fórmula fica 35-45% vendas, 30-40% transmissões na rádio e 20-30% streaming.

Segundo Tauberg, se o streaming se tornar ainda mais dominante no consumo de música, essas tendências devem continuar.

 

Leia na origem

Estréia no mercado do Spotify gera bilhões para essas duas empresas

Matéria de The Motley Fool

Por que a Sony Music e a Tencent estão apostando muito no Spotify? Especialista fala sobre a relação entre as três empresas.

O especialista em tecnologia e bens de consumo Leo Sun, publicou um artigo para o site “The Motley Fool”, explicando  a relação dos investimentos no Spotify realizados pela Sony e Tencent durante sua estreia na Bolsa de Valores.

A Sony Music, a segunda maior gravadora do mundo, detinha uma participação de 5,7% no Spotify antes de sua estreia na bolsa de valores.  A gravadora vendeu cerca de um quinto dessa participação logo no primeiro dia de negociação por pelo menos US$260 milhões, restando ainda 4,8% – o equivalente a US$1,3 bilhão.

A participação da Sony no Spotify é parte de um acordo de licenciamento por direitos de música, realizado também com outras gravadoras. A gravadora ganhou uma participação acionária maior do que suas rivais.

Sun lembrou que 2017, a Sony Music teve um bom desempenho com aumento em suas receitas, chegando a representar 9% da receita da Sony. A popularidade do Spotify só complementa o crescimento de seus negócios.

Com relação à Tencent, o especialista relembrou que em dezembro de 2017, se uniu ao Spotify e ambas empresas assumiram participações minoritárias umas nas outras.

A Tencent combina as principais plataformas de streaming da China (QQ Music, KuGou e Kuwo) e a maior parte de sua receita vem de suas plataformas sociais (WeChat, QQ e Qzone) e seu portfólio de jogos para celular e PC.

A Tencent Music também possui acordos de licenciamento com grandes gravadoras, inclusive a Sony Music.

Para expandir seu negócio a Tencent investiu em várias empresas de diferentes mercados como varejistas de tijolo e argamassa, serviços de entrega de alimentos, empresas de inteligência artificial, editores de jogos, montadoras e redes sociais. Com esses investimentos, sua receita aumentou em 56%.

Segundo o especialista, o crescimento do Spotify não significará muito para a Tencent, mas em comparação com outros investimentos é possível ver que isso faz parte de um esforço para diversificar seu portfólio.

Estudar as apostas da Sony e da Tencent dá aos investidores uma compreensão mais profundada sobre indústria da música e da importância das plataformas de streaming, que estão substituindo a mídia física e os downloads digitais, se tornando o formato preferido pelos fãs de música.

Leia na origem

Spotify pode lançar um alto-falante para carros

Matéria de Digital Trends

Vem novidade! O Spotify lançará uma caixinha de som para ouvir músicas no carro! Você pagaria?

Segundo o site Digital Trends, no dia 24 de abril, o Spotify lançará sua primeira peça de hardware que será uma caixinha de som para carro que pode ser controlada por voz.

Alguns usuários do serviço de streaming receberam uma mensagem com a oferta de um plano no valor de treze dólares que lhes garantia o recebimento de um dispositivo tocador de músicas.

Nada está confirmado ainda, mas é possível que a empresa esteja trabalhando em algo para competir com o “Homepod” da Apple e vários outros alto-falantes inteligentes que estão no mercado

Leia na origem

Spotify estreia na Bolsa de Valores com bom desempenho

Spotify estreou bem na Bolsa de Valores de Nova York, mas Daniel Ek quer focar em objetivos de longo prazo.

O Spotify estreou hoje (03/04) na Bolsa de Valores de Nova York. Seu desempenho foi considerado bom. Os papéis estão sendo comercializados no valor de 166 dólares e seu valor de mercado chegou a 30 bilhões de dólares.

Em 2015, analistas avaliavam a empresa em 8 bilhões de dólares, com a listagem pública esse valor mais do que triplicou em menos de três anos.

O fundador do Spotify, Daniel Ek, escreveu uma carta em seu blog alertando que o novo passo não muda em nada. O serviço continuará trabalhando com foco no longo prazo. “Às vezes conseguimos, às vezes tropeçamos”.

“Temos muito a fazer, estamos apenas no segundo turno e estou ainda mais animado com o futuro do Spotify”, completou Ek.

Leia na origem

Spotify, a “Solução da Pirataria na música”, foi pirateado por 2 milhões de pessoas

Matéria de Digital Music News

O Spotify revelou que cerca de 2 milhões de pessoas estão pirateando o serviço.

A semana começou agitada! O Spotify revelou que um grupo de usuários conseguiu acessar aplicativos não autorizados que bloqueiam os anúncios na plataforma. Essa função somente é permitida para quem assina o modo Premium.

A quantidade de usuários que pirateou o serviço é impressionante. Representou 1,3% da base de usuários reportados do Spotify. Além disso, a empresa rebaixou seus usuários totais de 159 milhões para 157 milhões, bem como o total de horas transmitidas no ano passado, de 40,3 bilhões para 39,8.

Com relação aos assinantes pagos, a porcentagem de pirataria chegou a quase 3%. Tudo isso se traduz em milhões de dólares de receitas perdidas. Infelizmente, essa “descoberta súbita” significa que os números do Spotify foram superestimados.

É difícil prever se a descoberta afetará a entrada do serviço na bolsa de valores. A empresa entrou em contato esses usuários de aplicativos modificados e desativou suas contas.

Leia na origem

Spotify confirma estrear na Bolsa de Valores em Abril.

Matéria de Billboard

Spotify estréia na Bolsa de Valores em Abril!

Na última quinta-feira (15) Daniel Ek, cofundador e presidente do Spotify, anunciou que finalmente o serviço de streaming de músicas será lançado na Bolsa de Valores de Nova York no dia três de abril.

A revelação da data que está sendo muito aguardada pela indústria da música foi apresentada em uma apresentação só para investidores. Será uma grande vitória para o Spotify, mas Ek fez questão de dizer que ninguém verá a empresa comemorando com festas e “tocando sinos”, pois o grupo está focado nos desempenhos a longo prazo.

Atualmente, o Spotify possui 71 milhões de assinantes pagantes e 159 milhões de usuários totais, o que gerou US$ 4,99 bilhões em receita e uma perda de US$ 461 milhões em 2017.

Leia na origem

Brazilian Pop Star Crosses Borders With the Help of Spotify and YouTube

Matéria de Bloomberg.com

O site Bloomberg publicou um artigo sobre a cantora Anitta. Eleita a “Mulher do Ano” em 2017 pela revista GQ, a cantora carioca usou o Spotify e o Youtube como aliados em sua estratégia para conquistar a carreira internacional.

Com o intuito de exportar sua música vinda das ruas do Rio de Janeiro para outras capitais ao redor do mundo, a estrela pop brasileira Anitta criou uma estratégia chamada de “Check Mate”. Em seis meses, a cantora parece estar prestes a seguir os passos de Shakira, Marc Anthony e outros cantores que fizeram sucesso nas fronteiras da América Latina.

“Cada passo da minha carreira, eu tenho um plano”, diz a cantora de 24 anos, que aprendeu inglês e espanhol para ajudá-la a sair do mercado brasileiro. Outro ponto importante para o sucesso de sua estratégia foi o lançamento de suas músicas em três idiomas diferentes para mostrar seu alcance.

Sandra Jimenez, chefe de música do YouTube na América Latina, disse que a estratégia está funcionando e que algumas estrelas brasileiras têm um seguimento no exterior, mas nenhuma faz o que a Anitta faz.

Quando a cantora decidiu que era hora de ir além, voou para Los Angeles para se encontrar com vários gerentes, entretanto, não conseguiu nenhum contrato. Até jantar com John Shahidi, um empresário do setor musical e videogames. Ele está ajudando Anitta a traçar sua estratégia global focando na oportunidade que o Spotify e YouTube proporcionam a músicos estrangeiros.

Anitta recebeu o último selo de aprovação quando foi convidada para participar das Olimpíadas em 2016 no Rio ao lado de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Nesse momento, Anitta sabia que essa era mais uma maneira de “quebrar o molde” e disse que tudo foi um sucesso.

Leia na origem

©2018 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?