Spotify agora lista créditos das músicas também em dispositivos móveis

Matéria de O Globo

O Spotify já está disponibilizando informações sobre compositores, intérpretes e produtores das faixas em dispositivos iOS.

Segundo o portal do jornal “O Globo”, desde fevereiro as informações sobre os detentores dos direitos já estavam disponíveis em desktops. A notícia chegou no Twitter do serviço de streaming voltado para artistas, o “Spotify for artists”, entretanto não foi muito divulgado na mídia.

Vale lembrar que o Spotify já enfrentou diversas batalhas judiciais de editoras e compositores por usar músicas sem licenças e compensações necessárias.

“Com a inclusão dos créditos, a empresa passou a estreitar a relação com compositores e intérpretes, além de informar melhor os ouvintes”, informou o jornal.

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O motivo do conflito entre o Spotify e as Big 3

Negociações diretas com artistas, planos com preços mais acessíveis, maior transparência de dados aos artistas e agora os Podcasts! As Big 3 não estão nada satisfeitas com as novas práticas do Spotify e tem muito o que ponderar antes de renovar seus acordos de licenciamento! Saiba quais os principais pontos que influenciarão na renovação dos acordos no próximo ano.

Passa rápido, mas o Spotify só tem mais um ano para elaborar novas propostas a fim de renovar os acordos com as Big 3 – principais gravadoras Universal Music, Sony Music e Warner Music.  Segundo o portal Music Business Worldwide, as negociações para a renovação dos acordos de licenciamento não serão fáceis. As gravadoras estão bem receosas com as praticas que o Spotify tem realizado. Uma fonte declarou: “Se o Spotify entrar aqui [durante as negociações de 2019] e pedir qualquer tipo de melhoria de margem, nós vamos rir!”.

O portal Music Business Worldwide (MBW) falou com vários executivos das gravadoras e verificou alguns dos principais pontos que influenciarão na renovação dos acordos no próximo ano.

O FUTURO DO PLANO GRATUITO

Parece que o plano gratuito oferecido pelo streaming não agrada as Big 3. A intenção é que o plano seja suspenso para que as receitas com as assinaturas pagas possam aumentar: “É um debate em andamento”, afirmou uma fonte ao portal MBW.

Além disso, outra fonte disse que é de desejo não licenciar o plano gratuito nos mercados mais maduros do mundo.

PROMOÇÃO

As negociações de licenciamento garantiram uma boa margem de lucro ao Spotify, permitindo oferecer planos de assinaturas pagas mais atraentes aos usuários, como o plano Familiar para até seis pessoas a US$14,99 por mês e desconto nos primeiros meses de adesão no plano premium. Os resultados foram impressionantes, 83 milhões de usuários pagantes no final do segundo trimestre.

Uma fonte relatou que as Big 3 desejam que os planos sejam reajustados. “Nos últimos 10 anos, essa foi a coisa certa a fazer, pois ajudou a educar o consumidor sobre um novo modelo. Mas agora, há um bom entendimento de streaming na maioria dos mercados”.

Outra fonte do setor comentou que o valor do Plano Familiar deve ser atualizado: “Você poderia cobrar US$10 pela primeira conta, e talvez uma quantia menor por conta adicional no topo, por exemplo”.

3) ARPU

As principais gravadoras também estão atentas a ARPU – Receita Média Por Usuário – que declinou nos últimos anos graças a uma combinação de pacotes de telecomunicações, Planos Familiares e Estudantis, além dos preços sensíveis ao mercado.

De acordo com os cálculos da MBW baseados nos registros fiscais do Spotify, os assinantes estão pagando cerca de US$30 a menos por ano.

“O Spotify nunca aumentou seus preços, mesmo naqueles mercados nórdicos onde tudo começou [em 2008]”, afirmou uma fonte. “Mais do que apenas aumentar o preço do produto básico, estamos pressionando-os a criar novos níveis de serviço”, acrescentou.

4) DADOS… E QUEM PAGA POR ELE

Segundo o MBW, os maiores detentores de direitos estão insatisfeitos com a transparência na plataforma. Artistas e gerentes podem acessar dados detalhados sobre o desempenho de streaming. Porém os editores recebem apelas dados brutos com pouca granularidade.

“Estivemos em discussões acaloradas com o Spotify neste ponto por algum tempo”, disse uma fonte.

“Estamos investindo no artista e, mesmo assim, ficamos com pouca instrução quando um gerente liga para discutir certo dado”, reclamou outra fonte. “O Spotify se esconde atrás de um punhado de razões obscuras para isso, incluindo dividir os direitos entre as gravadoras e as editoras”, afirmou.

Outra preocupação das Big 3 são os rumores de que o serviço de streaming passaria a cobrar pelo acesso de dados: “O Spotify pode realmente ser tão eficaz com seus dados que agrega muito valor ao prever?”, perguntou um dos principais executivos ao MBW.

Uma fonte “particularmente ressentida” de uma gravadora disse: “Mostre-me o quanto a Spotify investiu na carreira de um determinado artista versus o que investimos. E depois me mostre quais são os direitos que eles possuem como resultado. Em ambos os casos, a resposta é zero. “Eles estão planejando vender-nos dados que já nos pertencem.”

5) CONTEÚDO ALÉM DA MÚSICA

As Big 3 estão convictas que o serviço de streaming está inserindo “artistas falsos” em certas playlists. São faixas de artistas pseudônimos, gravadas por compositores que trabalham para casas de produção como Epidemic Sound.

Uma das Big 3 afirmou que essa tática pode ser comparada a um varejista colocando um produto “sem marca” na prateleira, mas depois o promovendo fora da rádio.

As principais gravadoras tem odiado a nova sensação: podcasts! Falando com o MBW por telefone antes dos resultados do Q2 na outra semana, o CFO do Spotify, Barry McCarthy explicou que o conteúdo dos podcasts aumentam suas margens.

As Big 3 não estão muito contentes com a novidade já que conteúdo não musical poderia roubar horas das músicas que poderiam ser ouvidas na plataforma de música.

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Spotify realiza parceria com a Samsung

As ações do Spotify subiram após anúncio de parceria com a gigante Samsung: “Acreditamos que essa importante parceria de longo prazo proporcionará aos usuários da Samsung, em milhões de dispositivos, a melhor experiência possível de streaming de música”, afirmou o CEO Daniel Ek.

O Spotify agora é parceiro da gigante de dispositivos inteligentes Samsung. O acordo significa que o Spotify agora está na configuração dos dispositivos da Samsung.

O serviço de streaming em breve também será integrado na Samsung Smart TV, Samsung Music e Bixby – equivalente a Siri ou o Alexa da Amazon. Aqueles que possuem mais de um dispositivo Samsung poderão alternar facilmente a reprodução do Spotify entre eles.

Além disso, a Samsung anunciou que lançará o “Galaxy Home”, um novo concorrente smart-speaker para o Homepod da Apple e o Amazon’s Eco e o Spotify será o serviço de música padrão no dispositivo.

Com isso as ações do Spotify subiram mais de 5% hoje na Bolsa de Valores de Nova York.

O presidente e CEO da Spotify, Daniel Ek, se pronunciou sobre a nova parceria em um blog: “A Samsung fabrica dispositivos para todos os aspectos de nossas vidas – desde smartphones e TVs até tablets, alto-falantes e relógios. E nós projetamos o Spotify para oferecer música personalizada para consumidores em todo o mundo – onde quer que estejam, em milhões de dispositivos”, afirmou o CEO.

“Acreditamos que essa importante parceria de longo prazo proporcionará aos usuários da Samsung, em milhões de dispositivos, a melhor experiência possível de streaming de música, tornando a descoberta de novas músicas mais fácil do que nunca – com ainda mais oportunidades para vir”, acrescentou Ek.

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Tim Cook critica indiretamente o Spotify por não tratar a música como arte

Matéria de Tudocelular.com

“Nós nos preocupamos com a humanidade sendo drenada da música, sobre isso se tornar um tipo de mundo de bits e bytes, ao invés de arte e artesanato”. Em entrevista à revista de negócios Fast Company, o CEO da Apple Tim Cook afirmou que a concorrência está desumanizando a música.

O CEO da Apple, Tim Cook mandou uma indireta para a concorrente Spotify. Ele disse estar preocupado pela indústria sugar a alma da música, sua empresa não está nessa área por dinheiro e procura sempre “humanizar” a sua plataforma musical.

“Nós nos preocupamos com a humanidade sendo drenada da música, sobre isso se tornar um tipo de mundo de bits e bytes, ao invés de arte e artesanato. Não consigo me exercitar sem música. Ela me inspira, motiva. E à noite também ajuda a me acalmar. Acho que é melhor do que qualquer remédio.”, afirmou o CEO.

O Spotify está na liderança do território norte-americano com 160 milhões de assinantes – do total, 70 milhões são pagantes, além de possuir opções gratuitas, mas com limitações. Entretanto a Apple Music possui 45 milhões de usuários pagos em todo o mundo e oferece três meses gratuitos.

De acordo com o site “Tudo Celular”, a “Maçã” pretende lançar um player para web como novidade para concorrer com o Spotify.

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Como os músicos vivem de música (ou não) – em 2018!

Matéria de Rolling Stone

Nunca se falou tanto sobre o tema Direito Autoral como agora, afinal vemos todos os dias notícias da Indústria da Música que está agitada graças aos serviços de streaming, fora os escândalos de plágio entre grandes compositores. Este guia é ideal para quem deseja tirar dúvidas sobre o tema e saber como músicos, compositores e produtores estão ganhando dinheiro na era digital.

O portal da revista Rolling Stone americana publicou um guia para esclarecer mais sobre os direitos autorais e ter uma compreensão básica do sistema financeiro da música americana. Veja como músicos, compositores e produtores na era digital realmente ganham dinheiro.

Conceitos Importantes…

Para começar a entender como é possível ganhar dinheiro fazendo música é preciso compreender sobre o que é Direito Autoral e “Royalties”. Segundo o portal da Rolling Stone (RS), Direito Autoral está relacionado à propriedade de músicas e álbuns como trabalhos criativos – “é um nó desordenado de regras e processos na indústria da música, com os jogadores muito mais numerosos e emaranhados do que os fãs comuns podem pensar”, definiu a revista. Este tema antes era pouco falado, mas atualmente, está sendo bastante discutido por causa de grandes batalhas de plágio entre compositores renomados e o sucesso dos serviços de streaming como o Spotify e Apple Music.

A RS também define “Royalties” como quantias pagas aos detentores dos direitos quando suas criações são vendidas, distribuídas, incorporadas em outras mídias ou monetizadas de qualquer outra forma.

Para os ouvintes de música, uma música é apenas música, mas para o negócio da música, cada música é dividida em dois direitos autorais separados: composição (letras, melodia) e gravação de som (literalmente, a gravação de áudio da música).

Não iremos aprofundar tanto quanto a RS em sua matéria, mas é possível acessar a todos os conceitos citados na notícia original em “leia na origem”.

Viver de música…

Quando alguém compra música pelo iTunes, Google Play ou qualquer outra loja digital, o dinheiro dessa venda é repassado aos criadores por meio de direitos autorais – composição e gravação de som – com as taxas que dependem do tamanho da gravadora, distribuidora e negociações específicas entre os dois, bem como quaisquer outras partes intermediárias envolvidas.

O mesmo pagamento por direitos autorais vale para o streaming “on demand” e também para quando uma música é reproduzida em empresas como mercearias, hospitais ou até em segundo plano de um site. Os pagamentos dependem do tipo de serviço e do poder de negociação de todos os nomes envolvidos.

Cinema e televisão:

Através da “sincronização” é possível colocar música no cinema, televisão e em comerciais. Esta é uma licença negociada entre produtores de conteúdo e editores/compositores. Uma taxa é paga antecipadamente, e os royalties também são pagos uma vez que o filme ou programa de televisão em particular tenha sido distribuído e transmitido. As licenças de sincronização podem ser lucrativas porque a maioria dos cineastas geralmente escolhe músicas com base em “seus próprios caprichos”, e não no que está no topo das paradas. Além de ser mais uma forma do público descobrir novas músicas.

Rádios:

Com relação a serviços de rádio, o processo é ainda mais diferente. Há as transmissões AM/FM e rádios da Internet (Pandora, SiriusXM, outras estações de rádio por satélite e webcasters). As emissoras de rádio terrestres não precisam pagar aos proprietários de direitos autorais de gravação de som, enquanto o segundo grupo faz. Essa diferença – que a indústria da música considera em grande parte uma brecha injusta – significa que sempre que uma música é tocada pelas ondas do rádio, o dinheiro é repassado apenas para seus escritores, não para artistas.

Música ao vivo:

Para músicos, realizar shows na era digital é a opção mais lucrativa por boas razões: à medida que os ouvintes possuem fácil acesso à música fornecida pelos serviços de streaming, os fãs dedicados anseiam por experiências mais íntimas. É por isso que as turnês estão ficando maiores e os festivais de música estão atraindo grandes multidões. Enquanto as vendas de álbuns diminuem e as transmissões pagam apenas frações de centavos, shows ao vivo agora possuem os preços de ingressos mais elevados de todos os tempos.

Publicidade:

No auge do pop e do rock, os músicos raramente queriam estar associados a marcas corporativas, mas isso está mudando com a ascensão do rap como o gênero mais popular da América, pois artistas estão lucrando muito trabalhando com parceria de marcas. Além disso, há a monetização do YouTube, no qual a plataforma repassa os lucros dos anúncios nos vídeos. Por exemplo, o videoclipe do Psy, “Gangnam Style”, faturou US$2 milhões com 2 bilhões de visualizações. Segundo o chefe de música do YouTube, Lyor Cohen, no ano passado a taxa de pagamento do YouTube foi de US$3,00 por 1.000 transmissões.

Moda, Merchandising e outras vendas diretas:

A venda de produtos licenciados como perfumes e roupas é uma estratégia que artistas fazem há décadas, mas na era digital, os músicos podem usar a criatividade e ir além usando ferramentas, como por exemplo, o crowdfunding e as plataformas de mídias sociais. Para termos noção, uma estrela do “The Voice”, Angie Johnson, levantou cerca de US$36.000 no Kickstarter para gravar seu novo álbum. Há muitas bandas criando aplicativos e pacotes de assinatura para suas músicas ou vendendo produtos on-demand, como festivais com curadoria de artistas, newsletters e lançamentos limitados de música. Até o Pitbull tem seu próprio cruzeiro!

Acima foram citadas apenas algumas maneiras pelas quais os artistas modernos tentam viver de música. As oportunidades para os músicos são maiores que no passado, porém ainda não são suficientes. É possível observar isso pelas pesquisas recentes onde os músicos americanos só arrecadaram um décimo das receitas da indústria nacional. Uma razão para uma porcentagem tão escassa é que os serviços de streaming ao mesmo tempo que revigoram a indústria da música, não trazem retorno para os artistas, principalmente os que estão no início de carreira.

De acordo com o Spotify, os pagamentos por fluxos estão entre US$0,006 e US$0,0084. Isso cria uma situação de “o vencedor leva tudo”: os grandes artistas ganham milhões e os pequenos não ganham um salário digno.

Além disso, para que o dinheiro chegue aos artistas há ainda muitos intermediadores no processo, sem contar “a caixa preta de royalties” na era do streaming, uma cova de dinheiro não repassado por causa de metadados defeituosos ou má comunicação entre os vários serviços. O valor é estimado em bilhões.

Boas notícias: a indústria da música aceitou o streaming e está preparada para se adaptar as mudanças de mercado. Estamos vendo novas negociações de royalties, fusões e aquisições serem realizadas, tornando o mercado mais enxuto e mais lucrativo para os músicos, mas ninguém sabe de fato quando a conta fechará.

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Warner Music Group tem aumento nas receitas após venda de toda sua participação do Spotify

Matéria de @MusicWeek

Durante uma apresentação de desempenho da Warner Music Group, o CEO Steve Cooper revelou que a gravadora vendeu toda a sua participação no Spotify, conseguindo arrecadar US$504 milhões em receitas, cerca de US$126 milhões serão repassados a seus artistas.

Nesta semana o CEO Steve Cooper apresentou os resultados financeiros da Warner Music Group. A gravadora arrecadou US$504 milhões em receitas com a ajuda da venda de toda sua participação do Spotify.

Cooper confirmou que cerca de US$126 milhões serão repassados a seus artistas entre os meses de agosto e setembro.

“Esta venda não tem nada a ver com a nossa visão do futuro do Spotify. Estamos otimistas em relação ao crescimento do fluxo de assinaturas. Sabemos que ele começou a cumprir seu potencial em escala global. Esperamos que o Spotify continue a desempenhar um papel importante nesse crescimento.”, afirmou Cooper.

Além disso, Cooper também comentou sobre o aumento da concorrência entre as empresas digitais, incluindo Spotify, Apple, Amazon e YouTube, é “uma boa notícia para o nosso negócio”.

Com relação às informações do desempenho da gravadora os resultados foram otimistas. De acordo com a análise do site “Music Week” os resultados mostraram outro grande salto nas receitas digitais com a continuação do boom do streaming.

Com a ajuda de Ed Sheeran no ano passado, a receita total cresceu 4,5% e a receita digital subiu 16,1%.

“Estamos satisfeitos com nosso crescimento de receita no contexto de uma comparação muito difícil no ano anterior”, acrescentou Eric Levin, vice-presidente executivo e CFO da Warner Music Group. “A saúde do nosso negócio é evidenciada pela nossa geração de caixa muito forte.”

A receita total de janeiro a 30 de junho foi de US$958 milhões, com contribuição digital de US$576 milhões, 60,1% (de 54,1% no ano anterior). A receita de vendas de música física e receita mecânica continuaram a diminuir.

As receitas nos EUA, Ásia e América Latina cresceram, enquanto a Europa diminuiu devido a uma queda nas vendas físicas e na chapa de liberação em comparação a 2017.

O lucro líquido atingiu US $ 321 milhões em comparação com US$143 milhões no ano passado. Esse aumento foi em grande parte atribuído à venda das ações Spotify da empresa e aos ganhos em moeda estrangeira.

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O Metallica modifica seu setlist com base nos dados dos ouvintes locais do Spotify

Matéria de Digital Music News

“So close, no matter how far…”: A banda de heavy metal Metallica tem usado os dados do Spotify para tomar decisões e criar seus setlists personalizados de acordo com as músicas mais populares de cada cidade.

Na semana passada o Spotify publicou seu relatório de receitas e revelou que a banda de heavy metal Metallica tem usado os dados da plataforma para criar seus setlists personalizados de acordo com as músicas mais populares de cada cidade.

“Você tem uma banda como o Metallica, que muda o setlist deles de cidade para cidade apenas analisando os dados do Spotify para ver quais sãos as músicas mais populares”, relatou Ek na apresentação do relatório.

O fato demonstra como os serviços de streaming como o Spotify, a Amazon Music, a Apple Music e o YouTube Music só tem ajudado os artistas a tomarem decisões.

Lars Ulrich, o baterista da banda, informou que eles já usavam dados de programas de rádio e apresentações ao vivo para criarem os setlists. Nos anos 90, bandas como Rolling Stones também perguntavam aos fãs sobre preferências de músicas através do site da banda.

É sempre bom lembrar que no início o Metallica não se entusiasmava muito com a era digital da música. O grupo era contra o compartilhamento de músicas on-line e em 2000 processou o Napster.

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OFICIAL: TROY CARTER ESTÁ SAINDO DO SPOTIFY

Troy Carter, Diretor Global de “Serviços para Criadores de Conteúdo” do Spotify, deixará a empresa no início de setembro. Carter é conhecido por estabelecer carreiras de artistas como Lady Gaga, Eve, John Legend e Meghan Trainor.

De acordo com o portal MBW, a partir de setembro Troy Carter,  permanecerá apenas como consultor do Spotify para que o departamento de “Serviços para Criadores de Conteúdo” passe a ser parte da equipe interna de “Shows e Editorial”.

Carter se juntou ao Spotify há dois anos para melhorar a reputação do serviço entre artistas e compositores.

Daniel Ek, CEO e co-fundador do serviço de streaming se pronunciou: “Por todas as medidas, Troy causou um tremendo impacto no Spotify. Quando ele se juntou à nossa equipe, houve ceticismo da comunidade de artistas no streaming em geral. Troy tem sido fundamental para mudar essa percepção e seus esforços para estabelecer parcerias verdadeiras em toda a indústria serão sentidos nos próximos anos”.

Troy Carter é conhecido por gerenciar carreiras de artistas como Lady Gaga, Eve, Lindsey Sterling, Charlie Puth, John Legend e Meghan Trainor.

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SPOTIFY AGORA TEM 83M DE ASSINANTES, COM AUMENTO DE 8M EM TRÊS MESES

Nesta quarta-feira (26), o serviço de streaming Spotify revelou seus principais números aos investidores. A empresa de Daniel Ek agora possui 83 milhões de assinantes pagantes.

Desde março, o Spotify conseguiu aumentar em 8 milhões o número de assinantes com uma média de 2 milhoes de novos assinantes por mês em todo o mundo.

De acordo com a previsão do site MBW, a concorrente Apple Music, teria ao final de junho 44 milhões de assinantes pagantes em todo o mundo, cerca de 39 milhões atrás do Spotify. Vale lembrar que a base global de assinantes pagantes da Apple também está crescendo cerca de 2 milhões por mês.

O serviço de streaming arrecadou em receitas €1,273 bilhão no segundo trimestre deste ano (três meses até o final de junho), um aumento de 26%. Entretanto, as perdas operacionais no trimestre foram de €90 milhões, aumentando 14% em relação ao segundo trimestre de 2017.

Com relação às perdas líquidas, o Spotify registou um défice de €394M no segundo trimestre, tendo o seu prejuízo líquido acumulado no ano superior a €500M.

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Spotify quer ajudar artistas e gravadoras a emplacarem músicas em playlists

Matéria de B9

Spotify anunciou um projeto gratuito para que artistas e gravadoras menores também estejam em suas playlists oficiais.

O vice-presidente de conteúdo e chefe global do Spotify, Nick Holmsten, disse que a ideia de incluir artistas que não são populares veio após várias perguntas recebidas sobre como fazer para entrar nas playlists oficiais do Spotify.

De acordo com o site B9, para enviar as músicas o artista ou gravadora deve se cadastrar e fazer login através do Spotify for Artists ou Spotify Analytics. “Depois, basta selecionar uma música não lançada para consideração da playlist e enviá-la para a equipe que analisará o material”, informou o site.

Uma equipe de 100 editores estará no projeto selecionando as faixas, mas é importante que o artista deixe o máximo de informações sobre a faixa, pois facilita na hora de encaixar a música na playlist mais adequada conforme o gênero. O projeto será gratuito, não havendo a possibilidade de pagamentos para ser adicionado nas playlists.

Por enquanto o recurso será lançado na versão beta e será alterado conforme o feedback dos usuários.

Vale lembrar que no ano passado, o Spotify lançou o RISE. Um artista em potencial pode ser escolhido e receber ajuda como marketing e social media, programação editorial, entre outras ferramentas.

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