RIAA 2022: Receita de música cresce 9% e chega a US$7,7 bilhões nos EUA

Matéria de RIAA

RIAA: As assinaturas de streaming atingiram 90 milhões pela primeira vez, enquanto as vendas de vinil continuam crescendo.

[RIAA 2022] Nesta quarta-feira, a Associação Americana da Indústria de Gravação (RIAA, sigla em inglês) publicou seu relatório anual contendo novos dados sobre o mercado da música nos EUA.

No relatório, a associação indicou que as receitas de música gravada no país cresceram 9% no primeiro semestre de 2022, e chegaram a US$7,7 bilhões.

Esse crescimento foi, mais uma vez estimulado pelo streaming, que ainda responde por 84% de todas as receitas de música, equivalendo a US$6,5 bilhões. Um aumento de 10% em comparação aos US$5,9 bilhões em 2021.

Continuando a tendência dos últimos anos, as assinaturas de serviços de streaming impulsionaram os aumentos nas receitas, representando 78% de todas as receitas de música. O número de assinantes de serviços pagos chegou a uma média de 90 milhões nos EUA, oito milhões a mais que o mesmo período em 2021.

Ainda falando sobre receitas no streaming, os serviços que são suportados por anúncios viram suas receitas aumentarem 16%, para US$871 milhões; enquanto as receitas de rádio digital e distribuições SoundExchange (de fonogramas) caíram ligeiramente (3%) para US$566 milhões.

VENDAS FÍSICAS

As vendas físicas estão em recuperação graças ao aumento de consumo de discos de vinil, que agora representam 73% destas receitas. Nos EUA as vendas de vinil cresceram 22% e chegaram a US$570 milhões. Enquanto isso, as vendas de CDs caíram apenas 2%, gerando US$200 milhões em pleno 2022.  No geral, as receitas de formatos físicos tiveram um aumento de 13,3% em relação ao mesmo período do ano passado, respondendo por US$781 milhões e 10% da receita geral.

DOWNLOADS

As receitas com downloads digitais caíram 19,1%, e ficaram na margem de US$256 milhões, ou 3% da receita geral de música gravada.

 

 

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RIAA: RECEITAS DE MUSICA GRAVADA CHEGAM A US$7,1 BILHÕES NOS EUA

Associação Americana da Indústria de Gravação diz que receitas de músicas no primeiro semestre de 2021 aumentaram 27% nos EUA. Vinil é destaque com crescimento de 94% das vendas.

Nesta segunda-feira (13) a Associação Americana da Indústria de Gravação (RIAA, sigla em inglês) divulgou dados atualizados sobre o mercado da música nos EUA para o primeiro semestre de 2021.

As receitas de música gravada nos EUA aumentaram 27% no primeiro e chegaram a marca de US$7,1 bilhões. Deste valor, cerca de dois terços vieram das assinaturas pagas dos serviços de streaming, batendo o recorde de 82 milhões de assinaturas no país.

Apesar do bom desempenho, o vice-presidente sênior de pesquisa e economia da RIAA, Joshua P. Friedlander, alertou que “os efeitos da Covid-19 continuaram afetando a indústria” com fechamento de lojas e cancelamentos de shows presenciais.

Para a RIAA, a pandemia também ajudou a diversificar o consumo de música, em redes sociais e diversos tipos de plataformas, gerando receitas significativas para o mercado.

Aqui estão alguns pontos destacados pelo creativeindustriesnews.com no relatório da RIAA:

> O streaming está movendo o negócio da música:

A receita de streaming de música cresceu 26%, gerando US$5,9 bilhões para a indústria americana, e representou 84% da receita total do período. Foram 840 BILHÕES de fluxos sob demanda na primeira metade do ano, um recorde que deve continuar sendo quebrado a medida que plataformas audiovisuais como TikTok e Twitch ganham cada vez mais popularidade.

> As assinaturas são os principais motores de crescimento:

Atualmente, as assinaturas pagas são responsáveis ​​pela maior parcela das receitas de música gravada nos EUA, um aumento de 26% a.a., chegando a US$4,6 bilhões no primeiro semestre de 2021. Elas representaram quase dois terços da receita total e 78% da receita de streaming.

No primeiro semestre de 2021, o número médio de assinaturas chegou 82 milhões, um aumento de 13% em comparação ao ano anterior.

> Receitas de plataformas com publicidade:

Durante o período, houve uma recuperação da publicidade nos serviços de streaming. Apesar das receitas representarem US$741 milhões, o aumento foi de apenas 3% em comparação ao ano anterior marcado pelo declínio de investimento das empresas durante o início da pandemia.

> As vendas de vinil aumentaram 94%

As vendas físicas foram de $690,1 milhões e aumentaram 75,7% graças ao crescimento do vinil. Os discos de vinil ressurgiram no primeiro semestre de 2021, com as receitas crescendo 94% (US$467 milhões).

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Serviços de streaming representaram quase 80% de toda a receita da música em 2019

Matéria de TechCrunch

Em novo relatório feito pela RIAA – Associação Americana da Indústria de Gravação – revelou que os serviços de streaming geraram US$8,8 bilhões para as receitas de música gravada.

Em 2019, o streaming alcançou quase 80% da participação de todas as receitas de músicas gravadas nos EUA. É o que diz o novo relatório da RIAA – Associação Americana da Indústria de Gravação.

Em 2019, os serviços de streaming como Youtube (suportados por anúncios), Pandora (streaming de rádio), e Spotify (com planos de assinaturas pagas) geraram US$8,8 bilhões, um aumento de quase 20%.

Além disso, as receitas com música gravada em 2019 cresceram 13%, de US$9,8 bilhões para US$11,1 bilhões (varejo). Segundo o TechCrunch, é o quarto ano de crescimento consecutivo de dois dígitos.

Para a RIAA, os serviços de assinatura foram os maiores responsáveis pelo crescimento das receitas. Em 2019, esses serviços foram os que mais apresentaram crescimento (25% a.a), com uma receita total de US$6,8 bilhões. Esse valor também inclui US$829 milhões em receitas dos serviços de assinatura paga de “camada limitada”, como o Pandora Plus. Outros serviços como Amazon Prime Music também estão inclusos nesta categoria.

O número de pessoas dispostas a pagar por música ‘sob demanda’ aumentou. Tanto que as assinaturas pagas cresceram 29% em 2019, um total de 60,4 milhões. Uma prova de que esses serviços estão conseguindo ter êxito em converter usuários gratuitos para assinantes.

Os serviços suportados por anúncios também cresceram no ano passado, um aumento de 20% em 2018, para US$908 milhões em 2019. Foram mais de 500 bilhões de músicas transmitidas para mais de 100 milhões de ouvintes nos EUA. Apesar de seu amplo alcance, esta categoria representou apenas  8% da receita total de música no ano.

O crescimento do streaming fez com que o consumo de outros serviços caíssem. A popularidade dos serviços de rádio nunca esteve tão baixa. Uma queda de 4% e uma receita de US$1,16 bilhão.

As receitas de downloads digitais ficou abaixo de US$1 bilhão pela primeira vez desde 2006 – caindo 18% ano a ano, atingindo US$856 milhões. O download de álbuns caiu 21%, para US$395 milhões, enquanto as vendas de faixas individuais caíram 15%, para US$415 milhões. Os downloads representaram apenas 8% de todas as receitas no ano passado.

Os formatos físicos, como CDs e vinil, caíram ligeiramente (0,6%) em 2019 para US$1,15 bilhão. Mesmo assim, o vinil teve seu maior ano desde 1988, atingindo US$504 milhões. esta categoria representou somente 4,5% da receita total de música.

Foto:  stockcam / Getty Images

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RIAA 2019: Música gravada nos EUA cresce 18% e fatura US$5,4 bilhões

A RIAA publicou seu relatório sobre faturamento da industria de música gravada nos EUA para o primeiro semestre de 2019. Os negócios da música continuam seguindo tendência de crescimento desde 2016 impulsionados pelo crescimento de assinaturas pagas dos serviços de streaming. Confira análise completa realizada pela Billboard.

A Associação Americana da Indústria de Gravação (RIAA, sigla em inglês) publicou nesta quinta-feira (5) o relatório sobre os negócios da música gravada nos EUA para o primeiro semestre de 2019. Até agora, a indústria de música gravada faturou US$5,4 bilhões, um aumento de 18% em relação ao período anterior.

Segundo a publicação da Billboard, o crescimento no faturamento é uma tendência de mercado que se iniciou em 2016 e está relacionada ao aumento das assinaturas dos serviços de streaming.

Com 61,1 milhões de assinaturas pagas e uma média de 1 milhão de novas assinaturas a cada mês, as receitas de streaming foram de US$4,3 bilhões (+26%).

Contrariando as tendências, houve uma alta de 5% na receita líquida de produtos físicos, um total de US$485 milhões – representando 9% do total da indústria no período.

As vendas de álbuns de vinil continuam melhorando. Um aumento de 13% para US$224 milhões, representando 46% da receita física total, mas apenas 4% da receita total no primeiro semestre de 2019.

Enquanto isso, as vendas digitais continuaram em declínio, uma queda de 18% para US$462 milhões, representando apenas 8,6% da receita total da indústria. As receitas de vendas de faixas individuais diminuíram 16% em relação ao ano anterior e as receitas de álbuns digitais caíram 23%.

Detalhando as receitas de streaming

As assinaturas pagas em serviços como Spotify e Apple Music cresceram 31% a.a., um total de US$3,3 bilhões – 77% da receita total de streaming e 62% da receita geral do setor.

Nesse total, estão incluídas assinaturas pagas de “camada limitada” de serviços como Amazon Prime e Pandora Plus, que faturaram juntas 482 milhões de dólares.

As receitas de streaming sob demanda suportadas por publicidade também cresceram 25% ano a ano, um alcance de US$427 milhões. Entretanto, o relatório mencionou que essa receita vinda dos serviços como YouTube, Vevo e o plano gratuito do Spotify representou apenas 10% da receita geral de streaming, mesmo sendo ouvidos centenas de bilhões de streams de músicas neste período.

As receitas de rádio digital e personalizada de serviços como SiriusXM e estações de rádio na Internet, bem como pagamentos pagos diretamente por outros serviços suportados por anúncios, foram de US $ 552 milhões nesse período – um aumento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Foto: Guetty Images

 

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Anita conquista mais certificados internacionais

Anitta conquistou mais quatro hits com certificação mundial de ouro

Anitta tem cada vez mais se destacado no mercado internacional. A Associação da Indústria Fonográfica da América (RIAA) anunciou que quatro de seus hits conquistaram a certificação de ouro no mercado latino nos Estados Unidos.

A músicas da cantora que conquistaram a certificação foram “Indecente”, “Medicina”, “Veneno” e “Jacuzi” (parceria com Greeicy). De acordo com o portal Observatório de Música, a primeira vez que Anitta conseguiu uma certificação internacional foi com o hit “Downtown” (com J Balvin) , certificada como 6x platina no ano passado. “Machika” (com J Balvin e Jeon) também conquistou platina em 2018.

A certificação para o mercado latino de platina corresponde a 60 mil unidades comercializadas nos Estados Unidos, já a certificação para 6x platina equivale a 360 mil unidades.

 

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FOTO: Reprodução

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RIAA: Streaming gera 93% das receitas de música latina

Matéria de Billboard

Em novo relatório da RIAA, Recording Industry Association of America, o streaming agora representa 93% da receita total de música latina nos EUA.

Em novo relatório da RIAA, da Recording Industry Association of America, o streaming agora representa 93% da receita total de música latina nos EUA.

Segundo o novo relatório, as receitas de música latina nos Estados Unidos cresceram 18% em 2018, representando US$413 milhões. É o segundo ano consecutivo de crescimento de dois dígitos no mercado latino-americano de música.

No relatório, a RIAA informa que está havendo uma transformação da música latina impulsionada pelo streaming. As assinaturas latinas nos EUA representam 58% do total.

As assinaturas pagas para serviços como a Apple Music e Spotify Premium cresceram 48% ano a ano (US$239 milhões). As receitas de serviços suportados por anúncios sob demanda (YouTube, Vevo ) cresceram 34% (US$91 milhões).

O relatório informou que artistas como J Balvin, Daddy Yankee, Karol G e Ozuna estão contribuindo para o crescimento digital da música latina.

A música latina agora representa 4,2% do total de US$9,8 bilhões nos negócios de música dos EUA. Vale lembrar que a RIAA adicionou estimativas de gravadoras e distribuídas latinas indies.

As vendas de downloads digitais caíram 23% (US$20 milhões). A receitas de formatos físicos totalizaram US$6 milhões, uma queda de 63% em relação a 2017. Combinadas, elas representavam apenas 6% das receitas de música latina dos EUA, seu nível mais baixo até hoje.

“No geral, o mercado de música latina está mostrando sinais de força novamente”, concluiu o relatório”.

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Streaming já representa 75% da indústria musical nos EUA

Matéria de Canaltech

Mais um relatório sobe o mercado fonográfico para o primeiro semestre de 2018 foi publicado. Segundo a RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – o setor pode comemorar um aumento de 10% no faturamento, com os serviços de streaming representando 75% de todo o mercado. Drake, Cardi B, Camila Cabello e Post Malone são os artistas que mais se destacaram até agora.

A RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – publicou seu relatório sobre o mercado fonográfico nos Estados Unidos para os primeiros seis meses de 2018. Com aumento de 10%, o setor comemora um faturamento de US$4,6 bilhões, sendo que os serviços de streaming representam 75% de todo o mercado.

De acordo com o relatório da associação, o crescimento é considerável. Entretanto, há uma desaceleração no setor em comparação ao mesmo período entre 2016 e 2017, onde a variação era de 17%.

Representando 75% do faturamento, os serviços de streaming de música contaram com um aumento de assinaturas pagas, e ainda cerca de um milhão de novos assinantes por mês. O crescimento foi de 33,3% e a receita US$2,55 bilhões.

Com relação às plataformas gratuitas, a receita de anúncios aumentou em 15,6% (US$498 milhões). “A expectativa é que, com a desaceleração no número de novos usuários na medida em que todos os interessados aderem a plataformas do tipo, comece a conversão de gratuitos para pagos, gerando mais faturamento”, afirmou o portal Canaltech.

Representando 10% do mercado (US$ 461,6 milhões), as vendas de CDs diminuíram 41%. O número de downloads também teve uma baixa de 27% de faturamento, e representou 12%, movimentando US$562,2 milhões. Já as vendas de Vinil apresentaram um aumento de 12% nas vendas.

Os artistas que mais se destacaram no mercado foram Drake, Cardi B, Camila Cabello, Post Malone, Migos, Travis Scott, Jason Aldean e Charlie Puth. Todos conquistaram discos de ouro ou platina, não apenas no mercado americano, mas também mundial.

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Impulsionada pelos serviços de streaming, a receita da música nos EUA aumenta.

Matéria de Rolling Stone

Em 2017 as receitas na indústria da música aumentaram em 16,5%, e mais uma vez o destaque é o streaming. É o segundo ano consecutivo de crescimento desde 1999.

A Associação da Indústria Fonográfica da América (RIAA) publicou seu relatório anual sobre a indústria da música nos EUA. Em 2017, houve um aumento 16,5% na receita. As plataformas de streaming contribuíram com dois terços da receita total.

Foram US$ 4 bilhões arrecadados das assinaturas pagas, que representaram a maior parte da receita.  Embora os serviços de streaming tenham contribuído para o aumento, esse valor está 40% abaixo dos níveis de pico.

Houve uma queda de 25% na receita de downloads digitais (US$ 1,3 bilhão). Embora a receita de produtos físicos tenha excedido a dos downloads digitais pela primeira vez desde 2011, os envios de produtos físicos caíram 4% (US$ 1,5 bilhão).

Cary Sherman presidente e CEO da RIAA publicou no blog da instituição sobre o “value gap”, explicando que há um abismo entre a quantidade de música consumida e a remuneração injusta que as plataformas retornam aos criadores para explorar música. “As consequências econômicas são reais e cada vez mais documentadas pelos principais acadêmicos”.

A RIAA está apoiando uma proposta de reforma no Congresso que “moderniza o licenciamento de música para o benefício de compositores, artistas, produtores e serviços de música digital”, disse Sherman.

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Major Labels Oppose “Moral Rights” That Guarantee Artists Recording Credits (A Right They Have In Most Other Countries)

Matéria de hypebot

Em revisão de leis e regulamentos sobre Direitos Autorais nos EUA, a RIAA desconsidera o Direito Moral.

Em uma revisão de leis e regulamentos de direitos autorais realizada pelo US Copyright Office, o Direito Moral foi bastante discutido, principalmente por ser considerado como “o direito de receber crédito por seu trabalho artístico”. Os EUA é um dos poucos países desenvolvidos a não garantir esse nível de reconhecimento.

A Recording Industry Association of America (Associação da Indústria de Gravação da América) –  RIAA, considerada “a organização de comércio que suporta e promove a vitalidade criativa e financeira das grandes empresas de música.” Declarou que esses esforços “não se estendem aos artistas que criam o conteúdo que impulsiona essa “vitalidade financeira””.

Para o RIAA, a organização já trabalha para garantir que os envolvidos em uma gravação ou em um vídeo recebam o crédito apropriado e um novo direito estatutário de “atribuição”, além de ser “desnecessário”, provavelmente teria consequências significativas.

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After a Decade of Loss, the Latin Music Market Finally Experiences Growth

Matéria de Digital Music News

Depois de uma década de queda, vendas latinas estão crescendo nos EUA. Nova pesquisa da RIAA afirma que graças ao streaming de música, a música latina cresceu 3%, ou seja, US$ 176 milhões em 2016.

Esta é a primeira vez em mais de uma década que o mercado de música latina cresceu. De acordo com relatório assinaturas cresceram 89% ano-a-ano, ou seja, US$ 52 milhões. Isso inclui 30% do mercado global de música. Em 2015, o streaming de assinatura pago para o mercado latino gerou apenas US$ 28 milhões.

No entanto, após a decisão da SiriusXM de encerrar várias estações latinas, as receitas da distribuição SoundExchange caíram 25% ano a ano. Os artistas latinos só receberam US$ 44,2 milhões em relação aos US $ 58,9 milhões do ano anterior.

Continuando as mesmas tendências do mercado geral da música, as vendas de CDs e downloads digitais cairam. Os downloads de álbuns digitais viram um declínio de 39%. As faixas digitais caíram 22%. O total de downloads digitais caiu 28% para US $ 21 milhões. As receitas de remessas físicas caíram 26%, US $ 22 milhões. No ano passado, os downloads digitais e os embarques físicos representaram 12% do mercado latino. Análise completa na notícia.

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