Estudo analisa a duração do sucesso de artistas brasileiros

Matéria de G1

Cada vez mais novas ferramentas surgem para contribuir na promoção de música de artistas. Entretanto, é impossível criar estratégias de marketing sem mensurar o desempenho de audiência. Sabendo disso, uma empresa de monitoramento e inteligência musical analisou o desempenho de audiência de alguns artistas como MC Loma, Pabllo Vittar e Gilberto Gil e indicou alguns índices que podem auxiliar nas estratégias de promoção de artistas.

De acordo com um estudo realizado pela empresa de monitoramento e inteligência musical, Playax, divulgado pelo portal G1, há vários modelos de sucesso a serem adotados para avaliar a audiência de um artista. É preciso observar as “subidas fugazes”, “contínuas”, “irregulares”, “carreiras estáveis” e “em queda”.

“Foram consideradas execuções de todas as músicas dos artistas no Spotify, no YouTube e em rádios ao longo de 2018. A empresa também criou um índice consolidado, que faz uma média da evolução das execuções nos três meios (IAM – índice de audiência musical)”, informou o G1 sobre a coleta de dados usada no estudo que está na integra no portal.

MC Loma  – Modelo ‘ascensão e queda’: os gráficos indicaram que apesar do grande sucesso no Carnaval, outros lançamentos não tiveram o mesmo impacto.

“Outros lançamentos da artista até o momento não foram capazes de sustentar sua carreira. Se a meta é estar nas primeiras posições do ranking, um hit é essencial, mas sem uma estratégia de sustentação o artista pode morrer na praia”. diz o relatório da Playax.

Vale lembrar que a cantora teve problemas com seus empresários e com a Vara da Infância, o que pode ter impactado em sua carreira e audiência. Entretanto, a cantora ainda possui muitos seguidores nas redes sociais, o que contribui para que seu sucesso não termine.

Ferrugem – Modelo ‘crescimento contínuo’: este modelo parece ser bem aproveitado pelo pagodeiro Ferrugem. Os gráficos indicaram crescimento constante, porém quedas nas execuções ao longo de 2018.

“Planejamento de carreira, investimento em marketing, execução maciça em rádio, participação em programas de TV e parcerias com artistas populares são alguns dos estímulos que impulsionaram o artista”, informou o relatório. “A tendência para 2019 ainda é de crescimento”, indicou a Playax para o artista.

Mano Walter – Modelo ‘escada’: Neste modelo o artista realiza um lançamentos e faz ações para divulgar seu trabalho durante um maior período de tempo.

“Diferente do crescimento contínuo, neste modelo vemos períodos de consolidação seguidos de picos de audiência e o retorno a um patamar maior. O exemplo de 2018 é Mano Walter, que teve lançamentos bem-sucedidos e esforços de marketing coordenados desde o fim de 2017”, descreveu o relatório.

Melim –  Modelo ‘do zero ao topo’: Modelo similar ao crescimento contínuo, porém os gráficos indicam que o grupo alcançou o seu limite de audiência.

“Nos serviços de streaming, passou de uma média mensal de 2 milhões de plays em janeiro para 89 milhões em novembro e, desde então, mantém essa média”, descreveu o relatório.

Gilberto Gil – Modelo ‘estável’:  “Este movimento é mais fácil de ser explicado e previsto: são artistas com carreiras consolidadas e repertório já bem conhecido e grande. Gilberto Gil , mesmo tendo lançado um novo disco em agosto de 2018, apresenta um gráfico linear, descreve a Playax. A execução não chega a picos como o dos outros artistas aqui, mas também é mais garantida que a dos colegas”, informou o gráfico.

Pabllo Vittar – Modelo ‘queda contínua’: este modelo indica um saldo negativo, porém com quedas menores que os outros modelos.

“Queda na popularidade é comum aos artistas em momentos de poucos shows ou nenhum lançamento, mas é um ponto de atenção quando essa queda se repete por meses consecutivos”, indicou a Playax.

O G1 lembrou que nesta semana, Vittar lançou um novo clipe para a música “Seu Crime”, que logo ganhou 500 mil views em 3 horas. Com certeza, o gráfico apresentou alterações no nível de audiência da artista.

 

Foto: MC Loma (divulgação)

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Venda de álbuns está despencando tão rápido quanto serviços de streaming estão crescendo

Matéria de Rolling Stone

Enquanto nenhuma música conseguiu bater a marca de 1 milhão de vendas, as plataformas de streaming bateram todos os recordes em 2018. Confira novo relatório da BuzzAngle publicado pela Rolling Stone.

O portal da Rolling Stone publicou um novo relatório sobre as vendas de música no mundo. De acordo com o relatório elaborado pela BuzzAngle , a venda de discos caiu 18.2% no ano passado e houve crescimento nos serviços de streaming de música e vídeo.

Nenhum música conseguiu bater a marca de 1 milhão de vendas. Em 2017, apenas 14 faixas atingiram a meta.

Em 2018, os serviços de streaming de música e vídeo cresceram 35.4%. As plataformas digitais de música bateram todos os recordes. Foram mais de 534 bilhões de reproduções, 42% a mais que em 2017.

Segundo o relatório, 77% das músicas ouvidas nos Estados Unidos em 2018 foram em plataformas de streaming , 17,3% dos consumidores compraram álbuns (físico  ou digital) e 5.7% compraram  singles digitais.

“As estatísticas e a queda nas vendas podem assustar, mas não devem ser interpretadas como algo necessariamente ruim. Esse resultado nada mais é que a evolução da indústria fonográfica agindo, e isso pode ser concluído a partir do dado também divulgado de que o consumo de música cresceu na casa de dois dígitos pelo segundo ano consecutivo”, analisou o portal.

 

Foto: Drake (Reprodução)

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Indústria da música: os números de 2018 e as previsões da Midia Research.

Matéria de MIDiA Research

2018 está chegando ao fim e já estamos atrás das previsões da indústria da música para o ano que vem . De acordo com a pesquisa da MIDiA Research, a receita de música gravada global gerou US$18,9 bilhões este ano, o que representa um aumento de 8,2% em relação a 2017. Confira a análise de Mark Mulligan sobre os números da indústria da música em 2018 e as principais previsões para o mercado em 2019.

Mark Mulligan publicou em seu blog com a Midia Research, uma análise sobre os números da indústria da música em 2018 e as previsões mais importantes do mercado para o próximo ano.

A pesquisa foi realizada com base nos três primeiros trimestres do ano e os primeiros indicadores para o quarto trimestre. Para criar a estimativa de receita de fim de ano da indústria da música, foram coletados dados de gravadoras, associações comerciais e também dados confidenciais das principais plataformas de Artist Direct/DIY. Foram comparados os números com relação a 2017.

De acordo com a pesquisa, a receita de música gerou US$18,9 bilhões este ano, o que representou um aumento de 8,2% em relação a 2017, uma taxa de crescimento menor do que os dois últimos anos. No entanto, a nova receita líquida (US$1,4 bilhão) – é quase a mesma, o que confirma que o crescimento do mercado de música gravada continua estável e em crescimento.

Com relação ao streaming, as receitas podem chegar a US$9,6 bilhões, com taxa de crescimento de 29%. Houve crescimento em mercados de streaming maduros – especialmente nos EUA – com aumento no faturamento de US$0,8 bilhão.

O MIDiA Research foi o pioneiro a contabilizar  a receita através dos Artistas Diretos (Artists Direct) , que são os artistas independentes e plataformas/DIY ( Faça você mesmo). O blog informou que o crescimento deste tipo de segmento foi “espetacular”. A receita total de Artist Direct foi de US$643 milhões, um aumento de 35% em relação a 2017, ou seja, três vezes maior que o mercado. Além disso, a participação de mercado chegou a 3,4% em 2018.

Vale ressaltar que apenas uma parte da receita de Artists Direct é medida pela IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica). Categorias como as vendas de CDs em shows não são medidas nem pelas gravadoras nem pelas associações comerciais. Portanto, é esperado que o total de música gravada no mundo seja de US$18,6 bilhões.

O que esperar da indústria da música em 2019? A previsão do MIDiA Research é de que as  receitas globais cresçam novamente em 2019 atingindo a marca de US$25 bilhões (onde o mercado estava em 2000, antes do declínio).

Pode haver uma desaceleração no crescimento de streaming em mercados maduros (EUA, Reino Unido), mas o impacto será compensado pelo crescimento em mercados como o Japão, a Alemanha, o Brasil e o México. O crescimento geral do mercado, embora ainda forte, será mais lento.

2019 será um ano de crescimento para os Artistas Diretos e outros modelos alternativos que se estabeleceram nos últimos anos. “Nunca foi uma época melhor para ser um artista, contanto que você e/ou sua gerência tenham clareza suficiente para saber o que pedir”, concluiu Mulligan.

Foto: MIDiA Research

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Lei Rouanet traz retorno 59% maior que valor financiado, mostra FGV

Matéria de EXAME

Nesta sexta-feira o portal EXAME publicou um estudo sobre o impacto econômico da Lei Rouanet desde sua implementação. O estudo realizado pela Fundação Getúlio Vagas (FGV) descobriu que a Lei Rouanet traz um retorno 59% maior que o valor financiado.

De acordo com o novo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vagas (FGV) sobre o impacto econômico da Lei Rouanet, a cada R$1 captado e através da Lei – R$1 de renúncia em imposto – é gerado em média R$1,59 na economia local. “Ou seja, a economia criativa incentivada pela lei gerou, na ponta final, recurso 59% maior em relação à ponta inicial. Em outras palavras, o incentivo à cultura gerou riquezas à sociedade, não custos”, informou o Exame.

Foram gerados pela lei R$31,22 bilhões em renúncia fiscal desde 1993 até este ano, resultando em um impacto econômico de R$49,78 bilhões.

Segundo o estudo, 90% dos recursos da lei, das renúncias fiscais, foi para projetos pequenos, que não chegaram a 100 mil reais. Destes, 66,3% possuíram gastos menores que 25 mil reais. “Contrariando o senso comum de que apenas grandes empresas ou artistas famosos estariam “tirando proveito” da Rouanet”, analisou o portal informando que a lei também beneficia o aquecimento de micro e pequenas empresas dentro da economia criativa, incentivando a inovação e o empreendedorismo.

“Esses dados rebatem muitas das críticas que a lei sofre. A agenda da cultura é uma agenda econômica e é fundamental para o Brasil de hoje”, concluiu o coordenador da FGV, Luiz Gustavo Barbosa.

 

Foto: Pilar Olivares/Reuters

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SEGUNDO RELATÓRIO, GRAVADORAS INDEPENDENTES GANHARAM $6.9BN EM 2017, UM AUMENTO DE 10,9% NO SETOR.

O portal Music Business Worldwide publicou uma pesquisa sobre o mercado de música independente no mundo mostrando crescimento de 10,9% no setor, uma alcance de US$6,9 bilhões em 2017.

Uma pesquisa encomendada pelo portal Music Business Worldwide (MBW),  sobre o mercado de música independente, revelou um crescimento de 10,9% na receita global das gravadoras independentes, um alcance de US$6,9 bilhões em 2017.

A pesquisa também revelou que a música independente aumentou sua participação no mercado global de 39,6% em 2016 para 39,9% em 2017.

O relatório considerou a participação de mercado global  independente no nível de direitos autorais, e não de distribuição em 33 países. O objetivo da pesquisa foi analisar o impacto econômico e cultural global do setor de música independente.

Com relação as receitas de streaming, houve um aumento 46% em 2017 (US$3,1 bilhões), o que agora representa 44% da receita total do setor, comparado a 33% em 2016.

A pesquisa deste ano descobriu que 76% dos artistas que assinaram com selos independentes renovaram seus contratos no final do prazo, 42% dos funcionários de empresas independentes permaneceram lá desde o lançamento, e a idade média dos selos independentes é de 14,9 anos.

As receitas de artistas autossuficientes cresceram de US$94 milhões em 2016 para US$101 milhões em 2017.

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Novo relatório da CISAC confirma arrecadação US$11 bilhões em royalties e aponta o YouTube como o maior vilão no mercado digital

Matéria de Variety

Apesar do crescimento recorde de US$11 bilhões na arrecadação de direitos autorais para criadores de música, audiovisual, artes visuais, teatro e literatura, a receita no digital continua abaixo do esperado devido ao Value gap – baixas taxas de royalties pagas pelo YouTube, apontou novo relatório da CISAC.

Novo relatório da CISAC – Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores – confirma o crescimento das arrecadações de direitos autorais para criadores de música, audiovisual, artes visuais, teatro e literatura. O portal Variety trouxe os números.

As arrecadações alcançaram um recorde de €9,6 bilhões em 2017 (quase US $ 11 bilhões), alta de 6,2% em relação ao ano anterior.

Com relação ao digital, a CiSAC relatou que a arrecadação de direitos autorais obteve a marca de €1 bilhão (US$1,14 bilhão) pela primeira vez.

As coleções digitais quase triplicaram (até 166%) nos últimos cinco anos, impulsionadas pela crescente demanda dos consumidores, principalmente pelos serviços de streaming de vídeo.

Os direitos autorais de música cresceram 6,0%, acumulando €8,3 bilhões. Também houve crescimento no digital, com arrecadação de €1 bilhão pela primeira vez.

O número de obras digitais atingiu 1,27 bilhão de euros, entretanto a CISAC apontou que a receita continua abaixo do esperado devido ao value gap – baixas taxas de royalties pagas pelo YouTube, a plataforma mais popular do mundo de streaming.

“Apenas 13% dos royalties dos criadores provêm de fontes digitais (acima de 11%), um reflexo do descompasso entre o volume de trabalho criativo disponibilizado por canais digitais e os valores devolvidos aos criadores”, afirmou o relatório sobre o value gap.

É o quinto ano consecutivo de crescimento global para os criadores e o primeiro a ver aumentos em todas as obras.

Houve aumento na arrecadação para TV e rádio, o que sugere que as crescentes receitas digitais não estão canibalizando os mercados mais tradicionais.

O presidente da CISAC e veterano músico eletrônico Jean-Michel Jarre (foto) disse que a CISAC está em uma batalha pelo futuro de mais de 4 milhões de criadores em todo o mundo: “A Europa já reconheceu que é hora de mudar: não é aceitável que a lei proteja os grandes monopólios tecnológicos e sustente uma injustiça sistêmica para os criadores. Agora há uma mensagem para chegar ao resto do mundo: é hora de outros governos se sentarem e seguirem”, afirmou Jarre.

 

Foto: HUGO MARIE/EPA/REX/SHUTTERSTOCK

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Brasil é um dos três países que mais consomem música por streaming no mundo.

Segundo o novo relatório sobre o consumo de música da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – o Brasil é o segundo país que mais ouve música pelo smartphone e o terceiro que mais paga por um serviço de streaming. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

O novo relatório publicado nesta semana pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) trouxe mais detalhes sobre o consumo de música no mundo, inclusive no Brasil.

Com 92% dos consumidores de música, somos o segundo país do mundo que mais ouve música pelo smartphone.

O Brasil é também é terceiro país que mais paga por um serviço de streaming, um total de 77% dos consumidores. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

De acordo com o portal Canal Digital, o estudo foi realizado em 20 países correspondendo a 91,3% de toda a receita da indústria musical global em 2017.

Com relação ao consumo de músico no mundo, atualmente, 86% dos consumidores ouvem música por streaming, sendo que 75% através do smartphopne. Sendo que 50% os jovens de 16 a 24 anos só ouvem música online através do streaming. Entretanto, a pirataria ainda é um problema. Segundo a IFPI, 38% dos entrevistados “obtém seus conteúdos usando métodos que violam direitos autorais”.

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Novo Relatório da IFPI Descobre que o YouTube é a preferencia no consumo de música.

Matéria de Variety

Nesta semana, a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) – divulgou um novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report. O streaming continua sendo a preferência no mundo, 52% através do YouTube.

No novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report, o streaming continua sendo a preferência quando se ouve música. 86% dos entrevistaram afirmaram que preferem o streaming para ouvir músicas.

57% dos entrevistados com faixa etária entre 16 a 24 anos afirmaram que são assinantes pagos de pelos menos um serviço de streaming.

Outra descoberta mostra que quase metade do tempo gasto ouvindo música on demand é através do YouTube, com 52% desse total em streaming de vídeo, 28% em streaming de áudio pago e 20% em streaming de áudio gratuito.

Em relação ao retorno do valor justo à comunidade musical, o Spotify oferece US$20 a cada US$ 1 para o YouTube, o que significa que o value gap ainda precisa ser superado.

A pesquisa descobriu que o rádio ainda é relevante, com 86% dos consumidores ouvindo pelo menos parte do tempo, principalmente pelo computador. Supreendentemente, 25% afirmaram que ouvem música no rádio o dia todo. No geral, os entrevistados ouviram em média 17,8 horas de música por semana, sendo o carro o local mais popular.

Os cinco gêneros mais ouvidos no mundo são o Pop (64%), o Rock (57%), o EDM (32%), as trilhas sonoras (30%) e o hip-hop (26%).

A pirataria em países como a China e Índia continua sendo um problema, com 38% dos consumidores obtendo música por meio de métodos infratores, sendo o compartilhamento por mensagens dominando com 32% do público. Porém, 96% das músicas nesses países, são consumidas de forma licenciada.

“As gravadoras estão trabalhando com seus parceiros para sustentar e desenvolver essas formas ricas e diversificadas nas quais a música é desfrutada, garantindo que ela continue em sua emocionante jornada pelo mundo. No entanto, este relatório também mostra os desafios que a comunidade de música continua a enfrentar – tanto na forma da crescente ameaça da violação de direitos autorais digitais quanto no fracasso em obter uma compensação justa de alguns serviços de upload de usuários. Os formuladores de políticas em todo o mundo vêm investigando essas questões e agindo cada vez mais para lidar com elas ”, afirmou Francis Moore, chefe executiva do IFPI.

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Streaming já representa 75% da indústria musical nos EUA

Matéria de Canaltech

Mais um relatório sobe o mercado fonográfico para o primeiro semestre de 2018 foi publicado. Segundo a RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – o setor pode comemorar um aumento de 10% no faturamento, com os serviços de streaming representando 75% de todo o mercado. Drake, Cardi B, Camila Cabello e Post Malone são os artistas que mais se destacaram até agora.

A RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – publicou seu relatório sobre o mercado fonográfico nos Estados Unidos para os primeiros seis meses de 2018. Com aumento de 10%, o setor comemora um faturamento de US$4,6 bilhões, sendo que os serviços de streaming representam 75% de todo o mercado.

De acordo com o relatório da associação, o crescimento é considerável. Entretanto, há uma desaceleração no setor em comparação ao mesmo período entre 2016 e 2017, onde a variação era de 17%.

Representando 75% do faturamento, os serviços de streaming de música contaram com um aumento de assinaturas pagas, e ainda cerca de um milhão de novos assinantes por mês. O crescimento foi de 33,3% e a receita US$2,55 bilhões.

Com relação às plataformas gratuitas, a receita de anúncios aumentou em 15,6% (US$498 milhões). “A expectativa é que, com a desaceleração no número de novos usuários na medida em que todos os interessados aderem a plataformas do tipo, comece a conversão de gratuitos para pagos, gerando mais faturamento”, afirmou o portal Canaltech.

Representando 10% do mercado (US$ 461,6 milhões), as vendas de CDs diminuíram 41%. O número de downloads também teve uma baixa de 27% de faturamento, e representou 12%, movimentando US$562,2 milhões. Já as vendas de Vinil apresentaram um aumento de 12% nas vendas.

Os artistas que mais se destacaram no mercado foram Drake, Cardi B, Camila Cabello, Post Malone, Migos, Travis Scott, Jason Aldean e Charlie Puth. Todos conquistaram discos de ouro ou platina, não apenas no mercado americano, mas também mundial.

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NIELSEN: STREAMS DE MÚSICA CRESCERAM 118BN NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018 NOS EUA – O MAIOR SALTO NA HISTÓRIA

Nessa semana a Nielsen publicou seu relatório sobre o mercado musical nos EUA. Nos últimos seis meses a quantidade de música transmitida cresceu como nunca!

De acordo com o novo relatório de meio de ano  da Nielsen, ‘Nielsen Music’, sobre o mercado da música dos EUA, houve um total de 403,4 bilhões de fluxos de música, um aumento de 41,6%.

Desse número, 268,2 bilhões de transmissões foram em plataformas de áudio (+ 45,4%) e 135,2 bilhões em plataformas de vídeo (+ 34,7%).

Segundo o site MBW, os resultados são positivos para uma indústria cujas recentes palavras de ordem eram de “frágil”, “cautelosa” e “conservadora” com relação a projeção do crescimento no streaming.

Com relação a streaming de vídeos, houve um aumento. No entanto, apenas de 34,8 bilhões, menor do que em 2015, quando o salto ano-a-ano ficou em 40 bilhões.

Vale lembrar que a Nielsen não diferencia fluxos pagos e financiados por anúncios, por isso é difícil prever o impacto nos números de receita do setor.

Com relação as vendas físicas, mesmo com o crescimento das vendas de discos de vinil (19,2%,  7,6 milhões) houve uma queda de 14,6%.

As vendas de faixas digitais continuaram a cair (27,4%, 223,1 milhões) e o volume de vendas de álbuns digitais também sofreu uma queda de 21,7% (27,5 milhões).

O artista que mais se destacou até agora foi o Post Malone (na foto, principal) que acumulou um consumo equivalente a 2,625 milhões de álbuns no período, 324 mil vendas de álbuns, 2,03 milhões de downloads de faixas e 3,146 bilhões de transmissões de áudio.

Entretanto quem dominou mesmo foi Drake, o megastar canadense, com novo álbum ‘Scorpion’ quebrou todos os recordes de streaming no dia de sua data de lançamento (29 de junho), registrou 3.304 bilhões de fluxos de áudio “on demand” no primeiro semestre de 2018.

Em terceiro lugar ficou XXXTentacion, que faleceu recentemente, seguido de Migos e J Cole. Todos os Top 5 (Drake, Post Malone, XXXTentacion e J Cole) quebraram vários recordes de no índice de contagem de streamings do Spotify.

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