#VemNovidade! Deezer lança o Radio By Deezer, novo app para quem ama rádio.

Matéria de @MusicWeek

A Deezer lançou um aplicativo super bacana para quem adora rádio. O novo app Radio By Deezer permite o acesso a 30.000 estações de rádio em todo o mundo de forma gratuita, e ainda tem um bônus: a sincronização com a plataforma de streaming da Deezer.

A Deezer lançou no Reino Unido o Radio By Deezer, um novo aplicativo que conecta a 30.000 estações de rádio, incluindo a Absolute Radio, talkSport, BBC Radio, Classic FM e Kiss Network.

Segundo o portal MusicWeek, no Radio By Deezer, os ouvintes podem se conectar a várias estações de rádio, não só no Reino Unido, mas conforme a sua localização atual.

O mais legal é que o aplicativo também sincroniza com a plataforma de streaming da Deezer, permitindo que os usuários “curtam” qualquer música ouvida na rádio. Assim, o aplicativo adiciona automaticamente as músicas curtidas na biblioteca do usuário no serviço de streaming.

Por enquanto, o Radio By Deezer é gratuito, sem anúncios, e está disponível gratuitamente na loja do Android. Uma versão para iOS será lançada em breve. Não foram anunciadas informações sobre a expansão do aplicativo para outros países como o Brasil.

Olivier Miljeu, gerente de produto da Radio By Deezer, disse: “Os fãs de rádio merecem uma experiência adaptada às suas necessidades exatas. Nosso aplicativo fácil de usar oferece acesso rápido às suas estações favoritas, todas com uma experiência de audição sem perturbações e sem anúncios”.

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Trilhas sonoras impulsionam o crescimento no consumo de música no Reino Unido.

Matéria de @MusicWeek

Primeira notícia de 2019! Pelo quarto ano consecutivo, o consumo de música cresceu no Reino Unido. Em 2018, as vendas foram impulsionadas pelas trilhas sonoras de filmes como “The Greatest Showman”, “Mamma Mia: Here We Go Again””, “A Star Is Born” e “Bohemian Rhapsody”.

A BPI – “British Phonographic Industry”,  associação de negócios da indústria fonográfica britânica – com base nos dados da Official Charts Company, divulgou um novo relatório sobre o consumo de música no Reino Unido. Em 2018, impulsionada pelo consumo de trilhas sonoras, o consumo de música  aumentou 5,7% (135,1 milhões), um valor de varejo estimado de £1,33 bilhões.

De acordo com o portal Music Week, em 2017, grandes artistas como Adele e Ad Sheeran desempenharam papéis importantes no consumo de música no Reino Unido. No entanto, em 2018, as vendas foram impulsionadas pelas trilhas sonoras de filmes.

A trilha sonora do filme “The Greatest Showman” foi o título mais vendido do ano, batendo o recorde da cantora Adele por semanas.  Fizeram parte dos mais vendidos a banda Abba na trilha sonora de “Mamma Mia:Here We Go Again” (No.4), Lady Gaga e Bradley Cooper com músicas do filme “A Star Is Born” (No.7) e a banda Queen, com a trilha sonora do biográfico “Bohemian Rhapsody”.

Os artistas britânicos também se destacaram na indústria da música, eles foram responsáveis ​​por metade dos 20 álbuns mais vendidos no mundo em 2018. Em primeiro lugar ficou o cantor George Ezra com seu álbum “Staying At Tamara’s. Artistas e bandas como Ed Sheeran (÷), Dua Lipa (Dua Lipa) e Arctic Monkeys (Tranquilidade Base Hotel + Casino) ocuparam as primeiras posições de vendas de álbuns.

Segundo o relatório, o streaming de música representou quase dois terços do consumo de música no Reino Unido (63,6%) e em dezembro de 2018, o mercado testemunhou um novo marco de 2,0 bilhões de streaming de música em uma única semana.

Outro ponto-chave do relatório indicou o aumento de 1,6% nas vendas de vinil, com os 4,2 milhões de LPs comprados. As vendas de LP estiveram no nível mais alto desde o início dos anos 90. Atualmente, o vinil é responsável por cerca de 3% da música consumida no Reino Unido.

Tranquility Base Hotel + Casino  da banda Arctic Monkeys foi o álbum mais adquirido em vinil em 2018 e também foi o LP mais vendido em 25 anos desde que os discos começaram em 1994.

“O crescimento do consumo de música e a força dos artistas britânicos no cenário mundial estão energizando histórias de sucesso para os selos. Embora ainda seja difícil para os artistas menores romperem a vasta quantidade de música disponível, 2018 provou ser um ano estimulante em que a indústria da música se uniu para exigir um pagamento justo dos grandes gigantes da tecnologia, através do Artigo 13”, analisou Vanessa Higgins, diretora executiva da Regent Street Records e membro independente do conselho da BPI.

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“AirBnb” para músicos pode transformar a indústria

No Reino Unido a Encore é conhecida como o ‘AirBnb dos músicos’. A rede facilita a forma de encontrar e reservar músicos para festas e eventos.

A Encore é uma startup fundada no Reino Unido que criou uma rede online para agendar shows. Na plataforma é possível reservar músicos para shows, festas, casamentos e eventos corporativos com muita facilidade.

O fundador James McAulay criou a rede enquanto estudava ciência da computação na Universidade de Cambridge e conseguiu que uma aceleradora viabilizasse o projeto. McAulay levantou um pouco mais de £1 milhão e agora tem o apoio dos principais investidores de Londres e Cambridge.

O cadastro na plataforma é gratuito e o pagamento das reservas dos músicos é seguro pelo “Encore Pay”. Segundo o site da Forbes Brasil, a empresa oferece serviços como marketing, pagamento de clientes, depósitos e suporte, em caso de problemas dos músicos, em troca de uma comissão pelas reservas.

São mais de 25 mil artistas cadastrados nessa comunidade que já permitiu encontros inusitados como a participação de um trompetista na abertura de um dos maiores torneios de eSports do mundo, no estádio de Wembley. Duplas de cordas também tiveram a oportunidade de se apresentar em estações de metrô de Londres para celebrar o  lançamento da temporada de “Game of Thrones”.

As reservas mais procuradas são para casamentos e eventos privados. “Eles adoram as combinações que fazemos com base em eventos únicos, gostos musicais e orçamento, e a segurança que oferecemos é extremamente importante quando as pessoas fazem reservas para um dos dias mais importantes de suas vidas”, afirmou McAulay.

A empresa já conseguiu pagar um total de £1 milhão para os músicos da rede e pretende continuar focando em desenvolver algoritmos que combinam clientes e músicos com base em seus gostos.

“A Encore é frequentemente descrita pelas pessoas como o ‘AirBnb dos músicos’, disse McAulay. Ele explicou que com relação à música ao vivo é preciso aumentar o número de agendamentos de shows: “Criar milhões de momentos e memórias musicais em todo o mundo seria emocionante.”

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Pela primeira vez a Parada de Singles do Reino Unido incluirá visualizações de vídeos do YouTube.

Matéria de The Independent

Novas regras: os números dos vídeos reproduzidos no YouTube, Apple, Tidal e Spotify serão incluídos na paradas de singles do Reino Unido.

As gravadoras e a BBC Radio 1 aprovaram as novas regras de formação dos charts e a partir desta sexta-feira (29), os números dos vídeos oficiais reproduzidos no YouTube, Apple, Tidal e Spotify serão incluídos na paradas de singles do Reino Unido.

“A maneira como os fãs de música estão consumindo música está mudando a cada mês” contou Martin Talbot, chefe-executivo de Charts.

Ele também destacou que os vídeos de grande orçamento não necessariamente irão colher os benefícios das novas regras do gráfico.

Segundo o site “Independent” a mudança não terá grande impacto nas posições das músicas, uma vez que nos testes realizados os vídeos virais só apresentaram um pequeno aumento na posição do gráfico.

Vários artistas e produtores receberam bem a mudança, como a cantora pop Dua Lipa que lembrou como seu clipe da música “New Rules” foi importante para sua carreira.

Olly Alexander, vocalista do Years & Years, também apoiou a mudança. Tanto que a banda está lançando um vídeo para cada música do próximo álbum.

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YouTube remove 30 vídeos musicais violentos

Matéria de Rolling Stone

Após o Spotify anunciar sua nova política antió-dio, agora o Youtube removeu cerca de 30 vídeos considerados violentos pela polícia.

Vídeos no YouTube poderiam influenciar a violência? A polícia britânica acredita que sim e por isso a plataforma teve que remover mais de 30 videoclipes considerados violentos.

As denúncias começaram no início deste mês quando a comissária do Serviço da Polícia Metropolitana de Londres, Cressinda Dick, se pronunciou em uma rádio falando do estilo musical “Drill Music”, um estilo de rap que promove a violência.

Cressinda afirmou que as músicas descrevem esfaqueamentos, brigas de gangues e violência contra as mulheres com “grande detalhe, alegria e excitação”.

Nos últimos dois anos, a força policial sinalizou mais de 50 videoclipes na plataforma do YouTube, alegando que eles estariam provocando a violência no Reino Unido. Em 2018, houve um aumento de 44% nos casos de homicídios.

Segundo a BBC, o YouTube já cumpriu os pedidos para derrubar metade dos clipes que a polícia considerou violentos. Em contrapartida a decisão não agradou músicos e fãs que assinaram uma petição online reunindo mais de 5.000 assinaturas contra a plataforma de vídeos.

Neste mês o Spotify também tomou decisões contra conteúdos violentos removendo artistas como R. Kelly e XXXTentation de suas playlists oficiais. A Apple Music e Pandora também fizeram ações semelhantes. As ações do YouTube contribuirão para o debate sobre censura no setor musical.

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Boicote de marcas ao Google chega aos EUA

Allan C. Thygesen, presidente do Google para as Américas, veio ao Brasil e comentou sobre o boicote à empresa que está sendo acusada de veicular anúncios em sites extremistas e de cunho violento.

Grandes empresas estão declarando boicote ao Google após a agência Havas retirar toda a publicidade de seus clientes no Reino Unido. O Google é acusado de permitir anúncios em sites extremistas e de cunho violento.

De acordo com o USA Today, agências continuam encontrando os anúncios veiculados aos vídeos. Por isso grandes marcas como a Marks & Spencer, Argos, BBC, Domino’s Pizza, The Guardian, Hyundai, Royal Mail, Sainsburys além da AT&T, Verizon e Johnson & Johnson também aderiram ao “boicote”.

Em visita ao Brasil para participar do Google for Brasil, em São Paulo, Allan C Thygesen, presidente do Google para as Américas, falou sobre o assunto dizendo que o Google desapontou grandes anunciantes no Reino Unido, fazendo com que a empresa de tecnologia aprimorasse seu sistema de segurança para permitir aos anunciantes maior segurança ao veicular anúncios nas plataformas

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Google reformula políticas após críticas a vídeos do YouTube

Matéria de UOL Economia

O Google está mudando suas políticas para conter vídeos que promovem o terrorismo ou o antissemitismo.

Após as denúncias do jornal Times, de Londres, de que anúncios de marcas famosas do Reino Unido estavam sendo exibidos com vídeos que promoviam o terrorismo ou o antissemitismo, diversos anunciantes reagiram retirando suas publicidades das plataformas do Google no país.

“As modificações têm por objetivo refutar as críticas de que o gigante de buscas não se esforçou o suficiente para impedir o discurso de ódio na internet” e também levanta questões sobre censura e ideologias políticas no Google.

A primeira mudança introduz uma configuração padrão que excluir automaticamente websites e vídeos considerados desagradáveis. A segunda mudança oferece maior controle em “relação a onde os anunciantes colocam as publicidades”, tornando mais fácil a exclusão de conteúdo, dando poder aos os anunciantes de “ajustar o lugar onde querem que suas publicidades apareçam”.

O Google ainda disse que “está ampliando o leque de declarações que considera incendiárias para incluir um discurso que define como humilhante e degradante para grupos-alvo”, ou seja, websites que afirmam que as mulheres não deveriam aprender matemática e que o lugar delas é na cozinha serão excluídos.

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ERA 2016 figures: Music lags games & video in entertainment retail’s shift from ownership to subscription

Matéria de @MusicWeek

Relatório da ERA confirma que pela primeira vez o consumo de entretenimento em modelos de assinatura ultrapassou o dinheiro gasto com formatos físicos e downloads em 2016.

A Entertainment Retailers Association (ERA) publicou um relatório interessante sobre o consumo de entretenimento no Reino Unido. O “ERA’s Yearbook” revelou que gastos com Spotify, Netflix e Pokemon Go somaram £ 3,24 bilhões em 2016, 51,3% do total das despesas. Jogos e vídeos também tiveram grandes receitas graças aos modelos de assinatura.

Foi possível perceber com o relatório que apesar do “ataque digital” a venda de CD’s no formato físico continua resistente, enquanto o renascimento de vinil – com o seu elevado preço do produto – também desempenhou importante papel. No entanto, com relação aos serviços digitais, como Spotify e Apple Music, apesar do crescente crescimento de suas assinaturas, é preciso alcançar a popularidade de serviços como Netflix ou Amazon Prime que possuem ofertas mais abrangentes e conteúdo acessível.

A CEO da ERA, Kim Bayley, disse que apesar da influência do digital não devemos subestimar o carinho do público do Reino Unido para os formatos físicos, pois milhões de pessoas ainda consideram DVDs, CDs e discos de jogos de console como a melhor maneira de acessar entretenimento. Os discos são duráveis, convenientes e ainda são a melhor opção para presentear alguém.

 

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