Netflix e Spotify lideram ranking de serviços de streaming com mais usuários

O Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum) publicou em março uma a análise para descobrir quais serviços de streaming possuem mais assinantes. Não há dúvidas que diante da pandemia do coronavírus os serviços de streaming de áudio e vídeo estabeleceram ainda mais suas receitas, contribuindo para que novos players fossem lançados, aumentando ainda mais a “guerra do streaming”.

Para descobrir quem são os líderes desta batalha pela conquista de novos usuários foram avaliados os serviços de assinatura de vídeo, áudio e notícias com mais de 5 milhões de assinantes no ano passado. Os dados vieram da associação de mídia FIPP, bem como de relatórios de empresas individuais.

Conforme a organização, com mais de 200 milhões de assinantes globais, a Netflix manteve sua posição como o primeiro e principal nome do streaming de vídeo. Embora sua base de consumidores nas Américas tenha começado a se estabilizar, o crescimento da empresa em alcance (mais de 190 países) e conteúdo (mais de 70 filmes originais previstos para 2021) o colocou a frente em mais de 50 milhões de assinantes em comparação à sua concorrência mais próxima.

No quesito de áudio, o Spotify segue no mesmo caminho, com uma base de 144 milhões de assinantes. Ou seja, mais do que o dobro da Apple Music, o concorrente mais próximo com 68 milhões de assinantes.

Enquanto isso, a Amazon segue como o segundo serviço de streaming de vídeo mais popular, com 150 milhões de assinantes. Mas vale notar que as assinaturas do Prime Video estão incluídas na assinatura do Amazon Prime, que também apresentou um grande crescimento, principalmente durante a pandemia.

Disney lidera no crescimento do streaming

Para a organização, a rápida ascensão da Disney junto aos gigantes dos serviços de streaming é algo notável. Apesar do lançamento do Disney+ no final de 2019 com uma biblioteca de conteúdo um “tanto sem brilho” (apenas uma série original com um episódio no lançamento), a plataforma disparou tanto em termos de conteúdo quanto em sua base de assinantes. Atualmente, o serviço conta com 95 milhões de assinantes, mais do que o previsto para 2024.

A onda Disney + também estimulou o crescimento de serviços de streaming parceiros como Hotstar e ESPN +, enquanto outros serviços com bases de assinantes menores tiveram grandes taxas de crescimento influenciadas pela pandemia COVID-19.

Agora, a questão que fica é como o mercado de streaming responderá quando a pandemia começar a diminuir no mundo, e quando todos os novos players forem contabilizados.

 

Foto: Visual Capitalist

Ranking das mais tocadas nas rádios brasileiras em 2020 é composto por sertanejo e hits do passado

Nesta semana, a empresa de monitoramento, Crowley, divulgou o seu ranking de músicas mais tocadas nas rádios brasileiras em 2020. A grande surpresa, é que hits que marcaram gerações passadas continuam como os favoritos nas rádios.

De acordo com análise do G1, apesar do sertanejo dominar as rádios brasileiras, o pop-rock de artistas como Skank, Coldplay, U2 e Charlie Brown Jr continuam fazendo sucesso. Hits do pop como “Torn” da Natalie Imbruglia, lançado em 1997 e “Primeiros erros” do Capital Inicial, de 2000, ainda continuam entre os favoritos das rádios.

Houve uma grande diferença entre os hits dos serviços de streaming e a rádio. Enquanto ‘Com ou sem mim”, de Gustavo Mioto, foi a mais tocada de 2020 nas rádios, no Spotify a faixa ficou apenas na 25ª posição.

Essa discrepância e favorecimento do sertanejo, segundo o portal, vem acontecendo desde 2017, sendo influenciada pela faixa etária menos jovem e acordos diretos entre artistas e gravadoras com as rádios.

Em contrapartida, o funk continua sendo um dos gêneros menos tocados nas rádios, sendo muito menor do que no streaming.

Confira o TOP 10 das mais tocadas nas rádios brasileiras em 2020 no portal

Foto: o sertanejo Gustavo Mioto – Christopher Bueno/Divulgação