Dolby Atmos é a aposta da Apple que promete revolucionar forma que ouvimos música

Matéria de O Globo

Conheça o Dolby Atmos, o Formato de áudio que é usado pelas principais gravadoras do mundo, e tem potencial de valorizar novamente a qualidade sonora da música em tempos de streaming.

O Dolby Atmos é o mais recente formato de audio que está prometendo sacudir a indústria musical. Desenvolvido pela empresa de áudio Dolby,  o formato é a nova aposta da Apple Music para conquistar o fãs de música. Em recente matéria, O Globo falou sobre esta nova experiência sonora, e destacamos aqui os principais pontos abordados.

Lançado em 2012 inicialmente para salas de cinema e o mercado de home theater, o Dolby Atmos oferece uma experiência sonora mais ampla que o estéreo tradicional. Por meio de uma configuração de alto-falantes específica, os engenheiros podem posicionar fontes sonoras à frente, ao lado, atrás e acima dos ouvintes, criando uma sensação de profundidade e clareza.

John Couling, vice-presidente sênior da Dolby Laboratories, afirma que a indústria fonográfica passou décadas estagnada no formato estéreo, sem avanços significativos desde a transição do mono para o estéreo. A Dolby e a Apple Music acreditam que o Atmos tem o potencial de valorizar novamente a qualidade sonora da música, que se perdeu durante a era do streaming.

Atualmente, as três maiores gravadoras e centenas de outras independentes estão produzindo música no formato Atmos. Além da Apple Music, serviços de streaming como Amazon Music, Tidal e QQ Music também oferecem suporte ao Atmos.

Embora haja opiniões divergentes entre os profissionais de gravação, a Apple Music está apostando que o público vai se apaixonar pelo Atmos. A empresa tem trabalhado para aumentar a disponibilidade de conteúdo no formato, incentivando estúdios de gravação a adotá-lo e fornecendo financiamento para acelerar a expansão da biblioteca de títulos disponíveis.

Com a Apple liderando o caminho, o Dolby Atmos tem o potencial de revolucionar a forma como ouvimos música, proporcionando uma experiência auditiva mais envolvente e imersiva. Resta saber se essa tecnologia será capaz de conquistar o público em geral e se tornar a próxima grande transformação na indústria musical.

 

Foto: Apple

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MARY OLIVETTI SE TORNA PRODUTORA E CONFIRMA RELANÇAMENTO DE CLÁSSICO DE LINCOLN OLIVETTI

Matéria de music non stop

Conheça May Olivetti, filha de Lincoln Olivetti, se tornou uma das mulheres DJs mais ativas dos anos 00. Agora como produtora, Mary participa do Box Remix de Rita Lee e Roberto de Carvalho, e confirma repaginação do clássico Black Coco, o primeiro hit de seu pai.

O portal Music Non Stop enalteceu merecidamente Mary Olivetti, a Filha de Lincoln Olivetti, e contou detalhes sobre os novos projetos da produtora, incluindo participação no Box de remix das obras de Rita Lee e Roberto de Carvalho. Notícia rendeu elogios no grupo Música, Copyright e Tecnologia, no Facebook!

Não há dúvidas de que se aprofundar na produção musical durante a pandemia foi a melhor decisão que Mary Olivetti poderia ter tomado. A produtora que desde jovem entrou para a discotecagem, hoje é influência como umas das mulheres DJs mais ativas dos anos 00.

“Quando comecei a tocar, havia poucas mulheres discotecando e por isso era meio que obrigatório colocar algumas meninas no line-up. Então, de certa forma, competíamos muito menos. Eu tinha festas todos os finais de semana”, contou ao portal.

Após o nascimento de suas filhas, a DJ começou a se dedicar mais à produção musical. Foi uma solução para não precisar viajar para continuar tocando. Com a pandemia a dedicação à produção foi ainda maior. Tanto que Mary acabou lançando remixes dentro da afrohouse, incluindo Xangô, um remix criado para Fabio Santana, da dupla Nu Azeite, lançada já em 2021.

Falando em participações, nesta sexta-feira (9), João Lee lança um o Box de obras clássicas remixadas de Rita Lee e Roberto de Carvalho, e Mary não poderia ter ficado de fora. Afinal, foi a própria Rita quem indicou a DJ para remixar ‘Cor de Rosa Choque’:

“Ela incorporou o pai e o transmitiu para o remix”, contou João Lee, produtor da coletânea, em entrevista ao portal.

Marcado para o final do semestre, a produtora também confirmou o relançamento repaginado de Black Coco, o primeiro hit de seu pai, gravado pela banda Painel de Controle. A produtora conta que o projeto será uma grande homenagem e que está adicionando elementos para trazer à atualidade o ‘groove’ da obra lançada em 1978. Já estamos ansiosos para conferir o resultado.

 

Foto: reprodução

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Mark Ronson explica porque onda disco voltou durante a pandemia

Matéria de G1

Fazendo dupla ao lado de Diplo no Silk City, produtor musical fala que mesmo impedido de ir às baladas, público quer se divertir em casa e fazer muitos vídeos no TikTok com músicas dançantes.

O produtor Mark Ronson (45) é um dos grandes responsáveis por trazer de volta sons com uma pegada mais antiga, afinal ele está por traz da produção de artistas como Amy Winehouse, Bruno Mars, Dua Lipa e Miley Cirus.

Agora chegou a vez do produtor lançar seu próprio som, repleto de mistura de disco music e house dos anos 90. Ao lado de Diplo, Mark Ronson criou a dupla Silk City, que já tem o novo single ‘New Love’ com voz da cantora pop Ellie Goulding.

Em entrevista ao G1, a dupla falou sobre esse resgate do disco music em seus trabalhos, sobretudo na produção de ‘Eletricity’, sucesso de Dua Lipa que influenciou seu álbum ‘Future Nostalgia’, um dos melhores álbuns pop de 2020:

“Eu não sei, o que é doido é que agora que sou velho o suficiente, lançando discos desde os meus vinte e poucos, eu vi a disco ir e voltar várias vezes. Quando comecei era o Puff Daddy sampleando todos os singles. Teve Daft Punk, vi tantos ciclos. Mas disco para mim é uma dance music para cima, generosa para a alma, quando você ouve te levanta. Quando é bem feito, nunca fica velho”, disse Mark Ronson.

Diante do sucesso nas paradas musicais com ‘Eletricity’, a cantora repetiu a pegada disco em seu novo álbum, e desde então tem se destacado no mercado musical:

“Essa música a gente tentou fazer uma canção dance clássica e acho que conseguimos”, disse Diplo. “Quando eu e Mark entregamos uma faixa de dance music para um cantor, a gente fica esperando eles tocarem ao vivo. Porque pode não ser o maior hit deles, mas quando eles levam para um festival, um show grande, eles percebem uma coisa: é fácil fazer singles pop. O público curte, acende as luzinhas”.

“Mas quando você vê eles dançarem de verdade, 20 mil pessoas dançando na sua frente, a energia é insana, isso te vicia. Aí eles falam: agora só quero lançar singles de dance music. Eu acho que foi isso que aconteceu com a Dua. Ela provavelmente viu isso. Ela não tinha músicas desse tipo”, completou o Dj.

Vale notar que apesar da matéria não mencionar, outros produtores como Ian Kirkpatrick e Stuart Price (que produziu ‘Confessions on a Dancefloor’ de Madonna) também participaram da produção de Future Nostalgia e merecem o mérito da volta da era disco.

O que mais impressiona, é o sucesso de singles dançantes mesmo na pandemia, quando as pessoas continuam impedidas de ir às baladas e em shows presenciais. Para isto, Mark lembrou que as pessoas querem dançar em casa e se divertir com aplicativos como o TikTok. Um movimento que produtores brasileiros também fazem:

‘Mesmo que clubes, festivais, todos esses lugares estejam parados, por várias razões as pessoas ainda precisam dançar, precisam liberar energia mais do que nunca. O Tik Tok mostrou que é óbvio que as pessoas estão dançando nas suas salas de casa, nos seus quartos, coreografando as músicas”, contou Ronson.

“Músicas tipo “Dancing on my own”, da Robyn, estão tendo essa incrível audiência de pessoas nas suas camas ou sei lá onde. O Silk City, claro, ama a ideia de poder tocar em grandes festivais. E vamos fazer isso quando der. Mas isso não muda o fato de que as pessoas precisam uma alegria, e dançar ajuda, seja na cozinha ou em qualquer lugar”, finalizou o produtor.

 

Mark Ronson, Diplo e Dua Lipa na gravação de ‘Electricity’ — Foto: Reprodução / Instagram

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Em distribuição do Globoplay e Gshow, Ecad vai remunerar direitos conexos em serviços de streaming pela primeira vez

O Ecad anunciou que vai contemplar direitos de autor e conexos por obras executadas em trilhas sonoras de produções audiovisuais no Globoplay e Gshow. É a primeira vez que a entidade remunera direitos conexos em serviços de streaming.

Nesta quarta-feira (18), o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) anunciou que pela primeira vez vai remunerar direitos conexos no streaming, de acordo com a arrecadação realizada pelo Globoplay e GShow.

Segundo o Ecad, isso quer dizer que serão remunerados, ainda em novembro, titulares de direitos de autor (compositores e editores) e conexos (intérpretes, músicos e produtores fonográficos) que tiveram suas obras em trilhas sonoras de produções audiovisuais nessas plataformas digitais.

No total serão contempladas quase 70 mil obras audiovisuais, que foram executadas por mais de 2 bilhões de vezes, no período de janeiro e junho de 2020.

Entenda como será feita a distribuição:

“O montante a ser distribuído é dividido pelas obras audiovisuais (como novelas, séries, minisséries, filmes, desenhos e programas de variedade), observando o total de exibições, o que define o valor de cada conteúdo. Este valor atribuído a cada obra audiovisual é, em seguida, rateado entre as músicas da sua trilha musical, considerando seu tempo de execução e classificação (tema de abertura, encerramento, personagem e background, entre outros)”, explica o escritório em nota.

A entidade afirma ainda que todo o processo de identificação é feito de forma automatizada, através de um cruzamento de dados. Por isto, é de suma importância que cadastro de obras musicais e fonogramas estejam atualizados junto às associações.

 

Foto: Divulgação

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Labsônica abre inscrições para programa de aceleração musical em parceria com a Toca do Bandido

Saiba como você pode participar do programa de aceleração musical Labsônica – Edição Toca do Bandido. Serão escolhidos 6 artistas que receberão produção musical, planejamento estratégico de carreiras, conhecimentos através de workshops, songcamp, mentorias, pitchings e muito mais.

Estão abertas as inscrições para o programa de aceleração musical Labsônica – Edição Toca do Bandido. Podem participar artistas solo, bandas e coletivos com trabalho autoral e composições próprias, com pelo menos 2 anos de existência comprovada e de todos os estilos musicais.

Serão escolhidos 6 artistas que passarão por um processo de aceleração de carreiras através do desenvolvimento de conhecimentos estratégicos com workshops, songcamp, mentorias, pitchings.

Os participantes selecionados ganharão produção musical da Toca do Bandido em três singles, e orientação por uma série de especialistas como Guta Braga, fundadora do Música, Copyright e Tecnologia e Fábio Silveira, editor chefe do FastForward Podcast entre outros grandes nomes do mercado musical nacional.

Os trabalhos criados ao longo do processo serão lançados e promovidos pelo selo Toca Discos. E ainda, uma das melhores agências do país irá promover suas carreiras com gestão estratégica de comunicação e marketing digital.

Para participar, é necessário preencher o Formulário de Inscrição do Programa e um vídeo de até 3 minutos com apresentação do projeto musical e uma perspectiva de como poderá crescer em sua carreira participando do Programa.

Confira todas as informações em https://www.tocadobandido.com.br/aceleracaolabsonica/

Foto: Divulgação/Labsônica

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O SEGREDO DE UM HIT ESTÁ NA COMBINAÇÃO DE CERTEZA E SURPRESA DE ACORDES, DIZ ESTUDO

Cientistas do campo de musicologia computacional, resolveram investigar o que torna um hit agradável para as pessoas. Estudo pode ajudar compositores a criarem hits de sucesso como “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, dos Beatles.

Um novo estudo realizado pelo Instituto Max Planck de Cognição Humana e Ciência Cerebral, descobriu o que torna as músicas agradáveis. Para os cientistas, o segredo de um hit está em uma combinação de incerteza e surpresa de acordes.

De acordo com a IstoÉ, 80 indivíduos ouviram vários acordes em hits clássicos da Billboard dos EUA incluindo “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, dos Beatles, “Red red wine”, da UB40, e “Knowing me, knowing you”, do ABBA.

A partir de um modelo de aprendizado de máquina capaz de quantificar matematicamente o nível de incerteza e surpresa, conectados a scanners cerebrais de ressonância magnética funcional (fMRI), os cientistas chegaram a conclusão de que os voluntários gostaram mais de músicas que têm progressões de acorde inesperadas do que aquelas que são previsíveis.

Os maiores beneficiados pelo estudo são os compositores em suas criações. Apesar de saberem de forma intuitiva que a expectativa é importante para que uma música seja mais agradável, agora temos a confirmação de que o prazer musical tem associação com a amígdala, hipocampo e córtex auditivo do cérebro – “regiões associadas ao processamento de emoções, aprendizado e memória, e processamento de sons, respectivamente”, informou a IstoÉ.

Segundo o portal, o estudo está ligado à musicologia computacional, um novo campo que estuda a ciência e a arte. Vicent Cheung, coordenador do estudo disse que quer ir além e investigar melodias.

Resta saber se os novos dados poderiam ajudar na fórmula mágica para a criação de músicas perfeitas: “É uma característica importante que pode ser explorada, mas não seria a única coisa que pode ser usada para criar uma música pop”, disse Vicent Cheung.

O top três das progressões de acordes mais bem avaliadas pelos participantes são “Invisible Touch”, da banda inglesa Genesis , o hit “Hooked On A Feeling”, de BJ Thomas, e o clássico dos Beatles “Ob-La-Di, Ob-La-Da “.

 

Foto: Canva

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“FUTURE 25”: Rolling Stone elege os líderes mais inovadores no mercado da música

Matéria de Rolling Stone

A Rolling Stone criou uma lista para apontar os líderes mais inovadores e criativos do mercado de música americana. Destacamos Jon Platt, CEO da Sony/Atv, pela sua determinação em buscar que os rappers sejam respeitados e remunerados de forma justa.

A Rolling Stone Americana publicou na edição de Outubro a “Future 25”, uma lista apontando os principais nomes que estão inovando e liderando o mercado americano de música.

Segundo a revista, a ideia é que a “Future 25” aponte os nomes mais criativos e que de fato estão criando algo novo para o mercado. Para isto, a cada ano, a lista terá fundadores de startups, negócios de sucesso e artistas empreendedores.

Nosso destaque vai para Jon platt, CEO da Sony/Atv. Para a Rolling Stone, o diretor que Jay-Z uma vez chamou de “Obama da indústria da música” está “refazendo a ideia de como sua indústria pode se parecer”.

Jon Platt, é conhecido no mercado da música por produzir uma dos maiores hits de Jay-Z, “Empire State of Mind”, além de ser um dos principais nomes que colocaram o hip-hop no nível de sucesso em que está hoje.

Além de ver o potencial de Jay-Z no início de carreira, sempre insistiu que os MC’s fossem tratados (e pagos) como qualquer outro compositor. “Não sou o primeiro editor de música a contratar um artista de rap, mas provavelmente sou um dos primeiros a garantir que sejam respeitados como compositores”, diz ele.

Antes de se tornar presidente e CEO da Sony/ATV, Platt foi um dos primeiros DJs da cidade de Denver, gerenciou produtores e trabalhou na EMI.

Na Sony/ATV, maior editora de música do mundo, Platt implantou uma mudança na cultura corporativa, onde todos os funcionários, e não apenas os de alto escalão, teriam participação nos lucros pela aquisição da EMI Music Publishing por US$2,3 bilhões.

Platt implantou um novo sistema tecnológico para acelerar os pagamentos de royalties aos compositores da Sony/ATV e permitir que eles retirassem dinheiro com ganhos futuros.

Agora, Platt tem objetivos que vão além de sucessos e receitas. “Estou bem sendo o primeiro afro-americano a administrar um negócio global de música, desde que não seja o único”, diz ele. “O que eu quero é que o interior da empresa pareça com a música que representamos.”

Vale a pena conferir a lista completa da “Future 25”. E pra você? Quais são os nomes nacionais que atualmente está inovando no mercado? Deixe sua aposta nos comentários do nosso post no Instagram!

 

Crédito: Ilustração de Sean McCabe para a Rolling Stone.

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DIVAS POP LATINAS ESTÃO POR TODA PARTE, MENOS NAS COMPOSIÇÕES

Matéria de Billboard

Apesar dos esforços para impulsionar a presença de mulheres compositoras nas paradas latinas, em 2019 apenas 4 músicas chegaram ao top 10, duas delas com a presença de homens nas composições. A Billboard explica os motivos.

A Billboard publicou um artigo sobre a queda do número de compositoras de músicas latinas. Apesar dos esforços feitos por gravadoras e serviços de streaming para aumentar este índice, em 2019 o número de compositoras nas paradas voltou a cair.

Segundo o portal, entre 2015 e 2016, a presença de mulheres compositoras na parada da Billboard “Hot Latin Songs” era de apenas 8%. A partir de 2017, diante deste cenário, várias iniciativas começaram a impulsionar a presença de mulheres compositoras, até que em 2018 o índice aumentou para 15%, com 36 músicas na parada escritas por mulheres.

Apesar disso, em 2019 o número músicas compostas por mulheres voltou a cair, com apenas quatro músicas no Top 10. Dessas quatro, as duas que chegaram a primeira colocação, “Chantaje” de Shakira (com Maluma) e “Dame Tu Cosita”, de Pitbull, El Chombo e Karol G, apresentavam homens.

Para o portal, a maior questão é que o raggaeton e a música urbana são os subgêneros mais dominantes nas paradas latinas, e historicamente favorecem os cantores do sexo masculino. Becky G, Karol G e Natti Natasha, que passaram do pop para a música urbana, são exceções por escreverem a maioria de suas próprias músicas.

A maioria das canções do estilo de música urbana são escritas sob uma perspectiva masculina porque todos os produtores, engenheiros, DJs e compositores latinos são homens. “A falta de mulheres no espaço criativo [é preocupante]”, diz Nir Seroussi, vice-presidente executivo da Interscope Geffen A&M. “Não há uma produtora feminina que eu conheça.”, afirmou.

A fim de mudar essa dinâmica, algumas iniciativas já estão em andamento. Como os esforços das gravadoras como a Sony Latin, em promover mais artistas femininas. Além disso, premiações como o “Premios lo Nuestro”, da Univision e o “Latin American Music Awards”, da Telemundo, pela primeira vez tiveram todas as apresentadoras femininas.

Aqui no Brasil, a matéria citou ainda a iniciativa Casa de Música – Escuta as Minas, um estúdio de gravação em São Paulo. “O objetivo era criar um espaço e ambiente seguros em um estúdio liderado por mulheres”, diz Mia Nygren, diretora administrativa do Spotify para a América Latina. A Casa de Música faz parte da iniciativa Listen to Women que o Spotify estreou no Brasil em 2018.

Mesmo com a baixa presença das mulheres nas composições, a compositora Erika Ender, que co-escreveu o megahit “Despacito”, está animada ao ver mais colegas em sessões de redação. Mas, diz ela, “minha percepção pessoal é que ainda não está sendo refletida nas tabelas. Talvez seja uma questão de tempo”.

Foto: Ilustração de Max-o-matic

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Spotify for Artists mostrará o número de ouvintes de artistas em tempo real

Matéria de The Verge

Além de ter informações valiosas sobre sua audiência no Spotify, os artistas poderão visualizar o número de pessoas que estão ouvindo em tempo real suas músicas.

O Spotify anunciou que a nova atualização do Spotify for Artists possibilitará a visualização do número de ouvintes que estão dando o play em suas músicas em tempo real.

Segundo o The Verge, a nova versão do aplicativo, voltado para os artistas que possuem músicas no catálogo do serviço de streaming, será lançada nesta semana com versões para iOS e Android.

Nesta versão, além do contador de plays em tempo real, os artistas poderão ter acesso a outras informações valiosas sobre sua audiência e insights de como conquistar novos seguidores e ser adicionados em várias playlists, aumentando alcance dos plays.

Há ainda um guia com informações sobre como aproveitar ao máximo o lançamento de músicas no serviço, incluindo o Co.Lab do Spotify, uma ferramenta com workshops e mentoria para artistas musicais.

O portal lembrou que há pouco tempo a Apple Music disponibilizou a plataforma Apple Music for Artists, após o lançamento da versão beta no início de 2018. Fornecendo dados de audiência  dos ouvintes baseados como localização geográfica, o serviço está integrado ao  Shazam, mais uma maneira em que os artistas podem rastrear quando as pessoas estão usando o serviço para identificar suas músicas.

Os dados fornecidos por essas plataformas como o Spotify for Artists, são de extrema relevância para que os artistas entendam cada vez mais sobre o seu público, e devem influenciar não apenas na produção de músicas, mas também nos planejamentos e estratégias de divulgação de seus trabalhos.

Foto: Spotify

Já está em dia com o FF Podcast? No episódio 8 o tema é “POP vs Indie”, com participação de Pedro Seiler, um dos fundadores do Queremos OUÇA AQUI!

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RAPPERS BRASILEIROS SE CONSOLIDAM NO DOMÍNIO DE SUAS PRÓPRIAS CARREIRAS

Matéria de Trip

Rappers brasileiros, como Baco Exú do Blues e Evandro Fióti, revelam como conseguiram se consolidar no mercado gerenciando suas próprias carreiras.

O portal da Revista Trip publicou uma matéria os rappers brasileiros que estão conseguindo se consolidar no mercado através da gestão de suas próprias carreiras. Destacamos os principais pontos.

Segundo a revista, Fióti, Eliane Dias e Baco Exu do Blues são exemplos de um movimento em que artistas e produtores do hip hop brasileiro criam seus próprios selos e vão além da música.

Laboratório Fantasma:

Durante o bate-papo com a revista, Evandro Fióti contou a trajetória do Laboratório Fantasma. Há 10 anos, ele e seu irmão Emicida criaram a empresa que hoje é uma referência no segmento.

Além de Emicida, a empresa também gerencia carreiras de outros artistas como Rael e Drik Barbosa. Fióti revelou que precisou encontrar seu próprio modelo de gestão, chamado de gerenciamento 360: “O planejamento é feito em conjunto com cada um deles, envolvendo marketing, comunicação e estratégia artística pra cada projeto ou produto. Decidimos juntos e compartilhamos expectativas”, disse o rapper.

Além de oferecer serviços como lançamentos de discos, shows, produções audiovisuais e parcerias no mundo da moda, a Lab quer diversificar sua atuação com venda de bonés, camisetas, bermudas e moletons em seu próprio site.

Vale lembrar que esta é uma tendência que está em alta no mercado brasileiro, já que  gravadoras brasileiras, como a Universal Music, Sony Music, Warner Music e Biscoito Fino, têm cada vez mais apostado na ideia de ir além da música e lançar produtos colecionáveis que podem ser vendidos em plataformas de vendas.

Boogie Naipe

A empresária Eliane Dias falou de seu trabalho com a Boogie Naipe, produtora criada ao lado de seu marido, Mano Brown. Desde 2012, a empresária, formada em direito, iniciou a tarefa de gerenciar o “maior grupo de rap do Brasil”, o Racionais MC’s.

Desde então, a empresária precisou entender como funciona a cena do rap, e principalmente a lidar com cada um dos integrantes do grupo, uma tarefa que já vimos que não foi nada fácil. Pra cuidar da gestão de forma mais segura, ela está cursando um MBA em gestão Empresarial na FGV.

Com sede em um sobrado no Capão Redondo, zona sul de São Paulo, a Boogie Naipe conta com aproximadamente 8 funcionários, gerencia a carreira dos Racionais, da jovem Victoria Cerrid (ainda não lançada oficialmente), cantores de R&B e a nova fase R&B de Mano Brown: “Ele é conhecido no rap, mas é um artista novo no R&B, então o desafio também é grande”, explicou Eliane”.

999

Em 2016, o sucesso da música “Sulicídio”, de Baco Exú do Blues, transformou o que era “festa” em algo bem sério. A 999, já nasceu quebrando barreiras em um mercado centralizado no eixo-Rio-São Paulo. Vindo de Salvador, Baco contou que a empresa precisou amadurecer de forma rápida para acompanhar o nível dos artistas da região.

A equipe da 999 é de 8 a 10 pessoas, formada por DJ’s, produtores e auxiliares. Baco e o diretor executivo, Leonardo Duque estão em São Paulo, enquanto parte do time continua em Salvador. Agora que a carreira de Baco Exú já está consolidada, o selo segue os passos da Lab Fantasma, com projetos relacionados a moda, audiovisual, entretenimento.

O portal também falou sobre outras iniciativas, como o selo Pirâmide Perdida e MGoma, do rapper Ricon Sapiência. Confira!

Foto: Enio Cesar/Divulgaçã

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