Netflix anuncia que vai apostar no mundo dos games para conquistar novos assinantes

Matéria de Fast Company

A Netflix deve lançar videogames baseados em suas maiores séries, como Stranger Things, em sua plataforma. Embora poucos detalhes tenham sido revelados, especialistas apontam que streaming vai enfrentar grades desafios, técnicos e financeiros.

Recentemente a Netflix anunciou que está contratando diversos profissionais especializados na área de jogos para construir uma nova divisão interativa na empresa. De acordo com o FastCompany.com, a Netflix deve lançar videogames em sua plataforma dentro de um ano.

Embora poucos detalhes tenham sido revelados obre a novidade, já é de se esperar que a Netflix crie jogos em torno de suas franquias mais populares como ‘Stranger Things’ ou ‘La Casa de Papel’.

A notícia de quem a plataforma de streaming vai se aventurar no mundo dos jogos deixou muita gente intrigada, já que o movimento da empresa será um grande desafio, tanto técnico, quanto financeiro.

“Quando digo que é impossível e a Netflix vai falhar, não estou dizendo isso porque sou um ‘hater’ da Netflix”, disse Michael Pachter, analista da Wedbush Securities.

“Estou dizendo isso porque, para mim, é como se a Starbucks anunciasse: ‘Decidimos entrar no negócio da FedEx porque as pessoas já vêm à nossa loja. Eles podem pegar o pacote e também pegarem o café”, brincou o analista ao portal.

Pachter também apontou que um dos grandes desafios para a Netflix será o alto custo de se construir um negócio de jogos. O analista contou que a Disney fechou sua divisão de jogos ‘Infinity’ em 2013, mesmo depois de ter gerado $1 bilhão em receita. “Eles não conseguiam ganhar dinheiro”, disse Pachter. “Os jogos deles eram fantásticos, mas não conseguiam escalar. Sua sobrecarga era tão grande, o custo dos jogos era tão grande, mesmo com um bilhão de dólares em receita”.

Outra questão é que a Netflix, já anunciou que os jogos estarão disponíveis para assinantes em sua plataforma, junto com os filmes e séries. A pergunta que fica é como os usuários iriam jogar? Com um controle remoto? Isso limitaria as ações para cima, baixo, esquerda e direita. A plataforma poderia lançar seu próprio controlador. O que daria um trabalho enorme para compatibilizá-lo com as várias plataformas de smart TV.

Além disso, há a questão da distribuição. Atualmente mais de 70% da distribuição de jogos para celular é feita em iPhones, o que significa que a Apple ficaria com 30% de comissão.

Para muitos, a notícia não passa de marketing, pois não há nenhum anúncio de aquisições de empresas especializadas para seguir com os processos. Mas há também a hipótese de que a Netflix esteja interessada nos conteúdos produzidos pelos streamers, que já transmitiram até agora 840 bilhões de minutos no Twitch, o que resultaria também em mais divulgação da plataforma, logo mais assinantes.

 

 

FOTO: Glenn Carstens-Peters/Unsplash

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Netflix e Spotify lideram ranking de serviços de streaming com mais usuários

Qual serviço de streaming tem mais usuários? Na guerra do streaming, Netflix e Spotify seguem à frente da concorrência com grande folga. Saiba quem mais se destacou no mercado de streaming em 2020.

O Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum) publicou em março uma a análise para descobrir quais serviços de streaming possuem mais assinantes. Não há dúvidas que diante da pandemia do coronavírus os serviços de streaming de áudio e vídeo estabeleceram ainda mais suas receitas, contribuindo para que novos players fossem lançados, aumentando ainda mais a “guerra do streaming”.

Para descobrir quem são os líderes desta batalha pela conquista de novos usuários foram avaliados os serviços de assinatura de vídeo, áudio e notícias com mais de 5 milhões de assinantes no ano passado. Os dados vieram da associação de mídia FIPP, bem como de relatórios de empresas individuais.

Conforme a organização, com mais de 200 milhões de assinantes globais, a Netflix manteve sua posição como o primeiro e principal nome do streaming de vídeo. Embora sua base de consumidores nas Américas tenha começado a se estabilizar, o crescimento da empresa em alcance (mais de 190 países) e conteúdo (mais de 70 filmes originais previstos para 2021) o colocou a frente em mais de 50 milhões de assinantes em comparação à sua concorrência mais próxima.

No quesito de áudio, o Spotify segue no mesmo caminho, com uma base de 144 milhões de assinantes. Ou seja, mais do que o dobro da Apple Music, o concorrente mais próximo com 68 milhões de assinantes.

Enquanto isso, a Amazon segue como o segundo serviço de streaming de vídeo mais popular, com 150 milhões de assinantes. Mas vale notar que as assinaturas do Prime Video estão incluídas na assinatura do Amazon Prime, que também apresentou um grande crescimento, principalmente durante a pandemia.

Disney lidera no crescimento do streaming

Para a organização, a rápida ascensão da Disney junto aos gigantes dos serviços de streaming é algo notável. Apesar do lançamento do Disney+ no final de 2019 com uma biblioteca de conteúdo um “tanto sem brilho” (apenas uma série original com um episódio no lançamento), a plataforma disparou tanto em termos de conteúdo quanto em sua base de assinantes. Atualmente, o serviço conta com 95 milhões de assinantes, mais do que o previsto para 2024.

A onda Disney + também estimulou o crescimento de serviços de streaming parceiros como Hotstar e ESPN +, enquanto outros serviços com bases de assinantes menores tiveram grandes taxas de crescimento influenciadas pela pandemia COVID-19.

Agora, a questão que fica é como o mercado de streaming responderá quando a pandemia começar a diminuir no mundo, e quando todos os novos players forem contabilizados.

 

Foto: Visual Capitalist

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Porta dos Fundos e Netflix vence processo contra seu polêmico Especial de Natal

Matéria de VEJA RIO

Para Juíza, o pedido de entidades religiosas para remover da Netflix o Especial de Natal do Portas dos Fundos é improcedente ao direito de liberdade de expressão, e a vedação à censura.

Na última sexta-feira o Porta dos Fundos e a Netflix ganharam a ação em que religiosos pediam a retirada da plataforma o polêmico ‘Especial de Natal’. Conforme o Veja Rio, a juíza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura, da 16ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, decidiu que o pedido da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura em Ação Civil Pública era improcedente ao direito de liberdade de expressão e a vedação à censura.

No caso, as entidades religiosas pediram a remoção do filme “Especial de Natal do Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo” da Netflix, e ainda pediram uma indenização de 2.000.000 de reais por ‘supostos danos morais coletivos sofridos pela exibição do Especial’, informou o portal.

Para a juíza, cabe ao usuário escolher se deve ou não assistir ao conteúdo, que está dentro dos limites de liberdade de expressão: “não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante da plataforma”.

Além disso, a juíza não considerou o conteúdo como intolerância religiosa, mas sim uma “crítica religiosa, realizada por meio de sátira, a elementos caros ao Cristianismo”.

 

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Netflix e Globo podem se unir para lançar novela de produção milionária

Matéria de NaTelinha

Globo e Netflix estariam negociando acordo para lançar novela com megaprodução avaliada em R$288 milhões, a maior da história brasileira.

Está circulando pela internet que a Netflix e o grupo Globo estariam colaborando em uma parceria para lançar a novela mais cara do Brasil.

De acordo informações dadas pelo NaTelinha,  a Netflix acredita que as novelas de sucesso podem abrir espaço para publicidade e merchandising, convertendo em altos lucros. Mas para conseguir fazer este tipo de conteúdo, precisa da expertise da Globo.

Até agora, nenhuma das empresas confirmaram oficialmente sobre o acordo. Todavia, colaboradores informaram ao portal que a iniciativa foi da Netflix e a intenção é realizar uma produção de 60 capítulos, com um investimento que pode chegar a quase R$5 milhões por capítulo, ou seja, um total de R$288 milhões. Valor muito maior do que os R$800 mil que a Globo investe em suas próprias novelas.

Toda a produção deve ser realizada pelo streaming americano, e não haverá equipes brasileiras na operação. As negociações estariam ocorrendo em sigilo nos Estados Unidos pelo CEO da Netflix, Reed Hastings, e pelo diretor do Globoplay, Erick Brêtas.

O portal informa ainda, que a Netflix estaria contratando a Globo para desenhar todo o projeto e o Globoplay teria os direitos de exibir a novela em primeira mão. Após um determinado tempo a novela entraria no catálogo da Netflix, e assim passaria a ter os direitos mundiais da obra, podendo exibi-la em todo o mundo.

Vale lembrar que em recente entrevista, o vice-presidente de conteúdo da Netflix para a América Latina, Francisco Santos, confirmou o interesse do serviço de streaming de produzir novelas.

 

Imagem: reprodução

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Em AmarElo, Emicida quer inspirar próximas gerações de pessoas negras a construir um caminho de transformação do país

Matéria de ecoa_uol @UOL

AmarElo já está disponível na Netflix, e Emicida conta como seu documentário é um convite para que mais pessoas negras se inspirem a “dar continuidade” a “algo tão grandioso”.

No início de dezembro (8), estreou na Netflix ‘AmarElo – É Tudo Pra Ontem’, o documentário do rapper brasileiro Emicida, com direção de Fred Ouro Preto.

Com base no show do artista de 2019, no Theatro Municipal, além de cenas dos bastidores, o documentário aborda os maiores marcos da cultura negra brasileira nos últimos 100 anos.

Em entrevista para o Ecoa da Uol, Emicida contou detalhes sobre a produção, e fez uma série de reflexões a cerca de como pretende impactar com o seu documentário.

Para o rapper, o documentário é principalmente um convite para que mais pessoas negras se inspirem a “dar continuidade” a “algo tão grandioso”:

“A forma coletiva como ele é apresentado é para que ele seja entendido da forma que é: isso não começa nem termina no Emicida. Eu sou só parte de uma parada. Todos nós temos poder para mudar as coisas, a gente só precisa exercer essa vontade”.

É pela vontade da mudança que o AmarElo nos guia, com histórias de Abdias do Nascimento, Lélia Gonzalez, Wilson das Neves.

“Todas essas pessoas fizeram o quê? Deram um chacoalhão nesse Brasil. Elas falaram: ‘toma vergonha na sua cara, mano, mais da metade de você é afrodescendente, para de falar esse monte de besteira que você está falando’. A gente ainda não chegou totalmente nesse lugar, mas esse chacoalhão foi tão útil que mudou a percepção do brasileiro a respeito de si mesmo”, contou o rapper.

E para finalizar o documentário, Gilberto Gil recita um trecho de Ailton Krenak na música ‘É tudo pra Ontem’, lançada nesta semana.

“Eu amo esse texto do Ailton Krenak porque ele é muito cirúrgico na dualidade humana. O mesmo povo que pode construir coisas frustrantes, pode construir coisas maravilhosas, certo? Eu acho incrível a conclusão a que o texto chega, aquele “mais ou meeeeenos”. Eu acho que ele fala bem do nosso potencial de ser destruidor, mas fala também do nosso potencial de ser criador”, contou o rapper ao portal.

 

Imagem: Jeff Delgado/Divulgação

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Novidade da Netflix exibe programação no estilo de emissoras de TV

Matéria de TechTudo

Novo recurso, em fase de testes, permite assistir programação da Netflix, igual a um canal de TV. Sem precisar ficar escolhendo entre a vasta opção de conteúdos da plataforma.

Na semana passada a Netflix lançou na França o “Netflix Direct”, um novo recurso que funciona como um canal de TV, com programação contínua de suas séries e filmes do mundo todo.

Para acessar ao Netflix Direct, basta o usuário fazer login no site, que é similar ao navegador da plataforma, e começar a assistir ao conteúdo pré-programado da Netflix, sem precisar ficar passar um tempo escolhendo entre as opções de conteúdo disponíveis no catálogo do serviço de streaming.

De acordo com a TechTudo, por enquanto, o recurso está em fase de testes e foi liberado apenas para algumas regiões da França, mas já há previsão para que mais cidades do país recebam a transmissão.

Com a novidade, a Netflix quer reter os usuários que estão mais acostumados a ver TV, e que se tornaram assinantes, principalmente durante o auge da pandemia, época em houve um grande aumento do número de novos usuários pagos.

Segundo a Variety, a França foi escolhida para ser a primeira a receber o canal, pois por lá, o consumo da TV tradicional ainda é a escolha preferida de entretenimento pela população:

“Muitos espectadores gostam de uma programação que não os obrigue a escolher o que assistir. Você pode se deixar guiar sem ter que escolher um título específico e se surpreender com a diversidade da biblioteca da Netflix”, afirmou a empresa em um comunicado.

 

Foto: Divulgação

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Estudo aponta que 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming

Matéria de Consumidor Moderno

Novo estudo da Nielsen revela hábitos de consumo dos serviços de streaming no Brasil. Youtube e Netflix lideram a preferência.

Não há dúvidas que os serviços de streaming estão cada vez mais populares entre a população brasileira. Resta saber qual a dimensão real desta popularidade.

Para isto, a Nielsen Brasil realizou uma pesquisa sobre o consumo dos serviços de streaming como Netflix , YouTube e Globoplay no país, e foi constatado que cerca de 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming (Via Consumidor Moderno).

Para chegar ao resultado, a Nielsen entrevistou 1.260 pessoas das classes A, B e C, em junho. De acordo com a pesquisa, plataformas de streaming como Netflix e Amazon Prime foram usadas por 73,5% dos entrevistados. Por outro lado, sites de vídeos, como o YouTube, foram acessados por 63,8% deles. Mesmo com o destaque pelos conteúdos sob demanda, a TV aberta e a TV a cabo não ficaram atrás, com 61,5% e 54,9% da preferência respectivamente.

Vale notar que o consumo pelas plataformas de streaming é maior entre os mais jovens entre 15 a 24 anos, 77,2% deles afirmaram ser usuários destes serviços. Enquanto isso, a TV a cabo é predominante para os que estão na faixa acima dos 56 anos (65,7%). A TV aberta ficou como a preferida entre as pessoas de 46 a 55 anos (62,9%).

Entre os serviços mais populares entre os brasileiros estão YouTube e Netflix, com 89,4% e 86,6% da preferência. A Amazon Prime (40,2%) vem em terceiro lugar, Globoplay (25,5%) em quarto e Instagram TV (18,8%) na quinta posição. Em breve, quem poderá estar entre os serviços de streaming favoritos é o Disney +, com previsão de lançamento para ainda este mês.

 

Foto: reprodução

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Emicida contará história da cultura negra no Brasil em seu documentário na Netflix

Matéria de Quem

Em breve chegará na Netflix o documentário do rapper brasileiro Emicida. Com produção de Fred Ouro Preto, o rapper pretende contar grandes marcos da história da cultura negra no Brasil até chegar na produção de seu álbum AmarElo.

A Netflix anunciou que em dezembro (8) vai disponibilizar na plataforma o documentário ‘AmarElo – É Tudo Pra Ontem’, do rapper brasileiro Emicida, com direção de Fred Ouro Preto.

Segundo o portal da revista Quem, a produção contará com animações, entrevistas e cenas dos bastidores do que rolou na criação do álbum do rapper.

Com base no show do artista de 2019, no Theatro Municipal, o documentário abordará alguns dos maiores marcos da cultura negra brasileira nos últimos 100 anos. O primeiro, a Semana de Arte Moderna de 1922, passando pelo ato de fundação do Movimento Negro Unificado (MNU), em 1978, pela valorização da cultura e de direitos do povo negro e por último o show de estreia de AmarElo.

“Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, contou Emicida ao portal.

(Foto: Julia Rodrigues / Divulgação)

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GOOGLE TESTA HUB PARA REUNIR SERVIÇOS DE STREAMING EM UM SÓ LUGAR

Versão de testes do ‘Caleidoscópio’, hub do Chrome, será possível ver ‘Stranger Things’ da Netflix e pular para ‘Fleabag’ da Prime Video.

O Google está testando um hub para reunir todos os serviços de streaming em um só lugar, sem previsão de lançamento ainda.

A novidade foi descoberta pelo portal Chrome Story, especializado sobre o navegador. De acordo com o Olhar Digital, na última semana, ao entrar no endereço chrome://kaleidoscope (apenas na versão Chrome Canary) o portal conseguiu visualizar uma versão dos testes em que o Google está testando o hub.

Tudo indica que o hub se chamará ‘Caleidoscópio’ e que ele permitirá que o usuário reúna todo os seus serviços de streaming favoritos. Ou seja, será possível assistir a um episódio de “Stranger Things’ na Netflix e pular para ‘Fleabag’, da Prime Video.

Se lançada, a novidade vai tornar a vida de viciados em séries e filmes ainda mais prática! #natorcida!

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NETFLIX FAZ DOAÇÃO DE R$5 MILHÕES PARA AJUDAR TRABALHADORES DO AUDIOVISUAL NO BRASIL

Matéria de @BOL

Doação da Netflix será administrada pelo ICAB que repassará benefício para os profissionais do audiovisual. Saiba como se inscrever.

Nesta semana a Netflix anunciou que realizou uma doação no valor de R$5 milhões para ajudar trabalhadores do audiovisual afetados pela pandemia de covid-19 no Brasil.

De acordo com o Uol, a doação será direcionada à um fundo administrado pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB) e ajudará até 5 mil pessoas.

Profissionais do audiovisual que não possuem contratos podem receber um salário mínimo (R$ 1.045.) como benefício.

Para se inscrever, basta responder ao formulário no portal oficial do ICAB (icabrasil.org) a partir de 28 de abril. Segundo o portal, cada inscrição será revisada por um comitê composto por membros do ICAB, da BRAVI e da Netflix. As inscrições poderão ser feitas por dois meses ou até que os recursos do fundo se esgotem.

A Netflix informou em um comunicado que o valor doado é um “complemento ao pagamento de cachês que foram feitos às equipes e atores das nossas produções originais no país”.

A doação para o ICAB faz parte de um fundo de US$100 milhões criado pela Netflix em março para apoiar trabalhadores do audiovisual em países em que a empresa atua.

 

Foto: Guetty Images

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