O reinado da Netflix pode estar ameaçado

Matéria de SFGate

O portal SFGate publicou uma notícia sobre os serviços de streaming e os novos desafios do mercado de entretenimento. Com tantas opções, o consumidor precisa estar atento, senão poderá pagar mais que uma assinatura de TV a cabo para assistir suas séries favoritas.

Após a Netflix ter conseguido sucesso com sua plataforma de streaming, várias outras empresas de entretenimento começaram a entrar no mercado e ter sua própria plataforma. Em breve a Disney, Warner e Fox entrarão em cena e as famílias terão que decidir entre pagar mais ou deixar de assistir um determinado filme ou uma série.

Segundo o SFGate, as empresas de mídia estão buscando capitalizar a popularidade e a rentabilidade do streaming, fragmentando o mercado.

O grupo de pesquisa TDG prevê que todas as grandes redes de TV lançarão um serviço de streaming próprio nos próximos cinco anos. Isso significa que a Netflix, Hulu e outros podem ficar sem programas e filmes licenciados de seus futuros rivais. E a briga já começou, em dezembro, a Netflix pagou US$100 milhões para continuar licenciando “Friends” da Warner. Muitos fãs ficaram preocupados em não poder assistir a série no serviço.

O motivo principal para tanto interesse pelas plataformas de streaming são os dados. Apesar de ganharem muito dinheiro com os licenciamentos para a Netflix, com seu próprio serviço, essas empresas terão dados valiosos sobre quem está consumindo seus programas.

Além dos dados, ainda há muito lucro pelo caminho. Para serviços com opções baseadas em anúncios, esses dados se traduzem em mais dólares dos anunciantes. E os serviços que dependem apenas de receita de assinatura, as empresas de mídia podem usar os dados para adequar melhor suas ofertas aos gostos individuais, ajudando a atrair mais assinantes.

A existência de muitas opções de serviços de streaming nem sempre significa benefícios para o consumidor. Para obter uma programação completa, os telespectadores podem ter que assinar vários serviços, em vez de apenas um ou dois, gerando uma grande confusão.

O consumidor deve ficar atento ao bolso, pois ter vários assinaturas de serviços de streaming pode sair mais caro que um plano de TV a cabo. Cerca de US$107 por mês, segundo o Leichtman Research Group.

De olho nesse mercado, novos serviços estão surgindo na tentativa de agrupar as plataformas. Os clientes da Amazon Prime podem adicionar assinaturas da HBO, Showtime ou Starz. Os espectadores do Roku e do Chromecast podem acessar seus diferentes serviços a partir de um local central.

Para lidar com tantas mudanças, o consumidor deve ser paciente: “Estamos em uma época de mudanças dramáticas para os negócios de TV e vídeo. Haverá grandes benefícios e pontos de interrogação e consequências.”, afirmou o presidente do grupo de pesquisa TDG, Michael Greeson.

Leia na origem

Estudo diz que streaming vai arrecadar mais do que bilheterias de cinema em 2019

Matéria de UOLEntrete @UOL

Pesquisa confirma que as plataformas de streaming como Netflix e Amazon irão bater a arrecadação das bilheterias de cinema. O motivo: ingressos de cinema com valores mais altos que as plataformas de streaming.

O portal UOL publicou uma pesquisa realizada pela Ampere Analysis sobre o mercado de streaming  e cinema no mundo. A pesquisa confirmou que as pessoas estão preferindo plataformas como Netflix e Amazon do que ir aos cinemas.

A previsão é que plataformas de streaming baterão a arrecadação dos cinemas, com US$46 bilhões. Os cinemas deverão faturar US$ 40 bilhões em 2019.

Segundo a Ampere, a perda de interesse pelo cinema é devido aos preços dos ingressos. Muitas vezes, para o consumidor, é muito mais válido pagar por um serviço de streaming do que ir ao cinema.

A pesquisa indicou que em países como o México, onde o valor do ingresso fica em torno de US$2,50 (R$9,70), as pessoas costumam ir ao cinema 3 vezes ao ano. Na região escandinava da Europa, onde o ingresso chega a US$13 (mais de R$50), a média cai para 1 visita ao cinema por ano.

Nove entre quinze países como EUA, Reino Unido e Alemanha, possuem ingressos de cinema com valores mais altos que a assinatura de um serviço de streaming.

O país que possui menor freqüência de público nos cinemas é o Japão. O ingresso custa mais que o dobro das plataformas.

 

Foto: Getty Images

Leia na origem

31 fatos que aprendemos com “Vai Anitta”

Matéria de Billboard

A Bilboard publicou uma matéria sobre a nova série documental da cantora Anitta na Netflix, “Vai Anitta” e listou algumas curiosidades reveladas nos seis episódios e o que aprendemos sobre a cantora.

“Vai Anitta” é uma produção original da Netflix que documenta o trabalho, a estratégia, o riso e o drama por trás do sucesso da Anitta, desde o seu início no Brasil até sua fama internacional. A seguir os principais pontos destacados pela Billboard após o lançamento da série.

 

  1. Embora tenha sido uma grande estrela no Brasil por quase uma década, Anitta afirma que 2017 é o ano mais importante de sua vida.
  2. Ela é a artista brasileira mais divulgada no Spotify.
  3. Segundo seus pais, ela era travessa e brincalhona quando criança.
  4. Ela foi descoberta pelos produtores da Furacão 2000, em 2010, após postar um vídeo de si mesma cantando no YouTube.
  5. “Checkmate”: foi seu plano de sucesso internacional que se baseava em lançar uma música e um vídeo por mês.
  6. Sua primeira música internacional foi “Will I See You”, com o famoso compositor/produtor Poo Bear de “Despacito”. Essa também foi sua primeira canção em inglês.
  7. Ela aprendeu inglês porque sua mãe a obrigou. Agora, ela é muito grata por conhecer três idiomas.
  8. Ela não trabalha por causa do dinheiro, mas porque gosta de criar coisas diferentes e inovadoras.
  9. Ela gosta de comer milho branco, mas deixa o sabugo meio comido o tempo todo.
  10. No videoclipe de Alesso, “Is That For Me”, Anitta sugeriu que parte do vídeo fosse filmado nas cavernas da Floresta Amazônica, após a dica de um fã enviada pelo Instagram.
  11. Ela teve um casamento secreto e privado na floresta amazônica e tem apenas uma foto e um vídeo de seu dia especial.
  12. Anitta vem de um contexto muito pobre no Brasil.
  13. Seu pai queria que ela estudasse administração de empresas porque cantar era para “pessoas ricas”.
  14. A primeira vez que ela ouviu “Downtown”, ela sabia que a música era para ela porque era muito sexy.
  15. J Balvin queria estar na música com ela.
  16. No dia em que gravaram o vídeo de “Downtown”, Anitta e Balvin chegaram ao estúdio para gravar “Machika”.
  17. Anitta admitiu gostar e beijar garotas.
  18. Ela foi altamente criticada por querer ser uma cantora de funk brasileira, tendo pessoas que a chamam de grossa, feia e pobre.
  19. Ela adora funk, que ela diz ser como o reggaeton do Brasil.
  20. Ela inventou seu famoso movimento de quadril “quadradinho”.
  21. Seu irmão foi seu primeiro DJ, motorista, produtor…
  22. Ela motiva crianças no Brasil a aprender inglês e espanhol.
  23. Seus publicitários, gerente assistente e roadies têm sido o mesmo time desde que ela iniciou sua carreira no Brasil.
  24. Ela tem um relacionamento irmão/irmã com seus empresários internacionais, John Shahidi e Sam Shahidi, da Shots Studios.
  25. Seu videoclipe sensual para “Vai Mailandra” alcançou 15 milhões de visualizações em 24 horas.
  26. Ela adora dar conselhos às pessoas.
  27. Ela também gosta de brincar com as pessoas.
  28. Liv Nightclub em Miami foi o primeiro clube onde se apresentou nos EUA.
  29. Ela admite ter oito cirurgias plásticas, incluindo preenchimentos labiais.
  30. O videoclipe de “Indecente” foi filmado em sua casa no Brasil durante uma transmissão ao vivo.
  31. Ela pensou sobre a ideia em um avião, planejou em dois dias e lançou o videoclipe no dia de seu aniversário.

 

Foto: Netflix

Leia na origem

A Netflix é mais uma que tenta se desviar das lojas de aplicativos

Matéria de MarketWatch

Empresas de tecnologia como a Netflix e o Spotify estão realizando ações para incentivar os usuários a fazerem o registro e compra de seus aplicativos em suas próprias plataformas e sites para reduzir os custos com comissões na App Store e Google Play.

Pouca gente sabe, mas para ter um aplicativo na App Store ou no Google Play, a Apple e o Google cobram um valor de 30% como comissão. Um valor considerado alto e que acaba impactando no faturamento de qualquer empresa que está nas lojas de aplicativos.

Pensando nisso, a Netflix está criando novas formas para tentar fugir das comissões das lojas de aplicativos. Para incentivar seus usuários a se registrarem por outros meios, um site para dispositivos móveis do aplicativo foi criado. Além do cadastro, o usuário poderá definir os modos de pagamentos diretamente com a Netflix. Por enquanto, a medida está em fase de testes em vários países, menos nos EUA.

Não é de hoje que as empresas de tecnologia que possuem aplicativos nas plataformas da Apple e Google reclamam da “taxa” por visibilidade. Outra empresa que tem procurado fugir da dependência das lojas de aplicativos é o Spotify.

O Spotify não permite que novos usuários se registrem na loja de aplicativos da Apple, embora o aplicativo em si ainda possa ser baixado por lá. A empresa tem se pronunciado sobre o assunto e exigindo a criação de novas regulamentações.

Em 2015, o Spotify enviou e-mails para seus usuários incentivando o pagamento pelo Spotify.com e não pela App Store: “Se você trocar seus pagamentos para o Spotify.com, não haverá custos de transação e você economizará dinheiro”, informou o e-mail. Os e-mails também continham informações sobre como desligar a renovação automática no iTunes e fazer pagamentos através de seu próprio site, além de fornecer descontos nas assinaturas.

As empresas desenvolvedoras de games também estão aderindo a ideia e gerando novos modos de registros de usuários. A Epic Games lançará seu famoso jogo “Fortnite” em seu próprio site e o download só poderá ser feito nele.

“Tivemos discussões de portas fechadas com desenvolvedores de jogos que afirmam que a estrutura de comissões da Apple e do Google é injusta e que eles podem assumir um papel mais público ao empurrar de volta o modelo de negócios”, afirmaram analistas da Macquarie – empresa líder em consultoria financeira.

Ben Schachter, líder da Macquarie também afirmou que a resistência das empresas pode significar que o modelo de distribuição de aplicativos, como ditado pela Apple e pelo Google, precisa mudar.

Leia na origem

Spotify prepara-se para apostar no vídeo. Concorrência ao Netflix?

Matéria de Leak

Contratação do novo diretor de conteúdo indica que o Spotify possui interesse em desenvolver novos produtos e serviços envolvendo vídeo.

A contratação de Dawn Ostroff pode trazer grandes novidades envolvendo vídeo para o serviço de streaming Spotify.

Ostroff é o novo Diretor de Conteúdos do serviço e será responsável por assuntos relacionados a parcerias envolvendo conteúdos de música, áudio e vídeo. Agora Daniel Ek co-fundador do Spotify assumirá a posição de diretor executivo, cargo que estava vazio desde a saída de Stefan Blom, em janeiro.

O novo diretor será extremamente importante para o serviço de streaming que só tem a ganhar com sua experiência no campo de vídeo. Não foram os revelados os motivos de sua admissão, porém segundo o site “Leak”, como o serviço de steaming deseja oferecer serviços e produtos diversificados e já desenvolveu ações envolvendo vídeos é possível que Spotify traga novidades para quem sabe ser mais um concorrente da Netflix.

Leia na origem

O streaming está derrubando os cinemas (e a pirataria), revela pesquisa

Matéria de EXAME

Pesquisa aponta o impacto do streaming no Brasil: os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A EXAME publicou uma pesquisa exclusiva sobre o impacto do streaming no Brasil e revelou que os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A pesquisa que foi produzida pela consultoria Alexandria Big Data, ouviu 1.596 pessoas no país sobre seus hábitos de consumo on demand.

Entre os resultados obtidos, 64,7% das pessoas assinantes de serviços de streaming “deixaram de ir ao cinema para assistir filmes em casa e 43,6% citam a “liberdade de escolha” como razão principal para tanto. Os altos custos que envolvem a ida aos cinemas são citados por 30,7% como motivo”.

Além disso, apenas 35,3% afirmaram que preferem ir aos cinemas e “22,5% dizem que a experiência oferecida pela sala é o que mais atrai. 15,2% alegam que o fato de esses locais possuírem lançamentos é o que os leva a buscar essa forma de entretenimento”.

Os brasileiros estão reduzindo o consumo de pirataria: 62,4% dos entrevistados “disseram já terem consumido esse tipo de conteúdo, mas 81,6% alegam ter reduzido tal consumo depois de virar usuários de serviços de streaming”.

O ranking de serviços mais populares entre os brasileiros está em primeiro lugar a Netflix (85,1%), seguida do Spotify (33%), o Google Play (18,3%), Telecine Play (16,5%) e Deezer (14,2%).

Leia na origem

Netflix anuncia série em parceria com o Kondzilla

Matéria de EXAME

KondZilla lançará série de oito episódios na Netflix.

O KondZilla, é conhecido por ser o maior canal do YouTube brasileiro. Já contamos sua trajetória em posts anteriores. Nessa semana ele voltou com mais uma conquista, que pode mudar a vida de outros criadores de conteúdo na plataforma de streaming de vídeos.

A notícia é que o KondZilla lançará uma série na Netflix, chamada de “Sintonia”, que irá explorar “a interconexão da música, tráfico de drogas e religião em São Paulo”. A produção chegará ao catálogo apenas em 2019.

Com 32 mil curtidas, 8 mil compartilhamentos e 455 mil visualizações, a divulgação da notícia no Facebook da Netflix viralizou nas redes sociais.

No Twitter o público está dividido, uns aprovam e outros acreditam que a plataforma poderia direcionar esforços em outras produções. O que importa é perceber como a internet está possibilitando o surgimento de novos talentos.

Leia na origem

Netflix ultrapassa TV paga nos Estados Unidos

A Netflix passou a frente da TV a cabo nos estados Unidos.

Segundo dados da Statista and Leichtman Research Group, a Netflix passou a frente da TV a cabo nos estados Unidos.

O serviço de streaming passou a TV fechada em março, quando ela registrou 48,6 milhões de assinantes nos Estados Unidos. O estudo em questão avaliou os dados de todas os maiores players do setor de TV a cabo americano.

De acordo com o portal Quartz, a distância entre a TV por assinatura e os serviços de streaming pode ser ainda maior, caso computados os números de outras empresas deste setor: somente o Hulu, registrou 12 milhões de assinantes pagantes em maio deste ano.

Leia na origem

Netflix vai reajustar preços de planos a partir de julho

Matéria de Folha de S.Paulo

Em comunicado aos assinantes o Netflix anuncia aumento do preço da mensalidade de alguns planos.

A partir de julho o preço de alguns planos de mensalidade da Netflix serão reajustados. O plano padrão, passa de R$ 22,90 para R$ 27,90. O premium, sai de R$ 29,90 para R$ 37,90 e a  assinatura básica, continua custando R$ 19,90.

O último reajuste ocorreu em 2015, mas somente para os novos assinantes. Apenas em maio de 2016 o preço para assinantes foi alterado.

Em nota, o serviço afirmou que vai “continuar oferecendo um serviço cada vez melhor, com novas funcionalidades, como downloads”.

Leia na origem

CEO da Netflix quer transmitir filmes ao mesmo tempo que saem no cinema

Reed Hastings, CEO da Netflix, falou sobre o interesse em transmitir filmes em cartaz nos cinemas de simultaneamente.

Parece que esse é o futuro do cinema já que o fundador do Napster, Sean Parker, anunciou estar buscando um sistema antipirataria para incentivar as grandes produtoras a liberar filmes em cartaz para serem vistos em streaming.

Hasting disse que cada vez mais o período entre o lançamento de um filmeno cinema até o lançamento em formatos de DVD, Blu-ray ou cópias digitais para o streaming tende a diminuir.

A indústria cinematográfica já vem estudando sobre o assunto. Com a redução do tempo amenizaria os efeitos da queda de vendas de DVDs e Blu-rays. “Isso cairia como uma luva para os planos da Netflix de se tornar um verdadeiro cinema em casa”. Contudo, Hastings afirmou que há planos para a Netflix se tornar uma rede de cinemas.

Leia na origem

©2019 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?