Globo investe em tecnologia e aposta no Globoplay para concorrer com a Netflix

Matéria de Folha de S.Paulo

Os esforços do grupo Globo para acompanhar o novo mercado e a concorrência formada pelos serviços de streaming como a Netflix.

A Folha de São Paulo publicou uma matéria sobre como a Globo tem investido em tecnologia para acompanhar o novo mercado e a concorrência formada pelos serviços de streaming como a Netflix.

Uma das estratégias da Globo é o projeto “Uma Só Globo”, que se iniciou no ano passado com o objetivo de unificar o grupo e impulsionar o Globoplay. De acordo com os balanços da TV Globo, houve uma redução de 38% na geração de caixa operacional, de R$2,3 bilhões para R$1,4 bilhão.  A redução foi causada pelos investimentos voltados à plataforma e produção de conteúdo exclusivo.

Guy Bisson, da consultoria britânica Ampere, especializada em streaming, disse que o movimento da Globo é algo “absolutamente esperado”, já que outras empresas, como a Disney, tiveram milhões em gastos para lançar suas plataformas.

O CEO da Globoplay, João Mesquita, afirmou que a plataforma está apostando em conteúdos para além da programação da tv aberta, como as produções originais “Shippados” (foto) e “Ilha de Ferro”. Há ainda, os licenciamentos de produções estrangeiras como “Killing Eve” e “The Handmaids Tale”.  Segundo Mesquita, o Grupo Globo continuará neste ritmo de investimentos pela próxima década, já que entrou no streaming com atraso.

Além do relançamento do Globoplay, no ano passado, também houveram mudanças em outras áreas da empresa como a desvinculação dos serviços de streaming Telecine Play (filmes) e Premiere (esportes) da TV paga. Esses serviços começaram a ser oferecidos ao público pela internet com valores de planos reduzidos.

O projeto “Uma Só Globo” prevê o encerramento da produtora e programadora de TV, Globosat.  Alberto Pecegueiro, presidente da unidade, afirmou que a consolidação do grupo deve ocorrer até 2020.

Pecegueiro e Mesquita contaram que o processo de unificação começou na área de esportes e avançou pela área comercial.

“O que estamos fazendo é a integração definitiva do tradicional ao digital, da inteligência artificial à criatividade humana”, afirmou em nota Carlos Henrique Schroder, diretor-geral da Globo.

“A Globo nunca será o dinossauro maior, mas, como lembram tanto Mesquita quanto o analista Guy Bisson, o fato de atuar num só país é vantagem, entre outros fatores, por poder vender sua produção aos gigantes no resto do mundo”, explicou a Folha, que detalhou em sua publicação, mais informações sobre o projeto de unificação do grupo.

 

Foto: A nova séria do Globoplay, “Shippados” – Paulo Belotte/Divulgação

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Como o Apple TV+ pode destruir a Netflix

Matéria de CCN

Embora tenha chegado um pouco tarde, o Apple TV+, novo serviço de streaming de video e TV da Apple tem tudo para desbancar a Netflix. O portal CCN contou como a Apple conseguiu reinventar produtos e serviços de forma inovadora, mostrando que o mesmo pode acontecer com o novo serviço de streaming de TV. Melhor a Netflix ficar bem atenta com a novidade.

Para competir com a Netflix, Apple lançou um novo serviço de streaming de filmes e TV, o Apple TV+ recheado de novidades e produções próprias. Em resposta, os executivos da Netflix riram da ameaça, brincando que a Apple está “muito atrasada para o jogo”. Mas olhando seu histórico é melhor a Netflix tomar cuidado.

Já é uma prática comum da Apple entrar no jogo tardiamente, mas sempre que faz consegue, em questão de tempo, destruir a concorrência. O portal CCN contou como a Apple conseguiu reinventar produtos e serviços de forma inovadora, mostrando  que o mesmo pode acontecer com o o Apple TV+.

  1. Smartphones: Fato que a Apple não deu origem a novas tecnologias, como o o iPhone, o iPad, o MacBook e o iPod. O iPhone não foi o primeiro smartphone no mercado. A IBM lançou um smartphone em 1992, quinze anos antes de um iPhone ser colocado à venda. O Blackberry venceu a Apple no mercado por cinco anos, apenas.
  2. Computador, tablet e MP3: A Apple não inventou o primeiro computador, smartphone ou smartwatch, mas mudou essas tecnologias para sempre. A Microsoft introduziu o computador pessoal anos antes da Apple, comandando 90% do mercado. Dez anos antes do lançamento do iPad, a Microsoft também lançou um tablet . O primeiro MP3 player chegou às bancas em 1997, quatro anos antes do iPod.
  3. Streaming : O serviço de streaming de música Apple Music foi lançado em 2015. O portal de tecnologia, The Verge, chegou a declarar uma análise: “a Apple esperou muito para entrar no streaming de música”. Entretanto, bastaram apenas três anos para que a Apple Music ultrapassasse os números de assinaturas do Spotify nos EUA.

Com relação ao o Apple TV+, para chegar ao mesmo número de assinantes da Netflix, basta que 10% dos dispositivos da Apple, assinem o serviço.

  1. Dinheiro: Além da tecnologia, a Apple tem US$257 bilhões em reservas de caixa (o suficiente para comprar a Netflix). Em comparação com o saldo negativo da Netflix de US$1,3 bilhão em fluxo de caixa.

Enquanto a Apple está começando com o investimento de US$2 bilhões em conteúdo original em seu novo serviço de streaming, a Netflix já gastou US$15 bilhões. Se os investimentos em conteúdo original da Apple crescerem, é bom a Netflix ficar atenta.

Outra variável que a Netflix não pode deixar de acompanhar é o preço pelo serviço. Afinal, o foco da Apple está sendo direcionado para os serviços, que podem ter preços reduzidos. Ultimamente  a Netflix tem aumentado os valores de assinatura.

  1. Segundo o portal, quem olha a Apple chegando agora nos serviços de streaming, mal sabe que antes mesmo de Steve Jobs morrer já havia planos para a TV. Em 2012, Tim Cook chegou a dizer que essa era uma área de grande interesse pela empresa. Agora Tim está apostando tudo no streaming. “Os executivos da Netflix não devem ser complacentes. Eles devem estar aterrorizados”, afirmou o CCN.

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Net e Claro passam a oferecer conteúdo da Netflix

Matéria de @meioemensagem

As operadoras Net e Claro anunciaram que a Netflix fará parte de seu pacote de conteúdo. Saiba como acessar.

De acordo com o Meio & Mensagem, os assinantes da Netflix que também possuem pacotes Net 4K e smartphones da Claro poderão ter acesso ao conteúdo da plataforma de streaming,  através do próprio decodificador, no canal 680 ou na área de aplicativos.

A parceria também facilitará uma integração na fatura. O usuário poderá assinar a Netflix pelo ambiente da Net e pagar a mensalidade na mesma fatura de TV por assinatura.

Para smartphones da Claro, o conteúdo da Netflix pode ser encontrado pelo serviço ExtraPlay, que permite dobrar a franquia de dados para o consumo de streaming de vídeo.

Vale lembrar que a Netflix também possui parceria com a Vivo, que desde outubro do ano passado disponibiliza conteúdo da plataforma em seu menu de aplicativos e janela de canal.

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MARCA DE ROUPAS, YOUTUBE, NETFLIX: KONDZILLA QUER MUITO MAIS

Matéria de HuffPost Brasil

O portal Huffpost Brasil publicou uma entrevista com o KondZilla, dono do 3º maior canal de música do mundo no YouTube. O produtor e empresário Konrad Dantas, falou sobre sua carreira e nova fase como diretor criativo da Orloff.

A história de Konrad Dantas (30 anos) é uma das mais inspiradoras na música. Foi com muita vontade de fazer seu próprio trabalho e uma câmera na mão que hoje seu canal no Youtube, KondZilla, é o maior do Brasil e o do 3º maior canal de música do mundo.

Além de seu canal no Youtube, Kond fundou uma holding de comunicação, englobando a marca KondZilla Filmes e a KondZilla Wear, uma marca de roupas que espelha a cultura periférica. Há dois anos o produtor também possui um portal de comportamento.

“A música foi um meio mais rápido para conseguir viver com um pouco mais de conforto. Mas esse momento chegou. E como eu vou devolver isso para o universo? Como devolver isso para o público que apoiou nosso trabalho? A gente tem que entregar outro tipo de mensagem também. Minha missão de vida é contribuir para a transformação das pessoas. Ajudando elas a se transformar. Ser o meio para que elas se transformem.”, falou KondZilla à Huffpost Brasil em entrevista, sobre seu portal.

KondZilla chamou a atenção da Netflix e está prestes a lançar uma série sobre funk e periferia. A Orloff também quis Kond em seu time e anunciou que o produtor e empresário será seu diretor criativo.

“Ser diretor de cena é uma das minhas atividades. Ser empresário é uma das minhas atividades. Escrever roteiro é outra das minhas atividades. Acho que a atividade que consegue sintetizar isso tudo é ser diretor de criação”, disse KondZilla sobre o novo papel como diretor criativo.

 

Foto: instagram/@kond

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O reinado da Netflix pode estar ameaçado

Matéria de SFGate

O portal SFGate publicou uma notícia sobre os serviços de streaming e os novos desafios do mercado de entretenimento. Com tantas opções, o consumidor precisa estar atento, senão poderá pagar mais que uma assinatura de TV a cabo para assistir suas séries favoritas.

Após a Netflix ter conseguido sucesso com sua plataforma de streaming, várias outras empresas de entretenimento começaram a entrar no mercado e ter sua própria plataforma. Em breve a Disney, Warner e Fox entrarão em cena e as famílias terão que decidir entre pagar mais ou deixar de assistir um determinado filme ou uma série.

Segundo o SFGate, as empresas de mídia estão buscando capitalizar a popularidade e a rentabilidade do streaming, fragmentando o mercado.

O grupo de pesquisa TDG prevê que todas as grandes redes de TV lançarão um serviço de streaming próprio nos próximos cinco anos. Isso significa que a Netflix, Hulu e outros podem ficar sem programas e filmes licenciados de seus futuros rivais. E a briga já começou, em dezembro, a Netflix pagou US$100 milhões para continuar licenciando “Friends” da Warner. Muitos fãs ficaram preocupados em não poder assistir a série no serviço.

O motivo principal para tanto interesse pelas plataformas de streaming são os dados. Apesar de ganharem muito dinheiro com os licenciamentos para a Netflix, com seu próprio serviço, essas empresas terão dados valiosos sobre quem está consumindo seus programas.

Além dos dados, ainda há muito lucro pelo caminho. Para serviços com opções baseadas em anúncios, esses dados se traduzem em mais dólares dos anunciantes. E os serviços que dependem apenas de receita de assinatura, as empresas de mídia podem usar os dados para adequar melhor suas ofertas aos gostos individuais, ajudando a atrair mais assinantes.

A existência de muitas opções de serviços de streaming nem sempre significa benefícios para o consumidor. Para obter uma programação completa, os telespectadores podem ter que assinar vários serviços, em vez de apenas um ou dois, gerando uma grande confusão.

O consumidor deve ficar atento ao bolso, pois ter vários assinaturas de serviços de streaming pode sair mais caro que um plano de TV a cabo. Cerca de US$107 por mês, segundo o Leichtman Research Group.

De olho nesse mercado, novos serviços estão surgindo na tentativa de agrupar as plataformas. Os clientes da Amazon Prime podem adicionar assinaturas da HBO, Showtime ou Starz. Os espectadores do Roku e do Chromecast podem acessar seus diferentes serviços a partir de um local central.

Para lidar com tantas mudanças, o consumidor deve ser paciente: “Estamos em uma época de mudanças dramáticas para os negócios de TV e vídeo. Haverá grandes benefícios e pontos de interrogação e consequências.”, afirmou o presidente do grupo de pesquisa TDG, Michael Greeson.

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Estudo diz que streaming vai arrecadar mais do que bilheterias de cinema em 2019

Matéria de UOLEntrete @UOL

Pesquisa confirma que as plataformas de streaming como Netflix e Amazon irão bater a arrecadação das bilheterias de cinema. O motivo: ingressos de cinema com valores mais altos que as plataformas de streaming.

O portal UOL publicou uma pesquisa realizada pela Ampere Analysis sobre o mercado de streaming  e cinema no mundo. A pesquisa confirmou que as pessoas estão preferindo plataformas como Netflix e Amazon do que ir aos cinemas.

A previsão é que plataformas de streaming baterão a arrecadação dos cinemas, com US$46 bilhões. Os cinemas deverão faturar US$ 40 bilhões em 2019.

Segundo a Ampere, a perda de interesse pelo cinema é devido aos preços dos ingressos. Muitas vezes, para o consumidor, é muito mais válido pagar por um serviço de streaming do que ir ao cinema.

A pesquisa indicou que em países como o México, onde o valor do ingresso fica em torno de US$2,50 (R$9,70), as pessoas costumam ir ao cinema 3 vezes ao ano. Na região escandinava da Europa, onde o ingresso chega a US$13 (mais de R$50), a média cai para 1 visita ao cinema por ano.

Nove entre quinze países como EUA, Reino Unido e Alemanha, possuem ingressos de cinema com valores mais altos que a assinatura de um serviço de streaming.

O país que possui menor freqüência de público nos cinemas é o Japão. O ingresso custa mais que o dobro das plataformas.

 

Foto: Getty Images

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31 fatos que aprendemos com “Vai Anitta”

Matéria de Billboard

A Bilboard publicou uma matéria sobre a nova série documental da cantora Anitta na Netflix, “Vai Anitta” e listou algumas curiosidades reveladas nos seis episódios e o que aprendemos sobre a cantora.

“Vai Anitta” é uma produção original da Netflix que documenta o trabalho, a estratégia, o riso e o drama por trás do sucesso da Anitta, desde o seu início no Brasil até sua fama internacional. A seguir os principais pontos destacados pela Billboard após o lançamento da série.

 

  1. Embora tenha sido uma grande estrela no Brasil por quase uma década, Anitta afirma que 2017 é o ano mais importante de sua vida.
  2. Ela é a artista brasileira mais divulgada no Spotify.
  3. Segundo seus pais, ela era travessa e brincalhona quando criança.
  4. Ela foi descoberta pelos produtores da Furacão 2000, em 2010, após postar um vídeo de si mesma cantando no YouTube.
  5. “Checkmate”: foi seu plano de sucesso internacional que se baseava em lançar uma música e um vídeo por mês.
  6. Sua primeira música internacional foi “Will I See You”, com o famoso compositor/produtor Poo Bear de “Despacito”. Essa também foi sua primeira canção em inglês.
  7. Ela aprendeu inglês porque sua mãe a obrigou. Agora, ela é muito grata por conhecer três idiomas.
  8. Ela não trabalha por causa do dinheiro, mas porque gosta de criar coisas diferentes e inovadoras.
  9. Ela gosta de comer milho branco, mas deixa o sabugo meio comido o tempo todo.
  10. No videoclipe de Alesso, “Is That For Me”, Anitta sugeriu que parte do vídeo fosse filmado nas cavernas da Floresta Amazônica, após a dica de um fã enviada pelo Instagram.
  11. Ela teve um casamento secreto e privado na floresta amazônica e tem apenas uma foto e um vídeo de seu dia especial.
  12. Anitta vem de um contexto muito pobre no Brasil.
  13. Seu pai queria que ela estudasse administração de empresas porque cantar era para “pessoas ricas”.
  14. A primeira vez que ela ouviu “Downtown”, ela sabia que a música era para ela porque era muito sexy.
  15. J Balvin queria estar na música com ela.
  16. No dia em que gravaram o vídeo de “Downtown”, Anitta e Balvin chegaram ao estúdio para gravar “Machika”.
  17. Anitta admitiu gostar e beijar garotas.
  18. Ela foi altamente criticada por querer ser uma cantora de funk brasileira, tendo pessoas que a chamam de grossa, feia e pobre.
  19. Ela adora funk, que ela diz ser como o reggaeton do Brasil.
  20. Ela inventou seu famoso movimento de quadril “quadradinho”.
  21. Seu irmão foi seu primeiro DJ, motorista, produtor…
  22. Ela motiva crianças no Brasil a aprender inglês e espanhol.
  23. Seus publicitários, gerente assistente e roadies têm sido o mesmo time desde que ela iniciou sua carreira no Brasil.
  24. Ela tem um relacionamento irmão/irmã com seus empresários internacionais, John Shahidi e Sam Shahidi, da Shots Studios.
  25. Seu videoclipe sensual para “Vai Mailandra” alcançou 15 milhões de visualizações em 24 horas.
  26. Ela adora dar conselhos às pessoas.
  27. Ela também gosta de brincar com as pessoas.
  28. Liv Nightclub em Miami foi o primeiro clube onde se apresentou nos EUA.
  29. Ela admite ter oito cirurgias plásticas, incluindo preenchimentos labiais.
  30. O videoclipe de “Indecente” foi filmado em sua casa no Brasil durante uma transmissão ao vivo.
  31. Ela pensou sobre a ideia em um avião, planejou em dois dias e lançou o videoclipe no dia de seu aniversário.

 

Foto: Netflix

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A Netflix é mais uma que tenta se desviar das lojas de aplicativos

Matéria de MarketWatch

Empresas de tecnologia como a Netflix e o Spotify estão realizando ações para incentivar os usuários a fazerem o registro e compra de seus aplicativos em suas próprias plataformas e sites para reduzir os custos com comissões na App Store e Google Play.

Pouca gente sabe, mas para ter um aplicativo na App Store ou no Google Play, a Apple e o Google cobram um valor de 30% como comissão. Um valor considerado alto e que acaba impactando no faturamento de qualquer empresa que está nas lojas de aplicativos.

Pensando nisso, a Netflix está criando novas formas para tentar fugir das comissões das lojas de aplicativos. Para incentivar seus usuários a se registrarem por outros meios, um site para dispositivos móveis do aplicativo foi criado. Além do cadastro, o usuário poderá definir os modos de pagamentos diretamente com a Netflix. Por enquanto, a medida está em fase de testes em vários países, menos nos EUA.

Não é de hoje que as empresas de tecnologia que possuem aplicativos nas plataformas da Apple e Google reclamam da “taxa” por visibilidade. Outra empresa que tem procurado fugir da dependência das lojas de aplicativos é o Spotify.

O Spotify não permite que novos usuários se registrem na loja de aplicativos da Apple, embora o aplicativo em si ainda possa ser baixado por lá. A empresa tem se pronunciado sobre o assunto e exigindo a criação de novas regulamentações.

Em 2015, o Spotify enviou e-mails para seus usuários incentivando o pagamento pelo Spotify.com e não pela App Store: “Se você trocar seus pagamentos para o Spotify.com, não haverá custos de transação e você economizará dinheiro”, informou o e-mail. Os e-mails também continham informações sobre como desligar a renovação automática no iTunes e fazer pagamentos através de seu próprio site, além de fornecer descontos nas assinaturas.

As empresas desenvolvedoras de games também estão aderindo a ideia e gerando novos modos de registros de usuários. A Epic Games lançará seu famoso jogo “Fortnite” em seu próprio site e o download só poderá ser feito nele.

“Tivemos discussões de portas fechadas com desenvolvedores de jogos que afirmam que a estrutura de comissões da Apple e do Google é injusta e que eles podem assumir um papel mais público ao empurrar de volta o modelo de negócios”, afirmaram analistas da Macquarie – empresa líder em consultoria financeira.

Ben Schachter, líder da Macquarie também afirmou que a resistência das empresas pode significar que o modelo de distribuição de aplicativos, como ditado pela Apple e pelo Google, precisa mudar.

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Spotify prepara-se para apostar no vídeo. Concorrência ao Netflix?

Matéria de Leak

Contratação do novo diretor de conteúdo indica que o Spotify possui interesse em desenvolver novos produtos e serviços envolvendo vídeo.

A contratação de Dawn Ostroff pode trazer grandes novidades envolvendo vídeo para o serviço de streaming Spotify.

Ostroff é o novo Diretor de Conteúdos do serviço e será responsável por assuntos relacionados a parcerias envolvendo conteúdos de música, áudio e vídeo. Agora Daniel Ek co-fundador do Spotify assumirá a posição de diretor executivo, cargo que estava vazio desde a saída de Stefan Blom, em janeiro.

O novo diretor será extremamente importante para o serviço de streaming que só tem a ganhar com sua experiência no campo de vídeo. Não foram os revelados os motivos de sua admissão, porém segundo o site “Leak”, como o serviço de steaming deseja oferecer serviços e produtos diversificados e já desenvolveu ações envolvendo vídeos é possível que Spotify traga novidades para quem sabe ser mais um concorrente da Netflix.

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O streaming está derrubando os cinemas (e a pirataria), revela pesquisa

Matéria de EXAME

Pesquisa aponta o impacto do streaming no Brasil: os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A EXAME publicou uma pesquisa exclusiva sobre o impacto do streaming no Brasil e revelou que os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A pesquisa que foi produzida pela consultoria Alexandria Big Data, ouviu 1.596 pessoas no país sobre seus hábitos de consumo on demand.

Entre os resultados obtidos, 64,7% das pessoas assinantes de serviços de streaming “deixaram de ir ao cinema para assistir filmes em casa e 43,6% citam a “liberdade de escolha” como razão principal para tanto. Os altos custos que envolvem a ida aos cinemas são citados por 30,7% como motivo”.

Além disso, apenas 35,3% afirmaram que preferem ir aos cinemas e “22,5% dizem que a experiência oferecida pela sala é o que mais atrai. 15,2% alegam que o fato de esses locais possuírem lançamentos é o que os leva a buscar essa forma de entretenimento”.

Os brasileiros estão reduzindo o consumo de pirataria: 62,4% dos entrevistados “disseram já terem consumido esse tipo de conteúdo, mas 81,6% alegam ter reduzido tal consumo depois de virar usuários de serviços de streaming”.

O ranking de serviços mais populares entre os brasileiros está em primeiro lugar a Netflix (85,1%), seguida do Spotify (33%), o Google Play (18,3%), Telecine Play (16,5%) e Deezer (14,2%).

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