Rapper de 16 anos disputado por gravadoras recusa contrato de US$ 3 milhões

Matéria de O Globo

Um jovem rapper, com 15 milhões de visualizações no Youtube, preferiu garantir seus direitos autorais do que assinar um contrato de US$3 milhões. Saiba porque ele tomou essa decisão.

NLE Choppa, é um daqueles casos de artistas que se tornam virais do nada. O garoto de 16 anos publicou um vídeo com seus amigos dançando uma música de hip hop que ele mesmo escreveu. Em duas semanas, o clipe alcançou 300 mil visualizações e atualmente passou a casa de 15 milhões.

O hit de Choppa,”Shotta Flow”, ainda não chegou no Brasil, mas o rapper chamou a atenção por um outro motivo. Ele recusou ofertas que chegaram de US$3 milhões de gravadoras como Republic, Interscop e Caroline, não porque está extremamente confiante no seu talento, mas para proteger seus direitos autorais.

De acordo com O Globo, Choppa assinou com a UnitedMasters, pois na distribuição de músicas em serviços digitais como o Spotify, os royalties são divididos e o artista mantém a propriedade de suas canções. Com apenas 3 faixas nas plataformas, o rapper possui 841.761 ouvintes mensais.

“Ele percebeu que, mantendo os direitos e fazendo a distribuição, ganha dinheiro com o Spotify e com a Apple Music, além de ter a sua música crescendo no Youtube. Para que ele precisa de uma gravadora?”, afirmou Steve Stoute, dono UnitedMasters, à Billboard.

 

 

Foto:  Reprodução Instagram

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As maiores gravadoras lucram US$19 milhões por dia com plataformas de streaming

Matéria de Rolling Stone

As plataformas digitais representam mais da metade da renda das principais gravadoras, Universal, Sony e Warner.

O portal da Rolling Stone publicou uma notícia sobre o impacto das plataformas de streaming na renda das principais gravadoras. Atualmente, as plataformas digitais representam mais da metade da renda das principais gravadoras,  Universal, Sony e Warner.

De acordo com a Rolling Stone, apesar de existir um mito de que as plataformas de streaming estariam prejudicando gravadoras e outros setores da indústria fonográfica, a realidade parece bem diferente.

Em 2018, os números arrecadados pelos principais selos somaram  US$6,93 bilhões. Ou seja, por dia, as gravadoras arrecadam US$19 milhões. Um total de US$800 mil por hora. Destes, mais da metade vem dos serviços de streaming.

Entre as principais gravadoras, a Universal é a que mais arrecada. Afinal, fazem parte de seus artistas assinados Ariana Grande, Drake e Lady Gaga, que sempre estão no topo das paradas.

Se por um lado, o faturamento de streaming tem aumentado, por outro, temos as vendas de discos físicos em queda de milhões de dólares.

 

Foto: Ariana Grande no evento Women in Music, em New York (Foto: Evan Agostini/Invision/AP)

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Universal Music conquista primeiro lugar na lista das Empresas mais Inovadoras do Mundo

Matéria de Fast Company

Em lista das empresas mais inovadoras da música, Universal Music conquista a primeira posição, saiba porque a gravadora ficou na frente de empresas como Live Nation, Nielsen e Kobalt.

O portal Fast Company publicou uma lista das empresas mais inovadoras no mundo. Na lista, a Universal Music aparece em primeiro lugar no setor da música. Não é a toa.

Em 2018, os maiores hits foram da Universal Music que contou com artistas como Drake e seu álbum Scorpion, como o melhor álbum do ano na Apple Music; Ariana Grande ganhou destaque como artista feminina no Spotify, e Taylor Swift com Reputation, em primeiro lugar dos melhores de fim de ano da Billboard.

Em meio à transformação digital da indústria da música, a Universal está se reinventando. Em seu recente contrato com Taylor Swift, a gravadora prometeu repassar aos artistas sua participação de 4% no Spotify.

A Universal também assinou um novo acordo com a produtora Lionsgate para criar conteúdo de TV construído em torno de seus artistas.

“Eu não vejo a gente competindo com as plataformas, e elas não nos vêem competindo com elas, em parte porque estamos completamente, estrategicamente, emocionalmente e financeiramente unidos”, afirmou Lucian Grainge, presidente e CEO da Universal Music.

De acordo com o Fast Company, no último trimestre, o grupo foi avaliado em mais de US$33 bilhões, com um crescimento de 14% ano a ano.

 

Fast Company 2019: Lista das Empresas mais Inovadoras do Mundo – Música

1 Universal Music Group – Por abraçar a ruptura e dominar os gráficos

2 Sofar Sounds – Por persuadir marcas a comprarem desempenhos

3 Live Nation Entertainment – Por colocar os fãs em primeiro lugar, facilitando a compra de ingressos, upgrades e concessões

4 Kobalt Music – Por aumentar o acesso dos artistas aos lucros

5 Sonos – Por ir além do barulho, com o alto-falante conectado ao melhor som

6 Soundtrack Your Brand – Por matar música de fundo ruim

7 Creat Music Group – Por ajudar artistas como Future, Migos e Post Malone a acompanhar seus ganhos de streaming diariamente.

8 Reverb.com – Por harmonizar a venda de instrumentos

9 Landr Audio – Por masterizar álbuns, vídeos e podcasts com o AI

10 Nielsen – Por dizer aos serviços de streaming o que os ouvintes gostam

Fotos: Fast Company/ Jason Richardson / Alamy Foto Stock (Swift); Príncipe Williams / Wireimage / Getty Images (Drake); Foto de Cheshire Snapper / Alamy (Mendez); Marta Perez / EFE / Alamy Live News (Sr. Eazi); Matt Crossick / imagens do PA / foto conservada em estoque de Alamy (Malone); Foto de Lev Radin / Alamy (o fim de semana); NBC / Getty Images (Musgraves); Kevin Winters / Getty Images para iHeartRadio (Grande)]

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Spotify investe em podcast para ir além da música e virar líder em áudio

Matéria de Folha de S.Paulo

Anchor e Gimlet são as primeiras a entrarem na lista dos US$500 milhões que serão investidos no segmento de podcasts, pelo Spotify, que deseja ser líder global em streaming de áudio. Saiba detalhes e entenda sobre as aquisições.

Nesta semana o Spotify anunciou que fará duas novas aquisições em empresas especializadas em podcasts. De acordo com a notícia publicada pelo portal do jornal Folha de São Paulo, o movimento indica o interesse do serviço de streaming em acelerar o investimento em conteúdo não musical e ganhar um novo público consumidor de rádio.

Está confirmado que o Spotify comprará a Anchor  e a Gimlet Media. Segundo o jornal, a Anchor é uma empresa fundada em 2015, responsável por criar um app capaz de simplificar a produção e a distribuição de podcasts. A empresa afirma hospedar 40% dos novos podcasts do mundo.

A Gimlet, é uma produtora de podcasts populares nos Estados Unidos. Foi co-fundada em 2014 por Alex Blumberg, conhecido por ser ex-produtor do famoso programa de rádio This American Life.

Não foram revelados os valores das transações, entretanto especula-se que a Anchor esteja avaliada em mais de US$150 milhões (cerca de R$ 560 milhões), já a Gimlet, acima dos US$200 milhões (R$ 740 milhões).

“O Spotify planeja fazer no ramo dos podcasts o que fez no da música, oferecendo curadoria, personalização e serviços de recomendação, além de desenvolver ferramentas para podcasters e recolher dados para eles”, afirmou a Folha.

A razão para tantos investimentos em empresas voltadas para os podcasts está na audiência engajada. Esse tipo de ouvinte passa duas vezes mais tempo ouvindo  podcasts e tendem a ouvir mais música, portanto o cancelamento de assinaturas tende a ser menor.

O Spotify está tão focado neste tipo de investimento, que seus investidores já afirmaram que US$500 milhões (mais de R$ 1,8 bilhão) serão investidos em múltiplas transações em 2019.

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Sony/ATV lidera o ranking das editoras com maior participação de mercado

Matéria de Billboard

A Billboard anunciou o ranking de participação de mercado das editoras de música para o quarto trimestre de 2018. Sony/ATV, conquistou a maior fatia de participação com 56 músicas entre as 100 melhores nas rádios, incluindo “Girls Like You”da banda Maroon 5.

A Billboard divulgou o ranking trimestral de participação de mercado das editoras de música.

Em primeiro lugar ficou a Sony/ATV Music Publishing, mantendo sua  liderança pelo quinto trimestre consecutivo. No quarto trimestre de 2018, a empresa registrou um mercado de 21,2% de participação – share. A editora se destacou por ter 56 músicas entre as 100 melhores nas rádios, incluindo o Maroon 5, na segunda posição com “Girls Like You”.

Terminando o trimestre com 18,93% de participação de mercado das editoras de música, a Universal Music Publishing Group ficou em segundo lugar. 52 de suas principais músicas estiveram no top 100 das rádios, entre elas o primeiro lugar com “Happier” de Marshmello e Bastille.

Com 38 musicas das 100 melhores, a Kobalt ficou na terceira posição. Enquanto isso,  a Warner/Chappell ficou em quarto lugar, sua participação de mercado subiu para 16,81%, de 14,51%.

A BMG conseguiu o quinto lugar. No quarto trimestre, a companhia tinha 24 músicas no top 100. A Billboard destacou o compositor Louis Bell, com seis colaborações no top 100, entre eles “Youngblood” do 5 Seconds of Summer e “Better Now” de Post Malone.

Imagem: Billboard

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Estudo analisa a duração do sucesso de artistas brasileiros

Matéria de G1

Empresa de monitoramento e inteligência musical, analisou o desempenho de audiência de artistas como MC Loma, Pabllo Vittar e Gilberto Gil.

Cada vez mais novas ferramentas surgem para contribuir na promoção de música de artistas. Entretanto, é impossível criar estratégias de marketing sem mensurar o desempenho de audiência. Sabendo disso, a empresa de monitoramento e inteligência musical, Playax analisou o desempenho de audiência de artistas como MC Loma, Pabllo Vittar e Gilberto Gil e indicou índices que podem auxiliar nas estratégias de marketing.

De acordo com a análise, há vários modelos de sucesso a serem adotados para avaliar a audiência de um artista. Para  a análise foram adotados as “subidas fugazes”, “contínuas”, “irregulares”, “carreiras estáveis” e “em queda.

“Foram consideradas execuções de todas as músicas dos artistas no Spotify, no YouTube e em rádios ao longo de 2018. A empresa também criou um índice consolidado, que faz uma média da evolução das execuções nos três meios (IAM – índice de audiência musical)”, informou o G1.

MC Loma  – Modelo ‘ascensão e queda’: os gráficos indicaram que apesar do grande sucesso no Carnaval, outros lançamentos não tiveram o mesmo impacto.

“Outros lançamentos da artista até o momento não foram capazes de sustentar sua carreira. Se a meta é estar nas primeiras posições do ranking, um hit é essencial, mas sem uma estratégia de sustentação o artista pode morrer na praia”, informou o relatório da Playax.

Vale lembrar que a cantora teve problemas com seus empresários e com a Vara da Infância, o que pode ter impactado em sua carreira e audiência. Entretanto, a cantora ainda possui muitos seguidores nas redes sociais, o que contribui para que seu sucesso não termine.

Ferrugem – Modelo ‘crescimento contínuo’: este modelo parece ser bem aproveitado pelo pagodeiro Ferrugem. Os gráficos indicaram crescimento constante, porém quedas nas execuções ao longo de 2018.

“Planejamento de carreira, investimento em marketing, execução maciça em rádio, participação em programas de TV e parcerias com artistas populares são alguns dos estímulos que impulsionaram o artista”, informou o relatório. “A tendência para 2019 ainda é de crescimento”, indicou a Playax para o artista.

Mano Walter – Modelo ‘escada’: Neste modelo o artista realiza um lançamentos e faz ações para divulgar seu trabalho durante um maior período de tempo.

“Diferente do crescimento contínuo, neste modelo vemos períodos de consolidação seguidos de picos de audiência e o retorno a um patamar maior. O exemplo de 2018 é Mano Walter, que teve lançamentos bem-sucedidos e esforços de marketing coordenados desde o fim de 2017”, descreveu o relatório.

Melim –  Modelo ‘do zero ao topo’: Modelo similar ao crescimento contínuo, porém os gráficos indicam que o grupo alcançou o seu limite de audiência.

“Nos serviços de streaming, passou de uma média mensal de 2 milhões de plays em janeiro para 89 milhões em novembro e, desde então, mantém essa média”, analisou a empresa.

Gilberto Gil – Modelo ‘estável’:  “Este movimento é mais fácil de ser explicado e previsto: são artistas com carreiras consolidadas e repertório já bem conhecido e grande. Gilberto Gil , mesmo tendo lançado um novo disco em agosto de 2018, apresenta um gráfico linear, descreve a Playax. A execução não chega a picos como o dos outros artistas aqui, mas também é mais garantida que a dos colegas”, informou o gráfico.

Pabllo Vittar – Modelo ‘queda contínua’: este modelo indica um saldo negativo, porém com quedas menores que os outros modelos.

“Queda na popularidade é comum aos artistas em momentos de poucos shows ou nenhum lançamento, mas é um ponto de atenção quando essa queda se repete por meses consecutivos”, indicou a Playax.

O G1 lembrou que nesta semana, Vittar lançou um novo clipe para a música “Seu Crime”, que logo ganhou 500 mil views em 3 horas. Com certeza, o gráfico apresentou alterações no nível de audiência da artista.

Todos os gráficos estão disponíveis na matéria do G1.

Foto: MC Loma (divulgação)

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Música e negócios: O que Beatles e Rolling Stones podem ensinar sobre a gestão de um negócio

O que os Beatles, REM, Coldplay e Rolling Stones têm em comum? São bandas que inspiram negócios. O portal Época Negócios publicou uma matéria sobre como atitudes de bandas de rock podem inspirar no modelo de gestão de uma empresa.

Segundo uma notícia publicada pelo Época e Negócios, bandas de rock podem nos ensinar muito sobre negócios. Afinal, se olharmos com uma visão mais ampla podemos ver características essenciais  como trabalho em equipe, definição de papéis, criatividade, hierarquia descentralizada…A seguir, como música e negócios se relacionam, um resumo dessas características nas bandas que podem ser adaptadas para o mundo dos negócios.

Amizade: De acordo com o portal, em uma empresa, o bom relacionamento entre os colegas de trabalho é crucial para o sucesso de um negócio. Foi assim que os Beatles, ao longo de 10 anos, alcançaram o sucesso sendo “igualmente líderes em discursos, aparições públicas e na tomada de decisões”.

A amizade pode ser uma grande motivação para continuar projetos e manter a equipe unida.

Amigos e inimigos: Nem tudo são flores, já que misturar amizade e trabalho pode levar a conflitos. Foi o caso da banda Rolling Stones. “Apesar das diferenças, a apresentação como um grupo ainda é a fórmula mágica da banda”, segundo o portal.

Os Rolling Stones, ao contrário dos Beatles, nunca foram ‘amigos inseparáveis’, porém ao longo dos anos souberam manter o equilíbrio de uma carreira duradoura.

Autocracias: Assim como Steve Jobs mantinha o controle de tudo e tomava decisões unilateralmente, há bandas que conseguiram o sucesso mantendo a mesma prática como as bandas Tom Petty & the Heartbreakers e E Street Band.

“Em bandas, há uma estrela que muitas vezes decide ter uma participação mais ativa nos lucros que os demais.[…] Apesar de compreender que há uma hierarquia entre os membros, esse modelo de gestão é eficiente”.

Manter o controle de tudo sem delegar tarefas exige muito conhecimento e esforço.

Democracias: Em bandas como R.E.M o poder de decisão está no coletivo. Com uma gestão democrática, o R.E.M chegou aos 30 anos de carreira. Os membros do Coldplay também adotam esse modelo de gestão compartilhando as receitas em partes iguais.

“O padrão ateniense é arriscado e pouco comum na indústria da música, afinal, a luta de egos é constante e para que essa engrenagem funcione, é necessário que cada integrante tenha um desejo de união em prol do total maior do que o interesse no benefício ,pessoal”, analisou o Época Negócios.

 

Foto: Getty images

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Em 2018, Spotify conquista maior market share dos serviços de streaming

Matéria de MIDiA Research

Novo relatório da Midia Research mostra o market share dos serviços de streaming de música no primeiro semestre de 2018.

Nesta quinta-feira, Mark Mulligan, um dos maiores analistas sobre a indústria da música, publicou em seu blog o novo relatório da Midia Research, sobre o market share dos serviços de streaming durante o primeiro semestre de 2018.

No que diz respeito ao número de assinantes nos serviços de streaming, houve um crescimento de 16% ( 229,5 milhões). Em comparação com o ano anterior, a base global de assinantes aumentou 38% (62,8 milhões de usuários). “Isso representa um crescimento forte e sustentado, em vez de fortemente acelerado”, afirmou Mulligan.

O número de assinantes no mundo deve permanecer no ponto médio de crescimento até 2019, onde serão explorados mercados desenvolvidos. Posteriormente, o crescimento será impulsionado por mercados de streaming de médio porte, como Japão, Alemanha, Brasil, México e Rússia.

De acordo com Mulligan, esses mercados têm o potencial de gerar um forte crescimento no número de assinantes, mas no caso dos três últimos, deve haver uma busca agressiva por produtos de nível intermediário, como pacotes de preços reduzidos. Caso contrário, o mercado será restringido às elites urbanas que possuem acesso a cartões de crédito e por consequência a Receita média por usuário (ARPU) será menor.

A receita deve crescer de forma mais lenta que a quantidade de assinantes em meados de 2019. A seguir, os serviços de streaming com maior participação de mercado no início de 2018.

Os serviços de streaming com maior market share no mercado:

Spotify: o serviço manteve uma participação de mercado global de 36%, o mesmo que no quarto trimestre de 2017, com 83 milhões de assinantes. Além disso, conquistou mais assinantes do que qualquer outro serviço no primeiro semestre de 2018.

Apple Music: A Apple adicionou dois pontos de participação de mercado, 19%, e aumentou três pontos ano a ano, com 43,5 milhões de assinantes. A Apple Music acrescentou o segundo maior número de assinantes – 9,2 milhões, sendo os EUA o principal mercado em crescimento.

Amazon: A Amazon adicionou pouco menos de meio ponto de participação de mercado, estável em 12%, devido ao seu plano Unlimited. Foram 3,3 milhões de usuários novos pagantes, atingindo 9,5 milhões no segundo semestre de 2018. No total, a Amazon tinha 27,9 milhões de assinantes no final do período.

Enquanto isso, no Japão, o Line Music atingiu mais de um milhão de assinantes. Na Coréia do Sul, o MelOn teve uma queda no primeiro trimestre, mas se recuperou no segundo trimestre. Em outros lugares, o Pandora teve um sólido período de seis meses, adicionando 0,5 milhão de assinantes, enquanto o Google se destacou globalmente.

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