Spotify Planeja Novos Aumentos de Preços e Introduz Novo Nível de Assinatura

Novo nível de assinatura deve oferecer música e podcasts, mas não incluirá audiolivros, e os assinantes terão que pagar extra pelo tempo de audição dos audiolivros.

O Spotify está se preparando para ajustar novamente seus preços e modelo de assinatura, após um aumento inicial no ano passado. Segundo relatos, o serviço de streaming de música planeja aumentar os preços em cinco mercados, incluindo o Reino Unido e os EUA, enquanto introduz um novo nível de assinatura “Básico”.

Conforme o Music Business Worldwide, um relatório da Bloomberg afirmou que os aumentos de preços podem chegar até US$2 para os planos Duo e Família, enquanto um novo nível de assinatura “Básico” será lançado, oferecendo música e podcasts, mas não audiolivros. Os assinantes deste nível terão que pagar adicionalmente pelo tempo de audição de audiolivros.

O Spotify tem buscado expandir sua presença no mercado de audiolivros, oferecendo aos assinantes premium acesso a um catálogo considerável. Os aumentos de preços vêm em resposta a pedidos de executivos da indústria musical, temendo que a inflação afete as margens de lucro.

Apesar das preocupações de cancelamento de assinaturas, o Spotify registrou um aumento significativo no número de assinantes pagos no ano passado. Além disso, rumores sugerem que novos níveis de assinatura, como o “Supremium”, estão em desenvolvimento, possivelmente oferecendo áudio de alta qualidade e recursos de playlist personalizada com inteligência artificial.

Foto: reprodução

 

Leia na origem

TikTok Gera US$16 Bilhões em Receitas nos EUA em 2023 e pode valer US$100 Bilhões

Matéria de Music Ally

Especialistas avaliam valor do tiktok em meio as preocupações legislativas relacionadas a aprovação de Lei que pode banir o aplicativo do país.

Recentemente, o Financial Times trouxe à tona dados impressionantes sobre o TikTok, revelando que a plataforma gerou uma receita de US$16 bilhões somente nos Estados Unidos em 2023. Esse montante representa um pouco mais de 13% do faturamento global da ByteDance, empresa-mãe do TikTok, que alcançou a marca de US$120 bilhões no mesmo período.

De acordo com  MusicAlly, esses números têm levantado discussões sobre o potencial preço de venda da TikTok. Um relatório sugere que a aplicação de um múltiplo de receita semelhante ao do Meta poderia avaliar a TikTok em até US$150 bilhões. No entanto, outros especialistas têm perspectivas diferentes. Um analista da empresa de investimentos Wedbush sugere uma avaliação mais conservadora de US$100 bilhões, mas aponta que esse valor poderia cair para US$40 bilhões se a venda não incluísse o famoso algoritmo de recomendação do TikTok.

Enquanto o debate sobre o valor da TikTok continua, preocupações surgem em relação ao impacto da Lei de Proteção dos Americanos contra Aplicações Controladas de Adversários Estrangeiros.

Além disso, advogados expressam preocupação de que essa legislação possa conceder aos futuros presidentes uma ampla margem de manobra para proibir outros aplicativos, levantando questões sobre a definição de “sujeitos à direção ou controle” de adversários estrangeiros e colocando até mesmo gigantes como Facebook e X sob escrutínio.

Foto: Alexander ShatovUnsplash

Leia na origem

Spotify gerou R$1 bilhão de receita a artistas brasileiros em 2022

Matéria de Exame

Segundo os dados de 2022, a receita distribuída pelo aplicativo registrou um crescimento de 27% superior ao aumento geral da indústria musical brasileira, sendo notável a contribuição substancial dos artistas independentes para esses ganhos.

De acordo com dados revelados no mais recente relatório Loud & Clear, o Spotify gerou uma receita de quase R$1 bilhão para artistas brasileiros ao longo do ano de 2022. Essa marca representa um crescimento de 27% em relação ao ano anterior, superando em quase o dobro o aumento geral da indústria musical no país.

Conforme análise da Exame, o que se destaca nesse avanço é a participação fundamental dos artistas independentes nesse sucesso. Com seu papel cada vez mais relevante, esses artistas têm contribuído significativamente para a elevação dos ganhos na plataforma. No intervalo de cinco anos, o montante gerado por artistas brasileiros no Spotify cresceu cinco vezes.

A executiva Carolina Alzuguir, Head de parcerias com artistas, gravadoras, selos e distribuidoras no Spotify Brasil, comentou que essa ascensão nos ganhos é resultado de uma combinação de fatores. O aumento da dimensão da plataforma, o número crescente de usuários pagantes e anunciantes têm sido peças-chave nesse sucesso. Além disso, a empresa está investindo na expansão das fontes de receita para músicos, incluindo a venda de mercadorias e a promoção de shows.

Uma tendência interessante também apontada pelo relatório é o foco do Spotify em estreitar laços com artistas independentes. O número de artistas recebendo royalties anuais na faixa entre R$ 50 mil e R$ 500 mil quadruplicou desde 2017. O acesso a dados detalhados sobre o consumo de música tem proporcionado a esses artistas uma compreensão mais profunda do comportamento de seu público, auxiliando em decisões estratégicas como a montagem de setlists para shows.

Carolina Alzuguir reforça que esse avanço não apenas beneficia os músicos, mas também influencia todo o mercado musical. Contratantes de shows, programas de TV e até os fãs se beneficiam do acesso a esses dados, tornando a relação entre os artistas e seu público mais dinâmica e interativa.

Além dos dados internos, o Loud & Clear utiliza informações da International Federation of the Phonographic Industry para avaliar o impacto econômico da plataforma.

 

Foto: Daniel Ek: CEO do Spotify (Ilya S. Savenok/Getty Images)

Leia na origem

YOUTUBE MUSIC SUPERA MARCA DE 50 MILHÕES DE ASSINANTES

Conforme CEO do Youtube, crescimento da plataforma está sendo impulsionado por bom desempenho em países como Coreia do Sul, Índia, Japão, Rússia e Brasil.

Nesta quarta feira, o Chefe de Música Global do YouTube, Lyor Cohen, anunciou que a plataforma de streaming de músicas YouTube Music, bateu a marca de 50 milhões de assinantes.

Com entusiasmo, o executivo informou que o aumento de assinantes do YouTube Music está sendo impulsionado, principalmente, pelo desenvolvimento da plataforma em países como Coreia do Sul, Índia, Japão, Rússia e Brasil.

Só para se ter uma ideia, em outubro de 2020 o YouTube Music divulgou que tinha alcançado mais de 30 milhões de assinantes no mundo, isso quer dizer que desde então a plataforma aumentou sua base de assinantes em cerca de 20 milhões, ou 1,8 milhões de assinantes por mês.

De fato o crescimento da plataforma é impressionante ao compararmos com outras plataformas. O rival Spotify, por exemplo, revelou em julho que sua base global de assinantes Premium cresceu em 165 milhões no segundo trimestre de 2021, um aumento de 20% com relação ao ano anterior.

Já a Apple Music, por sua vez, anunciou que ultrapassou 60 milhões de assinantes em junho de 2019, mas parou de atualizar essa contagem.

“Temos produtos fantásticos no YouTube Music e no YouTube Premium que proporcionam um valor único para artistas e criadores e a melhor experiência para fãs de música. Estamos em nosso próprio caminho”, disse Cohen.

“Não há outro lugar onde os fãs possam ter acesso ao maior e mais diversificado catálogo de música, artistas e cultura. Estamos tornando mais fácil para os fãs de música se aprofundarem e encontrarem o que querem – seja no YouTube ou no app YouTube Music.”, complementou o executivo.

A notícia de hoje chega alguns meses após a plataforma dizer que pagou à indústria da música mais de US$ 4 bilhões no último ano.

Leia na origem

ISP: Blocking the Pirate Bay In Sweden Is a ‘Desperate Move’

Matéria de Digital Music News

Tribunal Sueco determinou que através de uma liminar, provedores de serviços de internet devem bloquear sites de pirataria.

Em 2014, a UMG, Sony Music, Warner Music, Nordisk Film, e a indústria cinematográfica uniram forças para proibir que o provedor de serviços de internet (ISP, na sigla em inglês) Bredbandsbolaget bloqueie o acesso ao site The Pirate Bay, na Suécia. Na época o caso foi negado e o Pirate Bay continuou disponível para o acesso dos usuários de internet.

No entanto, nesta semana, o Tribunal Sueco anulou a decisão do Tribunal Distrital e ordenou que o ISP implementasse  medidas para impedir que usuários acessem sites de conteúdos ilegais.

Em comunicado à Corte de Apelações, a juíza Christine Lager disse que os detentores de direito como empresas de filmes e música podem obter uma ordem judicial na Suécia contra um ISP, obrigando-os a tomarem medidas para evitar a violação de direitos autorais cometidos por outras pessoas na Internet. A liminar é de 3 anos e acarreta em uma multa de US $ 56,000 caso o ISP não cumpra a determinação.

O ISP, Bredbandsbolaget, considerou a medida controversa, uma vez que não solucionará a questão da pirataria. Além disso, o provedor acredita que os serviços devem evoluir, se tornando mais voltados para o cliente, vendo a internet como uma oportunidade e não ameaça.

Leia na origem

©2024 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?