Spotify anuncia shows virtuais com ingressos a R$27

Matéria de G1

A próxima semana será cheia de apresentações virtuais. No Spotify, os shows incluem Black Keys e Rag’n’Bone Man. No Tiktok o evento virtual conta com apresentação exclusiva do Coldplay. Saiba como assistir.

Nesta semana o Spotify anunciou que vai transmitir uma série de shows ao vivo direto de sua plataforma. Conforme o G1, as apresentações começam dia 27 de maio com a banda The Black Keys e os ingressos custarão R$27,00 por show. As apresentações não ficarão disponíveis para assistir depois.

Para comprar os ingressos será necessário ter uma conta do Spotify (paga ou gratuita). Confira o line-up (Clique aqui para ver o site do evento):

27 de maio: The Black Keys no Blue Front Café, no Mississippi.

3 de junho: Rag’n’Bone Man no Roundhouse, em Londres.

10 de junho: Bleachers em uma viagem de Nova York a Nova Jersey em um ônibus de turismo municipal.

17 de junho: Leon Bridges no Gold-Diggers Hotel, em Los Angeles

24 de junho: Girl in Red em Olso.

Na próxima segunda-feira o TikTok também fará uma transmissão ao vivo do Coldplay direto de Londres. A banda fará uma apresentação exclusiva para os usuários da plataforma em celebração ao Red Nose Day USA, uma campanha anual para promover a erradicação da pobreza infantil.

Vale notar que este modelo de apresentação pode continuar mesmo após a volta dos shows presenciais. Isso porque além de aproximar o artista do público do mundo inteiro, é uma excelente forma de divulgação de lançamentos ao mesmo tempo em que gera conteúdo para as plataformas.

Foto: The Black Keys no Lollapalooza — Raul Zito/G1

 

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Live Nation adquire plataforma de streaming ao vivo criada pelo Good Charlotte

De olho na tendência das lives, que deve continuar após a pandemia, a Live Nation adquiriu o Veeps, plataforma de streaming ao vivo criada por integrantes do Good Charlotte, banda pop-punk dos anos 2000

No início dos anos 2000, o Good Charlotte era uma banda conhecida pelos seus hits pop punk que passavam na MTV. Agora a banda voltou a estar nos holofotes do mercado musical, principalmente pela Live Nation, que acabou de adquirir uma parte de sua plataforma de streaming ao vivo.

De acordo com o Pollstar.com, a Live Nation anunciou nesta semana que adquiriu uma parte majoritária do Veeps, plataforma de streaming ao vivo personalizada para artistas.

A plataforma, criada pelos irmãos gêmeos Joel e Banji Madden, do Good Charlotte, ao lado dos cofundadores Sherry Saeedi e Kyle Heller, foi projetada para transmitir shows ao vivo com venda ingressos, e busca facilitar o envolvimento entre artistas e fãs através de recursos como chat, compras de produtos exclusivas, suporte, marketing social e ofertas VIP.

Segundo um comunicado feito pelo Veeps, mesmo com o retorno dos shows presenciais em 2021, a plataforma continuará oferecendo seus serviços, agora para a Live Nation. Sua aquisição deve trazer aos usuários conteúdo complementar aos shows tradicionais, como encontros virtuais, replay de vídeos, e inclusive a possibilidade de assistir online a shows com ingressos esgotados.

“Esta parceria é uma demonstração de que as transmissões ao vivo com venda de ingressos ganharam um lugar permanente nos negócios da música. No ano passado, as transmissões ao vivo do Veeps ajudaram artistas a ganhar mais de $10 milhões de dólares e estamos ansiosos para ajudar ainda mais apoiando a arte e seu desenvolvimento”, afirmou disse Joel Madden, cofundador do Veeps.

 

Foto: Ville Juurikkala

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Com novas regras do Facebook, lives de artistas poderão ser banidas

O Facebook atualizou algumas regras com relação ao uso de música na plataforma, que pode impedir lives musicais e lançamentos de clipes.

Durante o último fim de semana, o Facebook atualizou algumas regras com relação ao uso de música na rede social. Algumas dessas mudanças poderão impedir que artistas façam lives na  plataforma.

De acordo com o ‘Tenho Mais Discos Que Amigos’, com as novas regras, o Facebook indica que poderá bloquear vídeos com música na rede social.

O texto inclui a seguinte alteração: “Queremos que você possa curtir vídeos postados por sua família e amigos. No entanto, se você usar vídeos em nossos produtos para criar uma experiência de ouvir música para si mesmo ou para outros, seus vídeos serão bloqueados e sua página, perfil ou grupo pode ser deletado. Isso inclui o [Facebook] Live”.

Ainda segundo o portal, apesar do texto não citar exatamente o que está restrito, há uma interpretação de que lançamentos de clipes musicais  e lives de artistas que contenham música estão banidos da plataforma.

Confira o texto na íntegra: CLIQUE AQUI

 

Foto via Shutterstock

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Buscas por lives sofrem queda de quase 70% na internet

Matéria de VEJA

Já deu? As buscas pela palavra “live” no Google caíram quase 70% em comparação à abril, mês de picos de audiências nas transmissões. Momento é de saturação do fenômeno.

Parece que o fenômeno das lives está passando. Pesquisa da Veja mostra queda de 67% nas buscas do Google em abril. Após o pico em abril, quando houveram várias lives recordistas como a da cantora Marília Mendonça e o sertanejo Gusttavo Lima, as buscas pela palavra-chave no Google começaram a apresentar queda.

Apesar de um leve aumento no Dia dos Namorados (12/06), e uma maior procura, principalmente nos fins de semana, os números pela palavra “Lives” no Google tiveram uma queda de 67% em comparação a abril.

Para o portal, além da perda de interesse pelo público, vale notar a falta de boas atrações nos últimos dias. Anteriormente, havia uma certa concorrência de artistas para garantir ótimas apresentações em busca de audiência. Entretanto, o que está acontecendo é a perda de interesse até pelos próprios artistas em fazer transmissões ao vivo. É o caso de Caetano Veloso, que apenas participou de uma live à convite da cantora Teresa Cristina.

Outro fator que pode ter influenciado nas buscas é o retorno das atividades, após mais de 100 dias de confinamento por conta da pandemia do coronavírus.

O que antes mobilizava milhões de pessoas e servia como acolhimento em um momento de incertezas, hoje parece entediar o público. Quase cinco meses após o início da reclusão devido a pandemia, podemos dize que as lives chegaram na fase de saturação.

 

 

Foto: Instagram Marília Mendonça

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Graças à pandemia, empresa especializada em lives cresce 500% em receita

Matéria de Terra

Conheça a empresa que está crescendo cada vez mais pela alta demanda de transmissão de lives.

A pandemia do novo coronavírus, sem dúvidas, está impactando todo o mercado musical e tem muita gente criando novas oportunidades neste momento. É o caso da ‘Clap Me’, empresa de tecnologia especializada em transmissões ao vivo pela internet.

O Terra.com publicou uma matéria sobre como a empresa conseguiu crescer 500% em receita durante a pandemia.

De acordo com o portal, a empresa conseguiu o feito graças a reestruturação de seu modelo de negócios, oferecendo dois tipos de pacotes: Um para o fornecimento de equipamentos e infraestrutura para lives; e outro através da criação de uma plataforma específica para conteúdo originais de bandas, artistas e corporações.

Criada em 2013 pelos empreendedores Celso Forster, Diego Yamaguti, Felipe Imperio e Filipe Callil, a ClapMe levou pelo menos três anos para começar a alavancar seus negócios. Isso porque, era muito difícil convencer artistas e produtores sobre como as lives poderiam beneficiar seu trabalho e impactar suas carreiras.

“Nós tínhamos que provar o valor de fazer uma live e que isso não faria os fãs desistirem de ir a um show.”, contou Callil ao portal.

Com a pandemia o cenário mudou completamente, para muitos artistas as lives se tornaram a única maneira de entrar em contato com o fã. Com tanta procura pelos serviços,  a empresa tem uma demanda média de produção de 8 e 15 transmissões por dia e sua receita cresceu cinco vezes. Parece que o jogo virou não é mesmo?

 

Foto: Divulgação

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Ecad passa a cobrar taxas por direitos autorais em lives e produtores se irritam

Matéria de G1

Com nova regra, Ecad e Ubem passarão a cobrar 10% por direitos autorais em lives patrocinadas no YouTube. Notícia desagradou produtores de artistas sertanejos e pagodeiros.

Como já era de se esperar, o Ecad começou a regulamentar as taxas de direito autoral em lives. A notícia agradou compositores, mas nem tanto os produtores, segundo matéria publicada pelo G1.

Mediante a crise provocada pela pandemia do coronavírus, o mercado musical se voltou para a internet. Impedidos de fazer shows e festivais, artistas começaram a se apresentar em lives.

Com grande audiência, as lives ganharam patrocínio de marcas. Assim, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e a Ubem (União Brasileira de Editoras de Música) procuraram o YouTube para entender como funciona o processo remuneração neste formato de transmissão, principalmente para os compositores.

O YouTube alegou que já paga ao Ecad os direitos autorais devidos e que todos os patrocínios das lives são pagos diretamente aos produtores dos artistas, sem passar pela plataforma.

Desta maneira, as entidades chegaram a decisão de uma cobrança de taxas que somam 10% por direitos autorais das músicas tocadas nas lives patrocinadas no YouTube (5% para o Ecad e 5% para a Ubem). A cobrança se estende para as transmissões que também já aconteceram.

Ainda como parte da regra, não haverá cobrança em lives sem patrocínio ou renda. Além de um desconto de 50% em lives beneficentes para o mercado da música ou com verba que cubra só montagem e cachê.

A superintendente do Ecad, Isabel Amorim, conversou com o portal sobre as mudanças: “Nesse mundo novo das lives, se a gente não fosse em frente com essa cobrança, os compositores não receberiam nada, só os intérpretes”.

Isabel disse que a cobrança não será o bastante para recuperar a crise no mercado: “O Ecad recebe direitos por quase 6 mil shows por mês. Não tem tudo isso de live. A execução pública perdeu 50% de faturamento nos últimos meses. As lives não vão cobrir nem um pequeno percentual disso”, diz Isabel.

Diante das mudanças, alguns produtores de artistas do sertanejo e pagode, responsáveis pelas maiores lives no país, declararam ao portal que as medidas podem prejudicá-los:

“Achamos uma cobrança indevida, pois é nosso canal de divulgação. É injusto ele cobrar muitas vezes do próprio autor da música”, afirmou um produtor que não revelou sua identidade.

“A gente que corre atrás do patrocínio e eles querem uma fatia”, disse outro produtor de pagode sem identidade revelada.

Apesar da reação negativa por parte dos produtores, muitos compositores comemoraram a cobrança. Como a associação Procure Saber, representante de diversos autores da MPB como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Erasmo Carlos.

A presidente da associação e empresária de Caetano Veloso, Paula Lavigne, defendeu a nova norma: “É normal que esse tipo de novidade desperte algumas dúvidas, mas na verdade o pagamento ao Ecad dos direitos de execução pública pelas lives é devido”.

“O Ecad está cumprindo a sua obrigação de arrecadar em nome dos autores das músicas que são apresentadas nesses espetáculos ao vivo, que em muitos casos não foram compostas pelos artistas que estão se apresentando na plataforma”, afirmou Paula.

 

Foto: Reprodução

DicaMCT: FastForward Podcast: Produção Musical e processo criativo com Adriana Calcanhoto. OUÇA AQUI!

 

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