Brasil é um dos três países que mais consomem música por streaming no mundo.

Segundo o novo relatório sobre o consumo de música da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – o Brasil é o segundo país que mais ouve música pelo smartphone e o terceiro que mais paga por um serviço de streaming. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

O novo relatório publicado nesta semana pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) trouxe mais detalhes sobre o consumo de música no mundo, inclusive no Brasil.

Com 92% dos consumidores de música, somos o segundo país do mundo que mais ouve música pelo smartphone.

O Brasil é também é terceiro país que mais paga por um serviço de streaming, um total de 77% dos consumidores. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

De acordo com o portal Canal Digital, o estudo foi realizado em 20 países correspondendo a 91,3% de toda a receita da indústria musical global em 2017.

Com relação ao consumo de músico no mundo, atualmente, 86% dos consumidores ouvem música por streaming, sendo que 75% através do smartphopne. Sendo que 50% os jovens de 16 a 24 anos só ouvem música online através do streaming. Entretanto, a pirataria ainda é um problema. Segundo a IFPI, 38% dos entrevistados “obtém seus conteúdos usando métodos que violam direitos autorais”.

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Novo Relatório da IFPI Descobre que o YouTube é a preferencia no consumo de música.

Matéria de Variety

Nesta semana, a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) – divulgou um novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report. O streaming continua sendo a preferência no mundo, 52% através do YouTube.

No novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report, o streaming continua sendo a preferência quando se ouve música. 86% dos entrevistaram afirmaram que preferem o streaming para ouvir músicas.

57% dos entrevistados com faixa etária entre 16 a 24 anos afirmaram que são assinantes pagos de pelos menos um serviço de streaming.

Outra descoberta mostra que quase metade do tempo gasto ouvindo música on demand é através do YouTube, com 52% desse total em streaming de vídeo, 28% em streaming de áudio pago e 20% em streaming de áudio gratuito.

Em relação ao retorno do valor justo à comunidade musical, o Spotify oferece US$20 a cada US$ 1 para o YouTube, o que significa que o value gap ainda precisa ser superado.

A pesquisa descobriu que o rádio ainda é relevante, com 86% dos consumidores ouvindo pelo menos parte do tempo, principalmente pelo computador. Supreendentemente, 25% afirmaram que ouvem música no rádio o dia todo. No geral, os entrevistados ouviram em média 17,8 horas de música por semana, sendo o carro o local mais popular.

Os cinco gêneros mais ouvidos no mundo são o Pop (64%), o Rock (57%), o EDM (32%), as trilhas sonoras (30%) e o hip-hop (26%).

A pirataria em países como a China e Índia continua sendo um problema, com 38% dos consumidores obtendo música por meio de métodos infratores, sendo o compartilhamento por mensagens dominando com 32% do público. Porém, 96% das músicas nesses países, são consumidas de forma licenciada.

“As gravadoras estão trabalhando com seus parceiros para sustentar e desenvolver essas formas ricas e diversificadas nas quais a música é desfrutada, garantindo que ela continue em sua emocionante jornada pelo mundo. No entanto, este relatório também mostra os desafios que a comunidade de música continua a enfrentar – tanto na forma da crescente ameaça da violação de direitos autorais digitais quanto no fracasso em obter uma compensação justa de alguns serviços de upload de usuários. Os formuladores de políticas em todo o mundo vêm investigando essas questões e agindo cada vez mais para lidar com elas ”, afirmou Francis Moore, chefe executiva do IFPI.

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MERCADO FONOGRÁFICO MUNDIAL E BRASILEIRO EM 2017

Matéria de Pro-Música Brasil

Em 2017, o mercado de vendas físicas e digitais no Brasil cresceu em 23%, mais que a média mundial de 8,1%.

A entidade Pró-Música Brasil publicou o Relatório Fonográfico Brasileiro e Mundial com base nos dados revelados de sua afiliada IFPI. Em 2017, o mercado de vendas físicas e digitais no Brasil cresceu em 23%, mais que a média mundial de 8,1%.

Para a entidade, este crescimento foi causado pela performance da área digital, que em 2017 representou US$ 178,6 Milhões, ou 60,4% do mercado total, com um aumento em relação a 2016 de 46,4%.

Considerando apenas as vendas físicas e digitais, no ano passado, o segmento digital representou 92% do total do faturamento combinado (físico + digital). Além disso, a arrecadação de execução pública de produtores e intérpretes (artistas e músicos) aumentou 10% para US$100,7 Milhões, e os recursos obtidos com sincronização recuaram 26%, sem entretanto quase nenhum efeito sobre o resultado positivo de 2017.

Com relação ao streaming, este já é a maior fonte de receita para o mercado de música gravada no Brasil. Houve um crescimento de 64% na comparação com 2016, representando US$162,8 Milhões.

O Presidente da Pro-Música Paulo Rosa afirmou que por ser um modelo ainda novo no mundo inteiro, o mercado carece de melhor entendimento sobre como funciona a dinâmica da música digital, principalmente o setor de streaming interativo. “Os números de 2017 apenas confirmaram a tendência observada nos últimos anos no Brasil e no mundo”.

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O Global Music Report 2018 da IFPI

Global Music Report 2018, da IFPI mostra crescimento de 8,1% do mercado com receitas totais de US$ 17,3 bilhões.

A IFPI publicou o Global Music Report 2018, o mais importante relatório sobre a indústria da música. Em 2017, o mercado global de música cresceu 8,1%, com receitas totais de US$ 17,3 bilhões.

É o terceiro ano consecutivo de crescimento desde que a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – começou a acompanhar o mercado em 1997.

O principal colaborador para o crescimento do mercado continua sendo o streaming. No ano passado, 176 milhões de pessoas se tornaram assinantes, o que contribuiu para um crescimento 41,1% a.a.

O streaming agora representa 38,4% do total das receitas de música gravada e seu crescimento mais do que compensou uma queda de 5,4% na receita do formato de música física e um declínio de 20,5% na receita dos downloads.

Pela primeira vez, a receita vinda dos formatos digitais, foi responsável por mais da metade de todas as receitas (54%) da indústria .

A IFPI destacou que é preciso cobrar por mais ações para garantir que as leis dos direitos autorais sejam aplicadas de forma correta e consistente, de modo que as plataformas não possam alegar que não precisam ser licenciadas para distribuir música.

 

Principais números de 2017:

– Crescimento de receita global: +8,1%

– Participação digital das receitas globais: 54%

– Crescimento de receita digital: +19,1%

– Crescimento nas receitas de streaming: +41,1%

– Receita física: -5,4%

– Receita de download: -20,5%

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Does Music Piracy Still Exist Even In The Age Of Streaming?

De acordo com o IFPI, a pirataria ainda está bem viva.

O IFPI divulgou que o streaming não acabou com a pirataria, ela está sendo realizada de outra forma, através do “stream ripping”,ou sea, quando se salva uma música ou vídeo enquanto se faz o streaming.

30% dos entrevistados afirmaram que usam do processo para conseguir conteúdo ilegal, 50% são homens de 16 a 24 anos. Apenas 16 % dos Baby Boomers, com idades entre 55 e 64 consomem conteúdos ilegais já que a maioria é capaz de pagar por serviços como Spotify ou Apple Music.

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Aos 35 anos de vida, o CD agoniza no mercado fonográfico, mas não morre

Matéria de Mauro Ferreira

Há 35 anos o CD, ou compact disc, foi lançado no mercado fonográfico mundial, porém o formato corre o risco de se tornar obsoleto.

O recente relatório divulgado pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) com dados do mercado fonográfico mundial em 2016, mostra o declínio do formato que uma vez era muito popular.

“Se no mundo as vendas de CD caíram 7,6% em relação a 2015, a queda no Brasil foi de estarrecedores 43,2%. Tanto que, se confrontada somente com o consumo de música digital (downloads e streaming), a receita obtida com a venda de CDs gerou somente 22,8% dos lucros do mercado fonográfico do Brasil em 2016. Já os downloads e streaming (este, o meio de consumo de música que mais cresce no mundo) já representam 77,2% da receita”.

Isso significa que “a indústria da música vai fabricar cada vez menos CDs”. O texto explica que o formato não desaparecerá, pois a tendência é que o formato seja vendido a nichos específicos, como os LPs.

“O CD vai permanecer vivo, sim, mas sem ser a mídia importante que foi na primeira metade dos 35 anos de vida do compact disc. Em outras palavras, o CD agoniza, mas não morre”.

 

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RECORDING INDUSTRY CLAIMS IMAGINARY VALUE GAP AS A BIGGER THREAT THAN PIRACY

A violação de direitos autorais já não é a maior preocupação da indústria discográfica, e sim, o YouTube.

Durante o World Intellectual Property Organization (WIPO), o IFPI organizou um encontro no qual David Price foi um dos convidados. Um dos assuntos mais abordados no encontro foi relacionado ao “Value Gap”, que é uma diferença entre o que usuários de serviços (como Youtube) consomem de música e o que eles retornam em dinheiro para o mercado.

No encontro, Price admitiu que a violação de direitos autorais já não é a maior preocupação da indústria discográfica, e sim as plataformas de streaming, como o YouTube que pagam aos autores um valor muito abaixo pelos seus direitos autorais.

Foram discutidos outros temas importantes para a indústria como a lei do “safe harbor’ que acaba protegendo o YouTube a não ter responsabilidades sobre conteúdos irregulares na plataforma.

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Streaming cresce 60,4% em 2016 e garante crescimento da indústria da música

Matéria de O Globo

Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) e Pró-Música (antiga ABPD — Associação Brasileira de Produtores de Discos) divulgaram dados sobre a Indústria da Fonográfica no Brasil e streaming é o grande destaque.

O mercado fonográfico mundial seguiu a tendência apontada em 2015 e cresceu 5,9% em 2016. “É a primeira vez que o mercado cresce dois anos seguidos desde o início do levantamento, em 1999”. No entanto, o Brasil teve uma retração de 2,8%.

O presidente da Pró-Música, Paulo Rosa, avaliou que os resultados no Brasil não são negativos, uma vez que o cenário encontra-se em dois anos de recessão. “O PIB do Brasil caiu 7% só no ano passado. O mercado dos livros acaba de divulgar que caiu mais de 5%. A razão dessa queda vem muito da despencada do mercado físico (que caiu 43,2% no Brasil). A economia brasileira hoje não favorece o consumo”.

O portal O GLOBO publicou os principais dados do relatório com mais comentários de Paulo Rosa. Confira na íntegra

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Consumo de streaming cresce 52% no Brasil em 2016, diz pesquisa

Matéria de O Globo

Ontem, foram divulgados novos dados com relação à Indústria Fonográfica no Brasil. Streaming cresceu 60,4% em relação a 2015.

O relatório da IFPI (sigla em inglês para Federação Internacional da Indústria Fonográfica), divulgado nesta terça (23), confirmou que o consumo digital de música no mundo chegou aos 50% graças ao streaming. Um crescimento de 60,4% em relação a 2015. Já os downloads, apresentaram queda de 20,5%.

Seguindo a tendência mundial, houve um crescimento de 52,4% do streaming se comparado a 2015. “O mercado brasileiro teve receita de US$ 230 milhões (cerca de R$ 751 mi) em 2016, dentro da movimentação global de US$ 15,7 bilhões (R$ 51,3 bi)”.

Com relação às vendas de unidades físicas e arquivos digitais, o Brasil apresenta arrecadação de 22,8% do faturamento para CDs e DVDs contra 77,2% para streaming e downloads. “Apesar dos 5,9% de crescimento do mercado global, o Brasil teve uma retração de 2,8% em relação a 2015. A crise afeta fortemente as lojas físicas. A venda de CDs no mundo caiu 7,6%, mas no Brasil chega a redução chega a 43,2%”. Detalhes sobre os números na notícia.

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WHY SONY MUSIC’S 2016 NUMBERS ARE HEALTHIER THAN THEY FIRST APPEAR

Análise aprofundada indica números positivos perante os resultados da Sony Corp apresentados na sexta-feira passada.

Na sexta-feira, dia 28, a Sony revelou seu desempenho fiscal em 2016. Embora a indústria da música tenha alcançado bom desempenho no relatório da IFPI, a surpresa foi que empresa não acompanhou os resultados do setor.

A multinacional japonesa viu suas receitas de música gravada cair em 5,8% no último ano e enquanto isso, suas receitas de streaming de música cresceram apenas 27,6%. O site BMW faz uma análise positiva sobre a situação da Sony que foi prejudicada pelas taxas cambiais no japão.

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