Plataforma de vídeos do Facebook chega ao Brasil

O Watch, é o novo serviço de vídeos do Facebook para concorrer com o YouTube. Após testes nos EUA, finalmente estará disponível no mundo todo a partir de hoje (quinta-feira) e poderá beneficiar os criadores de conteúdo.

O novo serviço do Facebook promete ser uma grande novidade e beneficiará principalmente os produtores de conteúdo, pois será possível ganhar receitas com os chamados intervalos comerciais (Ad Breaks). Além disso, será possível monitorar o desempenho dos conteúdos. Entretanto, os Ad Breaks, não estarão disponíveis no Brasil por enquanto.

De acordo com o portal Meio & Mensagem, o Ad Break funcionará da seguinte maneira: “O formato inclui mid-roll, que traz anúncios durante o vídeo, e pre-roll, antes do seu início, além de anúncios em imagem diretamente abaixo do vídeo – sempre que um Ad Break for exibido, o publisher ou criador ganhará uma parte dessa receita”.

O Watch terá ainda uma função chamada de Creator Studio que permite que publishers e criadores de conteúdo possam gerenciar e acompanhar os conteúdos e seus desempenhos nas páginas.

Com o Watch, o Facebook conseguiu grandes parcerias nos Estados Unidos, porém por aqui a intenção é apenas incentivar a produção de conteúdo. “O Watch é uma plataforma para que todas as páginas produzam conteúdo, inicialmente, lá fora, tivemos algumas iniciativas com a intenção de dar um boost na plataforma e experimentar e aprender o que funciona ou não”, explicou Mauro Bedaque, líder de parcerias de entretenimento para América Latina do Facebook.

Algumas dessas parcerias incluíram o Vox Media, ATTN e Group Nine Media. As negociações chegaram a US$250 mil por episódio, ou entre US$10 mil e U$35 mil para cada vídeo curto.

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Novo estudo mostra relação entre mídias sociais e música

Matéria de Billboard

“A fama pode ser passageira nas redes sociais, mas artistas e bandas têm maior poder de influência”: Um estudo descobriu que nove entre dez usuários de mídias sociais como o Facebook, Twitter, Instagram ou Snapchat fazem uma atividade relacionada à música.

De acordo com dados compilados pela empresa de pesquisa e análise MusicWatch, nove entre dez usuários usam as mídias sociais para fazer atividades relacionadas à música.

De particular interesse para o negócio da música seriam os resultados das métricas de consumo da pesquisa.

A maioria dos entrevistados (75%) usam as mídias sociais para assistir a videoclipes; 69% para ouvir música em rádios e 35% pagam por uma assinatura de streaming de música.

Com relação ao perfil dos usuários, 36% possui idade entre 13 e 24 anos e o hip-hop é o gênero mais procurado pelos seguidores. Além disso, os artistas e músicos estão no topo da lista de influenciadores mais seguidos.

“A fama pode ser passageira nas redes sociais, mas artistas e bandas têm maior poder de influência”, afirmou o MusicWatch em um post no blog que acompanha o estudo.

O MusicWatch ainda explicou que o motivo da preferência por música é que os usuários possuem interesse constante nas carreiras de seus artistas favoritos e querem atualizações em seus projetos musicais, passeios e estilos de vida.

A rede social preferida para compartilhar e marcar músicos é o Instagram com 56% dos usuários.

No Snapchat, 68% dos usuários visualizaram ou postaram fotos de eventos de música ao vivo, enquanto 23% dos posts continham letras de músicas.

“Dois de cada três (63%) usuários concordam que estão descobrindo novos artistas nas mídias sociais”, continuou  postagem no blog do MusicWatch.

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O YouTube está prestes a passar o Facebook como o segundo maior site nos EUA

Matéria de CNBC

Com queda de usuários ativos, Facebook perderá em breve a posição de segundo lugar para o YouTube.

De acordo com um novo estudo, o Facebook em breve perderá sua posição entre os sites mais visitados no mundo para o YouTube.

O número de visitas mensais no Facebook caiu de 8,5 bilhões para 4,7 bilhões nos últimos dois anos. Embora o tráfego de aplicativos da rede social tenha crescido, não será suficiente para compensar essa perda, segundo o estudo.

Os cinco sites que mais receberam tráfego nos EUA nos últimos anos foram Google, Facebook, YouTube, Yahoo e Amazon, nessa ordem.

Desde que informou que seu número de usuários ativos diários se estabilizou na América do Norte e declinou na Europa, o Facebook sofreu uma queda no mercado.

O autor do estudo e chefe de insights da SimilarWeb, Stephen Kraus, explicou que o Facebook pode contar com suas aquisições como o WhatsApp e Instagram. “Sim, o site Facebook.com está em baixa, mas eles se consideram mais um portfólio de produtos”, disse.

Em breve o Yahoo também perderá sua posição no ranking para a Amazon, que possui maior tráfego nas datas atrativas, como dezembro, para os consumidores.

Nenhum dos sites que estão no topo do ranking conseguirá se aproximar do gigante Google. Mesmo sofrendo um declínio no tráfego do site, devido ao uso de aplicativos e pesquisa por voz, foram registrados aproximadamente 15 bilhões de visitas em julho de 2018. Enquanto os outros sites estavam abaixo de 5 bilhões

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Instagram adiciona músicas ao Stories e anuncia 400 milhões de usuários diários.

Matéria de Billboard

Após acordos de licenciamento, o Instagram vai ficar ainda mais interessante com o novo recurso de adicionar músicas no Stories.

Nesta quinta-feira (28 de junho) o Instagram anunciou um novo recurso que permitirá que os usuários adicionem músicas no Stories. Por enquanto a novidade só está disponível para alguns países.

De acordo com o Instagram, para acessar o recurso basta ir à biblioteca que estará disponível e escolher uma música, os usuários podem identificar a seção exata da faixa que desejam reproduzir em seu Stories, avançando ou retrocedendo. Além disso, em dispositivos iOS, será possível escolher a música antes de gravar.

O novo recurso é o resultado de acordos de licenciamento de músicas realizados no ano passado entre o Facebook e as gravadoras. No início deste mês, a rede social também lançou novos recursos envolvendo música.

O Instagram também afirmou que atualmente cerca de 400 milhões de usuários usam o recurso Stores diariamente, o que representa mais do que o dobro de usuário do rival Snapchat.

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Facebook lança rival do Musical.ly e dá boas-vindas às músicas licenciadas.

O Facebook lançou um novo recurso que promete competir com o Musical.ly e divulgou mais novidades envolvendo música!

O Facebook lançou duas novidades envolvendo experiências com a música. A primeira novidade é a possibilidade de adicionar músicas a vídeos. A segunda é um Karaokê que promete competir com o Musical.ly.

Quem divulgou a notícia foi a Chefe de Desenvolvimento de Negócios Musicais, Tamara Hrivnak, e o Diretor de Produtos, Música e Direitos, Fred Beteille.

No Blog da rede social foi publicado: “De casamentos e feriados a celebrações cotidianas, os momentos especiais da vida são aqueles que associamos à música. Juntamente com a indústria da música, estamos trabalhando para permitir que pessoas de todo o mundo incluam música em seus vídeos no Facebook, abrindo mais opções de criatividade e compartilhando memórias com amigos e familiares”.

O “Lip Sync Live” é um karaokê que promete ser um rival do aplicativo Musical.ly. O novo recurso permite ao usuário cantar e transmitir ao vivo músicas como “Welcome to the Jungle”do Guns N ‘Roses e “Havana” de Camila Cabello.

Com relação à nova possibilidade de postar vídeos com músicas, o recurso só veio após os vários acordos que a rede social realizou com gravadoras e por isso só as músicas licenciadas poderão ser inseridas nos vídeos.

Por enquanto, a função chegou apenas para alguns países, mas em breve será disponível para todos os outros.

Hrivnak disse que podemos esperar mais novidades ao longo do ano: “Estamos apenas começando!”.

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Direitos de Autor: Facebook estabelece acordo com 3 multinacionais da música

O Facebook fez um acordo com três multinacionais na área da música.

O Facebook pagará direito autoral para músicas do catálogo da Warner Music, Universal Music Group e Sony. Assim, os usuários da plataforma, incluindo o Facebook Messenger e o Instagram, poderão fazer upload de vídeos com músicas protegidas destas três empresas sem que ocorram riscos dos vídeos serem retirados devido a violação dos direitos de autor.

Além disso, o Facebook pretende estabelecer mais acordos com outras companhias da área da música a fim de aumentar o leque das músicas salvaguardadas para uso dos seus usuários.

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O mundo é do Google e do Facebook, nós só vivemos nele

Leia a resenha do livro “Move Fast and Break Things”, de Jonathan Taplin. Um livro que conta “Como Facebook, Google e Amazon encurralaram a cultura e o que isso significa para nós”.

Com quase 70 anos, Taplin é fundador de uma das primeiras empresas de vídeo on demand do mundo. Ele foi produtor musical e de cinema e trabalhou com Bob Dylan, The Band, Martin Scorsese e Gus Van Sant.

Em seu livro, Taplin fala sobre como empresas de tecnologia como o Google, Facebook, Amazon e Paypal usara a internet “para monopolizar mercados e dar a seus donos um poder econômico e uma capacidade de controle da sociedade nunca antes imaginados”.

Taplin se concentra na indústria cultural, contando como essas empresas dominaram as indústrias da música, informação, audiovisual e literatura. Uma interessante leitura. Confira!

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Facebook’s status: Tech or media company?

Matéria de @AJEnglish

Por mais que o Facebook tente negar, cada vez mais ele tem se transformado em uma empresa de mídia.

Muito mais que uma rede social, no Facebook consta as principais notícias do mundo. O problema é quem nem sempre essas notícias são verdadeiras e muitas vezes não há controle de conteúdo. São vários os casos de publicações contendo pornografia, imagens de assassinatos, terrorismos.

Isso tudo está sendo compartilhado pelos próprios usuários, que agora podem determinar se o conteúdo é improprio ou não. Essa seria uma ferramenta criada para controlar os conteúdos impróprios ou falsos. Leia o artigo que aborda uns dos maiores desafios para a rede social: Assumir que agora ela é uma empresa de mídia e deve promover um controle mais rígido sobre o que é compartilhado na rede.

 

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Facebook transmitirá mais de 5 mil horas de eSports

Matéria de Canaltech

O Facebook não para de trazer novidades em transmissões de vídeos. Após parceria com a MLB, agora a rede social irá transmitir jogos de eSports.

A nova parceria do Facebook com a Global eSports ESL trará aos usuários da rede social mais de 5.550 horas de eventos de eSports, além de 1.500 horas de conteúdos exclusivos. A partir do mês que vem já será possível assistir ao conteúdo na página ESEA Facebook, que transmitirá competições para a comunidade de Counter Strike, com suporte para a língua portuguesa.

Esta será uma grande oportunidade de atrair novos públicos para as empresas de esportes digitais como a ESL. O Facebook poderá aumentar a concorrência, “principalmente, com a Amazon Twitch, que é líder na transmissão de eSports”. “Para se ter dimensão da força do serviço de streaming, em 2016 um relatório indicou que mais de 100 milhões de usuários da plataforma assistiram 800 milhões de horas de esportes digitais em apenas dez meses”.

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Report: Facebook’s premium video content slate set to debut next month

Matéria de Marketing Dive

O Facebook está se preparando para lançar seu conteúdo Premium, onde terá vídeos de conteúdo como a TV. Perto do Festival de publicidade Cannes Lions, fontes dizem que em Junho teremos novidades.

O que se sabe é que o Facebook trará uma programação inicial que incluirá cerca de duas dezenas de shows em duas camadas de conteúdo. Uma camada incluirá produções mais longas e de grande orçamento que seriam estruturadas como episódios de TV tradicionais. Enquanto a outra se concentraria em shows mais curtos, com duração de cinco a 10 minutos e atualização a cada 24 horas. Além disso haverá conteúdos que abrangem formatos de vídeo, com uma realidade virtual (VR).

Tudo isso para tentar superar a queda de receita com anunciantes na rede social. Vamos aguardar as novidades.

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