“Se não impressionar o jovem nos primeiros 5 segundos, você já era”, diz diretor do Deezer

Em entrevista para a Época Negócios o Diretor Comercial do Deezer Golan Shaked, comentou sobre o mercado musical, o streaming e como atrair a nova geração que está acostumada com o Tinder e Youtube.

“Se você não impressionar os jovens nos primeiros cinco segundos da música, você já era” afirmou o diretor da Deezer Golan Shaked. Os usuários mais novos têm um interesse bastante curto e por isso os artistas estão criando música que impressiona no começo.

Shaked contou que cada vez mais artistas do gênero reggaeton estão adotando esse estilo de compor. “Eles estão em contínua criação. Lançam, em intervalos curtos, músicas que duram muito pouco nas paradas de sucesso. Antes, uma música ou álbum podia durar meses no topo. Hoje, músicas saem de moda após semanas, se tanto”, explicou.

O diretor da Deezer também falou sobre a insatisfação dos artistas com relação a remuneração dos serviços de streaming. Ele contou que mesmo não arrecadando como no auge dos CDs a indústria está num bom caminho e agora com a abertura de capital do Spotify é possível ver algumas informações importantes como o valor de 72% que a indústria paga para gravadoras e artistas.

Há ainda outras vantagens como a possibilidade de um artista ser descoberto por fãs de outros países: “Antes, um artista brasileiro precisava gastar dinheiro para chegar ao mercado e ficava satisfeito de estar entre Rio e São Paulo. Agora, ele pode gravar sua música em um porão e ser descoberto por fãs na Turquia”.

“É cedo para tirar conclusões sobre o futuro do streaming. Ele precisa de escala. Acho que estamos na direção certa”, acrescentou Shaked.

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A2IM CEO Richard Burgess on the State of Indies: It Isn’t Just the ‘Skinny Kid With a Guitar Slung Low’

Matéria de Billboard

Leia entrevista para a Billboard do premiado na Semana Indie, Richard Burgess, que fala sobre os principais problemas que o setor independente enfrenta.

Durante a Semana Indie da Associação Americana de Música Independente, entre os dias 5 a 8 de junho, Richard Burgess, CEO da A2IM, marcou o evento por ser premiado no Libera Awards. O evento trouxe a indústria musical independente para a cidade de Nova York e a Billboard entrevistou Burgess para saber sua opinião sobre o mercado.

A Semana Indie atraiu vários executivos de música de alto calibre, incluindo Tim Westergren do Pandora, Tom Poleman, da iHeartMedia e representantes do Spotify e da Apple Music.

Burgess é músico, produtor, autor, educador, ex-chefe de negócios da Smithsonian Folkways Recordings e liderou a coligação de música independente sem fins lucrativos por um ano e meio. Na entrevista à Billboard, Burgess discutiu os muitos problemas que o setor independente enfrenta, inclusive a falta de uma remuneração justa. Para ele um músico indie “não é apenas um garoto magro com uma guitarra baixa”.

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Mass NOI Update: Christopher Sabec and Rightscorp Tackle the Songwriters’ Copyright Office Problem

Milhões de músicas não são identificadas em serviços de streaming. Um sinal de que há muitos compositores sem receber por seus direitos. Leia entrevista com o CEO de uma empresa que busca soluções para ajudar compositores.

Atualmente, milhões de músicas em serviços como Spotify , Google, Amazon e Pandora são classificados como desconhecidos (NOI). Isso significa que milhões de compositores não estão recebendo por seus direitos.

Sabe-se que só o Pandora possui cerca de 1.000.000 de músicas desconhecidas. Para controlar a situação, o Copyright Office criou uma plataforma que arquiva as informações da música não identificada e é possível acessá-la gratuitamente para que os compositores possam descobrir se suas músicas estão sendo usadas.

A Rightscorp é uma empresa que desenvolveu uma base de dados para auxiliar compositores com a classificação “desta bagunça”. Leia entrevista com o CEO Christopher Sabec e saiba como a empresa busca soluções visando ajudar os compositores.

 

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MEET THE STREAMING SERVICE WITH 20M USERS… THAT’S ALSO A RECORD LABEL

Enquanto alguns rumores apontam que o Spotify poderia se tornar uma gravadora, um serviço de streaming de músicas que também é uma gravadora já existe desde 2007. O Saavn foi fundado nos EUA e possui fortes ligações na Índia.

O Saavn é serviço de streaming que pretende fornecer uma plataforma mundial para artistas independentes do Sul da Ásia, através de um acordo de distribuição com o The Orchard. O Associate A&R Director do Saavn, Neal Sarin, explica que o objetivo é apoiar artistas da cena independente indiana. Em vez de apenas incentivar a promoção de artistas, o streaming quer ir mais adiante e ajudá-los a se desenvolver, levando-os para seu público alvo.

Atualmente, o Saavn tem 20 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo. Cerca de 18 milhões estão na Índia, onde é oferecido um serviço de streaming gratuito com anúncios e outro pago com um preço de Rs.99 (US$ 1,50) por mês. O serviço Premium só está disponível para o resto do mundo a um preço de US $ 4,99.

O serviço oferece um catálogo de mais de 30m de músicas e visa atender principalmente o público do sul da Ásia, com músicas Bollywood, Punjabi e Telugu.

Sarin afirma que há cerca de 4 milhões de habitantes nos EUA, onde mais de 1 milhão são usuários ativos mensais do Saavn e acredita que é possível converter uma grande parte deles em assinaturas pagas. Leia entrevista com os fundadores e conheça mais sobre o serviço de streaming no site.

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“Os millennials? São muito leais, até que o deixam de ser”

Matéria de Jornal Expresso

Em entrevista com o portal Expresso, John Zealley, responsável global da Accenture pela área de bens de consumo e serviços, fala um pouco sobre a geração millennials e sua relação com o futuro do consumo.

Sobre a indústria da música Zealley afirma: “Se olharmos para a indústria da música, por exemplo, vemos como as pessoas compram bilhetes para Glastonbury e estarem na lama para ver os seus artistas favoritos. É um tipo de seguimento que não desaparece e com tendência para se acentuar. O que muda é a forma como o consumidor interage com a marca e vice-versa”.

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‘MUSICIANS TAUGHT ME EVERYTHING. WITHOUT THEM, I’M WORKING ON THE DOCKS.’

Em entrevista, James Lovine, 64 anos, produtor e co-fundador da Interscope Records fala que quer convencer mais pessoas a pagar pela música. Além disso, conta sobre suas conquistas na Interscope e a sua experiência pessoal ao ver o negócio da música gravada desmoronar.

O co-fundador da Interscope Records , James Lovine, que já ajudou a lançar artistas como Dr. Dre, Eminem, Nine Inch Nails e Lady Gaga, é entrevistado pelo site MBW. Insatisfeito com os serviços de streaming , ele quer que as pessoas paguem para ouvir música e conta que sabe como a indústria musical pode fazer isso acontecer.

Lovine fala que muitos artistas não se preocupam mais com a questão da música “livre”. Agora os artistas não veem a indústria discográfica como gerador de receita, mas sim como uma ferramenta de vendas de ingressos, citando uma recente conversa com um jovem artista, onde sua gravadora o instruiu a divulgar sua música em todos os serviços para poder ter uma melhor chance de estar no “Billboard Hot 100 No.1”.

Um dos assuntos mais discutidos, seu desejo em convencer mais pessoas a pagar pela música. Além disso, Lovine conta de suas conquistas na Interscope e a sua experiência pessoal ao assistir o valor do negócio de música gravada desmoronar. Também são discutidas as tentativas da Apple de patrocinar lançamentos de artistas exclusivos, sua saída da Universal e o rapper Frank Ocean.

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ENTREVISTA DAVID MCLOUGHLIN: “TEM UMA CENA FANTÁSTICA ROLANDO NA BAHIA”

Em entrevista em Salvador, o irlandês David McLoughlin fala de sua experiência, como a música brasileira está sendo recebida no exterior, as dificuldades para se chegar ao mercado internacional e outros.

O irlandês David McLoughlin, há vinte anos mora no Brasile “sempre atuou dentro da indústria da música”. “Passou por diversas gravadoras no Brasil e depois de vários anos com a BM&A, uma ONG voltada para o mercado de música internacional, hoje atua no Brasil Calling, um serviço para divulgar música brasileira lá fora”.

Leia entrevista completa sobre suas experiências, como a música brasileira está sendo recebida no exterior, “as dificuldades para se chegar ao mercado internacional”, e “como a Bahia vive um ótimo momento, mas não consegue levar isso para fora”.

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Cost of entry to streaming market is stifling innovation, says digital consultant

Durante a Canadian Music Week, Vickie Nauman, fundadora da CrossBorderWorks, concede entrevista ao Chris Cooke, ex-diretor de negócios da 7digital nos Estados Unidos. Ela comenta sobre as oportunidades não exploradas no streaming devido ao alto custo em inovação e falta de investimentos no setor.

Na entrevista, ela questiona sobre quais outros modelos de negócios poderiam ser construídos em torno da experiência de streaming e quais produtos poderiam ser criados para atrair aqueles que se interessam em assinar um plano de US $ 10 por mês ou os que nem pretendem assinar. Nauman acredita que há oportunidades para criar “bitesize”, produtos que podem persuadir aqueles usam streaming de graça, mas gastam um pouco de dinheiro. Para ela a próxima inovação em streaming de música não será um catálogo completo de experiências.

Ela afirma que é preciso apoiar a inovação e as novas empresas. As start-ups não devem focar em trabalhar com um catálogo completo de 40 milhões de músicas, onde é necessário “fazer milhares e milhares de negócios, é muito complexo”. A ideia de “bitesize” é mais fácil de gerenciar, pois é possível que com um catálogo, as startups possam ser capazes de trazer à vida um determinado gênero ou uma banda, ao invés de exigir-lhes para organizar a música do mundo inteiro.

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WHY DO MAJOR ARTISTS KEEP ON BREAKING IN GERMANY?

Philip Ginthör, CEO da Sony Music Entertainment GSA (Alemanha, Suíça e Áustria) fala sobre as oportunidades no mercado da música na Alemanha.

A Alemanha é o terceiro maior mercado de música do mundo, em termos de valor de varejo. Possui 16 estados individuais que são bastante únicos no que diz respeito à sua infraestrutura de mídia. Com isso, pode-se criar diversas experiências na rádio e TV.

Em entrevista para o site MBW, Ginthör, fala da diversidade do mercado de música na Alemanha e a vontade de criar experimentos da Sony Music.

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Futuro da música será você dentro do clipe, diz especialista

Matéria de 180graus

Leia entrevista com Catherine Moore, consultora e professora de música, tecnologia e mídias digitais, da Universidade de Toronto, no Canadá. Ela fala sobre a indústria da música e como artistas como Adele e Beyoncé aprenderam a sobreviver perante as mudanças no mercado.

Catherine fala que essas artistas usam uma combinação de produção de qualidade, criatividade no marketing e a ajuda de dados de sites especializados, que os permitem programar melhor a distribuição.

Na entrevista, a professora vai adiante ao examinar a relação entre música e tecnologia, prevendo que “um fã de Beyoncé possa, num futuro não muito distante, entrar em um clipe da cantora, graças aos recursos da realidade virtual”.

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