O aplicativo que reconhece álbuns pela arte da capa

Matéria de Nexo Jornal

Record Player é um aplicativo que indica o álbum na biblioteca do Spotify apenas com a foto do CD ou vinil. Conheça a novidade!

O aplicativo Record Player é capaz de indicar o álbum na biblioteca do Spotify automaticamente apenas com a foto do CD ou vinil.

Criado pelo desenvolvedor americano Patrick Weaver na plataforma colaborativa Glitch, o novo aplicativo encontra o álbum na biblioteca do Spotify a partir de uma foto do CD ou vinil. Com a ajuda do Cloud Vision, leitor de imagens do Google, a imagem é identificada para que o Spotify consiga encontrar os resultados.

Para usar o Record Player bastar ir ao site Record-Player.glitch.me e clicar no botão “Click to select or take a picture” (clique para selecionar ou tirar uma foto) e então a câmera do celular abre automaticamente.

É possível encontrar artistas brasileiros e internacionais que estão no Spotify.

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Por que serviços como o Spotify ainda não conquistaram o Japão?

Matéria de Peach no Japão

Saiba por que os serviços de streaming não conseguem abocanhar a fatia de mercado dominada pelos CDs no Japão.

Atualmente no Japão são vários os serviços de streaming , como a Apple Music, Google Play Music, Amazon Prime Music, AWA, Line Music – um “whatsapp japonês” – e Spotify, que entrou no mercado no final do ano passado.

A indústria da música no Japão gera 3 bilhões, porém os serviços de streaming não conquistaram muito os japoneses, “só a minoria passa a assinar os serviços “premium””.

Somados aos downloads pagos, o streaming no Japão representa apenas 8% da receita (em 2016); “os serviços de streaming não conseguem abocanhar a fatia de mercado dominada pelos CDs”. Entenda no blog, o motivo!

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Aos 35 anos de vida, o CD agoniza no mercado fonográfico, mas não morre

Matéria de Mauro Ferreira

Há 35 anos o CD, ou compact disc, foi lançado no mercado fonográfico mundial, porém o formato corre o risco de se tornar obsoleto.

O recente relatório divulgado pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) com dados do mercado fonográfico mundial em 2016, mostra o declínio do formato que uma vez era muito popular.

“Se no mundo as vendas de CD caíram 7,6% em relação a 2015, a queda no Brasil foi de estarrecedores 43,2%. Tanto que, se confrontada somente com o consumo de música digital (downloads e streaming), a receita obtida com a venda de CDs gerou somente 22,8% dos lucros do mercado fonográfico do Brasil em 2016. Já os downloads e streaming (este, o meio de consumo de música que mais cresce no mundo) já representam 77,2% da receita”.

Isso significa que “a indústria da música vai fabricar cada vez menos CDs”. O texto explica que o formato não desaparecerá, pois a tendência é que o formato seja vendido a nichos específicos, como os LPs.

“O CD vai permanecer vivo, sim, mas sem ser a mídia importante que foi na primeira metade dos 35 anos de vida do compact disc. Em outras palavras, o CD agoniza, mas não morre”.

 

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