SOM LIVRE DEVE SER VENDIDA EM BREVE POR US$300 MILHÕES

O que já era burburinho aqui no Brasil, começou a pipocar lá fora! A Som Livre deve ser adquirida em breve por um valor estimado em US$300 milhões.

Nesta quarta-feira (17), o Music Business Worldwide, confirmou com fontes diretas a venda da Som livre por um  valor estimado em US$300 milhões

Enquanto as três maiores gravadoras (Universal Music, Warner Music e Sony Music) estão de olho na Som livre, outras menores como a Believe, sediada em Paris, também podem fazer a aquisição.

Em novembro do ano passado, Jorge Nóbrega, Presidente Executivo da Globo já havia citado em entrevista para o Brasil Calling, a possibilidade de venda da gravadora por conta da nova estratégia da empresa:

“A música continua muito importante no portfólio da Globo, mas acreditamos que é um bom momento para sair do negócio da gravadora tradicional e focar em [nossa] estratégia D2C.”, afirmou o executivo durante a entrevista.

Marcelo Soares, diretor geral da Som Livre, também participou da entrevista e revelou que se sentia orgulhoso sobre os resultados da gravadora: “O Brasil é um mercado onde a música local representa quase 70% do consumo total. A Som Livre, com foco integral na música brasileira, cresce há mais de 10 anos consecutivos em uma velocidade maior que o mercado. Ter alcançado a posição de terceira maior gravadora do Brasil com conteúdo apenas brasileiro nos enche de orgulho.

Desde a entrevista, o processo de venda se acelerou, com vários potenciais pretendentes de olho na empresa. O MBW confirmou que o processo está chegando ao fim e em breve será anunciado oficialmente.

Atualmente, a Som Livre é a maior gravadora nacional do Brasil e pertence ao Grupo Globo, empresa de multimídia que movimentou R$14,09 bilhões em 2019 (cerca de US$2,5 bilhões pelo câmbio atual).

Além disso, a gravadora é a terceira maior do Brasil em market share, atrás da Sony Music e da Universal Music, mas à frente da Warner Music.

Fundada em 1969 por João Araújo, a Som Livre foi criada para lançar trilhas sonoras de novelas da Globo. Em seguida, evoluiu para a contratação de artistas nacionais como Rita Lee, Novos Baianos e Tim Maia, além de artistas mais contemporâneos como Gusttavo Lima e Wesley Safadão.

 

Imagem: Reprodução/Wesley Safadão lançou discos, incluindo álbum ao vivo de 2015, Ao Vivo em Brasília, pela Som Livre

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Taylor Swift se diz prejudicada pela venda de sua ex-gravadora para Scooter Braun

“Isso é o que acontece quando você assina um contrato aos 15 anos com alguém cujo termo ‘lealdade’ é, claramente, apenas um conceito contratual”, afirmou Taylor Swift após o anúncio de que sua antiga gravadora foi vendida, assim como a propriedade de seus seis álbuns, para o empresário Scooter Braun.

O que Taylor Swift mais temia aconteceu, sua antiga ex-gravadora foi vendida para o empresário Scooter Braun e junto com ela seus seis álbuns.

De acordo com o Music Business Worldwide, o empresário Scooter Braun adquiriu a gravadora Big Machine por cerca de $300 milhões, o acordo também incluir o catálogo de Taylor Swift.

A cantora publicou em seu Tumblr como se sentiu prejudicada após a notícia:

“Por anos, eu pedi, implorei para ter a chance de ser dona do meu próprio trabalho. Em vez disso, recebi a oportunidade de assinar de novo com a Big Machine Records e ‘merecer’ um álbum de cada vez, um para cada novo que eu entregasse. Não aceitei porque eu sabia que, assim que assinasse o contrato, Scott Borchetta [dono da Big Machine] venderia a gravadora e, assim, venderia eu e meu futuro. Tive que fazer a escolha excruciante de deixar para trás todo o meu passado. Músicas que escrevi no chão do meu quarto e vídeos com os quais eu sonhei e paguei com o dinheiro que ganhei tocando em bares, depois clubes, depois arenas, e então estádios”, afirmou a cantora.

“Alguns fatos curiosos sobre as notícias de hoje: eu soube da compra do meu trabalho por Scooter Braun conforme foi anunciado para o mundo. Tudo o que eu conseguia pensar era o bullying incessante e manipulador que recebi das mãos dele ao longo dos anos, como na vez em que Kim Kardashian orquestrou e gravou ilegalmente o trecho de uma ligação de telefone para ser vazada, e depois Scooter juntou seus clientes para fazer bullying comigo online (vejam a foto). Ou quando o cliente dele, Kanye West, organizou um videoclipe de ‘revenge porn’ que deixou meu corpo nu. Agora, Scooter tirou de mim o trabalho da minha vida inteira, o qual eu não recebi a oportunidade de comprar. Essencialmente, o meu legado musical está prestes a cair nas mãos de alguém que tentou destruí-lo”, continuou ela.

“Isso é o que acontece quando você assina um contrato aos 15 anos com alguém cujo termo ‘lealdade’ é, claramente, apenas um conceito contratual. E quando este homem diz que ‘música tem valor’, ele quer dizer que o valor é dado a homens que não tiveram crédito nenhum em criá-la. (…) Quando deixei o meu trabalho nas mãos de Scott, fiz em paz com o fato de que, eventualmente, ele o venderia. Mas nunca, nos meus piores pesadelos, eu imaginei que o comprador seria Scooter. Sempre que Scott Borchetta ouviu as palavras ‘Scooter Braun’ saírem dos meus lábios, foi quando eu estava chorando ou tentando não chorar. Ele sabia o que ele estava fazendo; os dois sabiam. Controlar uma mulher que não queria ser associada a eles. Perpetuamente. Isso significa para sempre“, desabafou Taylor.

A publicação da cantora gerou grande repercussão na mídia durante o domingo (30), ainda mais pela manifestação contrária por artistas como Justin Bieber, que chegou a publicar um texto em seu Instagram em apoio ao seu empresário: “Onde você estava querendo chegar publicando aquele texto? Me parece que era para conquistar simpatia. Você também sabia que, postando aquilo, os seus fãs fariam bullying com o Scooter.”, questionou o cantor pop.

Scott Borchetta, o dono da Big Machine Records decidiu se manifestar em meio a toda polêmica. No site da gravadora, o empresário disse que Taylor estava informada previamente sobre a venda e que teve, sim, a oportunidade de ser dona de seu catálogo musical.

Atualmente, Swift possui um contrato com a Universal Music.

Foto: Divulgação/MBW

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Disney vende canais de esporte nos EUA por US$ 10 bilhões

Matéria de @meioemensagem

Para concluir aquisição da 20th Century Fox, a Disney vendeu seus canais esportivos regionais.

A Disney vendeu seus canais regionais de esporte para que sua aquisição da 20th Century Fox seja concluída.

De acordo com o Meio & Mensagem, a notícia publicada pelo Wall Street Journal informou que 21 dos 22 canais do gênero foram adquiridos pela Sinclair Broadcast Group por US$10 bilhões. O canal restante foi adquirido por US$ 3,5 bilhões pelo Yes Network, um conglomerado formado pelos Yankees, Amazon e a Sinclair.

Após assinar um acordo de US$71,3 bilhões para comprar a Fox em março deste ano, as entidades reguladoras antitruste determinaram a venda dos canais esportivos da Disney, como uma forma de controlar práticas anticompetitivas, como o monopólio de audiência esportiva.

 

Foto: Divulgação

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Spotify investe em podcast para ir além da música e virar líder em áudio

Matéria de Folha de S.Paulo

Anchor e Gimlet são as primeiras a entrarem na lista dos US$500 milhões que serão investidos no segmento de podcasts, pelo Spotify, que deseja ser líder global em streaming de áudio. Saiba detalhes e entenda sobre as aquisições.

Nesta semana o Spotify anunciou que fará duas novas aquisições em empresas especializadas em podcasts. De acordo com a notícia publicada pelo portal do jornal Folha de São Paulo, o movimento indica o interesse do serviço de streaming em acelerar o investimento em conteúdo não musical e ganhar um novo público consumidor de rádio.

Está confirmado que o Spotify comprará a Anchor  e a Gimlet Media. Segundo o jornal, a Anchor é uma empresa fundada em 2015, responsável por criar um app capaz de simplificar a produção e a distribuição de podcasts. A empresa afirma hospedar 40% dos novos podcasts do mundo.

A Gimlet, é uma produtora de podcasts populares nos Estados Unidos. Foi co-fundada em 2014 por Alex Blumberg, conhecido por ser ex-produtor do famoso programa de rádio This American Life.

Não foram revelados os valores das transações, entretanto especula-se que a Anchor esteja avaliada em mais de US$150 milhões (cerca de R$ 560 milhões), já a Gimlet, acima dos US$200 milhões (R$ 740 milhões).

“O Spotify planeja fazer no ramo dos podcasts o que fez no da música, oferecendo curadoria, personalização e serviços de recomendação, além de desenvolver ferramentas para podcasters e recolher dados para eles”, afirmou a Folha.

A razão para tantos investimentos em empresas voltadas para os podcasts está na audiência engajada. Esse tipo de ouvinte passa duas vezes mais tempo ouvindo  podcasts e tendem a ouvir mais música, portanto o cancelamento de assinaturas tende a ser menor.

O Spotify está tão focado neste tipo de investimento, que seus investidores já afirmaram que US$500 milhões (mais de R$ 1,8 bilhão) serão investidos em múltiplas transações em 2019.

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Tencent further expands music interests, invests in Indian streaming firm

A gigante digital chinesa Tencent mostrou interesse no mercado de streaming de músicas ao comprar o indiano Gaana.

O serviço de streaming Gaana foi criado em 2010 pelo grupo Times of India e agora passa a ser parte da Tencent.

A Tencent é dominante no mercado chinês e no ano passado o Spotify chegou a comprar parte de suas ações, e vice-versa.

O novo acordo é uma iniciativa da gigante chinesa que visa investir nesse importante mercado emergente para a transmissão de música, principalmente devido ao tamanho de sua população. Nos últimos anos, houve um crescimento significativo no número de assinantes em ambos os países.

Mesmo com as dificuldades enfrentadas, a Tencent acredita que, a longo prazo, os serviços de streaming se tornarão lucrativos.

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KOBALT PAID $29.8M FOR FINTAGE HOUSE’S MUSIC COMPANIES

Novas informações a respeito da aquisição da editora Fintage House pela Kobalt.

De acordo com novos registros fiscais divulgados da Kobalt, pode-se analisar que o custo pela aquisição foi de US $ 29,8 milhões . Com a compra, a base de clientes aumentou  para mais de 1.500 artistas.

O acordo trouxe à Kobalt novos clientes de direitos conexos, incluindo Bruce Springsteen, Ed Sheeran, Taylor Swift, Madonna, Coldplay e Justin Timberlake . No período de 12 meses até o final de junho, a Kobalt incorporou os clientes dos Direitos Conexos à sua lista, incluindo Kygo, Carly Rae Jepsen, Madcon, Shakira, Aloe Blacc, Paul McCartney, Felix Jaehn, Tove Lo, Zayn Malik, Lukas Graham e Sheppard.

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COULD MORE THAN $1BN IN MUSIC PUBLISHING ASSETS BE SOLD THIS YEAR?

O site MBW analisa a Ole e a editora independente Carlin Music. Este é um bom ano para a aquisição de empresas desse setor. As duas empresas estão no radar da indústria musical.

De acordo com o FT, a Carlin possui um catálogo de mais de 100.000 canções e está na lista de compras de empresas como Sony / ATV, Atlas Music e Concord Music. No entanto, um dos seus potenciais compradores, a BMG, se descartou, de acordo com fontes.

Os direitos autorais destacados no repertório de Carlin incluem as canções “What A Wonderful World”, “That’s Alright Mama” de Elvis Presley e trilhas sonoras de musicais como Fiddler On The Roof e Cabaret.

Com relação a Ole, a Billboard informa ela poderia ser adquirida por um valor em torno de US$800 milhões. A editora de música com base em Toronto está buscando uma recapitalização por causa do Fundo de Pensões dos Professores de Ontário, seu principal investidor para aquisições, está procurando retirar dinheiro.

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Spotify Acquires Sonalytic. Will Artists and Publishers Get Paid Faster?

Matéria de Digital Music News

A empresa sueca Spotify adquiriu a britânica Sonalytic e o The Sun já indica que o serviço de streaming pretende lançar um rival do Shazam.

O anúncio oficial do Spotify afirma que com a compra da Sonalytic, as playlists personalizadas serão aprimoradas. Além disso, será possível combinar músicas com composições, melhorando o sistema de dados de publicação da empresa.

Com a nova aquisição o Spotify poderá permitir melhores combinações com as composições e pagar editores e artistas de forma mais rápida. Ao ostentar um aumento das assinaturas pagas, a aquisição também pode ajudar a fortalecer a empresa financeiramente à frente de sua tão esperada IPO.

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