A Netflix é mais uma que tenta se desviar das lojas de aplicativos

Matéria de MarketWatch

Empresas de tecnologia como a Netflix e o Spotify estão realizando ações para incentivar os usuários a fazerem o registro e compra de seus aplicativos em suas próprias plataformas e sites para reduzir os custos com comissões na App Store e Google Play.

Pouca gente sabe, mas para ter um aplicativo na App Store ou no Google Play, a Apple e o Google cobram um valor de 30% como comissão. Um valor considerado alto e que acaba impactando no faturamento de qualquer empresa que está nas lojas de aplicativos.

Pensando nisso, a Netflix está criando novas formas para tentar fugir das comissões das lojas de aplicativos. Para incentivar seus usuários a se registrarem por outros meios, um site para dispositivos móveis do aplicativo foi criado. Além do cadastro, o usuário poderá definir os modos de pagamentos diretamente com a Netflix. Por enquanto, a medida está em fase de testes em vários países, menos nos EUA.

Não é de hoje que as empresas de tecnologia que possuem aplicativos nas plataformas da Apple e Google reclamam da “taxa” por visibilidade. Outra empresa que tem procurado fugir da dependência das lojas de aplicativos é o Spotify.

O Spotify não permite que novos usuários se registrem na loja de aplicativos da Apple, embora o aplicativo em si ainda possa ser baixado por lá. A empresa tem se pronunciado sobre o assunto e exigindo a criação de novas regulamentações.

Em 2015, o Spotify enviou e-mails para seus usuários incentivando o pagamento pelo Spotify.com e não pela App Store: “Se você trocar seus pagamentos para o Spotify.com, não haverá custos de transação e você economizará dinheiro”, informou o e-mail. Os e-mails também continham informações sobre como desligar a renovação automática no iTunes e fazer pagamentos através de seu próprio site, além de fornecer descontos nas assinaturas.

As empresas desenvolvedoras de games também estão aderindo a ideia e gerando novos modos de registros de usuários. A Epic Games lançará seu famoso jogo “Fortnite” em seu próprio site e o download só poderá ser feito nele.

“Tivemos discussões de portas fechadas com desenvolvedores de jogos que afirmam que a estrutura de comissões da Apple e do Google é injusta e que eles podem assumir um papel mais público ao empurrar de volta o modelo de negócios”, afirmaram analistas da Macquarie – empresa líder em consultoria financeira.

Ben Schachter, líder da Macquarie também afirmou que a resistência das empresas pode significar que o modelo de distribuição de aplicativos, como ditado pela Apple e pelo Google, precisa mudar.

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Android será o sistema padrão das TVs, diz Sony

Matéria de Exame

Lei entrevista com Hiroki Chino, presidente da Sony Brasil que falou sobre o futuro da TV e da própria empresa diante do novo cenário do consumo de conteúdo televisivo. Confira os melhores trechos da entrevista.

Estamos presenciando um novo jeito de assistir TV. Segundo pesquisa divulgada pela RBC Capital Markets, no Brasil “mais de 80% dos internautas usaram o YouTube para ver programas de TV ou filmes em agosto de 2016”, sendo a Netflix usada por 71% desse público.

As fabricantes de TV já estão atentas as mudanças e estão se preparando para atender aos novos gostos da população, mantendo relacionamento com provedores de aplicativos e oferecendo sistemas em seus aparelhos que sejam favoráveis para a criação de apps que podem ajudar a vendê-los.

Confira entrevista com Hiroki Chino, presidente da Sony Brasil, que foi entrevistado pela Exame.com e falou um pouco sobre o novo cenário do consumo de conteúdo televisivo.

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App que sincroniza músicas em vários celulares chega ao Brasil

Matéria de Exame

Você conhece o AmpMe? Este aplicativo que acaba de chegar ao Brasil, sincroniza a sua playlist musical com diversos smartphones, sendo capaz de propagar o som por todo o ambiente.

A empresa conta que o segredo do AmpMe “é que o delay entre as músicas tocadas por celulares diferentes tem que ser muito pequeno, algo em torno de 10 milissegundos”.

Para o lançamento do AmpMe no Brasil, a empresa terá servidores na América do Sul, para otimizar a velocidade da conexão entre aparelhos, e também lançará um recurso offline para que seja possível utilizar o aplicativo sem gastar o 4G.

A empresa está planejando realizar festas ao som de smartphones usando o aplicativo e fará competições online que premiarão os melhores vídeos feitos mostrando o uso do AmpMe.

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Can a throwback phone revive Nokia?

Matéria de USA TODAY

Rumores afirmam que a fabricante finlandesa HMD Global está planejando lançar uma versão moderna do Android no Nokia 3310, um antigo celular popular da Nokia.

De acordo com Evan Blass, escritor da VentureBeat o novo 3310 custará 59 euros (US $ 62,37) e será direcionado para clientes europeus. Não há planos para a distribuição do celular em demais continentes.

O 3310 pesava 133 gramas e ganhou uma reputação de ser indestrutível. Ele tinha os jogos Space Impact, Bantumi e o popular Snake II (o jogo da cobrinha).

A empresa realizará uma conferência de imprensa no dia 26 de fevereiro no “Mobile World Congress”. Além do 3310, Blass espera que a HMD lance três outros telefones da marca Nokia durante o MWC. “Vamos ver se a nostalgia valerá a pena”.

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