Sony Music aumenta rentabilidade em 5.8% no trimestre e arrecada US$2,87 bilhões.

A Sony Corp publicou seus resultados financeiros para o segundo trimestre fiscal (calendário Q3). As receitas globais de música gravadas da Sony Music ultrapassaram US$2,87 bilhões nos primeiros nove meses de 2018 . O portal Music Business Worldwide analisou os resultados.

De acordo com a análise do Music Business Worldwide, as receitas globais de música gravadas da Sony Music ultrapassaram US$2,87 bilhões nos primeiros nove meses de 2018, um aumento de 5,8% nas receitas.

Com relação ao streaming, as receitas aumentaram 26%, US$300,1 milhões, em relação ao ano anterior.

As receitas físicas sofreram uma queda de 14,6%, totalizado US$669 milhões, no período de nove meses.  Os downloads também caíram em 16,6%, US$295 milhões.

Houve queda nas receitas de música gravadas da Sony no último trimestre (até o final de setembro de 2018), de 3,8%, totalizando US$945,9 milhões. Uma série de fatores influenciaram a queda, como o aumento do streaming, ajuste contábil feito pela empresa em relação a 2017 e a queda nas receitas físicas e downloads.

Astroworld de Travis Scott (foto), This One’s for You (No.2) de Luke Combs e Staying At Tamara’s de George Ezra (No.3) foram os álbuns/projetos globais mais vendidos da Sony Music, no calendário Q32018. O álbum de Camila Cabello, Camila, estava em quarto lugar, enquanto vários lançamentos de Calvin Harris combinados ficaram como o quinto projeto de maior ganho da Sony nos três meses.

A Sony Corp considera que sua divisão de música inclui música gravada, publicação de música e “Visual Media & Platform” (com o jogo de sucesso comercial Fate / Grand Order).

A Sony Corp utilizou a atualização financeira de hoje (30 de outubro) para informar seus acionistas: “Espera-se que as vendas sejam maiores do que as previsões anteriores devido principalmente ao impacto esperado da consolidação da EMI e do forte desempenho do aplicativo Fate/Grande Ordem”.

Na análise, os cálculos do MBW foram convertidos em dólares em moeda constante.

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‘Favor analisar os gráficos’: Anitta pediu e G1 mostra evolução dela desde o início no funk carioca até ‘Medicina’

Matéria de G1

“Anitta é a artista brasileira mais ouvida no YouTube, mas não é a artista mais ouvida no YouTube no Brasil”: A pedido da cantora o portal G1 analisou sua evolução de números na rádio e internet, desde o início de sua carreira no funk até o hit ‘Medicina’.

Anitta explicou ao portal G1 que está tranquila com relação a sua carreira internacional. Os “picos de sucesso” e as “pequenas quedas” fazem parte da construção de sua carreira. Analisando dados de rádio e internet durante os sete anos de carreira da cantora, o G1 afirmou que:

“No primeiro semestre de 2018, a cantora quase dobrou sua audiência no YouTube em relação ao semestre anterior”;

“A fatia da presença internacional mais do que duplicou: no ano passado, 16% dos views eram de fora do país. Agora foram 41%”;

“Na análise histórica de hits no Brasil, há picos em “Show das poderosas”, “Zen” “Bang”, “Loka”, “Sim ou não” e “Paradinha”. Mas há disparidades entre rádios e YouTube”;

“Uma semana depois, “Medicina” segue forte no Brasil, e com menos presença no mercado hispânico que os singles mais fortes dela na região, “Downtown” e “Machika””.

Na análise o G1 revelou uma curiosidade:Anitta é brasileira mais ouvida no YouTube, entretanto não é a artista mais ouvida pelos brasileiros na plataforma. Isso acontece devido a sua expansão mundial, “ela tem um total de views maior que qualquer músico brasileiro, mas a audiência dela é dividida entre os países”, afirmou o G1.

No Brasil, os artistas nacionais mais vistos no YouTube atualmente é a cantora Marília Mendonça e a dupla Zé Neto & Cristiano.

Podemos dizer que Anitta ainda tem muita coisa pra mostrar e a tendência é que seus números ganhem cada vez mais destaques na internet, afinal a cantora está participando como jurada no “The Voice” no México (“La voz México”) e assim ficando mais conhecida internacionalmente. Tanto o G1 quantos nós do MCT estaremos atentos e acompanhando a carreira desta artista que é um grande case de sucesso na indústria da música brasileira.

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NIELSEN: STREAMS DE MÚSICA CRESCERAM 118BN NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018 NOS EUA – O MAIOR SALTO NA HISTÓRIA

Nessa semana a Nielsen publicou seu relatório sobre o mercado musical nos EUA. Nos últimos seis meses a quantidade de música transmitida cresceu como nunca!

De acordo com o novo relatório de meio de ano  da Nielsen, ‘Nielsen Music’, sobre o mercado da música dos EUA, houve um total de 403,4 bilhões de fluxos de música, um aumento de 41,6%.

Desse número, 268,2 bilhões de transmissões foram em plataformas de áudio (+ 45,4%) e 135,2 bilhões em plataformas de vídeo (+ 34,7%).

Segundo o site MBW, os resultados são positivos para uma indústria cujas recentes palavras de ordem eram de “frágil”, “cautelosa” e “conservadora” com relação a projeção do crescimento no streaming.

Com relação a streaming de vídeos, houve um aumento. No entanto, apenas de 34,8 bilhões, menor do que em 2015, quando o salto ano-a-ano ficou em 40 bilhões.

Vale lembrar que a Nielsen não diferencia fluxos pagos e financiados por anúncios, por isso é difícil prever o impacto nos números de receita do setor.

Com relação as vendas físicas, mesmo com o crescimento das vendas de discos de vinil (19,2%,  7,6 milhões) houve uma queda de 14,6%.

As vendas de faixas digitais continuaram a cair (27,4%, 223,1 milhões) e o volume de vendas de álbuns digitais também sofreu uma queda de 21,7% (27,5 milhões).

O artista que mais se destacou até agora foi o Post Malone (na foto, principal) que acumulou um consumo equivalente a 2,625 milhões de álbuns no período, 324 mil vendas de álbuns, 2,03 milhões de downloads de faixas e 3,146 bilhões de transmissões de áudio.

Entretanto quem dominou mesmo foi Drake, o megastar canadense, com novo álbum ‘Scorpion’ quebrou todos os recordes de streaming no dia de sua data de lançamento (29 de junho), registrou 3.304 bilhões de fluxos de áudio “on demand” no primeiro semestre de 2018.

Em terceiro lugar ficou XXXTentacion, que faleceu recentemente, seguido de Migos e J Cole. Todos os Top 5 (Drake, Post Malone, XXXTentacion e J Cole) quebraram vários recordes de no índice de contagem de streamings do Spotify.

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Direito autoral como insumo na indústria fonográfica

Matéria de JOTA Info

Direitos autorais para a produção de obras podem ser considerados como insumos gerando créditos para os descontos de recolhimento mensais do PIS e COFINS.

O STJ e a CSRF concluíram que a aquisição de direitos autorais é um insumo para a produção de obras. Esta é uma grande oportunidade para a indústria fonográfica, pois será possível gerar créditos para fins de descontar o recolhimento mensal do PIS e da COFINS.

Serão considerados os recursos pagos na obtenção de licenciamentos de direitos autorais para fins de exibição, transmissão, reprodução e/ou industrialização (através de plataformas digitais, CD, DVD e outros).

“Quanto maior o pagamento de direitos autorais, maior o desconto em questão”, afirmou o advogado Fábio Martins de Andrade para o portal “Jota”.

As empresas da indústria fonográfica tributadas no regime de apuração do PIS e da COFINS não cumulativo serão as principais beneficiadas pela oportunidade. Entretanto, será necessário levar em conta que há diferentes variáveis, como a atividade desempenhada pela empresa e a importância de determinado bem ou item em questão para o desempenho de tal atividade.

Em seu artigo, Fábio recomendou que para aproveitar o benefício um exame interno do valor econômico de cada empresa deve ser realizado: “Levantar os pagamentos de licenciamentos para utilização de obras autorais na atividade que desempenha” e “buscar desde logo identificar se eles atendem aos critérios da essencialidade ou relevância para integrarem-se no conceito de insumo”.

“Com a resposta positiva a tais pontos, em seguida deve ser definida cuidadosa estratégia para o ajuizamento da medida judicial cabível, que deve objetivar tanto o possível aproveitamento imediato mediante cômputo dos créditos relacionados ao pagamento de tais bens e itens, como também a recuperação dos créditos não aproveitados, se possível”, analisou o advogado.

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Por que o novo serviço de música do YouTube enfrentará dificuldades

O Meio & Mensagem publicou uma análise sobre o novo serviço de streaming de música do Youtube. “Acreditamos que o novo serviço enfrentará uma batalha”, afirmou o site.

O novo serviço de streaming do Youtube, o Youtube Music, terá muitos desafios para se estabelecer. Além da concorrência formada por empresas como Spotify, Apple Music e Amazon Music, o maior desafio será atrair mais de um bilhão de pessoas que acessam o serviço e já estão acostumadas a usá-lo de forma gratuita.

Fazer a transição de usuários de um modelo gratuito para um modelo pago é algo muito difícil. O Youtube já passou pela experiência com o Youtube Red, seu serviço de subscrição de transmissão de vídeo. Apesar do grande investimento e marketing, o serviço representa apenas 7% da receita do Youtube.

Segundo o site, para conquistar os usuários é necessária uma abordagem em diferentes segmentos com diferentes necessidades que ofereça propostas de valor únicas.  No caso do YouTube Music, os benefícios pela assinatura do serviço estão na visualização de conteúdo sem anúncios nos vídeos e a possibilidade de assistir e ouvir conteúdos off-line.

Convencer os usuários a pagarem por um serviço que elas já estão acostumadas a usar de forma gratuita é complicado, pois não se trata de uma questão apenas econômica e sim psicológica. Antes de migrarem para o plano pago o usuário é influenciado por muitas variáveis psicológicas como encontrar um serviço adequado às suas necessidades; avaliar o risco; as formas de pagamento e se vale a pena cancelar suas opções atuais para se inscrever no YouTube Music.

Se outras plataformas como o Facebook, Snapchat, Instagram e WhatsApp começassem a cobrar pelos seus serviços também passariam por muitas dificuldades.

Outro fator que poderia fazer o YouTube Music ser bem-sucedido seria tornar seu serviço gratuito menos acessível, porém a estratégia poderia sair pela culatra e acabar reduzindo a quantidade de usuários que migrariam para serviços concorrentes.

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O fim do Vevo não trará mudanças na distribuição de vídeos musicais

A dificuldade em disputar visualizações com o YouTube foi um dos motivos que levaram o encerramento do site e aplicativos Vevo após nove anos.

O Vevo é um site de vídeos musicais que surgiu da união entre as empresas Universal Music Group, Sony Music Entertainment, Warner Music Group e a Abu Dhabi Media. O site foi criado para ser uma tentativa de aumentar a receita de publicidade dos vídeos que pertenciam aos artistas do grupo e disputar com o YouTube.

Infelizmente seu desempenho não foi o esperado, pois a ideia de levar os espectadores da plataforma do Google ao site da Vevo não funcionou. Os fãs de música demonstraram não se importar muito com a qualidade do vídeo ou se ele era oficial e acabavam assistindo os vídeos no YouTube.

Nove anos depois, um acordo com o YouTube foi realizado dando acesso total a seus produtos. Embora esteja encerrando apenas o website e o aplicativo para dispositivos móveis é uma questão de tempo para que seja o fim de todo os serviços. “Afinal, por que gastar dinheiro com uma entidade que não está lhe dando tanto valor?” afirmou o site Music Industry Blog.

No ano passado a plataforma arrecadou cerca de US$650 milhões em receita e um total de 300 bilhões de visualizações, o suficiente para a empresa para empatar. A maior parte dessa receita veio como resultado do investimento em publicidade do YouTube, o que mais uma vez confirma que um novo acordo de distribuição será mais lucrativo do que realizar mais esforços.

O fim de Vevo comprova que mesmo empresas bem-sucedidas e bem-financiadas têm dificuldade em enfrentar um monstro tecnológico como o Google.

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Spotify Earnings: Growth Comes At A Cost

Recentemente o Spotify publicou suas receitas de 2016. Se você está curioso para saber como foi o desempenho do serviço de streaming durante o ano passado, não perca esta analise feita por Mark Mulligan.

Em 2016, o Spotify registrou uma receita de €2,9 bilhões, um aumento de 51% em relação a €1,9 bilhão em 2015. Além disso, as contas apresentaram uma forte recuperação em relação aos dados do ano anterior. No entanto, não foi possível comparar alguns itens, já que muitos não foram mais divulgados em 2015. Tudo o que aponta que a organização está estabelecendo suas estruturas para uma listagem pública.

Já que ultimamente cada notícia publicada sobre o desempenho do Spotify tem sido analisada, não encontramos tantas surpresas em seu relatório de receitas. Não deixe de conferir a análise feita por Mark Mulligan sobre o desempenho do Spotify.

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What Pandora’s $200M Ticketfly Sale and $480M SiriusXM Investment Means

Matéria de Billboard

O que os negócios entre Pandora, Sirius XM e Evenbrite significam para essas empresas e a indústria da música? Leia análise da Billboard.

O Pandora realizou dois grandes negócios recentemente. O primeiro foi com a SiriusXM, e outro com a Evenbrite, no qual vendeu a Ticketfly por 200 milhões de dólares. Mas o que esses investimentos significam para cada uma dessas empresas e a indústria da música? O site da Billboard faz uma análise detalhada sobre isso.

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APPLE MUSIC’S GROWTH IS GETTING FASTER… BUT IT CAN’T QUITE KEEP UP WITH SPOTIFY

A Apple anunciou nessa semana que já alcançou a marca de 27 milhões de assinantes em sua plataforma de música, a Apple Music. O site MBW fez uma análise para este novo dado histórico. Confira!

Esse foi o período mais rápido para o crescimento de assinantes na história da empresa, já que há seis meses, a Apple Music tinha ao todo 20 milhões de assinantes. Ao todo, esse valor resulta em uma média de 1,2 milhões por mês em novos assinantes. Um desempenho impressionante.

No entanto, seu concorrente, Spotify, tem conquistado resultados um pouco melhores. Em março deste ano, a companhia de Daniel Ek anunciou que ultrapassou 50 milhões de assinantes, 10 milhões em menos de seis meses.

Atualmente, a Apple tem investido em conteúdo exclusivo para se destacar no mercado e conseguir mais assinantes. Com certeza, esse é apenas o início de muitas novidades para a indústria da música.

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Who’s Leading The Streaming Pack?

Mark Mulligan analisa o desempenho atual dos serviços de streaming e as receitas geradas para as gravadoras. Em breve teremos um novo relatório anual do MIDiA Research.

Para analisar o consumo de aplicativos, Mulligan, monitorou semanalmente as bases de usuários ativos dos principais serviços de música a cada trimestre. No resultado, o streaming de música finalmente voltou a crescer, impulsionando o crescimento ano-a-ano de 6%, aumentando as receitas em US$ 0,9 bilhão.

Mulligan também confirmou que o relatório anual MIDiA Research está em fase final e em Junho teremos mais dados do desempenho da indústria da música, como: o comportamento do streaming, a tendência das listas de reprodução, os números de assinantes para todos os serviços líderes de música, disponibilidade de serviços, preços e disponibilidade de produtos, previsões de receitas e previsões dos usuários. O relatório inclui dados de mais de 20 países nas Américas, Europa e Ásia e previsões para 2025. Fiquem ligados!

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