Direitos autorais: YouTube entra em acordo com Ecad e Ubem, e ações são encerradas

Matéria de Ancelmo - O Globo

Acordo entre Ubem, Ecad e YouTube/Google garante tornar mais justas as remunerações de compositores.

A União Brasileira de Editoras de Música (Ubem) e o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) assinaram um acordo com YouTube/Google para tornar mais justas as remunerações de compositores.

As instituições exigiam equidade nos valores oferecidos no Brasil. Com o acordo, a Ubem garante a conformidade com os patamares aplicados internacionalmente pela utilização das obras musicais na plataforma.

Assim, foram encerradas todas as ações judiciais movidas pelas entidades.

 

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SPOTIFY EXPANDS TICKETING CAPABILITIES WITH AXS AND EVENTBRITE DEALS

O Spotify realizou uma parceria com as empresas de venda de ingressos online AXS e Evenbrite.

Agora, os usuários do Spotify serão notificados e terão acesso mais rápido na compra de ingressos para shows.

O anúncio expande a oferta de emissão de bilhetes da Spotify para centenas de locais em todo o mundo, incluindo estágios e eventos como o “Red Rocks Amphitheatre” nos EUA, o “The O2 Arena” em Londres e o “Ericsson Globe” em Estocolmo, da AXS.

O Spotify já possui mais de 150.000 artistas com datas de shows em mais de 100.000 locais.

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Lyor Cohen Responds to WMG CEO Stephen Cooper’s YouTube Memo: ‘I Was Surprised’

Matéria de Billboard

Lyor Cohen, atual chefe de música global do YouTube, comentou sobre o acordo com a Warner, dizendo que está surpreso com as declarações do memorando de Stephen Cooper.

Recentemente, através de um memorando, o chefe da Warner Music, Stephen Cooper, anunciou o acordo com o YouTube. A notícia ganhou destaque pela frustação de Cooper com a plataforma de vídeo, principalmente por que grande parte de seu conteúdo é considerado pirata.

Nesta semana, em uma entrevista para Peter Kafka, Lyor Cohen, ex-CEO e presidente de música gravada no Warner Music Group e atual chefe de música global do YouTube, comentou sobre o assunto.

Em relação ao memorando de Cooper, Cohen disse que ficou “surpreso” porque as questões levantadas pelo chefe da Warner não foram “o contexto ou o teor das negociações” e ele afirmou estar “impressionado”.

Ele disse ainda que nada foi comentado sobre os “safe harbors” e que este novo acordo foi voltado para o interesse comum de ambas as empresas na construção de uma plano para assinantes e negócios baseados em publicidade.

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WHY WARNER DID A DEAL WITH YOUTUBE (AND WHY IT SHOULD THINK TWICE NEXT TIME)

O site Music Business Worldwide analisa a notícia mais comentada recentemente: O acordo entre a Warner e YouTube

A Warner anunciou um novo acordo com o YouTube, porém o chefe Steve Cooper parece estar infeliz com a oferta. Questões que envolvem a pirataria e pagamentos aos artistas ainda preocupam Cooper.

Mesmo com tanto descontentamento a gravadora realizou o acordo. Na notícia, algumas considerações foram levadas ao assinar o acordo, principalmente pelo dinheiro, mas não há como ignorar os dados apresentados pelo Relatório Global de Música da IFPI, onde o YouTube pagou US$ 553 milhões em direitos de música gravada em 2016.

Além disso, a Warner estima ter cerca de 18% de participação no mercado de música digital, uma receita aproximada de US$ 100 milhões. Por fim, o maior trunfo do YouTube: a promoção e influência da indústria. Ou seja, a Warner realmente não teve muita escolha, a não ser realizar o acordo, mesmo que seja de curto prazo. Análise completa no site.

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Warner Music’s New Deal With YouTube Isn’t Great, But It Might Not Matter Anyway

Matéria de Forbes

Bobby Owsinski, em sua colaboração para o site da Forbes comenta sobre o novo acordo entre a Warner e YouTube.

Com o novo acordo entre o YouTube e Warner, críticas e análises começam a surgir. Em colaboração para a Forbes Bobby Owsinski, autor de 24 livros sobre o mercado da música, publicou sua análise.

Para ele, a Warner, não teve muita opção para negociar.  O YouTube  está protegido pelo “safe harbor”, lei que dá muitas proteções à plataforma de vídeo. Mesmo com o descontentamento do chefe, Steve Cooper com a pirataria, “É melhor receber um pouco do que não receber nada”. O melhor a se fazer mesmo é um acordo de pouca duração, por causa da instabilidade do mercado.

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WARNER AND YOUTUBE SIGN NEW DEAL… ‘UNDER VERY DIFFICULT CIRCUMSTANCES’

Matéria de Tudocelular.com

Warner e Youtube firmam acordo, mas Steve Cooper, chefe da Warner, se preocupa com o combate a pirataria.

Os termos do acordo entre as empresas não foram revelados. Através de um memorando aos funcionários, Steve Cooper, chefe da Warner, se mostrou preocupado com a questão do combate à pirataria. “Ele revelou apenas que o tempo do contrato é “mais curto que o normal”, o que dá à empresa “mais opções no futuro””.

“Cooper reclama que o YouTube é condescendente com o conteúdo pirata publicado na plataforma. Além disso, reclama que as leis protegem o site de streaming, já que considera que a plataforma não tem responsabilidade sobre o conteúdo enviado pelos usuários”.

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SPOTIFY WILL WINDOW ALBUMS ON PREMIUM, AS UNIVERSAL FINALLY INKS NEW DEAL

Os rumores estavam certos, a Universal Music Group e o Spotify assinaram um novo acordo global que será um passo vital na jornada da empresa de streaming para tentar um IPO.

No acordo, a UMG concordou em diminuir o valor recebido pelos licenciamentos de músicas, além disso, artistas da gravadora podem optar por disponibilizar na plataforma duas semanas antes um pré-lançamento aos assinantes Premium. Em troca, o Spotify agora possui metas de crescimento de assinantes. Caso a empresa de streaming não atinja esses marcos acordados, a redução da UMG na fatia da receita do Spotify seria adiada (ou mesmo potencialmente revertida).

O Spotify, em um comunicado à imprensa, falou que o novo acordo também proporcionará à UMG acesso sem precedentes aos dados, criando a base para novas ferramentas para artistas e gravadoras para expandir, engajar e construir conexões mais profundas com seus fãs. Líderes das empresas comentam sobre o acordo no site MBW.

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Universal And Spotify’s Deal Is An Even Bigger Deal Than It Looks

Com novo acordo entre Spotify e Universal Music, Mark Mulligan comenta sobre a importância e o significado para as empresas e mercado da música.

Hoje foi anunciado que a Universal Music e o Spotify finalmente chegaram a um acordo sobre melhores condições das taxas de licenciamento do serviço e exclusividade de músicas.

Para Mark Mulligan esse é mais do que apenas um acordo entre duas partes. É o início do próximo capítulo nas relações entre serviços de streaming e rótulos, um aprofundamento e fortalecimento de laços.

Nessa análise, leia sobre a importância desse acordo e saiba o que isso significa para a Universal Music, o Spotify e o mercado da música.

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MAIS UMA VITÓRIA DA ABRAMUS E ASSOCIAÇÕES QUE POSICIONARAM-SE EM FAVOR DA CLASSE ARTÍSTICA

Matéria de ABRAMUS

A ABRAMUS noticiou em sua página que realizará um acordo com o Sistema Brasileiro de Gestão Coletiva de Obras Musicais contra a tentativa da UBC em direcionar o pagamento dos acordos celebrados com as operadoras de TV por assinaturas.

No site de sua organização, a ABRAMUS explica o caso onde em 2014, o Ecad deliberou efetuar o pagamento dos direitos gerados pelas operadoras de TV por assinatura, porém “a associação UBC ingressou com uma ação em juízo para suspender os pagamentos, gerando um valor retido de R$ 75 milhões”.

A nota também diz que “sabendo da iminência de ser derrotada, a UBC tentou manobrar o pagamento em benefício de seus próprios interesses – não os da classe artística –, e agora busca liberar os direitos antes da decisão judicial que pune a entidade pela demanda irresponsável instaurada”.

Por isso, a ABRAMUS, junto com demais associações, contribuirá com a ação para agilizar um acordo que encerrará a demanda iniciada pela UBC. A ABRAMUS afirma que finalmente, todos receberão seus direitos.

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BMG MOVES DISTRIBUTION OF 8,000 ALBUMS TO WARNER’S ADA

ADA Worlwide assinou acordo para distribuir o catálogo da BMG no mundo todo.

No ano passado a ADA Worldwide, empresa que pertence ao grupo Warner Music, assinou um acordo para distribuir o catálogo da BMG em todo o mundo. Agora, esse acordo deu mais um grande passo.

A BMG acaba de trocar a distribuição de 95.000 faixas e 8.000 álbuns para a ADA Worldwide. A ação envolve gravações de alguns dos maiores nomes da música, desde Black Sabbath e Motörhead até Fatboy Slim e Kylie Minogue.

O EVP (Employee Value Proposition) de Direitos Administrativos Globais da BMG, Ben Katovsky, disse que o movimento além de beneficiar os artistas, irá oferecer um serviço melhor e mais transparente, gerando maiores receitas também aos parceiros de varejo.

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