BMG amplia licenciamento digital na Europa

A BMG anunciou novo acordo de licenciamento de músicas em serviços de streaming com a GEMA, sociedade alemã de direitos de reprodução musical. O acordo beneficiará compositores e artistas anglo-americanos com maior eficiência e transparência.

Na semana passada, a BMG anunciou um novo acordo de licenciamento de músicas em serviços de streaming, com a sociedade alemã de direitos de reprodução musical, GEMA.

O acordo, além de ser estender na Europa, deve otimizar os pagamentos aos compositores e artistas da BMG, simplificando o licenciamento de música nos principais serviços de streaming de música – Apple, Spotify, Amazon, Deezer, YouTube – e plataformas de mídia social como o Facebook.

Através da ARESA – Anglo-American Rights European Service Agency, uma subsidiária da GEMA, a BMG já licencia seu repertório para serviços digitais em 38 países da Europa. O acordo pretende estender o licenciamento de músicas para outros países ao redor do mundo, incluindo Turquia, Rússia e África. Países do Oriente Médio também serão incluídos. A BMG pretende alcançar uma população musical de 1,3 bilhão.

“Garantir que compositores obtenham o dinheiro que merecem na era do streaming é um conceito simples, mas um processo incrivelmente complicado. Temos o prazer de ampliar nosso relacionamento com a GEMA através da ARESA para garantir que os redatores da BMG continuem a receber um serviço de classe mundial. Sob nosso acordo anterior, o BMG já alcançou um potencial de 531 milhões de fãs de música através da ARESA, mas essa nova extensão de nosso relacionamento leva isso para mais de 1,8 bilhão ”, afirmou Hartwig Masuch, CEO da BMG.

“Licenciar serviços digitais com a GEMA através do ARESA beneficia nossos escritores em termos de velocidade, eficiência e transparência. Isso também torna a vida mais fácil para os usuários de música, oferecendo um ponto único para os direitos mecânicos de nossos escritores anglo-americanos ”, acrescentou Ama Walton, conselheira geral da BMG.

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O SoundCloud anunciou novo recurso de compartilhamento de músicas no Stories do Instagram.

Matéria de Mobile Marketer

O SoundCloud anunciou que está integrado ao Instagram. A parceria beneficiará artistas, que poderão promover suas músicas através do Instagram Stories, permitindo que os ouvintes compartilhem suas músicas com maior praticidade.

O SoundCloud anunciou que está integrado ao Instagram. A parceria beneficiará artistas, que poderão promover suas músicas através do Instagram Stories, permitindo que os ouvintes compartilhem suas músicas com maior praticidade.

O SoundCloud, serviço de streaming de música que atualmente possui 175 milhões de usuários em todo o mundo, anunciou uma parceria com o Instagram para permitir que os usuários compartilhem links de músicas no Stories do Instagram.

A integração entre os dois aplicativos beneficiará artistas, principalmente os independentes, ajudando na promoção de suas músicas através de um compartilhamento muito mais prático com amigos, além de incentivar os downloads no aplicativo do SoundCloud.

A noticia já havia sido anunciada em maio pelo Facebook, empresa-mãe do Instagram, durante sua conferência de desenvolvedores, quando a rede social também disse que aplicativos de terceiros como o Spotify e o GoPro teriam recursos de compartilhamento adicionais.

Segundo o Mobile Marketer, a parceria pode ajudar o SoundCloud a alcançar um novo público, especialmente porque o Instagram é um dos aplicativos mais populares entre os adolescentes dos EUA.

Ao integrar sua biblioteca de músicas ao Instagram Stories, o SoundCloud tem potencial para alcançar os 400 milhões de usuários ativos diários do Stories.

Os anunciantes também podem ser beneficiados, já que de acordo com o Instagram, metade dos consumidores compram um produto on-line após assistir a um Stories, e 31% compram na loja após ver um produto na plataforma. Ou seja, um stories com conteúdo musical, aumenta ainda mais o engajamento de um conteúdo promocional.

Desde que começou a focar nos criadores de conteúdo, o SoundCloud conseguiu aumentar o número de faixas disponíveis em seu aplicativo para mais de 177 milhões, em comparação aos 40 milhões no Spotify, de acordo com o portal Digital Music News.

Pensando nos criadores como estratégia para ganhar mais espaço entre os serviços de streaming, no início deste mês, o SoudCloud abriu suas ferramentas de monetização para todos os artistas em um plano Premier com valores mensais de US$8 a US$16.

Após o anúncio do Spotify, em setembro, sobre o recurso de upload direto para artistas independentes, o SoundCloud foi atrás e também anunciou parcerias com vários desenvolvedores de softwares de música como o Native Instruments, Serato e DJ Virtual para permitir que DJs transmitam em tempo real seus  catálogos de músicas na plataforma.

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LyricFind anuncia acordo de licenciamento de letras de músicas brasileiras independentes.

Matéria de Billboard

Nesta semana, a LyricFind, maior licenciadora de composições do mundo, anunciou um acordo entre a Som Livre, a MK Music, a ONErpm e a UBC. O acordo deve legalizar e monetizar toda a exibição e uso de letras de músicas.
“Esta é a culminação de anos de trabalho juntos”, disse Robert Singerman, editor de música da LyricFind, que estará em um painel sobre música digital nesta sexta-feira, 26 de outubro, na conferência Music Trends Brasil, no Rio de Janeiro.

Acordo entre a LyricFind, UBC, Som Livre, MK Music e ONErpm pretende licenciar principalmente as editoras de música e compositores independentes para legalizar completamente e monetizar toda a exibição e uso de letras.

“Até agora, o Brasil tem sido um mercado de letras sem licença ou semi-licenciado e um mercado de tradução lírica completamente não licenciado e não autorizado”, explicou Luciana Pegorer, representante da LyricFind no Brasil.

Em Toronto, a equipe de conteúdo do LyricFind, também incluirá funcionários brasileiros para verificar e implementar o conteúdo em português. “Estamos ansiosos para construir um cenário robusto e totalmente legal, como o LyricFind fez para as letras em outros territórios”, afirmou Pegorer.

“Esta é a culminação de anos de trabalho juntos”, disse Robert Singerman, VP Internacional, da LyricFind, que estará em um painel sobre música digital nesta sexta-feira, 26 de outubro, na conferência Music Trends Brasil, no Rio de Janeiro.

“Isso tem um grande potencial para aumentar significativamente a receita de música brasileira em todo o mundo, por meio da exibição original de letras e traduções líricas legais.”, afirmou Robert Singerman.

Além de letras de musicas, serão licenciadas camisetas, canecas e outras mercadorias por meio da plataforma LyricMerch do LyricFind.

 

 

 

Foto: Mauricio Santana/Getty Images

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Com música gospel e sertaneja, Deezer quer se manter como força no Brasil

Matéria de EXAME

Atualmente a Deezer é segunda plataforma musical mais usada no país. O portal da revista EXAME conversou com Oscar Castellano, CEO da Deezer para as Américas, e Bruno Vieira, diretor geral da Deezer no Brasil. Eles revelaram quais são as principais estratégias do serviço de streaming para se destacar no mercado.

Apostando em artistas locais e parcerias, a Deezer vem expandido aos poucos suas operações no Brasil. Oscar Castellano, CEO da Deezer para as Américas, e Bruno Vieira, diretor geral da Deezer no Brasil contou a revista EXAME quais são estratégias adotadas pela plataforma para conquistar ainda mais o país.

Oscar Castellano revelou que a base da estratégia da Deezer é apostar em músicas do próprio país. Algo que os concorrentes Spotify e YouTube também fazem: “Estamos falando de, sim, oferecer música pop na plataforma. Mas, além disso, focar no que o público brasileiro gosta.”, explicou o CEO.

Foi graças à música gospel que a Deezer conseguiu seu espaço. A plataforma investiu no impulsionamento de artistas e parcerias, com conteúdos exclusivos. O sucesso foi tão grande que hoje, o gênero só perde para o sertanejo, onde todos os olhos estão voltados.

A Deezer também criou o projeto Deezer Next para descobrir novos artistas e parcerias. Além disso, há parcerias com a TV aberta e a operadora TIM.

 

Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg

 

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Famoso clube de jazz de NY, o Blue Note abre filial no Conjunto Nacional

Matéria de VEJA SÃO PAULO

O Blue Note, famoso clube de jazz de NY, que já recebeu artistas consagrados como Sarah Vaughan, Ray Charles e The Modern Jazz, terá uma filial em São Paulo com investimento estimado em 3,2 milhões de reais.

Na semana passada o portal Veja São Paulo anunciou que o famoso clube de jazz de NY, o Blue Note abrirá uma filial no Conjunto Nacional.

Com investimento estimado em 3,2 milhões de reais, a abertura do Blue Note está prevista para dezembro deste ano e ocupará um salão de 800 metros quadrados. A abertura está prevista para o fim de dezembro. Sua estrutura será no mesmo padrão que o clube original com qualidade de som e ambiente em luz azul.

“A ideia é oferecer proximidade com o músico, como se o show fosse na sala de casa”, informou o portal.

O novo negócio terá como responsáveis o argentino radicado em São Paulo Facundo Guerra e o suíço criado no Rio de Janeiro Luiz Calainho. Ambos possuem vasta experiência no setor.

Guerra ajudou na revitalização da Rua Augusta e criou a balada Vegas, além de ser proprietário de outras boates como Lions e Yatch, os bares Riviera, Volt, PanAm e Z Carniceria e a casa de shows Cine Joia.

Calainho, já foi vice-presidente da Sony Music e atualmente possui uma produtora musical, uma feira de arte contemporânea e o Teatro Riachuelo. Calainho também foi o responsável por trazer o Blue Note para o Rio. Mesmo sofrendo com a crise financeira, o empresário afirmou que o problema está sendo resolvido.

O Blue Note surgiu em 1981, no bairro de Greenwich Village, nos EUA, recebendo artistas consagrados como Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Ray Charles e The Modern Jazz. Hoje é uma referência no mundo todo com filiais na China, no Japão, Itália e Brasil.

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Spotify compra participação do Distrokid para permitir uploads de músicas entre plataformas com o Spotify for Artists

Matéria de TechCrunch

O Spotify anunciou que agora possui uma participação minoritária do Distrokid – um dos serviços mais usados por artistas para a integração simultânea de conteúdos em outras plataformas. A aquisição resultará na atualização do seu serviço Spotify for Artists.

Segundo o TechCrunch, o Spotify adquiriu uma participação minoritária do Distrokid. O DistroKid é uma ferramenta popular usada por artistas para fazer o upload de suas músicas em várias plataformas.

De acordo com o TechCrunch, a aquisição da participação minoritária resultará na atualização do seu serviço Spotify for Artists, permitindo o carregamento de conteúdo em outras plataformas.

Lembrando que o não foram divulgadas maiores informações sobre o tamanho da participação do novo negócio ou qualquer detalhe financeiro. O Spotify já era parceiro da DistroKid antes desta notícia.

Um porta voz afirmou ao portal que o Spotify “não tem assento no conselho” e que “a DistroKid continua independente”. Também disse que não tem direitos para ver os dados de outros provedores de serviços digitais e que a DistroKid não compartilhará informações confidenciais.

O Spotify afirmou que em breve lançará uma nova ferramenta que permitirá que os músicos façam upload para o DistroKid através do Spotify for Artists.

Cada vez mais o Spotify tem investido em sua plataforma o Spotify for Artists, que permite que músicos gerenciem facilmente suas informações de perfil, acompanhem seus streams e obtenham insights sobre suas bases de fãs.

Recentemente, o Spotify anunciou que os artistas poderiam enviar suas faixas diretamente para sua plataforma e acompanhar o desempenho das músicas.

A integração com o DistroKid complementará esse novo recurso, oferecendo a capacidade de fazer o upload em outro lugar também.

“O Spotify não disse quando espera que as integrações sejam ativadas, mas sim que seria no “futuro próximo””, afirmou o TechCrunch.

 

Foto: TechCrunch

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O SPOTIFY PERMITIRÁ QUE TODOS OS USUÁRIOS ADICIONEM SEUS PODCASTS

Matéria de Celular1.com.br

Agora você pode criar e inserir seu próprio conteúdo em podcasts através da plataforma do Spotify.

Nesta semana o Spotify anunciou que permitirá que todos os usuários possam inserir na plataforma seus próprios podcasts.

Segundo a notícia do Celular 1, a novidade é uma iniciativa para incentivar os usuários a criarem seus próprios conteúdos fazendo com que suas vozes sejam ouvidas.

Além de poder adicionar seus próprios podcasts, o Spotify oferecerá acesso a uma plataforma em versão beta para que os usuários possam verificar o desempenho dos episódios, com estatísticas, dados demográficos e informações úteis.

O Spotify também atualizou seu serviço Premium aumentando a quantidade de músicas disponíveis em modo off-line. O usuário poderá salvar até 50.000 músicas dividas em 5 dispositivos. Serão 10.000 músicas para cada dispositivo para ouvir sem conexão.

 

Foto: Divulgação/Celular1

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ESTUDO DESCOBRE QUE A MAIORIA DAS EMPRESAS NÃO PAGAM LICENÇA PARA REPRODUZIR MÚSICAS

Sem licença comercial para uso de músicas, cafés e restaurantes tem usado os serviços de streaming e dado prejuízo de US$2,7 bilhões em direitos autorais à artistas e gravadoras, aponta novo estudo da Nielsen.

Segundo a Bloomberg, a Nielsen descobriu que 83% das empresas como restaurantes, lojas e outros negócios locais não pagam licença de uso comercial para usar músicas como fundo nos estabelecimentos.

A pesquisa realizada com 5.000 proprietários de pequenas empresas nos EUA, Suécia, Espanha, Itália, Alemanha e França descobriu que artistas estão perdendo bilhões porque as pequenas empresas usam contas pessoais do Spotify para reproduzir músicas dentro dos estabelecimentos, a maioria em cafés.

A Nielsen estima que 21,3 milhões de empresas no mundo usam os serviços de streaming em seus comércios com contas pessoais e não possuem licença comercial para reprodução. A cada ano, artistas e as gravadoras deixam de receber US$2,7 bilhões em direitos autorais.

“Os serviços de streaming de músicas não são projetados para uso comercial, o que significa que os fabricantes de música obtêm menos dinheiro do que deveriam”, explicou a Nielsen no relatório, que foi encomendado pela Streamer sueca Muzak Soundtrack Your Brand AB.

No mundo todo, as licenças para uso de músicas em ambientes comerciais geram $5 bilhões, o que representa menos de um terço do tamanho do mercado de streaming de músicas. O custo de uma licença comercial pode chegar a US$35 por mês, já um plano médio de um serviço de streaming que não garante a licença custa cerca de 10 dólares.

 

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Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg

 

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Na era do streaming, artistas variam gêneros musicais para entrar nas playlists da moda

Matéria de O Globo

Com a popularização dos serviços de streaming, os artistas precisam inovar para se destacar entre o volume de novidades que são lançadas diariamente. Pensar em estratégias voltadas para as playlists temáticas nos serviços de streaming tem sido uma boa solução.

O Globo contou como artistas e gravadoras têm procurado se destacar nas playlists dos serviços de streaming misturando estilos e parcerias.

“Os crossovers têm ficado muito populares no mundo inteiro. Hoje, o conteúdo é o que manda. O digital acabou com a limitação do espaço físico e fez com que se pudesse ter muito mais subgêneros do que havia antes”, afirmou Paulo Lima, presidente da Universal Music que apostou em misturar a dupla Matheus & Kauan com a cantora Anitta (“Ao vivo e a cores”).

Guilherme Figueiredo, diretor de marketing e digital da Som Livre, também comentou sobre as novas tendências: ““Mentalmente”, faixa com Naiara Azevedo e Kevinho, foi bem em playlists completamente diferentes, de sertanejo e de funk, mas principalmente na de funknejo, que é uma novidade. Outro caso foi do “Energia surreal”, do Thiaguinho, um artista de “Hip-pop”(22 mil)”.

Segundo o diretor geral da Deezer, Bruno Vieira, os artistas têm seguido a política de lançar muitos singles antes de um álbum para sempre ter uma novidade nas playlists da semana. Como foi o caso da dupla Zé Neto & Cristiano. Eles decidiram “guardar as músicas para lançá-las juntas num álbum”.  O resultado foi impressionante e hoje a dupla é a mais ouvida na Deezer Brasil, com quatro músicas no top 10.

“Mas o que aconteceu aí foi uma estratégia muito bem pensada com a gravadora e o escritório deles. Geralmente, um artista quando lança o álbum fica tendo que pensar em outras novidades para as semanas seguintes”, lembrou Bruno Vieira.

Recentemente, temos Pabllo Vittar. Seu lançamento “Não para não”, está em diversas listas diferentes. Além de ser álbum pop, há muitas influências de gêneros como pagode baiano, tecnobrega, carimbó e trap e parcerias com o sambista Dilsinho e Ludmilla.

Rodrigo Gorky, produtor dos álbuns de Pabllo, contou que durante a produção, não ouve intenção de estar em diferentes listas: “Não tivemos essa maldade de pensar em fazer músicas para diferentes playlists, mas é lógico que vem na cabeça que, se você está fazendo uma coisa aberta, atinge mais gente. Hoje em dia, as pessoas não escutam mais o gênero x ou y. Não dá mais para ser o Ramones”.

 

 

 

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Foto: O Globo/Divulgação

 

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