Matéria de @meioemensagem

Especialistas falam como marcas podem usar o Clubhouse como um grande aliado na comunicação entre marcas e seu público.

Não há dúvidas de que o ClubHouse é o assunto do momento. A nova rede social baseada em audio se tornou a preferida das celebridades e tem ganhado cada vez mais destaque desde que foi lançada no ano passado, principalmente por ser mais uma ferramenta aliada à comunicação de marcas.

Os fundadores Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e Paul Davidson, empresário do Vale do Silício descrevem o Clubhouse como um “tipo de produto social baseado na voz, permitindo que pessoas em todos os lugares falem, contem histórias, desenvolvam ideias e criem amizades ao redor do mundo”.

Conforme matéria do Meio & Mensagem, a nova rede social chega como mais uma ferramenta útil à comunicação. O diretor executivo da SA365, Gui Rios, relata que abriu uma sala no app para mostrar aos clientes “o potencial que vê na rede”. Para ele, as marcas se souberem aproveitar os recursos da plataforma poderão usá-la como um canal de atendimento ao consumidor.

Com baixo custo é possível ter uma sala com técnicos e os próprios usuários  conversando para tirar dúvidas em tempo real sobre produtos e serviços. Além disso, a rede social permite que marcas criem aulas patrocinadas e painéis de empresas com seus executivos.

“Tudo numa plataforma espontânea, com baixo custo de implantação, possibilidades infinitas de correção de rota e muita proximidade com clientes e consumidores”, disse.

“Entendo que no Clubhouse as pessoas podem se divertir, aprender, fazer conexões significativas e compartilhar experiências com outras pessoas ao redor do mundo. Todos valores que algumas marcas têm explorado em sua comunicação. Então, se uma marca tiver como divertir alguém, ou ensinar algo, seja por seus porta-vozes, ou por criadores de conteúdo com quem tenha afinidade, poderá se aproximar do seu público no Clubhouse”, complementou Rios.

Ana Carolina Targino, assistente de social listening e estratégia da CP+B Brasil também acredita que a rede social poderá auxiliar, principalmente, na prestação de serviços uma vez que o Clubhouse pode ser usado em estratégias de humanização da marca, através de promoção de conversas que vão além do negócio da empresa e gerem benefícios sociais, o que resulta em uma aproximação com o consumidor.

Entretanto, a executiva alertou que a ferramenta é útil, mas as marcas precisam estar abertas ao diálogo: “As marcas precisam estar preparadas para ouvir críticas também, lembrando que as salas na rede acontecem em tempo real e não há edição”, lembrou.

 

 

Crédito: William Krause/Unsplash

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