What Jay Z’s Tidal Gains By Selling A Stake To Sprint

Matéria de Fast Company

Com venda de parte da Tidal para a Sprint. O serviço de streaming se contradiz ao dizer que apenas seus assinantes possuem conteúdos exclusivos. No entanto, Tidal terá mais assinantes e melhor posicionamento de mercado.

O serviço de streaming Tidal acaba de firmar um acordo com a Sprint, no qual a operadora terá 33% de sua propriedade e seu CEO, Marcelo Claure ficará no conselho.

Com o negócio, a Tidal se contradiz na estratégia de oferecer conteúdo exclusivo para seus assinantes, pois nesse caso, as pessoas que assinam o Sprint  também terão acesso exclusivo a um conteúdo que nem mesmo os assinantes do Tidal podem acessar. Para a Sprint, esta é uma vantagem única que espera poder ajudar a atrair mais assinantes para o seu serviço de telefonia móvel, que está atrás da Verizon, AT & T e T-Mobile, nos Estados Unidos. O acordo inclui um fundo de US $ 75 milhões para marketing de artistas e conteúdo exclusivo.

 

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Apple Sued Over Use of Jamie XX Song in iPhone Ad

Matéria de Billboard

Vocalista do grupo Cappella, dos anos 1970, está processando a Apple e empresa de publicidade por usarem indevidamente uma gravação de sua voz em comercial do iPhone 6. 

A Apple está sendo processada por usar a canção de Jamie XX, “I Know There’s Gonna Be (Good Times), em um comercial de TV para o iPhone 6.

Jerome Lawson, vocalista dos anos 70, do grupo Cappella, está processando o anúncio do iPhone afirmando que a Apple e a empresa de publicidade Media Arts Lab, violaram seu direito de publicidade sob a lei da Califórnia, com uso indevido de sua voz. O ganho da causa significará que artistas mais antigos poderão ter algum direito moral para proteger suas obras da exploração comercial.

 

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Pandora Emerges as 2016’s Most Streamed Music Service

Matéria de Digital Music News

Em relatório da MusicWatch, Pandora está em primeiro lugar nas pesquisas de participação do mercado em 2016. CD’s e downloads digitais continuam em declínio.

Na Guerra do Streaming, Pandora saiu vitoriosa em 2016, segundo relatório de MusicWatch. Com 28%, Pandora ficou em primeiro lugar na participação do mercado de consumidores de música. Em segundo lugar o Youtube, com 27%, e Spotify em terceiro, com 17% de participação.

O relatório da MusicWatch também avaliou quais as preferências dos consumidores na hora de ouvir música, em primeiro lugar ficou o Streaming, já a Radio AM/FM ficou em segundo, provando que está longe de morrer. Os CD’s físicos e downloads digitais continuaram em declínio, juntamente com o vinil.

 

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Universal Music and Spotify talk music-streaming in 2017

Na conferência “NY: LON Connect”, em Londres, Jonathan Dworkin fala sobre estratégia digital e desenvolvimento de negócios da Universal Music Group, baseado em seus 20 anos na indústria. Também falou o streaming, o impacto de dispositivos como Amazon Echo e Google Home e comentou sobre a influência da Brexit e Trump para o mercado da música.

Executivos da Spotify e da Universal Music participaram da conferência “NY: LON Connect”, em Londres, dando sua opinião sobre como o mercado de streaming de música está se configurando em 2017.

Jonathan Dworkin, SVP de estratégia digital e desenvolvimento de negócios da Universal Music Group, deu um discurso sobre como a gravadora vê o atual negócio digital, baseado em seus 20 anos na indústria. “Em 1997 eu não podia esperar para participar do crescimento ilimitado do negócio da música!”, brincou.

Dworkin também falou sobre o estado atual do streaming, onde suas playlists se movem perfeitamente entre seus dispositivos e contextos diários, saudou o impacto potencial de dispositivos como Amazon Echo e Google Home, na forma como eles estão alimentando novos meios de acessar a música, e além disso, comentou sobre a influência da Brexit e Trump para o mercado da música.

 

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U.K. Government Loses Brexit Appeal: What the Delay in Exiting EU Means for Music

Matéria de Billboard

Nova decisão diz que o Parlamento britânico deve aprovar primeiramente a saída do Reino Unido da União Europeia, interferindo no andamento do processo que pode causar grande impacto no mundo da música.

Ainda deve demorar para a conclusão da saída oficial do Reino Unido da União Europeia. Os principais juízes do Reino Unido decidiram que o governo britânico não pode iniciar o processo da Brexit sem a aprovação prévia do Parlamento, impedindo sua saída da União Europeia.

Conforme relatado anteriormente, as implicações da Brexit no negócio da música variam de tarifas comerciais mais elevadas a restrições de vistos. Com a grande maioria dos vinis e CDs vendidos no Reino Unido fabricados em países europeus, os preços também poderiam subir.

“A decisão da Suprema Corte causa um atraso no cronograma do governo Brexit e, dependendo da elaboração do projeto de lei do governo, mais atraso pode seguir se o projeto está sujeito a alterações por legisladores”, Sachin Premnath, parceiro no Entertainment and Media Industry Group De Reed Smith, segundo a Billboard.”

 

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Sprint compra 33% do Tidal por US$ 200 milhões – Vendas e Aquisições

Matéria de Canaltech

O Tidal vendeu 33% de suas ações para operadora norte-americana Sprint. O valor estimado da aquisição é de US$ 200 milhões. Com isso, os clientes da Sprint terão acesso ilimitado a conteúdo exclusivo de artistas.

Foi divulgado que a operadora norte-americana Sprint anunciou a aquisição de 33% do Tidal por US$ 200 milhões. “De acordo com o anúncio das empresas, o acordo levará aos clientes da operadora acesso ilimitado a conteúdo exclusivo de artistas não disponível em nenhum outro lugar”.

“Isso significa que o Tidal vai manter os acordos de exclusividade com alguns artistas que também possuem parte da empresa. O serviço de streaming agora estará disponível para os 45 milhões de clientes da Sprint, mas outro detalhe da parceria inclui a criação de um “fundo de marketing dedicado”, que terá um orçamento anual estimado em US$ 75 milhões dedicados exclusivamente para as iniciativas de artistas e conteúdos exclusivos.” leia a notícia completa, vá em “Leia na origem”.

 

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Tidal é acusado de inflar número de assinantes desde 2015 – Música

Matéria de Canaltech

Após a acusação de cobranças indevidas realizadas aos clientes mesmo após o cancelamento de assinaturas, agora o Tidal também é suspeito de mentir sobre seu real número de assinantes, isso desde o seu lançamento.

Após a acusação de cobranças indevidas realizadas aos clientes mesmo após o cancelamento de assinaturas, agora o Tidal também é suspeito de mentir sobre seu real número de assinantes, isso desde o seu lançamento.

“Segundo o jornal norueguês Dagens Næringsliv, a publicação revisou documentos internos do Tidal, incluindo relatórios sobre pagamentos a gravadoras, que mostram uma grande discrepância entre o número de assinantes que a empresa estava divulgando, desde o ano de seu lançamento, e a realidade.”

“Quando Jay Z anunciou, em setembro de 2015, que o Tidal atingiu 1 milhão de assinantes, por exemplo, recibos de pagamentos a gravadoras mostram que o real número foi de cerca de 350 mil”. “Coincidentemente, no início desse mês, o até então CFO e COO da plataforma deixou a empresa, devido a uma suposta disputa relativa à liberação do número de assinantes do Tidal.”. Para ler a notícia completa vá em “Leia na origem”.

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Have $9.99 Streaming Subscriptions Reached A Saturation Point? [MARK MULLIGAN]

Matéria de hypebot

O relatório da IFPI de 2015 informou que o streaming de música teve um bom ano. Agora surge uma questão a respeito dos preços atualmente praticados. Alguns críticos se perguntam se o número de clientes dispostos a pagar R $ 9,99 atingiu o ponto de saturação.

O relatório da IFPI informou que o streaming de música teve um bom ano no geral, em 2015. Agora está sendo levantada a questão sobre os preços atualmente praticados. Alguns críticos se perguntam se  o número de clientes dispostos a pagar R $ 9,99 atingiu o ponto de saturação.

Matéria completa em “Leia na origem”.

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Report claims Apple Music pays more to record labels in royalties per stream than Spotify

Matéria de AppleInsider

Segundo o relatório divulgado no site The Trichordist sobre os valores pagos por música pelas principais plataformas de Streaming, a Apple pagou uma média de US $ 0,00735 por música em 2016, sendo maior em comparação com o Spotify $ 0,00437.

Semana passada postamos o relatório de valores pagos por música pelas principais plataformas de Streaming. Esse relatório foi divulgado pelo site The Trichordist. O que mais chama atenção é que a Apple pagou uma média de US $ 0,00735 por música em 2016, sendo maior em comparação com o Spotify $ 0,00437.

Leia os comentários realizados pela Appleinsider na integra em “Leia na origem”.

Para ler na íntegra o relatório do The Trichordist acesse o link: https://goo.gl/BP9BDg

 

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Os desafios da música digital

Matéria de O Globo

A coluna de Pedro Doria para o site “O Globo”, comenta os marcos alcançados pelas plataformas de streaming de música e Netflix. Mesmo os altos índices de receitas anunciados em 2016, para quem vive de música isso pode não estar sendo bom. “O streaming fechou o ano passado, pela primeira vez, maior do que o Netflix em número de usuários. Mas nada disso é, necessariamente, uma boa notícia para quem vive de fazer música.”

A coluna de Pedro Doria para o site “O Globo”, comenta os marcos alcançados pelas plataformas de streaming de música e Netflix. Mesmo os altos índices de receitas anunciados em 2016, para quem vive de música isso pode não estar sendo bom. “O streaming fechou o ano passado, pela primeira vez, maior do que o Netflix em número de usuários. Mas nada disso é, necessariamente, uma boa notícia para quem vive de fazer música.”

“Não faz muito, a promessa era outra. Sean Parker, um dos investidores iniciais do Facebook e também do Spotify, prometia em 2014 que o modelo do streaming seria “capaz de levar a indústria de volta aos números de seu auge, no final da década de 1990”. Não aconteceu”. Você pode ler o texto completo em “Leia na origem”.

 

 

 

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