Spotify quer ajudar artistas e gravadoras a emplacarem músicas em playlists

Matéria de B9

Spotify anunciou um projeto gratuito para que artistas e gravadoras menores também estejam em suas playlists oficiais.

O vice-presidente de conteúdo e chefe global do Spotify, Nick Holmsten, disse que a ideia de incluir artistas que não são populares veio após várias perguntas recebidas sobre como fazer para entrar nas playlists oficiais do Spotify.

De acordo com o site B9, para enviar as músicas o artista ou gravadora deve se cadastrar e fazer login através do Spotify for Artists ou Spotify Analytics. “Depois, basta selecionar uma música não lançada para consideração da playlist e enviá-la para a equipe que analisará o material”, informou o site.

Uma equipe de 100 editores estará no projeto selecionando as faixas, mas é importante que o artista deixe o máximo de informações sobre a faixa, pois facilita na hora de encaixar a música na playlist mais adequada conforme o gênero. O projeto será gratuito, não havendo a possibilidade de pagamentos para ser adicionado nas playlists.

Por enquanto o recurso será lançado na versão beta e será alterado conforme o feedback dos usuários.

Vale lembrar que no ano passado, o Spotify lançou o RISE. Um artista em potencial pode ser escolhido e receber ajuda como marketing e social media, programação editorial, entre outras ferramentas.

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Após cinco anos de disputa com Google, Ecad faz 1º repasse a autores de músicas por vídeos no YouTube

Matéria de G1

Os autores de músicas irão receber através do Ecad o primeiro repasse por direitos autorais de vídeos no YouTube no Brasil ainda em Julho.

O Escritório Central de Arrecadação de Direitos (Ecad) confirmou o pagamento que será repassado a 195.540 autores e editores de músicas. Ao todo são 970 mil músicas e 237 bilhões de visualizações delas no YouTube.

Segundo o site G1, o “valor do repasse não é informado devido a uma cláusula de confidencialidade no acordo entre o Google e o Ecad”. Entretanto, acredita-se que o valor deve ser em torno de R$8,8 milhões, que foram depositados em juízo no final de 2016.

Desde 2013, havia uma disputa acirrada para acertar o percentual de faturamento. Em abril de 2018, um acordo foi realizado entre o Google, Ecad e Ubem (União Brasileira de Editoras de Músicas) para que os pagamentos aos compositores por clipes de músicas na plataforma fossem pagos.

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Principais Gravadoras Exigem Mais Lugares Nas Playlists Do Spotify.

Matéria de hypebot

As principais gavadoras que possuem acordos com o Spotify estão exigindo preferência de suas músicas e artistas em playlists famosas.

Ao perceberem que o número de suas músicas nas playlists do Spotify são menores, as principais gravadoras começaram a exigir providências do serviço.

De acordo com o site Hypebot, o descontentamento com o Spotify está relacionado a dois tipos de listas de reprodução que juntas geram muitas horas de escuta, como a “Rap Caviar” que possui 9.945.825 de seguidores e as playlists que são baseadas em algoritmos, como a “Daily Mix”, a “Release Radar” e a “Discover Weekly”.

Os lugares nas listas de reprodução poderiam ser uma poderosa moeda de barganha para o serviço de streaming, porém teria um custo alto. Isso porque essas playlists são formadas conforme os gostos dos usuários. Garantir colocações das listas de reprodução baseadas em musicas de gravadoras específicas – como a MTV já fez com os videoclipes – levaria ao tipo de “homogeneização entediante”.

Isso seria ainda pior com as playlists baseadas em algoritmos. Eles foram projetadas para tratar grandes gravadoras e músicas independentes de forma mais igualitária. Esse é um dos principais motivos que a playlist “Discover Weekly” sempre fornece jóias inesperadas ao lado de favoritos esquecidos. “Controle essa fórmula e a lista de reprodução deixa de ser uma experiência verdadeiramente personalizada”, explicou o site.

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O INSTAGRAM SE TORNARÁ O NOVO MELHOR AMIGO DA INDÚSTRIA DA MÚSICA?

Após o cantor e cantor Jaden Smith ter lançado seu novo álbum ‘Electric’ apenas no Instagram, o site Music Business Worldwide publicou uma análise sobre como as novidades na rede social, IGTV e música nos Stories, abrirão portas para os músicos.

A primeira oportunidade que o Instagram criou para impulsionar a indústria da música é o IGTV. No dia 20 de junho, o Instagram anunciou o novo app que é muito mais que apenas um lugar para postar vídeos de até uma hora.  Ele possui um grande potencial para ser um concorrente forte do YouTube.

Quem já está aproveitando a nova funcionalidade são as marcas. Tanto que a Netflix conseguiu 600 mil visualizações com um vídeo de um ator do seriado Stranger Things comendo um hambúrguer.

Além do IGTV, outra novidade da rede social que deve estimular a indústria da música são os novos recursos de adicionar músicas no Stories. O recurso só foi possível ser anunciado após uma série de acordos de licenciamento que Mark Zuckerberg, criador do Facebook, realizou com gravadoras.

O acordo valerá a pena, já que agora o Stories será mais uma forma de interação dos usuários de forma criativa com a música. Interação é a palavra que trará monetização, pois o comportamento orgânico de gravar vídeos e ouvir música tem um grande potencial de compensação para os artistas.

Neste momento, não há anúncios ou formas diretas de rentabilização para os criadores de conteúdo, mas é tudo uma questão de “quando”, e não de “se”.

O diferencial do Instagram é monetizar as partes do dia que o usuário escolhe transmitir, diferente de serviços de streaming como Pandora e Spotify, que fornece uma trilha sonora interminável para o dia.

“A proposta para os artistas agora é dar aos fãs uma razão para transmitir sua música, usando o Instagram Stories para aumentar a exibição pública de afeto”, informou o site MBW.

A nova abordagem mostrou que o Instagram pode oferecer duas formas de distribuição de música que não estão sendo oferecidas pela Apple, Spotify ou mesmo pelo YouTube. A plataforma não tem o catálogo do YouTube, mas contém um conteúdo quase infinito de pessoas cantando e compartilhando suas músicas favoritas com amigos. O IGTV continuará crescendo, mas o novo Stories com músicas abrirá um caminho para a monetização.

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Nova plataforma de streaming de músicas do SBT tem frustrado os assinantes

Sem o tema de ‘Maria do Bairro’, o novo serviço de streaming do SBT, o ‘SBT Hits‘, tem frustrado os assinantes. Os usuários começaram a perceber que muitas funções são limitadas, deixando o aplicativo sem graça.

Apesar de ser um serviço de streaming, o ‘SBT Hits’ está deixando a desejar. Segundo o portal ‘Alta Definição’ muita gente tem assinado a plataforma de Silvio Santos acreditando ser capaz de abandonar o Spotify ou Deezer. Porém o serviço não tem opções básicas como pesquisar por artistas ou canções específicas e a nem possibilidade de criar sua própria playlist!

O aplicativo apenas possui listas de reproduções prontas para que seus assinantes possam ouvir ou baixar, mas sem alterar.

A maior queixa dos fãs é falta de trilha sonoras da programação da emissora, como as clássicas das novelas mexicanas, as antigas produções do canal e as novas novelas infantis. “Nem o tema de ‘Maria do Bairro’ é possível encontrar”, afirmou o portal.

Apesar do SBT ter criado uma plataforma com serviços diferenciados não consegue explorar a ferramenta de maneira adequada e atingir seu público. Se a emissora não conseguir atender as queixas é bem provável que o serviço fique insustentável.

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A Cada 3 Streams De Música Um É Hip-Hop+R&B Nos EUA.

Matéria de Digital Music News

O rock morreu? Na sexta-feira passada (13) foi comemorado o Dia do Rock. No entanto, atualmente o ritmo não é o mais popular. Segundo os dados do relatório da Nielsen sobre o mercado da música, nos EUA, os estilos musicais mais ouvidos são rap, o hip-hop e o R&B.

Perto do Dia do Rock, a Nielsen em seu relatório de meio de ano confirmou que o ritmo musical preferido dos americanos agora é o Hip Hop e o R&B. Juntos com o Rap, eles representam mais de um terço de toda a transmissão de música nos EUA. Mais especificamente, 36,4% de todos os fluxos de música ‘on demand’ e até mesmo as transmissões de música do YouTube são dominadas pelos gêneros (34,2%).

Para o site Digital Music News esse pode ter sido o motivo para que o Spotify deixasse de lado sua recém criada “Política Anti-ódio”, no qual removeu vários rappers de suas playlists por conter linguagens agressivas contra mulheres nas músicas. Remover os artistas de gêneros tão populares poderia causar uma queda nas transmissões de músicas.

Mesmo ficando em segundo lugar, o rock continua agitando o mundo das vendas físicas e ainda sustentando o mercado. Um exemplo seria o último lançamento em vinil de Jack White (White Stripes). “Boarding House Reach” alcançou a marca de 37.000 unidades vendidas, ficando na liderança nas vendas de vinil.

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Playlists mapearão produção musical do estado do RJ

Matéria de O Globo

A Secretaria da Cultura do Estado do Rio em parceria com a Deezer criou um projeto para mapear a produção musical do Rio e agora cada município do estado terá sua própria playlist na plataforma com artistas da região. Você pode ter sua música em uma das playlists se inscrevendo até o dia 25 de Julho!

A Secretaria da Cultura do Estado do Rio em parceria com a Deezer criará playlists para cada um dos seus 92 municípios com artistas locais. As inscrições irão até o dia 25 de julho através do email redemusicarj@gmail.com.

Leo Feijó, sub-secretário adjunto da Secretaria da Cultura do Estado do Rio, informou para o site do jornal ‘O Globo’ que  “a intenção é criar mais oportunidades para os artistas do estado” e “gerar curiosidade no ouvinte”.

As músicas serão selecionadas por uma equipe de curadoria formada pelo Estrombo (programa de música do Sebrae), do Instituto Gênesis da PUC-Rio e do Instituto Memória Musical Brasileira (IMMUB), além de gestores da Secretaria de Estado de Cultura e integrantes do Conselho Estadual de Política Cultural (CEPC).

Cada lista de reprodução contará com 40 músicas com duas composições para cada artista, resultando da reunião de aproximadamente 1.800 artistas e 3.600 canções. “O resultado será anunciado no dia 17 de agosto, quando as playlists poderão ser ouvidas”, afirmou o jornal. Haverá ainda um festival em novembro com os 40 artistas mais tocados nas playlists.

“Várias rádios locais já começaram a procurar a gente, pedindo os arquivos com as músicas selecionadas, para incluírem em suas programações”, contou Feijó.

Vale lembrar que há outro projeto já implantado chamado Música.RJ, que é uma plataforma de financiamento que conecta casas de shows e artistas. “Depois de chegarem num acordo sobre valores, o projeto é apresentado ao público, que pode colaborar para que aquele espetáculo seja realizado”, explicou ‘O Globo’.

Para participar das playlists, os compositores precisam cadastrar suas músicas na Deezer (veja como no link da notícia).

Feijó ainda explicou que o processo é importante para que o artista compreenda sobre o mercado, pois começam a entender como funcionam os direitos autorais e o trabalho das editoras.

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NIELSEN: STREAMS DE MÚSICA CRESCERAM 118BN NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018 NOS EUA – O MAIOR SALTO NA HISTÓRIA

Nessa semana a Nielsen publicou seu relatório sobre o mercado musical nos EUA. Nos últimos seis meses a quantidade de música transmitida cresceu como nunca!

De acordo com o novo relatório de meio de ano  da Nielsen, ‘Nielsen Music’, sobre o mercado da música dos EUA, houve um total de 403,4 bilhões de fluxos de música, um aumento de 41,6%.

Desse número, 268,2 bilhões de transmissões foram em plataformas de áudio (+ 45,4%) e 135,2 bilhões em plataformas de vídeo (+ 34,7%).

Segundo o site MBW, os resultados são positivos para uma indústria cujas recentes palavras de ordem eram de “frágil”, “cautelosa” e “conservadora” com relação a projeção do crescimento no streaming.

Com relação a streaming de vídeos, houve um aumento. No entanto, apenas de 34,8 bilhões, menor do que em 2015, quando o salto ano-a-ano ficou em 40 bilhões.

Vale lembrar que a Nielsen não diferencia fluxos pagos e financiados por anúncios, por isso é difícil prever o impacto nos números de receita do setor.

Com relação as vendas físicas, mesmo com o crescimento das vendas de discos de vinil (19,2%,  7,6 milhões) houve uma queda de 14,6%.

As vendas de faixas digitais continuaram a cair (27,4%, 223,1 milhões) e o volume de vendas de álbuns digitais também sofreu uma queda de 21,7% (27,5 milhões).

O artista que mais se destacou até agora foi o Post Malone (na foto, principal) que acumulou um consumo equivalente a 2,625 milhões de álbuns no período, 324 mil vendas de álbuns, 2,03 milhões de downloads de faixas e 3,146 bilhões de transmissões de áudio.

Entretanto quem dominou mesmo foi Drake, o megastar canadense, com novo álbum ‘Scorpion’ quebrou todos os recordes de streaming no dia de sua data de lançamento (29 de junho), registrou 3.304 bilhões de fluxos de áudio “on demand” no primeiro semestre de 2018.

Em terceiro lugar ficou XXXTentacion, que faleceu recentemente, seguido de Migos e J Cole. Todos os Top 5 (Drake, Post Malone, XXXTentacion e J Cole) quebraram vários recordes de no índice de contagem de streamings do Spotify.

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Spotify e YouTube para quê? Jaden Smith lança seu novo álbum no Instagram

Matéria de Tudocelular.com

O cantor Jaden Smith lançou seu novo álbum apenas no Instagram e provou que a ferramenta é uma excelente aliada aos músicos.

O cantor e ator, filho de Will Smith, Jaden Smith, provou que o Instagram pode ser mais que uma ferramenta para fotos e pode ajudar também na divulgação de músicas. Nesta semana, seu novo álbum ‘SYRE: The Electric Album’ foi lançado na plataforma.

Para a divulgação do álbum, Jaden publicou cinco previews em vídeo em sua linha do tempo e é possível conferir todas as faixas na íntegra pelo IGTV.

Por enquanto, só é possível encontrar o álbum no Instagram. Não foi divulgado se em breve ele aparecerá nas principais plataformas de streaming.

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Uma Grande Disputa Legal Está Se Formando Entre Childish Gambino e Sua Antiga Gravadora

Matéria de Digital Music News

Childish Gambino, autor do sucesso “This is America”, está sendo processado por sua antiga gravadora. O ator quer um pagamento de US$1.500.000 e 100% de participação nos direitos autorais nos serviços de streaming.

Uma guerra legal se formou entre o ator Donald Glover, também conhecido como Childish Gambino, e sua antiga gravadora, a Glassnote Records. Glover está exigindo o pagamento de US$1.500.000 e 100% de participação nos direitos autorais nos serviços de streaming.

A equipe jurídica de Childish Gambino deu à Glassnote Records o prazo de até 6 de julho para cumprir suas exigências sob a ameaça de ação legal. Em resposta, a gravadora entrou com uma ação formal.

De acordo com o site ‘Digital Music News’, Gambino tem direito a 45% do total de royalties de desempenho digital não interativos. Sendo que 5% pertencem aos artistas não-apresentados, como produtores e engenheiros de som. Os 50% restantes são da gravadora, que é proprietária dos direitos exclusivos de performance pública.

Em 2011, um acordo foi realizado entre as partes no qual o artista concedeu à gravadora independente direitos exclusivos para fabricar, vender, distribuir, comercializar, executar e transmitir livremente sua música. A Glassnote Records concordou em realizar o pagamento de 50% dos royalties dos lucros líquidos acumulados.

Segundo a gravadora, esse acordo resultou no pagamento de aproximadamente US$8 milhões e em breve o ator receberá mais US$2 milhões. Além dos royalties pagos, Gambino já recebeu cerca de US$700.000 em royalties.

Isso significa que Glover já recebeu os 45% a que tem direito, ou seja, mesmo no contexto de sua própria reivindicação, ele está exigindo mais do que a porção da Glassnote. O portal Digital Music News acredita que em breve mais informações devem ser divulgadas e que este é o inicio de uma grande disputa judicial.

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