Plataforma aposta em música brasileira para se destacar no mercado de streaming de vídeo

Matéria de @otempo

WePlay resgata melhores shows que já passaram pelo Rock in Rio, incluindo apresentação de Cássia Eller em 2001.

Para quem gosta de música brasileira, o serviço de streaming de vídeo WePlay está fazendo uma espécie de esquenta Rock in Rio, para celebrar o festival que acontece no próximo mês.

Desde julho, usuários do WePlay  poderão assistir a uma série de shows que marcaram o Rock in Rio, incluindo o icônico show da cantora Cássia Eller, de 2001. No palco da Cidade do Rock, a cantora estava no auge e apresentou seus maiores sucessos, fez um cover de “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana e chamou seu filho Chico, na época com 7 anos, para tocar bateria.

Com foco total na diversidade da música brasileira, o serviço de streaming brasileiro hoje conta com um catálogo diverso com shows de diversos estilos musicais e artistas como Ira!, Chico Buarque, Erasmo Carlos, Pitty, Cauby Peixoto, Maria Bethânia, Luedji Luna, Lobão, Frejat, Elza Soares e Alcione.

Em breve outros 200 shows serão lançados na plataforma. Algumas das confirmações incluem Detonautas, Tribo de Jah, Bicho de Pé, Rincon Sapiência e Zeca Baleiro.

“A cada semana é um show novo que entra na programação”, contou Maria Rita, CEO do WePlay ao Tempo. “Ainda temos muitos conteúdos inéditos para disponibilizar na plataforma. Estamos negociando também com gravadoras internacionais, como Universal, Sony e Warner. Isso leva um tempo. Artistas como Skank, Jota Quest, Marília Mendonça e Ney Matogrosso estão com essas gravadoras, mas estamos negociando para poder ter os shows deles o mais rápido possível”, completou. Atualmente a plataforma possui acordos com a Biscoito Fino, Tratore e Deck.

 

Foto: reprodução

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São Paulo lança estúdio aberto ao público com equipamentos profissionais para criação de podcasts

Matéria de Meio & Mensagem

Estúdio em São Paulo é aberto ao público. Saiba como agendar um horário.

A Prefeitura de São Paulo e Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho inauguraram recentemente um estúdio aberto ao público, para incentivar a criação de podcasts.

Conforme explicou o Meio & Mensagem, o Sampacast é uma espaço gratuito, com profissionais e todos os equipamentos necessários para incentivar e fomentar projetos voltados para podcasts, vídeo conteúdo, web séries, entrevistas, lives e outros formatos a serem disseminados nos canais digitais, além do desenvolvimento roteiros, edição de materiais e possibilidade de monetização dos canais.

Quem tiver interesse em usar o espaço, basta agendar previamente um horário entre 10hrs as 18hrs no portal adesampa.com.br/sampacast. O espaço está localizado o Centro de Inovação Verde Bruno Covas – no andar do Hub Green Sampa, localizado na Rua Sumidouro, 580, dentro da Praça Victor Civita, em Pinheiros.

Foto: Alex from the Rock/shutterstock

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OABSP recebe artigos científicos para publicação na revista jurídica

Matéria de OAB SP

Comissão receberá artigos em colaboração para serem publicados em sua revista, com temas que incluem Direito Autoral, Propriedade Intelectual, Direito Cultural e Novas Tecnologias.

A Comissão Especial de Mídia, Entretenimento e Cultura da Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo (OAB SP), está com o edital aberto para seleção de conteúdos para as novas edições da Revista da Comissão Especial de Mídia, Entretenimento e Cultura.

De acordo com a OABSP, serão selecionados artigos que visam divulgar reflexões e construções a cerca de temas relacionados ao setor de Mídia, Entretenimento e Cultura, entre eles, Direito Autoral, Propriedade Intelectual, Direito Cultural e Novas Tecnologias.

Os artigos devem ser entregues até o dia 1º de Outubro, através de um cadastro em um formulário que se encontra no edital através do portal oabsp.org.br.

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SAIBA COMO FUNCIONA REGRA PARA CRIADORES MONETIZAREM VÍDEOS COM MÚSICA NO FACEBOOK

Com novo recurso, Facebook vai poder compartilhar receita de música usada em vídeos com criadores e detentores de direitos autorais.

Para quem está acompanhando o mercado musical, as associações de música e editoras no mundo todo estão correndo atrás das plataformas de rede sociais como Tiktok e Instagram para buscar acordos de licenciamentos mais justos para seus detentores de direitos autorais.

O movimento tem dado certo, tanto que recentemente o Meta, anunciou o lançamento de um novo recurso no Facebook, para monetização de vídeos de criadores com músicas licenciadas.

O recurso, chamado de ‘Music Revenue Sharing’ já está liberado para os criadores nos Estados unidos desde o dia 25 de Julho, e funciona da seguinte forma:

– Os criadores de vídeo que optarem por usar músicas licenciadas em vídeos in-stream, aqueles anúncios de imagem ou vídeo exibidos antes, durante ou após os seus vídeos com mais de 60 segundos no Facebook, receberão uma participação de 20% de qualquer receita de publicidade gerada por sua criação;

– Os 80% restantes dessa receita de publicidade serão divididos entre os detentores de direitos musicais e a própria Meta;

– a regra será válida apenas por um ano, e cobre apenas o dinheiro pago à indústria fonográfica (não se trata de um acordo de edição de música!);

– em breve o recurso será liberado para todos os países.

Vale notar que de acordo com o último relatório do Goldman Sachs, Music in the Air, no ano passado o Facebook foi responsável por gerar 30% de todas as receitas de publicidade na indústria fonográfica vindas das plataformas de mídia social, o que seria em torno de US$400 milhões.

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PUBLICIDADE EM PODCAST SUPERA A MARCA DE US$1BILHÃO DE DÓLARES NOS ESTADOS UNIDOS

Matéria de Meio & Mensagem

Relatório informou que receitas com publicidade em podcasts chegou a marca de US$1,4 bilhão no mercado norte-americano, e deve aumentar a cada ano.

Em recente relatório, o IAB US informou que a receita publicitária em podcasts atingiu, pela primeira vez, a marca de US$1,4 bilhão no mercado norte-americano. E os números devem crescer a cada ano.

De acordo com notícia publicada pelo Meio & Mensagem, mesmo que 2021 tenha sido um período difícil para muitos setores, os investimentos com publicidade em podcasts não pararam, e chegaram a crescer 35,4%, representando US$189,3 bilhões, contra US$139,8 bilhões em 2020.

Um dos principais motivos para o aumento das receitas no formato de audio foi a aceleração do mobile. Após três anos de desaceleração, o relatório informou que o mobile teve um crescimento de 37,4% (US$135,1 bilhões), enquanto o desktop atingiu US$54,2 bilhões.

Para se ter uma noção maior de como o podcast está movimentando o mercado de áudio, basta olhar para outro dado no relatório, onde mostra que as receitas em anúncios em no formato cresceram mais rápido do que a receita total da internet.

Enquanto o podcast apresentou um crescimento de 72% no ano passado, o digital ficou com 35,4% do digital. Ainda de acordo com análise do portal, espera-se que nos próximos anos, os podcasts conquistem números ainda mais surpreendentes, chegando a US$4 bilhões em 2024.

Para o Rodrigo Tigre, Country manager da Cisneros Interactive, o relatório só provou que o formato ainda tem muito potencial a ser explorado, principalmente no Brasil, um dos principais mercados:

“Por mais que não estejamos nos EUA e os números sejam diferentes aqui, nós temos potencial para acompanhar o crescimento norte-americano. Até porque, em número de audiência, já ultrapassamos o país e hoje somos o 3° maior consumidor de podcast do mundo”.

Além disso, Tigre mencionou a importância do uso estratégico das tecnologias existentes para que o público ouvinte do formato chegue até as marcas:

“Hoje, nós temos os programas e as tecnologias necessárias – como por exemplo a geolocalização que permite o mapeamento dos targets a nível estadual e municipal – para atingir de forma fácil, segura e eficaz o público-alvo desejado pela marca. O que nos falta é que o mercado veja, ou melhor, escute esse potencial.”, continuou o executivo para o portal.

 

Foto: Shutterstock

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PESSOAS ESTÃO OUVINDO MAIS MÚSICA ANTIGA DO QUE ATUAL, APONTA ESTUDO

Novo estudo descobriu que consumo de lançamentos nos últimos 18 meses é menor do que o consumo de músicas mais antigas.

Os americanos estão preferindo ouvir músicas antigas a lançamentos. É o que diz um recente relatório publicado pela Luminate, antiga (Nielsen).

De acordo com a notícia publicada pelo Music Business Worldwide, nos EUA, o consumo de músicas atuais, ou seja, as músicas que foram lançadas nos últimos 18 meses, tiveram uma redução no consumo de 1,4% em comparação a 2021.

Pode parecer pouco, mas se observarmos a tendência de mercado, o consumo de música em geral cresceu 9,3% no mesmo período do ano passado. Além disso, as músicas antigas, as chamadas músicas de catálogo, tiveram um aumento de 14% no consumo (considerando streaming e vendas físicas).

Por sua vez, a participação de mercado das músicas de catálogo foi de 72,4% no primeiro semestre deste ano, e continua superando o consumo de lançamentos, que viu sua participação cair 3%, chegando a 27,6%.

Uma das razões que poderia explicar a redução na popularidade dos lançamentos musicais seria a pandemia, que impediu apresentações ao vivo devido ao isolamento social, bem como as oportunidades de promoção de música nova.

Enquanto isso, estamos vendo uma nova onda de músicas de artistas que fizeram sucesso no passaram voltando com tudo, após se tornarem trilhas de filmes e séries do momento, como foi o caso de Kate Bush e Metallica em “Stranger Things”.

(Foto: Reprodução/Twitter)

 

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Warner Music anuncia parceria com o SoundCloud para adotar modelo de pagamento mais justo a artistas independentes

Matéria de The Verge

Artistas da Warner Music receberão conforme o que os fãs realmente ouvem no Soundcloud, com modelo de pagamento centrado no usuário

O Soundcloud anunciou na quinta-feira (21) que realizou um acordo de licenciamento com a Warner Music para adotar um modelo de pagamento mais justo, e que beneficia artistas independentes.

Conforme o The Verge.com, artistas da gravadora que tiverem suas músicas tocadas na plataforma receberão pagamentos de acordo com o modelo chamado de “User-centric Payment” (modelo de pagamento centrado no usuário) ou “Fan-Powered Royalties” (“royalties movidos pelos fãs”, em tradução livre), no qual permite que a receita gerada pela assinatura e publicidade de cada usuário seja distribuída entre os seus artistas favoritos.

Atualmente, as principais plataformas de streaming costumam adotar outro modelo de pagamentos, o pro-rata – um sistema de pagamentos que reúne todo o dinheiro da assinatura e o divide com base no total de streams na plataforma, beneficiando apenas os artistas mainstream. Anteriormente, a Rolling Stone publicou uma notícia informando que 1% dos principais artistas acaba recebendo 90% da receita de streaming devido ao modelo pro-rata.

Desde que o novo modelo de pagamentos a artistas foi adotado pelo SoundCloud no ano passado, a plataforma viu um aumento de 30% de assinantes pagos em seu serviço premium.

O portal notou que este acordo é um sinal de que o modelo centrado no usuário está ganhando força no mercado de streaming de audio, embora não esteja perto de se tornar o padrão. A Tidal anunciou no outono passado que também estava mudando para o modelo centrado no usuário. A Deezer adotou o modelo e tem realizado companhas no mundo todo para conscientizar profissionais do mercado e fãs de música.

O Spotify chegou a reconhecer a nova abordagem, mas parece que está esperando para ver o que o resto da indústria vai fazer. O movimento da Warner pode abrir portas para que as outras majors também façam o mesmo tipo de acordo futuramente.

“A evolução da indústria da música traz novas maneiras de criar, consumir e monetizar”, disse a diretora digital da WMG, Oana Ruxandra, em comunicado. “À medida que o ecossistema se expande, a WMG está focada em avançar e experimentar novos modelos econômicos para garantir que as oportunidades para nossos artistas e suas comunidades sejam maximizadas.”

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EPIDEMIC SOUND ENTRA NA JUSTIÇA CONTRA O META POR DISTRIBUIÇÃO ILEGAL DE SEU CATÁLOGO DE MÚSICAS

Epidemic Sound está acusando o Meta de roubar música “conscientemente”, “intencionalmente” e “descaradamente”, em suas plataformas de mídia social Facebook e Instagram.

Epidemic Sound está acusando o Meta de roubar música “conscientemente”, “intencionalmente” e “descaradamente”, em suas plataformas de mídia social Facebook e Instagram.

Uma briga de gigantes da tecnologia pode ter se iniciado. Isto porque na última semana a Epidemic Sound decidiu entrar na justiça contra o Meta, por usar música no Facebook e Instagram sem ter um acordo de licenciamento.

De acordo com o Music Business Worldwide, a Epidemic Sound, uma empresa provedora de trilhas licenciadas para vídeos, streaming e podcasts fez uma série de acusações em uma ação movida na Califórnia na quarta-feira (20 de julho) à empresa de Mark Zuckerberg, entre elas, a de roubar música “conscientemente”, “intencionalmente” e “descaradamente” em suas plataformas de mídia social Facebook e Instagram”.

Epidemic Sound logo-Divulgação

No processo, a empresa de música sueca mencionou que o Meta “ignorou seus avisos de violação”, e várias solicitações de acesso às ferramentas que ajudariam a impedir o uso ilegal de músicas.

Além disso, a plataforma afirmou que o Meta se recusou a assinar um acordo de licenciamento de músicas, embora tenha criado recursos que permitem e incentivam os usuários a reproduzir e sincronizar facilmente músicas do catálogo da Epidemic, sem autorização e sem compensação para seus compositores e artistas.

A distribuidora chegou a levantar dados que provam que diariamente cerca de 80.000 novos casos de violação de direitos surgem nas plataformas do Meta, devido ao consumo de músicas diário pelos usuários, e cerca de 94% do conteúdo gerado nas redes sociais não é licenciado.

Por conta dos prejuízos, a empresa decidiu que o Meta de pagar US$150.000 para cada uma das obras que acredita que foram violadas, com danos totais que podem chegar a US$142 milhões, o equivalente a mais de R$ 790 milhões.

Até o momento, a plataforma de Mark Zuckerberg não se pronunciou sobre o processo.

 

 

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

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Inversions 90s: Deezer quer trazer de volta os anos 90 com a playlist ‘InVersions’

Matéria de Deezer Press

Playlist da Deezer conta com clássicos dos anos 1990, em formato de covers de artistas emergentes em vários países, incluindo o Brasil.

Nesta semana a Deezer lançou uma playlist para resgatar músicas icônicas dos anos 1990, trazendo novas versões cantadas por artistas emergentes de todo o mundo.

Na ‘InVersions 90’s’, a plataforma apresenta novas versões de alguns dos maiores sucessos da década, incluindo ‘No Scrubs’ (TLC), ‘Thank You’ (Dido) e ‘Losing my Religion’ (R.E.M.).

O ambicioso projeto inclui 16 músicas em uma ampla gama de gêneros, com artistas representando 9 países diferentes – França, Alemanha, Reino Unido, EUA, Nigéria, Filipinas, Suíça e México. O Brasil também teve seus representantes, com a banda Fresno e sua versão de ‘Rhythm of the Night’, do Corona e Carol Biazin com seu cover de ‘Torn’, original de Natalie Imbruglia.

“O legado da música dos anos 90 não pode ser subestimado. De samples a covers, a música dos anos 90 permanece viva nesta paisagem sonora atual. Havia tantas joias nos anos 90 que permanecem perenes até hoje”, disse Ayra Starr, estrela do RnB e do afro pop nigeriano, responsável pelo cover de no Scrubs, do TLC.

A cantora e compositora britânica Rachel Chinouriri, que fez sua versão de ‘Thank You’ da Dido, também falou sobre o projeto: “Muitos de nós somos inspirados pela música desta época e algumas das melhores músicas vieram dos anos 90”.

 

Clique aqui para ouvir InVersions 90s agora, exclusivamente no Deezer

Lista completa de faixas abaixo.

Lauv (EUA) – Good Riddance (Time of Your Life) –  Green Day

Ayra Starr (Nigéria) – No Scrubs – TLC

Lolo Zouai (França) – Don’t Speak – No Doubt

Priya Ragu (Suíça) – All that She Wants – Ace of Base

UPSAHL (México) – Wannabe – Spice Girls

Oscar Anton (França) – What’s Up – 4 Non Blondes

Easy Life (Reino Unido) – You’re Still the One – Shania Twain

Soccer Mommy (EUA) – Losing my Religion – R.E.M.

Eyedress (Filipinas) – Song 2  – Blur

Rachel Chinouriri (Reino Unido) – Thank You – Dido

Kiddy Smile (França) – Bitter Sweet Symphony – The Verve

Fresno (Brasil) – The Rhythm of the Night – Corona

Carol Biazin (Brasil) – Torn – Natalie Imbruglia

Whiplash (EUA) – I Want It That Way – Backstreet Boys

Marissa Mur (México) – Wonderwall – Oasis

Loi (Alemanha) – I Don’t Want to Miss a Thing – Aerosmith

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