Estudo aponta aumento de 14,7% da Pirataria na música em 2017, mas existem sinais positivos.

Matéria de Billboard

Estudo aponta crescimento da pirataria no mundo apesar da popularidade de serviços como Netflix e Spotify.

O TorrentFreak realizou um novo estudo sobre a pirataria no mundo. Apesar da popularidade de serviços on demand como a Netflix e o Spotify, a pirataria na música aumentou 14,7% em 2017.

De acordo com o “Relatório Global de Pirataria 2017”, analisado pela MUSO, 73,9 bilhões de pessoas visitaram sites de pirataria no mundo todo. A pesquisa leva em conta a pirataria em sites de música, TV, cinema, publicações e software.

A música foi a segunda categoria mais visitada. Perdeu apenas para os sites de conteúdo de TV (106,9 bilhões de visitas) e ficou à frente do cinema (53,2 bilhões de visitas). Em todas as categorias, os EUA lideraram o caminho das visitas piratas (27,9 bilhões), seguidos (em ordem) pela Rússia (20,6 bilhões), Índia (17 bilhões), Brasil (12,7 bilhões) e Turquia (11,9 bilhões).

O CEO da MUSO, Andy Chatterly, em um comunicado, afirmou que os dados analisados só confirmaram que “a pirataria é mais popular do que nunca”. Além disso, Chatterly disse que as indústrias de conteúdo devem observar essas tendências não apenas para proteger suas produções, mas também para compreender melhor o perfil do consumidor de pirataria e ter uma melhor percepção dos negócios e monetização desses públicos.

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A casa inteligente surge

Matéria de O Globo

Focado em reprodução de música, HomePod é aposta da Apple para entrar no mercado de residências conectadas

Pedro Doria em sua coluna para o site O GLOBO dá dicas e fala sobre as principais características do HomePod, o recente lançamento da Apple.

O Homepod é uma caixa de som cilíndrica, 17 centímetros de altura por 14 de diâmetro. Mas não é novo, afinal Amazon, Google e Sonos possuem produtos concorrentes e até mais baratos. Confira quais novidades o inovador Homepod promete trazer.

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Sampling is becoming harder to do, says DJ Shadow

Para o DJ Shadow, samplear músicas não está valendo mais a pena.

O DJ Shadow é um artista que construiu uma carreira usando amostras de outros trabalhos para criar novas músicas. No entanto, ele diz que a crescente “litigiosidade” e “ganância” agora o forçaram a se afastar desse modo de trabalho.

Ele disse que ao usar partes de outras músicas em suas canções, os autores estão pedindo cerca de 70%, 75% pela parte da nova criação.

“Trabalhamos em um momento hiper-capitalista, onde você pega o que pode, pega tudo o que puder, não importa se está certo ou errado, não importa se é válido, não importa se é merecido”, ele afirmou.

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UOL promove mudanças e programação de conteúdo do UOL Música Deezer é incerta

O UOL está se reestruturando para promover mudanças relacionadas ao conteúdo. Além de demissões as alterações impactarão o UOL Música Deezer, “que pode encerrar sua programação de conteúdo para focar na parceria firmada com a Deezer desde 2015”.

A parceria com a Dezzer ocorreu em 2015 e a ideia era complementar a rádio Rádio UOL com 35 milhões de faixas musicais na plataforma Deezer. O UOL divulgou que o UOL Música Deezer “seria um espaço com “playlists renovadas e os já consagrados programas da Rádio UOL”, que continuariam disponíveis”.

Alguns programas deixarão a grade, mas “a parceria com a Deezer segue normalmente”.

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