Iniciativas prometem remodelar o modelo de negócios das transmissões ao vivo

Matéria de New York Post

Conheça iniciativas que prometem beneficiar artistas através das transmissões ao vivo e quem sabe render lucros no futuro.

A pandemia de coronavírus cancelou shows e eventos pelo mundo todo, mas a música não parou, ela continuou tocando, mais do que nunca em transmissões ao vivo pela internet, abrindo espaço criar para novas oportunidades à artistas. O New York Post falou sobre algumas delas.

Atenta, a Universal Music já está ligada às mudanças, tanto que está desenvolvendo uma plataforma para que seus artistas possam transmitir apresentações ao vivo simultaneamente em várias plataformas, como YouTube e Facebook. Live. Nós do MCT estamos ansiosos para ver como vai ser o resultado deste projeto que será liberado na próxima semana.

Além de fazer transmissões ao vivo, o serviço, que ainda não possui um nome revelado, permitirá a interação e o envio de alertas sobre a programação de shows aos fãs. Também permitirá a venda de mercadorias e arrecadação de doações para instituições de caridade.

A gravadora não revelou se pretende faturar com a plataforma, mas disse que os direitos de streaming são de sua propriedade e que são acordados por meio de contratos.

Outra iniciativa que tenta amenizar os efeitos do coronavírus na economia e pode beneficiar artistas é o Bandsintown, um site que notifica os fãs sobre quando seus artistas favoritos estão chegando em sua região.

Com o surto do vírus, os desenvolvedores do site logo remodelaram todo o modelo de negócio. Desta forma, agora o site é capaz de alertar os usuários sobre os próximos shows a serem transmitidos por seus artistas favoritos.

“Reorganizamos o mapa do produto em duas semanas”, disse Fabrice Sergent, co-fundador e sócio-gerente do site, que trabalha com um banco de dados de mais de 530.000 artistas e 55 milhões de fãs.

Eles conseguiram uma parceria com o Twitch – a plataforma da Amazon favorita pelos jogadores – para que seus artistas possam receber dinheiro. A parceria permite que os fãs assistam as lives gratuitamente no Twitch em troca de moedas virtuais iguais a 1 centavo por bitcoin. Uma parte do valor arrecadado vai para o MusiCares COVID-19 Relief Fund, uma instituição de caridade para “músicos desempregados”.

“Tenho certeza de que veremos muitas variações nas próximas semanas”, disse Sergent. Como por exemplo, assinaturas pagas, receita de publicidade ou venda de mercadorias durante o streaming.

São iniciativas como estas que contarão muito para o mercado da música, esperamos que tudo acabe logo para trazermos boas notícias!

 

Foto: Uli Deck/picture alliance via Getty Image

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Covid-19: O Streaming ao vivo pode substituir os shows que foram cancelados?

Matéria de the Guardian

Com a pandemia do covid-19, artistas correram para internet para produzir conteúdo e se apresentarem ao vivo para seus fãs nas redes sociais e plataformas de streaming. Mas será que este movimento é capaz de substituir os shows que foram cancelados? É o que o The Guardian tentou responder

Impedidos de fazer shows com aglomerações de pessoas devido a pandemia do coronavírus, artistas de todo o mundo começaram a se organizar, se apresentando pelas redes sociais e em plataformas de streaming. Entretanto, será que este movimento é mesmo uma solução para substituir os shows que foram cancelados? O The Gardian publicou um artigo para refletirmos sobre esta questão.

Para o artista e pesquisador Mat Dryhurst, o impacto dos cancelamentos de shows será grande e a longo prazo. Ele acredita que a crise do coronavírus está apenas “amplificando a natureza precária e defeituosa da indústria da música” em geral, e que “reformas mais amplas são essenciais”:

“Eu acho que há um futuro para performances telemáticas ou remotas”, disse Dryhurst. “Mas não pode ser apenas como ‘Ei, você é um artista, pegue seu violão e vá para a câmera!’. Ou seja, não pode ser algo imposto para os artistas.

Para dar apoio aos afetados pela crise global do COVID-19, a revista Left Bank organizou um festival de música no YouTube entre os dia 17 a 22 de março. Foram 12 horas com vários artistas do mundo todo tocando ao vivo diretamente de seus quartos. Festivais parecidos aconteceram no Brasil também.

Apesar do livre acesso ao festival, a revista incentivou seus seguidores a fazer contribuições através do aplicativo Venmo durante a live. A fundadora do Left Bank Media, Kristyn Potter, explicou ao portal que esta foi a melhor maneira de monetizar os artistas sem violar direitos autorais. Embora as limitações de licenciamento e propriedade intelectual ainda não tenham sido totalmente resolvidas pela indústria, Potter é uma entusiasta: “Alguns artistas são feitos para esse formato – nós definitivamente faremos o festival novamente”.

Assim como Potter, a especialista da indústria musical, Cherie Hu, também acredita que há artistas que se saem melhor nas plataformas de streaming de vídeo. E nem sempre são os mais famosos.

É o caso de Hana (foto), artista de música eletrônica que se tornou popular ao fazer feats com as cantoras Lord e Grimes. Hana se tornou conhecida ao jogar League of Legends, tocar músicas e interagir com seus fãs no Twitch (app famoso entre os gamers).

Recentemente, Cherie Hu criou um Google Doc maravilhoso para ensinar aos artistas a usar o streaming de vídeo como uma ferramenta de apoio. Uma tentativa de ajudar a diminuir o impacto financeiro de artistas que participariam do SXSW (CONFIRA AQUI).

Hu acredita que o streaming ao vivo é uma grande oportunidade para que artistas desenvolvam conteúdos únicos, mas hesita em recomendá-lo como uma solução imediata:

“Acho que se os artistas abordam as transmissões ao vivo de uma maneira interessante, posso ver isso se tornando um fluxo de receita para algumas delas”, diz ela. “Mas esses modelos não são comprovados financeiramente. Do ponto de vista dos artistas, definitivamente existem outros canais que podem gerar renda mais imediata e concreta”.

Em seu Doc, Hu avisa ao leitor que a transmissão ao vivo não substitui o valor financeiro, emocional ou cultural de um show ao vivo. E com esse alerta, o The Gardian levanta uma outra questão: Qual o significado real do “ao vivo”?

Em 1993, a ex-presidente do Departamento de Estudos da Performance da Universidade de Nova York, Peggy Phelan argumentou que: “A única vida da performance está no presente. O desempenho não pode ser salvo, gravado, documentado…uma vez que o faz, torna-se algo diferente de desempenho.”

Muitos poderiam concordar, já que assistir um show ao vivo é uma experiência única. Sem contar que há um grande negócio na venda de música ao vivo, tanto que os Rolling Stones chegaram a lançar 28 álbuns de seus shows.

Em 1999, Philip Auslander, lançou o célebre livro Liveness e respondeu à Phelan que o fenômeno da “vivacidade” é “específico do contexto”, “matizado” e “subjetivo”.

“Vinte anos depois, temos mais variações de “vivacidade” na ponta dos dedos do que Auslander ou Phelan jamais poderiam ter previsto”, afirma o The Gardian. Atualmente, a sensação de vivacidade se manifesta de diferentes formas, seja no Instagram Live ou até no TikTok.

Enquanto isso, Dryhurst permanece cético sobre o potencial da transmissão ao vivo como uma solução de curto prazo: “Não sei se a música nessa crise em particular precisa se reinventar”, diz ele. “As pessoas já estão bastante entretidas!”.

O pesquisador se preocupa ainda com a saúde mental dos artistas que podem se sentir pressionados a fazerem apresentações só para não ficarem de fora em meio ao estresse da pandemia: “Não vou citar nomes”, conta o pesquisador, “mas os músicos têm entrado em pânico e me enviando mensagens como ‘Devo aprender a fazer streaming ao vivo?’. “Estou meio irritado por eles estarem sentindo essa ansiedade além de se preocupar sobre seus pais.”, desabafa.

Foto: a artista de música eletrônica Hana faz streaming ao vivo do making of de seu álbum/ YouTube/Reprodução

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SÃO PAULO ANUNCIA EDITAL PARA ESPETÁCULOS NAS JANELAS DE PRÉDIOS

Matéria de VEJA SÃO PAULO

No meio de tanta preocupação e perdas, projeto inspirado por movimento na Itália terá verba de 10 milhões para contemplar 8 mil produções artísticas nas janelas de Prédios de São Paulo.

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta quinta-feira (19) a criação de um edital para destinar 10 milhões de reais para produções artísticas nas janelas de prédios e casas da cidade.

De acordo com a Veja São Paulo, o projeto “Janelas de São Paulo” contemplará projetos 8 mil projetos musicais, teatrais e de várias linguagem que poderão ser vistos pelo público através de uma plataforma virtual.

A ideia do projeto veio a partir da Itália, onde vários artistas começaram a cantar em suas sacadas para animar a população durante a pandemia do coronavírus que já matou mais de 3500 pessoas até o momento por lá.

Vale lembrar que ainda nesta semana, o Governo de São Paulo anunciou uma série de medidas para mitigar os efeitos causados pelo coronavírus no estado. Além disso, João Doria anunciou que liberou um crédito de 275 milhões de reais para os setores de cultura, economia criativa, turismo e comércio.

De acordo com a Secretaria do Estado, a abertura das inscrições para o edital com maiores informações serão divulgadas em breve.

Reprodução/Instagram/@danielmconstante/Veja SP

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Labsônica abre inscrições para programa de aceleração musical em parceria com a Toca do Bandido

Saiba como você pode participar do programa de aceleração musical Labsônica – Edição Toca do Bandido. Serão escolhidos 6 artistas que receberão produção musical, planejamento estratégico de carreiras, conhecimentos através de workshops, songcamp, mentorias, pitchings e muito mais.

Estão abertas as inscrições para o programa de aceleração musical Labsônica – Edição Toca do Bandido. Podem participar artistas solo, bandas e coletivos com trabalho autoral e composições próprias, com pelo menos 2 anos de existência comprovada e de todos os estilos musicais.

Serão escolhidos 6 artistas que passarão por um processo de aceleração de carreiras através do desenvolvimento de conhecimentos estratégicos com workshops, songcamp, mentorias, pitchings.

Os participantes selecionados ganharão produção musical da Toca do Bandido em três singles, e orientação por uma série de especialistas como Guta Braga, fundadora do Música, Copyright e Tecnologia e Fábio Silveira, editor chefe do FastForward Podcast entre outros grandes nomes do mercado musical nacional.

Os trabalhos criados ao longo do processo serão lançados e promovidos pelo selo Toca Discos. E ainda, uma das melhores agências do país irá promover suas carreiras com gestão estratégica de comunicação e marketing digital.

Para participar, é necessário preencher o Formulário de Inscrição do Programa e um vídeo de até 3 minutos com apresentação do projeto musical e uma perspectiva de como poderá crescer em sua carreira participando do Programa.

Confira todas as informações em https://www.tocadobandido.com.br/aceleracaolabsonica/

Foto: Divulgação/Labsônica

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Mulheres representam apenas 10% dos compositores que mais arrecadam no Brasil

Mais uma vez, relatório anual da UBC mostra que a participação de mulheres no mercado musical ainda é inferior.

Nesta semana a União Brasileira de Compositores (UBC) lançou seu relatório anual ‘por Elas Que Fazem a Música’, sobre a participação das mulheres na música.

Apesar do aumento do número de associadas pela entidade, a participação das mulheres no mercado ainda é de 15% em comparação a quantidade de compositores registrados.

Quando a categoria é arrecadação, apenas 10 mulheres estão na lista dos 100 mais remunerados no Brasil.

Relatórios como este são essenciais para o debate sobre o equilíbrio de gênero no mercado. É por isso que o Musica,Copyright e Tecnologia sempre dará prioridade em destacar este tipo de conteúdo.

Para conferir o relatório na íntegra CLIQUE AQUI.

Foto: Divulgação/RelatórioUBC

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Serviços de streaming representaram quase 80% de toda a receita da música em 2019

Matéria de TechCrunch

Em novo relatório feito pela RIAA – Associação Americana da Indústria de Gravação – revelou que os serviços de streaming geraram US$8,8 bilhões para as receitas de música gravada.

Em 2019, o streaming alcançou quase 80% da participação de todas as receitas de músicas gravadas nos EUA. É o que diz o novo relatório da RIAA – Associação Americana da Indústria de Gravação.

Em 2019, os serviços de streaming como Youtube (suportados por anúncios), Pandora (streaming de rádio), e Spotify (com planos de assinaturas pagas) geraram US$8,8 bilhões, um aumento de quase 20%.

Além disso, as receitas com música gravada em 2019 cresceram 13%, de US$9,8 bilhões para US$11,1 bilhões (varejo). Segundo o TechCrunch, é o quarto ano de crescimento consecutivo de dois dígitos.

Para a RIAA, os serviços de assinatura foram os maiores responsáveis pelo crescimento das receitas. Em 2019, esses serviços foram os que mais apresentaram crescimento (25% a.a), com uma receita total de US$6,8 bilhões. Esse valor também inclui US$829 milhões em receitas dos serviços de assinatura paga de “camada limitada”, como o Pandora Plus. Outros serviços como Amazon Prime Music também estão inclusos nesta categoria.

O número de pessoas dispostas a pagar por música ‘sob demanda’ aumentou. Tanto que as assinaturas pagas cresceram 29% em 2019, um total de 60,4 milhões. Uma prova de que esses serviços estão conseguindo ter êxito em converter usuários gratuitos para assinantes.

Os serviços suportados por anúncios também cresceram no ano passado, um aumento de 20% em 2018, para US$908 milhões em 2019. Foram mais de 500 bilhões de músicas transmitidas para mais de 100 milhões de ouvintes nos EUA. Apesar de seu amplo alcance, esta categoria representou apenas  8% da receita total de música no ano.

O crescimento do streaming fez com que o consumo de outros serviços caíssem. A popularidade dos serviços de rádio nunca esteve tão baixa. Uma queda de 4% e uma receita de US$1,16 bilhão.

As receitas de downloads digitais ficou abaixo de US$1 bilhão pela primeira vez desde 2006 – caindo 18% ano a ano, atingindo US$856 milhões. O download de álbuns caiu 21%, para US$395 milhões, enquanto as vendas de faixas individuais caíram 15%, para US$415 milhões. Os downloads representaram apenas 8% de todas as receitas no ano passado.

Os formatos físicos, como CDs e vinil, caíram ligeiramente (0,6%) em 2019 para US$1,15 bilhão. Mesmo assim, o vinil teve seu maior ano desde 1988, atingindo US$504 milhões. esta categoria representou somente 4,5% da receita total de música.

Foto:  stockcam / Getty Images

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Com ajuda das editoras, as três maiores gravadoras do mundo faturaram US$2 milhões por hora

Matéria de Rolling Stone

Juntas, as Big 3 (Universal Music, Sony e Warner) faturaram US$18 bilhões no último trimestre de 2019. Veja análise!

As três maiores gravadoras do mundo (Big 3) faturaram juntas mais de US$18 bilhões no último trimestre de 2019.  A notícia veio após Tim Ingham, fundador e editor do Music Business Worldwide, calcular a soma das receitas para o Q4 de 2019.

Segundo a análise para a Rolling Stone, as receitas vindas do streaming são ainda mais impressionantes. As três maiores gravadoras do mundo geraram juntas mais de US$1 milhão por hora apenas com streaming de músicas.

Ao somarmos outros formatos (streaming, físico e download), além da venda de ingressos e mercadorias, as receitas chegam a marca de US$14,93 bilhões – um pouco menos de US$1,5 bilhão no ano, US$41 milhões por dia ou US$1,7 milhão por hora!

Tim fez questão de destacar os resultados das receitas vindas das editoras e inseri-los nos cálculos. Com base nos dados corporativos divulgados pela Vivendi, Sony Corp. e WMG, as três maiores editoras do mundo geraram equivalente a US$369.000 por hora, um total de US$3,23 bilhões no ano passado.

Ao incluir todos os resultados (receita das editoras + receitas de todos os formatos) das Big 3, chegamos a conclusão de elas alcançaram juntas uma receita de US$18 bilhões (US$14,93 bilhões em registros, mais US$3,23 bilhões em publicações) em 2019. Ou seja, uma média de mais de US$2 milhões (US$2,07 milhões) por hora!

Foto: Beyonce, da Sony/ATV, Lizzo da Warner Chappell e Billie Eilish da Universal Music Group Publishing. Shutterstock, Emma McIntyre / Getty Images, Olly Stabler / Shutterstock

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Meninos da capa de ‘Clube da Esquina’ entram na justiça por Direitos de Imagem

Matéria de Folha de S.Paulo

Após 40 anos, os meninos da capa do famoso álbum ‘Clube da Esquina’ de Milton Nascimento e Lô Borges pedem R$500 mil por uso indevido de imagem.

Tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, um processo envolvendo os compositores Milton Nascimento e Lô Borges por uso indevido de imagem.

Carlos Rosa de Oliveira (Cacau) e José Antônio Rimes (Tonho) iniciaram um processo em 2012 e desde então pedem R$500 mil por danos morais e uso indevido de imagem. Eles eram os meninos da foto da capa do album ‘Clube da Esquina’, um dos maiores da música brasileira, de 1972.

Cacau e Tonho, alegam que o registro de suas imagens quando crianças foi feito sem autorização. Tanto que, só tomaram conhecimento do fato quando uma repórter os convidou para fazer uma recriação da foto, após quarenta anos.

“Nunca soube disso. Foi ela [a jornalista, Ana Clara Brant] que me descobriu”, diz Tonho à Folha. “Fui correndo no advogado e contei a história todinha. Acho que eles não podiam ter feito isso comigo. Poderiam ter avisado meu pai ou minha mãe. Não ajudaram em nada.”

De acordo com a reportagem da Folha de São Paulo, o processo inclui como alvos, Milton Nascimento, Lô Borges, a gravadora EMI, responsável por lançar o disco, e a editora Abril, por reeditar o álbum e incluí-lo em uma coleção de CD’s em 2012.

Pode ser que assim como no caso de João Gilberto, a Universal Music seja inclusa no processo, já que incorporou a EMI.

No processo, a EMI relata que o valor pedido pela dupla é “astronômico” e que “não há violação do direito individual à imagem, pois a foto da capa está “totalmente desvinculada” de suas imagens atuais”.

A gravadora solicita que Ronaldo Bastos, um dos compositores, seja incluso no processo, pois em um contrato assinado em 2007, ele cede os direitos do material gráfico do álbum. Para a gravadora, os males apresentados por Tonho e Cacau “não são capazes de trazer qualquer sofrimento moral”.

Apesar de não se manifestarem sobre o assunto publicamente, a defesa de Milton e Lô, alega que o prazo para a prescrição de indenizações é de três anos, e não 40. A defesa afirma ainda que os compositores foram “contratados [pela gravadora] somente para interpretar canções e não para produzir, fabricar e comercializar exemplares desses produtos.” Portanto, os compositores não possuem responsabilidade pela “publicação das fotos nas capas do LP e CD”.

Enquanto isso, a Abril alega ter uma autorização da Universal para reproduzir a capa.

Atualmente, o processo está parado há um ano, sendo que em 2019, o juiz da comarca de Nova Friburgo, Marcus Vinicius Miranda Gonçalves da Silva de Mattos, apenas acrescentou a  citação dos denunciados no caso. Ronaldo Bastos e a Universal ainda devem apresentar suas defesas.

Tonho contou que a dupla deseja fazer um acordo, mas nunca conseguiu sequer contato com os músicos:

“Eles venderam muito disco, mas sem a autorização de ninguém. A obrigação era falar com a gente, dar um dinheiro pra nos ajudar em alguma coisa”, diz. “Por que não fizeram isso? Sou pobre, tenho seis filhos para criar. Foi muita mentira comigo. Não ajudaram em nada.”, relata à Folha.

Foto: Reprodução

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Gusttavo Lima poderá pagar R$20 milhões por infringir Direitos Autorais

Matéria de Jornal Opção

Compositor teria aceitado uma proposta de Gusttavo Lima por “boa fé”, porém ficou insatisfeito ao descobrir que o sertanejo editou e registrou sua música com 50% de autoria. Entenda.

O compositor André Luiz Gonçalves abriu um processo contra Gusttavo Lima por uso indevido de direitos autorais da música ‘Fora do Comum’.

No processo aberto na 30ª vara Cível de Goiânia, o compositor André Luis afirma que aceitou de “boa fé” a proposta de Gusttavo Lima por uma sociedade, após o envio da gravação de sua música. Porém, André descobriu que o sertanejo editou e registrou a mesma com 50% de autoria.

“Para não perder tudo eu fui em outra editora pra registrar os meus 50% e não deixar de receber, porque quando eu fui registrar 100% da música no meu nome ele já havia feito o registro de metade. Ganhou esses anos todos com execuções nas rádios, plataformas digitais, além das vendas de CD’s e DVD’s”, declarou André ao jornal O Dia.

A reportagem afirma que Gusttavo Lima teria se comprometido a lançar outras canções e acrescentar o nome do compositor. “Ele disse que as músicas eram sucesso e que eu não precisava me preocupar porque eu teria retorno. (…) Disse que eu podia confiar nele e dar a parceria pra ele porque depois ele iria me devolver a minha parte através de outras músicas”. Porém essa parte nunca aconteceu, segundo o compositor.

De acordo com o Jornal Opção, Lima chegou a propor um acordo de R$50 mil parcelados em 10 vezes de R$5 mil, além da gravação de um disco. Entretanto, André recusou a oferta, já que a causa está estimada em R$20 milhões. O sertanejo ainda não se pronunciou sobre o assunto até o momento.

Foto: Reprodução

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Youtube arrecada US$15,1 bilhões com receitas publicitárias em 2019

Matéria de HYPEBEAST

Em novo relatório financeiro divulgado pelo Google, desde 2017, o faturamento com receitas publicitárias do Youtube quase dobrou.

Pela primeira vez, o Google divulgou as receitas de sua plataforma de compartilhamento de vídeos, o YouTube.

Em 2019, o Youtube faturou 15 bilhões de dólares com receitas publicitárias. De acordo com o Hypebeast, apenas no quarto trimestre, a plataforma gerou US$4,7 bilhões.

Segundo o relatório financeiro do Google, em 2017, o valor de ganhos com receita publicitária em 2017 era de US$8,15 bilhões, e em 2018, US$11,5 bilhões. Ou seja, a receita nesta área quase dobrou nos últimos dois anos.

Apesar dos números altos, os valores ficaram abaixo do mercado, que estimava algo em torno de US$25 bilhões.

A CFO do conglomerado Alphabet, Ruth Porat, explicou a decisão da empresa de divulgar os números, dizendo: “Para fornecer mais informações sobre nossos negócios e as oportunidades futuras, agora estamos divulgando nossa receita de forma mais granular, incluindo pesquisa, anúncios do YouTube e Nuvem.”

Foto: Smith Collection/Gado/Getty Images

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