Livro mapeia sistemas de som brasileiros inspirados na Jamaica

Matéria de @rapresentando

É a primeira vez em que há um levantamento relacionado às festas de sound system no Brasil.

Será lançado, em Julho, o “Mapa Sound System Brasil”, um livro que mapeia sistemas de som brasileiros, responsáveis por disseminar o reggae no Brasil.

Segundo o portal rapresentando.com, é a primeira vez em que há um levantamento relacionado às festas de sound system no país. Para criar o “Mapa Sound System Brasil”, os pesquisadores e seletores (DJs) Daniella Pimenta e Natan Nascimento, catalogaram mais de 120 sistemas de som brasileiros inspirados na Jamaica.

O livro foi inspirado no blog Groovin Mood. Além de mostrar depoimentos de artistas locais, há opiniões de nomes como o jamaicano Walshy Fire (Major Lazer) e o produtor caribenho Mad Professor.

“O catálogo não tem a pretensão de ser um guia definitivo do sound system nacional”, contou Daniella ao portal. “O nosso objetivo é levar para o leitor – brasileiro e de fora do país – um panorama visual mais geral da movimentação da cultura de sistemas de som de reggae em moldes jamaicanos no Brasil. Queremos trazer uma amostragem – a mais acurada possível – do que vem acontecendo por aqui”.

O lançamento do livro está previsto para o dia 29/6 as 16h, com entrada gratuita na Casa Brasilis – Pompeia – SP/SP

*Foto: Miguel de Castro

E para celebrar o lançamento do livro o MCT está realizando um sorteio! Não perca a oportunidade de conhecer ainda mais sobre a cultura sound sustém e participe!

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#RespeitoAoCompositor contra o projeto de lei que isenta hotéis e pousadas de pagar direitos autorais

Projeto de lei que isenta hotéis e pousadas de pagar direitos autorais de execução pública pode provocar impacto negativo na arrecadação de direitos autorais.

A UBC (União Brasileira de Compositores) informou que está havendo uma análise pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado de um projeto de lei que isenta  hotéis, pousadas e estabelecimentos congêneres de pagar direitos autorais de execução pública por músicas tocadas em quartos. Apesar de estimular o turismo no país, o projeto pode provocar um grande impacto negativo na arrecadação de direitos autorais.

De acordo com a entidade, os artigos 3º e 4º PL 1.829/2019 “penalizam os compositores musicais”. O projeto é parecido com o PLS 206/2012, outro que há dois anos não conseguiu sequer ser votado perante a grande mobilização contrária pela classe artística.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), relator do PL 1.829, emitiu um parecer recomendando a remoção da isenção e manteve outras medidas de estímulo ao turismo.

A notícia sobre o projeto ganhou repercussão no país mobilizando autores e titulares de direitos autorais. Entidades como a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) e a Organização Latino-Americana de Direito Autoral (LatinAutor) também se manifestaram e enviaram uma carta para presidente do senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), mencionando os artigos.

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) enviou uma carta para Randolfe Rodrigues pedindo a remoção da isenção a quartos de hotéis do projeto de lei:

“Queremos ratificar ao honorável senador que, em toda a América Latina, na Europa, nos Estados Unidos e em numerosos países da Ásia, os proprietários de hotéis obtêm licença e pagam direitos pelo uso de música em aparelhos de rádio e televisão colocados nos quartos, nas áreas comuns e em salões de festa”, afirmou em carta a IFPI. “No mundo atual, não se concebe um hotel, resort ou empresa de turismo que não incluam a música como parte da sua oferta aos consumidores, visitantes e turistas. A música é um elemento essencial da experiência humana em hotéis, e, por isso, seus criadores, produtores e artistas merecem uma remuneração justa e proporcional.”

Pela internet, uma campanha com a hashtag #RespeitoAoCompositor pode ser usada por todos que desejam defender a remoção dos artigos. Outra iniciativa que chamará a atenção para o sucesso da campanha é o envio de e-mails e mensagens diretamente aos senadores participarão da decisão. A relação de e-mails pode ser encontrada AQUI, ao final da página.

 

Foto: UBC

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Midstream: Um novo conceito para artistas que estão entre o indie e o popular

Midstream
Matéria de Metrópoles

Artistas como Duda Beat e Silva estão deixando de ser indies para ser midstream, um novo conceito para aqueles que estão ficando mais conhecidos, principalmente nas redes sociais.

O portal Metrópolis falou sobre o Midstream, um novo conceito para artistas que são indie, mas cada vez mais conquistam fãs, principalmente pelas redes sociais.

Segundo o portal, artistas Midstream são aqueles ainda não são tão populares (mainstream), mas também já conseguiram sair do underground. Artistas como Silva, Francisco El Hombre, Duda Beat e Rincon Sapiência estão “entre os dois extremos”.

“Esse mercado que era indie virou o Midstream. Afinal, há nomes muito consolidados, que já são mainstream, abandonando as gravadoras e se tornando independentes. O Midstream é uma consequência da mudança da indústria fonográfica, da democratização do acesso, da consolidação das redes sociais”, informou Diego Marx, curador do Festival CoMA ao portal.

A cantora, Duda Beat, “rainha da sofrência indie”, apesar de possuir 137 mil seguidores no Instagram, possui 2,8 milhões de reproduções no Youtube pelo seu clipe “Bixinho”. Sua apresentação no Lolapalooza Brasil deste ano foi muito esperada pelos fãs, que sempre cantam suas músicas em coro durante todos os seus shows.

“Nessa faixa da indústria fonográfica, os artistas têm maior liberdade, pois não precisam se sujeitar às regras das gravadoras”, comentou Diego Marx.

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Novo recurso do Spotify permitirá ouvir música junto com amigxs

Matéria de B9

Spotify tenta atualizar aquele antigo jeito de compartilhar o fone de ouvido entre amigos com novo recurso em fase de testes.

O Spotify está testando um novo recurso que permitirá vários usuários ouvirem a mesma música juntos, mas em dispositivos diferentes.

O Social Listening está em fase de testes, mas promete inovar aquele antigo jeito de compartilhar o fone de ouvido com outra pessoa, já que para ouvir a mesma música simultaneamente, basta enviar um convite através de um QR Code.

De acordo com o portal B9, o Spotify espera que os convites para a audição simultânea atraiam novos usuários para a plataforma.

Além do Social Listening, o serviço de streaming também anunciou que os usuários do Spotify Stations poderão ouvir músicas personalizadas na rádio deixando a execução mais compatível ao gosto musical de cada usuário. Será uma versão parecida com a proposta do Pandora, outro serviço de streaming.

Lançado em 2018, o Spotify Stations é uma versão mais simples do Spotify, que funciona quase como uma rádio. A rádio vai melhorando conforme o gosto do usuário. Com esta atualização, os usuários não precisarão seguir a ordem imposta pelo aplicativo.

Apesar da possibilidade de ouvir músicas de forma gratuita, o Spotify Stations ainda não é muito popular ao redor do mundo.

 

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Kondzilla perde a liderança do funk no YouTube

Matéria de G1

O maior canal do Youtube no Brasil, vem perdendo audiência e deixando a concorrência dominar o funk. Saiba os motivos que estão levando a queda do canal.

O canal Kondzilla, maior canal do Youtube no Brasil, vem perdendo audiência e deixando a concorrência  dominar o funk. É o que disse a matéria do G1 que apontou vários fatores que levaram a queda do canal.

De acordo com o G1, além da audiência do canal ter caído pela metade, o número de hits no Top 100 semanal da plataforma é de apenas três, contra nove da concorrência (GR6).

Após conversar com o diretor-executivo da Kondzilla, Fabio Trevisan e outros produtores, o G1 constatou cinco fatores que puderam ter levado o canal a perda de audiência:

  1. “Funkeiros mais conhecidos, como Kevinho, Jerry Smith, Lexa e Pocahontas, hoje preferem postar em seus canais individuais”
  2. “Após anos de domínio paulista, o funk cresce em Belo Horizonte, Recife e especialmente no Rio, onde Kondzilla é menos presente”
  3. “Mesmo em SP, a concorrência aumentou quando a GR6, maior agência de MCs da cidade, passou a priorizar seu próprio canal”
  4. “Competidores avaliam que o canal está perdendo a “conexão com as ruas”, com linguagem “limpinha” em momento em que o funk é marcado pela “ousadia””
  5. “Excesso de clipes de aspirantes a celebridades de qualidade duvidosa, que pagam pela “vitrine” da Kondzilla. A produtora lucra, mas o canal perde interesse de fãs”

Fábio explicou que uma das principais causas da perda de audiência foi uma “filtragem” de conteúdo. O canal deixou de promover clipes com palavrões, sexo e violência para alcançar certos públicos e marcas.

Enquanto o Kondzilla sofre com essas questões, uma concorrente assumiu a liderança no funk: a GR6, maior escritório de agenciamento de artistas de funk de SP.

Segundo o portal, a empresa virou concorrência para o Kondzilla a partir do momento em que o canal começou a focar em seus “planos grandiosos”, em 2017. Nessa época, todos os clipes de seus MCs eram lançados pelo canal da Konzilla:

“Eles abriram um escritório e viraram concorrência. A gente viu que tinha que ter uma coisa independente, trabalhar nossa plataforma. Pelos clipes, todo mundo achava que nossos artistas eram da Kondzilla. A gente ficava escondido”, afirmou Rodrigo Oliveira (33), dono da GR6.

Com produção e veiculação próprias, no canal GR6 Explode, a empresa conta com 10 diretores e R$2 milhões em equipamento de vídeo. A sede, situada em uma casa na Zona Norte de São Paulo, está começando a crescer: “Agora a gente está construindo outra casa na frente que é duas vezes maior. Lá vai ficar nossa parte de filmes. Estamos gravando uns 90 clipes por mês.”, informou Rodrigo. O resultado está nas paradas do Youtube.

Apesar da briga pela liderança no funk, Rodrigo contou que mantém boas relações com a concorrência: “Tenho um grande respeito pelo Kondzilla, por tudo que ele construiu”, disse.

O G1 detalhou todos os fatores que estão influenciando a disputa pelo primeiro lugar no funk. Apesar de tudo a favela continua vencendo.

 

Foto:Reprodução/Facebook/Kondzilla

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Como a Bossa Nova tem conquistado o Hip Hop e R&B americano

Matéria de Rolling Stone

Jovens artistas americanos, como Juice WRLD, Cuco, Kota the Friend e Hope Tala tem apostado na mistura da Bossa Nova, Hip-Hop e R&B em seus últimos lançamentos.

A Rolling Stone publicou um artigo sobre a bossa nova e como o gênero tem sido explorado por novos artistas de hip-hop  e rap, como Juice Wrld.

O jovem rapper americano Juice Wrld, reconhecido por lançar um dos álbuns mais populares de 2019, ” Death Race for Love”, conquistou mais de 47 milhões de streamings com a faixa “Make Believe”. A canção conta com a produção de Tommy Brown, que inseriu um sample de “Saudade Vem Correndo”, uma bossa nova do ano de 1963, e uma colaboração entre Stan Getz com Luiz Bonfá.

Além de Juice Wrld, novos artistas de Hip-Hop e R&B como Cuco, Lucky Daye, o rapper Kota the Friend e a cantora Hope Tala tem apostado em samples de bossa nova em suas músicas. Para Tommy Brown, sua homenagem é “o que há de novo na cultura”.

Não faltam razões para não combinar a bossa nova com o hip-hop. O co-fundador da gravadora inglesa Mr. Bongo, especializada em música internacional, David Buttle, disse que “A batida da bossa não se consegue em nenhum outro lugar”. DJ Spinna, um produtor veterano de hip-hop que lançou mixtapes com música brasileira, também fez elogios ao gênero: “a bossa, o samba-jazz é muito harmonizado, especialmente os vocais”.

Envolvido com o pop brasileiro há mais de três décadas, o produtor e co-fundador da gravadora Ziriguiboom, Béco Dranoff, disse que a influência do Brasil no exterior sempre é presente. No entanto, “Agora há uma nova sede, um foco internacional na música brasileira”.

A última vez em que a Bossa Nova conquistou os americanos foi durante o seu auge, quando em 1962, aconteceu um grande evento no Carnegie Hall, em Nova York, que contou com apresentações de Antônio Carlos Jobim e João Gilberto.  Nomes como Frank Sinatra e Ella Fitzgerald chegaram a se aventurar no estilo durante essa época.

Desde então, a bossa nova nos EUA não tem se destacado tanto. “No passado, essa música sempre foi considerada o tipo de música que deve ser tocada em segundo plano ”, explicou Jamal Hadaway, produtor de Hope Tala. “ Muita [bossa nova] é considerada música de elevador ”, disse DJ Spinna.

Essa realidade pode mudar para o gênero, já que o streaming tem possibilitado uma maior  conexão de música no mundo todo, como o funk brasileiro, cada vez mais popular no Youtube.

Segundo a Rolling Stone, a procura entre músicos jovens americanos e ingleses por ritmos além do funk já tem aumentado, principalmente por músicas mais antigas e raras. “Acabamos de fazer a WFMU [feira de discos] em Nova York e notamos que há um enorme interesse no material brasileiro de repente”, disse Dranoff. “Sempre houve um interesse, mas tem sido esporádico. Agora parece mais sólido”.

E para os novos produtores interessados na música brasileira, DJ Spinna manda a dica: “Ainda há muita música brasileira que ainda não foi usada” – “Eu sei – porque eu tenho.”

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Na Alemanha, um prédio toca música quando chove

Matéria de Guia Viajar Melhor

Quem somos? Profissionais do mercado da música! E o que queremos? Conhecer esse prédio azul que emite sons ao cair a chuva!(rsrs)

Na Alemanha, um edifício azul se transforma em um “gigante instrumento musical” quando chove. O Guia Viajar Melhor indicou a curiosidade que despertou a atenção dos membros do nosso grupo no Facebook.

O edifício que toca música quando chove, é situado na cidade de Dresden, na Alemanha, e atrai muitos turistas. A magia acontece quando a água da chuva cai no sistema de drenos, calhas e funis instalados na área externa do prédio, o conjunto de tubos emite diversos sons.

A ideia do prédio musical pertence aos próprios moradores que vivem lá: a escultora Anette Paul e os designers Christoph Rossner e André Tempel. De acordo com a notícia, a inspiração é de quando Anette  vivia em São Petersburgo, na Rússia, “onde os dias cinzentos criavam verdadeiras sinfonias com o som da água batendo nas janelas”.

 

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Tiago Iorc irá gravar o Acústico MTV

Matéria de @meioemensagem

Thiago Iorc foi o escolhido para marcar o retorno do Acústico MTV no Brasil.

A MTV anunciou que o cantor Tiago Iorc ganhará um Acústico. O cantor que havia anunciado uma pausa na carreira, deixou os fãs surpresos ao voltar com o novo álbum visual, “Reconstrução”.

De acordo com o Meio & Mensagem, o retorno do Acústico MTV foi viabilizado por uma parceria entre a Viacom, programadora da MTV, com a Universal Music, gravadora do cantor, e a F/Simas, do empresário Felipe Simas.

As gravações serão realizadas no fim deste mês com apresentação apenas para convidados, sem data ainda para o lançamento.

O Acústico MTV é inspirado na produção americana do canal, MTV Unplugged. Vários artistas passaram pelo palco do canal. O Acústico MTV mais famoso no Brasil rendeu 2 milhões de cópias físicas, com o Kid Abelha.

“O Acústico é um dos produtos mais emblemáticos da história da MTV e até hoje desperta desejo de artistas, marcas e também no público. Devemos voltar com esse projeto já no próximo ano, com cantores, cantoras e bandas bem atuais, que falem a língua do público jovem com quem a MTV se comunica”, afirmou Mauricio Kotait, gerente-geral de operações da Viacom no Brasil, para o Meio & Mensagem no ano passado.

 

Foto: Crédito: Divulgação/Rafael Trindade

 

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Artistas falsos: gravadoras usam prática para ganhar mais

Matéria de Rolling Stone

Já ouviu falar nas playlists do tipo “4 horas de músicas para relaxar” ou ” músicas pra dormir”? Aquelas playlists com sons da natureza que podem acalmar ou manter o ouvinte focado podem ser bem lucrativas para as gravadoras.

Já falamos por aqui sobre a descoberta de artistas falsos no serviço de streaming de músicas Spotify. Na época, o portal Music Business Worldwide explicou como ‘artistas falsos’ estariam sendo inseridos em playlists no Spotify. Na época, foram identificadas faixas de pequena duração criadas por robôs, ou os “fake artists” resultando em uma certa economia para o serviço de streaming.  Agora a Rolling Stone mostrou como algumas gravadoras estão adotando prática parecida para ganhar ainda mais.

O especialista em playlists, Kieron Donoghue, identificou que a Sony Music lançou uma lista no Spotify e na Apple Music intitulada “Sleep & Mindfulness Thunderstorms”, através da marca Filtr da empresa. No Spotify essa playlists são temáticas, com músicas para relaxar, e contém mais de 990 faixas. São mais de 18 horas de músicas, com duração de um minutos cada para fazer o ouvinte ficar mais calmo, dormir ou ficar mais focado, ao som de quedas d’água, chuva e natureza.

Quase todas as faixas da playlist são creditadas a um artista chamado “Sleepy John”, que na verdade é David Tarrodi, um compositor contratado pela produtora Epidemic Sound. Uma olhada no perfil de John no Spotify mostra que suas dez maiores “faixas” (todas as gravações ou interpretações do som da chuva caindo) acumularam mais de quatro milhões de reproduções no serviço até o momento.

Quem descobriu a identidade do compositor foi o fundador de uma agência de marketing, Darren Hemmings. Para ele a Sony Music consegue faturar com essa prática porque os serviços de streaming costumam efetuar um pagamento para qualquer faixa, independentemente de sua duração, desde que o ouvinte a ouça por mais de 30 segundos. Assim, quanto mais tempo o ouvinte levar para atingir seu estado de humor (dormir, por exemplo), mais tempo passará ouvindo a playlist de músicas de um minuto, ou seja, maior lucro para a gravadora.

De acordo com o revista, os 50 artistas falsos mais ouvidos arrecadaram 2,85 bilhões de reproduções na plataforma, nos últimos dois anos. Com o marketing certo e playlists certas para impulsionar esse tipo de música, uma gravadora poderia faturar muito mais. O Spotify, a Sony Music e a Epidemic Sound recusaram-se a comentar sobre esta história para a Rolling Stone.

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Foto: Hayoung Jeon/EPA-EFE/REX/Shutterstock

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Spotify agora tem seu próprio Stories

Matéria de EXAME

Spotify lançou seu próprio Stories para ajudar artistas a promoverem ainda mais suas músicas na plataforma.

O Spotify agora tem seu próprio recurso de Stories, similar ao Instagram. De acordo com a Exame, a nova função será destinada aos artistas que desejam divulgar seu próprio conteúdo, sobre a música que está sendo tocada.

O Storyline é disponibilizado pela Genius Bar, que já informa a letra da música e outras informações gerais. A diferença é que o artista poderá inserir conteúdo personalizado como o Stories do instagram.

O serviço ainda não informou quando a ferramenta estará disponível globalmente, ou se haverá outras novidades de interação com os artistas. Entretanto, já é possível verificar que a cantora Billie Eilish e o trio Jonas Brothers já estão utilizando a ferramenta para promover suas novas músicas.

 

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Foto: (Christian Hartmann/Reuters)

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