Sony compra 60% da gravadora EMI em negócio avaliado em cerca de US$ 2 bilhões

Matéria de G1

A Sony anunciou a compra de 60% da gravadora EMI Music.

Nesta terça-feira (21) a Sony anunciou que irá comprar 60% da gravadora EMI Music e terá uma participação de 90% das ações.

Apesar da divulgação do novo acordo, não foi revelado o valor do negócio que terá como base o valor de mercado da companhia em US$ 4,75 bilhões. Enquanto a empresa estima que ele será de aproximadamente a US$ 1,9 bilhão, o fundo da EMI, o Mubadala, diz que a venda será em torno de US$2,3 bilhões.

Atualmente, a EMI é a segunda maior gravadora em receita. O ano passado ela faturou US$663 milhões, tendo em seu estoque cerca de 2,1 milhões de músicas.

Esta é primeira grande operação da japonesa liderada pelo seu novo presidente e CEO, Kenichiro Yoshida, que pretende continuar mantendo a posição de número um na indústria.

Leia na origem

YouTube entra no mercado de streaming com o novo serviço

Matéria de Forbes Middle East

Youtube lançará novo serviço de streaming para competir com o Spotify e Apple Music.

Nesta terça-feira (22) o YouTube promete lançar seu novo serviço de streaming de música: o YouTube Music.

Para competir com os gigantes, Spotify e Apple Music, o novo serviço do Youtube oferecerá streaming de vídeo e áudio com milhares de playlists oficiais de músicas, álbuns, rádio de artistas e muito mais. Além disso, para facilitar a navegação, o Youtube Music oferecerá remixes, apresentações ao vivo, capas e vídeos musicais da plataforma em um só lugar.

O serviço terá uma versão gratuita que terá anúncios, já a Premium, custará US$ 9,99 por usuário sem anúncios. O YouTube Premium substituirá o YouTube Red, um serviço de assinatura por streaming pago que foi oferecido pela empresa anteriormente.

O YouTube informou através do post em seu blog que os assinantes do Google Play Music e do YouTube Red terão automaticamente acesso ao YouTube Premium. A empresa também esclareceu que todos os usuários continuarão a ter acesso ao Google Play Música e poderão usar suas músicas e downloads, mesmo que tenham o YouTube Music.

O lançamento do serviço está previsto para os EUA, Austrália, Coréia do Sul, Nova Zelândia e México no dia 22 de maio de 2018. A empresa do Google, anunciou que lançará o YouTube Music na Europa também. No entanto, não houve menção quanto a disponibilidade no Oriente Médio.

Leia na origem

Streaming de música cria novas possibilidades de segmentação

Como as marcas podem usar os serviços de streaming para segmentar e alcançar seu público-alvo através da geolocalização

No ano passado, o mercado global de música cresceu em 8,1%, graças ao streaming de música. As marcas precisam perceber que os serviços de música também podem ser grandes parceiros para atingir o público-alvo com mais precisão.

A música digital está aumentando as possibilidades de usar recursos de geolocalização para ter uma segmentação mais precisa e melhor tratamento de dados.

Por isso “cada vez mais as agências e marcas estão buscando gerar conteúdo musical associado às campanhas”, contou Lou Schmidt, sócio e diretor de criação do estúdio criativo Antfood. Para ele, é preciso aproveitar as possibilidades de conexão com a marca que o mercado de streaming oferece.

 

Leia na origem

O aplicativo que reconhece álbuns pela arte da capa

Matéria de Nexo Jornal

Record Player é um aplicativo que indica o álbum na biblioteca do Spotify apenas com a foto do CD ou vinil. Conheça a novidade!

O aplicativo Record Player é capaz de indicar o álbum na biblioteca do Spotify automaticamente apenas com a foto do CD ou vinil.

Criado pelo desenvolvedor americano Patrick Weaver na plataforma colaborativa Glitch, o novo aplicativo encontra o álbum na biblioteca do Spotify a partir de uma foto do CD ou vinil. Com a ajuda do Cloud Vision, leitor de imagens do Google, a imagem é identificada para que o Spotify consiga encontrar os resultados.

Para usar o Record Player bastar ir ao site Record-Player.glitch.me e clicar no botão “Click to select or take a picture” (clique para selecionar ou tirar uma foto) e então a câmera do celular abre automaticamente.

É possível encontrar artistas brasileiros e internacionais que estão no Spotify.

Leia na origem

Números de Beyoncé e Kanye West no Tidal foram manipulados, diz jornal

Matéria de G1

O Tidal está sendo acusado de inflar os registros dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

O jornal de negócios “Dagens Naeringsliv” está acusando a plataforma de streaming Tidal de manipular os registros de usuários para aumentar o número de acessos dos álbuns da Beyoncé e do Kanye West em 2016.

Com a manipulação dos dados, os artistas e suas produtoras arrecadaram uma parte indevida dos royalties redistribuídos pelo Tidal, em detrimento de outros artistas que também estão na plataforma.

Segundo o DN, foram mais de 320 milhões de leituras falsificadas de títulos dos dois álbuns afetando mais de 1,7 milhão de usuários.

O advogado americano Jordan Siev, que representa o caso, negou qualquer manipulação e afirmou que os dados foram roubados e as informações publicadas pelo jornal estão equivocadas.

Leia na origem

Destino de vinil: quem realmente está comprando discos?

Matéria de the Guardian

São os homens de meia idade, e não os millennials, que estão revivendo o vinil. Mas será que a realidade é essa mesmo? Uma jornalista foi verificar os dados!

Uma pesquisa realizada pela YouGov descobriu o novo perfil dos consumidores de vinil: Homens entre 45 e 54 anos que gostam de ficar sozinhos e que sentem um significado emocional pelo formato.

Mas os resultados do YouGov são verdadeiros? A jornalista Harriet Gibson percorreu as ruas de Soho, em Londres, para ver se os dados apresentados na pesquisa são verdadeiros.

Durante sua investigação, a jornalista se depara com vários amantes do formato como o colecionador Stuart, de 55 anos, que possui cerca de 3.000 a 4.000 registros e o vendedor Wez, de 25 anos. Eles concordaram com vários dados da YouGov.

Confira a jornada completa da jornalista e veja o que ela descobriu sobre a pesquisa e sobre as pessoas que voltaram a apreciar o vinil.

Leia na origem

A fabricante de guitarras Gibson declara falência.

Nesta semana a Gibson, fabricante de guitarras, pediu uma proteção contra falência.

A fabricante de guitarras Gibson declarou falência nesta semana. A empresa passará por um programa de reestruturação no qual seus credores financiarão S$135 milhões.

A estratégia para sair do vermelho será voltar a focar em seu core business de fabricação de instrumentos musicais.

Em 2014, a empresa acumulou uma grande parte de sua dívida, que está em US$500 milhões, para adquirir a divisão de eletrônicos de consumo da Philips – WOOX Innovation. O acordo ficou em US$ 135 milhões e mais um contrato de licenciamento da marca para continuar usando o nome Philips.

Após a aquisição mal sucedida, a fabricante tem lutado para expandir seus negócios de áudio e no setor eletrônico doméstico.

Este ano já foi anunciado que não haverá novos lançamentos de produtos e como parte do acordo de falência, essa divisão será encerrada. A empresa também tem enfrentado altos custos de materiais e queda nas vendas.

O CEO Henry Juszkiewicz, ressaltou que o processo de reestruturação será praticamente invisível para os clientes, mas todos podem continuar confiando na Gibson para fornecer produtos e atendimento incomparáveis. A empresa pretende sair da falência em 24 de setembro.

Leia na origem

Live Nation Adquire o Rock in Rio

Matéria de Billboard

Live Nation adquire parte do Rock in Rio.

A Live Nation anunciou que adquiriu uma participação do maior festival de música da América do Sul, o Rock in Rio.

Conhecida por ser uma gigante na promoção de eventos, a Live Nation realizou um acordo para comprar participações da SFX, que detinha 50% ações do festival.

Em 2013, o CEO da SFX, Bob Sillerman, liderou uma aquisição de 50% do festival por US$62,3 milhões, mas entrou com o pedido de falência em menos de dois anos. A empresa que surgiu da reorganização da dívida, a LiveStyle, manteve a propriedade de metade do Rock in Rio.

Fundado em 1985, o evento já recebeu 1.700 artistas e contou com a presença de 9 milhões de fãs.

“Estamos muito satisfeitos em reunir o maior festival de música do mundo com a maior empresa de entretenimento do planeta”, disse Roberto Medina, fundador e presidente do Rock in Rio, em comunicado à Billboard após a venda.

Michael Rapino, diretor-presidente da Live Nation, disse que o evento estabeleceu o padrão para os festivais na América do Sul e ele está ansioso para integrar a expertise de Medina nos negócios da Live Nation.

Leia na origem

MERCADO FONOGRÁFICO MUNDIAL E BRASILEIRO EM 2017

Matéria de Pro-Música Brasil

Em 2017, o mercado de vendas físicas e digitais no Brasil cresceu em 23%, mais que a média mundial de 8,1%.

A entidade Pró-Música Brasil publicou o Relatório Fonográfico Brasileiro e Mundial com base nos dados revelados de sua afiliada IFPI. Em 2017, o mercado de vendas físicas e digitais no Brasil cresceu em 23%, mais que a média mundial de 8,1%.

Para a entidade, este crescimento foi causado pela performance da área digital, que em 2017 representou US$ 178,6 Milhões, ou 60,4% do mercado total, com um aumento em relação a 2016 de 46,4%.

Considerando apenas as vendas físicas e digitais, no ano passado, o segmento digital representou 92% do total do faturamento combinado (físico + digital). Além disso, a arrecadação de execução pública de produtores e intérpretes (artistas e músicos) aumentou 10% para US$100,7 Milhões, e os recursos obtidos com sincronização recuaram 26%, sem entretanto quase nenhum efeito sobre o resultado positivo de 2017.

Com relação ao streaming, este já é a maior fonte de receita para o mercado de música gravada no Brasil. Houve um crescimento de 64% na comparação com 2016, representando US$162,8 Milhões.

O Presidente da Pro-Música Paulo Rosa afirmou que por ser um modelo ainda novo no mundo inteiro, o mercado carece de melhor entendimento sobre como funciona a dinâmica da música digital, principalmente o setor de streaming interativo. “Os números de 2017 apenas confirmaram a tendência observada nos últimos anos no Brasil e no mundo”.

Leia na origem

©2018 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?