Spotify compra participação do Distrokid para permitir uploads de músicas entre plataformas com o Spotify for Artists

Matéria de TechCrunch

O Spotify anunciou que agora possui uma participação minoritária do Distrokid – um dos serviços mais usados por artistas para a integração simultânea de conteúdos em outras plataformas. A aquisição resultará na atualização do seu serviço Spotify for Artists.

Segundo o TechCrunch, o Spotify adquiriu uma participação minoritária do Distrokid. O DistroKid é uma ferramenta popular usada por artistas para fazer o upload de suas músicas em várias plataformas.

De acordo com o TechCrunch, a aquisição da participação minoritária resultará na atualização do seu serviço Spotify for Artists, permitindo o carregamento de conteúdo em outras plataformas.

Lembrando que o não foram divulgadas maiores informações sobre o tamanho da participação do novo negócio ou qualquer detalhe financeiro. O Spotify já era parceiro da DistroKid antes desta notícia.

Um porta voz afirmou ao portal que o Spotify “não tem assento no conselho” e que “a DistroKid continua independente”. Também disse que não tem direitos para ver os dados de outros provedores de serviços digitais e que a DistroKid não compartilhará informações confidenciais.

O Spotify afirmou que em breve lançará uma nova ferramenta que permitirá que os músicos façam upload para o DistroKid através do Spotify for Artists.

Cada vez mais o Spotify tem investido em sua plataforma o Spotify for Artists, que permite que músicos gerenciem facilmente suas informações de perfil, acompanhem seus streams e obtenham insights sobre suas bases de fãs.

Recentemente, o Spotify anunciou que os artistas poderiam enviar suas faixas diretamente para sua plataforma e acompanhar o desempenho das músicas.

A integração com o DistroKid complementará esse novo recurso, oferecendo a capacidade de fazer o upload em outro lugar também.

“O Spotify não disse quando espera que as integrações sejam ativadas, mas sim que seria no “futuro próximo””, afirmou o TechCrunch.

 

Foto: TechCrunch

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O SPOTIFY PERMITIRÁ QUE TODOS OS USUÁRIOS ADICIONEM SEUS PODCASTS

Matéria de Celular1.com.br

Agora você pode criar e inserir seu próprio conteúdo em podcasts através da plataforma do Spotify.

Nesta semana o Spotify anunciou que permitirá que todos os usuários possam inserir na plataforma seus próprios podcasts.

Segundo a notícia do Celular 1, a novidade é uma iniciativa para incentivar os usuários a criarem seus próprios conteúdos fazendo com que suas vozes sejam ouvidas.

Além de poder adicionar seus próprios podcasts, o Spotify oferecerá acesso a uma plataforma em versão beta para que os usuários possam verificar o desempenho dos episódios, com estatísticas, dados demográficos e informações úteis.

O Spotify também atualizou seu serviço Premium aumentando a quantidade de músicas disponíveis em modo off-line. O usuário poderá salvar até 50.000 músicas dividas em 5 dispositivos. Serão 10.000 músicas para cada dispositivo para ouvir sem conexão.

 

Foto: Divulgação/Celular1

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ESTUDO DESCOBRE QUE A MAIORIA DAS EMPRESAS NÃO PAGAM LICENÇA PARA REPRODUZIR MÚSICAS

Sem licença comercial para uso de músicas, cafés e restaurantes tem usado os serviços de streaming e dado prejuízo de US$2,7 bilhões em direitos autorais à artistas e gravadoras, aponta novo estudo da Nielsen.

Segundo a Bloomberg, a Nielsen descobriu que 83% das empresas como restaurantes, lojas e outros negócios locais não pagam licença de uso comercial para usar músicas como fundo nos estabelecimentos.

A pesquisa realizada com 5.000 proprietários de pequenas empresas nos EUA, Suécia, Espanha, Itália, Alemanha e França descobriu que artistas estão perdendo bilhões porque as pequenas empresas usam contas pessoais do Spotify para reproduzir músicas dentro dos estabelecimentos, a maioria em cafés.

A Nielsen estima que 21,3 milhões de empresas no mundo usam os serviços de streaming em seus comércios com contas pessoais e não possuem licença comercial para reprodução. A cada ano, artistas e as gravadoras deixam de receber US$2,7 bilhões em direitos autorais.

“Os serviços de streaming de músicas não são projetados para uso comercial, o que significa que os fabricantes de música obtêm menos dinheiro do que deveriam”, explicou a Nielsen no relatório, que foi encomendado pela Streamer sueca Muzak Soundtrack Your Brand AB.

No mundo todo, as licenças para uso de músicas em ambientes comerciais geram $5 bilhões, o que representa menos de um terço do tamanho do mercado de streaming de músicas. O custo de uma licença comercial pode chegar a US$35 por mês, já um plano médio de um serviço de streaming que não garante a licença custa cerca de 10 dólares.

 

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Foto: Chris Ratcliffe/Bloomberg

 

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Brasil é um dos três países que mais consomem música por streaming no mundo.

Segundo o novo relatório sobre o consumo de música da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – o Brasil é o segundo país que mais ouve música pelo smartphone e o terceiro que mais paga por um serviço de streaming. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

O novo relatório publicado nesta semana pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) trouxe mais detalhes sobre o consumo de música no mundo, inclusive no Brasil.

Com 92% dos consumidores de música, somos o segundo país do mundo que mais ouve música pelo smartphone.

O Brasil é também é terceiro país que mais paga por um serviço de streaming, um total de 77% dos consumidores. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

De acordo com o portal Canal Digital, o estudo foi realizado em 20 países correspondendo a 91,3% de toda a receita da indústria musical global em 2017.

Com relação ao consumo de músico no mundo, atualmente, 86% dos consumidores ouvem música por streaming, sendo que 75% através do smartphopne. Sendo que 50% os jovens de 16 a 24 anos só ouvem música online através do streaming. Entretanto, a pirataria ainda é um problema. Segundo a IFPI, 38% dos entrevistados “obtém seus conteúdos usando métodos que violam direitos autorais”.

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MAKE ROYALTIES GREAT AGAIN: PRESIDENT DONALD TRUMP APROVA MUSIC MODERNIZATION ACT

O Presidente Donald Trump aprovou a Lei de Modernização Musical nos Estados Unidos. A lei beneficiará artistas e compositores nos serviços de streaming.

Após ser votada com unanimidade na Câmara dos Representantes dos EUA e do Senado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou a tão esperada Lei de Modernização Musical – Music Modernization Act-  nesta quinta-feira (11).

O Music Modernization Act é uma reforma nas normas de licenciamento e royalties concedidos a artistas, produtores e compositores do trabalho nos serviços de streaming.

Com a nova lei será criado o MLC (Mechanical Licensing Collective), uma licença oferecida aos serviços de streaming em troca de pagamentos mais valorizados para compositores e proprietários de direitos autorais.

Além disso, a lei garante que artistas legados anteriores a 1972 sejam pagos pelo seu trabalho quando reproduzidos em rádio digital e por satélite e codifica o processo pelo qual produtores e engenheiros são pagos.

John Josephson, presidente e CEO da SESAC, disse: “Hoje, o presidente Trump assinou o Bi-partidário Music Modernization Act que finalmente levará as leis de direitos autorais de música para a era digital. Aplaudimos o trabalho árduo de todos e os esforços incansáveis ​​nessa legislação, especialmente os senadores que trabalharam diligentemente para aprovar o projeto então aprovado pela Câmara”.

O diretor jurídico do Spotify e vice-presidente de Negócios e Assuntos Jurídicos, Horacio Gutierrez, disse: “Uma das nossas principais missões no Spotify é permitir que um milhão de artistas tenham uma boa vida com o que amam: criar e executar música. A Lei de Modernização Musical é um enorme passo para tornar isso realidade, modernizando o sistema de licenciamento antiquado para se adequar ao mundo digital em que vivemos. O MMA beneficiará a comunidade musical e criará uma abordagem mais transparente e simplificada para licenciamento de música e pagamento para artistas.”

Elizabeth Matthews, CEO da ASCAP, disse: “Graças aos esforços incansáveis ​​dos nossos criadores e membros de editores de música ASCAP, parceiros do setor e campeões no Congresso, um futuro mais sustentável para compositores está finalmente ao alcance. A passagem unânime do MMA em a Câmara e o Senado comprovam que o poder da música é um grande unificador. A ASCAP está satisfeita por ter ficado ao lado de criadores, editores de música e muito mais para tornar este sonho uma realidade.”

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Novo Relatório da IFPI Descobre que o YouTube é a preferencia no consumo de música.

Matéria de Variety

Nesta semana, a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) – divulgou um novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report. O streaming continua sendo a preferência no mundo, 52% através do YouTube.

No novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report, o streaming continua sendo a preferência quando se ouve música. 86% dos entrevistaram afirmaram que preferem o streaming para ouvir músicas.

57% dos entrevistados com faixa etária entre 16 a 24 anos afirmaram que são assinantes pagos de pelos menos um serviço de streaming.

Outra descoberta mostra que quase metade do tempo gasto ouvindo música on demand é através do YouTube, com 52% desse total em streaming de vídeo, 28% em streaming de áudio pago e 20% em streaming de áudio gratuito.

Em relação ao retorno do valor justo à comunidade musical, o Spotify oferece US$20 a cada US$ 1 para o YouTube, o que significa que o value gap ainda precisa ser superado.

A pesquisa descobriu que o rádio ainda é relevante, com 86% dos consumidores ouvindo pelo menos parte do tempo, principalmente pelo computador. Supreendentemente, 25% afirmaram que ouvem música no rádio o dia todo. No geral, os entrevistados ouviram em média 17,8 horas de música por semana, sendo o carro o local mais popular.

Os cinco gêneros mais ouvidos no mundo são o Pop (64%), o Rock (57%), o EDM (32%), as trilhas sonoras (30%) e o hip-hop (26%).

A pirataria em países como a China e Índia continua sendo um problema, com 38% dos consumidores obtendo música por meio de métodos infratores, sendo o compartilhamento por mensagens dominando com 32% do público. Porém, 96% das músicas nesses países, são consumidas de forma licenciada.

“As gravadoras estão trabalhando com seus parceiros para sustentar e desenvolver essas formas ricas e diversificadas nas quais a música é desfrutada, garantindo que ela continue em sua emocionante jornada pelo mundo. No entanto, este relatório também mostra os desafios que a comunidade de música continua a enfrentar – tanto na forma da crescente ameaça da violação de direitos autorais digitais quanto no fracasso em obter uma compensação justa de alguns serviços de upload de usuários. Os formuladores de políticas em todo o mundo vêm investigando essas questões e agindo cada vez mais para lidar com elas ”, afirmou Francis Moore, chefe executiva do IFPI.

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Compositores de diversos países e estilos se unem em ‘song camps’ para criar juntos

Matéria de O Globo

Imagina compor uma música com alguém que você nunca conheceu? Quantas possibilidades! Os song camps foram criados para reunir compositores e produtores de nacionalidades e gêneros musicais diversificados e fazer música para o mundo inteiro.

O jornal O Globo, publicou uma matéria falando sobre os song camps, uma novidade que chegou ao Brasil para ajudar compositores a inovar na criação de música. Compositores e produtores de nacionalidades e gêneros musicais variados se encontram para compor músicas que serão distribuídas para o mundo inteiro.

O encontro é organizado pelas editoras – empresas responsáveis por administrar os direitos das composições.  Em agosto deste ano, a editora Universal Publishing realizou um song camp em São Paulo com criadores brasileiros (como Pretinho da Serrinha), da Inglaterra, dos EUA, da Holanda, da França, da Alemanha e da República Dominicana. Ainda neste ano a UBC – A União Brasileira de Compositores (UBC)- confirmou que organizará mais um.

“Foi o primeiro que fizemos no Brasil. […] A ideia era aproximar essas culturas, trocar informações, para fazer música para o mundo inteiro. Em três dias, saíram 26 canções, gravadas profissionalmente, distribuídas para os escritórios da Universal Publishing no mundo inteiro. Uma delas já foi gravada por uma artista brasileira muito famosa. Mas, como ainda não foi lançada, não posso revelar” — contou Marcelo Falcão, diretor executivo da Universal Publishing ao portal O GLOBO.

“Vejo como uma extensão, para a área musical, da ideia da economia colaborativa. […] Como a rotina digital mudou a forma de as pessoas ouvirem música hoje, menos ligadas aos álbuns e mais às canções isoladas, a importância do single é cada vez maior. Os song camps refletem essa procura do hit” avaliou Marcelo Castelo Branco, presidente da UBC.

 

Foto: Breno Wallace/Divulgação

 

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Envie sua música diretamente para as Playlists do Spotify

Matéria de

Quer saber como colocar sua música em uma playlist do Spotify? Aprenda de forma prática e garanta seu lugar “Release Radar” do seu seguidor.

Muitos artistas ainda não sabem que podem ter uma posição na em uma lista de reprodução do Spotify. O processo é muito simples, e para fazer, basta ter acesso de um desktop.

Ao enviar sua música pelo Spotify for Artists, você tem a garantia de colocação nas listas de reprodução do “Release Radar” do seu seguidor, que podem ser encontradas na seção Pesquisar.

Como funciona?

– Cadastre-se ou faça o login no Spotify for Artists. Todas as suas músicas não lançadas estarão localizadas nas seções “Página inicial” ou “Perfil” do painel do artista.

– Na seção “Início”, clique em “Primeiros passos”, ao lado da faixa que você deseja enviar.

– Você também pode clicar com o botão direito do mouse em músicas não lançadas na seção “Perfil” e clicar em “Enviar uma música”.

– Preencha o formulário de envio da lista de reprodução e forneça o máximo de informações possível sobre a faixa.

Algumas observações!

– Você só pode enviar se já tiver música na plataforma e sua conta do Spotify for Artists estiver configurada.

– Apenas faixas inéditas podem ser consideradas.

– Depois que sua versão for publicada, ela não estará mais qualificada para o envio da playlist.

– As inscrições estão limitadas a uma música por vez, por isso, se estiver escolhendo um álbum ou um EP, selecione sua melhor faixa.

– Você não poderá enviar outra faixa até que seu envio atual seja liberado.

– Seu envio deve ocorrer pelo menos 7 dias antes da data de lançamento.

– Quanto mais tempo você puder dar ao Spotify, melhor.

– Forneça o máximo de metadados possível sobre sua música. Os metadados corretos ajudarão os curadores do Spotify a descobrir sua música e a colocá-lo nas listas de reprodução mais relevantes.

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