USAMPLE: UNIVERSAL LANÇA PLATAFORMA DE SAMPLES COM + DE 6000 MÚSICAS RARAS

No Usample, artistas e editoras podem encontrar músicas raras e disponíveis para serem sampleadas. Catálogo do serviço inclui músicas dos anos 1960 e 1970.

A Universal Music lançou um serviço com um catálogo de 6.000 músicas para facilitar o uso de samples. De acordo com o portal Musicbusinessworlwide.com, a plataforma chamada ‘Usample’ possui canções que foram criadas para trilhas de TV e cinema, e raridades que datam do início dos anos 1960 e 1970.

O Usample também possui uma tecnologia de Inteligência Artificial capaz de isolar ou até mesmo remover partes, como vocais ou bateria. A plataforma tem uma função que busca uma trilha sonora semelhante a uma em que um usuário possa ter em mente e esteja procurando usar em seu trabalho.

“Usando a tecnologia de IA, o ‘Similarity Search’ ouve sua faixa de referência, analisa seus recursos de áudio e identifica faixas no catálogo da [Usample] que soam semelhantes”, informou o Usample.

Mas nem tudo é perfeito, já que a ferramenta só pode ser usada por artistas, compositores e editoras ligadas à Universal Music. Algo bem diferente do que é praticado por outras plataformas semelhantes e que já estão no mercado, onde qualquer criador pode licenciar sons de suas bibliotecas de faixas.

Com relação aos direitos das masters, a Universal Music garantiu que possui todas as licenças bem como os direitos de edição, o que garante mais segurança para todos que querem usar os samples. Entretanto, a major acrescentou que “embora toda a nossa música seja pré-aprovada, facilitando o licenciamento, nosso trabalho não é isento de royalties e deve ser liberado pela sua gravadora da maneira normal”.

 

Foto: @usample-Instagram

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Nando Reis anuncia lançamento de coleção de NFTS e programa de recompensas para fãs

Matéria de Valor Econômico

Além do lançamento de NFTs, Nando Reis anunciou criação de programa de recompensas e sua própria carteira digital. A ideia é aproximar fãs sem ‘assustá-los com papo tecnológico’.

Nesta quinta-feira (23), o cantor Nando Reis oficializou em suas redes sociais que vai lançar uma ação em Tokens Não-Fungíveis (NFT, sigla em inglês) e uma carteira digital.

De acordo com o Valor.com, fãs poderão adquirir uma coleção de NFTs relacionados à carreira de Nando Reis, presentes e oportunidades exclusivas de interação.

“A ideia é trazer o fã para mais perto sem assustá-lo com todo aquele papo tecnológico. E mais, o objetivo é criar uma comunidade ativa em torno da carteira”, escreveu o artista para o site.

Embora Nando tenha anunciado em suas redes que irá divulgar as informações aos poucos, o portal informou que a iniciativa criada pelo selo Relicário e a Abrakazum Entretenimento será aproveitada de diferentes formas. Uma delas é o lançamento de um programa de recompensas, onde os fãs poderão ganhar “Nandos” ao engajar com o cantor nas plataformas de streaming, e trocá-los por recompensas como ingressos VIP para um show.

Além disso, o músico está planejando envolver sua carteira digital no projeto de relançamento do álbum “Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro”. Álbum icônico dos anos 2000, que possui as clássicas All Star e Relicário.

“Quem acompanha meu trabalho sabe que sou um fazedor de discos. Gosto dessa união, e criar pontes atemporais unindo a minha produção material com a ideia da carteira digital e dos NFTs me parece fascinante. Inclusive, já adianto aqui que haverá campanhas dentro da carteira que farão esse papel, dando continuidade ao projeto”, declarou o artista ao portal.

(Foto: Carol Siqueira)

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ARTISTA RECEBERÁ INDENIZAÇÃO DO FACEBOOK APÓS TER SUA CONTA BLOQUEADA SEM EXPLICAÇÃO

Juíza entendeu que artista foi impedido de exercer sua profissão por ter sua conta suspensa no Instagram.

Recentemente, o Facebook foi condenado a indenizar em R$3.000,00 reais a um artista em Salvador, Bahia, após o mesmo ter sua conta no Instagram bloqueada sem motivos.

De acordo com o Conjur.com.br, o autor que não teve seu nome revelado, alegou que foi prejudicado ao ser impedido de realizar uma live no Instagram por causa da suspensão de sua conta por alguns dias.

Em contrapartida, o Facebook argumentou que suspendeu temporariamente a conta do artista para verificar uma possível violação das políticas da plataforma, relacionada a spam, mas em seguida liberou o acesso do usuário, pois não foi encontrado nada irregular.

A justificativa não foi aceita pela juíza Maria Virginia Andrade de Freitas Cruz, da 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais da Bahia, como mencionado no processo:

“A parte ré não esclareceu por qual razão seria preciso suspender a conta da parte autora durante a averiguação de atividade suspeita, haja vista que, como foi confirmado, não foi constatada violação”.

A juíza entendeu que o autor da ação foi prejudicado, uma vez que ficou impossibilitado de desempenhar sua profissão:

“No caso em apreço, a atitude arbitrária da parte ré causou frustração de expectativas da parte autora, impedindo o regular desempenho de sua atividade artística, o que, a meu ver, implica em ofensa extrapatrimonial passível de indenização”, explicou Maria Virginia.

Desta forma a juíza relatora fixou a indenização em R$ 3 mil, incidindo juros e correção monetária, por considerar a quantia adequada “à luz dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, bem como tendo em mente a jurisprudência desta turma recursal”.

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SAIBA COMO FAZER SUA INCRIÇÃO PARA O FUNDO VOZES NEGRAS, DO YOUTUBE

Matéria de

Iniciativa do Youtube busca ajudar criadores de conteúdo e artistas que desejam crescer na plataforma. Jápassaram pelo programas nomes como Péricles e Rael.

Estão abertas as inscrições no Brasil para o Fundo Vozes Negras, uma iniciativa global promovida pelo YouTube para ajudar a alavancar canais de criadores e artistas negros pelo mundo.

Os criadores e artistas selecionados receberão todo um suporte, inclusive financeiro do próprio Youtube, e terão a oportunidade de participar de uma imersão virtual de três semanas onde poderão aprender a profissionalizar o seu conteúdo e a administrar o seu negócio.

“Desde 2020, nós tivemos mais de 300 participantes dos Estados Unidos, Quênia, Reino Unido, Brasil, Austrália, África do Sul e Nigéria. Neste grupo incrível temos músicos, empresários do ramo da beleza, comediantes, ativistas, poetas, personal trainers, pais e mães, fotógrafos, gamers, entre outros”, informou a plataforma.

 

Vale notar que já passaram pelo Fundo Vozes Negras criadores como Spartakus, Dois por Cento TV, Nátaly Neri, e artistas como Péricles, Urias e Rael.

Os interessados poderão se inscrever por meio deste link.

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PRESENÇA FEMININA NO RAP É DE APENAS 8%, APONTA ESTUDO

Matéria de Itaú Cultural

Estudo sobre rap e funk mostra que ainda é preciso incentivar o ingresso de mulheres, pessoas LGBTQIAP+ e não binárias na música.

No Brasil, a representatividade de mulheres no funk é de 17%, enquanto no rap é de apenas 8%. Os dados são de um estudo feito pelos pesquisadores Leonardo Morel e Vitor Gonzaga dos Santos a pedido da Revista Observatório do Itaú Cultural.

No artigo “O funk e o rap em números”, os pesquisadores contaram a história dos dois gêneros musicais, desde o surgimento da Black Music até chegar no fenômeno do rap Xamã. Além disso, foram apresentados dados relevantes para entender o cenário atual dos gêneros no país. As informações fornecidas pela distribuidora digital de música ONErpm foram cruciais para o aprofundamento do estudo.

Imagem: reprodução artigo”O funk e o rap em números”

 

Sobre a baixa presença feminina nos gêneros musicais, Arthur Fitzgibbon, CEO da One RPM disse que a distribuidora vem criado oportunidades para mudar esta realidade: “Desejamos ver cada vez mais artistas mulheres lançando seus trabalhos no rap e no funk. A ONErpm trabalha forte para que isso se torne realidade num curto período”.

O estudo apontou ainda a necessidade de incentivar o ingresso de pessoas LGBTQIAP+ e não binárias, não só no funk e rap, mas também em todos os segmentos do setor musical para torná-lo mais igualitário em termos de gênero, bem como a inclusão de mais artistas negros e de diferentes raças e etnias.

“Precisamos de dados, de pesquisa, de pesquisadores e pensadores para entender e explicar o mundo da música”, disse o pesquisador pena Schmidt em nosso grupo no Facebook a respeito do estudo.

CLIQUE AQUI E CONFIRA O ARTIGO ” O FUNK E O RAP EM NÚMEROS’ NA ÍNTEGRA

Foto: a rapper Flora Mattos (divulgação)

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TIKTOK E SEBRAE SE UNEM PARA CRIAR PLATAFORMA QUE ENSINA EMPREENDEDORES A CRIAR CONTEÚDOS

Em plataforma exclusiva, TikTok e Sebrae vão ajudar empreendedores a usar o aplicativo como ferramenta para promover negócios

O TikTok e o Sebrae anunciaram uma parceria para ajudar empreendedores a criar conteúdos para o app.

Nos dias 28, 29 e 30 de junho, às 17h, empreendedores terão acesso ao evento online e gratuito ‘Amplie com o TikTok’. O evento terá uma plataforma própria chamada Sebrae Experience, com informações e dicas que poderão ajudar a quem deseja aprender como usar a ferramenta para alavancar seu negócio.

As inscrições são limitadas, e para conferir a agenda completa de aulas selecione uma das imagens abaixo!!

 

Imagens: divulgação – sebraeexperience.com.br

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FAVELA SOUNDS CRIA PROJETO PARA QUALIFICAR JOVENS DA PERIFERIA DO DISTRITO FEDERAL

Matéria de Diversão e Arte

Festival que promove Cultura da Periferia pretende selecionar jovens lideranças em encontros virtuais para discutir políticas públicas e cultura.

O festival Favela Sounds, voltado para a promoção da Cultura da Periferia anunciou que está com inscrições abertas para seu projeto ‘LAB Meu Lugar é o Mundo’, para qualificar jovens das favelas do Distrito Federal em temas ligados à coletividade.

Conforme o Correio Braziliense, a ideia do projeto é reunir virtualmente convidados-especialistas para ensinar e debater com os jovens da periferia temas como tecnologia e racismo algorítmico, diversidade religiosa, sexual e de gênero, educação, território e mobilidade, segurança pública, entre outros.

As inscrições estarão abertas até sexta-feira (17/06) e poderão ser realizadas através de formulário no site do evento. Serão selecionados 15 jovens de diferentes Regiões Administrativas, que “terão a missão de mapear um problema público do Distrito Federal e, ao final do laboratório, produzir um documento sugestivo para a criação de políticas públicas a ser apresentado em audiência na Câmara Legislativa do DF. Os escolhidos serão divulgados dia 22 de junho, pelo site do festival”.

A sexta edição do Favela Sounds acontece entre os dias 25 e 30 de julho, no Museu Nacional, no Distrito Federal, Brasília. O evento é gratuito, com um line-up formado por funk, rap, trap, samba e bregafunk, e terá ainda oficinas técnicas no sistema socioeducativo, debates em escolas públicas e o primeiro ambiente de mercado voltado para à criatividade periférica, o Favela Talks.

 

Foto: divulgação/instagram @favelasounds

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MAIARA E MARAISA SÃO PROIBIDAS DE USAR O NOME ‘AS PATROAS’ EM PROJETO COM MARÍLIA MENDONÇA

Matéria de Jornal Correio

Cantora que registrou marca em 2017, alega que entrou na justiça após não conseguir resolver situação amigavelmente com a empresa que cuida da carreira de Maiara e Maraisa.

Na última sexta-feira (10), a dupla sertaneja Maiara e Maraisa recebeu uma liminar proibindo o uso da marca ‘As Patroas’, nome usado em seu último projeto em parceria com Marília Mendonça (1995-2021).

De acordo com o correio24horas.com.br, o processo foi iniciado pela cantora baiana Daisy Soares, que alegou ter registrado a marca ‘A Patroa’ no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em 2017, para divulgar seu projeto que possui o objetivo de enaltecer o poder feminino, assim como a dupla em seu projeto.

Durante entrevista para o Globo, Daisy contou que antes de entrar na Justiça tentou contato com a WorkShow, empresa que cuida da carreira de Maiara e Maraisa, para buscar um acordo amigável, porém sem sucesso:

“Os diálogos foram interrompidos e os acionados passaram a incrementar a utilização da marca registrada da autora, inclusive com divulgação na mídia do Projeto Patroas, realizando apresentações musicais em formas de lives, disponibilizando músicas em diversas plataformas, comercializando bonés, camisetas, turnês, tudo a levar ao público a ideia de serem titulares da marca Patroas, com mesma fonte de logomarca e cor, estimulando o empoderamento feminino, nos moldes das bases da marca da autora”.

Na liminar, o juiz Argemiro de Azevedo Dutra, da 2ª Vara Empresarial de Salvador determinou a proibição do uso da marca pela dupla, sob multa de R$100 mil. A defesa de Maiara e Maraisa tem prazo de 15 dias úteis para fazer sua apresentação do caso, que cabe recurso.

Veja abaixo a publicação que Deisy fez em suas redes sociais após a repercussão do caso na mídia.

 

Foto: Podemos ver como grafia e cor usadas por Maiara e Maraísa, e Marília são parecidas com modelo original da marca — Divulgação

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SEU JORGE GANHA RECURSO EM PROCESSO CONTRA HERDEIROS DE MÁRIO LAGO

Matéria de Ancelmo - O Globo

Seu Jorge e gravadora chegaram a ser condenados a pagar R$500 à família de Mario Lago, mas recurso foi favorável ao artista.

Nesta semana Seu Jorge e a gravadora Universal Music ganharam um recurso em um processo envolvendo os herdeiros de Mário Lago. Como noticiamos anteriormente, o processo se iniciou em 2007, após Seu Jorge usar trechos de “Ai que saudade da Amélia” em sua música “Mania de Peitão”, no álbum “Cru”.

Seu Jorge e gravadora foram condenados a indenizar em R$500 mil a família de Mário Lago (1911-2002) em primeira instância, pela 29ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Entretanto, o caso teve uma reviravolta com a decisão favorável no recurso feito pelo autor e julgado pela 4ª Câmara Cível do Rio.

De acordo com a coluna de Ancelmo Goes, as desembargadoras entenderam que o artista teve intenção de fazer uma homenagem a Mario, e consideraram o acordo entre ele junto à editora detentora dos direitos autorais.

Desta forma, não houve dano material, mas sim, um dano moral pela falta de menção ao autor durante o primeiro lançamento em 2004, na França. Seu Jorge e gravadora devem pagar apenas uma multa de R$10 mil.

Foto – Reprodução

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Música, Copyright e Tecnologia e escola de Música e Negócios promovem encontro para discutir Sistema de Pagamentos de Royalties Centrado no Usuário (UCPS)

Vem garantir sua vaga gratuita neste encontro online inédito no Brasil.

Atualmente o sistema de pagamentos adotado pela indústria de streaming é desproporcional, uma vez que gera mais receitas para artistas de gêneros mais populares. Enquanto isso, os artistas de nichos menores ficam para trás.

Desde 2020, a Deezer tem buscado maneiras de remunerar artistas de forma mais justa. Para isso, foi iniciada uma campanha a fim de incentivar o sistema de pagamentos de royalties centrado no usuário (UCPS, sigla em inglês), no qual remunera artistas conforme o número de plays por usuário.

Dada a complexidade e importância deste tema, no dia 14 de Junho, às 13hrs, o Música Copyright & Tecnologia e a Escola Música & Negócios irão realizar o painel online “Pague pela música que você ouve”, com Ludovic Poully SVP, Institutional & Music Industry Relations da Deezer Music e Carlos Taran, da Music Tour.

Vai perder essa?

Te esperamos lá!

Abraços!

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