Está aberto o cadastro para receber a renda emergencial destinada a profissionais da cultura

Matéria de VEJA SÃO PAULO

Saiba como receber o benefício de 3.000,00 pela renda emergencial, disponibilizada pelo Governo do estado de São Paulo à profissionais da cultura. Instituições e espaços culturais também serão beneficiados.

Estão abertas as inscrições para quem deseja receber a renda básica emergencial disponibilizada pelo Governo do Estado de São Paulo, pela Lei Aldir Blanc (Lei 14.017/20).

De acordo com a Veja São Paulo, cerca de 63 mil pessoas serão contempladas com o auxílio no valor de 3.000,00. Sendo que mulheres, provedoras de famílias, deverão receber o dobrado.

Para receber o benefício, será necessário se inscrever no portal https://dadosculturais.sp.gov.br/ e atender os critérios exigidos, como atuar na área artística nos últimos 24 meses, mediante comprovação de documentos.

Os principais critérios exigidos para receber o benefício são (Via Veja SP):

1) não ter emprego formal ativo ou receber benefício previdenciário, seguro-desemprego, benefício assistencial ou verba de programa de assistência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;

2) não ser beneficiário do auxílio emergencial previsto na Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020;

3) não ter renda familiar mensal per capita superior a meio salário mínimo ou renda familiar mensal total maior do que três salários mínimos;

4) ter rendimentos tributáveis abaixo de R$ 28.559,70 no ano de 2018.

Espaços culturais e instituições também poderão ser beneficiados pelo auxílio, mediante cadastramento no site do governo.

O valor total recebido pelo Estado de São Paulo pela Lei Aldir Blanc é de 566 milhões de reais. Destes, 302 milhões foram recebidos pelas seiscentos e quarenta e cinco prefeituras e 264 milhões de reais foram repassados diretamente para o Estado. Assim, 189 milhões poderão ser destinados para o pagamento da renda básica, e os 75 milhões restantes irão para editais culturais.

 

foto: divulgação

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Sony anuncia encerramento de suas atividades no Brasil

Matéria de Exame

A japonesa Sony anunciou que até 2021 pretende encerrar suas atividades de fabricação e venda de televisores, equipamentos de audio e câmeras fotográfica. Outras marcas como a Sony Pictures e Sony Music continuarão suas atividades.

A Sony anunciou nesta terça-feira (15) que está encerrando o funcionamento de sua fábrica em Manaus, a única em território Brasileiro.

De acordo com a Exame, a intenção da empresa japonesa é encerrar todas as suas operações até 2021 no país. Assim, a empresa deixará de vender televisores, equipamentos de áudio, câmeras fotográficas. Entretanto, somente o Playstation, que inclusive hoje está ganhando uma nova versão hoje com lançamento do novo Playstation 5, continuará sendo comercializado no Brasil.

Outras empresas ligada à Sony, como a Sony Pictures e Sony Music continuarão funcionando conforme informado em um comunicado ao portal: “Nós decidimos fechar a fábrica em Manaus ao final de março de 2021 e interromper, em meados de 2021, as vendas de produtos de consumo pela Sony Brasil, tais como TV, áudio e câmeras, considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios”.

Ainda segundo o portal, uma circular foi enviado para os varejistas informando que  a empresa estará disponível para “fornecer serviços de suporte técnico e garantia dos produtos comercializados”.

 

Foto: Anadolu Agency/Getty Images

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Com novas regras do Facebook, lives de artistas poderão ser banidas

O Facebook atualizou algumas regras com relação ao uso de música na plataforma, que pode impedir lives musicais e lançamentos de clipes.

Durante o último fim de semana, o Facebook atualizou algumas regras com relação ao uso de música na rede social. Algumas dessas mudanças poderão impedir que artistas façam lives na  plataforma.

De acordo com o ‘Tenho Mais Discos Que Amigos’, com as novas regras, o Facebook indica que poderá bloquear vídeos com música na rede social.

O texto inclui a seguinte alteração: “Queremos que você possa curtir vídeos postados por sua família e amigos. No entanto, se você usar vídeos em nossos produtos para criar uma experiência de ouvir música para si mesmo ou para outros, seus vídeos serão bloqueados e sua página, perfil ou grupo pode ser deletado. Isso inclui o [Facebook] Live”.

Ainda segundo o portal, apesar do texto não citar exatamente o que está restrito, há uma interpretação de que lançamentos de clipes musicais  e lives de artistas que contenham música estão banidos da plataforma.

Confira o texto na íntegra: CLIQUE AQUI

 

Foto via Shutterstock

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Review: Criador de Bandcamp se posiciona e diz que “Música é arte, e não conteúdo”

Matéria de Estadão

Em entrevista, Ethan Diamond, criador do Bandcamp se posicionou contra aqueles que tratam a música como uma commodity, feita apenas para vender planos de assinatura. Para ele, sua plataforma sempre vai focar no que é justo para os artistas.

Na última semana, o Estadão entrevistou Ethan Diamond, o criador do Bandcamp, uma das plataformas de compartilhamento de arquivos que mais cresceu durante a pandemia do coronavírus. Isso porque, seu modelo permitiu que fãs pudessem ajudar seus artistas favoritos.

Criada em 2007, é uma resistente em comparação à outros serviços semelhantes que acabaram desaparecendo com os serviços de streaming. Na pandemia, o Bandcamp está sendo uma grande oportunidade para pequenos artistas, chegando a crescer 70% no período de quarentena.

Durante a entrevista, Ethan Diamond, manteve seu posicionamento de que o Bandcamp é uma plataforma dedicada à, de fato, ajudar artistas, em contramão aos tradicionais serviços de streaming, como Spotify e Apple Music, que almejam sobre tudo lucro. Para ele, música não é uma commodity ou conteúdo feita para ser vendida a troco de assinaturas:

“Música é arte, não é conteúdo. Qualquer um que cria música sente a mesma coisa – ela acontece quando tem que acontecer. Quando alguém cria essa arte, ela está nos confiando algo que é quase sagrado. Eu acho importante que isso esteja nas mãos do artista e não de uma plataforma. É triste que a música seja tratada como uma commodity para vender hardware ou assinaturas. Não é isso o que fazemos”, afirmou Diamond.

É por este motivo que é difícil ver artistas de grandes gravadoras (as majos) na plataforma. Para o criador do Bandcamp, apesar de haver negociação com as majors, este não é o objetivo da plataforma:

“Ter esses artistas exige acordos que colocam limites em como você oferece a música. Licenciar a música das majors tem muitos desafios. E sempre soubemos que queríamos garantir que a plataforma fosse para os artistas. Pensamos em crescer e demonstrar nosso valor para gente cada vez maior. Estamos começando a ver isso, mas temos que ser transparentes e justos. Não podemos mudar nossos termos“, explicou Diamond ao portal.

“Creio que nos próximos anos veremos mais música das ‘majors’ no Bandcamp. Mas a ideia nunca foi construir um sistema que tenha toda a música do mundo. Já existem muitos lugares que fazem isso. É mais importante criar um sistema no qual os artistas são tratados justamente. A parte mais interessante da música não é criada pelas majors. Eu estou de boa. Prefiro isso do que perder o controle da companhia apenas para ter mais música”, completou o criador da plataforma.

Para o futuro, Diamond quer mais para os artistas, principalmente para os independentes: “Sempre queremos encontrar maneiras para os fãs apoiarem os artistas. O melhor agora é ter ferramentas para serem usadas fora do ciclo de um álbum. Um artista vai lançar apenas um álbum a cada poucos anos, mas isso não muda o fato de que há fãs que querem apoiá-los, especialmente quando não há turnês. A gente tinha um programa piloto de prensagem de discos de vinil nos EUA. Vamos expandi-lo para mais artistas nos próximos meses“.

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Autor de música usada em propaganda da Secom não irá receber direitos autorais

O Autor da música usada na propaganda da Secom, estrelada por Mário Frias, se arrepende e não vai receber royalties pelo seu uso. Isso porque a música foi lançada no Audio Library, canal do YouTube dedicado a promover músicas sem direitos autorais e creative commons music para criadores de conteúdo.

Sabe aquela propaganda da Secom – Secretaria Especial de Comunicação Social – que deu o que falar, principalmente após a sátira do comediante Marcelo Adnet? Pois desta vez, a notícia é de que o autor da música que fez parte da trilha sonora da campanha, não havia autorizado seu uso.

De acordo com o ‘Diário do Centro do Mundo’, o autor Scott Buckley, autor da música intitulada “Ômega”,  ao ser questionado por um usuário no Twitter sobre os direitos autorais, respondeu que “nenhuma licença foi paga por este uso”. Isso porque, Buckley disponibilizou sua música no Audio Library, canal do YouTube dedicado a promover músicas sem direitos autorais e creative commons music para criadores de conteúdo.

Buckley também aproveitou para se posicionar contra as opiniões da Secom: “Eles apenas a usaram. Definitivamente, não apoio suas opiniões políticas, nem quero seu dinheiro. Esta é outra desvantagem de lançar minha música livremente”.

A opinião de Buckley só reafirma as vantagens e desvantagens de se lançar uma música em plataformas de livre uso. Não se sabe em que mãos ela vai parar!

 

Foto: reprodução YouTube

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Spotify deve lançar recurso para mostrar datas de lives musicais

Matéria de B9

Vazou foto que mostra um novo recurso do Spotify, que mostrará as próximas apresentações ao vivo de artistas para os usuários.

A engenheira Jane Manchun Wong publicou uma foto em seu Twitter sobre uma novidade não anunciada pelo Spotify, que deve envolver eventos virtuais ao vivo.

Na imagem, Wong consegue visualizar o próximo show ao vivo da banda de k-pop BTS, no iHeartRadio Music, previsto para o dia 19 de setembro.

Tudo indica que esta é uma prova de que o Spotify está desenvolvendo um novo recurso em que os usuários poderão visualizar uma nova seção de “Próximos eventos virtuais” e poderão verificar quando o artista fará uma transmissão ao vivo pela internet.

O Spotify já possui recurso semelhante para mostrar os próximos shows, só que de eventos físicos, com parceria de vendas de ingressos com empresas cfomo a Ticketmaster, Eventbrite, AXS e ePlus. Com a pandemia do novo coronavírus, este recurso parece estar se atualizando já que shows e eventos físicos não voltarão tão cedo a acontecer.

De acordo com o B9, esforços semelhantes estão sendo realizados por diferentes plataformas de streaming com o intuito de  impulsionar o mercado de transmissão ao vivo. A Billboard publicou dados da plataforma de concerto virtual StageIt, confirmando que em 2011, antes da pandemia, o gasto médio por fãs em uma transmissão de 30 segundos era de US$3,75. Atualmente esse valor cresceu para US$16,50. A PricewaterhouseCoopers chegou a projetar que eventos de música ao vivo gerariam US$28,8 bilhões em receita em 2020, também antes da pandemia.

 

Foto: reprodução

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Curso online – Música, Copyright e Tecnologia: “Gestão de Direitos na Música e a conexão com Audiovisual e Games Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual”

Matéria de Hotmart

Agora o Música, Copyright e Tecnologia ganhou o seu próprio curso, com um time só de feras para você estar preparado para o mercado musical.

Os setores da música, do audiovisual, dos games e do entretenimento em geral passam por transformações constantes. Os desafios envolvendo a propriedade intelectual, gestão, os modelos de contratos e negociações exigem constante atualização. Apesar da pandemia, o consumo de conteúdo nas plataformas de streaming segue crescendo e gerando receitas. Com isso é cada vez mais estratégico conhecer o mercado, a legislação, modelos de negócios e os diversos tipos de contratos aplicados a cada um dos segmentos da indústria do entretenimento.

A convite do Música & Negócios e do Instituto Gênesis da PUC-Rio, finalmente a plataforma de comunicação Música, Copyright e Tecnologia (MCT) ganha um formato de educação a distância (EAD) pensada para o mercado. O MCT oferece, há alguns anos, informação sobre tendências e oportunidades no Direito Autoral aplicado à indústria da música e ao entretenimento, sob coordenação de Guta Braga. Com 20 professores e mais de 20 horas de conteúdo, o MCT traz alguns dos maiores especialistas no tema.

 

FAÇA SUA MATRÍCULA AQUI!

 

Datas
5 de outubro a 16 de novembro de 2020

Total de horas/aula: 25 horas (10 encontros)

Cronograma: Encontros às segundas e quartas, dias 05, 07, 14, 19, 21, 26, 28 de outubro; 04, 09 e 11 de novembro.

Horário: das 19h às 21h30

Formato: conteúdo EAD na plataforma Hotmart e webinários pelo Zoom

 

Confira o programa do curso:

Música, Copyright e Tecnologia

  • Introdução ao Direito Autoral
  • Histórico sobre execução pública no Brasil desde a criação
  • Modelos de Contratos de Propriedade Intelectual
  • Contratos com gravadoras, contratos de licenciamento, cessão e distribuição, remuneração, royalty share x percentual sobre o líquido
  • Gestão de Direitos e Execução Pública: ECAD e Sociedades Coletivas
  • Direitos Autorais e o sample na música
  • Clearance na música e no entretenimento: estudo de casos
  • Direito Autoral na Publicidade
  • Direitos de Sincronização no Audiovisual
  • Reflexões sobre o Direito Autoral
  • Música e Games: a Evolução do Live Streaming
  • Inteligência Artificial e Direitos Autorais: desafios de uma nova era
  • Uma visão geral sobre a gestão coletiva no mundo
  • Backoffice: Direitos no Ambiente Digital
  • Modelos de Gestão

Metodologia

Aulas e webináriosonline pelo Zoom, com acesso às gravações das aulas na plataforma Hotmart, pelo prazo de duração do curso e mais 60 dias de acesso após a conclusão. Ao final, haverá a aplicação de teste de conhecimentos no formato “QUIZ” sobre o conteúdo apresentado. Indicação de referências bibliográficas e links.

 

Objetivos de Aprendizagem

Oferecer conhecimento teórico e prático sobre o Direito Autoral na Música e suas aplicações no audiovisual, publicidade, games e outras áreas. Permitir aos alunos ter acesso à visão estratégica que permita conhecer novos negócios e aplicações.Apresentação de aspectos históricos, aspectos legais e casos reais.

 

Público-alvo

Advogados, estudantes de Direito, administradores, profissionais da indústria da música, audiovisual, games, profissionais e pesquisadores da comunicação e do entretenimento em geral; Músicos, compositores, empresários, produtores musicais, produtores artísticos, e outros profissionais que atuam ou desejam atuar no mercado fonográfico e na indústria da música.

 

Certificado
O certificado será emitido pelo Instituto Gênesis da PUC-Rio. É exigido o acesso a pelo menos 75% do conteúdo disponível (ao vivo ou gravações).

 

Realização:

Música, Copyright e Tecnologia (MCT)

Instituto Gênesis da PUC-Rio

Música & Negócios

 

Apoio institucional

Abramus

 

Acesse: 

Abramus

www.abramus.org.br

 

Instituto Gênesis da PUC-Rio

www.genesis.puc-rio.br

 

Música & Negócios

www.musicaenegocios.com

 

Informações

Instituto Gênesis da PUC-Rio

(21) 3527.1371

 

Coordenador Executivo

Leo Feijó

leofeijo@esp.puc-rio.br

+44 07471177067 (whattsapp)

 

Atendimento: mct.ead.contato@gmail.com

 

QUEM IRÁ NOS ENSINAR NO MÚSICA, COPYRIGHT E TECNOLOGIA?

O corpo docente é composto por mais de 20 especialistas em direito, gestão, contratos, entre eles advogados, executivos do entretenimento, produtores musicais e artistas, além de pesquisadores do campo da Comunicação, das Artes e do Direito, todos com atuação na indústria da música, audiovisual, games, na propriedade intelectual e no entretenimento, oferecendo um conhecimento acadêmico e aplicações práticas no mercado.

 

Idealização e Coordenação Geral: Guta Braga

Formada em Comunicação Social e Direito, Pós graduada em Marketing. Atua há mais de 20 anos no mercado da música. Atualmente presta consultoria para as empresas Backoffice, MusixMatch e Laboratório Fantasma, além de colaborar com artistas sobre diferentes assuntos na área autoral. Criou, em 2012, grupo no Facebook, MÚSICA COPYRIGHT E TECNOLOGIA, com informações sobre o mercado. Co-criadora do podcast FastForward, também focado em assuntos do mercado da música.

 

Allan Rocha de Souza

Professor, Pesquisador, Advogado e Consultor Jurídico em Direitos Autorais, Culturais e da Informação; Dados Pessoais; Tecnologia e Inteligência Artificial. Professor, Pesquisador, Advogado.Professor da UFRRJ.

Attilio Gorini

Sócio no escritório Dannemann Siemsen Advogados. Concentrou sua carreira como advogado no processo de marca perante o Escritório Brasileiro de Patentes e Marcas e também litígios de marca e concorrência desleal perante os tribunais federais e estaduais.

 

Daniel Pitanga Bastos

Daniel Pitanga é advogado especializado em Mídia, Internet e Propriedade Intelectual. Mestre em Information Technology andTelecommunications Law pela Universityof Southampton/UK e Pós-graduado em Direito da Propriedade Intelectual pela PUC/RJ, atualmente é Chair do Comitê de Mídia e Entretenimento Interativos da International Technology Law Association (ITechLaw) e Presidente da Comissão de Estudos e Combate à Pirataria da OAB-RJ

 

Elisa Eisenlohr

Profissional com quase 20 anos de experiência na indústria musical, com atuação no licenciamento, royalties, gestão internacional e marketing. Hoje é responsável pelo departamento de Comunicação da União Brasileira de Compositores, pela Revista UBC e é vice-chair do Communications Experts Group da Cisac (Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores). Formada em Administração Internacional pela Coppead e MBA em gestão de projetos culturais pela UCAM. Em 2019 foi professora convidada pelo MBA em Music Business na Universidade de Berklee (Valencia).

Flávia Cesar

Warner Chappell Brasil. Responsável por todo licenciamento de obralítero-musical da Empresa. Novos negócios, Licenciamento para Comerciais de TV, Filmes, séries e projetos especiais.

 

Fernanda Guttman

Advogada com mais de 15 anos de experiência na indústria do entretenimento, especialmente na área da música. Atuou a frente do departamento jurídico da Warner Music Brasil no período de transição dos formatos físicos para novos modelos de negócio de consumo de música. Concluiu LL.M. pela Universidade da Califórnia, Berkeley onde aprofundou seu conhecimento nas relações do direito com a cultura de inovação e seus impactos na sociedade.

 

Gloria Braga

Gloria Braga é advogada, formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, e pós-graduada em Gestão de Empresas pela PUC-RJ. É especializada em Direito Autoral, tendo sido conselheira do Conselho Nacional de Direito Autoral – CNDA, do Ministério da Cultura, e Superintendente Executiva do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – ECAD.  Durante anos foi professora de graduação em Direito Autoral, da UniverCidade, e do MBA em Propriedade Intelectual da Escola Superior de Advocacia – ESA da OAB-RJ. É membro das Comissões de Direito Autoral da OAB/RJ, do IAB e do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Atualmente, é consultora sênior de projeto da OMPI – Organização Mundial da Propriedade Intelectual para o aprimoramento da gestão coletiva em países em desenvolvimento na África e Ásia.

 

Gustavo Gonzalez

Advogado, pós graduado pela FGV- RJ. É o atual Diretor de Relações Internacionais e Bussiness Affairs da Abramus. Trabalha com direitos autorais há 20 anos e com gestão coletiva de música há 15. Especialista em música no ambiente digital e com larga experiência na área internacional, foi Vice Presidente do Comitê Técnico de Distribuição e Negócios da Confederação Internacional de Direitos de Autor (CISAC). Atualmente, ocupa a posição de presidente do SPF (Society Publisher Forum), representando as sociedades CISAC e é membro do BTC Sub Co, também da CISAC.

 

Letícia Provedel

Graduada em Direito na PUC/RJ, possui LFM Course em Harvard, Boston, Pós Graduada em direito da tecnologia pela FGV/RJ e possui Mestrado em Direito pela Universidade Candido Mendes/RJ. Atualmente representa diversos artistas e empresários em negociações e disputas judiciais e extrajudiciais com gravadoras e agregadoras digitais.

 

Luca Schirru

Advogado especializado em Direito da Propriedade Intelectual pela PUC-Rio e integrante do escritório Baril Advogados. Doutor e Mestre em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (área de concentração: Inovação, Propriedade Intelectual e Desenvolvimento) pela UFRJ (PPED/IE). Pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Direitos Fundamentais, Relações Privadas e Políticas Públicas (NUREP) e do INCT Proprietas. Professor Assistente na Universidade Positivo. Professor convidado do curso de Pós-Graduação em Direito da Propriedade Intelectual da PUC-Rio. Foi membro do Grupo de Pesquisa “Inteligência Artificial e Inclusão” do ITS-Rio e do GEDAI/UFPR.

 

Luciana Brito

Formada em Comunicação Social e Direito, Pós-graduada em Marketing. Atua há mais de 20 anos no mercado da música. Atualmente presta consultoria para as empresas Backoffice, MusixMatch e Laboratório Fantasma, além de atender artistas independentespara diferentes assuntos na área autoral.

Criou, em 2012, sua empresa e um grupo homônimo no Facebook, MÚSICA COPYRIGHT E TECNOLOGIA, ponto de encontro para quem quer ficar por dentro do mercado. Além disso, fundou com amigos queridos o FastFoward, podcast imperdível sobre a indústria.

 

Luiz Felipe Soares

É advogado formado pela Universidade Cândido Mendes-Centro/RJ.Exerce a advocacia como profissional liberal desde 2002, com atuação especializada em Propriedade Intelectual.

Sócio fundador do Escritório Soares & Lobo – Advogados e Diretor Jurídico da Agência de Notícias das Favelas – ANF, nos últimos anos vem se destacando como um dos principais advogados autoralistas na defesa dos direitos de grafiteiros e demais artistas urbanos, em questões relacionadas ao uso não autorizado de obras artísticas expostas nas ruas.Atualmente representa diversos artistas e coletivos em negociações comerciais e disputas judiciais e extrajudiciaisem todo Brasil.

 

Marcel Godoy

Bacharel em Direito desde 2001. Exerce atividade profissional na área de Direitos Autorais desde 1999. Trabalhou no ECAD de 1997 a 1998. Em 1999 ingressou na função de Administrador Geral, tornando-se Diretor VP em 2004 e Diretor Presidente em 2008 na empresa ASSIM – ASSOC INTER MUSIC – Sociedade administradora e gestora de Direitos autorais – fundada em 1978 pela cantora brasileira Elis Regina.

 

Marcelo Goyanes

Marcelo Goyanes é advogado com 20 anos de experiência em direito da propriedade intelectual e entretenimento; atende plataformas de streaming, produtores e exibidores de obras audiovisuais, gravadoras e editoras musicais, e artistas, em assuntos contratuais, regulatórios e judiciais. É professor do curso de Pós-Graduação em Direito da Propriedade Intelectual da PUC/RJ. Marcelo é mestre em Direito da Propriedade Intelectual pela George Washington University; autor de diversos artigos publicados no Brasil e no exterior e também de três livros, como autor e coautor, sobre Direito da Propriedade Intelectual.Marcelo é membro da Comissão de Direito Autoral e Direito do Entretenimento da OAB/RJ; e do Comitê Executivo da InternationalAssociationofEntertainmentLawyers.

 

Nato_PK 

Nato_PK é DJ e Beatmaker, tem 23 anos de carreira e é um dos Dj’s mais proeminentes do Rap Nacional. Integrante do Coletivo e Selo Independente do Abc Paulista “Paudedaemdoido Selo”, atualmente acompanha o rapper Rodrigo Ogi em seus shows, Mc Max B.O e a cantora Ana Cañas. Faz parte da crew de DJ´sSódiscosalva que foca na discotecagem 100% em Vinyl e faz parte da primeira Orchestra de Beatmakers do mundo, a BeatBrasilisOrchestra.

 

Raquel Lemos

Sócia fundadora do escritório Lemos Consultoria Ltda. e Art.is Cultural. Advogada pós-graduada em Direito Civil e especializada em Direito Digital e das Telecomunicações pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Consultora especializada em contratos e estratégia negocial com sólida experiência em entretenimento, economia criativa e mídias digitais. Foi docente titular nos cursos de Graduação de Análise e Sistemas de informação, Banco de Dados e Administração de Empresas com Ênfase em Tecnologia. Na sequência, professora titular dos Cursos de Pós-graduação Produção Audiovisual – projeto e negócio; Pós-Graduação em Animação; Gestão da comunicação em Mídias Digitais; Roteiro de Ficção Audiovisual e Design – branding: estratégias de marcas e Pós-Graduação em Governança da Internet. Atualmente é docente no Curso de Pós-graduação em produção audiovisual – projeto e negócio da FAAP. Autora do livro “Legislação e Políticas de Incentivo” publicado em 2016 pela Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais e consultora convidada do “Objetiva Empreendedorismo em Foco” que é resultado da integração dos três projetos setoriais de exportação audiovisual que contam com o apoio da APEX-Brasil: FilmBrazil (APRO), Cinema do Brasil (SIAESP) e (ABPI-TV) e autora da Trilha de Aprendizagem “Análise de Mercado, Composição/Captação de Recursos e Modelos de Negócios Inovadores” do Programa de Educação Digital: Objetiva Capacitação Online da Ancine/FSA.

 

Paula Novo

Coordenadora de Comunicação Corporativa no Ecad

Jornalista, especialista em comunicação organizacional integrada, mestranda em Tecnologias da Comunicação pela UERJ. Coordenadora de Comunicação Corporativa no Ecad, onde trabalho há 11 anos. Sou responsável pelas estratégias de comunicação interna e externa, incluindo assessoria de imprensa e gestão das redes sociais oficiais; e por representar o Ecad em eventos e palestras institucionais. Foco em reputação e relacionamento.

 

Priscilla Crespo

Advogada formada pela Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, com MBA em Direito da Tecnologia e em Direito da Economia e da Empresa pela FGV/RJ. Atua na área de direito autoral desde 1997 e presta assessoria e consultoria jurídica para empresas de entretenimento, indústria fonográfica, produções cinematográficas, empresas de radiodifusão, produções teatrais, projetos culturais e artísticos em geral, atuando, inclusive na consultoria de carreiras artísticas dos meios musical, televisivo e cinematográfico e na área de novas tecnologias. Sócia do Escritório de advocacia Martins e Crespo Advogados Associados desde 2010.
Advogada com vários clientes nacionais e internacionais, bem como experiência com festivais e eventos como o Back2Black e FestivalRock in Rio. Ex-funcionária da Sony Music e Band.

 

Tiago Barbosa

Tiago Barbosa, advogado, formado pela USCS (Universidade de São Caetano do Sul), Rapper, especialista em propriedade intelectual pela Escola Superior da Advocacia de São Paulo, pesquisador com trabalho de conclusão de curso focado em “samples” sob a ótica do direito autoral, há 9 anos gerente jurídico da Laborátorio Fantasma que gerencia a carreira dos artistas: Emicida, Rael, Drik Barbosa e Fióti.

 

Apoio institucional

O curso tem o apoio institucional da Abramus, a Associação Brasileira de Música e Artes. Com mais de 70 mil titulares, é a única das associações vinculadas ao Ecad que trabalha, além da Música, com os segmentos de Artes Cênicas e Artes Visuais.

 

 

Coordenação Executiva: Leo Feijó

Leo Feijó é coordenador do programa Música & Negócios desde 2012. Criou palcos e festivais no Rio de Janeiro. Já produziu mais de 2 mil shows. Foi subsecretário na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, onde desenvolveu programas como o Plano de Resgate da Música Ao Vivo, Os Sons do Rio e o Prêmio Música RJ.

Participou de congressos, seminários e feiras internacionais como Womex (Hungria), SxSW (EUA), ArtLab (Dinamarca), DICE – British Council (Inglaterra), Rio CreativeConference (Rio2C) e SIM São Paulo (Semana Internacional da Música).

 

 

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Influenciadora digital é obrigada a restituir seguidora, após divulgar golpe dado por loja

Matéria de Direito News

Influenciadora digital se deu mal, e teve que restituir um iPhone à consumidora que comprou o produto, após ver sua publi. Após não receber o celular, seguidora descobriu que loja já aplicou golpes em vários lugares do país.

A influenciadora Virgínia Fonseca foi obrigada a pagar o valor de R$2.639,90 a uma seguidora que comprou um iPhone 8 Plus influenciada por sua publi.

A seguidora contou que comprou o celular após ver a indicação da blogueira, entretanto não  recebeu o aparelho. Diante da situação, a seguidora descobriu que a promoção se tratava de um golpe aplicado em todo o país. Ela decidiu ir à Justiça.

Segundo o Direito News, em sua defesa, a influencer digital argumentou que a culpa era exclusiva da autora. Apesar de ter recorrido, seu pedido foi negado no dia 19 de agosto.

Para o juiz leigo Rafael da Silveira Thomaz, não há relação de consumo entre a influencer e sua seguidora. Todavia, com base no artigo 927 do Código Civil, a atividade da influencer implicou expor os produtos de terceiros à venda:

“Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem”.

Portanto, foi graças à divulgação da influencer que a consumidora comprou o produto. Além disso, já que a campanha gerou lucros para Virgínia, ela pode responder por danos decorrentes.

O caso é um alerta à artistas e músicos que possuem vários seguidores nas redes sociais.  Antes de fazer qualquer publicidade ou parceria, sempre é válido checar a procedência e o histórico das empresas para não ocorrer os mesmos problemas enfrentados pela influenciadora digital citada nesta notícia.

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Pesquisa identifica que apenas 1% dos artistas geram 90% das audições

Matéria de G1

Mapeamento entre os serviços de streaming identificou uma desigualdade musical na internet, onde artistas grandes, o equivalente a 1%, representam 90% das audições.

Um levantamento, publicado na edição americana da revista Rolling Stone, identificou que apenas 1% dos artistas gera 90% das audições em serviços de streaming.

Segundo o estudo realizado pela empresa americana Alpha Data, metade dos músicos não conseguem chegar a 100 plays nas plataformas.

A partir desses dados foi possível notar que apesar dos serviços de streaming terem um catálogo imenso de músicas, com lançamentos a todo o momento, apenas os artistas mainstream garantem um maior quantidade de plays.

De acordo com os dados publicados no G1, a pesquisa analisou mais de 1 milhão de lançamentos de artistas nos principais serviços streaming, de janeiro de 2019 a julho de 2020.

A desigualdade também acontece nas vendas de faixas e álbuns online. O grupo de 1% dos grandes músicos representa 83% do total comprado no mesmo período. No formato de venda física, os artistas mais populares representam 53% do total de venda de vinis e cds.

A pesquisa também se estendeu para o rádio, onde os grandes artistas (1%) são responsáveis por 99,996% das execuções por lá.

 

Foto: O artista Drake, mais ouvido no Spotify/ reprodução

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Report: Pequenos Artistas e o Novo Mercado da Influência

Matéria de Linktree

Relatório mostra a importância da influência dos pequenos artistas no digital.

No último mês, a empresa especializada em pesquisa e estratégia para o mercado musical, Buzz Music Content, publicou dois relatórios para explicar a importância da influência dos artistas (principalmente os de pequeno porte)  no digital.

No relatório de mais de 50 páginas, podemos compreender melhor como  artistas e marcas  podem trabalhar em conjunto e explorar novos caminhos. Sem dúvidas, o Buzz Music Content é perfil que todo mundo do mercado musical deveria ficar ligado.

DOWNLOAD:

Pequenos Artistas e o Novo Mercado da Influência (para artistas)

Pequenos Artistas e o Novo Mercado da Influência (para marcas)

 

Foto: Instagram @buzz_musiccontent

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