Polícia apreende documentos que revelam existência de pelo menos 30 músicas inéditas de Renato Russo

Matéria de O Globo

Na operação ‘Será’, policiais identificaram produtor musical que guardava documentos de várias versões inéditas do eterno vocalista da Legião Urbana, Renato Russo. Foram apreendidos HD’s e cartuchos de gravação.

Nesta segunda-feira (26), policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam documentos que comprovam a existência de várias composições de Renato Russo, eterno vocalista da Legião Urbana.

Após uma denúncia realizada há um ano pelo filho do cantor, Giuliani Manfredini, atual detentor dos direitos de Renato, a polícia investigou um perfil falso nas redes sociais que estava divulgando sobre a existência desse material inédito.

De acordo com matéria publicada pelo O Globo, durante a operação ‘Será’, uma referência à uns dos maiores sucessos da banda, a polícia investigou o perfil até localizar o produtor musical, no qual Renato Russo havia trabalhado antes de seu falecimento.

Com mandados de busca e apreensão, foram recolhidos vários documentos que relatam a existência de pelo menos 30 versões inéditas. Além disso, foram apreendidos HDs e cartuchos de gravação em dois estúdios na residência do produtor musical, no Centro e na Zona Sul do Rio.

Agora, a polícia vai ouvir o produtor musical para saber o paradeiro dessas gravações citadas nos documentos.

 

Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

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Após denúncia, Spotify, Apple Music e YouTube removem músicas que reproduziam discurso de ódio

Matéria de B9

Uma denúncia da BBC alertou que vários grupos, que reproduziam letras racistas, nazistas e homofóbicas, estavam camuflando nomes de músicas para não serem pegos pelo algoritmo das plataformas de streaming.

Após uma denúncia da BBC, Spotify, Apple Music, Deezer e Youtube resolveram remover dos seus catálogos, músicas e bandas que reproduziam discurso de ódio.

Segundo o B9, a BBC identificou pelo menos 30 bandas nas plataformas de streaming que reproduziam músicas com letras homofóbicas e racistas. Haviam até playlists de gênero ligadas ao nazismo.

É difícil quantificar a escala do problema. No entanto, a investigação da BBC encontrou facilmente pelo menos 20 canções com este tipo de conteúdo. Não foram revelados os nomes das bandas para não ajudar as pessoas a procurarem esse conteúdo odioso.

O que a BBC identificou:

– Músicas que glorificam as “nações arianas” (a filosofia racial nazista ensinava que os arianos eram a raça dominante);

– Bandas usando repetidamente estereótipos e linguagem anti-semitas, até celebrando o Holocausto;

– Playlists com curadoria pública no Spotify sob o título NSBM (National Socialist Black Metal), um gênero ligado ao nazismo;

– Mais de 30 grupos associados a organizações classificadas como grupos de ódio por grupos de direitos civis;

Para conseguir inserir esse tipo de músicas nas plataformas de streaming, muitas vezes os nomes dessas faixas eram alterados. Assim os algoritmos não conseguiam identificar esse conteúdo com discurso de ódio.

Em um mundo onde há 50 milhões de faixas no catálogo do Spotify, sendo que milhões destas não são ouvidas, as portas para este tipo de prática ficam abertas.

Rapidamente as plataformas começaram a se posicionar. Todas alegaram que não pactuam com esta prática de ódio, que vão contra suas diretrizes.

 

Foto: Reprodução

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Ex-empresário processa Tiago Iorc pedindo R$671 mil de indenização

Mais uma vez, o cantor Tiago Iorc entra em conflito com seu ex-empresário, que agora o processa por danos morais e quebra de contrato. Empresário pede ainda, retratação por difamação de sua carreira.

Parece que Tiago Iorc está longe de chegar a um acordo com seu ex-empresário Felipe Simas. Desta vez, o empresário está processando o cantor, pedindo mais de R$670 mil de indenização por danos morais e uma retratação por difamação de sua carreira.

De acordo com as informações exclusivas do portal O Dia, Felipe Simas está acusando Tiago Iorc de romper um contrato de gerenciamento de carreira por 10 anos, sem justificações e aviso prévio. Além disso, o empresário acusa o cantor de difamar seu trabalho como empresário, através de vídeos “ofensivos” a ele nas redes sociais.

Uma das grandes questões da ação é que o acordo entre o artista e Simas foi realizado apenas de maneira verbal. Mesmo assim, o empresário alega que ele foi o grande responsável pelo sucesso de Tiago e que sempre confiou no artista:

“Felipe nunca havia exigido um contrato formal de agenciamento artístico, tendo pactuado sua remuneração e demais condições de trabalho de forma verbal, e essa modalidade funcionou muito bem durante 9 anos, até o momento em que o Tiago resolveu descartar o Felipe como seu agente artístico, sem aviso prévio, sem maiores explicações e sem pagar pelos valores legalmente devidos”, relata a  defesa de Simas na ação.

No processo, a defesa do empresário relata ainda que um dos principais motivos que levaram o rompimento entre os dois, foi a interferência de Edson Iorczeski, pai do cantor. Apesar de não fazer parte da ação, Simas afirma que Edson retirou seu nome de um importante contrato entre o artista com a Universal Music. No caso, a parceria foi assinada por uma nova empresa criada por pai e filho.

 “Tiago seguiu em frente e ignorou seu parceiro de 9 anos e seu sócio, e assinou o Contrato de Parceria (com a Universal Music) através da empresa da qual é sócio com seu pai, Edson. Edson fez uso abusivo dos poderes que recebeu, para beneficiar seu filho no encerramento abrupto e não formalizado apropriadamente da relação de 10 anos que manteve com o Felipe. Tiago seguiu em frente e ignorou seu parceiro de 9 anos e seu sócio”, alega o empresário.

Com relação a parte em que Simas acusa Tiago Iorc por difamação, vale notar o caso que ganhou grande repercussão na internet, quando a dupla AnaVitória ficou impedida de lançar uma regravação de seus maiores sucessos, pois Tiago, como compositor, não autorizou o seu uso. Na época, o artista alegou em suas redes sociais que Simas, mesmo empresário das meninas, estaria prejudicando sua carreira e agindo de má fé. E por isso, não poderia liberar as músicas.

Agora, a defesa de Felipe Simas está solicitando que Tiago remova os vídeos sobre o assunto  nas redes sociais, sob multa diária de R$ 5.000,00, em caso de desobediência. Além de uma indenização de R$ 671.558,41 por ressarcimentos.

Tiago Iorc se defende…

Conforme noticiado pelo portal, a defesa de Tiago Iorc se posicionou a respeito das acusações realizadas por Felipe Simas, argumentando que o sucesso do artista se deu graças à descoberta pela Som livre, negando a existência de um contrato de agenciamento e de rescisão “imotivada” com o empresário.

O cantor afirma que por diversas vezes foi “sabotado” por Simas, que o procurou inicialmente para representá-lo no exterior, com o intuito de se autopromover à suas custas. Iorc diz que sua parceria com Simas envolve apenas a sociedade da Empresa Forasteiro, “inexistindo contrato paralelo a ser reconhecido, como pretende Felipe”.

Em suma, o contrato previa uma multa de R$10.000,00 por show que o Tiago não realizasse para a som livre. Durante a vigência do contrato, Tiago deixou de realizar 13 shows por orientação de Felipe Simas, baseado na estratégia de que seria mais viável e lucrativo para a sociedade eles pagarem a multa e fazerem os próprios shows. Ocorre que, após o encerramento do contrato, a multa no valor de R$130.000,00 foi paga exclusivamente pelo Tiago, resultando em benefício para o autor, tendo em vista que não foi a Forasteiro que arcou com o pagamento da multa, quando deveria ter sido” .

Tiago relatou outro fato em que saiu prejudicado pelo empresário, quando o mesmo rejeitou uma grande proposta pela Renner, por haver conflito com um outro contrato com a Gucci, porém o artista afirmou que acordo sequer existiu.

 

Foto: Reprodução

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Emicida contará história da cultura negra no Brasil em seu documentário na Netflix

Matéria de Quem

Em breve chegará na Netflix o documentário do rapper brasileiro Emicida. Com produção de Fred Ouro Preto, o rapper pretende contar grandes marcos da história da cultura negra no Brasil até chegar na produção de seu álbum AmarElo.

A Netflix anunciou que em dezembro (8) vai disponibilizar na plataforma o documentário ‘AmarElo – É Tudo Pra Ontem’, do rapper brasileiro Emicida, com direção de Fred Ouro Preto.

Segundo o portal da revista Quem, a produção contará com animações, entrevistas e cenas dos bastidores do que rolou na criação do álbum do rapper.

Com base no show do artista de 2019, no Theatro Municipal, o documentário abordará alguns dos maiores marcos da cultura negra brasileira nos últimos 100 anos. O primeiro, a Semana de Arte Moderna de 1922, passando pelo ato de fundação do Movimento Negro Unificado (MNU), em 1978, pela valorização da cultura e de direitos do povo negro e por último o show de estreia de AmarElo.

“Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, contou Emicida ao portal.

(Foto: Julia Rodrigues / Divulgação)

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Metropolitan não vai reabrir após a pandemia

Matéria de Ancelmo - O Globo

A Time for Fun anunciou que está entregando parte das casas de shows que aluga no Brasil, uma delas é o Metropolitan, no Via Parque.

Nesta terça-feira (20), recebemos a triste notícia de que o Metropolitan, a clássica casa de shows no Via Parque, no Rio de Janeiro, não será reaberto após a pandemia.

Segundo a coluna de Ancelmo Gois, a Time for Fun está entregando parte das casas de shows que aluga no Brasil, sendo uma delas o Metropolitan, que atualmente é chamado de Km de Vantagens Hall.

Inaugurado em 1994, com capacidade para oito mil espectadores, a casa de shows recebeu grandes nomes da música brasileira e internacional ao longo dos anos, como Avril Lavigne, Laura Pausini, Hanson, Alanis Morissette, Andrea Bocelli, Red Hot Chilli Peppers, Paramore, Imagine Dragons  e Oasis. Sendo que em 2019 recebeu o retorno da cantora britânica Dido.

Ainda segundo Gois, todos os móveis do estabelecimento já estão sendo leiloados e há especulações de que dará lugar a um supermercado.

 

Foto: reprodução

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Universal Music anuncia inauguração de sua própria rede de hotéis

A Universal Music anunciou que está planejando inaugurar pelo menos três hotéis nos EUA. Com o uso de tecnologia avançada, nova rede de hotéis quer ir além de ser penas mais um destino turístico, mas sim, se tornar uma incubadora para startups digitais e novos negócios da indústria da música e entretenimento.

Na última semana, a Universal Music anunciou que está construindo a sua própria rede de hotéis luxuosos. O novo projeto está sendo realizado graças a uma parceria com a Dakia U-Ventures, um grupo de investimentos voltado para o entretenimento.

De acordo com o Music Business Worldwide, já foram confirmados a inauguração de pelo menos 3 hotéis da Universal Music nos EUA: Atlanta, Geórgia; Biloxi, Mississippi; e Orlando, Flórida.

Segundo a rede de notícias WLOX do Mississippi, o hotel Biloxi UMUSIC dará lugar ao antigo  Broadwater Resort da cidade, um destino avaliado em US$1,2 bilhão, com previsão de inauguração para 2023.

Em um comunicado, a Universal Music explicou que cada hotel será único, com inspirações na cultura local e servirão como espaços criativos, a fim de promover por meio da música, educação, inovação e mudanças sociais. [Veja o projeto do hotel aqui]

“Os hóspedes descobrirão a alma de cada cidade por meio de sua rica herança musical local. Os hotéis UMUSIC estão empenhados em ajudar suas comunidades a prosperar – criando empregos para residentes, apoiando empresas, fornecedores, e dando oportunidades para artistas locais”, afirmou a empresa em um comunicado.

Robert Lavia, presidente da Dakia U-Ventures, revelou nesta semana mais detalhes sobre os hotéis, que irão oferecer aos hóspedes entretenimento envolvendo realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e hologramas.

Lavia acrescentou que o novo complexo hoteleiro será mais que um destino turístico, mas um produtor de novos talentos. Seu principal objetivo é impulsionar carreiras de novos artistas e abrigar projetos de incubadoras para apoiar engenheiros, startups digitais, e empreendedores que desejam seguir carreira no mercado musical.

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Em 2020, Rio Montreux Jazz Festival será global, online e gratuito

Com line-up formado por Milton Nascimento e Macy Gray, Rio Montreux Jazz Festival anuncia evento online e gratuito a partir da próxima semana.

Entre os dias 23 e 25 de outubro acontece o Rio Montreux Jazz Festival. Neste ano, o festival terá atrações gratuitas e transmissões ao vivo online, com palcos no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Los Angeles e Nova York.

Com curadoria do diretor artístico Marco Mazzola, o palco foi desenhado para atender a um público diverso, e para valorizar o nosso talento brasileiro. Segundo o portal Estúdio Folha, entre as atrações estão Macy Gray, Milton Nascimento, Christian Scott aTunde Adjuah, Roberto Menescal & Marcos Valle, Toquinho & Yamandu Costa, entre outros.[ Confira programação completa]

No Rio de Janeiro, as atrações serão realizadas no Hotel Fairmont Copacabana. Já em Minas, Milton Nascimento se apresentará em sua terra natal, Juiz de Fora, com participações de Samuel Rosa, Maria Gadú e do grupo norte-americano Sing Harlem, em uma conexão Minas Gerais/Nova York.

Durante todo o Rio Montreux Jazz Festival, um QR Code será colocado na tela para incentivar doações para a ONG Ação da Cidadania . Todo o valor arrecadado será convertido em cestas básicas.

Para quem quiser conferir todo o evento, é só se inscrever no canal oficial do festival no YouTube .

 

 

 

Fotos: Divulgação

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Spotify permitirá incluir músicas inteiras em podcasts

Matéria de The Verge

O Spotify anunciou que está liberando a inclusão de músicas inteiras em podcasts. Os ouvintes poderão também salvar as músicas para ouvir mais tarde.

Nesta quarta-feira, o Spotify anunciou que finalmente está liberando o uso de músicas em podcasts. Com o auxílio da Anchor, uma plataforma para criação de podcasts, criadores poderão inserir músicas inteiras durante um episódio.

Segundo o The Verge, com a novidade, os criadores poderão apresentar programas parecidos como os da programação de rádio, sem ter que se preocupar com questões de direitos autorais.

Por enquanto apenas criadores exclusivos do Spotify nos EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda terão acesso a este novo formato. Não foi informado quando a novidade será liberada no Brasil.

Vale notar que este é um grande passo do Spotify à frente da concorrência. Uma vez que apenas podcasts exclusivos da plataforma poderão usar o recurso. Outros criadores terão que editar episódios para não inserir músicas em plataformas que ainda precisam fazer acordos de licenciamento com gravadoras. Ou até mesmo ficarão impedidos de lançar estes conteúdos em outras plataformas.

Com relação à remuneração de artistas e compositores, ficou estabelecido que os músicos continuarão a ser pagos de acordo com a quantidade de plays.

Para ouvir as músicas inteiras em podcast será necessário ser assinante Premium. Os usuários gratuitos poderão ouvir apenas uma amostra de 30 segundos de cada faixa, sendo que eles não poderão dar o play nas músicas diretamente; eles só poderão reproduzi-las aleatoriamente.

Além da novidade, o serviço de streaming está lançando sete séries originais e exclusivas que vão aproveitar o formato e fazer da música um foco central. Os ouvintes desses programas poderão interagir com a playslist de cada episódio, salvar as músicas para ouvir mais tarde e pular para diferentes segmentos.

 

Foto: reprodução

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Spotify agora permite pesquisar músicas a partir de trechos de letras

Matéria de Engadget

O Spotify lançou mais um recurso em parceria com a MusixMatch. Usuários podem procurar músicas ao digitar apenas trecho da letra.

Na última semana  o Spotify anunciou um novo recurso que permite fazer pesquisas de músicas pelo trecho da letra.

Agora, para pesquisar por músicas no Spotify, basta digitar o trecho dela no campo de pesquisa para aparecer resultados associados à letra, e abaixo, um destaque informando “Correspondência de letra”.

Assim ficou muito mais fácil procurar por músicas que não sabemos o nome, mas amamos porque a  letra grudou na cabeça!

 

O recurso está disponível para Android e iOS, e é mais um resultado da parceria com a MusixMatch, a maior plataforma de letras do mundo.

Como lembra o Engadged, o recurso é bem semelhante ao já disponibilizado pela Apple Music, desde 2018.

Além da novidade, o serviço de streaming também lançou no Twitter um novo perfil, o @spotifycharts. Toda segunda-feira o perfil irá destacar as músicas mais tocadas da semana nos estados Unidos e ao redor do mundo.

 

 

 

Fotos: Reprodução/divulgação @spotify

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NOS EUA, BMG REMOVE CLÁUSULA QUE PREJUDICAVA COMPOSITORES EM CONTRATOS

Como parte de seu programa para reequilibrar a indústria musical a favor de artistas e compositores, a BMG anunciou que está removendo uma cláusula que reduzia, de maneira injusta, 25% dos royalties de compositores pelas vendas de discos.

Na última semana, a BMG anunciou que está eliminando uma cláusula dos contratos de gravação com artistas, no qual reduzia 25% de seus royalties de forma injusta.

Segundo o Music Business Worldwide, a cláusula que está sendo removida dos contratos pela BMG é chamada de “Controlled Composition” – ‘Cláusula de Composição Controlada’, em livre tradução -, e tem como objetivo conceder às gravadoras 25% (e às vezes mais) dos royalties devidos a um compositor pelas vendas de seus discos físicos.

A cláusula previa ainda que se houvessem mais de 10 músicas no disco, os royalties pagos eram limitados a essas 10. Além disso, em caso de colaborações com compositores externos, os royalties deveriam se pagos de acordo com uma taxa legal, reduzindo ainda mais os royalties para o artista.

Todos os descontos contidos na Cláusula de Composição Controlada custaram aos compositores, nos Estados Unidos, cerca de US$14 milhões no ano passado.

A BMG anunciou que este movimento faz parte de seu novo “programa para reequilibrar a indústria musical a favor de artistas e compositores, abandonando práticas de longa data destinadas a reduzir a renda dos músicos”.

Para liderar este novo posicionamento, a BMG está contando com a liderança do COO BenKatovsk, que assumiu a responsabilidade de revisar contratos históricos, a fim de eliminar injustiças para os compositores e artistas, e remover acordos com sinais de preconceito racial.

A BMG se comprometeu voluntariamente a aplicar as reduções a quaisquer novos negócios, bem como removê-los de seu catálogo inteiro ao longo do próximo ano.

Vale notar que na semana anterior ao anúncio, o rapper Kenye West divulgou em seu Twitter alguns de seus contratos com gravadoras, para expor sua insatisfação com a indústria da música. Entre os trechos divulgados havia um, de 2005, no qual era possível notar a cláusula.

 

Foto: Hartwig Masuch, CEO da BMG/ reprodução

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