O mercado da música no Brasil movimentou R$ 116 bilhões em 2024, de acordo com dados recentes, mas menos de 1% desse valor veio para os artistas por meio do streaming, revelando uma lacuna profunda entre o crescimento do setor e o retorno financeiro direto aos criadores. Segundo Luiza Vilela (exame), apesar da expansão dos serviços digitais, a distribuição de receita permanece extremamente desigual, o que destaca a urgência de discutir modelos mais justos de remuneração, transparência nos contratos com gravadoras e novas formas de distribuição de riqueza no ecossistema musical. Para quem atua na indústria, compositores, artistas, gravadoras e plataformas, esse dado é um alerta sobre a necessidade de reinventar acordos de licenciamento e estrutura de pagamento para sustentar a cadeia criativa a longo prazo.
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