O Spotify foi alvo de uma ação coletiva (class action) nos EUA, acusada de usar seu recurso Discovery Mode como uma forma moderna de “payola”: gravadoras pagariam para dar visibilidade a certas músicas, enquanto os usuários acreditam estar recebendo recomendações neutras e personalizadas. A autora da ação, Genevieve Capolongo, argumenta que o algoritmo está sendo manipulado por acordos comerciais não divulgados, e que isso quebra a confiança dos assinantes que pagam por um serviço supostamente “autêntico”. Segundo Daniel Kreps (RollingStone), a empresa nega, dizendo que o Discovery Mode é transparente e usado por muitos artistas independentes, mas a disputa coloca em xeque a governança algorítmica de playlists, os modelos de remuneração e a ética do streaming para criadores e ouvintes.
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