Matéria de Rolling Stone

Em 2017 as receitas na indústria da música aumentaram em 16,5%, e mais uma vez o destaque é o streaming. É o segundo ano consecutivo de crescimento desde 1999.

A Associação da Indústria Fonográfica da América (RIAA) publicou seu relatório anual sobre a indústria da música nos EUA. Em 2017, houve um aumento 16,5% na receita. As plataformas de streaming contribuíram com dois terços da receita total.

Foram US$ 4 bilhões arrecadados das assinaturas pagas, que representaram a maior parte da receita.  Embora os serviços de streaming tenham contribuído para o aumento, esse valor está 40% abaixo dos níveis de pico.

Houve uma queda de 25% na receita de downloads digitais (US$ 1,3 bilhão). Embora a receita de produtos físicos tenha excedido a dos downloads digitais pela primeira vez desde 2011, os envios de produtos físicos caíram 4% (US$ 1,5 bilhão).

Cary Sherman presidente e CEO da RIAA publicou no blog da instituição sobre o “value gap”, explicando que há um abismo entre a quantidade de música consumida e a remuneração injusta que as plataformas retornam aos criadores para explorar música. “As consequências econômicas são reais e cada vez mais documentadas pelos principais acadêmicos”.

A RIAA está apoiando uma proposta de reforma no Congresso que “moderniza o licenciamento de música para o benefício de compositores, artistas, produtores e serviços de música digital”, disse Sherman.

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